terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pena equivalente a prisão perpétua...

por Eli Halfoun
Conversas entre experientes juristas que preferem não falar abertamente sobre o assunto sinalizam que a pena mais branda que poderá ser aplicada a José Dirceu é de dois anos e dois meses em regime aberto. Os juristas também conversam sobre a pena máxima que se aplicada poderá ser de 75 anos, com 30 anos na prisão, o que dificilmente ocorrerá mesmo com a soma de todas as penas que vierem a ser imputadas. De uma forma ou de outra os juristas acreditam que Dirceu não escapará de uma severa punição. Afinal, aqui se faz aqui se paga. (Eli Halfoun)

José Dirceu teria admitido que está "morto" para a política

por Eli Halfoun
A revelação foi feita pelo jornalista paulista Giba Um: ele diz que o próprio José Dirceu estaria admitindo que ele e Genoino “estão politicamente mortos” e que o PT teria perdido dois quadros importantes de sua elite dirigente.  Dirceu teria comentado também que o ex-presidente Lula começará a trabalhar imediatamente o nome de Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo, para o governo de São Paulo. É mais um “poste” que precisa ser iluminado. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Luana leve e livre na capa da GQ...

Nicole Kidman: "periguete" internacional

Nicole Kidman. The Paperboy/Divulgação
Cema de The Paperboy com Nicole Kidman. Divulgação
Nicole Kidman em The Paperboy. Divulgação
Os críticos já apontam Nicole Kidman como rival de Sharon Stone no quesito "maior abertura de pernas da história do cinema".  As cenas marcam o filme The Paperboy, baseado na história real de uma mulher que se corresponde com presos e engata uma relacionamento com um sujeito que está à espera da cadeira elétrica. O longa deixa “Instinto Selvagem”, o da célebre cena da Stone, a léguas na categoria ousadia. Em uma das cenas, a bela Nicola tenta curar uma queimadura de água viva no namorado adotando uma terapia especial: fazer xixi sobre o cara, vivido no filme pelo ator Zac Efron.

Picture: a revista ilustrada sob nova direção...

Na Alemanha, uma nova investida rumo a um segmento editorial que resiste - e com a proliferação de câmeras digitais - se revigora: o das revistas ilustradas. A Picture é, por enquanto, uma publicação especial. Se passar no teste das bancas, vira mensal. Reúne as fotos "mais comoventes" do mês, do simpático panda flagrado na China ao beijo do casal Obama. 

Istoé Gente perde fôlego e passa a ser mensal







A Istoé Gente, da Editora Três, joga a tolha. Depois de 13 anos de circulação semanal e distante das líderes do mercado, a revista passará a ser mensal. E mudará o foco: deixará de ser uma publicação do segmento de celebridades e entretenimento para  falar de comportamento feminino. 

Comercial exagera na nudez e é retirado do ar

por JJcomunic
Foi na Inglaterra. O filme, que promove uma marca de presunto da empresa Kerry Foods, mostra uma galera pelada ao ar livre. A nudez incomodou telespectadores mas o verdadeiro motivo do banimento do comercial foi uma suposta propaganda enganosa, por afirmar que era o “único do país com ingredientes 100% naturais”. Na verdade, o tal comercial é meio ruinzinho.
Veja o filme. Clique AQUI

"Preferência real" promove "Celebrate", o livro da popozuda Pippa Middleton

por Eli Halfoun
Quem anda curioso para conhecer as dicas de Pippa Middleton (29 anos) para organizar festas terá o primeiro livro da irmã de Kate e cunhada de William para consultar, em breve. Está chegando às livrarias "Celebrate", o primeiro livro da inglesa que ganhou a mídia mundial graças ao bumbum roliço que chamou atenção no casamento da irmã. Em sua primeira experiência digamos literária (ela já planeja o segundo livro) a cunhada real reúne dicas que observou nas muitas festas das quais tem participado ultimamente, ou seja, desde que Kate a irmã, caiu nas graças de William e dos súditos ingleses que já a festejam como futura rainha. Sobre a fama repentina, que também é terma do livro, Pippa diz que "é um pouco espantoso conquistar reconhecimento global antes dos 30 anos por conta de irmã conhecida e do bumbum". Bumbum que, aliás, não tem nada que supere ou faça inveja aos fantásticos exemplares brasileiros.  (Eli Halfoun)

Aplicação de plasma pode livrar Joaquim Barbosa das dores na coluna

por Eli Halfoun
O tratamento a que se submeterá em novembro no Centro de Medicina Integrada Boewing-Molsberger, em Dusseldorf, Alemanha, é a esperança maior do ministro Joaquim Barbosa para livrar-se das insuportáveis dores na coluna. O tratamento conhecido como  PRP (plasma rico em plaquetas) é feito com aplicações de plasma e geralmente é usado em atletas. Na página na internet, a clínica alemã promete regenerar tecidos musculares, tendões e juntas. O tratamento é a última tentativa de Joaquim Barbosa para se livrar de uma cirurgia. Enquanto não viaja, o ministro Joaquim Barbosa continua dispensando nos finais de semana a presença de um segurança, ao qual, como todos os outros ministros, têm direito. Seguranças são vistos regularmente e em grande quantidade no bairro do Brooklin, São Paulo, onde mora o ministro Ricardo Lewandowski, que tem por hábito não sair de casa durante a noite. Em São Paulo as saídas noturnas já são vistas como tentativas de suicídio. Melhor mesmo é ficar em casa. Se possível cercado por seguranças (Eli Halfoun)

Documentário sobre PC Farias gastará mais de R$ 1 milhão

por Eli Halfoun
Mesmo depois de morto, PC Farias continua movimentando muito dinheiro: a Terra Filmes, que produzirá o documentário sobre ele orçou em R$ 1,6 milhões o custo do filme. O documentário envolverá a vida pública e pessoal do tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor. Existe a promessa de incluir no filme trechos inéditos da vida de PC, como algumas de suas manias entre as quais estão fumar charutos habaneros, ouvir ópera e colecionar CDs dos mais elogiados espetáculos do gênero em todo o mundo. PC dizia aos amigos que achava Plácido Domingo muito superior a Pavarotti. Na certa ficava contando dinheiro enquanto ouvia suas óperas favoritas. Pelo que se sabe contar dinheiro era sua mania maior. (Eli Halfoun)

Deu no G!: PT é o partido mais votado nas eleições municipais em todo o Brasil

Deu no UOL...

domingo, 28 de outubro de 2012

Angela Merkel pode reforçar torcida da Unidos da Tijuca

por Eli Halfoun
Olha aí gente: pode ter primeira-ministra no samba. A Unidos da Tijuca está tentando trazer para o desfile das escolas de samba a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel. A escola da Tijuca desfilará com enredo sobre a Alemanha e como a primeira-ministra é fã de futebol acredita-se que gostará também das escolas de samba. Quem está fazendo a ponte entre a Unidos da Tijuca e a ministra alemã é Jurgen Roters, prefeito de Colonia. Ele esteve no barracão da escola e saiu impressionado com as fantasias e alegorias cridas pelo carnavalesco Paulo Barros. Quer dizer levou boa munição para tentar convencer Merkel, que certamente ficará especialmente entusiasmada com o carro alegórico que reproduzirá a famosa catedral de Colonia. Se Angela Merkel realmente vier será mais uma força extra para a Unidos da Tijuca: ela, que torce pelo Bayern de Munique, é considerada pé quente. Ainda bem: pés frios já têm demais por aqui. (Eli Halfoun)

Táxis pretos de Londres são os melhores do mundo

por Eli Halfoun
“Vou de táxi” - só os ingleses podem cantar o refrão da música de Angélica com orgulho: pelo quinto ano consecutivo os táxis pretos que circulam em Londres foram considerados os melhores do mundo (e também os mais caros). A eleição é do guia anual de turismo do site Hotels.com. Na votação, os táxis londrinos tiveram 11% dos votos. O segundo lugar ficou com Nova York (6,4%) e em seguida vieram Tóquio (5,6%), Xangai (4.8%) e Bancoc (4.3%). A eleição foi dividida por categorias e os táxis de Londres venceram nos quesitos simpatia, limpeza, segurança, qualidade e conhecimento dos trajetos. A pesquisa revelou também que os táxis brasileiros não foram citados, mas lembrou que 50% dos visitantes que estiveram no Brasil já dormiram dentro de um de nossos táxis e outros 30% cantaram durante o trajeto. Deve ter sido para não ver o que estava realmente acontecendo nosso caótico trânsito. (Eli Halfoun)

Mayra Cardi, imagem ousada...

Mayra Cardi.Reprodução Instagram
Mayra Cardi, a ex-bbb que atua em um reality show internacional de poker, postou esta foto no seu Instagram. São curvas e tangentes de ensaio fotográfico de moda íntima. Vale o registro.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Juliana Paes na VIP


Juliana Paes entre as 100+: a campeã do ranking sexy.


Dois nomes apontados como favoritos para substituir o ministro Ayres Britto no Supremo

por Eli Halfoun
A aposentadoria por idade do ministro Ayres Brito também está provocando especulações no Supremo em torno de seu substituto. Até agora dois nomes estão entre os que poderão ser indicados. Um é o advogado-geral da União Luis Inácio Adams (47 anos) que a presidente Dilma tem feito questão de consultar para tudo, desde o Código Florestal até sobre licitações para Copa e as Olimpíadas. Quem também aparece com muita força é Beto Ferreira Martins Vasconcellos (35 anos) que é filho de Gilberto Vasconcellos, que foi preso com Dilma na triste época da ditadura militar. Nos corredores do STF não há quem aposte em um nome entre os dois mais comentados no momento. A presidente costuma ser imprevisível e inflexível em suas decisões.  (Eli Halfoun)

Adriane Galisteu apresenta programa com crimes passionais

por Eli Halfoun
Adriane Galisteu poderá ser vista em dobro na televisão: além de estar preparando o reality show "Quem quer casar com meu filho" para a Bandeirantes, acertou também participação no canal Discovery para apresentar uma série de documentários sobre relações passionais que terminaram em crime. Adriane gravará durante dez dias em São Paulo. Assim fica mais perto dos dois trabalhos e da família. (Eli Halfoun)

Falta alguém na ABL. Ziraldo: os 80 anos de um menino nada maluquinho

por Nelio Barbosa Horta
Ziraldo  trabalhou no JB durante muitos anos, no Departamento de Arte, em duas épocas diferentes. Nos anos 60, recebi uma carta dele criticando a direção do JB, que o havia demitido. Esta carta ele mandou para mim, para o Ezio (Speranza) e para o Lan (cartunista).  Ao voltar para o JB, em 2006, como Diretor de Arte, ele me dizia: "Eu sou o chefe, mas quem resolve tudo é você..."  Ziraldo Alves Pinto passou toda a infância em Caratinga. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais em1957. Desde cedo, demonstrava talento para o desenho. Com seis de idade, publicou um desenho no jornal Folha de Minas. Começou a trabalhar no Jornal Folha de Minas, de Belo Horizonte, em 1954, com uma coluna de humor. Ganhou destaque nacional na redação de O Cruzeiro, a partir de 1957, e, depois, no Jornal do Brasil, em 1963. Seus personagens (entre eles Jeremias, o Bom; a Supermãe e o Mineirinho) conquistaram os leitores. Antes,  em 1960, lançara a primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor, a "Turma do Pererê", a primeira história em quadrinhos a cores totalmente produzida no Brasil.  Foi fundador e diretor do Pasquim, jornal alternativo de oposição à ditadura militar, uma das prováveis razões de sua prisão, ocorrida um dia após a promulgação do AI-5. Em 1980, lançou o livro "O Menino Maluquinho", seu maior sucesso editorial, mais tarde adaptado para televisão e cinema. Ziraldo ainda hoje colabora em diversas publicações, e está sempre envolvido em novas iniciativas. Uma delas foi a "Revista Bundas", uma publicação de humor sobre o cotidiano que fazia uma paródia da revista "Caras". Ziraldo foi também o fundador da revista "A Palavra" em 1999. Suas Ilustrações de Ziraldo já foram publicadas revistas internacionais como Private Eye, da Inglaterra, Plexus, da França e Mad, dos Estados Unidos. Entre suas obras, estão "O Menino do Rio Doce", "A supermãe", "Flicts". "Turma do Pererê"  "O Menino Maluquinho", "Uma Professora Muito Maluquinha", "Jeremias, o Bom", Por tudo que representa na literatura infantil, Ziraldo poderia ser lembrado para a ABL, pela sua história política, pelas suas obras, e, principalmente pelo incentivo aos jovens para a leitura. (Nélio Barbosa Horta)
Fonte: Wikipédia

 

Supremo capricha na imagem para julgar o mensalão

por Eli Halfoun
A roupa também é item importante para os ministros do Supremo no julgamento de mensalão. Os elegantes ministros fazem questão de usar camisas bem cortadas e ternos sob medida. Cada ministro tem seu camiseiro e alfaiate preferido e quase todos optam por camisas de punho duplo que lhes permitam usar abotoaduras. As roupas entram como despesas pessoais permitidas pela Alta Corte. O Supremo, aliás, acaba de comprar três camisas sociais brancas confeccionadas com tecido egípcio e que não são para os ministros. Cada camisa custa R$ 380. O STF está adquirindo também três togas (popularmente conhecidas como capas) para uso diário e três togas de gala com cinturão e pingentes. Cada toda simples custa R$ 550 e a especial sai por R$ 1.100 cada. Afinal a boa imagem física é fundamental para um julgamento que sem dúvida não só entrará para a história, mas, também mudará a história política brasileira. Até que enfim. (Eli Halfoun)

“Gabriela”: pouca audiência mas com grandes momentos artísticos

por Eli Halfoun
Foi sem dúvida o horário (muito tarde para a maioria da população que trabalha cedo) o impedimento maior para que a nova versão de "Gabriela" obtivesse mais audiência e maior repercussão. Com um bom texto de   Walcyr Carrasco e um elenco de primeira "Gabriela" pode não deixar sua marca em audiência, mas, sem dúvida, deixará a marca da competência de um elenco que valorizou cada minuto da novela. Só a cena que Laura Cardoso (que grande atriz!) nos deu em recente capítulo com Juliana Paes justifica ficar acordado para assistir "Gabriela", isso sem contar os trabalhos de Antonio Fagundes (perfeito como o coronel Ramiro Bastos) e o de José Wilker criando um coronel Jesuíno irretocável. A Gabriela de Juliana Paes também se impôs pela beleza, talento e sensibilidade da atriz que venceu todas as críticas e descrenças para mostrar que é, além de belíssima, uma atriz de qualidade. (Eli Halfoun)

Brasil não tem como enfrentar o tráfico de pessoas

por Eli Halfoun
Agora que a novela "Salve Jorge" mostra como acontece o tráfico de pessoas no Brasil, quando meninas são atraídas com sedutoras e mentirosas ofertas de emprego no exterior e assim que desembarcam ficam sem passaportes e são obrigadas a se prostituir repassando 60% do que ganham para os agenciadores. A ONU está de olho no tráfico internacional e estima que esse tipo de "comércio" movimente por ano mais de US$ 32 milhões. Dessa quantia pelo menos 10% passa pelo Brasil. Por aqui se sabe que as ações das quadrilhas atingem 520 municípios na rota que incluiu Amazonas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio, Roraima e São Paulo. A Polícia Federal tem dados segundo os quais cerca de 70 mil brasileiros já foram levados para o exterior. Os números revelam também que São Paulo é o maior receptor brasileiro nesse tipo de exploração, especialmente com homossexuais e transexuais. Segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime os dois tipos de criminosos atuam juntos. As investigações (raras, por sinal) não resolvem nada. Exemplo: em Roraima nos últimos dez anos apenas 27 investigações foram concluídas. A falta de recursos é um dos obstáculos para as investigações: de 2007 a 2010 a Secretaria Nacional de Justiça só liberou R$ 3,2 milhões para a criação ou instalação de 13 núcleos de enfrentamento ao tráfico em nove estados. Enquanto isso os criminosos deitam e rolam como, aliás, é muito comum no Brasil. (Eli Halfoun)

“Salve Jorge” chegou para fazer acontecer

por Eli Halfoun
Bastaram dois ou três capítulos da novela "Salve Jorge" para que o fenômeno "Avenida Brasil" perdesse espaço na mídia e nas conversas dos telespectadores. Nenhuma novidade: sempre funcionou assim e qualquer novela só tem valor enquanto está no ar mobilizando o público. Glória Perez, a autora de "Salve Jorge", é craque como novelista e em dois capítulos já mostrou que fará da nova novela mais um grande sucesso: as variadas tramas prometidas até agora têm tudo para atrair a curiosidade do público, o mesmo público que quando termina uma trama jura que "nunca mais assistirá novela". "Salve Jorge" também mostrou, de saída, que tem uma bela e correta produção (como, aliás, todas as novelas da Globo), uma direção bem cuidada e um elenco de primeira que sem dúvida nos garantirão bons momentos artísticos. A recém-concluída "Avenida Brasil" pode até entrar para a história, mas enquanto "Salve Jorge" estiver no ar, não terá vez nem nas comparações. O público de televisão esquece rapidamente o que aconteceu ontem porque prefere fixar sua atenção no que acontece hoje e acontecerá amanhã. "Salve Jorge" chegou mostrando que fará acontecer. (Eli Halfoun)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Islândia, exemplo de vontade de um povo


por deBarros
Um colunista do jornal O Globo, no espaço que que lhe é reservado, fez a sua crônica do dia sobre a Islândia, uma ilha com pouco mais de 300 mil habitantes, que diz ele, procurou  reinventar a democracia. A Islândia é um país nórdico situado no Atlântico Norte, um pouco ao sul  do Círculo Ártico, próximo da Groelândia, as ilhas Faroe, e a Noruega. Mas o que chamou a atenção desse colunista foi o que ocorreu na Islândia por ocasião da crise econômica de 2008.
Em consequência da crise econômica que abalou o mundo no ano de 2008, a Islândia foi o primeiro país a quebrar. Mas reações fora do comum do seu povo, diante da crise vieram a proporcionar uma virada de expectativa modificando inteiramente o seu desfecho. O presidente da República, na época, submeteu a proposta de ajuda estatal aos bancos falidos a um plebiscito. O povo islandês votou contra se recusando a pagar qualquer dívida de bancos. Como resultado do plebiscito, os executivos dos bancos falidos foram presos, inclusive o primeiro ministro da época, que governava o país. Não satisfeitos, resolveram escrever uma nova Constituição, que, por incrível que pareça, não foi redigida por parlamentares ou por juristas, mas por 25 pessoas comuns – de acordo com a informação do colunista – escolhidas diretamente do povo. O preâmbulo da nova carta é para ser comentado e lembrado: “Nós, o povo da Islândia, queremos criar uma sociedade justa que ofereça as mesmas oportunidades a todos. Nossas diferentes origens  são uma riqueza comum e, juntos, somos responsáveis pela herança de gerações”.
Mas, o primeiro-ministro da Islândia, na época da crise, foi preso e julgado mas não foi condenado – esse detalhe não foi contado pelo colunista – ao contrário dos executivos dos bancos que foram presos. De qualquer maneira, a reação inusitada dos islandeses acabou com a crise econômica e o pais passou a crescer a mais de 2%  no ano de 2011 prometendo um crescimento ainda maior neste ano. Que tal os países europeus atingidos fortemente pela atual crise seguirem o exemplo da Islândia?






Estão matando os nossos índios


por deBarros
Por que o governo não procura salvar os índios guarani-kaiowá da sua extinção? Não é só doloroso para o país ver esse ramo das tribos índigenas, que já habitavam o Brasil antes de sua descoberta, ser lentamente extinto, dizimado até o seu desaparecimento sem deixar vestígios de sua passagem por essas terras então selvagens, mas até criminoso aceitar por omissão de socorro de assistência material e moral a morte dessa nação guarani, herdeira legítima desse imenso país? Perseguidos e assassinados por pistoleiros encomendados por grupos que não se sabe quem e sofrendo violências da sociedade branca, confinados em postos índigenas, hoje só desejam morrer e serem sepultados em terras onde foram enterrados os seus antepassados.
Essa é a fala de representantes dos guaranis-kaiowás para o Brasil que quer escutar: “ (...) ali estão o cemitérios de todos nossos antepassados. Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser mortos e enterrados junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao governo e à Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação/extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é o nosso pedido aos juízes federais”. Parece mentira mas essa tragédia está acontecendo nos dias do ano de 2012 sob o governo de um partido que se dizia defensor dos fracos e oprimidos. Abaixo segue uma carta de líderes da nação indígena Guarani-Kaiowá:
 “Uma carta assinada pelos líderes indígenas da aldeia Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, e remetida ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI), anuncia o suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a Justiça Federal mandar retirar o grupo da Fazenda Cambará, onde estão acampados provisoriamente às margens do rio Hovy, no município de Naviraí. Os índios pedem há vários anos a demarcação das suas terras tradicionais, hoje ocupadas por fazendeiros e guardadas por pistoleiros. O líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (MA), enviou carta ao ministro da Justiça pedindo providências para evitar a tragédia.” “Na manhã desta sexta-feira, 18 de novembro (2011) ocorreu um massacre na comunidade Kaiowá Guarani do acampamento Tekoha Guaviry, município de Amambaí, no Mato Grosso do Sul, atacado por 42 pistoleiros fortemente armados. Segundo relatos de indígenas foi morto o cacique Nísio Gomes, de 59 anos, e uma mulher e uma criança. Ainda segundo os relatos foram sequestradas outras pessoas e há indígenas feridos. Os agentes do Conselho Indigenista Missionário, CIMI, foram orientados a não saírem de seus locais de trabalho, por estarem ameaçados...” Até quando essa matança continuará? Independente de qual governo seja no momento e de qual partido esteja no poder o fato é que essa limpeza racial tem que ter um fim. Sim, porque essa matança de índios aqui no Brasil não está longe de estar repetindo o ”Holocausto” na Europa e a matança dos “peles vermelhas” nos EUA no século XIX

Ex-presidente francês vem ao Brasil sem a bela Carla Bruni


por Eli Halfoun
Quem esperava ver pessoalmente a beleza da ex-primeira dama francesa Carla Bruni pode perder as esperanças: enquanto o marido, o ex-presidente Nicolas Sarkozy estiver no Brasil (semana que vem) conversando com a presidente Dilma Roussef, Carla Bruni estará viajando por outras bandas com Dália a filha de um ano do casal. Embora a visita de Sarkozy seja de cortesia há quem aposte que ele aproveitará para retomar com Dilma a negociação interrompida sobre a compra pela Aeronáutica brasileira dos caças franceses Rafale. A conversa entre os governos brasileiro e francês voou, voou e nunca parou de apenas voar.  (Eli Halfoun)

Rafinha Bastos não aceita ser repórter de “A Liga” na Bandeirantes

por Eli Halfoun

Os recentes encontros entre Rafinha Bastos e a direção da Bandeirantes não renderam o que a emissora pretendia: o comediante não aceitou convite para voltar a ser repórter do programa "A Liga" no qual realizou um bom trabalho. Embora Rafinha não comente o motivo de sua recusa há quem garanta que ele não aceitou porque voltar para a Bandeirantes só como repórter de "A Liga" seria "andar para trás". Assim ele prefere continuar na Rede TV. Mesmo que o SNL não tenha saído do lugar (Eli Halfoun)

Fofocas cabem em qualquer espaço da mídia que se considera maior

por Eli Halfoun

Revistas ditas de celebridades e de televisão (e quais não são, já que esse é assunto obrigatório em toda a mídia?) sempre foram acusadas (e até menosprezadas) de serem fofoqueiras, embora nunca inventem absolutamente nada. As consideradas revistas menores (e nem são menores, mas sim segmentadas) geralmente pagam o pato por todas as fofocas que sempre invadiram também o considerado espaço sério dos chamados grandes jornais. Em sua edição de ontem, por exemplo, a Folha de São Paulo dedica enorme espaço para noticiar que a novela "Avenida Brasil" também foi um furacão de separações. Cita os casos de Murilo Benicio e Andréa Souza, Débora Falabella e Danilo Alvin (Débora e Murilo estariam, lembra a Folha, vivendo um romance ainda não assumido publicamente). Cita também o rompimento de Isis Valverde e Tom Rezende e os de Deborah Nascimento e Artur Rangel, e de José Loreto e Fernanda Pires, além do fim do namoro de Fabiúla Nascimento e George Sauma. Loreto e Deborah agiram com inteligência e foram juntos e assumidos ao Domingão do Faustão, o que sem dúvida acaba de vez com as especulações e com a perseguição dos paparazzi. Os dois jovens e promissores atores deram uma lição: é preciso assumir a verdade para acabar com as mentiras. Já a Folha de São Paulo mostrou uma vez mais que fofoca faz parte da vida e não é coisa da chamada imprensa especializada, que também sofre (sempre sofreu) um preconceito desnecessário e absurdo. (Eli Halfoun)

Se Serra já dá como perdida a eleição, não se sabe. Mas as ideias do candidato parece que chegaram ao fim...

Reprodução do game da campanha de Serra contra Haddad. A Justiça mandou tirar do ar. Reprodução.
A justiça mandou tirar do Facebook um game lançado pelos marqueteiros de José Serra. Com a campanha a pique, o recurso do candidato foi apelar para um game em que Haddad "destroi" São Paulo com balas de canhão, "pirateando" o Angry Birds. A avaliação é a de que esgotaram-se as ideias, sobrou a piada. Qur tal transformar São Paulo em um imenso game e resolver todos os problemas da cidade com um simple toque no mouse. Tá resolvido. Angry Birds pra prefeito. Fácil, assim.

Como se escreve essa palavrinha? É isenção ou i$enção?

por JJcomunic
Há poucos dias, a revista New Yorker declarou voto aberto a Barack Obama. Em editorial, “The choice” (“A escolha”), a publicação afirmou que o candidato democrata é a melhor opção para o país. Para a revista, Obama governa baseado na "justiça social, tolerância e igualdade". Valores que justificam a declaração de apoio. No caso, a revista faz um acordo honesto não com o candidato mas com seus leitores.
Taí um bom exemplo para a mídia brasileira. Assim como a liberdade de expressão é um conceito democrático, uma conquista social, a propalada "isenção" é figurinha que não existe. Só um sujeito que vive congelado em Saturno, imerso em gás paralisante, pode imaginar que o noticiário está imune às posições ideológicas ou financeiras dos grupos que controlam a mídia. No Brasil, apenas o Estadão e a Carta Capital  costumam definir em editoriais suas posições eleitorais. A maioria dos veículos prefere demonstrar a "isenção" impossível, em tese. Na prática, como peças de lego, as notícias são montadas, destacadas e omitidas ao sabor das opções políticas do veículo. Entre disfarçar e assumir, a primeira opção é apenas a mensagem mas a segunda seria bem mais honesta. Por que essa prática - a declaração pública de apoio eleitoral - não pega no Brasil?  Um hipótese: como não são poucos os veículos que têm interesse econômicos nas relações com o caixa público seja federal, estadual ou municipal geridos por governos de oposição ou situação, a impressão que fica é a de que simular ao máximo a "isenção" é conveniente, se não para a expressão livre e democrátrica, mas para os negócios, junto a governos. Se, em momento político, o veículo é contrário ao governo federal, por exemplo, portas sempre ficam ficam abertas em estados ou municípios governados pela oposição. Dá-se um jeito, tanto que há veículos "críticos" ao governo federal que mantém bons e pragmáticos negócios em ações com ministérios. Grande parte da mídia nacional ou regional tem um pé nesse cofre "suprapartidário", são parcerias com instituições ou empresas oficiais, que vão da promoção de eventos culturais ou empresariais a convênios, contratos para fornecimento de livros e material escolar, projetos educacionais em conjunto com ministérios, estatais ou secretarias, grandes campanhas etc etc. Claro, essa relação é histórica, não é novidade. Na época da ditadura, a correria das gráficas pertencentes a grandes veículos para imprimir, por exemplo, material do Mobral, era épica. Mais recentemente, quando a declaração de imposto de renda era feita majoritariamente por escrito, havia empresário da mídia que corria mais do que Usain Bolt para pegar uma parte do contrato milionário para imprimir milhões de formulários. Dizem que na véspera da distribuição dessas megaverbas, os hoteis de Brasilia recebiam tanta gente do ramo que mais pareciam sediar um congresso de comunicação. Mas essa é outra história. Ou seria a mesma?