sábado, 21 de janeiro de 2023
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
Vida moderna - Coréia do Sul tem apartamentos de 3 metros quarados. É o cortiço gourmetizado. Sabia que Bangu 1, por exemplo, tem cela individual de 5 metros quadrados?
![]() |
| Um goshiwon na Coréia do Sul. Reprodução BBC Brasil |
Os vereadores, em algumas capitais brasileiras, ainda não chegaram ao ponto de permitir a construção de microapartamentos de 3 metros quadrados, mas já avançam nesse sentido. Em São Paulo já é permitido costruir apê de 10 metros quadrados. No Rio de Janeiro, o código de obras determia o mínimo de 25 metros quadrados.
Para se ter uma ideia,o presídio de Bangu 1, no Rio, tem celas de isolamendo com um total de 5 metros quadrados. A Papuda, em Brasília, onde estão os "patridiotas" bolsonaristas, coloca os políticos que vão em cana em celas de 25 metros quadrados, mas essas são para presos com direitos especiais. As celas individuais têm 6 metros quadrados. Claro que existem as celas coletivas superlotadas, mas essa é outra história.
Mídia - Vandalismo jornalístico - O que a Folha pretende sugerir?
![]() |
| Folha de São Paulo, 19/1/2023 |
por José Esmeraldo Gonçalves
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Terroristas trocaram de roupa na Papuda
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
Viva Gina! • Por Roberto Muggiati
Mais uma musa que se despede. Gina Lollobrigida, além de ter vivido muito, viveu bem. Mito sexual, comediante talentosa, fez sucesso ainda como fotógrafa. Tive o privilégio de respirar o mesmo metro cúbico de ar com ela no Carnaval de 1967, em seu apartamento no Copacabana Palace, quando me recebeu para uma entrevista exclusiva para a Manchete. Estava no auge da beleza, aos 39 anos – eu tinha dez a menos.
Havia um intérprete de plantão, o jornalista Alessandro Porro. Oriundo, dispensei os seus serviços. Ainda ingênuo, apesar de meus dois anos de Paris e três de Londres, impregnado da cultura dos anos 60 – rica em problemática e pobre em solucionática – perguntei a ela sobre “il problemma sessuale”.
Com um sorriso irônico, a diva me colocou no devido lugar:
“Problema sessuale? Non lo so, il sesso per me non è un problema. Forse lo sarebbe per lei".
Guardo do encontro nossa foto, eu o repórter de terno e gravata com as ferramentas do ofício. Como 56 anos passam rápido...
(*) Gina Lollobrigida morreu nesta segunda-feira, 16, aos 95 anos, em sua casa, em Roma.
domingo, 15 de janeiro de 2023
Onde estão as musas? Houve uma época em que crises políticas produziam belas estrelas
por Ed Sá
Era uma espécie de tradição.Em meio às grandes crises políticas e escândalos que abalavam Brasília era praticamenente obrigatório que surgisse uma musa. Belas mulheres de alguma forma ligadas a escândalos da vez como esposas, amantes ou apenas por trabalharem no Congresso ao lado de envolvidos estampavam jornais e revistas e, algumas delas, acabavam descolando um cachê para posarem nuas para a extinta Playboy.
Como Monica Veloso, pivô da renúncia de Renan Calheiros à presidência do Senado, em 2007. O caso envolvia acusação de pagamento por uma construtora de pensão alimentícia devida por Renan, com quem Monica tivera um relacionamento. Thereza Collor, então mulher de Pedro Collor, que fez a denúncia que disparou a investigação e o processo que resultou no impeachmente de Fernando Collor de Mello, não posou nua, mas agitou o Congresso ao chegar para depor exibindo belas pernas em saias curtas. A assessora parlamentar Denise Rocha, que ficou conhecida durante a chamada CPI do Cachoeira, por trabalhar no gabinete de Ciro Nogueira, integrante da CPI e por ter um vídeo erótico vazado, também foi parar nas páginas da Playboy.Camila Amaral foi a musa da CPI do Mensalão. Ela trabalhava no gabinete de Ideli Salvatti, integrantre daquela CPI. Notada pela mídia e lançada A fama, ela aceitou um convite para posra nua. A Playboy acabou e os escândalos se tornaram áridos, digamaos, no quesito beleza. Quem disputaria o título de musa nos últimos anos? Damares? Janaína Pascoal? Carla Zambelli? Bia Kicis? Cássia Kiss? Regina Duarte?. Regina, muito antes de se tornar bolsonarista fanática, posou para a revista Homem, em 1975, eram fotos "sensuais", não de nudez explícita. Resta, nesses dias difíceis, a Vovó do Pó, que se destacou no ataque terrorista de 8 de janeiro. É o que temos. Por fim, para as novas gerações, um PS: meninos, nós vimos!
O Globo - Investigações identificam entre os terroristas de homicidas, traficante, estelionatários a fraudadores em geral
![]() |
| Reprodução O Globo, 15/1/2023 |
O Globo de hoje publica uma matéria que revela o DNA de alguns terroristas bolsonaristas. Mais prrecisamente, expõe a folha corrida de vários deles. As identificações e depoimentos dos "patriotas" que assaltaram os palácios de Brasília têm mostrado que acampamentos e barreiras também abrigavam marginais. No meio dos terroristas havia gente processada por homicídio, tráfico de drogas, estelionado e fraudes em geral. A que se tornou mais famosa foi Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, a Vovó do Pó, condenada por tráfico de drogas. Não por acaso, a turba roubou objetos do Senado e do Planalto. segundo o minstro da Casa Civil, Ruy Costa, em entrevista ao Globo, também na edição de hoje, as câmeras internas do Palácio do Planalto mostram tentativa de roubo de caixa eletrônico.
De Vinicius de Moraes para Di Cavalcanti: "Hay que luchar, Cavalcanti" (*)
| Palácio do Planalto: a obra de Di Cavalcanti,As Mulatas, perfurada a faca por terroristas bolsonaristas durante assalto às sedes dos Três Poderes |
Amigo Di Cavalcanti
A hora é grave e
inconstante.
Tudo aquilo que prezamos
O povo, a arte, a cultura
Vemos sendo desfigurado
Pelos homens do passado
Que por terror ao futuro
Optaram pela tortura.
Poeta Di Cavalcanti
Nossas coisas bem-amadas
Neste mesmo exato instante
Estão sendo desfiguradas.
Hay que luchar, Cavalcanti
Como diria Neruda.
Por isso, pinta, pintor
Pinta, pinta, pinta, pinta
Pinta o ódio e pinta o amor
Com o sangue de tua tinta
Pinta as mulheres de cor
Na sua desgraça distinta
Pinta o fruto e pinta a flor
Pinta tudo que não minta
Pinta o riso e pinta a dor
Pinta sem abstracionismo
Pinta a Vida, pintador
No teu mágico realismo! --
(*) Em 6/9/1964, o Brasil estava sob a ditadura instalada em 1/4/1964 quando Vinícius de Moraes escreveu um poema para Di Cavalcanti (trecho reproduzido acima), que comemorava 66 anos.
sábado, 14 de janeiro de 2023
Lojas Americanas venderam camisetas de Bolsonaro em 2018
Em agosto de 2018, Lojas Americanas deram força à campanha de Bolsonaro com uma série de camisetas para promover o "mito", inclusive estimulando a política de armas. O BNDES tem dinheiro investido no grupo e, como todos os credores, pode ficar no prejuízo. O banco diz que tem "garantias bancárias".
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
O golpe que falhou e o primeiro "Ato Institucional" da Ditadura. 2
Ministro Múcio forçou a barra para que Lula liberasse uma ação militar chamada GLO (Garantia da Lei e da Ordem). Era tudo o que os militares queriam para darem um golpe de Estado na sequência. +
(https://twitter.com/palma35d/status/1613560626177085443?t=oaulnZWBtQ_hhCV-ycj4JQ&s=03)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
Lojas Americanas: cadê os 20 bi que estavam aqui!
A "contabilidade criativa" das Americanas é um espanto. O cara responsável pela coisa "errou" em 20 bilhões de reais. Uma simples "inconsistência" segundo os rapazes e moças da mídia para quem empresa privada é sempre perfeita. Nas redes sociais já há quem defenda que o governo federal tem que entrar com dinheiro para não deixar as Americanas fechar. Beleza. O governo toma ferro na arrecadação de impostos e ainda tem que dar uma ajuda?
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
terça-feira, 10 de janeiro de 2023
Mídia - Folha de São Paulo gasta todo o dicionário para evitar a palavra terrorismo
A Folha de São Paulo, inclusive colunistas, está gastando o dicionário para não usar o verbete terrorismo quando se refere aos atos terroristas cometidos por bolsonaristas organizados. "Selvageria", "baderna", "vandalismo", "desordem", "golpismo", "violência", "algazarra" , "crime", "extremismo"...
Como o ato terrorista permanecerá no noticiário por mais algum tempo, é possível que os folhistas ainda usem vocábulos como "descontrole", "euforia", "zorra", "turbulência", "quebra-tudo", "histeria", "exaltação", "sinistro", "cataclisma"...
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
Palácio do Planalto - Na depredação bolsonarista, o ódio à Arte
![]() |
O atentado terrorista na Praça dos Três Poderes foi um ato político. O objetivo confessado dos bolsonaristas era criar o caos e, com isso, receber um suposto apoio das Forças Armadas.
Não deu certo, como se sabe.
Ocorre que nas invasões das sedes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário que destruíram, os terroristas atacaram com especial furor as obras de arte.
Bolsonaro e sua curriola passaram anos propagando o ódio à Cultura. Os adeptos do ex-presidente demonstraram na prática e na invasão de ontem ao Palácio do Planalto essa enorme raiva.
Veja um levantamento preliminar divulgado hoje por Rogério Coelho, diretor de Curadoria dos Palácios Presidenciais. No caso, são os danos parciais registrados apenas do Palácio do Planalto.
No andar térreo:
Obra "Bandeira do Brasil", de Jorge Eduardo, de 1995 — a pintura, que reproduz a bandeira nacional hasteada em frente ao palácio e serviu de cenário para pronunciamentos dos presidentes da República, foi encontrada boiando sobre a água que inundou todo o andar, após vândalos abrirem os hidrantes ali instalados.
Galeria dos ex-presidentes — totalmente destruída, com todas as fotografias retiradas da parede, jogadas ao chão e quebradas.
No 2º andar:
O corredor que dá acesso às salas dos ministérios que funcionam no Planalto foi brutalmente vandalizado. Há muitos quadros rasurados ou quebrados, especialmente fotografias. O estado de diversas obras não pôde ainda ser avaliado, pois é necessário aguardar a perícia e a limpeza dos espaços para só daí ter acesso às obras.
No 3º andar:
Obra "As mulatas", de Di Cavalcanti — a principal peça do Salão Nobre do Palácio do Planalto foi encontrada com sete rasgos, de diferentes tamanhos. A obra é uma das mais importantes da produção de Di Cavalcanti. Seu valor está estimado em R$ 8 milhões, mas peças desta magnitude costumam alcançar valores até 5 vezes maior em leilões.
Obra "O Flautista", de Bruno Giorgi — a escultura em bronze foi encontrada completamente destruída, com pedaços espalhados pelo salão. Está avaliada em R$ 250 mil.
Escultura de parede em madeira de Frans Krajcberg — quebrada em diversos pontos. A obra se utiliza de galhos de madeira, que foram quebrados e jogados longe. A peça está estimada em R$ 300 mil.
Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck — exposta no salão, a mesa foi usada como barricada pelos terroristas. Avaliação do estado geral ainda será feita.
Mesa-vitrine de Sérgio Rodrigues — o móvel abriga as informações do presidente em exercício. Teve o vidro quebrado.
Relógio de Balthazar Martinot — o relógio de pêndulo do Século XVII foi um presente da Corte Francesa para Dom João VI. Martinot era o relojoeiro de Luís XIV. Existem apenas dois relógios deste autor. O outro está exposto no Palácio de Versailles, mas possui a metade do tamanho da peça que foi completamente destruída pelos invasores do Planalto. O valor desta peça é considerado fora de padrão.
O diretor de Curadoria dos Palácios Presidenciais, Rogério Carvalho, diz que será possível realizar a recuperação da maioria das obras vandalizadas, mas estima como “muito difícil” a restauração do Relógio de Balthazar Martinot.
"O valor do que foi destruído é incalculável por conta da história que ele representa. O conjunto do acervo é a representação de todos os presidentes que representaram o povo brasileiro durante este longo período que começa com JK. É este o seu valor histórico", comenta Carvalho. "Do ponto de vista artístico, o Planalto certamente reúne um dos mais importantes acervos do país, especialmente do Modernismo Brasileiro."
As informações são do site da Presidência da República.
As crises que testemunhei e o Brasil que vejo agora. Por J.A.Barros
"Tenho acompanhado a história da política brasileira desde a queda do dr. Getúlio Vargas em 1945. Acompanhei a eleição do general Dutra e, muito mais, a volta do dr. Getúlio Vargas ao cenário político, sua eleição para presidente do país e a sua morte em 1954. Acompanhei a eleição de JK. que prometía fazer o Brasil crescer em cinco anos o equivalente a 50 anos. Trabalhou muito construindo Brasília, acabando com as linhas férreas em todo o país para favorecer as montadores de carros e de caminhões, assim como acabou com o serviço de cabotagem, os famosos Itas. E veio o tumultuado governo de Janio Quadros, que findou com a sua renúncia, depois de decreto para proibir rinhas de galo, concursos de misses etc. Acompanhei a tumultuada posse de João Goulart - Jango - como presidente assim como com a sua queda, entrando em seu lugar aditadura milirar de 1964. Assisti a volta da democracia, com a eleição de Tancredo Neves - embora pelo colégio eleitoral da ditadura - e a posse de José Sarney como presidente deste Brasil em razão da morte do titular. Assisti a posse de Fernando Color e o seu impeachment e a posse do melhor presidente que o Brasil já teve: Itamar Franco. Vi Fernando Henrique ser eleito e reeleito. Vi Luiz Ignácio Lula da Silva ser eleito e reeleito e, em seguida, a primeira mulher a ser eleita Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e logo após sofrer o impeachment que a afastou do poder, com o vice-presidente Michel Temer asumindo o poder. E vieram as novas eleições e, como surgido do nada, como um fantasma do passado, um ex-capitão do Exército é eleito, chamado Jair Messias Bolsonaro. E, com ele, seus filhos zelosos pelo poder a ele dado pelo voto do povo. E veio ésse novo presidente e veio a pandemia, um vírus maldito que ceifou mlhares de vítimas em todo o mundo. Quando a covid chegou ao Brasil, "o bicho pegou", na minha opinião. Em vez de dar todo o apoio ao povo brasileiro no combate a esse letal virus, Bolsonaro deixou o o povo sozinho, sem remédios, sem hospitais suficientes. Quando chegaram as vacinas para derrotar e proteger o povo contra o vírus, ele custou a se render à ciencia e aceitar a eficácia dso immunizante como salvado da humanidade. E vieram as novas eleições e o povo elege o novo presidente: Luis Ignácio Lula da Silva. Incondormado por não ter sido reeleito, Bolsonaro foge do Brasil e se refugia nos Estados Unidos.
E aí acontece o que jamais pensei que poderia acontecer: uma minoría de manifestantes golpistas se revolta contra os poderes constituídos e, em ações típicas de terrotistas, invadem, como vndalos bárbaros, depredam e arrazam os prédios que são símbolos e casa dos Três Poderes Constitucionais.
Ao que parece, sou, na verdade, uma testemunha histórica do processo político deste Brasil.
Acredito que, após a arruaça promovida por uma minoría terrorista e insana, esse processo passara por grandes mudanças em defesa da democracia, com a imposição de procedimentos políticos, jurídicos e de segurança que, naturalmente, afetarão a sociedade brasileira. Para o bem."























