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| Reprodução/Divulgação |
sábado, 2 de novembro de 2013
Revista "Canal Extra" muda de roupa. Amanhã, nas bancas
No Brasil um quilo tem apenas 900 gramas. Quando muito.
por Eli Halfoun
O Brasil é um país sem
medidas. Nada do que se estabelece por aqui é confiável. Um dos mais graves
exemplos está na compra diária de produtos nos supermercados. Quem se der ao
trabalho de pesar o saco que diz ter quilo de feijão, de arroz ou de qualquer
outro produto terá certeza de que nunca está pagando pela quantidade que a
embalagem promete e não pela real: aqui em quase todos os produtos de um quilo tem
no máximo 900 gramas e um litro nunca passa dos 900 mililitros Ou seja: pagamos
em quase tudo pelo o que não nos vendem, mas garantem que estão vendendo. Será
que alguém tem certeza que um rolo de papel higiênico tem realmente a metragem
oferecida e vendida. Não há maneira de certificar-se que o produto tem
realmente o peso que cobra. Aqui nada vale realmente quanto pesa e não adianta
comprar produtos não embalados de fábrica porque as balanças geralmente também
marcam o peso errado favorecendo o comerciante e nunca o consumidor ao qual só
resta acreditar na honestidade dos fabricantes. Acreditar em honestidade no Brasil
é um sonho. Faz tempo que por aqui honestidade virou virtude e deixou de ser
apenas obrigação moral. (Eli Halfoun)
No teatro o resgate de uma memória ingênua, alegre e divertida
por Eli Halfoun
Palmas para o jornalista e
escritor Artur Xexéo: ele tem feito um maravilhoso trabalho de resgate no
teatro com de ídolos populares que encantaram gerações. Primeiro foi com Sonia
Mamede e agora com Zé Trindade que voltaram a alegrar a memória de todos com os
espetáculos criados por Xexéo. O jornalista tem buscado na memória de sua
infância os personagens que jamais sairão da memória de todos nós. Mais do que
bons, divertidos e saudosos espetáculos, Xexéo têm prestado merecidas homenagens
(especialmente agora que as biografias estão questão), para ídolos populares
que fizeram sucesso com o público mais popular, mas não eram reconhecidos embora
aplaudido pelo público mais exigente, ou seja, o público metido as besta. Tanto
Sonia Mamed quanto Zé Trindade rechearam a infância de todos nós com um humor
simples, descontraído, nada apelativo e por isso mesmo muito eficiente. Xexéo
mostra com qualidade que o brasileiro tem memória sim. Só precisa de um empurrãozinho
para aflorar e funcionar em nome de uma arte popular que escreveu muitas páginas
da história cultural desse país também simples, alegre e ingênuo. (Eli Halfoun)
Atualização em 5/11: Faltou uma informação importante, até pelo reconhecimento à iniciativa de resgatar antigos ídolos. Artur Xexéo é o autor das peças citadas sobre Zé Trindade e Sonia Mamede. Mas o idealizador e realizador dos espetáculos é o conhecido produtor teatral Eduardo Barata. A direção é de João Fonseca. No elenco: Paulo Mathias Jr., Alice Borges, Rodrigo Nogueira, entre outros. "Zé Trindade, a última chanchada" está em cartaz no Centro Cultural Correios, no Rio. De quinta a domingo, às 19h. Até 1° de dezembro.
Atualização em 5/11: Faltou uma informação importante, até pelo reconhecimento à iniciativa de resgatar antigos ídolos. Artur Xexéo é o autor das peças citadas sobre Zé Trindade e Sonia Mamede. Mas o idealizador e realizador dos espetáculos é o conhecido produtor teatral Eduardo Barata. A direção é de João Fonseca. No elenco: Paulo Mathias Jr., Alice Borges, Rodrigo Nogueira, entre outros. "Zé Trindade, a última chanchada" está em cartaz no Centro Cultural Correios, no Rio. De quinta a domingo, às 19h. Até 1° de dezembro.
É o terror... No Halloween, a Pepsi fez bullying com a Coca-Cola
por JJcomunic
A Pepsi aproveitou o Halloween para zoar a Coca-Cola. Em uma campanha lançada na Bélgica, a latinha de Pepsi se fantasiou com as cores da concorrente para "assustar" a clientela. Na frase, Nós desejamos um Halloween apavorante para você". Pura bruxaria marqueteira.
A Pepsi aproveitou o Halloween para zoar a Coca-Cola. Em uma campanha lançada na Bélgica, a latinha de Pepsi se fantasiou com as cores da concorrente para "assustar" a clientela. Na frase, Nós desejamos um Halloween apavorante para você". Pura bruxaria marqueteira.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Sua excelência o “lata velha”
Do meu primeiro carro, o Dauphine, que encarava a Avenida Brasil...
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| ...ao atual, o valente Apollo, que chama atenção em Saquarema. |
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| O Apollo foi lançado em 1990. |
por Nelio Barbosa Horta
Sempre tive
“carro velho” como companheiro em quase todos os momentos de minha vida. O
primeiro foi um Dauphine. Eu morava em Ramos e pegava a Avenida Brasil todos
os dias. O carro era tão acelerado que eu vinha para o centro sem colocar o pé
no acelerador, isto é, ele andava sozinho...Depois tive um Fusca 63,
azul-claro, que comprei num posto de gasolina. O vendedor, que eu conhecia há
algum tempo, dizia que era seguro e que eu ia gostar do carro. O sonho de todo
suburbano daquela época era ter um Fusca. Soube depois, que era “clonado”.
Larguei o carro no posto, que acabou desaparecendo...
Mais tarde
tive um Fuscão 65, branco. Este me deu as maiores alegrias. Eu jogava uma
“pelada” todos os domingos num clube, na Barra chamado Canaveral. Tinha que
chegar cedo para ser escalado. Motor possante, ele subia a Edson Passos na
maior tranquilidade, eu chegava no Clube sempre no horário.
Depois tive uma Brasília, que eu gostava mas
esquentava demais o motor, vivia dando problemas. Nesta época eu já era
conhecido dos mecânicos da Ponte Rio-Niterói porque vivia enguiçado, geralmente
no vão central. Quando os mecânicos chegavam para me socorrer diziam: “outra
vez seu Nélio”... eu ria, eu ria, mas com vontade de chorar. Atualmente, e há
21 anos, tenho um Apol” 1992, modelo GL comprado, quase novo, de um tio, que
tinha verdadeira adoração por este carro. Meu tio morreu, mas o carro
continua desfilando pelas ruas de
Saquarema, onde moro, causando uma certa curiosidade aos mais jovens e perplexidade aos mais velhos que olham para
ele como se estivessem num museu.
A maioria
dos carros daqui é de veículos novos, e quando eu passo pela pracinha de Santo Antônio,
até os guardas que garantem a passagem dos pedestres, (em Saquarema não existem
sinais de trânsito) olham para ele e
devem pensar: “o que é que esta “lata
velha” está fazendo pelas ruas de Saquarema. Mas o Apolo é um bom carro, quase não dá problemas e já deixou
dois motoqueiros na Niterói-Manilha, que pareciam que iam me dar uma “fechada”, bem distantes de mim. O importante
em um carro é que ele ande, sem dar problemas, quando tem gás, melhor ainda..
Não penso
em carro mais novo, por enquanto. São caros e com salário de aposentadoria não dá... (Nelio Barbosa Horta, de
Saquarema)
Menor deve trabalhar
por Nelio
Barbosa Horta
Ao
contrário do que diz a lei, menor deveria ser autorizado a trabalhar.
Considera-se criança, para os efeitos dessa Lei, a pessoa até doze anos de
idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Por quê
trabalhar? Para se manter, para ajudar no sustento de suas famílias, para estar
sempre ocupado durante o dia , e, também à noite, quando poderia estudar. De acordo com recente pesquisa, dos 12
milhões de moradores das favelas, 65% já pertencem à classe média e com o
aumento do poder de compra dessas
pessoas, é rara uma família que não tenha, pelo menos, um computador em casa,
onde os jovens, passam a maior parte do seu tempo, “ligados” à Internet, ou às chamadas “Redes Sociais”
consumindo todo tipo de informação e ensinamentos, na maioria das vezes
prejudiciais à sua formação.
Acho que o
Governo poderia alterar a lei, dando
maiores oportunidades aos “menores”, que trabalhariam com horário menor
, o chamado “meio expediente”. Os mercados, as farmácias e o comércio em geral
deveriam reservar espaço para o trabalho
do menor, em turnos, à tarde ou de manhã, dependendo do horário que o jovem
estivesse estudando. Eles poderiam usar uniforme especial, exclusivo para
aprendiz. Claro que não estou falando de trabalho “pesado”, onde seriam
resguardadas suas capacidades físicas e naturais para sua idade. Com a
aproximação do Natal, centenas de lojas deveriam admitir, com pagamento pré-estabelecido, um grande número de menores, que tenho certeza, ficariam felizes
com o seu “pró-labore” semanal (ou mensal).
Também fui
jovem, e não me arrependo de ter começado muito cedo a trabalhar. Morava em São
Cristóvão e as chances de trabalho, nos anos 50, eram raríssimas, principalmente para os jovens que não tinham nenhuma experiência. Tive sorte de conseguir,
através de um professor de matemática, que era engenheiro, um trabalho no seu
escritório de arquitetura à tarde, como projetista (eu tinha 13 anos). Depois, com 15 anos fui jogar no juvenil do
Vasco que ajudava meu pai no pagamento do ginásio Treinava de manhã, e á tarde
consegui um outro emprego como Revisor de provas tipográficas no Diário da Noite. Nesta época eu estudava à noite no saudoso
Instituto Cylleno, de São Cristóvão onde tinha colegas que ficaram famosos: o
Baden Powell, violonista e compositor, o
Miguel Nobre, maestro e o Dr. Edson Teixeira, todos muito jovens (e com poucos
recursos), como eu. Quando deixei o Vasco , fui trabalhar na cenografia da TV
Tupi. Tinha 16 anos.
Penso que a
ociosidade e a falta de oportunidade de trabalho para os jovens podem levá-los
à busca de alternativas pouco
recomendáveis. Os pais de hoje, que
também precisam trabalhar, na maioria
das vezes, não dão a assistência
necessária aos seus filhos.
Por isso, é
preciso que se construam mais creches populares, com toda infra-estrutura, mais
colégios para educação, se possível em tempo integral, mais hospitais,
saneamento básico nas áreas carentes, e, oportunidades para aqueles que optarem
por trabalhar, ainda que muito jovens. ( Nelio Barbosa Horta, de
Saquarema)
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Biografias: uma vitória da livre expressão do povão
por Eli Halfoun
A imprensa protestou,
escritores ficarem indignados e a sociedade de uma maneira geral achou (continua
achando) muito estranha a posição de alguns artistas em torno das biografias.
Tudo isso teve fundamental importância para que o grupo do movimento “Procure
saber” tenha novamente vindo a público dizer que nunca tinha dito o que disse,
ou seja, que queria proibir na raça as biografias em nome de uma privacidade
que o artista praticamente perde quando fica famoso. Foi a decepção do público
com a tentativa de proibições autoritárias e arbitrárias de artistas que admira
e respeita o que sem dúvida deu novo rumo ao movimento “Procure saber” que
agora pelo mostra que aceita discutir mais a questão. É costume dizer que o brasileiro
tem memória curta ou que muda de idéia toda hora. Não é bem assim: o brasileiro
não tem memória curta e tanto não tem que jamais esqueceu e esquecerá o arrocho
que sofremos com a censura na ditadura e não quer de forma nenhuma que qualquer
tipo de censura seja novamente imposta no país. Os fãs de Caetano, Gil, Chico,
Roberto Carlos e outros ficaram decepcionados com seus ídolos e esse foi sem
dúvida o motivo maior da mudança de conduta. Assim como os artistas tem
obrigação de respeitar os admiradores é preciso também que respeitem a liberdade
de expressão - a mesma liberdade que estão tendo para dizer o que querem e depois
garantir que não disseram. Mudar de opinião é a parte mais importante de uma democracia.
(Eli Halfoun)
P. S. – O público reage
contra os artistas que não admitem isso, mas querem é implantar uma nova
censura no país. A arma do povo-consumidor é não comprar os produtos desses
censores disfarçados e deixar CDs e DVDs encalhados nas prateleiras. Nas redes
sociais aumentam os estímulos para o boicote total aos censores musicais e
literários. Boicote é a única arma pacífica e realmente eficiente que o
consumidor tem em mãos E deve usá-la sempre que necessário. Como agora. (E. H.)
Mensalão: para que esperar mais pelo que já foi resolvido
por Eli Halfoun
Jornais informam que até o
final de novembro o Supremo Tribunal Federal poderá decretar a prisão imediata
dos réus condenados no julgamento do mensalão, mesmo aqueles que entraram com
os tais embargos infringentes que nós leigos nem sabemos direito o que é e como
funcionam. Mais estranho é ler que o STF ainda “decidirá” sobre as prisões:
para o povão que espera que finalmente a corrupção no país comece a ser
combatida e punida, o martelo já tinha sido batido no momento em que o julgamento
foi encerrado e decidiu pela condenação da maioria dos réus. Portanto esse “decidirá”
soa meio estranho para nós que acreditávamos que a justiça tinha sido feita.
Para o povo fica mais uma vez a sensação de que mais uma pizza gigante está
sendo assada no país. De pizzas já estamos enjoados e enojados. (Eli Halfoun)
Paolla Oliveira eleita "mulher mais sexy do mundo" pela Vip. Está na capa de novembro da revista
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| Paolla Oliveira na capa da Vip e... |
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| ...na campanha publicitária da ... |
![]() |
| ...marca Arezzo. |
O concurso, claro, não é mundial, isso aí é exagero e marketing do editor e a Vip não atravessa fronteiras nem do Paraguai, mas vale o prêmio. Paolla Oliveira merece estar na capa da VIP. Em recente campanha para a Arezzo, ele mostrou suas armas.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Entrevista de Roberto Carlos ao “Fantástico” não foi ao ar na íntegra
por Eli Halfoun
A entrevista que Roberto
Carlos pediu para dar ao “Fantástico” abordando a discussão sobre biografias
não foi ao ar na íntegra. Do total de 20 minutos de entrevista, o programa
editou trechos e a Globo não concordou com o pedido do cantor para ver a edição
antes da exibição. Sabe-se que pelo menos um bom trecho foi suprimido quando
Roberto diz: “Imagine que um estuprador possa descrever todos os detalhes do
abuso sexual que cometeu contra a vítima, aumentando ainda mais o sofrimento da
família. É justo isso?”. Como a declaração ficou sem pé nem cabeça o programa
achou melhor eliminá-la e não permitiu que RC visse a edição porque seria censura
prévia.
A entrevista de Roberto
não pegou bem entre os integrantes do movimento “Procure Saber”. Caetano Veloso,
por exemplo, ficou chateado com a entrada em cena de Roberto Calos sem avisar
nada ao grupo. O que mais teria desagradado Caetano foi o fato de Paula Lavigne,
sua ex-mulher, ter sido jogada para escanteio depois de ter dado sua cara a
tapa em nome do movimento. Roberto preferiu contratar o advogado Antonio Carlos
de Almeida Castro, o Kakay, para acompanhar seu depoimento ao “Fantástico” e de
agora em diante tudo a que relacionar o nome de RC com biografias e discussões
sobre o tema. Para muitos artistas “ser a favor da biografia não autorizada
desde que biógrafo e biografado conversem antes é uma fórmula que só existe na
cabeça de Roberto Carlos. Depois da entrevista de RC os outros integrantes do
“Procure saber” também gravaram um vídeo dizendo-se as biografias não
autorizadas desde que haja antes um entendimento entre biógrafo e biografado.
Agora o grupo prefere não mais falar sobre o assunto, o que só voltará a fazer
depois que a questão estiver resolvida legalmente. Como se já não estivesse na
Constituição que permite a livre expressão assim como permite que aqueles que
se sentirem ofendidos procurem a Justiça para buscar seus direitos, inclusive os
financeiros. Que pelo visto são os que mais interessam. (Eli Halfoun)
Danielle Winits foi uma boa surpresa na hora de carregar na emoção
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| Danielle Winits, Marcelo Antony e Thiago Fragoso em "Amor à Vida". Foto: TV Globo / Divulgação |
por Eli Halfoun
A atriz Danielle Winits
sempre apareceu deslumbrante cantando e dançando nos muitos musicais de sucesso
dos quais participou, mas confesso que ela me surpreendeu como atriz na cena de
“Amor à Vida” em que revela para Nico que Fabrício é seu filho com Eron.
Danielle deu à revelação o medo, a insegurança e a intensidade dramática que a
cena exigia e em nenhum momento deixou que a revelação (mentiras nunca resistem
muito tempo) se transformasse em um melodrama barato. É verdade que teve o fundamental
apoio de dois bons atores: Thiago Fragoso (o Nico) e Marcelo Anthony (o Eron).
Danielle mostrou que é uma atriz preparada para qualquer personagem e embora tenha
feito com perfeição uma das mais importantes cenas da novela (até porque trata
de uma união gay, difícil de ser discutida e aceita em novela) os donos de
“Amor à Vida” continuam sendo Mateus Solano (Félix) e Valdirene (Tata Werneck)
que têm roubado todas as cenas da novela. Nunca uma novela conseguiu fazer com
tamanha justiça de dois coadjuvantes os melhores e principais atores da trama.
Quem é bom não precisa ter o papel principal. Faz de sua participação sempre a
principal. (Eli Halfoun)
Sophia Loren pode dizer axé ao carnaval da Bahia em 2014
por Eli Halfoun
O carnaval da Bahia pode
receber em 2014 uma foliona muito especial. Sophia Loren deve estar no camarote
"Expresso 222" que Gilberto Gil banca e movimenta há anos. Quem fez o
convite pessoalmente para Sophia foi Flora Gil quando encontrou a veterana e
ainda em forma atriz em um evento da Rolex do qual Gilberto Gil participou
cantando e Flora foi a apresentadora. O evento faz parte do Mentor &
Protege e durante um ano Gil terá como pupila a cantora e compositor árabe Dina
El Wendidi. Há quem garanta que Sophia Loren mostrou grande interesse em
conhecer a folia baiana. Não se sabe se foi por educação, simpatia ou vontade
mesmo. (Eli Halfoun)
Expobloch: mostra não-autorizada de fotos pessoais dos bastidores da extinta Bloch já reúne mais de 70 imagens. Veja, abaixo, o que vai para o mural do Restaurante Ernesto
| Indalécio Wanderley, Renato Sérgio e Gervásio Batista. Lincoln Martins, que foi diretor da EleEla, conta a história dessa foto. Leia nos comentários. Arquivo pessoal |
| A repórter Maria Alice Mariano durante reportagem policial no Rio de Janeiro para a revista Manchete. |
| Nove anos depois da falência, assim estava o Departamento Fotográfico da Bloch, que foi abandonado às pressas em 2000, quando oficiais de justiça lacraram a empresa.. Arquivo Pessoal |
FEIJOADA NO ERNESTO: 11O PARTICIPANTES CONFIRMADOS
A Feijoada de confraternização da turma que trabalhou na Bloch Editores está esquentando. Já são 110 confirmações. Garanta você também sua participação e dos seus amigos,
PARA CONFIRMAR SUA PRESENÇA, ENVIE MENSAGEM PARA O EMAIL ABAIXO ATÉ 05 DE NOVEMBRO:
rechtmannn@brturbo.com.br
RESTAURANTE E BAR ERNESTO
O endereço: LARGO DA LAPA, 41
O site: www.barernesto.com.br
O dia: 09 DE NOVEMBRO - SÁBADO - A PARTIR DAS 13 HORAS
O prato, aprovado no encontro anterior – é o mais carioca..........Uma deliciosa Feijoada.
O preço - depois de pesquisado, é o menor possível...R$ 39,00 por pessoa, livre, quantidade à vontade.
Obs.: para aqueles que preferem um prato light, o Ernesto poderá atender com outras opções - carne, frango ou massa.
A bebida - consumo com cartela, cada um bebe quanto puder, o que quiser, e cada um paga o seu, muito prático e justo, por sinal.
A música – ambiente, à nossa escolha.
Queremos rever você e seus amigos, reenvie essa mensagem para outros colegas de sua lista, multiplique os convidados, queremos ter novamente a casa cheia.
Leve a(o) esposa(o), filho(a) e seus amigos. O preço é igual para todos.
Mas para isso, precisamos ter a confirmação antecipada de cada um de vocês para passar esta informação essencial ao nosso amigo "Ernesto".
Celebridades do "Procure Saber" defendem biografias não-autorizadas desde que sejam... autorizadas. Os censores da ditadura militar também aplicavam o mesmo método.
por Alberto Carvalho
Durante
entrevista no Fantástico sobre a polêmica das biografias, Roberto Carlos declarou
(palavras dele) que era "a favor das biografias não-autorizadas, desde que
fossem autorizadas" (?). Não deu pra entender! A impressão que ficou foi
de que a finalidade do grupo de celebridades e parentes de celebridades "Procure
Saber" é acabar com as biografias não-autorizadas. RC está prometendo uma
autobiografia que, segundo ele, vai revelar detalhes de sua vida que jamais
foram publicados. Estou de acordo com o Eli Halfoun (na matéria anterior), que
isto não vai acontecer: nem a biografia, e muito menos essas revelações. As
biografias não autorizadas tem por mérito revelar passagens desconhecidas das
vidas dos famosos , até então desconhecidas dos leitores. Se essas biografias
tiverem que ser autorizadas pelos biografados, evidentemente que serão
censuradas e não publicadas.
Isto está
me lembrando do "Procure Saber Militar", na época da ditadura, que
exigia autorização prévia para liberar livros, canções, novelas, artigos, etc.
As que não fossem do seu interesse, iriam para o lixo. E se fossem publicadas
sem a autorização do governo levariam à cadeia os autores ou estes teriam que se
refugiar em outros países. Alguns dos líderes atuais do "Procure Saber"
já sentiram isto na pele.
Chega de culpar a imprensa por erros que ela não comete. Apenas reflete
por Eli Halfoun
Todo dia tem um político,
um artista, um atleta, uma pseudo-celebridade ou quem quer que seja usando a
mídia (desaprova, mas usa na boa) para dizer que a imprensa é a culpada. Não
importa o que realmente tenha acontecido: aconteceu ou deixou de acontecer é
culpa da imprensa, como se jornais e jornalistas tivessem todo esse poder nas
mãos. É verdade que às vezes a imprensa exagera e erra. Ainda assim a imprensa
brasileira, que está sem dúvida entre as melhores do mundo, tem sido de fundamental
importância para manter o ritmo de uma democracia que mesmo censurada e
perseguida ajudou muito (foi fundamental) a conquistar e construir. A boa
imprensa não inventa nada e digo isso com base sólida nos meus 50 anos de
experiência profissional no jornalismo diário. A imprensa pode sim cometer
erros de avaliação (mas aí é uma questão de opinião) de falta de apuração, mas
jamais constrói os fatos: simplesmente porque o papel da imprensa é refletir os
acontecimentos. Está mais do que na hora de acabar (encheu o saco) com essa agressão
das celebridades de culparem a imprensa pelos erros que eles cometem sejam erros
profissionais ou pessoais. São as celebridades que se expõe, falam demais e quando
exageram na exposição a culpa passa a ser da imprensa que até pode ter as suas
culpas, mas é de maneira nenhuma a culpada de tudo. Celebridades que usam a
imprensa para não assumirem seus atos precisam olhar para o próprio rabo. Ou
melhor: deixar o rabo menos exposto. É muito cômodo culpa a imprensa de forma
generalizada, ou seja, sem citar os que supostamente tenham errado. Agredir e
culpar a imprensa de forma geral é covardia. É não ter coragem de assumir erros
- coisa que, aliás, a imprensa democrática tem feito com muita tranquilidade e
honestidade. Desonesto é culpar quem não tem culpa de nada. (Eli Halfoun)
Técnicos de futebol são um escudo para os malfeitos das diretorias
por Eli Halfoun
É estranha, infantil, nada
profissional e covarde a relação dos times de futebol com nossos técnicos. Esses
profissionais ganham muito (será que recebem?) não tem merecido o menor respeito
dos clubes que os utilizam como uma espécie de escudos para receber todas as
culpas de derrotas em campo - derrotas que na maioria das vezes começam na má
administração de diretores metidos a saber tudo e não resolver nada. Aí fica
fácil tirar da reta pra culpar o profissional que na maioria das vezes é o
menos culpado. Agora o crucificado foi Dorival Júnior que não conseguiu (nem ele
e nem outros) dar ao Vasco um time vitorioso como sempre foi. NO momento está
vergonhoso. Assim como os outros técnicos demitidos anteriormente Dorival não
precisava ser apenas um técnico competente. Precisa ser milagreiro para fazer
jogar um time quase medíocre que não recebe salários em dia, seus jogadores não
são respeitados como trabalhadores e ainda por cima são usados como moedas de
barganha nos desmandos das diretorias. No caso do Vasco (meu Vasco) está mais
do que claro que não é o técnico que precisa. É o Vasco antes que acabe de vez
com o entusiasmo de uma torcida sempre apaixonada, mas que convenhamos não
agüenta mais. (Eli Halfoun)
Estamos fazendo do mundo uma grande lixeira tóxica
por Eli Halfoun
O mundo virou uma grande
lixeira dentro da qual estamos por absoluta falta de consciência de que é
preciso evitar o consumo exagerado e proteger cada vez mais o meio-ambiente, ou
seja, nossas vidas saudáveis. Dados que circulam na internet mostram números
horripilantes. Anote e faça alguma coisa, nem que seja o mínimo possível como,
por exemplo, evitar o uso de produtos com embalagens mortais:
1 - 426 mil celulares saem
de circulação diariamente e se acumulam como lixo tóxico;
2 - 65 mil americanos
menores de 18 anos começam a fumar por mês e diminuem a expectativa de vida;
3 - 200 mil americanos
morrem a cada seis meses devido ao cigarro;
4 - 1 milhão de copos
plásticos é jogado no lixo a cada 6 horas;
5 - 60 mil sacolas
plásticas são descartadas a cada 5 segundos;
6- 2 milhões de garrafas
plásticas são jogadas fora a cada 5 minutos;
7 – 106 mil latas de alumínio
são jogadas no lixo a cada 30 segundos;
Conclusão: também estamos
nos jogando no lixo com o lixo que descartamos. (Eli
Halfoun)
Oposição procura fórmula mágica para derrotar Dilma Rousseff
por Eli Halfoun
Em todos os partidos
existem muitos sonhadores filiados que adoram alternativas esperando o impossível. Agora os partidos de oposição tentam encontrar fórmulas mágicas
para tomarem o comando do país e derrotar Dilma Rousseff. Há dias um partido de
oposição tirou da cartola mais uma solução mágica: com essa alternativa
acreditam que a oposição seria imbatível em 2014. Só esqueceram de combinar com
os candidatos que na fórmula mágica estariam assim distribuídos: Eduardo Campos
seria o candidato à Presidência da República e teia o governador de Minas,
Antonio Anastasia como vice. Aécio Neves deixaria de ser candidato presidencial
para concorrer ao governo de Minas para o qual acredita-se seria aclamado. Nesse
mágico e improvável esquema Marina Silva concorreria ao Senado pelo Acre e José
Serra também seria candidato ao Senado por São Paulo. Só que se eles quisessem
isso teriam feito antes de tentarem outros cargos. Estão querendo fazer da política
uma brincadeira de criança, o que tem lógica se levarmos em conta o
comportamento brincalhão dos nomes citados. (Eli
Halfoun)
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Filme "Três no Tri", sobre o fotógrafo Orlando Abrunhosa, participa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro. No Cine Odeon
O curta-metragem "Três no Tri, que focaliza Orlando Abrunhosa, é uma das atrações do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro. Será exibido no dia 4 de novembro, às 21 horas, no Cine Odeon.
Três no Tri, documentário de Eduardo Souza Lima, o Zé José, conta a história da foto esportiva mais publicada no mundo e de seu autor. Uma produção da Franco Filmes em parceria com a Hy Brazil 2001 Filmes.
"TRÊS NO TRI"
Três no Tri, documentário de Eduardo Souza Lima, o Zé José, conta a história da foto esportiva mais publicada no mundo e de seu autor. Uma produção da Franco Filmes em parceria com a Hy Brazil 2001 Filmes.
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| Copa de 70, México. Foto de Orlando Abrunhosa |
Direção e roteiro - Eduardo Souza Lima
Argumento e pesquisa - Anna Azevedo
Produção - Ailton Franco Jr.
Produção executiva - Anna Azevedo
Direção de Produção - Daniela Santos
Fotografia e câmera - David Pacheco
Montagem - Eva Randolph
Som direto - Júlio Braga / Vampiro
Pesquisa de imagens - Bárbara Morais / Eduardo Souza Lima
Finalização de imagem, créditos e arte - MisterToon
Edição de som - Rodrigo Maia
Roberto Carlos propõe o diálogo para biografias. Será que aceitará mesmo dialogar?
por Eli Halfoun
Pode procurar o quanto
quiser que dificilmente alguém encontrará entrevistas de Roberto Carlos emitindo
opiniões sobre qualquer assunto (sabe-se, por exemplo, que ele é torcedor do
Vasco porque alguém contou: ele mesmo jamais disse ou assumiu isso.) Precavido, RC sempre foi de poucas palavras e suas entrevistas eram e são limitadas à sua
careira. Agora ele resolveu quase falar ao Fantástico sobre a polêmica das biografias
(devem ou não ter autorização?) da qual é de certa forma a figura central com a
retirada das livrarias do livro de 502 páginas “Roberto Carlos em detalhes’,
que segundo consta teve sua tiragem incinerada, o que é um crime contra qualquer
obra literária - crime que, aliás, foi cometido muitas vezes durante o nazismo,
mas essa já é outra e também vergonhosa história.
Como sempre Roberto quase
não falou. É evidente que ele já tinha as respostas preparadas (fez o dever de
casa) e a repórter estava orientada a perguntar apenas o que foi combinado. Com
Roberto Carlos sempre foi assim.
O importante é que ele
reconheceu que biografias não autorizadas podem ser publicadas desde que haja
ajustes entre biografado, biógrafo e editora. Desde o início da polêmica tenho
rescrito que o importante não é simplesmente proibir, mas sim conversar para
digamos satisfazer todas as partes. Roberto mostrou-se a favor do diálogo, mas
está claro que em relação a biografias que envolvam sua vida e carreira (fiz
uma com crônicas de sua vida, mas a editora desistiu antes que fosse proibida)
ele só aceitará (se aceitar) o que não comprometa e não ultrapasse ao bom senso.
Quer dizer: permitirá biografias desde que possa dar as ordens. É como ele
mesmo diz uma questão de diálogo. De qualquer maneira RC abriu uma enorme porta
para que se chegue a uma conclusão que depende acima de uma boa conversa já que
está mais do que provado que em tudo na vida é conversando que a gente se
entende. A vida precisa e precisará sempre de ajustes, ou seja, em qualquer
relação de vida é preciso chegar um pouquinho para cá um pouquinho para lá para
que todos caibam no mesmo espaço sem apertos e sem desnecessárias restrições.
Com as biografias, que são retratos de vida, também deve ser assim.
Roberto Carlos revelou também
que está ele próprio escrevendo sua biografia. Não acredito que isso venha a
acontecer porque RC não tem tempo para ficar debruçado durante horas diante de
um computador ou com uma caneta e um caderno na frente. Se tiver tempo ditará
para alguém. É verdade que como também disse ninguém jamais saberá sobre sua
vida e sentimentos como ele próprio. O cantor mostrou-se contrário a que as
biografias sejam consideradas obras do autor, já que mostram a vida de uma pessoa,
que é sim a dona da obra de sua própria vida. Autores de biografias não querem
ser donos de vidas ou de obras. Querem apenas ser os donos dos livros, donos de
seus trabalhos que sempre consomem muito tempo para pesquisar, escrever e
reescrever. Importante mesmo é que RC abriu a porta do diálogo e certamente
exercerá influência nos outros integrantes do movimento “Procure saber”. Eles
devem mesmo procurar saber para conversar mais e mais e enfim chegar a um fim
que seja benéfico para todos. Principalmente para os leitores. (Eli Halfoun)
domingo, 27 de outubro de 2013
Capas de revistas: o que vem por aí
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por JJcomunic
(da redação da JJcomunic)
Rihanna é capa da edição de novembro da revista “GQ” britânica em ensaio fotografado por Damien Hirst para comemorar os 25 anos da publicação. A capa de Kate Winslet, na Vogue, foi criticada por excesso de photoshop que torna a atriz quase irreconhecível. Na Sexcy, a panicat Carol Dias. E na Playboy italiana, uma bela atleta. Com 1,83m de altura e 65kg, 22 anos, a jogadora de basquete Valentina Vignali é também modelo. Ela é atleta do Basket Cervia. Reese Witherspoon na Elle americana. Scarlett Johansson na Esquire. E, para completar, passando para o futebol, o movimento Bom Senso, no qual jogadores pedem mudanças de calendário, entre outras, é capa da Placar, com Alex, um dos líderes do grupo.
Rihanna é capa da edição de novembro da revista “GQ” britânica em ensaio fotografado por Damien Hirst para comemorar os 25 anos da publicação. A capa de Kate Winslet, na Vogue, foi criticada por excesso de photoshop que torna a atriz quase irreconhecível. Na Sexcy, a panicat Carol Dias. E na Playboy italiana, uma bela atleta. Com 1,83m de altura e 65kg, 22 anos, a jogadora de basquete Valentina Vignali é também modelo. Ela é atleta do Basket Cervia. Reese Witherspoon na Elle americana. Scarlett Johansson na Esquire. E, para completar, passando para o futebol, o movimento Bom Senso, no qual jogadores pedem mudanças de calendário, entre outras, é capa da Placar, com Alex, um dos líderes do grupo.
sábado, 26 de outubro de 2013
Pesquisas não ganham eleição mas são importantes para o eleitorado
por Eli Halfoun
Candidatos que aparecem
com menor percentagem nas pesquisas presidenciais de intenções de votos
costumam dizer, como defesa, que “pesquisas não ganham eleições”. Não ganham
mesmo, mas são de fundamental importância para o eleitorado. Todas as pesquisas
realizadas até agora mostram que mesmo tendo sofrido um baque por conta das
manifestações a presidente Dilma Roussef será reeleita na disputa contra Aécio
Neves e Eduardo Campos que, como mostram, os números não conseguiu convencer
muita gente de seu bom mocismo. Pesquisas não ganham eleições, mas exercem fundamental
influência no eleitorado, principalmente no eleitor que “não quer desperdiçar
seu voto e vota em quem está na frente e, portanto, é o provável vencedor. Os
concorrentes podem até dizer que muita água ainda vai rolar por baixo da ponte
até a hora da verdade nas urnas, mas os números são claros e, ao que tudo
indica, definitivos. Dilma tem mais do que o dobro do que Aécio e Campos juntos
e esse massacre consagrado nas pesquisas terá
um grande peso na hora do eleitor escolher o presidente do país. As
pesquisas mostram que a maioria da população está satisfeita com o governo Dilma
e embora lhe faça algumas restrições acredita que ela ainda é a melhor solução
para o país, já que até agora seus concorrentes
falam,falam, falam, mas não mostram a que vieram e muito menos capacidade para
fazer o Brasil continuar tendo conquistas sociais e sendo respeitado no mundo.
Só a oposição não enxerga isso. Aliás
a oposição nunca enxerga nada. (Eli Halfoun)
Mauricio Azedo: a paixão pelo Flamengo na “Crônica da Leonor”
por Eli Halfoun
Mauricio Azedo partiu e
muito já se disse sobre seu brilhantismo humano e profissional desde que seu
coração perdeu o ritmo da vida. Durante muitos anos trabalhei lado a lado com
Azedo na redação da Ultima Hora e uma das coisas que mais me chamava atenção
nele era a paixão e o entusiasmo com que exercia sua função como jornalista - um
jornalista brilhante e dono de um texto magnífico e impecável. Azedo era um
apaixonado pela vida e por tudo que a cercava. Uma de suas maiores paixões era
o futebol, mais precisamente o Flamengo time pelo qual torcia com entusiasmo
não fosse ele o entusiasmo em pessoa. A paixão pelo Flamengo o fez criar na UH
a “Crônica da Leonor" (era como chamava a bola) espaço no qual só escrevia
sobre o rubro-negro e o fazia com tanto amor e dedicação que contagiava todos,
não para também torcer pelo Flamengo, mas sim pra torcer pelo futebol encantador
do país da bola, da "Crônica da Leonor". Não conheci nenhum torcedor tão apaixonado
pelo Flamengo quanto Mauricio azedo. O Flamengo perdeu um torcedor, mas a história
do clube pode ganhar através dele mais um capítulo importante na paixão que
desperta em sua torcida. (Eli Halfoun)
LEIA MAIS SOBRE MAURÍCIO AZEDO. CLIQUE AQUI PARA IR AO SITE DA ABI (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA)
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