quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Perdeu a mala no aeroporto? Um gadget acha pra você

Seus problemas acabaram. Por menos de 50 dólares você poderá comprar sua tranquilidade. O rastreador de mala Trakdotn, que funciona com duas pilhas pequenas, pode ser conectado ao seu celular e deixar você antenado, em tempo real, com sua mala, antes da dita cuja aparecer na esteira do aeroporto. O aparelhinho também pode ser programado para avisar por SMS se sua bagagem chegou ou não. Estará à venda a partir de março. Além preço do rastreador, você deverá pagar uma taxa anual em torno de 13 dólares.
Veja mais no Consumer Reports. Clique AQUI

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O outro lado: para conhecer o que se passa fora da boiada

Leia o artigo completo de Paulo Moreira Leite, 
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A privataria dos estádios ameaça o futebol?

por Omelete
Construidos com dinheiro público, alguns estádios da Copa serão privatizados em contrato que mais parecem "ação entre amigos". Fique pasmo: alguns regimes de concessão impedem que o concessionário tenha prejuízo. Se administrar mal o complexo esportivo, não tem problema, os cofres públicos comparecem e cobrem o buraco. Em outro caso, a concessão foi formatada a partir de um estudo feito por um dos grupos interessados em entrar no leilão. A maioria dos capitalistas brasileiros gosta de atuar assim, sem risco, amparados por uma rede de segurança paga por todos os brasileiros. Moleza dessa até 'nois", né? No caso de Minas Gerais, podem surgir alguns obstáculos inesperados. O Atlético Mineiro não está disposto a entrar no jogo dos novos donos do Mineirão. Vai preferir jogar no Independência. Algumas empresas que adquiriram camarotes no estádio já estão inseguras com o futuro futebolístico do Mineirão e começam a devolver os espaços reservados. Na Rio, não se sabe ainda mas, pelo menos em matéria de futebol, os clubes permanecem donos do espetáculo. Quanto vai custar ao Vasco, Flamengo, Botafogo, Fluminenses - para falar nos grandes já que os pequenos dificilmente entrarão no novo estádio -, jogar no Maracanã? Há um exemplo preocupante no Rio. Privatizada, uma arena construída para o Pan 2007 virou casa de shows. Ficou inviável para os promotores de campeonatos de vôlei, basquete, tênis, handebol e futebol de salão jogar na quadra ex-pública. Todos os últimos eventos esportivos na cidade se abrigaram no Maracanazinho. Quando este for privatizado, não se sabe ainda o rumo dos atletas das modalidades citadas acima. Podem ter que ir parar nas quadras de clubes ou pro Aterro, caso os concessionários cobrem taxas extorsivas. O Brasil é muito "exxxxpeeerrrto". O país constroi os estádios mas terá que pagar taxas e aluguel para que esses mesmos estádios recebam a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Olimpíada. É caso único na história dessas competições. Tá feia a coisa: os novos estádios certamente receberão shows, eventos religiosos, motocross, lutas, sessões de exorcismo, concursos de miss, de arremesso de troncos, levantamento de pneu de trator, festas hype, terão lojas, cinemas, spas, mas será que os clubes terão condições de pagar pra jogar futebol nesses complexos? E o preço dos ingresso será acessível ao povão torcedor? Muitos dirigentes têm dúvidas. A não ser, claro, que os cofres públicos subsidiem taxas e ingressos. Aí, tire o chapéu, amigo, o golpe seria de mestre. O Vasco planeja modernizar São Januário. Grêmio, São Paulo, Corinthians, Atlético, Coritiba, Internacional, Palmeiras, entre outros, valorizam seus próprios estádios. Flamengo ainda sonha em construir sua arena. Velhos beneméritos que ajudaram a construir os clubes avaliam que não podem ficar na mão dos novos concessionários. Enquanto não ficar claro como a privataria vai funcionar na prática, alguns dirigentes dos principais clubes brasileiros acham que Maracanã, Mineirão, Fonte Nova, Nacional, Castelão etc podem ser uma tremenda de uma bola dividida.

Megan Fox na Sapucaí...

Divulgação
por JJcomunic
Confirmado: Megan Fox será a musa do camarote da Brahma na Sapucaí. A atriz também estrela uma campanha publicitária para a cervejaria, a ser veiculada no mês que vem. Descendente e europeus e indios americanos, ela personifica o visual abaixo, disputado por capas de revistas. Atuou nos filmes "Bem-vindo aos 40", "O Ditador", "Solteiros com Filhos", "Garota Infernal", "Transformers", entre outros. 



Atletas em cena: jogadora de vôlei Luciene Escouto é estrela de comercial. E o filme proibido de Serena Williams



por JJcomunic
Luciane Escouto, a jogadora de vôlei recentemente contratada pelo time Rio de Janeiro para disputar a Superliga, é a estrela de um comercial bem humorado e bem clicado no You Tube e atualmente veiculado em emissoras de TV: o da marca de cosméticos Nivea. Nesse filme, os atores se destacam. São melhores do que muita gente que faz caras e bocas nas novelas. Reparem na atuação da "invejosa". Nota dez.
Veja o vídeo, clique AQUI


Já a jogadora de tênis Serena Williams caiu na rede dos moralistas. Estrela de um comercial que lançava um game, ela viu seu vídeo banido da TV por ter sido considerado "sexy" demais.
Veja o vídeo. Clique AQUI

Transparência no dos outros é refresco...

por JJcomunic
Uma das boas leis aprovadas no Brasil recentemente é a que obriga orgãos e instituições publicas a divulgarem suas contas na internet. E a transparência praticada pela maioria, alguns ainda resistem e tentem driblar a lei, tem dado resultados. Mas tá aí uma prática que deveria avançar ainda mais. Por exemplo, ongs e organizações sociais, essa que em nome da terceirização têm abocanhando bilhões em recursos públicos federais, estaduais e municipais, beneficiados pela Lei Rouanet, por convênios etc, também deveriam abrir seus portais e mostrar como aplicam o dinheiro público. Simples: quem quiser privacidade ou temer a fiscalização pública que não recorra a verbas do povo. Mas há uma outra área onde a transparência pode avançar: na mídia. Quando uma instituição pública se envolve em corrupção ou falcatruas, logo é divulgado o nome do funcionário ou dirigente responsável. Perfeito. É isso mesmo que deve acontecer. E que se dê ao cidadão todo o direito de se explicar e se defender. Mas quando uma empresa privada está denunciada, por exemplo, por recorrer a mão de obra escrava, lê-se no jornal apenas a referência à pessoa jurídica. Mas que são os controladores?Quem é o explorador final dos "escravos"?  O prédio desaba por falta de conservação e só se sabe que pertence a tal empresa. Se um ônibus cai de um viaduto logo o jornal dá o nome do motorista. Mas se o acidente tiver sido causado por falta de manutenção do veículo, pneus carecas etc, publicam o genérico nome da empresa mas não os nomes dos seus controladores responsáveis. Nome no jornal, por favor. E a mídia brasileira deve ser uma das poucas do mundo onde pessoa jurídica não apenas distribui nota oficial mas  fala. "A estrada foi mal construída porque a prefeitura nos obrigou a entregar o serviço antes do prazo", disse a empresa, por telefone. "Não temos esquema de socorro porque o pedágio está barato e não temos dinheiro para admitir funcionários", explicou a concessionária. Transparência geral e irrrestrita, combinado?

Ex-jogador pode ser o novo “abre portas” da CBF


por Eli Halfoun
O ex-jogador Bebeto, hoje deputado estadual no Rio, poderá ser o próximo contratado da CBF para atuar como uma espécie de relações públicas junto a congressistas e ao governo federal para fazer com que a entidade, repleta de acusações de desvios financeiros, seja vista com mais simpatia. Bebeto não é ainda o nome confirmado, mas o presidente da CBF José Maria Marin está decidido a adotar a sugestão de ter um ex-atleta famoso e respeitado atuando no time da entidade para dar mais credibilidade às decisões sempre muito discutidas. Sabe-se que uma das funções do atleta seria tentar conseguir para Marin uma audiência com a presidente Dilma Roussef, que não quer ver dirigentes da CBF nem pintados de ouro. Ouro que, aliás, acumulam cada vez mais. (Eli Halfoun)

Novo auxiliar do técnico Dunga é um programa de computador


por Eli Halfoun
Um dos maiores mistérios do futebol no momento está ligado à volta de Dunga como técnico (dirigindo o Internacional de Porto Alegre). Não que se duvide da capacidade do ex-jogador, mas sim porque ele está inovando: para realizar seu trabalho Dunga passou a utilizar um software de computador que mapeia todas as características dos atletas e como eles agem em campo. O técnico também está utilizando esse programa na hora de sugerir nomes de jogadores para o Inter contratar. O jogo agora é acabar com o mistério e descobrir qual é o nome do novo programa utilizado por Dunga já que ele não fala no assunto e não entrega o jogo em hipótese alguma. O computador ajuda a realizar um bom trabalho, mas não quer dizer que qualquer técnico chinfrim como a maioria dos que anda por aí conseguirá fazer times vencedores se não tiver talento para isso. No caso de Dunga ele já provou que tem, até quando foi extremamente injustiçado no comando da seleção brasileira. (Eli Halfoun)

Quarteto milionário enriquece ainda mais o futebol paulista


por Eli Halfoun
Nenhum bairrismo estadual pode impedir que cariocas, mineiros, gaúchos e torcedores de todo o país deixem de reconhecer que São Paulo tem hoje o melhor futebol do Brasil com os melhores times e craques valorizados mundialmente. Com a chegada de Pato ao Corinthians o futebol paulista passa a ter um dos mais valorizados quartetos do mundo formado por Neymar (Santos) Ganso (São Paulo) e Paulinho (Corinthians). Juntos os quatro craques estão avaliados em R$300 milhões. Se os quatro vierem a jogar juntos no selecionado do Felipão a seleção brasileira valerá mais ouro no cofre e, espera-se, em campo. (Eli Halfoun)

O melhor entre os muitos melhores era uma barbada para Messi


por Eli Halfoun
Era barbada, ou seja, ninguém tinha dúvidas de que mais uma vez (a quarta) Lionel Messi seria eleito o maior craque do mundo. A escolha promovida pela FIFA sempre me pareceu estranha: existem centenas de deslumbrantes craques espalhados pelo mundo e fica estranho escolher apenas um que (claro) se destaca pelo acúmulo de boas atuações, que é o conjunto da obra durante o ano. Os méritos de Messi são indiscutíveis: ele é realmente um senhor jogador de futebol e o que conquistou a maior visibilidade mundial. Não dá para chutar a bola para o terreno baldio e deixar de enxergar também que o nosso Neymar chegou bem mais longe do que esperávamos. Só o fato de ter sido lembrado mostra a importância que Neymar conquistou no mundo esportivo, mas a visibilidade fundamental para ser o melhor do mundo depende ainda das temporadas que ele vier a fazer em times internacionais. Messi jamais seria quatro vezes o melhor do mundo se continuasse jogando na Argentina e não no espanhol Barcelona que o expôs em uma vitrine fundamental para ser lembrado e escolhido como o melhor jogador de um mundo cheio de craques. Não cabe nenhuma comparação entre o futebol de Messi e o de Neymar, mas ninguém tem dúvidas de que mais dia menos dia Neymar ainda será reconhecido como o melhor do mundo. (Eli Halfoun)

Pelé: enfim o brilho eternizado em uma merecida estátua


por Eli Halfoun
O Maracanã não foi o palco em que Pelé mais brilhou, mas sempre foi o maior e mais importante palco (tomara que volte a ser) do futebol brasileiro. Portanto, nada mais justo que seja também o local em que Pelé fique eternizado com uma estátua (1,84m de altura e 300 quilos) como o maior craque que o mundo conheceu. Aliás, Pelé merece estar eternizado não só na memória da torcida que jamais o esquecerá (assim como não esquecerá o soco no ar com que comemorava seus gols e que está reproduzido na estátua do Maracanã), mas também com estátuas erguidas em estádios de todo o Brasil, principalmente São Paulo, e do mundo onde sempre brilhou e fez brilhar o futebol brasileiro. Nesse momento há quem ache que o dinheirão (são milhões) empregados na criação do cartunista Ique em uma estátua de Pelé deveria ser utilizado para ajudar as vítimas da chuva e melhorar a saúde e a educação. É um raciocínio demagógico se partirmos do princípio de que a verba para as constantes vítimas de enchentes assim como para a saúde e a educação não precisa ser exatamente a da cultura do esporte já que o governo sempre destina verba (nunca é aplicada decentemente onde deveria ser) para esses setores. Além do mais cultivar a memória esportiva e cultural do país é um ato saudável e necessário até porque um país sem cultura e sem memória tende a ser um país esquecido. Não há o que discutir em relação ao merecimento de Pelé com e em todo o tipo de homenagens. Nosso craque mineiro transformou-se em patrimônio mundial do futebol e tudo o que se fizer para imortalizá-lo será pouco. Pelé não é só a mais importante marca do futebol brasileiro e mundial. Pelé é história. (Eli Halfoun)

Amor e solidariedade não precisam de dinheiro. Precisam de atitude. Como a de Zeca Pagodinho.


por Eli Halfoun
Nos últimos trágicos dias que atingiram a Baixada Fluminense, o cantor Zeca Pagodinho foi destaque na mídia ao aparecer em meio à chuva prestando ajuda aos moradores de Xerém, município de Caxias, onde ele tem um sítio. O maior e melhor exemplo que Zeca deu nesse episódio não foi o de desembolsar uma boa quantia em dinheiro para oferecer alimentos, colchões e água. Mais (muito mais) importante do que os digamos bens materiais, o exemplo maior de Zeca foi a o da intensa, sincera e sempre possível solidariedade. Zeca nos mostrou o quanto é fundamental estar presente nos momentos mais difíceis de todas as pessoas. O que Zeca doou de verdade foi um ato de amor - um ato de amor que não tenho dúvidas fincou raízes em todos os corações. Talvez agora os que mais tem possam ter aprendido que não basta desembolsar um cheque. É preciso participar ativamente, sair do comodismo de casas confortáveis e seguras para dar estender a mão e o braço forte que sempre ajudam a salvar quem está se afogando no mar de abandono e de lama. Zeca Pagodinho não quis ser (e não é) nenhum herói. Seu heroísmo foi o de mostrar que só a intensidade e a preocupação de amor solidário podem ajudar a salvar pessoas e em consequência realmente melhorar a vida e o mundo. Zeca Pagodinho não deixou a vida o levar. Foi lá para não deixar que a repetida tragédia não levasse outras vidas. (Eli Halfoun)

A saúde precisa de atendimento emergencial para não morrer no corredor


por Eli Halfoun
Toda vez (é todo dia) que a televisão mostra o revoltante caos que se instalou nos hospitais públicos do país, a esperança diminui e faz crescer a certeza de que jamais a população será atendida com respeito e dignidade em quase nada, e muito menos na saúde. É lamentável e vergonhoso ver pacientes jogados, sofrendo e morrendo em corredores imundos de hospitais que mais parecem campos de concentração. Não adianta culpar os médicos: eles não têm culpa de nada e pelo contrário, tentam fazer um trabalho heroico para vencer as dificuldades e o desconforto que também limitam e impossibilitam o exercício digno da medicina. Também não adiantam mais os discursos e as promessas: está realmente na hora do governo fazer um mutirão de verdade para resolver os problemas da e de saúde no país. Faltam hospitais? Faltam sim, mas se todos sabem que faltam não seria (é) o caso de melhorar o atendimento nos que ainda podem funcionar. A população não tem mais saúde para ouvir promessas e esperar por mais um, dois ou três anos para que novas unidades hospitalares sejam construídas. O momento é emergencial e o mais importante é tirar a saúde da UTI antes que toda a população morra nos corredores de hospitais que deixaram de ser unidades de saúde faz tempo.  (Eli Halfoun)

O fusível tá torrando


por JJcomunic
O tal do sistema elétrico brasileiro está em crise. É o que diz a mídia. Tá dando choque na privatização de 15 anos atrás? Empresas que assumiram linhas e distribuição não cumpriram metas de investimento. Novidade? Nenhuma. Você vai cumprir? Nem eles. Melhor lucrar com o que foi arrematado em leilão alegre (lembram? Era todo mundo sorridente ao bater o martelo) do que desembolsar dinheiro dos "investidores". É torcer para que venha a chuva. Mas especialistas dizem que há outras marolas por trás dessa onda de apagões. Uma certa reação às medidas do governo para baratear a conta de luz que é uma das mais caras do mundo; e o nervosismo do mercado livre de compra e venda de energia (aquele que lembra o antigo over nigth e onde dois garotos e um telefone podem faturar milhões na boa, entre um Black Label on the rocks e uma tequila Camino Real ao sal.). Dizem as bruxas que tem especulador a perigo por ter vendido energia barata a prazo sem ter como entregar. É que o preço, com as termelétricas fumaçando a toda, está agora nas alturas. Vai ter gente metendo o dedo na tomada.

Dura lex tucana: em SP polícia não pode mais atender vítima de crime...

por JJcomunic
Agora é lei: policiais de São Paulo está impedidos de atender vítimas de crimes. Mesmo que o sujeito esteja sangrando pela orelha, tem que aguardar o Samu. Não pode pôr a mão no indigitado. Se já é difícil polícia chegar ao local do crime... A situação grotesca vai ser a seguinte. Tá lá a vítima estendida no chão, sangrando da veia femural atingida por um balaço, e a autoridade limita-se a dizer: "Aguarda aí, mano, o trânsito tá engarrafado na Marginal mas o torniquete tá chegando". A perguntinha que não quera calar é a seguinte: e se a vítima for o Secretário de Segurança que baixou a norma já publicada no Diário Oficial?

domingo, 6 de janeiro de 2013

É o Simpatia na avenida...Atlântica

No quiosque da Globo, em Copacabana, fim de tarde de muito samba comandada pelo bloco Simpatia Quase Amor. 

No Jockey... dia de perder grana nas patas dos cavalinhos...

Apenas uma visita com amigos de fora com direito a uma aposta...

Campanha do Desarmamento volta para conscientizar a população. Arma não é enfeite e nem brinquedo


por Eli Halfoun
Ainda existem muitas pessoas que se orgulham de ter uma arma em casa e precisam estar conscientes de que a mesma arma que acredita poderá defendê-lo é a que pode provocar sua morte. Armas não são enfeites e muito menos segurança doméstica. Por isso mesmo o Brasil retomará esse ano a Campanha do Desarmamento, que no ano passado fez com que fossem entregues 61 mil armas e 365 mil munições. O país pagou R$ 12 milhões em indenizações. Sem a força da campanha, o número de entrega de armas caiu. Calcula-se que há no Brasil é de 20 milhões de unidades. A decisão de retomar a Campanha do Desarmamento foi apressada depois da tragédia americana que provocou a morte de 20 crianças e 6 adultos na escola de Newtown. Armas são perigosas até nas mãos de quem sabe e pode usá-las, imaginem nas dos que não podem e não sabem. (Eli Halfoun)

Primeira Crítica: o país precisa ser repensado e mais justo


por Nelio Barbosa Horta  (De Saquarema)
Todos concordam que o desenvolvimento do Brasil está na
 ordem do dia e sua economia em franca ascensão no cenário mundial,
fazendo com que as maiores economias do mundo
reconheçam  as grandes conquistas do governo e do povo brasileiro.
Mas é certo também que, em determinados setores da vida no país,
existem falhas que comprometem este raciocínio e que precisam ser
repensadas com o objetivo de, cada vez mais, aperfeiçoar nossos
projetos-futuros e a democracia participativa. Ao mesmo tempo em que a imprensa espanhola diz que o país deles enfrenta a maior dívida em 100 anos, que o desemprego aumenta
pelo quarto ano consecutivo, a Grécia anuncia recessão há cinco anos,
com o desemprego chegando a 25%,  vemos no Brasil, ao lado do otimismo
econômico, desigualdades sociais alarmantes capazes de desestruturar a
própria Constituição vigente no País.
A seca, o dramático apelo da população nordestina, certamente o maior
problema do país, que  anseia por solução há anos, a corrupção, problema
crônico em todas as  camadas da sociedade, violência jamais vista,
tráfico sendo responsável pela degradação das famílias, criminosos
sendo absolvidos ou com penas muito abaixo das que deveriam
ser aplicadas, enfim uma verdadeira inversão de valores, que, em alguns
momentos,  chega  a nos dar vergonha de um país com tamanhas
desigualdades sociais. Como disse Rui Barbosa:
”De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto
ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos
maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter
vergonha de ser honesto”.
Sêca, um eterno problema
A transposição do São Francisco, não vai resolver nada, a não ser fazer com
que ele seque completamente . A única transposição que esta medida trará será
a da seca, fazendo com que inúmeros municípios ribeirinhos ao “Velho Chico”
sofram com a falta d'água. Seria necessária uma transposição das águas do norte,
das maiores bacias hidrográficas do mundo, onde chove o ano inteiro ou uma
dessalinização das águas do mar,  medida tomada em países do Oriente Médio,
onde água não é problema. Com o fim da seca, muitos moradores teriam como se fixar nos seus
estados e municípios, com suas criações e suas plantações sem pensar em viajar
 para o sul na busca de melhores condições de vida, ou de morte...

Violência urbana,  mais presídios, penas mais rigorosas
Outro grande problema do país atualmente, é o da violência urbana. Há um consenso
entre os criminosos de que a impunidade é sua aliada e que não existe castigo
tão rigoroso que iniba as ações de grupos de extermínio, sequestros, roubos a
pedestres e instituições bancárias, queima de ônibus (em São Paulo o número de
veículos incendiados é assustador).  Mata-se sem qualquer motivo, apenas para fazer
parte da estatística.  O governo, deveria também destinar mais verba para construção
de mais presídios de segurança realmente máxima, onde
a corrupção de policiais seria punida exemplarmente.

Saúde,  uma vergonha para o Brasil
Temos visto, pelo noticiário, que a saúde no país está muito atrasada
em todos os sentidos. Hospitais como o INTO, deveriam existir em todos os
municípios, descentralizando o atendimento, reduzindo a procura além de
atendentes mais qualificados, para que crianças e velhos não sejam mortos por
absoluta incompetência de médicos e enfermeiras formados não se sabe onde nem como!

Olha nós aí: Brasil ganha destaque em revista francesa de economia


por Eli Halfoun
“Brasil: o país onde todos devemos estar” - essa é uma das frases destacadas no texto da reportagem que a revista francesa “Challenge”, especializada em economia, dedica ao Brasil em sua última edição. A reportagem fala das oportunidades de investimentos no Brasil. A capa é ilustrada com uma foto da presidente Dilma Rousseff envolta em nuances verde e amarela. A revista também está recheada de anúncios brasileiros e muita gente acredita que a digamos homenagem ao Brasil é resultado do investimento feito com os anúncios. Pode até ser, mas de qualquer maneira é a economia brasileira mostrando sua força ao mundo. Resta saber se o mundo realmente acredita. Deve acreditar até porque do jeito que anda a economia no exterior não há muito do que duvidar em relação ao Brasil. (Eli Halfoun) 

Domingo é dia de loura...

Reprodução. Foto Marcos Serra Lima/Paparazzo
por Omelete
Luize Altenhofen, fotografada por Marcos Serra Lima, está no novo ensaio do Paparazzo. A atriz e modelo, que gosta de esportes, recentemente participou do reality Nas Ondas do Rio, do programa “Esporte Espetacular”. Veja mais, clique AQUI

Homenagem que Niemeyer não pediu...

por JJcomunic
Péssima ideia. O deputado Chico Alencar lança a campanha para que a Esplanada dos Ministérios passe a se chamar Esplanada Oscar Niemeyer. Até a ditadura, cujos generais ainda batizam cidade, pontes etc e plantaram um horrendo mastro de bandeira, não ousou nomear com apadrinhados avenidas, quadras e superquadras.Dizem que Niemeyer e Lucio Costa, criadores da cidade, detestavam o risco de ver suas concepções servindo a promoções pessoais. A ideia é de jerico, por dois bons motivos. Brasília em si já é a maior homenagem ao genial arquiteto; e a "boa causa" vai servir apenas para abrir a porteira de homenagens indevidas. Aguardem Avenida Sarney, Eixo Tancredo, Superquadra Curió, Asa Norte Sergio Fleury, Asa Sul Ulysses, Jardim Marina Silva, Torre Joaquim Roriz...

sábado, 5 de janeiro de 2013

Lar, doce lar... Vocês não vão acreditar, mas eu já morei num hospício...


por Nelio Barbosa Horta (de Saquarema)
Dizem que de músico, poeta e de louco, todos nós temos um pouco... será?  Em 1934,  do século passado, eu ainda não era nascido,  mas minha família acompanhou o suicídio do compositor Ernesto Nazareth, encontrado numa cachoeira  próxima da Colônia Juliano Moreira, com a água passando sobre sua cabeça  e cujas mãos pareciam estar executando alguma composição inédita. Nazareth era um dos internos da colônia.
Nos anos 40, quase todas as famílias pobres daquela  época enfrentavam grandes dificuldades financeiras, e, por consequência, a moradia era dos maiores problemas. Meu pai, que trabalhava num Cassino, ficou desempregado quando eles foram fechados e sempre que se fala em Cassino, o primeiro nome que vem à mente é o Cassino da Urca, pela sua beleza, luxo e glamour. Os Cassinos no Brasil foram fechados pelo decreto-lei 9215, de 30 de abril de 1946, do presidente Eurico Gaspar Dutra. Meu tio, que eu só conhecia por tio Antonico e que era casado com a irmã da minha mãe,  Maria Luiza, havia sido nomeado Administrador da Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá. A família dele, minha tia e oito filhos, lembro das minhas primas, Licinha, Carmita e Esther, e dos primos  Antônio Jorge, Henrique Aristarco também chamado de “garoto”, Walter, Paulo e Oswaldo.
Eles moravam  numa  linda casa na própria Colônia, e sabendo das dificuldades que meu pai enfrentava, na busca de um lugar para morar, ”tio  Antonico”, ofereceu um anexo, nos fundos,  para que nós morássemos durante o tempo que ele fosse administrador.  O anexo era pequeno, quarto, sala, cozinha e banheiro, mas meu pai aceitou imediatamente e a nossa família ficou  em paz e ”acomodada”. Minhas irmãs e eu, dormíamos na sala, onde cohabitava uma enorme quantidade de baratas. Havia,  no forro da casa,  uma abertura  por onde, à noite, principalmente no verão, todas as baratas do mundo voavam  em vôo rasante, sobre nós, aterrissando nas nossas cobertas. Uma de minhas irmãs ficou  tão traumatizada com a quantidade de baratas,  que  precisou fazer um tratamento  psicológico no Samdu da época.  Ela passava as noites em claro com medo das ”voadoras.”
 Meu pai também trabalhava como revisor  no Jornal do Comércio, cujo horário de fechamento era à noite e ele só chegava em casa, isto é, na “Colônia“,  de madrugada. Ia de bonde. A Colônia só abria os portões, às 6 horas da manhã, de sorte que meu pai tinha que esperar três horas para poder entrar em ”casa”.
Para passar o tempo, ele conversava com alguns internos, que, acordados, ficavam na grade, do lado de dentro falando com meu pai, do lado de fora.  Alguns falavam do abandono das famílias, outros que eram jogadores de futebol e cantores famosos e que só estavam ali por “engano“ dos médicos e dos familiares.  Havia um que pedia segredo ao meu pai, para que não revelasse a ninguém, mas ele era o ”Francisco Alves, o Rei da Voz”.  Em seguida, estufava o peito e abria a voz  de madrugada,  estridente e desafinada, uma agressão aos ouvidos da vizinhança e ao verdadeiro Rei da Voz.
Os internos, naquela época, faziam serviços na casa do meu tio e tinham os seus “negócios”, isto é, vendiam doces, balas, fogos de São João na vizinhança e faturavam  uma  graninha, muito pouco, mas que dava para as suas despesas mais urgentes. Já naquele tempo, os ”garotos da rua” se aproveitavam da ingenuidade dos internos e pagavam as compras que faziam com tampinhas de cerveja e refrigerantes, que eram achatadas nos trilhos pelos bondes. Eles garantiam  aos internos que era dinheiro e,  eles, coitados,  acreditavam...
Por mais incrível que pareça, e apesar das dificuldades financeiras, nunca tivemos informação de qualquer tipo de violência na Colônia, daquela época, contra quem quer que fosse.  A administração do meu tio, parece, foi bem recebida por todos os internos e familiares que, agradecidos, elogiavam e falavam da direção bem sucedida onde todos os internos eram tratados com respeito e dignidade.
(Nelio Barbosa Horta)

Memórias da redação: Aconteceu no...


Previsões: apenas uma maneira de fazer leitores ficarem otimistas
por Eli Halfoun
Acredita em previsões quem quer e geralmente crê porque é uma maneira de abastecer-se de otimismo e esperança em relação ao futuro e até ao presente. Nunca acreditei em previsões astrológicas, numerologia e outras crendices que ajudam a vender jornais e revistas e fazem muitos “adivinhões” rechearem as carteiras com “consultas” pagas a peso de ouro. Minha descrença não é apenas porque sou mais um dos muitos céticos que se espalham pelo mundo: não acredito porque sei como previsões de jornais e revistas são feitas. Durante muitos anos fui o “astrólogo” substituto do jornal Última Hora quando editava o segundo caderno e o astrólogo oficial não enviava as previsões.  Como o espaço precisava ser preenchido, lá ia eu preparar o horóscopo do dia seguinte sempre com a preocupação de copiar o estilo do astrólogo titular e de não carregar de pessimismo nas previsões dos signos dos amigos e colegas de redação. Nosso astrólogo oficial era o falecido professor Raji, um realmente estudioso (professor de verdade) da astrologia, mas que mesmo assim não tinha condições de prever o destino de milhares de leitores. Na revista Amiga, repeti a dose de adivinhações criando as previsões feitas por pais de santo (depois os jornais populares copiaram) sempre com a preocupação de não deixá-los falar demais prevendo situações desagradáveis. Fazíamos também previsões gerais tipo “vai morrer uma pessoa famosa” (sempre morre), “as chuvas castigarão alguns estados no verão (sempre castigam) e outras tantas previsões que na verdade são apenas repetições do cotidiano. Embora revistas especializadas em astrologia e previsões apareçam aos montes todo final de ano, quem se der ao trabalho de consultar o que disseram as revistas antigas perceberá que é sempre e tudo a mesma coisa. Talvez por isso mesmo a televisão esteja abrindo mão de fazer previsões em seus programas jornalísticos ou de variedades. Ninguém que não sejam os políticos que continuar enganando o povo. 
Sem crença mas com bom humor
Quem não acredita (não são poucos) precisa respeitar os que acreditam e levar tudo com bom humor. Foi o que fiz quando um amigo também jornalista insistiu em levar-me a um pai-de-santo que leria o meu destino nos búzios. Fui lá e quando entrei na sala em que as consultas eram realizadas, o pai-de-santo colocou a mão na testa (dele é claro) jogou os búzios e mandou essa:
“Não vejo você com nenhum problema”.
 Não resisti e mandei a minha:
“Não vê porque é cego. Eu entrei puxando a perna”
(sequela de um AVC que tive aos 26 anos e que carrego até hoje). (Eli Halfoun)

Vendedoras de porta em porta estão deixando as mulheres de “pernas pro ar”


por Eli Halfoun
Os tempos mudaram mesmo: até recentemente mulheres só vendiam de porta em porta cosméticos, acessórios de beleza, utilidades domésticas e roupas. Agora está aumentando o volume de vendas (e de vendedoras) que oferecem de porta em porta os chamados brinquedinhos eróticos para, como dizem as vendedoras, “apimentar a relação”. O surgimento de novas e especializadas promotoras de vendas não acontece somente porque os casais estão ficando mais espertos e liberais. As vendas também foram impulsionadas pelo sucesso dos filmes “De Pernas Pro Ar” que estão até funcionando como modernos filmes educativos sexuais. (Eli Halfoun).

Tabelinha milionária vai tirar o Maracanã da boca do povo


por Eli Halfoun
Todo mundo sabe que a milionária reforma do Maracanã foi bancada com o dinheiro de nossos impostos, mas como sempre a população não será a maior beneficiada: duas empresas privadas é que deverão ficar numa boa explorando o estádio e o povo. Embora o arrendamento do Maracanã vá depender de concorrência, é possível adiantar quem ficará com o melhor pedaço do bolo: acredita-se que nenhuma empresa terá condições de concorrer contra a sociedade armada pela IMX de Eike Batista e a construtora Odebrecht. Em outras palavras: mais uma vez nós é que teremos de pagar muito para que eles tenham muito lucro. (Eli Halfoun)

Não é mágica: mesmo elenco faz o mesmo espetáculo em dois teatros diferentes


por Eli Halfoun
A estréia da competente escritora Thalita Rebouças no teatro, com a adaptação de seu primeiro livro (“Tudo por uma Pop Star”), está inaugurando uma boa novidade: o espetáculo será apresentado na mesma temporada e pelo mesmo elenco em dois diferentes espaços, um no Teatro Clara Nunes, na Gávea, Rio e outro no Centro Cultural João Nogueira, no Méier. Para que isso possa acontecer foram criadas cópias dos cenários que ficarão montados nos dois espaços para que evidentemente o elenco se apresente em dias alternados. É sem dúvida uma inovadora forma de atrair mais público sem fazê-lo deslocar-se por longas distâncias, o que, dependendo do espetáculo, pode ser apenas e lamentavelmente perda de tempo. (Eli Halfoun)

Mulheres entram na briga para tirar Dilma da Presidência da República


por Eli Halfoun
Se quiser reeleger-se para a Presidência da República (analistas políticos acreditam que é barbada) Dilma Rousseff terá de enfrentar pelo menos duas outras candidatas femininas. Não há ainda confirmação, mas já se fala que Marina Silva pode ser, com seu novo partido, uma das concorrentes da presidente Dilma. A outra seria a ex-deputada Luciana Genro (filha do governador do Rio Grande do Sul Tasso Genro) pelo PSOL que já teve (em 2005) Heloisa Helena como candidata. Agora Heloísa tentará reeleger-se senadora. E pensar que houve tempo em que se dizia que política não era coisa de mulher. Agora elas é que estão dando também as cartas politicamente. (Eli Halfoun)

Que país é esse?


por Eli Halfoun
Legalmente não há, pelo menos por enquanto, nenhum impedimento, mas mesmo assim é muito estranho que o deputado José Genoíno (até recentemente apenas um suplente) tenha a coragem (ou seria cara de pau?) de tomar posse em um cargo do qual será cassado não demora muito. Episódios desse tipo (e muitos ainda virão) só fazem aumentar na população a desconfiança de que, como tudo nesse país, o julgamento do mensalão corra o risco de terminar em pizza. Não se pode negar que a presença de Genoíno na Câmara dos Deputados em Brasília, muito bem acompanhado de sua bonita filha Mariana, mostra o quanto os condenados no mensalão não parecem envergonhados de nada. Nem ruborizados ficam. Por mais que se diga inocente, José Genoíno é um condenado que continua circulando livremente e querendo o emprego que diz ter conquistado nas urnas com o voto de eleitores certamente bastante desavisados. Será que outro qualquer condenado comum sem prerrogativas políticas pode pleitear seu emprego de volta e continuar andando por aí livremente?
Enquanto o julgamento do mensalão não for transformado em realidade, a população, que nada entende de firulas judiciais, terá todo o direito de acreditar, como, aliás, sempre acreditou que nesse país a Justiça não funciona que tarda e falha e que é muito mais cega do que parece. (Eli Halfoun)

Erotismo marca a história dos livros em 2012


por Eli Halfoun
Quem gosta de fazer estatísticas não deve esquecer que 2012 pode ser lembrado com o um ano editorial "erótico" por conta do sucesso dos livros “50 Tons de Cinza”, de E.L. James, que vendeu 57 milhões de exemplares no mundo. Nesse total, o Brasil colaborou com o consumo de cerca de 600 mil livros. Na esteira de “Tons de Cinza” vieram outros livros eróticos de sucesso entre os quais “Toda Sua” e “Profundamente Sua”, de Sylvia Day que vendeu, de saída, 120 mil exemplares por aqui. O novo ano promete mais leitura erótica: em maio será lançado mais um livro da série “Pra Sempre Sua”. Pelo visto estamos mais lendo do que fazendo ou fazendo mais com novos incentivos. (Eli Halfoun)

A chuva e a seca carregam tudo. Só não levam a esperança


por Eli Halfoun
A chuva é nova, mas a história é antiga: todo ano se repete com o temporal que desaba em janeiro. Todo mundo sabe que mais dia menos dia a tragédia virá porque nada se faz para impedir que ruas alaguem, casas caiam, pessoas que nada tem fiquem com menos ainda. É impressionante como a natureza é mais cruel justamente com os mais indefesos: a mesma chuva que mata e provoca estragos quase sempre irrecuperáveis em locais que parecem esquecidos pelas autoridades e até por Deus é a que o ano inteiro faz falta no nordeste e também mata deixando um rastro de miséria que, como a tragédia das enchentes, leva qualquer um às lágrimas. Não se tem feito muito (na verdade quase nada) para impedir que a história se repita no sul, no sudeste, no norte ou no nordeste. Ninguém pode impedir a ação da natureza, mas é perfeitamente possível pelo menos tentar impedir que essa mesma natureza que nos alimenta também nos mate. Se entra ano sai ano a história é sempre a mesma e se todos sabem disso deveriam saber também que um trabalho de proteção e de prevenção deveria ser realizado o ano inteiro (acelerado em dezembro) para impedir que vidas já sacrificadas sejam carregadas morro abaixo e se transformem apenas em um amontoado de lixo, que é, aliás, como essa pobre e grande parcela da população é tratada há anos. Seja no excesso de água ou na tragédia da seca a única coisa que ainda resiste é a esperança de pessoas que no peito e na raça aprenderam a recomeçar e a jamais perder a esperança. Esperança ajuda, mas não é solução. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Deu na Vejinha: Manchete desaconteceu e virou bar temático no Estácio

Reprodução: Veja Rio
"Nós viemos aqui pra ler revista ou pra tomar um chope?". A frase cai bem, como o chope gelado, no Bar Manchete inaugurado no Estácio, perto da antiga sede da revista na rua Frei Caneca. É decorado com capas da Manchete. Deu na Vejinha, Rio.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

"Atuar é estúpido". Frase de Jennifer Lawrence à Vanity Fair...

por JJcomunic

A atriz de "Jogos Vorazes", Jennifer Lawrence, está na capa da Vanity Fair. Na entrevista, ela vai na contramão da vaidade e da arrogância de muitas estrelas, até de baixa luminosidade, e declara que "atuar é estúpido". E deixa bem clara a importância que atribui às figuras que movem a indústria do entretenimento.
"Por que eu seria arrogante? Não estou salvando a vida de ninguém. Médicos salvam vidas. Eu estou fazendo filmes."


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ô, STF, acelera!

E aí, excelências? O Brasil aguarda que o STF monte operação especial, de super emergência, para adiantar o velho processo do mensalão tucano. 

Para investidores, trem bala brasileiro vai entrar nos trilhos...

Por algum estranho desígnio, a midia faz campanha contra o trem bala, embora em um país de dimensões continentais com o Brasil, seja  item de infraestrutura indispensável. Veja-se o caso da China que em cinco anos mais do quwe triplicou sua rede. Investidores internacionais, que costumam olhar menos para a oposição política e mais para resultados concretos, já se preparam para embarcar no megaprojeto do trem de alta velocidade.. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Rio brilha com os fogos e no brilho de seu povo

por Eli Halfoun

O Rio tem sem dúvida uma nova atração para fazer o turismo literalmente brilhar: a queima de fogos em Copacabana é hoje um evento importante no imenso calendário festivo de uma cidade que, quando quer e o povo deixa, sabe ser realmente maravilhosa. Muito mais do que o colorido espetáculo de fogos que faz o céu ficar ainda mais iluminado o que atrai a multidão (2 milhões e 300 mil pessoas segundo cálculo da Polícia Militar) é possibilidade de ter e fazer uma festa coletiva vestido do jeito que bem entender e por mais cheia que a praia esteja com espaço para extravasar e tentar ser feliz o ano inteiro. Economicamente a queima de fogos também ajuda a encerrar o ano com mais (muito mais) arrecadação para o município que precisa ter mais para gastar e melhorar a vida dos cidadãos durante os 365 dias do ano. Calcula-se que cada turista gasta em média 200 dólares por dia fazendo aumentar também o número de trabalhadores que pelo menos no último dia do ano conseguem levar mais dinheiro para casa. O balanço da Prefeitura é positivo, embora alguns ajustes ainda precisem ser feitos. A passagem de 2012 para 2013 foi sem dúvida a mais bela das festas que vem acontecendo nos últimos anos em Copacabana. O entusiasmo e a esperança do povo que se amontoa no território livre e de areia da praia podem permitir fazer que no futuro os fogos nem sejam tão necessários para fazer a festa brilhar. Até porque quem faz a festa realmente colorida de alegria e brilho é o povo. (Eli Halfoun)

Retrospectivas nos fazem voltar ao passado. Que tal pensar só no futuro?

por Eli Halfoun

O final do ano sempre chega recheado de retrospectivas nos jornais, revistas e televisões. Faz parte de uma espécie de pauta fixa da mídia juntamente com as muitas e chatas relações de melhores do ano nisso e aquilo. É eu sei uma maneira de ocupar espaço em uma época em que por conta das férias, não acontece muita coisa. Como repórter, redator e editor fiz muitas retrospectivas ao longo de meu trabalho jornalístico, mas confesso que sempre tive enorme má vontade com esse tipo de retrocesso, que é exatamente o que as retrospectivas são porque nos fazem andar pra trás quando o futuro caminha parra frente. Nunca me entusiasmei com essa pauta que na maioria das vezes nos faz lembrar notícias e momentos que queremos e precisamos esquecer. Como não dá para acreditar em bola de cristal e muito menos em previsões (existem e aparecem de todos os tipos) o passado nada criativo continuará sendo o assunto do presente a cada final de ano. Até que aprendamos a perceber que o que passou, passou e o que realmente importa é o que vem por aí. Afinal o passado escreve história, mas é o futuro nos enche de esperança. (Eli Halfoun)

Roberto Carlos Especial: antes só do que mal acompanhado

por Eli Halfoun

Roberto Carlos ainda é a atração maior da programação especial que as emissoras de televisão preparam (ou fingem preparar) para o final do ano. Roberto sempre foi o trunfo maior da Globo que por isso mesmo o guarda a sete chaves com um contrato de exclusividade que vigora há mais de 30 anos. Desde que RC virou a atração maior entre os especiais da Globo muitos diretores passaram pelo programa e cada m tentou inventar uma novidade como se o cantor realmente necessitasse de molduras desnecessárias. Levou tempo até que a emissora percebesse que Roberto Carlos só precisa entrar no palco e cantar, fazer um recital que é exatamente o que o público espera. No recente especial exibido no dia 25 de dezembro (a data é proposital porque representa um presente de Natal para o público) o diretor Monjardim teve a sensibilidade de deixar Roberto apenas cantar sem estar emoldurado por malabarismos visuais que só cabem em shows circenses. Nos próximos especiais tenho certeza de que até outros cantores (geralmente convidados como coadjuvantes para permitir que RC cante músicas que não são de seu repertório) serão dispensados. Afinal, um recital especial de Roberto Carlos só precisa de uma coisa: Roberto Carlos. (Eli Halfoun)

Rio brilhando. É 2013!

As luzes do Ano Novo, visto do Copacabana Palace. Um Bom 2013 para todos!
Veja o vídeo.

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

De STF a SMF: a Suprema Mala Federal...


Imagens reproduzidas de O Globo

Na bem-humorada enquete Mala do Ano, promovida pelo colunista Arthur Xexéo entre os leitores do Globo, os votantes não perdoaram: deu STF na cabeça. Ricardo Lewandowski em primeiro lugar, Joaquim Barbosa na segundona e
 e Toffoli em terceiro.