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sexta-feira, 3 de julho de 2009
Fotografia em Revista
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Uma atriz de várias faces

“Luz, câmera, ação”, pra que ela se transforme. Seja numa dançarina de pole dance como a personagem Alzira que interpretou em de Duas Caras, de Aguinaldo Silva, numa executiva como a Dafne de Caras e Bocas, de Walcyr Carrasco ou em femme fatale ao ser clicada para um ensaio fotográfico para uma revista semanal. Com este penteado e este modelito preto, vocês hão de concordar comigo que ela arrasou na performance. O responsável pela transformação é o maquiador das celebridades Alê de Souza que também está de parabéns. (Foto/Isto é Gente/Divulgação)
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Um minuto
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Até breve, pessoal!
Imprensa observada
O programa Observatório da Imprensa (TV Brasil), do jornalista Alberto Dines, permanece como boa opção para uma análise da chamada imprensa comercial, a grande mídia. Atualmente, os leitores se expressam através de blogs, twitters, sites de relacionamento ou em pesquisas interativas (na foto, a pergunta e o resultado sobre a polêmica do fim do diploma para jornalistas) como essa do Observatório. Mas os debates conduzidos pelo Dines são esclarecedores - mostram os acertos mas não escodem as distorções, interesses à frente da notícias e omissões -, e devem complementar essa nova postura do leitor, a de não comprar a notícia sem examinar a embalagem...
terça-feira, 30 de junho de 2009
Rogério Reis e Walter Firmo: dois craques da fotografia

Duas exposições essenciais. Ambas no Centro Cultural Correios, Rio, de hoje a 2 de agosto.
“Av.Brasil 500, de Rogério Reis, é descrita como “uma viagem às ruínas da antiga sede do Jornal do Brasil”. Um dos blocos reúne trabalhos do fotojornalista em coberturas como a campanha da Anistia e Diretas-Já. O outro, é um registro emocionado das ruínas do prédio que sediou o Jornal do Brasil durante 29 anos. Na foto de divulgação (de André Arruda), Rogério Reis revisita os escombros da antiga redação do JB.
· Oropa, França e Bahia”, de Walter Firmo, fotógrafo que foi da Manchete, é o produto, como diz o texto de apresentação da exposição, “do aleatório”, “de portar sobre o peito uma câmera fotográfica com a biruta solta para um vento, venha de onde vier”.
É auspicioso?

Auspicioso deve ser a palavra mais usada na novela da Glória Perez. Vou tomá-la emprestado aqui.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O fabuloso Arquivo da Manchete


Deu na primeira página do Globo de ontem: foto de Tom e Vinicius, provavelmente no terraço da casa do Poetinha, acho que no Jardim Botânico. O Globo usou a imagem (e creditou como do Arquivo Fotográfico Bloch Editores) para ilustrar uma reportagem sobre o afastamento de 13 diplomatas do Itamaraty, quando era ministro do Exterior o Magalhães Pinto, por ordem da ditadura, em abril de 1969, há 40 anos. Vinicius estava entre os cassados. Entre tantas, foi mais uma brutalidade da "milícia" civil e militar que mandava na época. Melhor para o país, que ganhou um poeta em tempo integral. Mas quero falar da foto. Roberto Muggiati, que foi diretor da revista Manchete, comentou sobre isso: "Não sei se são da mesma série daquela foto de grupo da MPB famosa, feita pelo Paulo Scheuenstuhl, mas com certeza foi feita no mesmo local", disse, referindo-se à reprodução da famosa foto da turma da bossa nova que está no livro "Aconteceu Na Manchete" (Editora Desiderata) e que documenta uma reunião dos maiores nomes da MPB no exato local. Provavelmente, a foto que o Globo mostra foi feita no terraço, mas não é da mesma série. Dá pra ver que Tom e Vinicius não estão com a mesma roupa. Infelizmente, o crédito não registra o autor da foto. São imagens que fazem parte do acervo da editora e que hoje integram o patrimônio da Massa Falida da extinta empresa. José Carlos Jesus, presidente da Comissão de Ex-Funcionários da Bloch Editores, diz esperar que a publicação da foto ajude a chamar atenção para o leilão do acervo, ainda sem data marcada, mas previsto para se realizar em breve. A importância cultural e jornalística do arquivo da Manchete é incalculável. Imagens em cores e preto e branco guardam o que de mais importante aconteceu no Brasil no século passado. Dos bastidores de movimentos culturais, como bossa nova, cinema novo, tropicália e a era dos festivais a crises políticas, golpes, as épicas coberturas de todos os carnavais, etapas detalhadas da construção de Brasília, guerras, Amazônia, moda, comportamento, Copas e Olimpíadas. Hoje, as revistas de celebridades estão na moda, mas Manchete, Amiga e Fatos & Fotos já faziam uma cobertura de personalidades (estão lá, de todas as épocas, Leila Diniz, Maysa, Garrincha, Roberto Carlos, Tom Jobim, Pelé, Elis, Jardel Filho e tantos outros). A qualidade do acervo é avalizada por muitos livros recentes que retratam gente ou acontecimentos dos anos 50 a 90 e que recorreram diretamente às fotos ou às reproduções desse material. Torço para que, após o leilão, esse fantástico arquivo fique em mãos competentes, que dele façam bom uso e, principalmente, não o deixem fechado em caixas. Que levem ao público através de livros, exposições etc a riqueza cultural ali registrada. O Rio - especialmente, que sediou a Manchete - e o Brasil merecem o resgate desse tesouro. Créditos (Arquivo Fotográfico Bloch Editores): a foto maior, de Paulo Scheuenstuhl, foi reproduzida da edição especial Manchete 45 Anos. A foto menor, da edição do dia 28/6/2009 de O Globo.
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Panis no Chico e Alaíde
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Metrô, Estação Catete
Farah Fawcett: Bela e Sexy para sempre

quinta-feira, 25 de junho de 2009
Michael Jackson 1
A morte de Michael Jackson expôs uma fragilidade da netmídia: a pressa. No fim da tarde, vários portais brasileiros e até uma agência de notícias postaram a informação na correria, na base do quem vai dar primeiro, sem checar a veracidade. Minutos depois, corrigiram. Quase mandam um "foi mal". O cantor estava ainda na uti e não havia confirmação oficial da sua morte. A CNN (na foto) também vacilou. Ou tentou uma certa esperteza. Estampou a informação da morte, explorou o "dies" em maiúsculas, mas se resguardou na segunda linha de caracteres. Deu a notícia mas com um pé atrás. Se não se confirmasse a morte, a culpa - ou "barriga" no jargão jornalístico - estava lá escrito, seria do L.A Times. A internet exige uma velocidade de Fórmula-1 e, para alimentar suas "rotativas" digitais e sair na frente, jornalistas preferem correr risco: teclam, enviam e checam depois. Nesse vai-e-vem, Michael Jackson foi dado como "morto", "ressuscitou" e só "morreu" de vez quase uma hora e meia após a primeira notícia.
Michael Jackson 2
Entre tantos sucessos de Michael Jackson, o vídeoclipe Thriller fica como um logotipo da sua trajetória e uma bizaarra estética dos tais anos 80. Sátira de filmes de terror, o vídeo reuniu um timaço: do diretor John Landis ao arranjador Quincy Jones passando pelo ator Vincent Price. Foi premonitório também. MJ, que virou zumbi na trama do Thriller, encarnaria, anos depois, um fantasma em vida. O lugar-comum "descanse em paz" é mais do que adequado ao ponto final do atormentado astro pop.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Salvaram-se todos
Avião da FAB sofre duas panes elétricas com dois deputados a bordo
Mãos de tesoura
Deu na Contigo
Decisão da 5ª Turma do STJ:
Paris-Rio: duplo olhar
O Rio vai correr
Pasquim 40 anos
Pasquim 40 anos
terça-feira, 23 de junho de 2009
Pasquim 40 anos
Cadê meu Pasquim?

A primeira edição do Pasquim chegou às bancas em 26 de junho de 1969, começou com 20 mil exemplares e, nos bons tempos, alcançou 200 mil. Hoje, no Bar Lagoa, a editora Desiderata lança "Ninguém é Perfeito", de Jaguar; "Edição Comemorativa 40 anos" e "O Pasquim". Capas, entrevistas e relatos da famosa turma estão na trinca de livros. É memória, importantíssima, do jornalismo e do humor brasileiros.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
J.A Barros na mídia










