terça-feira, 8 de abril de 2014

Papa Francisco está estudando inglês e espanhol

por Eli Halfoun
De todos os papas que já comandaram a igreja católica João Paulo I ainda é o que falava mais idiomas: um total de seis, fluentes, incluindo o polonês. O Papa Francisco que já fala italiano, espanhol e um pouco de inglês resolveu ampliar seus conhecimentos e está fazendo um curso de alemão e outro de inglês que resolveu aperfeiçoar depois que recebeu recentemente a visita do presidente Barack Obama. Francisco cumprimentou o presidente americano com um “Welcome, mister presidente”, mas depois conversou em italiano misturando algumas frases em espanhol. Embora saiba um inglês que dá para o gasto preferiu deixar uma tradutora de prontidão ao seu lado. Ela nem abriu a boca, mas prestou muita atenção. (Eli Halfoun)

Mania de chocolate preocupa a presidente na Páscoa

por Eli Halfoun
A Páscoa é a nova preocupação pessoal da presidente Dilma Rousseff que está vendo chegar a hora em que novamente interromperá sua dieta sem carboidratos. A presidente não esconde que é quase viciada em chocolate (muitas vezes acorda no meio da madrugada e come um pedaço) e sabe que receberá muitos ovos e caixas de bombons dos coelhinhos amigos e inimigos.

Enquanto Dilma pensa nos doces chocolates assessores políticos pensam em como resolver o amargo escândalo que envolve a Petrobrás. O que se diz agora nos bastidores do Planalto é que a presidente já vinha colecionando informações sobre as investigações do Tribunal de Contas da União, do Ministério Público e da Polícia Federal sobre a operação Pasadena e como a previsão dos assessores era de que o escândalo estouraria em plena campanha, Dilma resolveu correr todos os riscos imediatamente antecipando a crise na estatal. Foi por isso que fez a nota que quase entornou o caldo. (Eli Halfoun)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Valeska Popozuda adere à campanha contra estupro e de indignação diante da pesquisa que mostrou que muitos brasileiros querem pôr na mulher a culpa de ser vítima de ataques dos tarados. Esses, que pensam assim, são estupradores em potencial. Evite-os.


Metrô- SP processa publicitário por causa de “xaveco”

por Eli Halfoun
Enquanto os usuários brigam por melhores condições no transporte, o Metrô de São Paulo resolveu brigar judicialmente com a rádio Transamérica: está processando a emissora por uso indevido e sem aprovação de seu nome utilizado em um comercial em que um animador fictício chamado Gavião, diz que “trem lotado é bom para xavecar a mulherada” que, aliás, tem sofrido horrores no Metrô paulista. O Metrô diz que não encomendou nada e o criador do comercial se defende garantindo que o anúncio não tem a ver com isso”. Resultado: está perdendo a conta. Deve ter perdido a noção quando “criou” o anúncio. (Eli Halfoun)

Chega de porcarias na internet: reportagens e textos de qualidade serão mais valorizados

por Eli Halfoun
O chamado território livre da internet é, sem dúvida, a melhor fonte de consulta e de informação e por isso mesmo está mais do que na hora de melhorar o conteúdo do que é disponibilizado. Melhorar dependente fundamentalmente dos usuários que alimentam a rede com um hoje ainda discutível conteúdo. Para que as informações virtuais passem a ter maior importância é fundamental buscar qualidade e precisão na informação, ou seja, a internet precisa ficar mais confiável par conquistar respeito e em consequência mais espaço. O criador do Netscape, Marc Andressen acredita que “há uma gigantesca expansão do mercado do jornalismo graças à internet e está convencido de que com tanta porcaria na rede reportagens e textos de qualidade serão ainda mais desejáveis e valorizados. Para Andressen “a audiência está muito concentrada no Google e no Facebook, mas como será daqui a alguns anos?  Surgirão modelos comendo pelas beiradas?”. Em outras palavras: vamos ter mais responsabilidade com o conteúdo postado na rede que se continuar recebendo tantas porcarias, boatos e brincadeiras de mau gosto poderá colocar todo o atual conteúdo na lixeira. Portanto, mudar para melhor (e cada vez melhor) depende fundamentalmente da competência e da responsabilidade de cada um de nós – até porque na internet vale a máxima do “um por todos e todos por um”. (Eli Halfoun)

Romário quer ser senador e trabalha para a volta de Eurico Miranda à presidência do Vasco

por Eli Halfoun
Um dos poucos deputados que assinou a proposta de Jair Bolsonaro para fazer uma comemoração no plenário sobre o golpe militar de 1964 está tão empolgado com a política (não se pode dizer o mesmo de seus eleitores) que decidiu candidatar-se ao Senado. O ex-jogador também se movimenta politicamente na campanha pela volta de seu amigo Eurico Miranda para a presidência do Vasco. A torcida vascaína com a palavra. E os palavrões. (Eli Halfoun)

Vida de cachorro está cada vez melhor com bufês para festas especiais

por Eli Halfoun
Vida de cachorro só é ruim para gente. A cachorrada de estimação está merecendo cada vez mais cuidados e atenção de seus apaixonados donos. A nova onda pet são as parcerias com grandes bufês para festas de animais. Os bufês especializam-se ns criação de comidinhas e até drinques para super-festas. Não é só: tanto no Rio quanto em São Paulo cães e gatos de estimação estão merecendo cuidados especiais em lojas famosas (principalmente em shoppings) que separam locais reservados para que os animais esperem mais confortavelmente que seus donos façam compras. Do jeito que está não demora muito os donos é que ficarão em espaços reservados para que seus cães possam ir às compras. (Eli Halfoun)

“Em Família” tem muitos assuntos para discutir com a família brasileira

por Eli Halfoun
Faz parte do esquema de novelas (e os autores seguem a risca) incluir assuntos que promovam discussões e sejam bons exemplos. “Em Família” não foge da fórmula e embora ainda sem muita repercussão coloca em discussão assuntos interessantes e importantes: 1) o Mal de Parkinson mostrado através do personagem interpretado por Paulo José que sofre da doença na vida real está servindo para acabar com alguns tabus e mostrar que vítimas do mal de Parkinson devem ser tratadas com naturalidade e que podem (devem) levar uma vida produtiva normal mesmo sabendo que sofrem de um mal sem cura. Na verdade quem convive com portadores da doença é que precisa aprender a conviver com eles sem exagerados cuidados e com a máxima naturalidade como faz a família de Helena e Virgílio; 2) outro tema que promete necessárias discussões é o do envolvimento de Clara (Giovana Antonelli) e Marina (Tainá Muller. Envolvimentos afetivos femininos já são praticamente normais na sociedade e precisam ser aceitos sem muitas restrições e preconceitos e não só da parte das envolvidas; 3) outra doença também está como alerta na novela. É a de Cadu mostrando a necessidade de fazer sempre exames preventivos que ainda é a melhor forma de evitar que as doenças apareçam e se agravem.  4) O alcoolismo de difícil tratamento também está sendo colocado na novela e tratado com apoio do AA que é uma espécie de bloqueador para os que não sabem e não conseguem livrar-se da bebida, que é inclusive o mais difícil tratamento de dependência química: depende muito mais do paciente do que de qualquer outra coisa, mas o apoio de familiares ao tratamento é fundamental como mostra a personagem Luisa; 5) o galpão que Laerte e Verônica transformaram em centro cultural é um bom exemplo para os governos de todos os estados e municípios. Não existem números oficiais, mas é válido prever que, por exemplo, o Rio (tanto município quanto estado) tem dezenas de galpões abandonados e que seriam de grande utilidade se houver um esforço geral de transformá-los em galpões de arte. A arte é a mais bela maneira de tirar quem que seja dos caminhos que até agora só tem tido a violência como péssimo exemplo - um exemplo inútil e criminoso. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 31 de março de 2014

Um dia de silêncio em homenagem às vítimas da ditadura

Na últimas semanas, a mídia produziu uma grande quantidade de reportagens, entrevistas e publicou ou republicou fotos e recorreu a filmes que ajudam a contar a história do golpe de 1964. Foram anos de chumbo e sangue a partir do fatídico 31 de março de 1964, há 50 anos. Muito se contou e muito há o que revelar. Um pesado tapete ainda encobre o lixo histórico deixado por personagens civis e militares que se apoderaram do país. Este blog silencia por 24 horas em memória das vítimas dos assassinos de 1964. Naquele dia, não foi apenas a democracia que sucumbiu. No mesmo instante em que instituições da República foram ocupadas, uma pena de morte coletiva, que seria cumprida ao longo das décadas seguintes, selava o destino de centenas de brasileiros, talvez milhares de jovens, em casos que arquivos destruídos esconderam da História ao fim da ditadura civil-militar. Que as próximas gerações transformem a data de hoje em uma dia de agradecimento aos brasileiros que deram suas vidas e sacrificaram sua juventude e suas famílias pela Liberdade. Aos que foram perseguidos, exilados, presos e torturados, ao que pereceram na luta, a nossa homenagem.  

domingo, 30 de março de 2014

Livros gratuitos. É só baixar da web...

1. Como escrever para a web (Guillermo Franco)

02. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)

03. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)

04. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)

05. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)

06. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)

07. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)

08. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)

09. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)

10. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)

11. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)

12. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)

13. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)

14. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)

15. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)

16. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)

17. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)

18. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)

19. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)

20. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)

21. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)

22. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)

23. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)

24. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

25. Publicidade e consumo nas sociedades contemporâneas (Samuel Mateus)

26. Criação, proteção e uso legal de informação em ambientes da www (diversos autores)

27. Design Thinking (Maurício Vianna, Yasmar, Isabel K. Adler, Brenda Lucena e Beatriz Russo)

28. Design Livre (Instituto Faber-Ludens)

29. Design, empresa, sociedade (Paula Landim)

30. Marketing de guerra (Al Ries e Jack Trout)

31. Os 8 Ps do marketing digital – capítulo 1 (Conrado Adolpho)

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Mariana Ximenes é a capa da Vip de abril. Posou no Vidigal. É a bela da laje...


Foto Alê Duprat. Divulgação

Foto Alê Duprat. Divulgação
(da Redação)
A atriz Mariana Ximenes, que vive na TV a Aurora da novela Joia Rara, é a capa da VIP. Ela posou para ensaio de Alê Duprat na laje  em plena comunidade do Vidigal, no Rio. Mariana participa de um propjeto social do artista plástico Vik Muniz, que mantém, oficina de arte para os jovens do Vidigal.

Vai ter Copa!!!! É a torcida brasileira quem quer jogo, diversão e emoção. Vai encarar? Veja este anúncio...





por Eli Halfoun
Mesmo quem ainda torce o nariz para a nossa ótima publicidade não pode deixar de reconhecer que nossos publicitários têm sido muito criativos na realização de anúncios que giram em torno da Copa do Mundo, o tema que agora vale pra qualquer coisa e qualquer produto. Na busca de torcida e esperança para a conquista do hexa, o anúncio do Itaú é em imagens e som um hino de entusiasmo que revela com um colorido todo especial a alegria da esperança que é marca registrada dos brasileiros sempre otimistas. O “mostra tua força, Brasil” que está na primeira frase do hino composto para o anúncio de Itaú serve não só para o futebol, mas também para tudo o que o país ainda precisa mostrar e conquistar. O Brasil é colorido e otimista como o anúncio e é isso principalmente que transforma o comercial e um dos melhores entre os muitos exibidos ultimamente. O Brasil precisa mostrar sua força na torcida, nos jogos e principalmente em todos os momentos da vida.  A alegre corrida para o futuro representada no anúncio é uma corrida que os brasileiros estão vencendo todos os dias na conquista maior da taça do troféu da vida. (Eli Halfoun)
VEJA A SUPERPRODUÇÃO DO ITAÚ PARA A COPA 2014, CLIQUE AQUI

O Brasil conservador mostra sua cara, a intolerância avança e faz vítimas

(da Redação)
A pesquisa a que se refere o jornalista Eli Halfoun no texto abaixo é preocupante. O Brasil vem dando sinais de uma estranha guinada à direita conservadora. "Marchas da Família", manifestantes fascistas e saqueadores que impedem os demais cidadãos de irem às ruas para protestos democráticos, incentivo a linchamentos, ataques a homossexuais, sites que incentivam "encoxadores" a molestarem mulheres no metrô de São Paulo, demonstrações de racismo etc. As motivações por trás de tais atos são as mais diversas, desde fundamentos do moralismo religiosos até interesses eleitorais como os do protesto racista contra médicos cubanos, em Fortaleza, incentivados por políticos e instituições de classe, sem classe alguma, machismo ou bandidagem mesmo. Há partidos políticos impulsionando a intolerância, há programas de TV aconselhando o público a fazer justiça pelas próprias mãos e, agora, essa surpreendente pesquisa que recolhe opiniões de anormais segundo as quais a mulher é provoca o estupro ao se vestir "sensualmente". Aparentemente,  a pesquisa ouviu apenas dois tipos de pessoas: estupradores em potencial (cuidado se você tiver um em casa) e religiosos fanáticos e deformados. O que é quase que a mesma coisa.

Estupradores potenciais tentam culpar a mulher, em pesquisa discutível. Cuidado com eles!



por Eli Halfoun
Nos últimos dias uma discussão tomou conta do pedaço desde que foi divulgada pesquisa segundo a qual muitas pessoas  dizem que "as mulheres incentivam os estupros com a maneira sensual de se vestir". O resultado da pesquisa é sem dúvida discutível e de certa forma tenta transformar as vítimas em culpadas. Estupro é coisa de homem deformado que não aprendeu a respeitar nem seu próprio prazer. É difícil entender como um homem pode ter qualquer tipo de prazer buscando-o a força e sem, qualquer emoção com a fundamental reação feminina que, no estuporo, é apenas de nojo, de dor e de total falta de prazer emocional e sexual. A escolha do guarda-roupa feminino não é motivo para levar ninguém a cometer um ato absurdo. Mulheres vestidas sensualmente têm sido ao longo da história um prazer visual para os homens e não um incentivo para cometer crimes sexuais. Tentar jogar a culpa nas mulheres mostra apenas que ainda somos machistas. Os homens ainda preferem o prazer da conquista, mesmo que nos últimos anos a conquista parta sempre das mulheres que dão o sinal verde quando querem conquistar e fingir que estão sendo conquistadas. As mulheres sempre conquistaram e conquistarão os homens, mas isso não significa que nuas, vestidas sensualmente ou cobertas dos pés a cabeça sejam responsáveis por atitudes animais e não necessariamente masculinas. (Eli Halfoun)

Carolina Dickman mostra no cinema uma personagem “cachorra e sem nenhum caráter”

Carolina Dieckmann no filme "O Julio Sumiu". Foto Divulgação
por Eli Halfoun
“Madá é uma cachorra sem caráter nenhum” - é assim que a atriz Carolina Dickman define a personagem que interpreta no filme “O Julio Sumiu”, de Roberto Berliner. Não é a primeira vez que ela interpreta uma personagem assim. Basta lembrar da Teodora da novela “Fina Estampa”. Com o talento que já mostrou Carolina está pronta para qualquer personagem. (Eli Halfoun)

sábado, 29 de março de 2014

Algumas das capas mais criticadas das revistas americanas... e uma polêmica capa brasileira dessa semana

(da Redação)
O site Global Grind listou nessa semana as capas de revistas americanas mais polêmicas e que alcançaram altos índices de rejeição pelos leitores. Não há levantamento semelhante no Brasil mas, por coincidência, está nas bancas uma dessas capa controversas. A revista Placar vem recebendo críticas por uma capa e entrevista que publica com o goleiro Bruno, ex-Flamengo, condenado por sequestro e assassinato da ex-namorada e mãe do seu filho Eliza Samúdio. Alguns leitores revoltados cometam a reportagem em sites, criticam a revista por dar espaço a um assassino que agora posa de coitadinho, outros já antecipam que ele logo estará na rua e pedem penas mais rigorosas. Outro fala que "todo assassino vira evangélico na cadeia". Isso porque Bruno teria tentado o suicídio e foi "salvo" por uma bíblia. Veja as capas detonadas.

Os fãs de Michael Jackson não gostaram da capa chocante. 

A referência a Jesus incomodou religiosos. 

Essa foi considerada racista. Nela Lebron faz pose de King Kong ao lado da loura Gisele Bundchen. 

O moleque tem 13 anos e não abandonou o peito. Leitores se escandalizaram com a cena. 


Durante o famoso escândalo da estagiária, Bill Clinton posou como a estátua de Lincoln, em Washington. Leitores não gostaram da pose. Muitos acharam que ele está com cara e jeito de quem espera a Monica Lewinski entrar em ação oral.

VEJA MAIS NO SITE GLOBAL GRIND, CLIQUE AQUI


Já no Brasil, a capa da Placar tem provocado polêmica na rede. Leitores dizem que a revista coloca o ex-goleiro Bruno, preso por assassinato, como "coitadinho". 

CNN divulgou que Pelé morreu. A rede pediu desculpas. Pelé está vivo e faturando. Olha ele aí no novo anúncio da Emirates ao lado de Cristiano Ronaldo...



(da Redação)
Pelé e Ronaldo disputam quem é mais famoso em comercial da companhia aérea Emirates. No filme, dois passageiros falam sobre o maior jogador do mundo. Ronaldo sorri, pensa que se referem a ele. Aí aparece Pelé, que era o verdadeiro alvo da admiração dos fãs. Mas em seguida Ronaldo dá o troco; um rapaz mais jovem pede para tirar uma foto ao lado dele e ignora Pelé. 
Pelé, alíás, foi vítima de uma falha da CNN, que noticiou sua morte. A rede pediu desculpas mas não explicou qual foi a fonte da mentira. Como se vê, Pelé, aos 73 anos, está muito vivo e faturando mais do que o jornalista assalariado que divulgou a nota. Que o diga a Emirates.
VEJA O COMERCIAL, CLIQUE AQUI

Abaixo a Copa, a Olimpíada, o Carnaval, a Semana Santa, o São João, a falta de chuva, o excesso de chuva, o Dia de Finados, o Natal, o Réveillon...

(da Redação)
Internamente, diz-se, a Fifa estaria arrependida da política de descentralização das sedes da Copa do Mundo implantada nas últimas décadas. Foi desde gestão do brasileiro João Havelange que, sob o pretexto de difundir o futebol e ampliar suas fronteiras, o maior evento esportivo do mundo passou a incluir como anfitriões países nos quais o futebol não era exatamente uma tradição como Coréia do Sul-Japão, Estados Unidos e África do Sul. Como resultado da sua campanha para internacionalizar ainda mais a FIFA, Havelange orgulhava-se de ter dado à entidade mais países-membros do que a ONU. Aparentemente, essa política tem data marcada para ser encerrada. O motivo, embora seja este o "país do futebol", são os problemas de conclusão dos estádios, a perspectiva de manifestações violentas e a forte campanha contra a Copa empreendida no Brasil. Para a Fifa, é algo inédito conviver com uma rejeição da mídia e da parte da população, segundo pesquisas. É inédita também a contaminação política: o Mundial se transformou em um "programa" de governo, como o Bolsa Família e o Mais Médicos e passou a ser tão violentamente combatido pela dobradinha oposição+mídia como as duas iniciativas sociais citadas. Pelo jeito, manifestantes que vão às ruas com as bandeiras do "Não vai ter Copa" e, vem aí, o "Não vai ter Olimpíada" (a não ser que a oposição vença as eleições e os Jogos passem a ser vistos como uma evento esportivo e não como uma iniciativa do governo), não terão com que se preocupar. Pelo menos, não em relação a grandes eventos no Brasil. As próximas Copas acontecerão na Rússia e, em seguida, no Catar porque já estão contratadas. Mas as seguintes deverão voltar para sedes europeias. Mesmo o revezamento entre continentes, será duvidoso ou talvez extinto. O Brasil virou lição e o risco de ter uma Copa com influência de fatores políticos, estruturais, religiosos, raciais etc, o que deverá acontecer, por exemplo, no Catar, será evitado. Espanha, Alemanha, França, Inglaterra, Holanda, Itália, Dinamarca e Suécia agradecem e serão favoritas invencíveis nas próximas décadas. 
A rejeição à Copa 2014,  intensamente veiculada, deverá ter como consequência extra, segundo avaliação de produtores locais de grandes congressos, shows e competições internacionais, uma certa exclusão do Brasil do calendário de megaeventos mundiais. A maneira como a mídia focaliza a Copa é até risível. Nos primeiros cadernos, com o tal enfoque eleitoral, é pau puro; nos cadernos esportivos, a imprensa se divide entre criticar de leve e exaltar muito já que a Copa rende lucros em projetos de marketing e publicitários e é do interesse do leitor. 
Mas a politização da Copa se traduz até na difusão de notícias infundadas. Na semana passada, publicou-se que a Fifa estava "preocupada" porque o interesse dos torcedores europeus em vir à a Copa estaria baixo. No dia seguinte, o mesmo jornal divulgou uma pesquisa de um instituto internacional demonstrando o oposto. 
Nos próximos anos, coisas como torneios de golfe, competições de hipismo, tênis, esportes de elite etc que acontecem em ambientes onde o povão não entra poderão até resistir, dizem, mas eventos de massa sujeitos a grandes públicos nem pensar. Logo após a Copa, o Brasil vai sediar reunião dos Brics, em Fortaleza, o que já é motivo de preocupação. Mesmo a visita do Papa, a recente, do Francisco, foi alvo de protestos agressivos. Foi tudo muito bem, tudo muito bom, mas convidado para a Copa, o papa argentino preferiu não arriscar. Há até dúvidas se presidentes ou mandatários dos países competidores virão ao Brasil. 
Diante do exposto, pode-se dizer que os manifestantes podem ficar tranquilos. Com exceção da Olimpíada tudo indica que não haverá grande evento no horizonte que motive faixas de protesto. A não ser que invistam contra o Rock'n Rio, o Carnaval, os 450 anos do Rio, o Fashion Week, as festas de São João, o especial de fim de ano de Roberto Carlos, a novela das oito, a falta de chuva, o excesso de chuva, a praia, o Big Brother Brasil, a Semana Santa, o Dia de Finados, as marchas evangélicas, shows de sertanejos, o Natal, o Réveillon...

Você vota em patrão? (parte 2)...



(da Redação)
A comunicação do caos é uma "obra em progresso" na velha midia. Geral mente, os títulos dos jornais são mais reveladores do que parecem. Nos últimos dias, o dólar caiu expressivamente. Aumentou também significativamente a entrada de dólares no país. Mias uma vez, mercado e analistas se surpreenderam já que, segundo eles, com a progressiva restirada de estímulos à economia americana, o Brasil sofreria efeitos diluvianos e o anunciado caos finalmente se instalaria. Outro dia, uma colunistas escreveu, quase orgástica, que a inflação vai dar um salto às vésperas da eleição. Só faltou mandar um ôba! antes do ponto final.
REtomando o foco, uma coisa acaba ajudando a explicar a outra: a pesquisa revela queda na aprovação do governo de Dilma Rousseff. Curiosamente, a Bolsa subiu nos dias seguintes à divulgação dos números. O efeito deixa bem claro quem é, ou quem são, os candidatos do poderoso mercado especulativo. Dilma, aparentemente, não é. A escola eleitoral do aglomerado oposição+mídia+especuladores é a conhecida dupla dinâmica do PSDB-PSB, cujas campanhas são estrategicamente integradas, reunem-se com frequência e combinam o jogo. Quando um governante exerce seu mandato como instrumento do mercado financeiro, dificilmente ele poderá atender a conceitos democráticos como melhor distribuição de renda, mais empregos, educação saúde etc. São itens que interessam à população e que não combinam com juros altos, coisa que o mercado gosta e que vale bilhões para o especuladores, arrocho salarial, corte de empregos público e privados, desinvestimento, privatização de bens publico por moeda podre como foi a política governamental nos anos 90, privatização de universidades públicas, terceirização desenfreada de serviços (um mercado de bilhões e mal fiscalizado), campanhas para o fim da CLT e de muitos dos direitos trabalhistas, entre outras especialidades do "saco de maldades" do neoliberalismo anunciado, caso o povo não defenda nas urnas suas conquistas na última década.  A pouco mais de seis meses da eleição, ainda há muitos brasileiros indecisos, mas os especuladores já escolheram seus candidatos. O "mercado" sabe do que está falando.

Gisele Bundchen ainda é a "glamourosa" preferida dos brasileiros

por Eli Halfoun
Em seu novo estudo sobre marcas, a agência Y&R resolveu incluir um importante levantamento sobre as brasileiras mais “glamourosas” e que inspiram mais confiança. A campeã e ainda é Gisele Bundchen. Em seguida estão Luana Piovani e Aline Moraes, consideradas as mais “glamourosas” para as classes A e B.  O levantamento também cita Fernanda Montenegro, Glória Pires e Regina Casé e Xuxa como as mais confiáveis. Sobrou espaço também para Paola Oliveira, Fernanda Lima e Claudia Leite apontadas como “glamourosas” pela classe C. Um time para não fazer feio em nenhuma etapa. (Eli Halfoun)

Copacabana Palace, investigação policial e dieta inspiram novos livros

por Eli Halfoun
Para preservar a história do hotel Copacabana Palace e protestar contra a ideia de incluir a marca Belmond ao nome mundialmente famoso, José Eduardo Guinle prepara um livro contando episódios surpreendentes sobre o Copa, incluindo o que acontecia na famosa boate Meia Noite, que recebeu muitas personalidades entre as quais Marlene Dietrich. Com o livro, José Eduardo Guinle quer preservar a história do hotel de sua família. O Copacabana Palace faz parte da história do Rio e do Brasil.
Livro também é o que promete o deputado e ex-delegado Protógenes Queiroz. Dessa vez vai falar sobre a “Operação Perestroika”, realizada em 2006 quando se investigou suspeitas de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha envolvendo o Corinthians e a turma da MSI. Nesse quesito o Brasil já tem doutorado.

O livro do momento é “Confeitaria Dukan” do médico francês Pierre Dukan que criou a dieta da moída adotada por celebridades como, por exemplo, Jennifer Lopez, Kate Midlleton e Penélope Cruz. A dieta tem, como tantas outras, restrições ao consumo de carboidratos. O Dr. Dukan está proibido de exercer a medicina na França, mas nem por isso deixa de espalhar pelo mundo 150 produtos que levam seu nome. Ele já vendeu 12 milhões de exemplares no mundo. Com esse faturamento quem precisa de medicina?  (Eli Halfoun)

Está provado mais uma vez: nem todos os assassinos vão para a cadeia

por Eli Halfoun

É de estarrecer que a Comissão da Verdade traga finalmente a público o que todos sabíamos: em nome de uma "revolução" que só serviu para atrasar o país (e ainda assim tem quem ache que o período militar foi ótimo) foram cometidos muitos e bárbaros crimes. É triste saber que os assassinos fardados confessam as atrocidades cometidas e nada lhes acontece: são assassinos confessos (às vezes parecem se orgulhar disso) e, portanto, como assassinos não poderiam estar por aí livres, leves e soltos. Ou seja: continuam impunes e até orgulham do que fizeram. Muita coisa ainda surgirá: conta-se entre outras coisas que um militar do Exército, alta patente, muitas vezes acordava em casa no meio da madrugada noite, vestia o uniforme e ia para os porões da ditadura torturar os presos políticos só pelo prazer de torturar. Anos depois adoeceu e foi visto por um dos torturados abandonado em um hospital praticamente vegetando e sem a visita de nenhum parente ou amigo. Nesse aspecto com os crimes bárbaros confessados agora fica a certeza de que os filhos são os únicos punidos: com a vergonha de saber o que os pais (ou avós) fizeram. No país da impunidade não se poderia mesmo esperar que fosse diferente. O Brasil de tantas virtudes também tem muitos defeitos, mas esse tipo de impunidade é o que mais estarrece. Lamentável é só o que nos resta gritar agora torturados pela dor da vergonha. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 28 de março de 2014

Presidente da CBF aposta que Copa do Mundo consagrará Neymar

por Eli Halfoun
O presidente da CBF José Maria Marin não tem nenhuma dúvida m torno do sucesso que Neymar fará na Copa do Mundo. Marin está até aceitando apostas e garante que Neymar “irá se consagrar definitivamente como o melhor do mundo”. Marin também está convencido de que “não vai ter para ninguém, nem para o Messi, nem para o Cristiano Ronaldo”. Otimismo é bom, mas nem com todo o otimismo do mundo dá para acreditar que Neymar pode ganhar a Copa sozinho. (Eli Halfoun)

Gisele Bundchen vende casa americana por U$ 50 milhões

por Eli Halfoun
Dinheiro sem dúvida atrai dinheiro: U$50 milhões é quanto Gisele Bundchen está pedindo para vender a mansão que ela e o marido Tom Brady construíram em Los Angeles. A casa tem quatro acres só de jardins, além de cinco suítes, nove banheiros, mini-fazenda ao lado e sistema sustentável de água. Até agora não apareceu nenhum interessado, mas não demora muito um brasileiro exagerado aparece dizendo-se que está interessado, mesmo que tenha de fazer aparecer todo o dinheiro escondido em paraísos fiscais. (Eli Halfoun)

Mateus Solano quer esquecer Felix sem renegar sua importância

por Eli Halfoun
Assim como Odete Roitman, o personagem Felix será lembrado para sempre, o que preocupa o ator Mateus Solano que o transformou em um dos maiores sucessos da televisão. Solano não renega o personagem, mas acha que Felix não pode e não deve limitar seu caminho artístico com muitos projetos para teatro, cinema e televisão. Por isso mesmo Mateus tem evitado dar mais entrevistas que insistam em falar do personagem que para o ator faz parte do passado – um passado glorioso, mas passado. O ator prefere falar de seus novos desafios artísticos entre os quais a peça “Do Tamanho do Mundo” com estréia prevista para abril no Teatro Renaissance, em São Paulo. A peça é da atriz e produtora Paula Braun e marca sua estréia na dramaturgia. Casados e vivendo uma união muito feliz Mateus e Paula têm muitos planos pessoais e artísticos que Felix não pode atrapalhar.  (Eli Halfoun)

De olho na prefeitura de São Paulo Russomano não pode trocar a Record pelo SBT

por Eli Halfoun
O SBT ainda não desistiu da ideia de contratar Celso Russomano para apresentar um programa sobre direitos do consumidor, mas o apresentador não poderá aceitar mesmo que a proposta seja milionária. É que sua ligação política com o PRB, partido que nasceu sob a influência de Edir Macedo, está vinculada à sua participação como apresentador a TV Record, que já prometeu apoio total se Russomano for mesmo candidato a prefeito de São Paulo em 2016. Por enquanto o apoio será para a candidatura a deputado federal e já dá sua eleição como certa. Cuidado: em política até o certo é sempre duvidoso. (Eli Halfoun)

Pamela Anderson confirma o título de mulher mais nua do mundo

por Eli Halfoun
Embora muitas brasileiras corram atrás do título a atriz americana Pamela Anderson continua sendo a recordista de ensaios em revistas: aos 46 anos acaba de posar nua pela 14ª vez para a revista Purple. Para não mostrar o que todos já cansaram de ver Pamela cortou os cabelos e reduziu o volume dos seios, ou seja, retirou o que as outras estão colocando: silicone. A atriz que apareceu no seriado SOS Malibu diz que pretende fazer mais ensaios sem roupa até os 50 anos de idade. Depois ficará difícil. Só por curiosidade: a campeã de nudez em revistas brasileiras é Sheila Carvalho, que não pretende mais tirar a roupa. Para revistas é claro. (Eli Halfoun)

Joaquim Barbosa garante que não será candidato a nada esse ano

por Eli Halfoun
“O Brasil é o país dos conchavos, do tapinha nas costas, onde tudo se resolve na base de amizade e eu não suporto nada disso” – a declaração é do ministro Joaquim Barbosa e foi feita o jornalista Roberto D’Ávila na Globonews. Na mesma entrevista o presidente do Supremo fez que4strão de deixar claro que esse ano não será candidato a nada. Sobre o futuro diz que “deixo a vida me levar”. Pelo visto nunca será candidato porque a política brasileira é o que ele não suporta: cheia de conchavos e tapinhas nas costas. (Eli Halfoun)

Ônibus precisa ser o transporte de todos para melhorar a cidade

por Eli Halfoun
“Ônibus é condução de pobre” - só esse tipo absurdo de pensamento explica a repercussão da foto em que a atriz Lucélia Santos está utilizando o transporte que deveria ser utilizado por todas as pessoas para evitar o excessivo número de carros nas ruas e em consequência engarrafamentos monstruosos e desgastantes em todos os aspectos. Se o transporte público brasileiro tivesse o mínimo de qualidade não haveria tanta surpresa com o fato de uma atriz popular utilizar o transporte que é do povo. Lucélia Santos não é a primeira atriz a deslocar-se usando ônibus: Leia Diniz usava a condução com frequência e não foram poucas vezes que me desloquei com ela de Ipanema, onde morava para o centro ou um subúrbio de ônibus.
A repercussão em torno de Lucélia Santos parece preconceituosa ao dizer que gente famosa não pode andar de ônibus, como se o transporte ruim do jeito que seja mais um castigo aplicado ao pobre (nos dois sentidos) trabalhador. Lucélia Santos mostrou que transporte público é para todos e seria utilizado por todos se oferecesse o mínimo de conforto e segurança. A intenção inicial de Lucélia Santos certamente não era chamar atenção, mas ela aproveitou a repercussão para comprar mais essa briga em nome de uma classe que é massacrada diariamente pela falta de respeito de quem comanda o transporte público que por ser público não precisa ser necessariamente ruim.
A atriz aproveitou para entrar em uma importante briga e falar em nome de quem quase não é ouvido e quando é o que diz entra por um ouvido e sai pelo outro.
Lucélia enumerou dez sugestões (publicadas por Mônica Bergamo na “Folha”) que sem dúvida podem mudar a situação do transporte público no Brasil:
1- Mudança da frota para circulação de ônibus novos. Fora com a sucata;
2- Se quiserem manter os velhos que seja feita uma revisão geral nos veículos;
3 - Em um país quente como o nosso o razoável seria ar-condicionado em todos os ônibus. Questão de saúde;
4 - Aumento da frota em número de ônibus suficientes para que toda a população possa viajar sentada. Que se crie uma logística inteligente das linhas;
5 - Mapeamento das zonas de maior demanda e planejamento para atender a todos;
6 - Pontualidade. Que os horários dos ônibus sejam estampados nos postes dois pontos de parada;
7 - Iluminação adequada nos locais de parada para maior segurança. Evitará assaltos e ataques sexuais às mulheres;
8 – Revisão dos salários e da carga horária dos motoristas para evitar estresse. Dar atendimento psicológico e treinamento, gerando cordialidade e respeito;
9 – Criar uma inteligência para melhorar o trânsito, definindo lugares para cada veículo. Proibir táxis de pararem em qualquer lugar;
10 – Os ônibus devem ter rampa de acesso para cadeirantes.

Quase tudo isso já existe só que não funciona na prática. Só no papel. (Eli Halfoun)

Zezé Motta perdeu casamento por ser negra

por Eli Halfoun
Por mais que todos digam que não têm preconceito racial, ele existe e está presente diariamente, mesmo que não seja de forma escancarada. Aos 65 anos, a atriz Zezé Motta (“já trabalhei em mais de 20 novelas em pouco mais de 45 anos de carreira”) relembra que na novela “Corpo a Corpo” sua personagem que era filha da personagem de Ruth de Souza, tinha um romance com o personagem interpretado por Marcos Paulo e o romance não foi bem recebido pelo público: muita gente dizia para a atriz que mudava de canal quando ela aparecia nos braços do namorado branco. Na vida real foi pior: “Tive um namorado branco e a família dele aceitava,  mas foi só a gente decidir se casar para começar a confusão. A mãe dele foi parar no hospital e não teve casamento”. Muitas coisas mudaram, mas o preconceito nem tanto. (Eli Halfoun)