terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Juliana Alves: um caso de amor resolvido com samba

Divulgação/Playboy

por Eli Halfoun
Ser a rainha de bateria da Unidos da Tijuca é o final feliz de um caso de amor entre a atriz Juliana Alves e a escola. Moradora do bairro desde pequena, Juliana sempre foi uma apaixonada e assídua torcedora nos ensaios na quadra que ficava perto de sua casa. Não foi só por amor que Juliana aceitou agora o convite: está com mais tempo para dedicar-se aos ensaios já que está de férias na Faculdade de Teatro, embora já exerça com sucesso a profissão. Sabe que quanto mais aprender melhor para a sua carreira. E para o público. (Eli Halfoun)

Mais um sonho absurdo do PSDB ter Marina Silva como candidata ao governo do Rio


por Eli Halfoun
É difícil (quase impossível) acontecer, mas como política é um jogo sujo de muitas interesseiras surpresas uma delas pode ser a candidatura da ex-senadora Marina Silva ao governo do Rio pelo PSDB. A idéia é de economistas do partido que deverá ter Aécio Neves como candidato à Presidência da República. O PSDB, sempre mais confuso e otimista do que deveria ser, acredita que pode convencer Marina a fazer um acordo de seu novo partido com a velha e desgastada legenda. Embora ainda não oficialmente Marina Silva já ficou sabendo da proposta e foi logo avisando: “Nem pensar”. Se pensar muito acaba desistindo da política. (Eli Halfoun)

Band pede alto e agências de publicidade não querem pagar


por Eli Halfoun
Embora não esteja muito bem (é a quarta colocada) no painel geral de audiência de televisão no Brasil a Band não economizou dígitos na hora de preparar sua nova tabela de preços para núncios. A tabela já foi distribuída para as agências e os preços causaram espanto. Embora o “CQC” e o “Pânico na TV” sejam os mais populares programas da emissora esse aspecto parece não ter exercido muita influência na tabela de preços: a mais cara inserção de anúncio é no horário do “Jornal da Band” com um spot de 30 segundos ao preço de R$ 228 mil. O “Pânico na TV” é o segundo mais caro: o spot de 30 segundos custa R$ 225mil. O preço final depende de negociações já que nenhuma agência se dispôs a pagar o que a emissora pede. Pedir é fácil. Merecer já é outra história. (Eli Halfoun)

Brasil é campeão mundial de homicídios homofóbicos.


por Eli Halfoun
É triste e lamentável saber que ainda vivemos em um país violentamente preconceituoso e homofóbico: o Brasil é o campeão mundial de crimes homofóbicos com mais da metade dos homicídios do mundo. Relatório do Grupo Gay da Bahia revela que em 2012 mais de 300 homossexuais e transexuais foram assassinados no país. O novo número supera os 266 de 2011. Esse tipo de levantamento é feito a há anos pelo Grupo Gay com base em dados levantados em todas as delegacias de todo o país. Estima-se que o número de homicídios seja ainda maior já que muitos casos não são registrados como medida extrema de intolerância sexual. Está na hora de todo o país perceber que os gays precisam e merecem viver em paz e de se mobilizar para acabar com os absurdos assassinos homofóbicos. Afinal opção sexual é uma opção de amor e não de violência. (Eli Halfoun)

Compra e venda de grandes gráficas movimenta o mercado paulista


por Eli Halfoun
A notícia de que a gráfica Plural (uma das maiores de São Paulo) estaria sendo comprada por uma sociedade formada pela Folha de São Paulo e um grupo americano foi publicada faz tempo pelo jornalista Giba Um. Agora ele informa que o mesmo grupo estaria adquirindo também a Prol, outra das grandes gráficas instaladas em São Paulo. Segundo o jornalista apenas a Folha está comprando a Prol e no futuro pode abrir mão de sua parte na Plural que passará a ter total controle do grupo americano. Folha ficaria só com a Prol. Fazer bons negócios exige mesmo praticar um malabarismo econômico de circo. (Eli Halfoun)

Maltratar idosos é envergonhar a raça (que raça hein?) humana


por Eli Halfoun
Indignação não é a única palavra que define o sentimento de todos os que assistiram no “Fantástico” a brutal covardia cometida conta indefesos idosos. Vergonha é o que de maior sentimos de sermos seres humanos (somos mesmo?) ditos racionais. Não há nenhuma racionalidade na atitude de quem trata seus velhos como lixo. O “Fantástico” fez esse tipo de situação voltar ao topo de necessárias discussões, mas essa não é a primeira vez que ficamos sabendo desse tipo de condenáveis gestos que representam o máximo de desamor.
Há quem diga que casos como os mostrados na televisão são raros. Não são não: em muitas casas brasileiras os velhos são maltratados, esquecidos ou jogados em asilos sem a menor condição de abrigar ninguém com o mínimo de dignidade. Tudo bem que as autoridades não podem fiscalizar casa por casa, coração por coração e mesmo que como dizem alguns não fossem muitos (mas, são) os casos desse tipo de crime, apenas um seria demais. Portanto se não há como conscientizar os que cometem e permitem maus tratos é importante que se façam trabalhos para alertar a população de que é preciso denunciar os casos e mostrar a importância de nossos velhos e o carinho e respeito que precisam e merecem. Também é bom deixar claro que o dinheiro da aposentadoria dos idosos não é para sustentar os familiares que ainda podem e devem trabalhar. Dinheiro de aposentadoria é principalmente para comprar remédios, o que as parcas aposentadorias nem sempre permitem.
A indignidade mostrada pelo “Fantástico” não pode continuar se repetindo em hipótese alguma. Não podemos desejar e muito menos apressar a morte de nossos velhos para que não tenhamos (como já temos) vergonha de continuar vivendo. (Eli Halfoun)

Aulas pela internet deixam um professor americano milionário


por Eli Halfoun
Educação não é só fundamental nessa moderna era virtual, mas também um grande negócio. Que o diga o educador, empresário e ex-analista de hedge fund Salman Amin Khan que já conquistou milhares de alunos e dólares desde que fundou (e não tem muito tempo) nos Estados Unidos a Khan Academy com uma plataforma de educação online. Khan começou com um pequeno escritório montado em casa, expandiu o espaço e já produziu três mil vídeos, ensinando especialmente matemática e ciências. Já são quatro milhões de alunos espalhados pelo mundo. Recentemente ele colocou no ar seu canal no YouTube e atraiu de saída 530 mil assinantes. O sucesso de Khan como educador virtual já lhe rendeu a capa da revista Forbes e a indicação entre as 100 pessoas mais influentes do mundo. Como se vê a internet não é só brincadeira de recadinhos no Twitter ou no Facebook. (Eli Halfoun)

sábado, 12 de janeiro de 2013

Parada de Lucas: mais fotomemória da Manchete

Em Parada de Lucas, na escola instalada na gráfica, 1966
Parada de Lucas, 1977
Sarte em Parada de Lucas, 1966
Nelio Horta, ex-diagramador da Fatos & Fotos, publicou no blog uma foto que mostra a equipe da revista em visita à gráfica de Parada de Lucas (veja post nesta página. A viagem nostálgica motivou outro caro colega a pesquisar neste sábado sem sol seu valioso baú de fotos.
Roberto Muggiati, ex-diretor da Manchete, compartilha as imagens. Conta MuggiatiI: "Na virada de 50/60, Parada de Lucas era a sala de visitas do Adolpho Bloch. Servia uma feijoada ao convidados e mandava neguinho jamegar num quadro-negro que tinha por lá. O Sartre e a Simone não escaparam,Veja as fotos de 1960, de Gil e Gervásio. (ao lado, o Roberto ? - da Joia, queridinho da Lucy - e o Justino de bigodinho cafifa). Volta e meia a cúpula enfiava a redação num ônibus e a mandava num "Lucas Tour". Tenho duas fotos, na de 1966, da esquerda p direita, temos Arnaldo Niskier, Sérgio Alberto, Juarez Costa, Homero Homem, Muggiati, Muniz Sodré (atrás do Raimundo Costa), Moacyr Souza, Vera Rachel Bergstein e o - agora definitivamente imortal - Ledo Ivo.
Na de 1977, ou por aí, Flávio de Aquino, de capa preta, Edson Pinto, Adolpho, Justino, Oscar; 2ª fila: Lincoln, Wilson Cunha, Murilo, David Rubinstein; 3ª fila: Cony, Muggiati. Estavam presentes também Marília Campos, José Guilherme e, se não me falha a memória, Heloisa Marra. E bola pra frente! Um abraço, Muggiati"

Viu isso? Jornalista é uma das dez profissões que mais atraem psicopatas...


Um psicólogo, o inglês Kevin Dutton, da Universidade de Oxford, acaba de lançar um livro que inclui os jornalistas entre as dez profissões mais propensas a atrair psicopatas. Os coleguinhas aparecem em sexto lugar, atrás de presidentes de empresas, advogados, profissionais de TV e Rádio, vendedores e cirurgiões. Completam o ranking dos dez mais, policiais, clérigos, chefes de cozinha e funcionários públicos. O livro, ainda não lançado no Brasil, chama-se "The Wisdom of Psychopaths: What Saints, Spies, and Serial Killers Can Teach Us About Success", algo como "A Sabedoria dos Psicopatas: o que os santos, espiões e serial killers podem nos ensinar sobre o sucesso".
Leia mais no MediaJobsDaily. Clique AQUI



Leu este artigo do fotógrafo Flávio Damm? É para quem gosta de fotografia e de revista ilustrada

Flávio Damm, 80 anos, trabalhou na fase lendária da revista O Cruzeiro. Leia o artigo  no Observatório da Imprensa. Uma seleção do seu trabalho pode ser vista no livro "Flávio Damm" (Editora Senac)
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Esta é um das mais famosas fotos de Flávio Damm. Em 1958, no heliponto do Palácio do Catete, o fotógrafo fez esta imagem de um Juscelino "alado"  diante de um das águais de pedra que vigiam o alto do prédio, hoje Museu da República, no Rio de Janeiro. Foto: do acervo pessoal de Flávio Damm

Lucas, uma parada!


Arquivo Pessoal/Nelio Barbosa Horta
por Nelio Barbosa Horta 
Visualmente, me lembro de todos; os nomes, de quase todos, embora não tenha a outra metade da foto publicada em Fatos&Fotos. Naquela época, a empresa fervilhava, batendo recordes de venda das suas publicações e nem pensava em investir na TV. Com o título Todas as Semanas Esta Equipe Põe-se em Movimento Para Produzir F&F, centenas de funcionários, de todos os setores, se encaixavam como num gigantesco quebra-cabeça, onde todos sabiam das suas responsabilidades e atribuições (esta foto foi feita no Parque Gráfico de Parada de Lucas). Vemos, na terceira fila de cima para baixo, Adolpho Bloch, Juvenil Siqueira, Ney Bianchi, Cordeiro de Oliveira, Macedo Miranda, Paulo Afonso Grisolli. Na quarta fila, Laerte, o Nelson Alves e Eduardo Hazan. Na quinta fila, Laura Tavis, Hélio e Haroldo Zaluar, da arte, Fernando Pinto e Flávio Costa. No alto, Sami,  Nelio, Ezio, Jaquito e Raul Giudicelli. Logo abaixo, Helio Pazzine, Nelson Sampaio e Rafael, das máquinas de escrever, e tantos outros.  Foi uma época gloriosa, época em que nós poderíamos cantar, parodiando a Globo, "hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou...".
Na vida tudo passa. Hoje é só saudade.

Maracanã é um gol contra o governo do Estado


por Eli Halfoun
Desde cedo aprendemos que não devemos assumir compromissos que não podemos cumprir. Essa é uma lição que carregamos por toda a vida, mas parece não ter sido muito bem absorvida pela turma do governo Estado que toca (deveria tocar) as obras do Maracanã, um cartão postal histórico da cidade que, depois de pronto, cairá nas mãos gulosas de empresas privadas que certamente explorarão o torcedor. Como se não houvesse o menor comprometimento com o que foi anunciado e garantido, toda hora a turma do Maraca muda as datas, arranja desculpas e faz crer que a reforma do maior estádio brasileiro e um dos mais importantes para a Copa 2014 virou uma brincadeira infantil de, “montar casinha”. Pega mal para o Rio e pega muito mal para o governo do Estado que acaba ficando desacreditado em tudo o que promete e pelo visto não cumpre. A lambança nas obras do Maracanã mostra que está na hora do governo do Estado parar de vangloriar-se apenas da quase pacificação conquistada pela instalação de UPPs, trabalho que, aliás, que tem no Secretário de Segurança José Maria Beltrame o pilar mais importante. A quase (o problema não foi e não será totalmente resolvido) ajudou muito, foi fundamental para a cidadania dos moradores do Rio, mas não pode continuar sendo o único cartão de visitas do governador Sergio Cabral que realizou um bom governo e agora parece perdido diante de muitas outras necessidades de um estado que ainda padece com a falta de bons serviços públicos. A dança de datas para a entrega do Maracanã é mais um motivo da acentuada queda de popularidade que o governo Cabral tem sofrido ultimamente. O governador Sergio Cabral precisa entrar em campo imediatamente para impedir que continuem fazendo gols contra seu próprio time.  (Eli Halfoun)

É hora de botar o bloco na rua. Dilma e Lula já preparam viagens


por Eli Halfoun
O ex-presidente Lula e a presidente Dilma Roussef colocarão breve o bloco na rua, ou melhor, o pé na estrada. Viajarão separadamente, mas com a mesma intenção: manter contato mais direto com o eleitorado, medir as próprias popularidades e como será o desempenho do PT na próxima eleição. A presidente Dilma só pretende iniciar a, digamos, excursão brasileira depois que o problema da crise de energia estiver totalmente livre de sofrer um curto circuito. Dilma aproveita também para colocar em dia suas viagens nacionais já que desde o inicio de seu mandato fez apenas 96 viagens internas e 56 ao exterior. Nas visitas brasileiras de Dilma, São Paulo foi o estado com 24 idas da presidente em dois anos. Dilma esteve 22 vezes no Nordeste, região para a qual pretende fazer mais viagens já que foi no Nordeste que em 2010 ela obteve o maior número de votos. Que agora precisará muito mais. (Eli Halfoun)

Helô Pinheiro perde a vez: Letícia Spiller será a nova Garota de Ipanema no carnaval



por Eli Halfoun
Não adiante tentar fugir da rotina anual que guarda para variadas épocas do ano noticiário específico sobre diversas festas. A festa maior agora já é a do carnaval com os sempre agitados preparativos das escolas de samba. Também como sempre surge todo tipo de noticiário sobre as escolas e o desfile. Anote mais duas notícias:
1) Embora esteja em plena forma física aos 67 anos de idade e seja reconhecida mundialmente como a musa inspiradora da música Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes (ainda é a canção brasileira mais conhecida e executada no mundo) Helô Pinheiro não participará do desfile em que a União da Ilha homenageia os 50 anos da canção. Helô será apenas personagem defendido pela atriz Letícia Spiller, que em seus belos 37 anos poderá até inspirar uma nova versão de “Garota de Ipanema”. Nem tão garota assim, é verdade.
2) A cobertura do desfile terá uma repórter que pode atirar o microfone a quilômetros de distância se ficar irritada: a arremessadora de dardos e modelo paraguaia Leryn Franco (ela foi uma das preferidas dos fotógrafos na Olimpíada de Londres) estará no Sambódromo fazendo a cobertura do desfile para um canal de TV de seu país. Ela chega bem antes do carnaval para entrar no clima nos ensaios. É bom desembarcar sabendo que o clima pode ser bem mais quente do que ela imagina. Depende de sua disposição. (Eli Halfoun) 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Neymar fashion na revista italiana L'Uomo Vogue

Neymar é capa e reportagem de 12 páginas da edição de janeiro da revista L'Uomo Vogue, uma referência da moda masculina. As fotos são Francesco Carrozzini, badalado fotógrafo italiano. O cenário, Vila Belmiro. 


Corrida eleitoral ainda está muito confusa no Rio e em São Paulo. Depois da eleição fica pior


por Eli Halfoun
Até a hora da verdade (aquela em que novamente depositaremos nossa esperança nas urnas, mesmo sabendo que pouca coisa ou nada mudará para melhor) muitos obstáculos precisarão ser vencidos e muitas manobras serão feitas na corrida eleitoral. No Rio, por exemplo, o governador Sergio Cabral não encontra a tranquilidade que esperava para eleger seu sucessor. Além de uma grande queda de popularidade, Cabral enfrenta um a forte concorrência, além de conviver com o fim do sonho de pessoal de conseguir um ministério (queria o de Minas Energia) e vislumbrava a possibilidade de ser o vice na chapa de Dilma Roussef, substituindo Michel Temer.
Na sucessão ao governo do Rio, Cabral enfrenta a falta de carisma e de popularidade de seu vice Luiz Fernando Pezão, escolhido como seu candidato. Analistas políticos acham que o vice de Cabral não tem a menor chance diante da candidatura do senador Lindemberg Farias, que já conta com o apoio da presidente Dilma. Para piorar a situação aumentam as especulações de que o PSDB estaria negociando a candidatura do apresentador Luciano Huck para ser candidato ao governo do Rio. A política carioca está mesmo virando um caldeirão. Também em São Paulo, a sucessão do governador Geraldo Alckmin está fervendo e já se fala até no possível lançamento do enfraquecido nome de José Serra, que, aliás, ameaça até sair do PSDB para candidatar-se à Presidência da República por outro partido. Por enquanto, Serra apóia o nome de Alckmin para a corrida presidencial e luta para que o seu seja escolhido como candidato ao Governo do Estado do qual se sabe também que o ex prefeito Gilberto Kassab não pretende abrir mão. No PT, há quem insista na candidatura de Lula que já mandou um recado aos petistas: “vocês estão loucos”. Resumindo: todo mundo quer meter a mão nesse bolo.  (Eli Halfoun)

Facebook já oferece até encontros espirituais


por Eli Halfoun
O Facebook, que não curto muito porque considero um relatório público de vidas privadas, não é mais apenas uma espécie de diário popular: está virando um novo espaço para anúncios inusitados. Quem chama a atenção é o jornalista Giba Um que encontrou essa preciosidade: o anúncio de uma sensitiva garantindo ter “uma maneira especial” de resolver problemas. O anúncio diz: “Com sua sensibilidade ela é capaz de orientá-lo e conectá-lo espiritualmente com energias mais sutis”. Faça sua consulta". Agora até os santos estão “baixando” virtualmente. (Eli Halfoun)

Lincoln chega ao Brasil esse mês em dose dupla


por Eli Halfoun
Antes de chegar ao fim, o mês de janeiro promete agitar com dois lançamentos: no dia 25 estréia o filme “Lincoln”, de Steven Spielberg e estrelado por Daniel Dray Lewis, que é forte candidato ao Oscar. Na mesma época chega às livrarias o filme de mesmo nome escrito pela historiadora Doris Kaerns Goodwin e no qual Spielberg inspirou-se para fazer o filme. O livro faz uma análise do estilo de liderança de Abraham Lincoln, da maneira como ele entendia o comportamento humano e das alianças que construiu em seu governo. Foi assim que ele se transformou naquele que é considerado “o mais emblemático presidente dos Estados Unidos”. Até hoje não tem pra ninguém. (Eli Halfoun) 

Boni: uma história escrita com respeito e qualidade


por Eli Halfoun
Apesar de o personagem sempre fugir de entrevistas, a mídia nunca deixou de enaltecer a importância de Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho) para a televisão. Nem poderia, a história da televisão brasileira está realmente dividida em duas partes: antes e depois de Boni. Foi o trabalho que realizou como diretor da Globo que modificou completamente o ritmo e a qualidade de nossa TV. Boni implantou, entre muitas outras coisas, um padrão de bom gosto que é (deveria ser) hoje a cartilha seguida por todas as emissoras e em todos os programas. É verdade que na maioria das vezes a qualidade não é a ideal, mas mesmo assim o dedo de Boni está sempre presente. Há dias dei de cara com Boni sendo homenageado no Programa Raul Gil. Certamente era uma reprise (nessa época tudo é reprise), mas como não tinha visto a curiosidade (característica maior de todo jornalista) me impediu de mudar de canal. A presença de Boni em programas sempre foi rara: enquanto diretor da Globo, embora com um nome respeitado e sempre citado, ele preferiu manter o digamos sigilo da imagem. Preferia não mostrar a cara (só mudou quando lançou seu livro) porque o anonimato da imagem permitia circular mais livremente em todas as áreas nas quais sempre teve muito para observar e aprender. Boni não deixou sua marca apenas na programação: marcou sua presença também na admiração e respeito de todos os profissionais, mesmo que na maioria das vezes tenha sido muito exigente. Era assim porque se fazia necessário para chegar ao esquema de qualidade que exigia para a televisão brasileira. Hoje Boni se dedica à direção de seu próprio canal (já tem 53 retransmissoras no interior de São Paulo) e sua participação em qualquer atividade televisiva continua sendo uma referência de sensibilidade, conhecimento e sem dúvida qualidade. Todas as homenagens que foram e serão oferecidas para Boni não serão suficientes para enaltecer sua importância na televisão brasileira. Boni é a nossa televisão. É a eterna busca da qualidade e do fundamental respeito ao telespectador.  (Eli Halfoun

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Perdeu a mala no aeroporto? Um gadget acha pra você

Seus problemas acabaram. Por menos de 50 dólares você poderá comprar sua tranquilidade. O rastreador de mala Trakdotn, que funciona com duas pilhas pequenas, pode ser conectado ao seu celular e deixar você antenado, em tempo real, com sua mala, antes da dita cuja aparecer na esteira do aeroporto. O aparelhinho também pode ser programado para avisar por SMS se sua bagagem chegou ou não. Estará à venda a partir de março. Além preço do rastreador, você deverá pagar uma taxa anual em torno de 13 dólares.
Veja mais no Consumer Reports. Clique AQUI

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O outro lado: para conhecer o que se passa fora da boiada

Leia o artigo completo de Paulo Moreira Leite, 
clique AQUI

A privataria dos estádios ameaça o futebol?

por Omelete
Construidos com dinheiro público, alguns estádios da Copa serão privatizados em contrato que mais parecem "ação entre amigos". Fique pasmo: alguns regimes de concessão impedem que o concessionário tenha prejuízo. Se administrar mal o complexo esportivo, não tem problema, os cofres públicos comparecem e cobrem o buraco. Em outro caso, a concessão foi formatada a partir de um estudo feito por um dos grupos interessados em entrar no leilão. A maioria dos capitalistas brasileiros gosta de atuar assim, sem risco, amparados por uma rede de segurança paga por todos os brasileiros. Moleza dessa até 'nois", né? No caso de Minas Gerais, podem surgir alguns obstáculos inesperados. O Atlético Mineiro não está disposto a entrar no jogo dos novos donos do Mineirão. Vai preferir jogar no Independência. Algumas empresas que adquiriram camarotes no estádio já estão inseguras com o futuro futebolístico do Mineirão e começam a devolver os espaços reservados. Na Rio, não se sabe ainda mas, pelo menos em matéria de futebol, os clubes permanecem donos do espetáculo. Quanto vai custar ao Vasco, Flamengo, Botafogo, Fluminenses - para falar nos grandes já que os pequenos dificilmente entrarão no novo estádio -, jogar no Maracanã? Há um exemplo preocupante no Rio. Privatizada, uma arena construída para o Pan 2007 virou casa de shows. Ficou inviável para os promotores de campeonatos de vôlei, basquete, tênis, handebol e futebol de salão jogar na quadra ex-pública. Todos os últimos eventos esportivos na cidade se abrigaram no Maracanazinho. Quando este for privatizado, não se sabe ainda o rumo dos atletas das modalidades citadas acima. Podem ter que ir parar nas quadras de clubes ou pro Aterro, caso os concessionários cobrem taxas extorsivas. O Brasil é muito "exxxxpeeerrrto". O país constroi os estádios mas terá que pagar taxas e aluguel para que esses mesmos estádios recebam a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Olimpíada. É caso único na história dessas competições. Tá feia a coisa: os novos estádios certamente receberão shows, eventos religiosos, motocross, lutas, sessões de exorcismo, concursos de miss, de arremesso de troncos, levantamento de pneu de trator, festas hype, terão lojas, cinemas, spas, mas será que os clubes terão condições de pagar pra jogar futebol nesses complexos? E o preço dos ingresso será acessível ao povão torcedor? Muitos dirigentes têm dúvidas. A não ser, claro, que os cofres públicos subsidiem taxas e ingressos. Aí, tire o chapéu, amigo, o golpe seria de mestre. O Vasco planeja modernizar São Januário. Grêmio, São Paulo, Corinthians, Atlético, Coritiba, Internacional, Palmeiras, entre outros, valorizam seus próprios estádios. Flamengo ainda sonha em construir sua arena. Velhos beneméritos que ajudaram a construir os clubes avaliam que não podem ficar na mão dos novos concessionários. Enquanto não ficar claro como a privataria vai funcionar na prática, alguns dirigentes dos principais clubes brasileiros acham que Maracanã, Mineirão, Fonte Nova, Nacional, Castelão etc podem ser uma tremenda de uma bola dividida.

Megan Fox na Sapucaí...

Divulgação
por JJcomunic
Confirmado: Megan Fox será a musa do camarote da Brahma na Sapucaí. A atriz também estrela uma campanha publicitária para a cervejaria, a ser veiculada no mês que vem. Descendente e europeus e indios americanos, ela personifica o visual abaixo, disputado por capas de revistas. Atuou nos filmes "Bem-vindo aos 40", "O Ditador", "Solteiros com Filhos", "Garota Infernal", "Transformers", entre outros. 



Atletas em cena: jogadora de vôlei Luciene Escouto é estrela de comercial. E o filme proibido de Serena Williams



por JJcomunic
Luciane Escouto, a jogadora de vôlei recentemente contratada pelo time Rio de Janeiro para disputar a Superliga, é a estrela de um comercial bem humorado e bem clicado no You Tube e atualmente veiculado em emissoras de TV: o da marca de cosméticos Nivea. Nesse filme, os atores se destacam. São melhores do que muita gente que faz caras e bocas nas novelas. Reparem na atuação da "invejosa". Nota dez.
Veja o vídeo, clique AQUI


Já a jogadora de tênis Serena Williams caiu na rede dos moralistas. Estrela de um comercial que lançava um game, ela viu seu vídeo banido da TV por ter sido considerado "sexy" demais.
Veja o vídeo. Clique AQUI

Transparência no dos outros é refresco...

por JJcomunic
Uma das boas leis aprovadas no Brasil recentemente é a que obriga orgãos e instituições publicas a divulgarem suas contas na internet. E a transparência praticada pela maioria, alguns ainda resistem e tentem driblar a lei, tem dado resultados. Mas tá aí uma prática que deveria avançar ainda mais. Por exemplo, ongs e organizações sociais, essa que em nome da terceirização têm abocanhando bilhões em recursos públicos federais, estaduais e municipais, beneficiados pela Lei Rouanet, por convênios etc, também deveriam abrir seus portais e mostrar como aplicam o dinheiro público. Simples: quem quiser privacidade ou temer a fiscalização pública que não recorra a verbas do povo. Mas há uma outra área onde a transparência pode avançar: na mídia. Quando uma instituição pública se envolve em corrupção ou falcatruas, logo é divulgado o nome do funcionário ou dirigente responsável. Perfeito. É isso mesmo que deve acontecer. E que se dê ao cidadão todo o direito de se explicar e se defender. Mas quando uma empresa privada está denunciada, por exemplo, por recorrer a mão de obra escrava, lê-se no jornal apenas a referência à pessoa jurídica. Mas que são os controladores?Quem é o explorador final dos "escravos"?  O prédio desaba por falta de conservação e só se sabe que pertence a tal empresa. Se um ônibus cai de um viaduto logo o jornal dá o nome do motorista. Mas se o acidente tiver sido causado por falta de manutenção do veículo, pneus carecas etc, publicam o genérico nome da empresa mas não os nomes dos seus controladores responsáveis. Nome no jornal, por favor. E a mídia brasileira deve ser uma das poucas do mundo onde pessoa jurídica não apenas distribui nota oficial mas  fala. "A estrada foi mal construída porque a prefeitura nos obrigou a entregar o serviço antes do prazo", disse a empresa, por telefone. "Não temos esquema de socorro porque o pedágio está barato e não temos dinheiro para admitir funcionários", explicou a concessionária. Transparência geral e irrrestrita, combinado?

Ex-jogador pode ser o novo “abre portas” da CBF


por Eli Halfoun
O ex-jogador Bebeto, hoje deputado estadual no Rio, poderá ser o próximo contratado da CBF para atuar como uma espécie de relações públicas junto a congressistas e ao governo federal para fazer com que a entidade, repleta de acusações de desvios financeiros, seja vista com mais simpatia. Bebeto não é ainda o nome confirmado, mas o presidente da CBF José Maria Marin está decidido a adotar a sugestão de ter um ex-atleta famoso e respeitado atuando no time da entidade para dar mais credibilidade às decisões sempre muito discutidas. Sabe-se que uma das funções do atleta seria tentar conseguir para Marin uma audiência com a presidente Dilma Roussef, que não quer ver dirigentes da CBF nem pintados de ouro. Ouro que, aliás, acumulam cada vez mais. (Eli Halfoun)

Novo auxiliar do técnico Dunga é um programa de computador


por Eli Halfoun
Um dos maiores mistérios do futebol no momento está ligado à volta de Dunga como técnico (dirigindo o Internacional de Porto Alegre). Não que se duvide da capacidade do ex-jogador, mas sim porque ele está inovando: para realizar seu trabalho Dunga passou a utilizar um software de computador que mapeia todas as características dos atletas e como eles agem em campo. O técnico também está utilizando esse programa na hora de sugerir nomes de jogadores para o Inter contratar. O jogo agora é acabar com o mistério e descobrir qual é o nome do novo programa utilizado por Dunga já que ele não fala no assunto e não entrega o jogo em hipótese alguma. O computador ajuda a realizar um bom trabalho, mas não quer dizer que qualquer técnico chinfrim como a maioria dos que anda por aí conseguirá fazer times vencedores se não tiver talento para isso. No caso de Dunga ele já provou que tem, até quando foi extremamente injustiçado no comando da seleção brasileira. (Eli Halfoun)

Quarteto milionário enriquece ainda mais o futebol paulista


por Eli Halfoun
Nenhum bairrismo estadual pode impedir que cariocas, mineiros, gaúchos e torcedores de todo o país deixem de reconhecer que São Paulo tem hoje o melhor futebol do Brasil com os melhores times e craques valorizados mundialmente. Com a chegada de Pato ao Corinthians o futebol paulista passa a ter um dos mais valorizados quartetos do mundo formado por Neymar (Santos) Ganso (São Paulo) e Paulinho (Corinthians). Juntos os quatro craques estão avaliados em R$300 milhões. Se os quatro vierem a jogar juntos no selecionado do Felipão a seleção brasileira valerá mais ouro no cofre e, espera-se, em campo. (Eli Halfoun)