segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Parada de Lucas: mais fotomemória da Manchete
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| Em Parada de Lucas, na escola instalada na gráfica, 1966 |
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| Parada de Lucas, 1977 |
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| Sarte em Parada de Lucas, 1966 |
Roberto Muggiati, ex-diretor da Manchete, compartilha as imagens. Conta MuggiatiI: "Na virada de 50/60, Parada de Lucas era a sala de visitas do Adolpho Bloch. Servia uma feijoada ao convidados e mandava neguinho jamegar num quadro-negro que tinha por lá. O Sartre e a Simone não escaparam,Veja as fotos de 1960, de Gil e Gervásio. (ao lado, o Roberto ? - da Joia, queridinho da Lucy - e o Justino de bigodinho cafifa). Volta e meia a cúpula enfiava a redação num ônibus e a mandava num "Lucas Tour". Tenho duas fotos, na de 1966, da esquerda p direita, temos Arnaldo Niskier, Sérgio Alberto, Juarez Costa, Homero Homem, Muggiati, Muniz Sodré (atrás do Raimundo Costa), Moacyr Souza, Vera Rachel Bergstein e o - agora definitivamente imortal - Ledo Ivo.
Na de 1977, ou por aí, Flávio de Aquino, de capa preta, Edson Pinto, Adolpho, Justino, Oscar; 2ª fila: Lincoln, Wilson Cunha, Murilo, David Rubinstein; 3ª fila: Cony, Muggiati. Estavam presentes também Marília Campos, José Guilherme e, se não me falha a memória, Heloisa Marra. E bola pra frente! Um abraço, Muggiati"
Viu isso? Jornalista é uma das dez profissões que mais atraem psicopatas...
Um psicólogo, o inglês Kevin Dutton, da Universidade de Oxford, acaba de lançar um livro que inclui os jornalistas entre as dez profissões mais propensas a atrair psicopatas. Os coleguinhas aparecem em sexto lugar, atrás de presidentes de empresas, advogados, profissionais de TV e Rádio, vendedores e cirurgiões. Completam o ranking dos dez mais, policiais, clérigos, chefes de cozinha e funcionários públicos. O livro, ainda não lançado no Brasil, chama-se "The Wisdom of Psychopaths: What Saints, Spies, and Serial Killers Can Teach Us About Success", algo como "A Sabedoria dos Psicopatas: o que os santos, espiões e serial killers podem nos ensinar sobre o sucesso".
Leia mais no MediaJobsDaily. Clique AQUI
Leu este artigo do fotógrafo Flávio Damm? É para quem gosta de fotografia e de revista ilustrada
Flávio Damm, 80 anos, trabalhou na fase lendária da revista O Cruzeiro. Leia o artigo no Observatório da Imprensa. Uma seleção do seu trabalho pode ser vista no livro "Flávio Damm" (Editora Senac)
Clique AQUI
Lucas, uma parada!
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| Arquivo Pessoal/Nelio Barbosa Horta |
Visualmente, me lembro de todos; os nomes, de quase todos, embora não tenha a outra metade da foto publicada em Fatos&Fotos. Naquela época, a empresa fervilhava, batendo recordes de venda das suas publicações e nem pensava em investir na TV. Com o título Todas as Semanas Esta Equipe Põe-se em Movimento Para Produzir F&F, centenas de funcionários, de todos os setores, se encaixavam como num gigantesco quebra-cabeça, onde todos sabiam das suas responsabilidades e atribuições (esta foto foi feita no Parque Gráfico de Parada de Lucas). Vemos, na terceira fila de cima para baixo, Adolpho Bloch, Juvenil Siqueira, Ney Bianchi, Cordeiro de Oliveira, Macedo Miranda, Paulo Afonso Grisolli. Na quarta fila, Laerte, o Nelson Alves e Eduardo Hazan. Na quinta fila, Laura Tavis, Hélio e Haroldo Zaluar, da arte, Fernando Pinto e Flávio Costa. No alto, Sami, Nelio, Ezio, Jaquito e Raul Giudicelli. Logo abaixo, Helio Pazzine, Nelson Sampaio e Rafael, das máquinas de escrever, e tantos outros. Foi uma época gloriosa, época em que nós poderíamos cantar, parodiando a Globo, "hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou...".
Na vida tudo passa. Hoje é só saudade.
Maracanã é um gol contra o governo do Estado
por Eli Halfoun
Desde cedo aprendemos que não devemos
assumir compromissos que não podemos cumprir. Essa é uma lição que carregamos
por toda a vida, mas parece não ter sido muito bem absorvida pela turma do
governo Estado que toca (deveria tocar) as obras do Maracanã, um cartão postal
histórico da cidade que, depois de pronto, cairá nas mãos gulosas de empresas
privadas que certamente explorarão o torcedor. Como se não houvesse o menor
comprometimento com o que foi anunciado e garantido, toda hora a turma do Maraca
muda as datas, arranja desculpas e faz crer que a reforma do maior estádio
brasileiro e um dos mais importantes para a Copa 2014 virou uma brincadeira
infantil de, “montar casinha”. Pega mal para o Rio e pega muito mal para o governo
do Estado que acaba ficando desacreditado em tudo o que promete e pelo visto
não cumpre. A lambança nas obras do Maracanã
mostra que está na hora do governo do Estado parar de vangloriar-se apenas da
quase pacificação conquistada pela instalação de UPPs, trabalho que, aliás, que
tem no Secretário de Segurança José Maria Beltrame o pilar mais importante. A quase
(o problema não foi e não será totalmente resolvido) ajudou muito, foi fundamental
para a cidadania dos moradores do Rio, mas não pode continuar sendo o único cartão
de visitas do governador Sergio Cabral que realizou um bom governo e agora parece
perdido diante de muitas outras necessidades de um estado que ainda padece com
a falta de bons serviços públicos. A dança de datas para a entrega do Maracanã é
mais um motivo da acentuada queda de popularidade que o governo Cabral tem
sofrido ultimamente. O governador Sergio Cabral precisa entrar em campo imediatamente
para impedir que continuem fazendo gols contra seu próprio time. (Eli Halfoun)
É hora de botar o bloco na rua. Dilma e Lula já preparam viagens
por Eli Halfoun
O ex-presidente Lula e a presidente
Dilma Roussef colocarão breve o bloco na rua, ou melhor, o pé na estrada. Viajarão
separadamente, mas com a mesma intenção: manter contato mais direto com o eleitorado,
medir as próprias popularidades e como será o desempenho do PT na próxima eleição.
A presidente Dilma só pretende iniciar a, digamos, excursão brasileira depois que
o problema da crise de energia estiver totalmente livre de sofrer um curto circuito.
Dilma aproveita também para colocar em dia suas viagens nacionais já que desde
o inicio de seu mandato fez apenas 96 viagens internas e 56 ao exterior. Nas visitas
brasileiras de Dilma, São Paulo foi o estado com 24 idas da presidente em dois
anos. Dilma esteve 22 vezes no Nordeste, região para a qual pretende fazer mais
viagens já que foi no Nordeste que em 2010 ela obteve o maior número de votos.
Que agora precisará muito mais. (Eli Halfoun)
Helô Pinheiro perde a vez: Letícia Spiller será a nova Garota de Ipanema no carnaval
por Eli Halfoun
Não adiante tentar fugir da rotina
anual que guarda para variadas épocas do ano noticiário específico sobre diversas
festas. A festa maior agora já é a do carnaval com os sempre agitados preparativos
das escolas de samba. Também como sempre surge todo tipo de noticiário sobre as
escolas e o desfile. Anote mais duas notícias:
1) Embora esteja em
plena forma física aos 67 anos de idade e seja reconhecida mundialmente como a musa
inspiradora da música Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes
(ainda é a canção brasileira mais conhecida e executada no mundo) Helô Pinheiro não
participará do desfile em que a União da Ilha homenageia os 50 anos da canção. Helô será apenas personagem defendido pela atriz Letícia Spiller,
que em seus belos 37 anos poderá até inspirar uma nova versão de “Garota de
Ipanema”. Nem tão garota assim, é verdade.
2) A cobertura do desfile terá uma
repórter que pode atirar o microfone a quilômetros de distância se ficar
irritada: a arremessadora de dardos e modelo paraguaia Leryn Franco (ela foi uma
das preferidas dos fotógrafos na Olimpíada de Londres) estará no Sambódromo
fazendo a cobertura do desfile para um canal de TV de seu país. Ela chega bem
antes do carnaval para entrar no clima nos ensaios. É bom desembarcar sabendo que
o clima pode ser bem mais quente do que ela imagina. Depende de sua disposição.
(Eli Halfoun)
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Corrida eleitoral ainda está muito confusa no Rio e em São Paulo. Depois da eleição fica pior
por Eli Halfoun
Até a hora da verdade (aquela em que
novamente depositaremos nossa esperança nas urnas, mesmo sabendo que pouca
coisa ou nada mudará para melhor) muitos obstáculos precisarão ser vencidos e
muitas manobras serão feitas na corrida eleitoral. No Rio, por exemplo, o governador Sergio
Cabral não encontra a tranquilidade que esperava para eleger seu sucessor. Além
de uma grande queda de popularidade, Cabral enfrenta um a forte concorrência, além de conviver com o fim do sonho de pessoal de conseguir um ministério
(queria o de Minas Energia) e vislumbrava a possibilidade de ser o vice na
chapa de Dilma Roussef, substituindo Michel Temer.
Na sucessão ao governo do Rio, Cabral
enfrenta a falta de carisma e de popularidade de seu vice Luiz Fernando Pezão,
escolhido como seu candidato. Analistas políticos acham que o vice de Cabral
não tem a menor chance diante da candidatura do senador Lindemberg Farias, que
já conta com o apoio da presidente Dilma. Para piorar a situação aumentam as
especulações de que o PSDB estaria negociando a candidatura do apresentador Luciano
Huck para ser candidato ao governo do Rio. A política carioca está mesmo
virando um caldeirão. Também em
São Paulo, a sucessão do governador Geraldo Alckmin está
fervendo e já se fala até no possível lançamento do enfraquecido nome de José
Serra, que, aliás, ameaça até sair do PSDB para candidatar-se à Presidência da República
por outro partido. Por enquanto, Serra apóia o nome de Alckmin para a corrida
presidencial e luta para que o seu seja escolhido como candidato ao Governo do
Estado do qual se sabe também que o ex prefeito Gilberto Kassab não pretende abrir mão.
No PT, há quem insista na candidatura de Lula que já mandou um recado aos petistas: “vocês estão loucos”. Resumindo: todo mundo quer meter a mão nesse bolo. (Eli Halfoun)
Facebook já oferece até encontros espirituais
por Eli Halfoun
O Facebook, que não curto muito porque
considero um relatório público de vidas privadas, não é mais apenas uma espécie
de diário popular: está virando um novo espaço para anúncios inusitados. Quem
chama a atenção é o jornalista Giba Um que encontrou essa preciosidade: o
anúncio de uma sensitiva garantindo ter “uma maneira especial” de resolver
problemas. O anúncio diz: “Com sua sensibilidade ela é capaz de orientá-lo e
conectá-lo espiritualmente com energias mais sutis”. Faça sua consulta".
Agora até os santos estão “baixando” virtualmente. (Eli Halfoun)
Lincoln chega ao Brasil esse mês em dose dupla
por Eli Halfoun
Antes de chegar ao fim, o mês de
janeiro promete agitar com dois lançamentos: no dia 25 estréia o filme “Lincoln”,
de Steven Spielberg e estrelado por Daniel Dray Lewis, que é forte candidato ao
Oscar. Na mesma época chega às livrarias o filme de mesmo nome escrito pela
historiadora Doris Kaerns Goodwin e no qual Spielberg inspirou-se para fazer o
filme. O livro faz uma análise do estilo de liderança de Abraham Lincoln, da maneira
como ele entendia o comportamento humano e das alianças que construiu em seu
governo. Foi assim que ele se transformou naquele que é considerado “o mais
emblemático presidente dos Estados Unidos”. Até hoje não tem pra ninguém. (Eli
Halfoun)
Boni: uma história escrita com respeito e qualidade
por Eli Halfoun
Apesar de o personagem sempre fugir de entrevistas, a mídia nunca
deixou de enaltecer a importância de Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho)
para a televisão. Nem poderia, a história da televisão brasileira está realmente
dividida em duas partes: antes e depois de Boni. Foi o trabalho que realizou
como diretor da Globo que modificou completamente o ritmo e a qualidade de
nossa TV. Boni implantou, entre muitas outras coisas, um padrão de bom gosto que
é (deveria ser) hoje a cartilha seguida por todas as emissoras e em todos os
programas. É verdade que na maioria das vezes a qualidade não é a ideal, mas
mesmo assim o dedo de Boni está sempre presente. Há dias dei de cara com Boni
sendo homenageado no Programa Raul Gil. Certamente era uma reprise (nessa época
tudo é reprise), mas como não tinha visto a curiosidade (característica maior
de todo jornalista) me impediu de mudar de canal. A presença de Boni em programas
sempre foi rara: enquanto diretor da Globo, embora com um nome respeitado e
sempre citado, ele preferiu manter o digamos sigilo da imagem. Preferia não mostrar
a cara (só mudou quando lançou seu livro) porque o anonimato da imagem permitia
circular mais livremente em todas as áreas nas quais sempre teve muito para observar
e aprender. Boni não deixou sua marca apenas na programação: marcou sua presença
também na admiração e respeito de todos os profissionais, mesmo que na maioria das
vezes tenha sido muito exigente. Era assim porque se fazia necessário para chegar
ao esquema de qualidade que exigia para a televisão brasileira. Hoje Boni se
dedica à direção de seu próprio canal (já tem 53 retransmissoras no interior de São
Paulo) e sua participação em qualquer atividade televisiva continua sendo uma
referência de sensibilidade, conhecimento e sem dúvida qualidade. Todas as
homenagens que foram e serão oferecidas para Boni não serão suficientes para
enaltecer sua importância na televisão brasileira. Boni é a nossa televisão. É
a eterna busca da qualidade e do fundamental respeito ao telespectador. (Eli
Halfoun
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
A privataria dos estádios ameaça o futebol?
por Omelete
Construidos com dinheiro público, alguns estádios da Copa serão privatizados em contrato que mais parecem "ação entre amigos". Fique pasmo: alguns regimes de concessão impedem que o concessionário tenha prejuízo. Se administrar mal o complexo esportivo, não tem problema, os cofres públicos comparecem e cobrem o buraco. Em outro caso, a concessão foi formatada a partir de um estudo feito por um dos grupos interessados em entrar no leilão. A maioria dos capitalistas brasileiros gosta de atuar assim, sem risco, amparados por uma rede de segurança paga por todos os brasileiros. Moleza dessa até 'nois", né? No caso de Minas Gerais, podem surgir alguns obstáculos inesperados. O Atlético Mineiro não está disposto a entrar no jogo dos novos donos do Mineirão. Vai preferir jogar no Independência. Algumas empresas que adquiriram camarotes no estádio já estão inseguras com o futuro futebolístico do Mineirão e começam a devolver os espaços reservados. Na Rio, não se sabe ainda mas, pelo menos em matéria de futebol, os clubes permanecem donos do espetáculo. Quanto vai custar ao Vasco, Flamengo, Botafogo, Fluminenses - para falar nos grandes já que os pequenos dificilmente entrarão no novo estádio -, jogar no Maracanã? Há um exemplo preocupante no Rio. Privatizada, uma arena construída para o Pan 2007 virou casa de shows. Ficou inviável para os promotores de campeonatos de vôlei, basquete, tênis, handebol e futebol de salão jogar na quadra ex-pública. Todos os últimos eventos esportivos na cidade se abrigaram no Maracanazinho. Quando este for privatizado, não se sabe ainda o rumo dos atletas das modalidades citadas acima. Podem ter que ir parar nas quadras de clubes ou pro Aterro, caso os concessionários cobrem taxas extorsivas. O Brasil é muito "exxxxpeeerrrto". O país constroi os estádios mas terá que pagar taxas e aluguel para que esses mesmos estádios recebam a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Olimpíada. É caso único na história dessas competições. Tá feia a coisa: os novos estádios certamente receberão shows, eventos religiosos, motocross, lutas, sessões de exorcismo, concursos de miss, de arremesso de troncos, levantamento de pneu de trator, festas hype, terão lojas, cinemas, spas, mas será que os clubes terão condições de pagar pra jogar futebol nesses complexos? E o preço dos ingresso será acessível ao povão torcedor? Muitos dirigentes têm dúvidas. A não ser, claro, que os cofres públicos subsidiem taxas e ingressos. Aí, tire o chapéu, amigo, o golpe seria de mestre. O Vasco planeja modernizar São Januário. Grêmio, São Paulo, Corinthians, Atlético, Coritiba, Internacional, Palmeiras, entre outros, valorizam seus próprios estádios. Flamengo ainda sonha em construir sua arena. Velhos beneméritos que ajudaram a construir os clubes avaliam que não podem ficar na mão dos novos concessionários. Enquanto não ficar claro como a privataria vai funcionar na prática, alguns dirigentes dos principais clubes brasileiros acham que Maracanã, Mineirão, Fonte Nova, Nacional, Castelão etc podem ser uma tremenda de uma bola dividida.
Construidos com dinheiro público, alguns estádios da Copa serão privatizados em contrato que mais parecem "ação entre amigos". Fique pasmo: alguns regimes de concessão impedem que o concessionário tenha prejuízo. Se administrar mal o complexo esportivo, não tem problema, os cofres públicos comparecem e cobrem o buraco. Em outro caso, a concessão foi formatada a partir de um estudo feito por um dos grupos interessados em entrar no leilão. A maioria dos capitalistas brasileiros gosta de atuar assim, sem risco, amparados por uma rede de segurança paga por todos os brasileiros. Moleza dessa até 'nois", né? No caso de Minas Gerais, podem surgir alguns obstáculos inesperados. O Atlético Mineiro não está disposto a entrar no jogo dos novos donos do Mineirão. Vai preferir jogar no Independência. Algumas empresas que adquiriram camarotes no estádio já estão inseguras com o futuro futebolístico do Mineirão e começam a devolver os espaços reservados. Na Rio, não se sabe ainda mas, pelo menos em matéria de futebol, os clubes permanecem donos do espetáculo. Quanto vai custar ao Vasco, Flamengo, Botafogo, Fluminenses - para falar nos grandes já que os pequenos dificilmente entrarão no novo estádio -, jogar no Maracanã? Há um exemplo preocupante no Rio. Privatizada, uma arena construída para o Pan 2007 virou casa de shows. Ficou inviável para os promotores de campeonatos de vôlei, basquete, tênis, handebol e futebol de salão jogar na quadra ex-pública. Todos os últimos eventos esportivos na cidade se abrigaram no Maracanazinho. Quando este for privatizado, não se sabe ainda o rumo dos atletas das modalidades citadas acima. Podem ter que ir parar nas quadras de clubes ou pro Aterro, caso os concessionários cobrem taxas extorsivas. O Brasil é muito "exxxxpeeerrrto". O país constroi os estádios mas terá que pagar taxas e aluguel para que esses mesmos estádios recebam a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Olimpíada. É caso único na história dessas competições. Tá feia a coisa: os novos estádios certamente receberão shows, eventos religiosos, motocross, lutas, sessões de exorcismo, concursos de miss, de arremesso de troncos, levantamento de pneu de trator, festas hype, terão lojas, cinemas, spas, mas será que os clubes terão condições de pagar pra jogar futebol nesses complexos? E o preço dos ingresso será acessível ao povão torcedor? Muitos dirigentes têm dúvidas. A não ser, claro, que os cofres públicos subsidiem taxas e ingressos. Aí, tire o chapéu, amigo, o golpe seria de mestre. O Vasco planeja modernizar São Januário. Grêmio, São Paulo, Corinthians, Atlético, Coritiba, Internacional, Palmeiras, entre outros, valorizam seus próprios estádios. Flamengo ainda sonha em construir sua arena. Velhos beneméritos que ajudaram a construir os clubes avaliam que não podem ficar na mão dos novos concessionários. Enquanto não ficar claro como a privataria vai funcionar na prática, alguns dirigentes dos principais clubes brasileiros acham que Maracanã, Mineirão, Fonte Nova, Nacional, Castelão etc podem ser uma tremenda de uma bola dividida.
Megan Fox na Sapucaí...
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| Divulgação |
Confirmado: Megan Fox será a musa do camarote da Brahma na Sapucaí. A atriz também estrela uma campanha publicitária para a cervejaria, a ser veiculada no mês que vem. Descendente e europeus e indios americanos, ela personifica o visual abaixo, disputado por capas de revistas. Atuou nos filmes "Bem-vindo aos 40", "O Ditador", "Solteiros com Filhos", "Garota Infernal", "Transformers", entre outros.
Atletas em cena: jogadora de vôlei Luciene Escouto é estrela de comercial. E o filme proibido de Serena Williams
por JJcomunic
Luciane Escouto, a jogadora de vôlei recentemente contratada pelo time Rio de Janeiro para disputar a Superliga, é a estrela de um comercial bem humorado e bem clicado no You Tube e atualmente veiculado em emissoras de TV: o da marca de cosméticos Nivea. Nesse filme, os atores se destacam. São melhores do que muita gente que faz caras e bocas nas novelas. Reparem na atuação da "invejosa". Nota dez.
Veja o vídeo, clique AQUI
Já a jogadora de tênis Serena Williams caiu na rede dos moralistas. Estrela de um comercial que lançava um game, ela viu seu vídeo banido da TV por ter sido considerado "sexy" demais.
Veja o vídeo. Clique AQUI
Transparência no dos outros é refresco...
por JJcomunic
Uma das boas leis aprovadas no Brasil recentemente é a que obriga orgãos e instituições publicas a divulgarem suas contas na internet. E a transparência praticada pela maioria, alguns ainda resistem e tentem driblar a lei, tem dado resultados. Mas tá aí uma prática que deveria avançar ainda mais. Por exemplo, ongs e organizações sociais, essa que em nome da terceirização têm abocanhando bilhões em recursos públicos federais, estaduais e municipais, beneficiados pela Lei Rouanet, por convênios etc, também deveriam abrir seus portais e mostrar como aplicam o dinheiro público. Simples: quem quiser privacidade ou temer a fiscalização pública que não recorra a verbas do povo. Mas há uma outra área onde a transparência pode avançar: na mídia. Quando uma instituição pública se envolve em corrupção ou falcatruas, logo é divulgado o nome do funcionário ou dirigente responsável. Perfeito. É isso mesmo que deve acontecer. E que se dê ao cidadão todo o direito de se explicar e se defender. Mas quando uma empresa privada está denunciada, por exemplo, por recorrer a mão de obra escrava, lê-se no jornal apenas a referência à pessoa jurídica. Mas que são os controladores?Quem é o explorador final dos "escravos"? O prédio desaba por falta de conservação e só se sabe que pertence a tal empresa. Se um ônibus cai de um viaduto logo o jornal dá o nome do motorista. Mas se o acidente tiver sido causado por falta de manutenção do veículo, pneus carecas etc, publicam o genérico nome da empresa mas não os nomes dos seus controladores responsáveis. Nome no jornal, por favor. E a mídia brasileira deve ser uma das poucas do mundo onde pessoa jurídica não apenas distribui nota oficial mas fala. "A estrada foi mal construída porque a prefeitura nos obrigou a entregar o serviço antes do prazo", disse a empresa, por telefone. "Não temos esquema de socorro porque o pedágio está barato e não temos dinheiro para admitir funcionários", explicou a concessionária. Transparência geral e irrrestrita, combinado?
Uma das boas leis aprovadas no Brasil recentemente é a que obriga orgãos e instituições publicas a divulgarem suas contas na internet. E a transparência praticada pela maioria, alguns ainda resistem e tentem driblar a lei, tem dado resultados. Mas tá aí uma prática que deveria avançar ainda mais. Por exemplo, ongs e organizações sociais, essa que em nome da terceirização têm abocanhando bilhões em recursos públicos federais, estaduais e municipais, beneficiados pela Lei Rouanet, por convênios etc, também deveriam abrir seus portais e mostrar como aplicam o dinheiro público. Simples: quem quiser privacidade ou temer a fiscalização pública que não recorra a verbas do povo. Mas há uma outra área onde a transparência pode avançar: na mídia. Quando uma instituição pública se envolve em corrupção ou falcatruas, logo é divulgado o nome do funcionário ou dirigente responsável. Perfeito. É isso mesmo que deve acontecer. E que se dê ao cidadão todo o direito de se explicar e se defender. Mas quando uma empresa privada está denunciada, por exemplo, por recorrer a mão de obra escrava, lê-se no jornal apenas a referência à pessoa jurídica. Mas que são os controladores?Quem é o explorador final dos "escravos"? O prédio desaba por falta de conservação e só se sabe que pertence a tal empresa. Se um ônibus cai de um viaduto logo o jornal dá o nome do motorista. Mas se o acidente tiver sido causado por falta de manutenção do veículo, pneus carecas etc, publicam o genérico nome da empresa mas não os nomes dos seus controladores responsáveis. Nome no jornal, por favor. E a mídia brasileira deve ser uma das poucas do mundo onde pessoa jurídica não apenas distribui nota oficial mas fala. "A estrada foi mal construída porque a prefeitura nos obrigou a entregar o serviço antes do prazo", disse a empresa, por telefone. "Não temos esquema de socorro porque o pedágio está barato e não temos dinheiro para admitir funcionários", explicou a concessionária. Transparência geral e irrrestrita, combinado?
Ex-jogador pode ser o novo “abre portas” da CBF
por Eli Halfoun
O ex-jogador Bebeto, hoje deputado
estadual no Rio, poderá ser o próximo contratado da CBF para atuar como uma
espécie de relações públicas junto a congressistas e ao governo federal para
fazer com que a entidade, repleta de acusações de desvios financeiros, seja
vista com mais simpatia. Bebeto não é ainda o nome confirmado, mas o presidente
da CBF José Maria Marin está decidido a adotar a sugestão de ter um ex-atleta
famoso e respeitado atuando no time da entidade para dar mais credibilidade às
decisões sempre muito discutidas. Sabe-se que uma das funções do atleta seria tentar conseguir para Marin uma audiência com a presidente Dilma Roussef, que não quer ver dirigentes
da CBF nem pintados de ouro. Ouro que, aliás, acumulam cada vez mais. (Eli
Halfoun)
Novo auxiliar do técnico Dunga é um programa de computador
por Eli Halfoun
Um dos maiores mistérios do futebol
no momento está ligado à volta de Dunga como técnico (dirigindo o Internacional
de Porto Alegre). Não que se duvide da capacidade do ex-jogador, mas sim porque
ele está inovando: para realizar seu trabalho Dunga passou a utilizar um software
de computador que mapeia todas as características dos atletas e como eles agem em campo. O técnico também
está utilizando esse programa na hora de sugerir nomes de jogadores para o Inter
contratar. O jogo agora é acabar com o mistério e descobrir qual é o nome do
novo programa utilizado por Dunga já que ele não fala no assunto e não entrega
o jogo em hipótese alguma. O computador ajuda a realizar um bom trabalho, mas
não quer dizer que qualquer técnico chinfrim como a maioria dos que anda por aí
conseguirá fazer times vencedores se não tiver talento para isso. No caso de Dunga
ele já provou que tem, até quando foi extremamente injustiçado no comando da seleção
brasileira. (Eli Halfoun)
Quarteto milionário enriquece ainda mais o futebol paulista
por Eli Halfoun
Nenhum bairrismo estadual pode
impedir que cariocas, mineiros, gaúchos e torcedores de todo o país deixem de
reconhecer que São Paulo tem hoje o melhor futebol do Brasil com os melhores
times e craques valorizados mundialmente. Com a chegada de Pato ao Corinthians
o futebol paulista passa a ter um dos mais valorizados quartetos do mundo formado
por Neymar (Santos) Ganso (São Paulo) e Paulinho (Corinthians). Juntos os quatro
craques estão avaliados em R$300 milhões. Se os quatro vierem a jogar juntos
no selecionado do Felipão a seleção brasileira valerá mais ouro no cofre e,
espera-se, em campo. (Eli Halfoun)
O melhor entre os muitos melhores era uma barbada para Messi
por Eli Halfoun
Era barbada, ou seja, ninguém tinha dúvidas
de que mais uma vez (a quarta) Lionel Messi seria eleito o maior craque do
mundo. A escolha promovida pela FIFA sempre me pareceu estranha: existem centenas
de deslumbrantes craques espalhados pelo mundo e fica estranho escolher apenas
um que (claro) se destaca pelo acúmulo de boas atuações, que é o conjunto da
obra durante o ano. Os méritos de Messi são indiscutíveis: ele é realmente um
senhor jogador de futebol e o que conquistou a maior visibilidade mundial. Não
dá para chutar a bola para o terreno baldio e deixar de enxergar também que o
nosso Neymar chegou bem mais longe do que esperávamos. Só o fato de ter sido
lembrado mostra a importância que Neymar conquistou no mundo esportivo, mas a
visibilidade fundamental para ser o melhor do mundo depende ainda das
temporadas que ele vier a fazer em times internacionais. Messi jamais seria
quatro vezes o melhor do mundo se continuasse jogando na Argentina e não no
espanhol Barcelona que o expôs em uma vitrine fundamental para ser lembrado e
escolhido como o melhor jogador de um mundo cheio de craques. Não cabe nenhuma
comparação entre o futebol de Messi e o de Neymar, mas ninguém tem dúvidas de
que mais dia menos dia Neymar ainda será reconhecido como o melhor do mundo.
(Eli Halfoun)
Pelé: enfim o brilho eternizado em uma merecida estátua
por Eli Halfoun
O Maracanã não foi o palco em que Pelé mais brilhou,
mas sempre foi o maior e mais importante palco (tomara que volte a ser) do
futebol brasileiro. Portanto, nada mais justo que seja também o local em que Pelé fique eternizado
com uma estátua (1,84m de altura e 300 quilos) como o maior craque que o mundo
conheceu. Aliás, Pelé merece estar eternizado não só na memória da torcida que
jamais o esquecerá (assim como não esquecerá o soco no ar com que comemorava
seus gols e que está reproduzido na estátua do Maracanã), mas também com
estátuas erguidas em estádios de todo o Brasil, principalmente São Paulo, e do
mundo onde sempre brilhou e fez brilhar o futebol brasileiro. Nesse momento
há quem ache que o dinheirão (são milhões) empregados na criação do cartunista Ique
em uma estátua de Pelé deveria ser utilizado para ajudar as vítimas da chuva e
melhorar a saúde e a educação. É um raciocínio demagógico se partirmos do
princípio de que a verba para as constantes vítimas de enchentes assim como
para a saúde e a educação não precisa ser exatamente a da cultura do esporte já
que o governo sempre destina verba (nunca é aplicada decentemente onde deveria
ser) para esses setores. Além do mais cultivar a memória esportiva e cultural do
país é um ato saudável e necessário até porque um país sem cultura e sem memória
tende a ser um país esquecido. Não há o que discutir em relação ao merecimento de
Pelé com e em todo o tipo de homenagens. Nosso craque mineiro transformou-se em
patrimônio mundial do futebol e tudo o que se fizer para imortalizá-lo será pouco.
Pelé não é só a mais importante marca do futebol brasileiro e mundial. Pelé é
história. (Eli Halfoun)
Amor e solidariedade não precisam de dinheiro. Precisam de atitude. Como a de Zeca Pagodinho.
por Eli Halfoun
Nos últimos trágicos dias que
atingiram a Baixada Fluminense, o cantor Zeca Pagodinho foi destaque
na mídia ao aparecer em meio à chuva prestando ajuda aos moradores de Xerém,
município de Caxias, onde ele tem um sítio. O maior e melhor exemplo que Zeca
deu nesse episódio não foi o de desembolsar uma boa quantia em dinheiro para oferecer
alimentos, colchões e água. Mais (muito mais) importante do que os digamos bens
materiais, o exemplo maior de Zeca foi a o da intensa, sincera e sempre possível
solidariedade. Zeca nos mostrou o quanto é fundamental estar presente nos momentos
mais difíceis de todas as pessoas. O que Zeca doou de verdade foi um ato de amor
- um ato de amor que não tenho dúvidas fincou raízes em todos os corações.
Talvez agora os que mais tem possam ter aprendido que não basta desembolsar um
cheque. É preciso participar ativamente, sair do comodismo de casas confortáveis
e seguras para dar estender a mão e o braço forte que sempre ajudam a salvar
quem está se afogando no mar de abandono e de lama. Zeca Pagodinho não quis ser
(e não é) nenhum herói. Seu heroísmo foi o de mostrar que só a intensidade e a
preocupação de amor solidário podem ajudar a salvar pessoas e em consequência
realmente melhorar a vida e o mundo. Zeca Pagodinho não deixou a vida o levar.
Foi lá para não deixar que a repetida tragédia não levasse outras vidas. (Eli
Halfoun)
A saúde precisa de atendimento emergencial para não morrer no corredor
por Eli Halfoun
Toda vez (é todo dia) que a televisão
mostra o revoltante caos que se instalou nos hospitais públicos do país, a
esperança diminui e faz crescer a certeza de que jamais a população será
atendida com respeito e dignidade em quase nada, e muito menos na saúde. É lamentável
e vergonhoso ver pacientes jogados, sofrendo e morrendo em corredores imundos de
hospitais que mais parecem campos de concentração. Não adianta culpar os
médicos: eles não têm culpa de nada e pelo contrário, tentam fazer um trabalho
heroico para vencer as dificuldades e o desconforto que também limitam e
impossibilitam o exercício digno da medicina. Também não adiantam mais os
discursos e as promessas: está realmente na hora do governo fazer um mutirão de
verdade para resolver os problemas da e de saúde no país. Faltam hospitais?
Faltam sim, mas se todos sabem que faltam não seria (é) o caso de melhorar o
atendimento nos que ainda podem funcionar. A população não tem mais saúde para
ouvir promessas e esperar por mais um, dois ou três anos para que novas
unidades hospitalares sejam construídas. O momento é emergencial e o mais
importante é tirar a saúde da UTI antes que toda a população morra nos corredores
de hospitais que deixaram de ser unidades de saúde faz tempo. (Eli Halfoun)
O fusível tá torrando
por JJcomunic
O tal do sistema elétrico brasileiro está em crise. É o que diz a mídia. Tá dando choque na privatização de 15 anos atrás? Empresas que assumiram linhas e distribuição não cumpriram metas de investimento. Novidade? Nenhuma. Você vai cumprir? Nem eles. Melhor lucrar com o que foi arrematado em leilão alegre (lembram? Era todo mundo sorridente ao bater o martelo) do que desembolsar dinheiro dos "investidores". É torcer para que venha a chuva. Mas especialistas dizem que há outras marolas por trás dessa onda de apagões. Uma certa reação às medidas do governo para baratear a conta de luz que é uma das mais caras do mundo; e o nervosismo do mercado livre de compra e venda de energia (aquele que lembra o antigo over nigth e onde dois garotos e um telefone podem faturar milhões na boa, entre um Black Label on the rocks e uma tequila Camino Real ao sal.). Dizem as bruxas que tem especulador a perigo por ter vendido energia barata a prazo sem ter como entregar. É que o preço, com as termelétricas fumaçando a toda, está agora nas alturas. Vai ter gente metendo o dedo na tomada.
Dura lex tucana: em SP polícia não pode mais atender vítima de crime...
por JJcomunic
Agora é lei: policiais de São Paulo está impedidos de atender vítimas de crimes. Mesmo que o sujeito esteja sangrando pela orelha, tem que aguardar o Samu. Não pode pôr a mão no indigitado. Se já é difícil polícia chegar ao local do crime... A situação grotesca vai ser a seguinte. Tá lá a vítima estendida no chão, sangrando da veia femural atingida por um balaço, e a autoridade limita-se a dizer: "Aguarda aí, mano, o trânsito tá engarrafado na Marginal mas o torniquete tá chegando". A perguntinha que não quera calar é a seguinte: e se a vítima for o Secretário de Segurança que baixou a norma já publicada no Diário Oficial?
Agora é lei: policiais de São Paulo está impedidos de atender vítimas de crimes. Mesmo que o sujeito esteja sangrando pela orelha, tem que aguardar o Samu. Não pode pôr a mão no indigitado. Se já é difícil polícia chegar ao local do crime... A situação grotesca vai ser a seguinte. Tá lá a vítima estendida no chão, sangrando da veia femural atingida por um balaço, e a autoridade limita-se a dizer: "Aguarda aí, mano, o trânsito tá engarrafado na Marginal mas o torniquete tá chegando". A perguntinha que não quera calar é a seguinte: e se a vítima for o Secretário de Segurança que baixou a norma já publicada no Diário Oficial?
domingo, 6 de janeiro de 2013
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