quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Tá feia a coisa.... mas Dilma escapa
Quem diz é o Ibope. Pesquisa mostra que metade dos brasileiros não confia no Supremo Tribunal Federal (STF), e 65% não depositam confiança no trabalho do Congresso e o índice de aprovação do trabalho da imprensa caiu, em quatro anos, de 71% para 60%. Tá explicado porque a mídia perde tantas eleições.
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Pensionato paulista... eita vida boa...
Leu isso? Sabia disso? É em SP, terra do tucanato. São 148 dependentes e 118 ex-deputados de vários partidos que recebem do cofre estadual gordas pensões vitalícias. No listão, só agora revelado com base na Lei de Acesso à Informação (refrescando memórias, essa lei foi sancionada por Dilma em 2012, tornando realidade projeto enviado pelo governo federal à Câmara em 2010, e não foi pouca a resistência dos políticos a essa iniciativa) tem gente boa como Almir Pazzianoto, ex-ministro de Sarney Wagner Rossi, ex-ministro de Dilma, o vice-presidente do PSDB Alberto Goldman, o presidente da CBF José Maria Marin, a madrasta do senador Aloysio Nunes, do PSDB, Plinio de Arruda Sampaio, do PSOL, dona Lila Covas, viúva de Mario Covas (PSDB), ex-governador de SP etc.
Faltou dizer: a culpa é da privataria...
"Faltou dizer" deveria ser seção permanente em jornais e revistas. Um direito inalienável do leitor para preservá-lo de enganações.Veja a notícia pela metade abaixo: pelos contratos, as distribuidoras privadas deveriam, nas suas áreas, universalizar o acesso à energia elétrica. Passaram longe disso. O único investimento nos últimos anos foi do governo, o Luz Para Todos. Havia uma meta a ser atingida até 2014. Como o lucro voa pro exterior, não há chance de atingirem qualquer meta. Ou o governo investe ou, daqui a um par de anos serão mais 2 milhões de casas sem luz. Qual a providência dos empresários? Apenas pedir adiamento da meta contratual. Agora querem ter o direito de não fazer até 2027 o que não fizeram até o prazo inicial de 2014. Por que investir, se a grana entra fácil e é remetida pra matriz? Depois disso, é só abrir champanhe e comemorar.
Carrossel”: o maior acerto do ano com um show de crianças felizes
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| O elenco de Carrossel, sucesso do SBT. Foto: Divulgação |
por Eli Halfoun
O maior acerto do ano na televisão
foi sem dúvida de Silvio Santos. Ao apostar, insistir e investir em uma nova
produção da novela infantil “Carrossel”, o experiente patrão-apresentador criou
o maior sucesso de audiência e comercial do SBT. Além de ser uma novela
divertida e muito bem produzida, “Carrossel” é sucesso em venda de CDs (tem um
bom trabalho musical produzido pelo craque Arnaldo Sacomani), de revistas e de
todo o tipo de produtos infantis. O mais admirável em “Carrossel” é o
excepcional elenco infantil formado por meninas e meninos que representam com
naturalidade, cantam com alegria e emoção e repassam ao público a diversão que
sentem quando estão trabalhando. Trabalhar como se estivéssemos nos divertindo
é a melhor maneira de escapar do hoje moderno estresse que um dia já foi
chamado só de cansaço.
Com ótimo texto de Íris Abravanel, “Carrossel” fecha o ano como a mais divertida e saudável das novelas de 2012 e
o melhor produto destinado para as crianças. É uma novela ingênua (como são
todas as crianças), sem violência e acima de tudo um incentivo para fazer da
escola um verdadeiro templo de aprendizado.
“Carrossel” também foi responsável
por aquele que é sem dúvida o melhor dos especiais que as emissoras de televisão
costumam produzir para o final do ano. Reunindo alegremente o elenco infantil
da novela e os jurados do programa “Astros”, o especial de “Carrossel” foi um
programa divertido, alegre, pra cima sem aquela melosa e chatíssima preocupação
de fazer um programa emocionalmente apelativo. Não precisou: ao tratar o Natal
apenas como uma festa de alegria o especial “Carrossel” emocionou pelo talento
de seu elenco, muito mais do que pelas repetitivas frases feitas usadas nessa
época. Em 2012, “Carrossel” mostrou com muito talento que é possível fazer
novelas sem apelar para tragédias, violência e apenas sofrimento. “Carrossel”
não é, assim como não foi seu programa especial, uma novela para fazer chorar.
Pelo contrário: é uma infantil e, portanto, sincera celebração da vida. (Eli Halfoun)
Largue agora o celular. Livre-se desse domínio tecnológico.
por Eli Halfoun
Ninguém tem dúvidas de que aparelhos
de telefonia celular e outros muitos avanços tecnológicos foram criados para
facilitar a vida, mas acabaram mesmo foi complicando o tempo, as relações, a
pressa e a vida. A eterna busca de novidades nos transformou em uma espécie de
prisioneiros dependentes da evolução tecnológica. Todos sonham em adquirir o que
já saiu de mais novo e, portanto, com mais recursos. Ninguém consegue viver
atualmente sem celular, tablet e por aí vai. O resultado é que com toda essa
interminável e ansiosa busca de novidades e com a exagerada utilização de
aparelhos de todos os tipos, especialmente o celular, surgiu uma nova doença
chamada monofobia, ou seja, síndrome que deixa a pessoa dependente da
tecnologia.
Em reportagem de Pedro Daher, o jornal
O Dia, do Rio, informa que, segundo dados de pesquisa realizada Ipsos francesa,“18% dos brasileiros admitem ser viciado nos seus aparelhos”. Outro levantamento
feito pela revista Time e pela empresa Qualcomm, revela que 35% dos brasileiros
afirmaram consultar o celular a cada dez minutos.
O vício tecnológico preocupa psicólogos
na medida em que “pode atrapalhar a vida pessoal e as relações
familiares”. Para a psicóloga Andréia Calçada, “o vicio atrapalha as relações pessoais
e profissionais” porque a pessoa fica muito desgastada, começa a não dormir
direito e não dar atenção à família para poder ficar olhando o celular. Se
esquece o celular em casa entra em pânico. Tudo isso prejudica a maneira com a qual
ela vai se relacionar com os outros.”
Em outras palavras: é preciso
desconectar-se do vício e aprender definitivamente que aparelho celular é para
uso restrito, ou seja, para informações urgentes e necessárias. O uso exagerado é acima de tudo uma total falta de
educação e de respeito com você mesmo e com o próximo. (Eli Halfoun)
Fim do “Encontro” transfere Fátima Bernardes para outro trabalho jornalístico
por Eli Halfoun
Foi ao fundo a tentativa de Fátima
Bernardes de fazer carreira como apresentadora jornalística. O “Encontro” não
deu mesmo para o gasto e sabe-se que a direção da Globo está decidida a retirar o programa do ar ,
talvez já em abril de 2013, O fim do “Encontro” estaria sendo
pra apressado desde que, na semana do Natal, deu apenas 3.0 de audiência, empatando
na quarta colocação com a Bandeirantes e ficando atrás da Record que teve 4.0 e
do SBT com 5.0. Para não queimar o filme de Fátima, o fim do “Encontro” não será
anunciado exatamente como final, mas sim como um novo começo para a apresentadora
que ganhará novas funções no jornalismo, provavelmente como repórter especial
ou como âncora de um novo telejornal. Não há, ao contrário do que se especula,
qualquer chance de Fátima voltar a formar par com o marido William Bonner no “Jornal
Nacional”. Aí sim seria um retrocesso. (Eli Halfoun)
Atualização, 28/12: Sobre a informação que circula na imprensa de que “Encontro com Fátima Bernardes” passaria por mudanças em 2013, a Rede Globo informa que não há previsão de uma "reforma geral" no programa.
Atualização, 28/12: Sobre a informação que circula na imprensa de que “Encontro com Fátima Bernardes” passaria por mudanças em 2013, a Rede Globo informa que não há previsão de uma "reforma geral" no programa.
Televisão separa o casal Marcelo Adnet e Dani Calabresa
por Eli Halfoun
A televisão está separando o casal
Marcelo Adnet e Dani Calabresa, mas é apenas uma separação artística: enquanto
Marcelo acerta os últimos detalhes de sua contratação na Globo Dani Calabresa
já é da Rede Bandeirantes, o que deixa claro que Adnet também deixará mesmo a
MTV. A Bandeirantes tem projetos especiais para Dani Calabresa, mas o certo é que
inicialmente ela será a nova e especial integrante do CQC e deverá estear em janeiro,
quando o programa retornará das férias. A separação artística é boa para o
talentoso casal que assim não corre o risco de virar uma dupla que só funciona
em conjunto como, por exemplo, Tom e Jerry (Eli Halfoun)
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Os campeões dos intervalos comerciais...
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| Fotos Divulgação |
Camila Pitanga foi a celebridade que mais apareceu em comerciais ao longo de 2012. Ela estrelou filmes para Caixa Econômica Federal, Grupo Pão de Açúcar, Ferrero, Unilever e Rede Globo. Em segundo lugar, vem Reynaldo Gianecchini que fez publicidade para Banco do Brasil, e campanhas beneficentes para entidades de combate ao câncer, como Graacc e IBCC. Gisele Bündchen fica em terceiro lugar anunciado C&A, ONU, P&G e Sky. Neymar ficou em quarto lugar.
A virgem na Playboy, fotografada por Luis Crispino
por Omelete
Na chamada de capa da Playboy de janeiro, os votos da revista: "para romper o ano e trazer gostosas vibrações para 2013". O ensaio fotografado por Luis Crispino é de Ingrid Migliorini, 20, a virgem Catarina, que leiloou sua primeira noite como parte de um documentário australiano. Tendo em vista o cachê do leilão, mais o da revista, a menina faturou em centímetro quadrado do bem leiloado mais do que o valor do metro quadrado na Vieira Souto.
Na chamada de capa da Playboy de janeiro, os votos da revista: "para romper o ano e trazer gostosas vibrações para 2013". O ensaio fotografado por Luis Crispino é de Ingrid Migliorini, 20, a virgem Catarina, que leiloou sua primeira noite como parte de um documentário australiano. Tendo em vista o cachê do leilão, mais o da revista, a menina faturou em centímetro quadrado do bem leiloado mais do que o valor do metro quadrado na Vieira Souto.
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| Foto; Divulgação Playboy |
O outro lado... Escreve Jânio de Freitas na Folha de São Paulo
Para quebrar a voz única e em coro da midia a la derecha, conheça outros fatos do Brasil e rara opinião diversa.
Coluna de Jânio de Freitas na Folha de São Paulo
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Lula viaja pelo Brasil para testar sua popularidade
por Eli Halfoun
Depois do episódio (lamentável, por
sinal) que envolveu seu nome na Operação Porto Seguro, o ex-presidente Lula quer
testar ao vivo como anda sua popularidade e que tipo de desgaste sofreu diante
de seus muitos eleitores. Para isso, Lula saíra, provavelmente a partir de janeiro,
viajando pelo Brasil para encontrar a população e líderes políticos de
vários estados, mas isso não quer dizer que ele tenha decidido concorrer novamente
à Presidência da República. Lula só sairia candidato se a presidente Dilma
Roussef não quisesse reeleger-se e mesmo que já caminhe com as próprias pernas terá
apoio total do ex-presidente. É esse apoio que ele quer saber se será uma ajuda
ou se atrapalhará a candidatura de Dilma. (Eli Halfoun)
Dilma erra o número de aeroportos e sua assessoria finge que não percebeu
por Eli Halfoun
A presidente Dilma Rousseff não tem
sido impedida nem por sua assessoria de cometer algumas gafes em discursos e
promessas. A mais recente foi anunciar a construção de 800 aeroportos em cidades
com mais de 100 mil habitantes. A presidente errou feio no número: na verdade ela
queria dizer 200 aeroportos e mesmo quem percebeu a confusão preferiu fingir
não ter ouvido nada. Antes do anúncio discursivo Dilma já tinha conversado com
sua assessoria falando em 200 aeroportos, ou seja, estavam bem informados e
mesmo assim permitiram que a presidente cometesse o erro que quadruplicou o
número de aeroportos. Se o erro tivesse
acontecido com o salário mínimo quadruplicado (justo, mas impossível) a presidente
teria muito a explicar para a população assalariada e para os sempre explorados
aposentados. (Eli Halfoun)
Falta de respeito: Record inaugura demissões por telegrama
por Eli Halfoun
A Record, que chegou até a animar o público
como uma nova opção de programação, está inaugurando um método pioneiro na
televisão. A total falta de respeito com
seus funcionários tem feito a emissora demitir vários empregados por telegrama,
ou seja, sem qualquer respeito, educação e coragem de falar olho no olho. Deve
ser a mesmo comportamento deseducado que a Igreja Universal tem com os fiéis
que não podem oferecer (pagar) dízimos polpudo. Aliás, o fim de ano na televisão tem
sido amargo também na Rede TV que não vê perspectivas de melhorar em nada e
decidiu demitir mais 50 funcionários de todas as áreas. Assim nem o imenso saco
do Papai Noel agüenta. (Eli Halfoun)
Patrícia Poeta não é culpada pela pior audiência na história do Jornal Nacional
por Eli Halfoun
Nota publicada na “Folha de São
Paulo” diz que o “Jornal Nacional” encerra o ano com a pior audiência de sua
longa história. A queda de ibope (virou um sinônimo de audiência) é relacionada
com a presença de Patrícia Poeta como substituta de Fátima Bernardes (que, aliás,
também não vai bem com seu programa solo) no noticioso que continua sendo o mais
visto do país. Patrícia Poeta, que tem conduzido o noticiário muito bem, nada
tem a ver com a queda de audiência que é resultado de um conjunto de coisas. Por
exemplo: o público não mostra mais tanto interesse em telejornais simplesmente
porque está informado o dia inteiro pela internet e qualquer telejornal entra
no ar com notícias requentadas.
A verdade é que a televisão não acompanhou
jornalisticamente a velocidade do noticiário, ou seja, não percebeu que apenas
noticiar não é mais suficiente. Agora é preciso ir além com comentários e
reportagens exclusivas que o telespectador já não tenha encontrado aos montes
na internet. Patrícia Poeta faz apenas seu trabalho (e bem) de ler o que lhe
dado para noticiar. Não é, portanto, culpada de nada. O jornalismo da televisão
é que precisa se reciclar. (Eli Halfoun)
Caso Daniela Perez: o direito de uma mãe de tentar sofrer menos
por Eli Halfoun
Leio na imprensa que a Rede Record
está proibida de reprisar a recente entrevista que o excelente
repórter-apresentador Marcelo Rezende fez com Guilherme de Pádua, o assassino
da jovem, bela e talentosa atriz Daniela Perez, morta há 20 anos. Nem a Record
pode reprisar a entrevista e nem qualquer outra emissora pode focalizar o
assunto com novas entrevistas e exibindo imagens da jovem Daniela. A determinação
é da Justiça atendendo a um pedido da mãe de Dani, a autora Glória Perez. Glória
está coberta de razão: já sofreu muito para vira e mexe ver imagens e o nome de
sua filha relembrando o terrível episódio que ela, Glória, tem todo o direito de
tentar esquecer. Ou pelo menos de não querer relembrar com tanta angustia. Guilherme
de Pádua foi condenado, cumpriu pena e hipoteticamente está em dia com a
Justiça, mas jamais estará em dia com sua consciência e com a dor que causou em
uma mãe que perdeu brutalmente a doce filha.
Não se trata, como querem alguns, de
cercear a liberdade de imprensa, mas sim e apenas de reivindicar respeito emocional,
que a já tão sofrida Glória sem dúvida merece. A desnecessária exposição de um
caso julgado me faz lembrar episódio que aconteceu na revista Amiga quando eu a
dirigia. Depois de muitas tentativas a repórter Claudia Lopes conseguiu uma
entrevista exclusiva com Pádua (ainda não julgado e condenado) na cadeia. Não
tive dúvidas e publiquei na íntegra (na época o caso era ainda muito importante
como notícia) e lembro que Glória achou que eu a havia desrespeitado ao dar voz
para um assassino. Não era caso de desrespeito. A admiração que sempre tive por
Glória jamais me deixaria desrespeitá-la, mas na época tentei fazer apenas um
bom trabalho jornalístico. Pádua foi capa da Amiga, esgotou a edição nas bancas
e mesmo assim imediatamente após a publicação da entrevista Raul Gazola, a
pedido da então sogra Glória Perez esteve na Manchete para falar com Adolpho
Bloch. Fui chamado pelo Adolpho que em nenhum momento criticou o trabalho, ou seja,
a publicação da entrevista, mas exigiu que eu entregasse para Gazola as fitas
com a entrevista. As fitas foram entregues.
Até hoje não sei bem o que foi feito delas, mas estou convencido que a
revista Amiga em nenhum momento desrespeitou os envolvidos no caso. O fato é
que entreguei as fitas com tranquilidade porque o conteúdo estava impresso. E
na imprensa como no jogo do bicho vale o que está escrito. (Eli Halfoun)
Dilma já sabe quem vai apoiar para o governo do Rio
por Eli Halfoun
Parece que a eleição que escolherá o
novo governador do Rio em 2014 será mais disputada do que o governador Sergio
Cabral esperava: Cabral está (será que ainda está?) decidido a apostar todas as
suas fichas em seu vice Luís Fernando Pezão e mesmo que ainda faça isso não
contará, como teve quando concorreu, com o apoio da presidente Dilma Roussef. Analistas
políticos estão certos de que Dilma apoiará o nome do senador Lindberg Farias
se ele for realmente homologado como candidato do PT. Cabral tem uma luta cruel
na tentativa de fazer seu sucessor e há quem acredite que só conseguirá isso
se o prefeito Eduardo Paes aceitar ser candidato, o que no momento é muito difícil.
Eles que são vascaínos que se entendam. (Eli Halfoun)
Mais uma temporada para “A Grande Família”. É o caminho para o desgaste total
por Eli Halfoun
Por melhor ou mais gostoso que seja, tudo que é demais enjoa. Ainda não aconteceu totalmente, mas fatalmente acontecerá
com “A Grande Família”, que resiste há mais de 30 anos. O programa criado por Oduvaldo
Viana Filho e Armando Costa (ambos falecidos) ganhará em 2013 mais uma
temporada na programação da Globo. Não é difícil prever que será a última. “A Grande
Família” envelheceu e por mais que tente, não tem mais como renovar-se, o que
fica claro até na atuação sistematizada do elenco repleto de craques. Até o
elenco não aguenta mais e, portanto, o público também não aguentará. As noticiadas
brigas entre os integrantes do elenco não surpreendem. É exatamente como o
casamento (há exceções evidentemente) que com o tempo passa a enfrentar
desgastes desnecessários por motivos geralmente irrelevantes. De qualquer
maneira, a Globo faz mais uma corajosa aposta no programa que tem sido mesmo
enjoativo um bom trunfo de audiência. Às vezes insistir é fundamental, mas
nesse caso nem é tanto: talvez seja a hora da Globo abrir mais espaço para novas
comédias até porque a família brasileira mudou e, portanto, essa tradicional grande
família também precisa mudar. Antes que seja engolida pelo desgaste total. (Eli
Halfoun)
sábado, 22 de dezembro de 2012
Parque público com wi-fi. É no bairro Eloy Chaves, em Jundiaí...
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Salve a mudança: novela encerra algumas tramas para ficar mais dinâmica. O público tem pressa
por Eli Halfoun
A autora Glória Perez pode ter errado
a mão no início de “Salve Jorge”, mas quem conhece seu trabalho conhece também
sua enorme capacidade de dar a volta por cima e acertar a mão. Começa a fazer
isso nos próximos capítulos com a decisão de libertar Morena e Jéssica daquele
quartinho onde nada acontece. A autora decidiu trazer as personagens de volta ao
Brasil, mas não sem enfrentarem novos sacrifícios: elas virão acompanhadas de
Russo que as obrigará a engolir pacotinhos contendo drogas para contrabandear.
Na chegada Morena passará mal no aeroporto e assim as duas ganharão enfim a liberdade. Daí em diante a novela muda
totalmente seu rumo: Morena ainda aprontará muito no Rio e Jéssica terá adiada a
sua morte, que estava prevista desde o início. Tudo indica que assim como
aconteceu em “Avenida Brasil”, “Salve Jorge” começará a dar desfecho para
algumas tramas, o que pode incluir a descoberta de que Vanda é uma traficante
de bebê. O coronel interpretado por Oscar Magrini descobrirá uma criança no
carro de Vanda. Ao encerrar as tramas que se arrastam
“Salve Jorge” ficará sem os assuntos que embromam sem fim, como se fossem
conversas de vendedores chatos. Assim a novela poderá ficar com apenas no
máximo duas tramas para reconquistar um público que não aguenta mais assistir
capítulos em que durante meses nada acontece. A vida de hoje tem pressa. (Eli
Halfoun)
Flamengo joga para a torcida “tabelando” com Robinho
por Eli Halfoun
Sei não, mas ao anunciar a
disposição de contratar Robinho junto ao Inter de Milão, a nova diretoria do
Flamengo comete o mesmo erro da ex-presidente Patrícia Amorim e joga para a
torcida, como se ela (torcida) acreditasse em Papai Noel. Parece
que o Fla não aprendeu nada com a catastrófica passagem de Ronaldinho Gaúcho e
ameaça (pelo menos hipoteticamente) repetir o erro. Só que dessa vez será bem
mais difícil já que Robinho pede mais de um milhão de reais por mês de salário,
quantia que o Santos já se recusou a pagar e o Flamengo não tem a menor condição
de fazer. Além do mais a anunciada vontade de Robinho em voltar jogar em seu
país esbarra em uma barreira intransponível: a mulher e filho de Robinho só aceitam
voltar para Santos e ficar mais próximos de todos os familiares. No momento não
é difícil perceber que o Flamengo não tem bala na agulha para bancar a
milionária transferência do craque, o que deixa mais evidente que a intenção é
a de uma vez mais ludibriar uma torcida apaixonada que não merece. Nessas
fantasias natalinas do futebol (todo final de temporada é a mesma coisa) o
Flamengo assim como todos os endividados clubes brasileiros de futebol deveriam
seguir o exemplo do Vasco, que já deixou clara sua terrível situação
financeira, está perdendo seu elenco, mas se recusa a jogar para a torcida prometendo
contratações que não poderá fazer. Prometer e não cumprir é a mesma coisa do
que fazer um gol contra. (Eli Halfoun)
Globo tem o bolo inteiro mas não quer a fatia do desfile das campeãs no Rio
por Eli Halfoun
O fato de ter os direitos exclusivos
para a transmissão de todos os desfiles (primeiro e segundo grupo) das escolas
de samba não significa que a emissora vá ficar com o bolo inteiro: está decidida
a negociar com outra emissora a transmissão do desfile das campeãs no Rio, o
que a faria ficar fora da festa final. Acontece que o desfile das campeãs não
atrai tanto público e por isso mesmo está difícil encontrar quem queira comprar
uma fatia de bolo que pode azedar em audiência. (Eli Halfoun)
Novos planos para Xuxa na Globo: apenas um filme especial por mês
por Eli Halfoun
Desde que o público infantil também
ficou mais exigente e passou a buscar outras opções de entretenimento na
televisão, Xuxa começou a perder telespectadores e embora tenha mostrado carisma
e competência como condutora de atrações não necessariamente infantis não
conseguiu repetir seu estrondoso sucesso. O resultado é que assim como Renato
Aragão, Xuxa também parece estar com o prazo de validade vencido na Globo para
programas semanais, o que não a afastará da emissora, da qual, assim como Aragão, é um patrimônio. Os novos planos da Globo para Xuxa são idênticos aos sugeridos
para Renato: ela será atração mensal com um filme produzido como atração
especial, já que no cinema Xuxa continua sendo recordista de bilheteria. O
público infantil evoluiu e não quer mais apenas programas com brincadeiras
repetitivas e desenhos sem graça. (Eli Halfoun)
Rede Record faz emissoras rezarem (e faturarem) mais em todos os estados
por Eli Halfoun
Decidido a atrair mais fiéis e em
conseqüência mais dízimos para a Igreja Universal, o bispo Edir Macedo, o todo-poderoso da igreja e da Rede Record, está decidido a transformar a emissora em
uma grande rede de cultos religiosos. A ideia, que já começa a ser colocada em
prática, é fazer com que todas as retransmissoras espalhadas pelo Brasil deixem
de exibir a programação gerada pela Record-mãe e passem a dedicar quase todos
os horários a programas religiosos e locais. Com essa medida, a Record pretenderia não só fazer uma grande economia em salários (demitiria quase todos os funcionários
das afiliadas), mas também triplicaria o faturamento com as doações de fiéis. É
bom alguém lembrar ao bispo que concessão de televisão não é para isso e muito
menos para funcionar como um cofrinho de arrecadação. (Eli Halfoun)
Coroas, já pra rua! É a política da Infoglobo...
por JJcomunic
Deu no Lidão, o jornal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro: para a Infoglobo, empresa que edita os jornais O Globo, Extra e Expresso, jornalista perde a vaslidade aos 60 anos.Levantamento do Ministério do Trabalho encontrou provas sobre discriminação de idade.
Leia a matéria completa. Clique AQUI
Deu no Lidão, o jornal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro: para a Infoglobo, empresa que edita os jornais O Globo, Extra e Expresso, jornalista perde a vaslidade aos 60 anos.Levantamento do Ministério do Trabalho encontrou provas sobre discriminação de idade.
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