domingo, 29 de agosto de 2010
Guia turístico da cilada
por JJcomunicA companhia aérea Safi, que faz a rota de Cabul, no Afeganistão, tem uma revista de bordo muito especial. Trata-se de um autêntico guia de sobrevivência para os visitantes. Há anúncios sobre carros resistentes a bombas, reportagens sobre viciados em heroina (o país é grande plantador de papoula), pontos turísticos crivados de bala, como evitar ruas e estradas intransitáveis por causa de crateras de bombas, redutos dos talibãs etc. (Na imagem reproduzida do site da Safi Airways, páginas da revista de bordo com anúncios de carros blindados)
Memoria da redação: Aconteceu no...

O JB registrou a tragédia do Elevado Paulo de Frontin...
...a bomba do Riocentro e...
... as primeiras trevas do golpe de 1964. A tomada do Forte de Copacabana. A ditadura nascia na madrugada, com a chuva viria a pesada névoa que encobriria o país por mais de duas décadas.por JJcomunic
Faltam 48 horas. Na manhã de terça-feira, 31, chega ao fim uma tradição de 119 anos: os cariocas têm um encontro marcado, pela última vez, com a versão impressa do Jornal do Brasil. A partir do dia 1º de setembro, o título sobrevive exclusivamente na versão on line.
A reprodução acima (de famosa foto de Evandro Teixeira, na madrugada de 1º de abril de 1964) é de um dos muitos momentos decisivos da história do Brasil registrados pelo JB. Começava ali a era de chumbo da ditadura militar. Ironicamente, na mesma edição que publicava a foto da tomada do Forte de Copacabana, o JB marcava em editoral seu apoio entusiasmado ao golpe, de resto, uma posição seguida pelos concorrentes Globo, Folha de São Paulo, Estadão e outros. Um trecho do editorial: "Desde ontem se instalou no país a verdadeira legalidade... Legalidade que o caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares. A legalidade está conosco e não com o caudilho aliado dos comunistas" (...).
Na década seguinte, a ditadura submeteria o jornal à censura, que persistiria até os anos 80, afetando a cobertura de episódios como o do ataque de terroristas militares ao Riocentro, em 1981 (foto não creditada), onde se realizava um show de música popular no Riocentro pelo Dia do Trabalho. O regime dava sinais de exaustão e a direita tentava manter o poder à base de bombas.
O JB abria suas páginas para a tensão, para a emoção (de conquistas esportivas, como na eufórica cobertura da Copa de 70) e para a comoção (como a queda do Elevado Paulo de Frontin, em 1971 - foto de Ronaldo Theobald). Nos últimos anos, apesar do esforço e do talento dos seus jornalistas, o jornal enfrentava dificuldades e perdia competividade no mercado. A cidade lamenta. O Rio sentirá falta do seu parceiro de todos os dias.
Dona devassa...
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| Paris Hilton sorri à Mona Lisa na delegacia (Foto: Reprodução/Las Vegas P.D.). E a imagem do site TMZ que mostra a socialite saindo do Cadilac-"bonde". |
Memória da redação: Aconteceu na...
por Gonça
Durante um comício em Campo Grande (MS), na terça-feira, 24, Lula falou sobre o "preconceito da mídia", que não o considerava capaz de governar por não ter curso universirário e não saber falar inglês. Disse o presidente no palanque: "Uma vez eu estava almoçando na Folha de São Paulo e o diretor da Folha de São Paulo perguntou pra mim: 'Escuta aqui, candidato, o senhor fala inglês?' Eu disse não . 'Como é que você quer governar o país se não fala inglês?'. Eu falei: 'Mas eu vou arrumar um tradutor'. 'Mas assim não é possível. O Brasil precisa ter um presidente que fala inglês'. E eu perguntei para ele: 'Alguém já perguntou se o Bill Clinton fala português?'. Eles achavam que o Bill Clinton não tinha obrigação de falar português. Era eu o subalterno, o país colonizado, que tinha que falar inglês. Teve uma hora que eu me senti chateado e levantei da mesa. E falei: 'Não vim aqui para dar entrevista, vim para almoçar. Se é entrevista, vou embora'. E levantei, larguei o almoço, peguei o elevador e fui embora."
A Folha (edição de 26 de agosto) confirma o episódio. Nega que a pergunta fosse sobre falar inglês mas conta que o diretor de redação, Otávio Frias Filho, indagou de Lula se ele havia "se preparado intelectualmente nos últimos 20 anos para credenciar-se a ocupar a Presidência". O então candidato negou-se a responder, considerou a pergunta preconceituosa. Pouco depois, após uma segunda pergunta sobre as alianças políticas, segundo a Folha, Lula acusou o diretor de estar a serviço de outra candidatura, no caso, a do PSDB.
E saiu, deixando Frias falando sozinho.
Para ler e pensar
por Eli Halfoun
De Contardo Calligaris, psicanalista italiano radicado no Brasil, em artigo para a Folha de São Paulo: “Quando a mídia é da massa, não há mais diferença entre manipuladores e manipulados, pois os próprios manipuladores expostos à mídia, são manipulados por suas produções. Ou seja, todo mundo pensa as mesmas trivialidades”.
De Contardo Calligaris, psicanalista italiano radicado no Brasil, em artigo para a Folha de São Paulo: “Quando a mídia é da massa, não há mais diferença entre manipuladores e manipulados, pois os próprios manipuladores expostos à mídia, são manipulados por suas produções. Ou seja, todo mundo pensa as mesmas trivialidades”.
sábado, 28 de agosto de 2010
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| A vibração das brasileiras |
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| Francesca Piccinini: a musa da seleção azurra |
Bob Dylan, pintor, retrata o Brasil
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| Vida real: "The Incident". Bob Dylan teria visto um homem ser baleado no centro de São Pauilo. |
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| "Bahia": ruela e igreja de Salvador no olhar de Dylan |
Deu pânico... e não é programa de humor
por Gonça
Aparentemente, a campanha do Zérra entrou em modo desespero. Calma, falta muito ainda. Zérra já mudou de tom várias vezes. Já foi o "administrador experiente", o "continuador da obra do Lula", o "fofo", o "opositor construtivo", passou pelo "terrorismo" (insinuando, caso ele não vença, que vem aí pacote fiscal e que sindicalistas e petistas ocuparão "militarmente" o governo etc). Só não diz o que vai fazer se for eleito, não detalha programa de governo, não conta com quem vai governar. Moita total nesses importantes quesitos.
Agora, Zérra pendurou-se no caso do suposto vazamento de dados da Receita Federal. Se for provado que foi mesmo montado um dossiê com finalidade política, que o responsável seja punido. Por burrice, inclusive. Para recolher dados pessoais de qualquer um basta ir, por exemplo, nas imediações da rua 25 de Março, em SP, na Av. Rio Branco ou proximidades da Uruguaiana, no Rio, e comprar CDs ilegais com informações pessoais (CPF, conta bancária, números de documentos de identidade, bens, faixa salarial, documentos de carros, endereços etc). Vá no Google, há sites hospedados no exterior que vendem dados de milhões de pessoas. A própria Receita apura esse esquema de venda de informações sigilosas. Que todas as linhas de investigação sejam percorridas. E que nessa apuração rigorosa, algumas perguntas sejam respondidas: cadê o dossiê, qual o seu objetivo?, quem se beneficia?, quem se prejudica?, quem tentou vender?, quem comprou?, fez o que com os dados?, é fato ou factoide?
Disputa política, com armas éticas ou não, e acusações de todo tipo são comuns em campanhas (Lula mesmo teve um acontecimento famíliar usado como peça eleitoral, foi apontado como confiscador de poupança, diziam que viria o caos econômico se o operário fosse eleito...). Portanto, muita baixaria ainda virá à tona até a hora da urna. O que se espera é que candidatos usem o horário político, ou pelo menos grande parte dele, para dizer claramente o que pretendem fazer quando chegaram ao Planalto.
Teoricamente, campanha eleitoral é para isso.
Aparentemente, a campanha do Zérra entrou em modo desespero. Calma, falta muito ainda. Zérra já mudou de tom várias vezes. Já foi o "administrador experiente", o "continuador da obra do Lula", o "fofo", o "opositor construtivo", passou pelo "terrorismo" (insinuando, caso ele não vença, que vem aí pacote fiscal e que sindicalistas e petistas ocuparão "militarmente" o governo etc). Só não diz o que vai fazer se for eleito, não detalha programa de governo, não conta com quem vai governar. Moita total nesses importantes quesitos.
Agora, Zérra pendurou-se no caso do suposto vazamento de dados da Receita Federal. Se for provado que foi mesmo montado um dossiê com finalidade política, que o responsável seja punido. Por burrice, inclusive. Para recolher dados pessoais de qualquer um basta ir, por exemplo, nas imediações da rua 25 de Março, em SP, na Av. Rio Branco ou proximidades da Uruguaiana, no Rio, e comprar CDs ilegais com informações pessoais (CPF, conta bancária, números de documentos de identidade, bens, faixa salarial, documentos de carros, endereços etc). Vá no Google, há sites hospedados no exterior que vendem dados de milhões de pessoas. A própria Receita apura esse esquema de venda de informações sigilosas. Que todas as linhas de investigação sejam percorridas. E que nessa apuração rigorosa, algumas perguntas sejam respondidas: cadê o dossiê, qual o seu objetivo?, quem se beneficia?, quem se prejudica?, quem tentou vender?, quem comprou?, fez o que com os dados?, é fato ou factoide?
Disputa política, com armas éticas ou não, e acusações de todo tipo são comuns em campanhas (Lula mesmo teve um acontecimento famíliar usado como peça eleitoral, foi apontado como confiscador de poupança, diziam que viria o caos econômico se o operário fosse eleito...). Portanto, muita baixaria ainda virá à tona até a hora da urna. O que se espera é que candidatos usem o horário político, ou pelo menos grande parte dele, para dizer claramente o que pretendem fazer quando chegaram ao Planalto.
Teoricamente, campanha eleitoral é para isso.
Santos “enquadra” Meninos da Vila
por Eli Halfoun
Dentro da nova filosofia de virar um clube-empresa, o Santos resolveu dedicar especial atenção para algumas de suas, digamos, melhores mercadorias. De saída decidiu orientar seus craques, como Neymar e Ganso (este, rompeu ligamentos do joelho e será operado hoje), que em contrato ganham um salário de R$160 mil mensais mas recebem mais de R$ 500 mil com as cotas de patrocínio. De saída, o Santos decidiu que os dois jogadores receberão aulas de inglês e espanhol, além de sessões de fonoaudiologia. Como seus familiares, serão submetidos a um media training e passarão a receber também assistência profissional e administrativa. O Santos dará tudo isso, mas também fará exigências: os jogadores ficarão proibidos de fazerem comerciais para qualquer bebida alcoólica e passarão a ter suas saídas noturnas controladas (nada de baladas e más companhias). Assim o Santos quer evitar que os seu craque fiquem expostos e sejam protagonistas de escândalos. Os novos contratos incluem também rígidas cláusulas sobre comportamento. Uma lição para todos os clubes que também deveriam cuidar melhor de seu maior patrimônio que são os jogadores.
Dentro da nova filosofia de virar um clube-empresa, o Santos resolveu dedicar especial atenção para algumas de suas, digamos, melhores mercadorias. De saída decidiu orientar seus craques, como Neymar e Ganso (este, rompeu ligamentos do joelho e será operado hoje), que em contrato ganham um salário de R$160 mil mensais mas recebem mais de R$ 500 mil com as cotas de patrocínio. De saída, o Santos decidiu que os dois jogadores receberão aulas de inglês e espanhol, além de sessões de fonoaudiologia. Como seus familiares, serão submetidos a um media training e passarão a receber também assistência profissional e administrativa. O Santos dará tudo isso, mas também fará exigências: os jogadores ficarão proibidos de fazerem comerciais para qualquer bebida alcoólica e passarão a ter suas saídas noturnas controladas (nada de baladas e más companhias). Assim o Santos quer evitar que os seu craque fiquem expostos e sejam protagonistas de escândalos. Os novos contratos incluem também rígidas cláusulas sobre comportamento. Uma lição para todos os clubes que também deveriam cuidar melhor de seu maior patrimônio que são os jogadores.
Brasileiras no festival de capas da revista britânica Love
por Eli Halfoun Além de Kelly Brook, que este paniscumovum já mostrou, duas brasileiras estão nas capas especiais que a revista britânica Love preparou para a edição de setembro: são Alessandra Ambrósio e Gisele Bundchen. As modelos convidadas posaram em diferentes versões. Alessandra Ambrósio é um "anjo" e Gisele aparece como a "bombshell". Nas outras capas, Agynnes Deyn é a "rebelde", Lauren Hutton como a "heroína", Rosie Huntington Whiteley como a "dádiva" e Siena Muller como a "pin up". Uma boneca também ganhou capa: é Buela, classificada como a perfeição. Pudera: foi moldada pela mão do homem.
Uma revista aberta na mesa, uma câmera na mão
por JJcomunicTudo indica que as revistas ganharão novas perspectivas a partir da acelerada interação com os meios digitais. Muito além dos recursos do iPad, as possibilidades parecem infinitas. A edição de setembro da revista inglesa da Marie Claire oferece 27 de matérias com um conteudo usual e outro digital visível apenas para os leitores que focalizarem as páginas e acionarem a câmera do celular. Com a foto, virão informações extras sobre cada reportagem ou os produtos anunciados. A tecnologia que torna possível essa revista duas-em-uma é o soft Pong. (Reprodução: a atriz Drew Barrymore na Marie Claire inglesa)
E agora José?
deBarros
E agora José? Os aloprados – de um candidato ao governo de São Paulo – que aprontavam mais um falso dossiê estão soltos. Não foram presos.
E agora José? Sigilos bancários são quebrados e invadidos e nada acontece com esses marginais políticos de partidos do poder. E agora José? Mensalões vergonhosos são descobertos, praticados por partidos do governo e fica tudo por isso mesmo. E agora José? Como ficará o candidato do governo, sendo eleito, diante de tantos escândalos, falcatruas, atos de corrupção, desvios de verbas?
E agora José? Como ficará o caseiro, que identificou o Ministro da Fazenda como frequentador da casa da corrupção em Brasília e teve o seu sigilo bancário, quebrado e invadido? E agora José? Tudo será esquecido e perdido na poeira dos tempos? E agora José? Com tantos exemplos de corrupção, safadezas, roubos tudo sem punição como ficará a sociedade brasileira que tem como espelho um governo dessa ordem? E agora José? Dois capitães da PM do Rio de Janeiro foram presos por assalto e roubo a patrimônio privado em plena noite carioca, naturalmente diante dos exemplos, sem punição, resolveram entrar no jogo do: "Tambem quero o meu".
E agora José? Como nada acontece por acaso, esse país, seguindo o exemplo que vem de cima, resolveu a aderir a esse comportamento que varre o país de norte ao sul.
E agora José?
Informática criou um jornalismo veloz e mentiroso. Principalmente nas imagens
por Eli Halfoun
Mesmo as pessoas que ainda resistem a utilização da informática como ferramenta de trabalho reconhecem que os avanços tecnológicos do setor nos dão cada vez mais facilidades. A informática está servindo também para, via internet, abrir democraticamente um leque das mais variadas opiniões via blog, site, twitter e afins. A informação também ganhou maior velocidade fazendo com que a televisão e até o rádio passem a ser uma espécie de suíte do que a internet veiculou imediatamente. Os jornais impressos parecem jornais de ontem quando se limitam a dar apenas a mesma noticia nua e crua.
Talvez esse seja o momento do jornalismo impresso rever seus métodos, ou seja, fazer de qualquer informação uma seqüência da notícia, de preferência opinativa porque decididamente não dá mais para concorrer com a velocidade que a internet imprimiu aos acontecimentos. Se por um lado a informática modernizou e agilizou os veículos de comunicação, por outro ajudou a criar um jornalismo de mentira se não no noticiário certamente nas imagens. Hoje é possível juntar duas pessoas em uma mesma foto mesmo que elas jamais tenham se conhecido, publicar essa imagem, e fazer um falso fotojornalismo já que tal foto será apenas fruto da facilidade do photoshop. Não faz muito tempo (e eu sei bem disso) era uma dificuldade juntar, por exemplo, dois artistas da mesma novela em uma foto de capa. Ou os artistas se recusavam a posar ou os horários não combinavam. Agora é possível buscar um ator do elenco de uma novela e juntá-lo ao de outra novela como se tivessem posado para a foto. Não posaram e, portanto, a publicação da foto não deixa de ser um jornalismo mentiroso, assim como também é quando permite eliminar uma pessoa de qualquer foto como se simplesmente ela nem existisse. Nada contra o photoshop quando utilizado para melhorar a qualidade de uma foto, mas quando esse mecanismo passa a ser utilizado para deixar uma mulher gorda com corpinho violão ou qualquer atriz ou modelo sem nenhuma celulite ou outra marca que faz parte da vida, aí é uma foto falsa e, portanto, também um jornalismo de mentirinha. Jornalismo é coisa séria e, com ou sem informática, precisa ser tratado em todos os aspectos com seriedade.
Mesmo as pessoas que ainda resistem a utilização da informática como ferramenta de trabalho reconhecem que os avanços tecnológicos do setor nos dão cada vez mais facilidades. A informática está servindo também para, via internet, abrir democraticamente um leque das mais variadas opiniões via blog, site, twitter e afins. A informação também ganhou maior velocidade fazendo com que a televisão e até o rádio passem a ser uma espécie de suíte do que a internet veiculou imediatamente. Os jornais impressos parecem jornais de ontem quando se limitam a dar apenas a mesma noticia nua e crua.
Talvez esse seja o momento do jornalismo impresso rever seus métodos, ou seja, fazer de qualquer informação uma seqüência da notícia, de preferência opinativa porque decididamente não dá mais para concorrer com a velocidade que a internet imprimiu aos acontecimentos. Se por um lado a informática modernizou e agilizou os veículos de comunicação, por outro ajudou a criar um jornalismo de mentira se não no noticiário certamente nas imagens. Hoje é possível juntar duas pessoas em uma mesma foto mesmo que elas jamais tenham se conhecido, publicar essa imagem, e fazer um falso fotojornalismo já que tal foto será apenas fruto da facilidade do photoshop. Não faz muito tempo (e eu sei bem disso) era uma dificuldade juntar, por exemplo, dois artistas da mesma novela em uma foto de capa. Ou os artistas se recusavam a posar ou os horários não combinavam. Agora é possível buscar um ator do elenco de uma novela e juntá-lo ao de outra novela como se tivessem posado para a foto. Não posaram e, portanto, a publicação da foto não deixa de ser um jornalismo mentiroso, assim como também é quando permite eliminar uma pessoa de qualquer foto como se simplesmente ela nem existisse. Nada contra o photoshop quando utilizado para melhorar a qualidade de uma foto, mas quando esse mecanismo passa a ser utilizado para deixar uma mulher gorda com corpinho violão ou qualquer atriz ou modelo sem nenhuma celulite ou outra marca que faz parte da vida, aí é uma foto falsa e, portanto, também um jornalismo de mentirinha. Jornalismo é coisa séria e, com ou sem informática, precisa ser tratado em todos os aspectos com seriedade.
Filmes mudos de Hitchcock ficarão novinhos
por Eli Halfoun
Alfred Hitchcock, o gênio do cinema de suspense e um dos mais importantes diretores ingleses, está tendo sua obra restaurada como parte da comemoração dos 75 anos do Instituto de Cinema Britânico. O Instituto já obteve doações no valor de US$ 1,7 milhões dos US$ 2,1 milhões que precisa para colocar toda a obra do diretor em dia, incluindo nove filmes mudos que Hitchcock dirigiu na década de 20. A restauração (cada filme gasta mais de US$ 200 mil) começou com “O Pensionista” (1926), “The Paleasure Garden” (1925), “Downhill” (1927), “Easy Virtue (1928) “The Famers” (1928), ”Champagne” (1928) e “Blackmail" (1929).
Alfred Hitchcock, o gênio do cinema de suspense e um dos mais importantes diretores ingleses, está tendo sua obra restaurada como parte da comemoração dos 75 anos do Instituto de Cinema Britânico. O Instituto já obteve doações no valor de US$ 1,7 milhões dos US$ 2,1 milhões que precisa para colocar toda a obra do diretor em dia, incluindo nove filmes mudos que Hitchcock dirigiu na década de 20. A restauração (cada filme gasta mais de US$ 200 mil) começou com “O Pensionista” (1926), “The Paleasure Garden” (1925), “Downhill” (1927), “Easy Virtue (1928) “The Famers” (1928), ”Champagne” (1928) e “Blackmail" (1929).
Revista People no iPad
Depois de muitas negociações com a Apple, a People adere ao Ipad. Funciona assim: quem assinar a versão impressa leva grátis a versão digital. A intenção da editora, futuramente, é a criação de assinaturas pagas no Ipad. A Time Inc., dententora do título, ainda criará versões digitais para as revistas Sports Illustrated, Fortune e Time.
Brigitte Bardot volta aos áureos tempos no NY Times
por Eli Halfoun
A modelo Laetitia Casta foi transformada na nova Brigitte Bardot em ensaio fotográfico para a T Magazine, revista que acompanha o jornal americano NY Times. O ensaio foi batizado de Retrofitted e presta uma homenagem a atriz francesa com fotos ao estilo da “Brigitte dos áureos tempos”. As fotos remetem à moda retrô. A modelo também posou com peças de grifes como Dolce & Gabana, Louis Vuitton, Nina Ricci, Prada, Stella McCartney e Valentino. (Nas reproduções, Laetitia Casta na T e Brigitte Bardot em cena do filme E Deus Criou a Mulher)
Para ver o ensaio da T Magazine clique AQUI
A modelo Laetitia Casta foi transformada na nova Brigitte Bardot em ensaio fotográfico para a T Magazine, revista que acompanha o jornal americano NY Times. O ensaio foi batizado de Retrofitted e presta uma homenagem a atriz francesa com fotos ao estilo da “Brigitte dos áureos tempos”. As fotos remetem à moda retrô. A modelo também posou com peças de grifes como Dolce & Gabana, Louis Vuitton, Nina Ricci, Prada, Stella McCartney e Valentino. (Nas reproduções, Laetitia Casta na T e Brigitte Bardot em cena do filme E Deus Criou a Mulher)
Para ver o ensaio da T Magazine clique AQUI
Grupo português de O Dia vai lançar revista de celebridades
por Eli Halfoun
Depois de ter adquirido o jornal O Dia e lançado a revista esportiva MarcaCampeão o grupo português Ongoing prepara o lançamento de uma nova revista semanal de celebridades pra concorrer com Caras, Contigo, Quem e Hola, que, aliás, ainda não emplacou. O grupo O Dia quer se desfazer também da rádio O Dia FM, que já foi oferecida para Alexandre Accioly e Luciano Hulk. Há quem garanta que a venda da FM O Dia pode ser concretizada nos próximos dias. Tem tudo para melhorar nas mãos de Luciano Hulk que é considerado uma espécie de galinha dos ovos de ouro do showbusiness: todos os negócios dos quais participa viram sucesso comercial.
Depois de ter adquirido o jornal O Dia e lançado a revista esportiva MarcaCampeão o grupo português Ongoing prepara o lançamento de uma nova revista semanal de celebridades pra concorrer com Caras, Contigo, Quem e Hola, que, aliás, ainda não emplacou. O grupo O Dia quer se desfazer também da rádio O Dia FM, que já foi oferecida para Alexandre Accioly e Luciano Hulk. Há quem garanta que a venda da FM O Dia pode ser concretizada nos próximos dias. Tem tudo para melhorar nas mãos de Luciano Hulk que é considerado uma espécie de galinha dos ovos de ouro do showbusiness: todos os negócios dos quais participa viram sucesso comercial.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Um prêmio para a melhor capa de livro
por Eli Halfoun
Essa é uma boa para o craque da arte J. A. Barros (que, aliás, é o autor da capa de meu livro de "Contos Eróticos", que sai breve) e, é claro, para todos que trabalham com artes visuais: a Getty Imagens Brasil está recebendo inscrições para a 2ª edição do Concurso Melhor Capa de Livro. Só podem concorrer capas criadas com imagens da Getty. Quer saber mais? Clique AQUI
Essa é uma boa para o craque da arte J. A. Barros (que, aliás, é o autor da capa de meu livro de "Contos Eróticos", que sai breve) e, é claro, para todos que trabalham com artes visuais: a Getty Imagens Brasil está recebendo inscrições para a 2ª edição do Concurso Melhor Capa de Livro. Só podem concorrer capas criadas com imagens da Getty. Quer saber mais? Clique AQUI
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