
Jornalismo, mídia social, TV, atualidades, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVII. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Na TV paga você paga caro para ver anúncios. Gostou dessa?
A TV paga, no Brasil, ostenta dois recordes: é a mais cara do mundo e a que mais insere comerciais na programação. Em alguns países, anúncios em canais a cabo são proibidos, visto que é um serviço comrado pelo consumidor. Em outros, são permitidos como forma de baixar o custo da mensalidade. Por aqui, o consumidor pagar caro para ver comerciais. Pressionada por reclamações, a Ancine estuda limitar o número de anúncios. E, para variar, enfrenta resistências das emissoras. Além desses, há muitos outros problemas no sistema a cabo: repetição de atrações ad infinitum, pouca produção própria, arbitrariedade na mudança de planos contratados. E o cabo sem lei.
Katy Perry mostra em fotos para a Interview sua nova fase sensual
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Reprodução Interview |
A recente separação do marido Russel Brand está provocando algumas mudanças na cantora Katy Perry. Ao mesmo tempo em que ele acredita que por causa da separação suas canções ficarão mais sombrias, Katy não anda nada sombria na hora de se mostrar em novas fotos. Para a capa e miolo da edição de março da revista Interview desse mês, ela posou com roupas sensuais e fazendo olhares provocantes para a máquina do fotógrafo Mikael Jansson. O resultado do ensaio tem sido muito elogiado, especialmente porque só agora a cantora está revelando uma sensualidade que parecia adormecida ou só era usada (e pelo visto pouco) com o marido. (Eli Halfoun)
Um super show para manter a rainha acordada em seu jubileu
por Eli Halfoun
Não só os brasileiros usam qualquer data para promover grandes festas e se possível organizar shows espetaculares: os sisudos ingleses também adoram uma festança badalada e não perderão a oportunidade de fazer barulho para comemorar o jubileu de prata da rainha Elizabeth II no dia 4 de julho. A frente do Palácio Buckingham será transformada em um grande palco para receber os mais famosos artistas ingleses, além de convidados de outros países. Os dois últimos nomes confirmados são ao de Stevie Wonder e Kylle Minogue que se juntarão ao show que tem confirmadas as presenças de Paul Mc Cartney, Elton John, Tom Jones, Cliff Richards e Shirley Bassey, entre outros. Assim será difícil a rainha cochilar em público. (Eli Halfoun)
Não só os brasileiros usam qualquer data para promover grandes festas e se possível organizar shows espetaculares: os sisudos ingleses também adoram uma festança badalada e não perderão a oportunidade de fazer barulho para comemorar o jubileu de prata da rainha Elizabeth II no dia 4 de julho. A frente do Palácio Buckingham será transformada em um grande palco para receber os mais famosos artistas ingleses, além de convidados de outros países. Os dois últimos nomes confirmados são ao de Stevie Wonder e Kylle Minogue que se juntarão ao show que tem confirmadas as presenças de Paul Mc Cartney, Elton John, Tom Jones, Cliff Richards e Shirley Bassey, entre outros. Assim será difícil a rainha cochilar em público. (Eli Halfoun)
Vinicultores querem diminuir impostos para baixar preço dos vinhos
por Eli Halfoun
Convencidos de que é o preço praticado no mercado que afasta o brasileiro do consumo do vinho aqui produzido, os vinicultores pretendem iniciar uma campanha para tentar acabar com a exigência de selo fiscal para os vinhos porque “são os selos, além do excesso de burocracia e do enorme peso da carga tributária" que encarecem o preço dos vinhos quando chegam ao consumidor. O pouco consumo de nossos vinhos faz com que fique difícil enfrentar os obstáculos para desenvolver no Brasil uma “cultura do vinho”. Os vinicultores exemplificam com exemplos do Chile “onde uma garrafa de vinho custa apenas 20% a mais do que uma garrafa de cerveja, enquanto no Brasil com o preço de uma garrafa de vinho, o consumidor pode comprar 24 latinhas de cerveja”. Os vinicultores dizem também que os vinhos e as armas de fogo são os únicos produtos que pagam 25% de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria), o que encarece ainda mais o preço unitário do produto. Nesse caso, solta aí uma cervejinha bem gelada. (Eli Halfoun)
Convencidos de que é o preço praticado no mercado que afasta o brasileiro do consumo do vinho aqui produzido, os vinicultores pretendem iniciar uma campanha para tentar acabar com a exigência de selo fiscal para os vinhos porque “são os selos, além do excesso de burocracia e do enorme peso da carga tributária" que encarecem o preço dos vinhos quando chegam ao consumidor. O pouco consumo de nossos vinhos faz com que fique difícil enfrentar os obstáculos para desenvolver no Brasil uma “cultura do vinho”. Os vinicultores exemplificam com exemplos do Chile “onde uma garrafa de vinho custa apenas 20% a mais do que uma garrafa de cerveja, enquanto no Brasil com o preço de uma garrafa de vinho, o consumidor pode comprar 24 latinhas de cerveja”. Os vinicultores dizem também que os vinhos e as armas de fogo são os únicos produtos que pagam 25% de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria), o que encarece ainda mais o preço unitário do produto. Nesse caso, solta aí uma cervejinha bem gelada. (Eli Halfoun)
Atores não querem Ivete Sangalo em “Gabriela”.
por Eli Halfoun
O sempre bem informado colunista de televisão Flávio Ricco informa que atores do elenco da nova versão de “Gabriela”, que a Globo começa a gravar em abril, estão protestando, por enquanto apenas internamente, contra a provável participação de Ivete Sangalo como atriz do seriado. Argumentam que pelo fato de ela ser cantora e ter uma sólida carreira musical está tirando a vaga de uma atriz que depende apenas de seu talento de representar para sobreviver. Não é a primeira vez que esse tipo de discussão entra em cena e mais uma vez é tempo perdido: o palco da televisão, do cinema e do teatro tem lugar para todo mundo e não será a escalação de Ivete Sangalo como atriz que prejudicará ninguém em absolutamente nada. Não é a primeira vez que a rainha do axé é convidada para atuar como atriz: já fez filmes e outras participações na própria Globo e sempre com um inegável talento. Essa velha história de cada macaco no seu galho tem limites: um artista completo é aquele que sabe cantar (não precisa ser exatamente um grande cantor) e representar. Além do mais não é a esporádica participação de Ivete ou outra cantora representando que deixará as atrizes desempregadas. O desemprego artístico também é conseqüência da falta de um maior número de produções e dessa absurda obsessão que atores e atrizes tem pela televisão. Na vida e na arte tem sempre lugar para todo mundo. É só lutar por ele. (Eli Halfoun)
O sempre bem informado colunista de televisão Flávio Ricco informa que atores do elenco da nova versão de “Gabriela”, que a Globo começa a gravar em abril, estão protestando, por enquanto apenas internamente, contra a provável participação de Ivete Sangalo como atriz do seriado. Argumentam que pelo fato de ela ser cantora e ter uma sólida carreira musical está tirando a vaga de uma atriz que depende apenas de seu talento de representar para sobreviver. Não é a primeira vez que esse tipo de discussão entra em cena e mais uma vez é tempo perdido: o palco da televisão, do cinema e do teatro tem lugar para todo mundo e não será a escalação de Ivete Sangalo como atriz que prejudicará ninguém em absolutamente nada. Não é a primeira vez que a rainha do axé é convidada para atuar como atriz: já fez filmes e outras participações na própria Globo e sempre com um inegável talento. Essa velha história de cada macaco no seu galho tem limites: um artista completo é aquele que sabe cantar (não precisa ser exatamente um grande cantor) e representar. Além do mais não é a esporádica participação de Ivete ou outra cantora representando que deixará as atrizes desempregadas. O desemprego artístico também é conseqüência da falta de um maior número de produções e dessa absurda obsessão que atores e atrizes tem pela televisão. Na vida e na arte tem sempre lugar para todo mundo. É só lutar por ele. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 7 de março de 2012
Já viu o repórter que dormiu ao vivo no telejornal?
Neguinho exagera na night. Dá nisso. Clique AQUI
terça-feira, 6 de março de 2012
69 na F&F
A coisa toda era tão maluca que o título acima pode até ser entendido no sentido literal.
por Roberto Muggiati
Comecei os Anos de Chumbo no ventre da besta. Uma semana antes do AI-5, lancei em São Paulo Mao e a China, uma declaração de amor ao comunismo radical que era o livro de cabeceira do capitão Lamarca quando morreu fuzilado na caatinga baiana em 1971. Eu era um dos editores da Veja, lançada em 1968 e, por tratar de temas políticos, considerada uma revista de esquerda. Em maio de 1969 assinei o artigo de capa sobre Glauber Rocha, premiado em Cannes como melhor diretor. Em setembro, Adolpho Bloch me convidou para dirigir a Fatos&Fotos. Nosso acordo foi fechado no prédio do Russell numa segunda-feira nervosa em que a Manchete fechava a edição sobre o seqüestro do embaixador americano Burke Elbrick. A partir de outubro, de volta ao Rio, trabalhei com uma equipe brilhante na F&F, que incluía feras como Sérgio Augusto, Paulo Perdigão, Cícero Sandroni, Juarez Barroso, Argemiro Ferreira e Ney Bianchi na chefia da reportagem. Fatos&Fotos era a Gata Borralheira da Bloch. Quando uma edição era pouco menos do que perfeita, ia ao pelourinho. Quando era perfeita demais, ia também ao pelourinho, por ameaçar o carro-chefe, a Manchete. Era difícil trabalhar nestas condições esquizofrênicas.
Pelo menos 50 profissionais que passaram pela Bloch podem lembrar seu tempo de chefia na Fatos&Fotos, revista de alta rotatividade onde os diretores costumavam não durar mais de um ano no posto. Manchete fechava a edição na segunda-feira e ia às bancas na quarta; F&F fechava na quarta e ia às bancas na sexta. Coube a mim fechar a revista com a reportagem sobre a morte de Carlos Marighella, numa emboscada em São Paulo, na noite de 4 de novembro. Publicamos a foto do líder guerrilheiro crivado de balas no banco traseiro de um fusca (a história foi outra, como levantou agora o fotógrafo que cobriu o fato para nós, Sérgio Jorge). Duas semanas depois, em 19 de novembro, — encerrando uma atmosfera de suspense que se arrastava por semanas — Pelé fez o Gol Mil numa cobrança de pênalti no Maracanã e as fotos também foram para a reportagem de capa da Fatos&Fotos. Futebol e política caminhavam de mãos dadas nos Anos de Chumbo. Quando o presidente Médici quis interferir na escalação do selecionado para a Copa de 70, o técnico João Saldanha renunciou. Esse foi também o momento de uma das crises folclóricas de Fatos&Fotos.
A rotina da revista, já mencionei, era totalmente esquizóide. De manhã, Alberto Dines, “padrinho” de F&F e marido de Rosaly, sobrinha do Adolpho, fazia uma reunião com a redação e definia a pauta. Seguia depois para o Jornal do Brasil, onde era o editor todo-poderoso (é bom lembrar que, na época, o JB tinha muito mais prestígio do que O Globo.) À tarde, os sobrinhos ociosos que o Adolpho não deixava pastarem na Manchete iam brincar no quintal da Fatos&Fotos. E derrubavam toda a pauta do Dines. Imaginem a dificuldade do editor, obrigado a fazer uma revista por semana, para conciliar todos estes egos em choque. A crise culminou quando Dines decidiu que a capa daquela semana seria João Saldanha, que deixara o cargo de técnico da seleção. No momento de escolher a capa — com Dines na Avenida Brasil, enfrentando a guerra diária do JB — os caciques da Bloch preferiram publicar na capa de Fatos&Fotos uma foto de Paulo José e Dina Sfat, registrando a vitória do filme Macunaíma no Festival de Cinema de Mar del Plata. Comuniquei imediatamente a Dines por telex a decisão dos Karamablochs. Dines, que já estava em rota de colisão jornalística e conjugal com a família, detonou curto e grosso em outra mensagem de telex: “Já que não aceitam minha opinião editorial, vou fazer como o nosso bom Saldanha e tirar meu time de campo.” Foi assim que Alberto Dines nunca mais voltou a pisar no sacrossanto território da Praia do Russell.
Como disse, futebol e política corriam juntos. Em junho de 1970, enquanto se desenrolavam no Rio os capítulos do audacioso seqüestro do embaixador alemão, Ehrenfried Anton Theodor Ludwig von Holleben, nos campos do México a seleção brasileira iniciava a campanha do Tri. O primeiro jogo, contra a Tchecoslováquia, no dia 3, me deu uma grande alegria: escolher para a capa da F&F a foto histórica de Orlando Abrunhosa, com Pelé socando o ar, ladeado por Tostão e Jairzinho. A foto chegou na noite seguinte — 4 de junho, uma quarta-feira — por malote especial, num pacote cheio de rolos ainda a serem revelados. (Uma semana depois, a foto de Orlandinho, que virou até selo dos correios, era capa da Paris-Match em versão colorizada. Na F&F nós a batizamos de “Os Três Mosqueteiros”). De vitória em vitória, Fatos&Fotos foi esgotando edições, com brindes como bandeiras e adesivos, até o domingo da conquista da Copa, com a vitória sobre a Azzurra italiana. Corremos à redação do Russell para fechar com radiofotos o último caderno de uma edição forrada de anúncios e já 80% impressa. Foi uma aposta arrojada e um faturamento recorde para Fatos&Fotos, a primeira revista brasileira a chegar às bancas, na manhã de terça-feira. Se o Brasil perdesse, toneladas de papel sujo iriam para o lixo...
Toda essa bravura não bastou para me segurar na chefia de Fatos&Fotos. Em setembro de 1970, passei o bastão para o Raul Giudiccelli — incumbido de fazer uma revista “menos séria” — e fui deslocado para a chefia de redação da revista mensal EleEla, dirigida por Carlos Heitor Cony, para mim um verdadeiro prêmio, depois das loucuras e sofrimentos na F&F. Foram tempos difíceis, mas, parodiando o grande Vinicius, posso dizer que meu caso de amor com a Fatos&Fotos foi eterno enquanto durou. . .
por Roberto Muggiati
Comecei os Anos de Chumbo no ventre da besta. Uma semana antes do AI-5, lancei em São Paulo Mao e a China, uma declaração de amor ao comunismo radical que era o livro de cabeceira do capitão Lamarca quando morreu fuzilado na caatinga baiana em 1971. Eu era um dos editores da Veja, lançada em 1968 e, por tratar de temas políticos, considerada uma revista de esquerda. Em maio de 1969 assinei o artigo de capa sobre Glauber Rocha, premiado em Cannes como melhor diretor. Em setembro, Adolpho Bloch me convidou para dirigir a Fatos&Fotos. Nosso acordo foi fechado no prédio do Russell numa segunda-feira nervosa em que a Manchete fechava a edição sobre o seqüestro do embaixador americano Burke Elbrick. A partir de outubro, de volta ao Rio, trabalhei com uma equipe brilhante na F&F, que incluía feras como Sérgio Augusto, Paulo Perdigão, Cícero Sandroni, Juarez Barroso, Argemiro Ferreira e Ney Bianchi na chefia da reportagem. Fatos&Fotos era a Gata Borralheira da Bloch. Quando uma edição era pouco menos do que perfeita, ia ao pelourinho. Quando era perfeita demais, ia também ao pelourinho, por ameaçar o carro-chefe, a Manchete. Era difícil trabalhar nestas condições esquizofrênicas.
Pelo menos 50 profissionais que passaram pela Bloch podem lembrar seu tempo de chefia na Fatos&Fotos, revista de alta rotatividade onde os diretores costumavam não durar mais de um ano no posto. Manchete fechava a edição na segunda-feira e ia às bancas na quarta; F&F fechava na quarta e ia às bancas na sexta. Coube a mim fechar a revista com a reportagem sobre a morte de Carlos Marighella, numa emboscada em São Paulo, na noite de 4 de novembro. Publicamos a foto do líder guerrilheiro crivado de balas no banco traseiro de um fusca (a história foi outra, como levantou agora o fotógrafo que cobriu o fato para nós, Sérgio Jorge). Duas semanas depois, em 19 de novembro, — encerrando uma atmosfera de suspense que se arrastava por semanas — Pelé fez o Gol Mil numa cobrança de pênalti no Maracanã e as fotos também foram para a reportagem de capa da Fatos&Fotos. Futebol e política caminhavam de mãos dadas nos Anos de Chumbo. Quando o presidente Médici quis interferir na escalação do selecionado para a Copa de 70, o técnico João Saldanha renunciou. Esse foi também o momento de uma das crises folclóricas de Fatos&Fotos.
A rotina da revista, já mencionei, era totalmente esquizóide. De manhã, Alberto Dines, “padrinho” de F&F e marido de Rosaly, sobrinha do Adolpho, fazia uma reunião com a redação e definia a pauta. Seguia depois para o Jornal do Brasil, onde era o editor todo-poderoso (é bom lembrar que, na época, o JB tinha muito mais prestígio do que O Globo.) À tarde, os sobrinhos ociosos que o Adolpho não deixava pastarem na Manchete iam brincar no quintal da Fatos&Fotos. E derrubavam toda a pauta do Dines. Imaginem a dificuldade do editor, obrigado a fazer uma revista por semana, para conciliar todos estes egos em choque. A crise culminou quando Dines decidiu que a capa daquela semana seria João Saldanha, que deixara o cargo de técnico da seleção. No momento de escolher a capa — com Dines na Avenida Brasil, enfrentando a guerra diária do JB — os caciques da Bloch preferiram publicar na capa de Fatos&Fotos uma foto de Paulo José e Dina Sfat, registrando a vitória do filme Macunaíma no Festival de Cinema de Mar del Plata. Comuniquei imediatamente a Dines por telex a decisão dos Karamablochs. Dines, que já estava em rota de colisão jornalística e conjugal com a família, detonou curto e grosso em outra mensagem de telex: “Já que não aceitam minha opinião editorial, vou fazer como o nosso bom Saldanha e tirar meu time de campo.” Foi assim que Alberto Dines nunca mais voltou a pisar no sacrossanto território da Praia do Russell.
Como disse, futebol e política corriam juntos. Em junho de 1970, enquanto se desenrolavam no Rio os capítulos do audacioso seqüestro do embaixador alemão, Ehrenfried Anton Theodor Ludwig von Holleben, nos campos do México a seleção brasileira iniciava a campanha do Tri. O primeiro jogo, contra a Tchecoslováquia, no dia 3, me deu uma grande alegria: escolher para a capa da F&F a foto histórica de Orlando Abrunhosa, com Pelé socando o ar, ladeado por Tostão e Jairzinho. A foto chegou na noite seguinte — 4 de junho, uma quarta-feira — por malote especial, num pacote cheio de rolos ainda a serem revelados. (Uma semana depois, a foto de Orlandinho, que virou até selo dos correios, era capa da Paris-Match em versão colorizada. Na F&F nós a batizamos de “Os Três Mosqueteiros”). De vitória em vitória, Fatos&Fotos foi esgotando edições, com brindes como bandeiras e adesivos, até o domingo da conquista da Copa, com a vitória sobre a Azzurra italiana. Corremos à redação do Russell para fechar com radiofotos o último caderno de uma edição forrada de anúncios e já 80% impressa. Foi uma aposta arrojada e um faturamento recorde para Fatos&Fotos, a primeira revista brasileira a chegar às bancas, na manhã de terça-feira. Se o Brasil perdesse, toneladas de papel sujo iriam para o lixo...
Toda essa bravura não bastou para me segurar na chefia de Fatos&Fotos. Em setembro de 1970, passei o bastão para o Raul Giudiccelli — incumbido de fazer uma revista “menos séria” — e fui deslocado para a chefia de redação da revista mensal EleEla, dirigida por Carlos Heitor Cony, para mim um verdadeiro prêmio, depois das loucuras e sofrimentos na F&F. Foram tempos difíceis, mas, parodiando o grande Vinicius, posso dizer que meu caso de amor com a Fatos&Fotos foi eterno enquanto durou. . .
Deu na IstoÉ: "A Farsa na Morte de Marighella". Um fotógrafo da Manchete estava lá
por José Esmeraldo Gonçalves
"Eu vi os policiais colocando o corpo dele no banco de trás do carro", revela o fotógrafo que registrou a imagem do guerrilheiro executado. A reportagem "A Farsa na Morte de Marighella" está na edição 2208 da IstoÉ dessa semana, assinada por Alan Rodrigues. O fotógrafo que disse a frase acima é Sérgio Vital Jorge, que naquela noite de 4 de novembro de 1969 cobria para a Manchete um jogo Corinthians X Santos. Ao saber da morte do guerrilheiro, Sérgio abandonou o estádio e foi para o local do suposto tiroteio, acompanhado de quatro outros fotógrafos. Ao chegar, ele e os colegas foram proibidos de fotografar. Mas testemunharam a encenação. Marighella, na época o inimigo número 1 da ditadura, havia sido executado a queima-roupa em outro local. A polícia montava o teatro que pretendia simular um tiroteio. Só depois da falsa cena pronta, os fotógrafos puderam clicar a famosa imagem em que o lider comunista aparece deitado, com os pés para fora, no banco traseiro do Fusca. Em entrevista à IstoÉ, Sérgio Jorge (que coincidentemente é personagem de um reportagem da revista Fotografe Melhor, também nas bancas, sobre o sumiço do arquivo fotográfico da extinta Bloch Editores, veja em post abaixo) está disposto a revelar a armação para a Comissão da Verdade (destinada a apurar os crimes da ditadura) que o governo vai instalar em breve.
"Eu vi os policiais colocando o corpo dele no banco de trás do carro", revela o fotógrafo que registrou a imagem do guerrilheiro executado. A reportagem "A Farsa na Morte de Marighella" está na edição 2208 da IstoÉ dessa semana, assinada por Alan Rodrigues. O fotógrafo que disse a frase acima é Sérgio Vital Jorge, que naquela noite de 4 de novembro de 1969 cobria para a Manchete um jogo Corinthians X Santos. Ao saber da morte do guerrilheiro, Sérgio abandonou o estádio e foi para o local do suposto tiroteio, acompanhado de quatro outros fotógrafos. Ao chegar, ele e os colegas foram proibidos de fotografar. Mas testemunharam a encenação. Marighella, na época o inimigo número 1 da ditadura, havia sido executado a queima-roupa em outro local. A polícia montava o teatro que pretendia simular um tiroteio. Só depois da falsa cena pronta, os fotógrafos puderam clicar a famosa imagem em que o lider comunista aparece deitado, com os pés para fora, no banco traseiro do Fusca. Em entrevista à IstoÉ, Sérgio Jorge (que coincidentemente é personagem de um reportagem da revista Fotografe Melhor, também nas bancas, sobre o sumiço do arquivo fotográfico da extinta Bloch Editores, veja em post abaixo) está disposto a revelar a armação para a Comissão da Verdade (destinada a apurar os crimes da ditadura) que o governo vai instalar em breve.
Manchete: o mistério do acervo fotográfico desaparecido... mas quem se preocupa? São "apenas" 12 milhões de fotos, muitas imagens históricas, retratos do Brasil...
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A capa e a chamada da edição de março de 2012 da revista Fotografe Melhor |
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Com essa foto, na página direita da Fotografe Melhor, Sérgio Jorge ganhou o Prêmio Esso. |
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Cadeira de balanço, foto de Walter Firmo. Sergio Jorge, na foto da página esq., mostra seu livro sobre Pelé. |
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Destacada na página esquerda da Fotografe Melhor, a famosa imagem de Pelé, Tostão e Jairzinho, premiada internacionalmente como a Melhor Foto da Copa de 1970, assinada por Orlando Abrunhosa. |
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A sequência dramática do embate entre o menino e o homem da carrocinha, objeto da foto premiada de Sérgio Jorge. |
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No detalhe, de chapéu, o fotógrafo Walter Firmo |
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Na página esquerda da reportagem da Fotografe Melhor, outra imagem Prêmio Esso. Esta é de Antonio Andrade. Foi vencedora em 1967. |
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No destaque, Pelé e as mil bolas representativas do seu milésimo gol. Na Vila Belmiro, em 1969. Foto de Sergio Jorge |
por José Esmeraldo Gonçalves
O sumiço do Arquivo Fotográfico que pertenceu à extinta Bloch Editores é tema recorrente nas páginas deste blog cujos autores, além de muitos leitores, são jornalistas e funcionários de outros setores que trabalharam em Manchete, Fatos & Fotos, Amiga, Desfile, Ele Ela, Geográfica, Mulher de Hoje, Pais & Filhos e tantos outros títulos que as máquinas de Parada de Lucas lançavam nas bancas de todo o Brasil.
O acervo foi leiloado, em 2010, pela Massa Falida. Nesse momento, são ignorados o destino, as condições de conservação e a integridade de 12 milhões de imagens que cobriram quase meio-século de Brasil. Há cerca de um ano, por inspiraçaõ e ação de José Carlos Jesus, ex-coordenador de Reportagem da Manchete e presidente da Comissão de Ex-Empregados da Bloch Editores, um grupo de fotógrafos ingressou com uma ação judicial, através do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, em busca de informações sobre o acervo e solicitando até a anulação do leilão. Os profissionais obtiveram, por enquanto, uma liminar para sustar eventual venda de fotos sem pagamento dos seus direitos autorais. Mas não se sabe se o atual detentor da proprioedade patrimonial do arquivo foi localizado ou citado.
Uma névoa digna dos becos londrinos do século passado cobre os caminhos de centenas de caixas com milhões de negativos, cromos, contatos e ampliações.
Um mistério que deveria envergonhar os responsáveis por instituições que já foram acionadas por ex-empregados da Bloch, antes do leilão (o arquivo foi arrematado por míseros 300 mil reais), como o Ministério da Cultura, o Arquivo Nacional, Museu da Imagem e do Som, Biblioteca Nacional e até entidades privadas como Fundação Getúlio Vargas, o Instituto Moreira Salles e grandes editoras.
No último fim de semana, chegou às bancas a revista Fotografe Melhor, da Editora Europa. O fotógrafo Sérgio Jorge, que atuou em coberturas memoráveis para Manchete e Fatos & Fotos, levou a questão ao diretor de Redação da FM, Sérgio Branco, que passou a missão ao repórter Guilherme Mota. O resultado, excelente, é a mais completa reportagem sobre a incrível hístória do acervo desaparecido. Na Carta ao Leitor, Sergio Branco convida: "leia e fique indignado".
Não é para menos.
"Bem antes do leilão, entramos em contatos com uma série de entidades que poderiam mostrar interesse pelo arquivo, mas ninguém quis saber", conta José Carlos Jesus ao repórter Guilherme Mota.
Sem verba para alugar um galpão adequado para guardar o acervo, a Massa Falida, como manda a lei, convocou o leilão. O preço inicial - quase 2 milhões de reais - não atraiu interessados. Apenas na terceira convocação, o arquivo foi oferecido segundo o "quem dá mais". No caso, "quem dá menos".
O fotógrafo Sergio Jorge, ganhador do primeiro Prêmio Esso de Fotografia, em 1961, com a famosa e comovente imagem de um menino que tenta resgatar seu cachorro do laço do homem da carrocinha, avalia para a Fotografe Melhor:
"Se você olhar bem, o Brasil não tem um história fotográfica. Agora imagine que desde 1950 grandes fotógrafos, inclusive estrangeiros, estiveram presentes na revista. Nesse período de 50 anos, a Manchete contou a história do país".
Ao lado de pesquisadores, memorialistas e biógrafos que buscam em vão imagens publicadas pelas revistas da Bloch, Sérgio Jorge é um dos muito fotógrafos que têm projetos inviabilizados para livros e exposições. Vê-se na absurda situação de não ter acesso à sua própria produção profissional, da qual detém legítimos direitos autorais. A própria Fotografe Melhor viu-se obrigada a ilustrar a reportagem "Histórias Perdidas - A Saga de Cinco Décadas em Imagens" com várias reproduções gráficas de antigos exemplares da Manchete.
Se fotojornalismo e memória são áreas do seu interesse, não deixe de ler a edição 186, de março de 2012, da revista Fotografe Melhor. Já está nas bancas e também pode ser adquirida no link abaixo
Clique AQUI
Globo anuncia sua programação para 2012. Fátima Bernardes fica para o segundo semestre
por JJcomunic
A Rede Globo apresentou ontem em São Paulo a grade da programação 2012. Não parece haver grandes novidades. As palavras mais usadas são "voltar", retomar"... O anunciado programa da jornalista Fátima Bernardes ficou aparentemente para o segundo semestre. A Globo não antecipa como cobrirá as Olimpíadas, cujos direitos para TV aberta pertencem à Record. Pelo jeito, a líder dará força total à cobertura do SporTV que tem direitos para TV por assinatura.
Conheça alguns destaques.
- Novelas - são três: ‘Amor Eterno Amor’, ‘Cheias de Charme’ e ‘Avenida Brasil’.
- ‘Gabriela’ ganha nova versão e homenageia o centenário de Jorge Amado.
- No dia 6 de abril, após ‘Globo Repórter’, Claudio Manoel, Helio De La Peña, Marcelo Madureira, Beto Silva, Hubert e Reinaldo voltam no ‘Casseta & Planeta Vai Fundo’. O programa traz novos integrantes para o elenco fixo, agora com Maria Melilo, Miá Mello e Gustavo Mendes.
- Ana Maria Braga e Louro José têm novas companhias em 2012 no ‘Mais Você’. Uma delas é o estilista Carlos Tufvesson, que vai orientar as telespectadoras com dicas de moda.
- Sueli (Andréa Beltrão) e Fátima (Fernanda Torres) voltam às noites de terça-feira com ‘Tapas & Beijos’.
- Na nova temporada de ‘A Grande Família’, que estreia dia 5 de abril, Lineu (Marco Nanini) sofre um acidente e fica quatro anos em coma. Quando acorda, tem de lidar com as mudanças na família Silva. Nenê (Marieta Severo) agora trabalha fora, como estilista da grife de Kely, interpretada por Katiúscia Canoro em participação especial. A nova versão da ex-dona de casa desperta paixões e Nenê terá que lidar com o sentimento que desperta em Dr. Romero (Juca de Oliveira), médico do marido. Agostinho (Pedro Cardoso), além de transformar o carro de Lineu em táxi, constrói uma piscina e uma academia de ginástica na garagem dos sogros para Bebel (Guta Stresser), que ganha ares de perua.
- ‘Estrelas’ contará com a participação constante de um ilustre convidado: Ney Latorraca. O ator passa a acompanhar Angélica em situações divertidas, inusitadas e até a lugares exóticos.
- ‘Caldeirão do Huck’ estreia os quadros ‘Encontrar Alguém’ – que pretende reaproximar brasileiros mundo afora – e ‘Ruim de Roda’, um desafio entre os piores motoristas do país. O ‘Caldeirão’ traz também o ‘Eu sou melhor que você’, em que um participante terá que vencer os desafios lançados por atletas famosos.
- A partir de abril, Xuxa sai mais do estúdio para conduzir reportagens e comandar uma gincana sustentável.
- O ‘Zorra Total’ reserva um vagão exclusivamente feminino no “Metrô Zorra Brasil”. Lady Kate (Katiuscia Canoro) promete colocar ordem nesta área exclusiva, sempre acompanhada de uma índia (Caike Luna). As duas perturbam a vida da beata Glória, interpretada por Thalita Carauta, que se orgulha de sua pureza. Rodrigo Sant’anna estreia uma nova personagem, Adelaide, neste vagão especial, que também conta com uma banda só de mulheres..
- A turma de ‘Aventuras do Didi’ cresce em abril. Além de Dedé, Tatá, Douglas, Jacaré, Marcelo, Daniel e Roberto Guilherme, Renato Aragão tem a companhia das belas Elaine Michelly, Talula e Carolina Casadei.
- Leandro Hassum e Marcius Melhem, no dia 8 de abril, retomam a nova temporada de ‘Os Caras de Pau’
- Em abril, o ‘Domingão do Faustão’ estreia a ‘Dança da Galera’, em que seis cidades selecionadas devem criar e realizar uma coreografia inspirada em grandes apresentações internacionais. O quadro vai mostrar as características e curiosidades do interior do país, mobilizando pelo menos 800 moradores.
- Em 2012, o jornalismo da Rede Globo se dedica a grandes coberturas de eventos que vão acontecer no país. A partir de março, a “Rio+20”, conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, que acontece entre 20 e 22 de junho, no Rio de Janeiro. Séries e matérias especiais, que serão exibidas em todos os telejornais, estão sendo preparadas com os temas do evento: água, energia, alimentação, população, floresta e população. O jornalista André Trigueiro, especialista em sustentabilidade, terá um papel de destaque nesta cobertura.
- No segundo semestre, o jornalismo tem duas eleições a cobrir: as municipais, no Brasil, e disputa presidencial americana.
- A tecnologia estará em alta, aliada ao jornalismo. A Rede Globo vai utilizar ainda mais o motolink, o Globocop e o avião do ‘JN no Ar’. Uma novidade é o “kit correspondente”, composto por uma câmera, microfone e um celular, que permite ao jornalista, de maneira rápida e eficiente, trazer bons ângulos de fatos marcantes ou de assuntos do dia a dia.
- A Central Globo de Esporte ganha em abril um novo integrante: um mascote, que estará presente nos eventos esportivos, em vinhetas, chamadas e nos programas de esporte da emissora. Criado pela equipe de arte da Rede Globo, ele se adapta às diversas modalidades esportivas: futebol, vôlei, basquete, automobilismo, natação entre outras. O nome do mascote será escolhido através de uma votação do público.
- Serão muitos os eventos esportivos, com 224 transmissões ao vivo, desde as corridas da Fórmula 1 e da Stock Car, passando pela transmissão dos jogos da Eurocopa, Libertadores da América, Brasileirão, Copa do Brasil e amistosos da Seleção Brasileira, até os desafios do UFC. Em março, estreia o novo reality show que vai revelar duas novas estrelas brasileiras que passarão a integrar o seleto grupo de lutadores do UFC.
- O vôlei também tem espaço cativo na grade da Rede Globo. Jogos decisivos das Superligas de vôlei e os desafios da seleção brasileira na Liga Mundial, a tletismo e esportes radicais – como skate, MotoCross e bicicleta.
- Em 2012, os apresentadores dos programas esportivos estão ligados e próximos do seu público com o ônibus do ‘Globo Esporte São Paulo’ e a van do ‘Globo Esporte Rio’. .
Fonte: Central Globo de Comunicação
A Rede Globo apresentou ontem em São Paulo a grade da programação 2012. Não parece haver grandes novidades. As palavras mais usadas são "voltar", retomar"... O anunciado programa da jornalista Fátima Bernardes ficou aparentemente para o segundo semestre. A Globo não antecipa como cobrirá as Olimpíadas, cujos direitos para TV aberta pertencem à Record. Pelo jeito, a líder dará força total à cobertura do SporTV que tem direitos para TV por assinatura.
Conheça alguns destaques.
- Novelas - são três: ‘Amor Eterno Amor’, ‘Cheias de Charme’ e ‘Avenida Brasil’.
- ‘Gabriela’ ganha nova versão e homenageia o centenário de Jorge Amado.
- No dia 6 de abril, após ‘Globo Repórter’, Claudio Manoel, Helio De La Peña, Marcelo Madureira, Beto Silva, Hubert e Reinaldo voltam no ‘Casseta & Planeta Vai Fundo’. O programa traz novos integrantes para o elenco fixo, agora com Maria Melilo, Miá Mello e Gustavo Mendes.
- Ana Maria Braga e Louro José têm novas companhias em 2012 no ‘Mais Você’. Uma delas é o estilista Carlos Tufvesson, que vai orientar as telespectadoras com dicas de moda.
- Sueli (Andréa Beltrão) e Fátima (Fernanda Torres) voltam às noites de terça-feira com ‘Tapas & Beijos’.
- Na nova temporada de ‘A Grande Família’, que estreia dia 5 de abril, Lineu (Marco Nanini) sofre um acidente e fica quatro anos em coma. Quando acorda, tem de lidar com as mudanças na família Silva. Nenê (Marieta Severo) agora trabalha fora, como estilista da grife de Kely, interpretada por Katiúscia Canoro em participação especial. A nova versão da ex-dona de casa desperta paixões e Nenê terá que lidar com o sentimento que desperta em Dr. Romero (Juca de Oliveira), médico do marido. Agostinho (Pedro Cardoso), além de transformar o carro de Lineu em táxi, constrói uma piscina e uma academia de ginástica na garagem dos sogros para Bebel (Guta Stresser), que ganha ares de perua.
- ‘Estrelas’ contará com a participação constante de um ilustre convidado: Ney Latorraca. O ator passa a acompanhar Angélica em situações divertidas, inusitadas e até a lugares exóticos.
- ‘Caldeirão do Huck’ estreia os quadros ‘Encontrar Alguém’ – que pretende reaproximar brasileiros mundo afora – e ‘Ruim de Roda’, um desafio entre os piores motoristas do país. O ‘Caldeirão’ traz também o ‘Eu sou melhor que você’, em que um participante terá que vencer os desafios lançados por atletas famosos.
- A partir de abril, Xuxa sai mais do estúdio para conduzir reportagens e comandar uma gincana sustentável.
- O ‘Zorra Total’ reserva um vagão exclusivamente feminino no “Metrô Zorra Brasil”. Lady Kate (Katiuscia Canoro) promete colocar ordem nesta área exclusiva, sempre acompanhada de uma índia (Caike Luna). As duas perturbam a vida da beata Glória, interpretada por Thalita Carauta, que se orgulha de sua pureza. Rodrigo Sant’anna estreia uma nova personagem, Adelaide, neste vagão especial, que também conta com uma banda só de mulheres..
- A turma de ‘Aventuras do Didi’ cresce em abril. Além de Dedé, Tatá, Douglas, Jacaré, Marcelo, Daniel e Roberto Guilherme, Renato Aragão tem a companhia das belas Elaine Michelly, Talula e Carolina Casadei.
- Leandro Hassum e Marcius Melhem, no dia 8 de abril, retomam a nova temporada de ‘Os Caras de Pau’
- Em abril, o ‘Domingão do Faustão’ estreia a ‘Dança da Galera’, em que seis cidades selecionadas devem criar e realizar uma coreografia inspirada em grandes apresentações internacionais. O quadro vai mostrar as características e curiosidades do interior do país, mobilizando pelo menos 800 moradores.
- Em 2012, o jornalismo da Rede Globo se dedica a grandes coberturas de eventos que vão acontecer no país. A partir de março, a “Rio+20”, conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, que acontece entre 20 e 22 de junho, no Rio de Janeiro. Séries e matérias especiais, que serão exibidas em todos os telejornais, estão sendo preparadas com os temas do evento: água, energia, alimentação, população, floresta e população. O jornalista André Trigueiro, especialista em sustentabilidade, terá um papel de destaque nesta cobertura.
- No segundo semestre, o jornalismo tem duas eleições a cobrir: as municipais, no Brasil, e disputa presidencial americana.
- A tecnologia estará em alta, aliada ao jornalismo. A Rede Globo vai utilizar ainda mais o motolink, o Globocop e o avião do ‘JN no Ar’. Uma novidade é o “kit correspondente”, composto por uma câmera, microfone e um celular, que permite ao jornalista, de maneira rápida e eficiente, trazer bons ângulos de fatos marcantes ou de assuntos do dia a dia.
- A Central Globo de Esporte ganha em abril um novo integrante: um mascote, que estará presente nos eventos esportivos, em vinhetas, chamadas e nos programas de esporte da emissora. Criado pela equipe de arte da Rede Globo, ele se adapta às diversas modalidades esportivas: futebol, vôlei, basquete, automobilismo, natação entre outras. O nome do mascote será escolhido através de uma votação do público.
- Serão muitos os eventos esportivos, com 224 transmissões ao vivo, desde as corridas da Fórmula 1 e da Stock Car, passando pela transmissão dos jogos da Eurocopa, Libertadores da América, Brasileirão, Copa do Brasil e amistosos da Seleção Brasileira, até os desafios do UFC. Em março, estreia o novo reality show que vai revelar duas novas estrelas brasileiras que passarão a integrar o seleto grupo de lutadores do UFC.
- O vôlei também tem espaço cativo na grade da Rede Globo. Jogos decisivos das Superligas de vôlei e os desafios da seleção brasileira na Liga Mundial, a tletismo e esportes radicais – como skate, MotoCross e bicicleta.
- Em 2012, os apresentadores dos programas esportivos estão ligados e próximos do seu público com o ônibus do ‘Globo Esporte São Paulo’ e a van do ‘Globo Esporte Rio’. .
Fonte: Central Globo de Comunicação
A Copa dos trapalhões...
por Gonça
Primeiro, o secretário-geral da Fifa Jérôme Valcke disse em entrevista que o Brasil precisava levar um pontapé na bunda para cumprir os prazos de preparação para a Copa do Mundo de 2014. O ministro do Esporte Aldo Rebelo reagiu afimando que não aceitaria mais Valcke como interlocutor. O secretário-geral, diante da repercussão, amarelou mas complicou ainda mais as coisas. Além de merecedores de levar um chute no traseiro, os brasileiros, na sua avaliação, passaram a ser considerados burros. Sim, só esse rótulo explicaria a tosca "explicação" do secretário que pediu desculpas e se disse vítima de um erro de tradução. A expressão "se donner un coup de pied aux fesses", justificou ele, significa "acelerar o ritmo". Perceberam? Valcke queria que sua fala fosse vertida por um desses tradutores de legendas de filme B. Só pode. "Coup" é "golpe, para ser mais elegante, "pied" é pé mesmo e "fesses" é nádegas.
Primeiro, o secretário-geral da Fifa Jérôme Valcke disse em entrevista que o Brasil precisava levar um pontapé na bunda para cumprir os prazos de preparação para a Copa do Mundo de 2014. O ministro do Esporte Aldo Rebelo reagiu afimando que não aceitaria mais Valcke como interlocutor. O secretário-geral, diante da repercussão, amarelou mas complicou ainda mais as coisas. Além de merecedores de levar um chute no traseiro, os brasileiros, na sua avaliação, passaram a ser considerados burros. Sim, só esse rótulo explicaria a tosca "explicação" do secretário que pediu desculpas e se disse vítima de um erro de tradução. A expressão "se donner un coup de pied aux fesses", justificou ele, significa "acelerar o ritmo". Perceberam? Valcke queria que sua fala fosse vertida por um desses tradutores de legendas de filme B. Só pode. "Coup" é "golpe, para ser mais elegante, "pied" é pé mesmo e "fesses" é nádegas.
Bom lembrar que a Fifa tem até julho para, se quiser, cancelar a Copa no Brasil. E sem pagar qualquer multa. Está no acordo. É mais um detalhe na encrenca.
Mas a crise toda é uma comédia. Patriotismos à parte, os políticos brasileiros precisam mesmo levar um chute na bunda. Quando o Brasil se candidatou e ganhou a oportunidade valiosíssima de sediar uma Copa, a euforia foi geral. Esquecemos que o evento acabaria caindo obrigatoriamente nos pés de uma classe perna-de-pau: a dos políticos. Para complicar, como foi conquistada no governo Lula, tornou-se fato político de conotação partidária. Setores da oposição passaram a trabalhar contra, embora políticos de partidos contrários ao governo federal governem e comandem as obras em vários estados que serão sedes da Copa. Ou seja, tornou-se um imbroglio. Dilma não fala com Ricardo Teixeira, Teixeira não fala com o presidente da Fifa Joseph Blatter, Rabelo não conversa mais com Valcke, Mano Menezes não tem time, e por aí vai.
Um exemplo da confusão: a correspondência enviada por Aldo Rebelo à Fifa comunicando que não aceita mais Valcke como interlocutor foi enviada para Lausanne, sede do Comitê Olímpico Internacional. A sede da Fifa está também na Suiça, mas em Zurique. Mas para Rebelo, que não deve saber nem onde fica o Maracanã, Copa, Olimpíada, futebol, maratona, gol e levantamente de peso... deve ser tudo a mesma coisa. Agora dá para entender porque o símbolo da Copa é o "Chico Xavier envergonhado". Nem o médium quer ver a zorra total que autoridades e dirigentes estão aprontando.
N.R: Após as justificativas de Valcke sobre a interpretação da frase em francês, jornalistas presentes à coletiva informam que o secretário-geral da Fifa se expressou em inglês. Ou seja: à grosseria, o elemento acrescentou a mentira.
N.R: Após as justificativas de Valcke sobre a interpretação da frase em francês, jornalistas presentes à coletiva informam que o secretário-geral da Fifa se expressou em inglês. Ou seja: à grosseria, o elemento acrescentou a mentira.
Veja as fotos que Lady Gaga escondia
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Lady Gaga aos 19 anos. Foto de Malgorzata Saniewska/Reprodução |
Não se assuste: se der de cara na internet com fotos de uma jovem de 19 anos bonitinha e comportadinha, pode acreditar que é a hoje famosa e extravagante Lady Gaga. Antes de adotar o estilo fantasiado de agora, a então garçonete (trabalhava
Veja as fotos, clique AQUI
Escândalo do Proer: dinheiro na mão foi vendaval
por Gonça
Os jornais dão hoje, discretamente, bem discretamente. Outro dia uma colunista fanática pelo neoliberalismo tucano derramou-se em elogios sobre o Proer. Analisando a atual crise bancária, embora o c. não tenha a ver com as calças, dedicou várias linhas a exaltar a currióla que controlava o país, então. O Proer foi e continua sendo um gigantesco escândalo. Apenas dois bancos, um deles, na época, foi alvo de acusação de suposto favorecimento familiar, devem - e não pagam - 62 bilhões de reais. O Banco Central até aceita receber, com desconto, 44,7 bilhões. Mas o Econômico e o Nacional querem pagar com um papel que é apenas de reconhecimento burocrático da dívida e não um título público. O BC não aceita. E olha que os dois bancos ainda podem recorrer ao Refis, outra mamata oficial, que parcela dívidas em décadas e décadas. Nem assim, a negociação avança. Claro, dever e não pagar é melhor do que cumprir o dever de pagar. Mas o lobby é poderoso. Deputados e senadores, provavelmente "preocupados" com esse calote, tentaram recentemente "contrabandear" artigo em lei que obrigaria o Banco Central a aceitar o pagamento da dívida naquela saborosa "moeda podre", que foi moda nos anos FHC. Dilma vetou o "contrabando".
Os jornais dão hoje, discretamente, bem discretamente. Outro dia uma colunista fanática pelo neoliberalismo tucano derramou-se em elogios sobre o Proer. Analisando a atual crise bancária, embora o c. não tenha a ver com as calças, dedicou várias linhas a exaltar a currióla que controlava o país, então. O Proer foi e continua sendo um gigantesco escândalo. Apenas dois bancos, um deles, na época, foi alvo de acusação de suposto favorecimento familiar, devem - e não pagam - 62 bilhões de reais. O Banco Central até aceita receber, com desconto, 44,7 bilhões. Mas o Econômico e o Nacional querem pagar com um papel que é apenas de reconhecimento burocrático da dívida e não um título público. O BC não aceita. E olha que os dois bancos ainda podem recorrer ao Refis, outra mamata oficial, que parcela dívidas em décadas e décadas. Nem assim, a negociação avança. Claro, dever e não pagar é melhor do que cumprir o dever de pagar. Mas o lobby é poderoso. Deputados e senadores, provavelmente "preocupados" com esse calote, tentaram recentemente "contrabandear" artigo em lei que obrigaria o Banco Central a aceitar o pagamento da dívida naquela saborosa "moeda podre", que foi moda nos anos FHC. Dilma vetou o "contrabando".
Isso para falar apenas na "herança" financeira do problema. Já que na área criminal, como sempre, com a rara exceção do Cacciola, é mesmo assim, de leve, banqueiros não costumam ser incomodados.
E nós que pensávamos que o Proer era passado? Descobrimos que ele está vivo. Muito vivo.
Pensar muito em sexo é bom para qualquer cabeça
por Eli Halfoun
“Ele só pensa naquilo” - era o que costumava dizer na “Escolinha do Professor Raimundo” uma inesquecível personagem interpretada pela também inesquecível atriz Zezé Macedo. A frase deixou de ser humorística para ser atribuída com seriedade a todos os homens que supostamente só pensam naquilo. Ainda bem: pesquisa realizada na Universidade de Amsterdã, Holanda, garante que pensar em sexo pode não aumentar a inteligência (não pensar é burrice) de ninguém, mas sem dúvida favorece o raciocínio e estimula uma percepção mais aguçada favorecendo o ato de raciocinar. Em outras palavras: sexo é bom de qualquer maneira e pensar muito em sexo além de ser ótimo não faz mal a ninguém. Se ele ou ela só pensam naquilo, melhor para o casal. Inclusive na cama. (Eli Halfoun)
“Ele só pensa naquilo” - era o que costumava dizer na “Escolinha do Professor Raimundo” uma inesquecível personagem interpretada pela também inesquecível atriz Zezé Macedo. A frase deixou de ser humorística para ser atribuída com seriedade a todos os homens que supostamente só pensam naquilo. Ainda bem: pesquisa realizada na Universidade de Amsterdã, Holanda, garante que pensar em sexo pode não aumentar a inteligência (não pensar é burrice) de ninguém, mas sem dúvida favorece o raciocínio e estimula uma percepção mais aguçada favorecendo o ato de raciocinar. Em outras palavras: sexo é bom de qualquer maneira e pensar muito em sexo além de ser ótimo não faz mal a ninguém. Se ele ou ela só pensam naquilo, melhor para o casal. Inclusive na cama. (Eli Halfoun)
Ciência muda tudo e agora diz que café é bom para a saúde. Vai entender
por Eli Halfoun
Vai entender: passamos anos ouvindo conselhos para evitar o exagerado consumo de café porque faz mal para a saúde, provoca gastrite, úlcera e afeta os nervos. Não é nada disso: recente estudo científico concluiu que o café traz enormes benefícios como, entre outros, a proteção contra a diabete e alguns tipos de câncer, além de ajudar a prevenir doenças neurológicas como Alzheimer e Parkinson. Bom para os jornalistas e paras os funcionários públicos que parecem ser os maiores consumidores de cafezinhos por dia. Tanto em redações quanto em repartições públicas garrafas térmicas são abastecidas várias vezes ao dia e é difícil não encontrar pelo menos duas pessoas com um copinho de plástico na mão com o café nosso de cada dia, no caso de cada minuto. Jornalistas consomem muito café porque são ansiosos e funcionários públicos porque precisam encontrar o que fazer durante o expediente. Não importa: importante mesmo é saber que qualquer que seja o número de xícaras de café consumidas por dia, não haverá nenhum mal. Pelo contrário: a ciência está convencida de que “beber café é melhor do que não beber”. Portanto esqueça os velhos conselhos de que “café dá nos nervos”. O que dá nos nervos mesmo é ficar sem entender se tudo o que se ouviu até agora sobre os malefícios do café não vale nada. Até que entre um cafezinho e outro, a ciência divulgue mais uma tese-pesquisa. (Eli Halfoun)
Vai entender: passamos anos ouvindo conselhos para evitar o exagerado consumo de café porque faz mal para a saúde, provoca gastrite, úlcera e afeta os nervos. Não é nada disso: recente estudo científico concluiu que o café traz enormes benefícios como, entre outros, a proteção contra a diabete e alguns tipos de câncer, além de ajudar a prevenir doenças neurológicas como Alzheimer e Parkinson. Bom para os jornalistas e paras os funcionários públicos que parecem ser os maiores consumidores de cafezinhos por dia. Tanto em redações quanto em repartições públicas garrafas térmicas são abastecidas várias vezes ao dia e é difícil não encontrar pelo menos duas pessoas com um copinho de plástico na mão com o café nosso de cada dia, no caso de cada minuto. Jornalistas consomem muito café porque são ansiosos e funcionários públicos porque precisam encontrar o que fazer durante o expediente. Não importa: importante mesmo é saber que qualquer que seja o número de xícaras de café consumidas por dia, não haverá nenhum mal. Pelo contrário: a ciência está convencida de que “beber café é melhor do que não beber”. Portanto esqueça os velhos conselhos de que “café dá nos nervos”. O que dá nos nervos mesmo é ficar sem entender se tudo o que se ouviu até agora sobre os malefícios do café não vale nada. Até que entre um cafezinho e outro, a ciência divulgue mais uma tese-pesquisa. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 5 de março de 2012
Mystic Fair: magos invadem o Rio
O Rio de Janeiro será a primeira cidade a receber uma edição regional da Mystic Fair, a maior feira mística e esotérica do País, nos dias 5 e 6 de maio. A 1ª Mystic Fair Rio de Janeiro reunirá crenças religiosas e práticas espirituais variadas, que incluem xamanismo, astrologia, runas, feng shui, cristais, tarô, terapias alternativas, entre outras. O evento, que será realizado no Clube Monte Líbano, terá ainda palestras, rituais e vivências, com destaque para um debate com renomados especialistas para discutir as previsões sobre o possível fim do mundo em 21 de dezembro de 2012. De acordo com a maioria das teorias, este ano marcaria o final de uma das cinco eras pelas quais o planeta já passou, e um grande desastre natural atingiria a Terra. Para esclarecer dúvidas sobre o assunto, os mais destacados místicos, esotéricos e estudiosos do ocultismo do Brasil foram convidados pela organização da 1ª Mystic Fair Rio de Janeiro para dar sua opinião sobre o tema durante o evento. Entre eles estão a sensitiva Márcia Fernandes, o astrólogo Waldemar Falcão, o esotérico Daniel Atalla e o escritor e bruxo Claudiney Prieto, que é também o idealizador do evento. A edição nacional da Mystic Fair já acontece desde 2010 na capital paulista, onde recebe milhares de visitantes a cada ano. O objetivo de Prieto é repetir o sucesso no Rio. "O meio místico e esotérico vem ganhando cada vez mais visibilidade em nosso país, contribuindo formal e informalmente para o crescimento da economia. A Mystic Fair se tornou um evento famoso e tradicional do meio, e a estreia no Rio de Janeiro está sendo aguardada com ansiedade pelos cariocas, que desejam conferir todas as novidades do setor", declara. Algumas das principais atrações da feira estão focadas nas novidades do século XXI: softwares especializados, programas para a criação de mapas astrais e numerológicos, redes sociais exclusivamente dedicadas aos esotéricos, bruxos digitais, entre outros. Mas as velhas e boas cartas de verdade também estarão presentes. Bruxos e bruxas de carne e osso contarão com seus oráculos para vislumbrar o destino das milhares de pessoas que passarão pelo evento. Consultas com astrólogos, tarólogos, videntes, oficinas, palestras e artesanato e a venda de produtos místicos e esotéricos como velas, cristais, livros, incensos, tarôs também estão previstos.
Para saber mais, visite o site do evento. Clique em www.mysticfair.com.br..
Fonte: GP Comunicação
O que o Brasil vai apresentar na Rio+20? A anistia aos desmatadores e incentivos para que desmatem mais...
foto: Reprodução Folha de São Paulo |
O símbolo da delegação brasileira na Rio+20, evento que acontecerá um junho, será uma motosserra. Dilma, Aldo Rebelo, deputados e senadores chegarão à conferência vestidos de lenhadores, alguns com tochas para alimentar queimadas. Levarão alegorias de mão que retratam espécies de animais em extinção. Haverá carros alegóricos: ruralistas brandindo ceifadoras, encenação de caça a ambientalistas, grileiros expulsando de casa famílias de agricultores. No último carro alegórico, uma simulação de inundação, essas cheias que de provocadas pela natureza nada têm, são apenas trágicas consequências da ocupação de margens de rios, do assoreamento e da destruição de matas. Uma ala especial terá 5 mil componentes, cada um desfilará rasgando um multa do Ibama. Alguns darão um destino, digamos, fisiológico ao papelzinho. Nesse carnaval da insanidade, a bancada ruralista usará um abadá com elogios ao novo Código do Desflorestamento.
Conclusão: vinte anos depois da Rio-92 essa turma alegre produz um enredo triste: o do Brasil que anda pra trás em matéria de meio-ambiente.
Conclusão: vinte anos depois da Rio-92 essa turma alegre produz um enredo triste: o do Brasil que anda pra trás em matéria de meio-ambiente.
Deu no Comunique-se: copiar texto sem dar crédito dá processo
Todo cuidado é pouco: copiar texto sem dar créditos rendeu ao site 24 Horas News uma multa de R$ 50 mil, que deverá ser paga ao Grupo Folha. De acordo com a Justiça de São Paulo, a Amel Comunicações, que edita portal de notícias de Cuiabá (MT), pagará por danos morais pela violação de direito autoral.
Leia a matéria completa no portal Comunique-se. Clique AQUI
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Abril inaugura nova loja de livros, jornais e revistas digitais
O Grupo Abril inaugura amanhã o iba, serviço de distribuição de publicações digitais para iPad e outros dispositivos. A loja oferecerá 6 mil livros de 170 editoras, além de 17 jornais e 25 revistas da editora Abril.
Leia mais no site da revista Exame. Clique AQUI
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Marcas que se foram...
Reprodução/IG
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IG |
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Municípios pedem socorro
por Eli Halfoun
Se já eram carentes e esquecidos, muitos municípios brasileiros sofrem agora com as chuvas que se transformam em verdadeiras calamidades. É urgente solução para que não desapareçam definitivamente do mapa. Os pedidos de socorro aumentam como comprovam os números da Defesa Civil. Os números de 2012 já ameaçam bater o recorde de pedidos feitos em 2010, quando foram registrados 4.640 requerimentos enviados por 3.418 cidades. A diferença nos números é porque qualquer município pode pedir requerimento de tragédias mais de uma vez, o que significa que o primeiro pedido entra por um ouvido e sai pelo outro como, aliás, costuma acontecer com todos os pedidos e reivindicações do povo. Dos 2.775 pedidos de socorro feitos só nos primeiros meses desse ano apenas 1.506 foram atendidos. Só as chuvas no Sudeste e no Sul acumularam nada mais nada menos do que 1.618 pedidos de socorro. Pelo visto em vão. (Eli Halfoun)
Terceirização: o vírus que abala a saúde dos brasileiros. Quanto vale o show?
por Gonça
Deu na Folha: Dom Odilio Pedro Scherer fala o que ninguém quer ouvir. A terceirização, na verdade, a mercantilização desembestada da saúde pública no Brasil, exibe sua face mais cruel: preços abusivos que tornam a vida privilégio de quem tem dinheiro. Os governos federal e estaduais incentivam a transferência de instituições públicas para ongs e "organizações sociais" nebulosas. Na prática, empresas disfarçadas que assumem bens públicos. Só que, no caso, não se trata de uma concessão material. São vidas em jogo. Que a saúde pública precisa melhorar no Brasil é um fato. Mas que não se transforme a saúde em commoditie, em peça de mercado, com o lucro prevalecendo sobre a cura. O Ministério da Saúde divulgou pesquisa que mostra o SUS supostamente mal avaliado. Vale pela transparência e pelo objetivo, que deve ser identificar e corrigir as falhas. Que não se confirme a suspeita de que essa "avaliação" seria um balão de ensaio para uma maior e ainda mais danosa privatização da saúde no Brasil. Um vírus inoculado para a desmoralização do SUS e a abertura de espaço para a entrada das legiões de ongs e "organizações sociais" duvidosas. Pelo rumo dessa "caravana da alegria', não demora muito e só será atendido quem tiver cartão de crédito pré-pago.
Deu na Folha: Dom Odilio Pedro Scherer fala o que ninguém quer ouvir. A terceirização, na verdade, a mercantilização desembestada da saúde pública no Brasil, exibe sua face mais cruel: preços abusivos que tornam a vida privilégio de quem tem dinheiro. Os governos federal e estaduais incentivam a transferência de instituições públicas para ongs e "organizações sociais" nebulosas. Na prática, empresas disfarçadas que assumem bens públicos. Só que, no caso, não se trata de uma concessão material. São vidas em jogo. Que a saúde pública precisa melhorar no Brasil é um fato. Mas que não se transforme a saúde em commoditie, em peça de mercado, com o lucro prevalecendo sobre a cura. O Ministério da Saúde divulgou pesquisa que mostra o SUS supostamente mal avaliado. Vale pela transparência e pelo objetivo, que deve ser identificar e corrigir as falhas. Que não se confirme a suspeita de que essa "avaliação" seria um balão de ensaio para uma maior e ainda mais danosa privatização da saúde no Brasil. Um vírus inoculado para a desmoralização do SUS e a abertura de espaço para a entrada das legiões de ongs e "organizações sociais" duvidosas. Pelo rumo dessa "caravana da alegria', não demora muito e só será atendido quem tiver cartão de crédito pré-pago.
Todo dia é dia da mulher
por Eli Halfoun
Quando por aqui cheguei, o primeiro calor que recebi foi de uma mulher oferecendo o colo e o peito. Cresci e a mulher se fez mais presente mesmo que eu fosse criando independência. A mulher (não necessária e somente a mãe-mulher) me ensinou a ter confiança, a escolher o melhor caminho para seguir em frente. Cresci um pouco mais e as mulheres cresceram comigo com suas observações, seus ensinamentos, seu carinho e até suas broncas. É a mulher que nos carrega pela e para a vida. Assim como fomos crescendo as mulheres também cresceram em importância para o mundo. A mulher em forma de mãe, de amiga ou de amante está presente em todos os momentos. Cada vez mais competente, cada vez mais sábia, cada vez mais importante. Fundamental em sua sensibilidade de nos ensinar a ser e a viver. Na próxima quinta-feira, dia 8 é o Dia Internacional da Mulher. Nem precisava de data específica: a mulher faz parte do tempo todos os dias como a grande construtora da vida e de vidas. Sem a presença das mulheres não somos e não temos absolutamente nada. São elas que nos ensinam todos os dias como conjugar de verdade e em qualquer idade o verbo amar.(Eli Halfoun)
Dilma exigente dá nota baixa para seu governo e promete mudar
por Eli Halfoun
As pesquisas revelam que a maioria dos eleitores aprova o governo de Dilma Roussef, mas uma eleitora em especial faz questão de dar nota baixa para a atuação do governo. É a própria Dilma que considera seu desempenho merecedor de uma nota baixa. Ao fazer (reservadamente é claro) uma avaliação de seu primeiro ano de governo, Dilma acha que sua atuação falhou onde se achava melhor, ou seja, em gestão. Na avaliação da presidente, o governo teve de administrar uma sucessão de crises políticas envolvendo o afastamento de ministros e denúncia do propinoduto em diversas áreas governamentais. É com base em sua própria e severa avaliação que a presidente decidiu que só terá reuniões com dois ou três ministros de cada vez (mais do que isso ela considera multidão). A presidente já avisou á sua equipe que agora tudo será diferente: quer fazer política governando com os partidos e sem descuidar da gestão. Os ministros que se cuidem: Dilma não aceitará desculpa e exigirá que todas as metas estabelecidas para os ministérios sejam rigorosamente cumpridas. Dilma também cobrará fidelidade nas votações das bancadas. Em outras palavras: ou a turma entra nos eixos ou a presidente troca tudo, "até o porteiro ser for necessário". É bom a turma que gosta de levar vantagem segurar as mãos gulosas. Os bolsos também. (Eli Halfoun)
sexta-feira, 2 de março de 2012
"Heleno": filme conta a vida e o drama de um grande craque
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Rodrigo Santoro como Heleno. Foto Divulgação |
Veja o trailer oficial. Clique AQUI
Caos aéreo privado...
É bom levar em conta que governo e concessionários podem reformar e construir aeroportos mas isso não quer dizer que o caos aéreo vai acabar. Boa parte do problema é debitado na conta da empresas e da tal agência de (desregulamentação) da área. Tem o caos privado do qual a mídia pouco se ocupa. As empresas fazem o que querem, usam o mesmo avião para rodar indefinidamente de Porto Velho a Porto Alegre, cancelam vôos e conexões, não dão informações etc. É a lei do mercado, passageiros são um mero detalhe. Mas as aéreas administram muito bem o preços das passagens mais caras do mundo.E não à à toa que os jornais de ontem informavam que aumentou nos últimos anos o número de acidentes aéreos no Brasil.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Reality show: estagiários de jornalismo agora são atração na TV
Um editora alemã, a Bauer Media, resolveu inovar. Em associação com o canal inglês ITV2, vai botar no ar um reality show chamado The Exclusives. O programa vai acompanhar, como se fosse um BBB, a vida e a rotina de seis estagiários e seus percalços em busca de um emprego. Vai ao ar em seis meses. O prêmio para os participantes é um emprego em uma das revistas do grupo.
Fofoca no iPad
O tabloide sensacionalista National Enquirer entra no mundo dos tablets. Agora, o conteúdo voltado para fofocas de celebridades vem com vídeos. EStá no ar desde fevereiro e pretende competir com os sites Perez Hilton e TMZ. Para assinar e ficar por dentro do tititi de Hollywood você só precisa pagar 99 centavos de dólar.
Aécio pula mineiramente fora para não enfrentar Dilma
por Eli Halfoun
A temporada que Aécio Neves passou durante o carnaval em Trancoso, Bahia, serviu para que ele fizesse uma folia de avaliações políticas. A principal conclusão é a de que se candidata for “Dilma será reeleita com o pé nas costas”. Diante disso, Aécio decidiu sair mineiramente da possibilidade de vir a ser o provável candidato do PSDB. Aécio sabe que só vale a pena entrar em jogo do qual possa sair vencedor e por isso mesmo e ainda com base na análise feita no carnaval o mais provável é que venha a novamente disputar o cargo de governador de Minas, que, como Dilma na corrida presidencial, ele também pode vencer com um pé nas costas. Se bem que ideal é que nós eleitores possamos dar um pé na bunda de todos os políticos. (Eli Halfoun)
A temporada que Aécio Neves passou durante o carnaval em Trancoso, Bahia, serviu para que ele fizesse uma folia de avaliações políticas. A principal conclusão é a de que se candidata for “Dilma será reeleita com o pé nas costas”. Diante disso, Aécio decidiu sair mineiramente da possibilidade de vir a ser o provável candidato do PSDB. Aécio sabe que só vale a pena entrar em jogo do qual possa sair vencedor e por isso mesmo e ainda com base na análise feita no carnaval o mais provável é que venha a novamente disputar o cargo de governador de Minas, que, como Dilma na corrida presidencial, ele também pode vencer com um pé nas costas. Se bem que ideal é que nós eleitores possamos dar um pé na bunda de todos os políticos. (Eli Halfoun)
TV Huffington Post
O famoso site agregador de blog dá mais um passo: lança o Huffington Post Streaming Network (HPSN), canal de vídeo ao vivo pela internet com notícias 24 horas.
A fé não remove só montanhas: compra espaços milionários na televisão
por Eli Halfoun
Ninguém é dono de nenhuma emissora de televisão: os que se acham proprietários são uma espécie de inquilinos de propriedades do governo. Em outras palavras: ganham de mão-beijada os canais que passam a literalmente explorar comercialmente. Emissoras de televisão são concessões cedidas (ou seria presenteadas?) para que os arrendatários ofereçam ao público lazer, informação e cultura e não para que sejam transformadas em lojas de varejo com ofertas de qualquer segmento religioso, como se fossem supermercados da fé. Cultura, lazer e educação não são exatamente o que a televisão tem oferecido com a abundância necessária. Por isso mesmo , é fundamental que o governo fique de olho no comércio de horários religiosos que podem acabar monopolizando propriedades do governo que na verdade são do povo. As religiões podem sim tentar conquistar cada vez mais adeptos, mas para isso não é necessário transformar as emissoras de televisão em um comércio da fé, com os líderes religiosos pagando milhões para adquirir horários, ou seja, como se fossem simplesmente anunciantes que para cumprir o compromisso mensal de aluguel passem a usar o espaço para pedir aos fiéis que façam cada vez mais e maiores doações. Cada um paga o dízimo porque quer ou porque se deixe iludir facilmente por esse comercial pátio de milagres. A televisão é repito uma concessão do governo e é o governo que não deve permitir que a televisão como bem (ou mal) público se transforme em um comercial balcão de negócios em nome da fé.
Agora mesmo, por exemplo, o senhor Romildo Ribeiro Gonçalves, para os fiéis da Igreja Internacional da Graça de Deus, reverendo R R Soares adquiriu o horário nobre da Rede TV (ele também continuará no horário nobre da Bandeirantes) para apresentar diariamente a sua inegavelmente convincente falação. Não se sabe exatamente quanto o reverendo pagará mensalmente para a Rede TV, mas pode-se calcular em um contrato de mais de 6 milhões mensais, já que esse foi o valor oferecido pelo também religioso comercial Valdemiro Santiago (Igreja Mundial) que teve sua oferta derrubada pela de R R Soares. A Rede TV justifica a sublocação de um pedaço do “imóvel-horário” que na verdade não lhe pertence (pertence ao governo) porque é a única maneira de garantir faturamento e continuar funcionando. Seria ótimo e até aceitável se de agora em diante funcionários da Rede TV não precisassem ficar pedindo pelo amor de Deus para receber seus salários. (Eli Halfoun)
Ninguém é dono de nenhuma emissora de televisão: os que se acham proprietários são uma espécie de inquilinos de propriedades do governo. Em outras palavras: ganham de mão-beijada os canais que passam a literalmente explorar comercialmente. Emissoras de televisão são concessões cedidas (ou seria presenteadas?) para que os arrendatários ofereçam ao público lazer, informação e cultura e não para que sejam transformadas em lojas de varejo com ofertas de qualquer segmento religioso, como se fossem supermercados da fé. Cultura, lazer e educação não são exatamente o que a televisão tem oferecido com a abundância necessária. Por isso mesmo , é fundamental que o governo fique de olho no comércio de horários religiosos que podem acabar monopolizando propriedades do governo que na verdade são do povo. As religiões podem sim tentar conquistar cada vez mais adeptos, mas para isso não é necessário transformar as emissoras de televisão em um comércio da fé, com os líderes religiosos pagando milhões para adquirir horários, ou seja, como se fossem simplesmente anunciantes que para cumprir o compromisso mensal de aluguel passem a usar o espaço para pedir aos fiéis que façam cada vez mais e maiores doações. Cada um paga o dízimo porque quer ou porque se deixe iludir facilmente por esse comercial pátio de milagres. A televisão é repito uma concessão do governo e é o governo que não deve permitir que a televisão como bem (ou mal) público se transforme em um comercial balcão de negócios em nome da fé.
Agora mesmo, por exemplo, o senhor Romildo Ribeiro Gonçalves, para os fiéis da Igreja Internacional da Graça de Deus, reverendo R R Soares adquiriu o horário nobre da Rede TV (ele também continuará no horário nobre da Bandeirantes) para apresentar diariamente a sua inegavelmente convincente falação. Não se sabe exatamente quanto o reverendo pagará mensalmente para a Rede TV, mas pode-se calcular em um contrato de mais de 6 milhões mensais, já que esse foi o valor oferecido pelo também religioso comercial Valdemiro Santiago (Igreja Mundial) que teve sua oferta derrubada pela de R R Soares. A Rede TV justifica a sublocação de um pedaço do “imóvel-horário” que na verdade não lhe pertence (pertence ao governo) porque é a única maneira de garantir faturamento e continuar funcionando. Seria ótimo e até aceitável se de agora em diante funcionários da Rede TV não precisassem ficar pedindo pelo amor de Deus para receber seus salários. (Eli Halfoun)
Pesca, sombra e água fresca
por Eli Halfoun
Em nota publicadaem O Globo de hoje (dia 1º), o
colunista Ancelmo Gois chega à conclusão de que o Ministério da Pesca criado
por Lula “é um blefe”. É mesmo: até agora teve ministros que são de outras
áreas. A saber: José Fritch (cientista político) Altamir Gregolin
(veterinário), Ideli Salvati (física), Luiz Sergio (metalúrgicos)l e agora
Marcelo Crivella (engenheiro civil). No caso de Crivella comete-se uma injustiça:
ele aprendeu direitinho a “pescar fiéis” com Edir Macedo, seu cunhado. Uma
injustiça também com todos os outros ex-ministros. Se praticar pesca é ficar na
base da sombra e água fresca são todos especialistas. (Eli Halfoun)
Em nota publicada
Agora é preciso entrar na fila até para ficar doente
por Eli Halfoun
Já reparou, atento leitor, como as
farmácias estão cada vez mais cheias como se fossem parques de diversões para
as mais variadas doenças. Parece que virou uma espécie de moda dar “um pulinho
ali na farmácia”. O maior número de fregueses só pode ser reflexo do melhor
poder aquisitivo da população, que finalmente consegue adquirir os medicamentos
(nem todos ainda) receitados ou retirá-lo, em alguns casos, gratuitamente, o
que requer uma burocracia complicada. O consumidor tira (quando a internet não
cai, o que é desculpa comum) o remédio para a pressão gratuitamente, mas diante
de tanta fila e exigência acaba tendo de comprar um calmante. Talvez essa seja
uma tática das farmácias para vender os calmantes (se bem que elas não dão nada
de graça: o governo paga pelos remédios de pressão que as farmácias apenas
fornecem). A população continua pagando o pato: antes não podia comprar (muito
menos pensar em receber de graça) qualquer remédio e agora está obrigado a enfrentar
fila, e a má vontade dos atendentes, além de outras dificuldades para comprar o
remédio que necessita. Resultado: assim estamos ficando cada vez mais doentes. (Eli Halfoun)
Mano Menezes diz que a experimentação na seleção acabou. Os fatos demonstram que não. Melhor Andrés Sanches experimentar outro treinador
por JJcomunic
A seleção brasileira virou piada na Europa. Acostumados a admirar o futebol brasileiro, jornalistas esportivos estão surpresos com o nível do time dirigido por Mano Menezes. Entre na máquina do tempo: Dunga sofreu violenta campanha da mídia. Quem não lembra? E a razão do linchamento que persistiu durante toda a preparação para a Copa da África foi a decisão do então treinador de acabar com a entrevistas ao vivo a qualquer horas, até de madrugada em razão do fuso horário, e vetar "festas" na concentração. Jornalistas famosos participando de jantares à base de vinhos, celebridades atrapalhando treinamento, a mídia escondendo saida noturnas de jogadores ainda quando a seleção treinava na Suiça para a Copa da Alemanha (coube a uma agência internacional publicar uma foto com o fato que era do conhecimento de toda a imprensa. Só depois de a notícia correr o exterior, a mídia brasileitra publicou). Essa era a zorra total. Dunga quis disciplinar isso, acabar com privilégios. Ganhou tudo até chegar à África do Sul. Deu uma "cara" ao time, mas, claro, sem a Copa e com o frangaço de Julio Cesar isso não bastou. Quando indicou Mano Menezes para assumir a seleção, Ricardo Teixeira disse que preferia que o Brasil perdesse tudo, durante a preparação, mas ganhasse a Copa de 2014. A primeira parte será cumprida, não há dúvidas. A seleção é um desastre. E a previsão para 2014 é de catástrofe, algo como um Maracanazzo de 1950 sem que a derrota se dê na final. Dá para reverter isso? Aparentemente, não. O time de Mano continuará pegando galinha morta até a Copa das Confederações. Depois, o argumento deverá ser que estará em cima da hora para trocar de comando. Mano diz que agora é pra valer e que a experimentação acabou. Se é para levar Julio Cesar e Ronaldinho, melhor experimentar de novo. Esses dois, só como exemplo, já estão devidamente experimentados e fracassados.
Melhor contar com o pavio curto de Andrés Sanches e experimentar outro treinador.
A seleção brasileira virou piada na Europa. Acostumados a admirar o futebol brasileiro, jornalistas esportivos estão surpresos com o nível do time dirigido por Mano Menezes. Entre na máquina do tempo: Dunga sofreu violenta campanha da mídia. Quem não lembra? E a razão do linchamento que persistiu durante toda a preparação para a Copa da África foi a decisão do então treinador de acabar com a entrevistas ao vivo a qualquer horas, até de madrugada em razão do fuso horário, e vetar "festas" na concentração. Jornalistas famosos participando de jantares à base de vinhos, celebridades atrapalhando treinamento, a mídia escondendo saida noturnas de jogadores ainda quando a seleção treinava na Suiça para a Copa da Alemanha (coube a uma agência internacional publicar uma foto com o fato que era do conhecimento de toda a imprensa. Só depois de a notícia correr o exterior, a mídia brasileitra publicou). Essa era a zorra total. Dunga quis disciplinar isso, acabar com privilégios. Ganhou tudo até chegar à África do Sul. Deu uma "cara" ao time, mas, claro, sem a Copa e com o frangaço de Julio Cesar isso não bastou. Quando indicou Mano Menezes para assumir a seleção, Ricardo Teixeira disse que preferia que o Brasil perdesse tudo, durante a preparação, mas ganhasse a Copa de 2014. A primeira parte será cumprida, não há dúvidas. A seleção é um desastre. E a previsão para 2014 é de catástrofe, algo como um Maracanazzo de 1950 sem que a derrota se dê na final. Dá para reverter isso? Aparentemente, não. O time de Mano continuará pegando galinha morta até a Copa das Confederações. Depois, o argumento deverá ser que estará em cima da hora para trocar de comando. Mano diz que agora é pra valer e que a experimentação acabou. Se é para levar Julio Cesar e Ronaldinho, melhor experimentar de novo. Esses dois, só como exemplo, já estão devidamente experimentados e fracassados.
Melhor contar com o pavio curto de Andrés Sanches e experimentar outro treinador.
Neymar corre o risco de ser um perna-de-pau musical
por Eli Halfoun
Muitas vezes (bota muitas nisso) a fama faz o famoso perder o bom senso e a total noção de ridículo, o que tem levado muitos famosos a pagarem enormes micos. Parece que Neymar, na ainda ingenuidade de seus 20 anos, quer ser um desses protagonistas sem noção. O novo projeto do maior craque brasileiro (um dos maiores do mundo) na atualidade é vir a experimentar seu lado cantor, o que, aliás, já tem feito (mesmo desafinado) em alguns eventos. Por enquanto Neymar só canta na base da brincadeira (brincadeira de mau gosto), mas já não descarta a possibilidade de vir a gravar um disco de pagode. Se fizer uma viagem na história do futebol Neymar deve mudar rapidamente seus planos: no auge de sua carreira Pelé também se aventurou como cantor e compositor e concluiu que na carreira musical não passava de um grande perna-de-pau. Neymar até dribla com passadas mágicas e facilmente todos os seus adversários, mas driblar os ouvidos do público e principalmente da crítica é outra história. Bem mais complicada. (Eli Halfoun)
Muitas vezes (bota muitas nisso) a fama faz o famoso perder o bom senso e a total noção de ridículo, o que tem levado muitos famosos a pagarem enormes micos. Parece que Neymar, na ainda ingenuidade de seus 20 anos, quer ser um desses protagonistas sem noção. O novo projeto do maior craque brasileiro (um dos maiores do mundo) na atualidade é vir a experimentar seu lado cantor, o que, aliás, já tem feito (mesmo desafinado) em alguns eventos. Por enquanto Neymar só canta na base da brincadeira (brincadeira de mau gosto), mas já não descarta a possibilidade de vir a gravar um disco de pagode. Se fizer uma viagem na história do futebol Neymar deve mudar rapidamente seus planos: no auge de sua carreira Pelé também se aventurou como cantor e compositor e concluiu que na carreira musical não passava de um grande perna-de-pau. Neymar até dribla com passadas mágicas e facilmente todos os seus adversários, mas driblar os ouvidos do público e principalmente da crítica é outra história. Bem mais complicada. (Eli Halfoun)
Só Silvio Santos e Regina Casé sabem falar com todo o tipo de público na TV
por Eli Halfoun
“Além de Silvio Santos, só Regina Casé tem capacidade e facilidade de se comunicar com o popular público da televisão”. Depois que disse mais ou menos issoem seu Twitter o diretor da Record Vildomar Batista foi acusado de criar um mal estar entre os apresentadores, especialmente os da Record. Não tenho dúvidas de que o tal do mal estar é apenas consequência do fato de os apresentadores (e não só os da Record) estarem conscientes de que Vildomar Batista não cometeu qualquer ofensa, exagero ou mentira. Não é preciso ser especialista em televisão para perceber o dom que os dois têm para comunicar-se com todo o tipo de público. Aos mais de 80 anos de idade, Silvio continua sendo o mais popular e carismático apresentador da televisão brasileira (e se bobear mundial) e Regina Case também desenvolveu um estilo absolutamente pessoal e inimitável, que já a transforma na melhor de nossas apresentadoras. O segredo de Regina é simples: ela é no palco exatamente como é na vida, sincera, engraçada, inteligente e extremamente simples. Como, aliás, o sucesso deve ser. (Eli Halfoun)
“Além de Silvio Santos, só Regina Casé tem capacidade e facilidade de se comunicar com o popular público da televisão”. Depois que disse mais ou menos isso
Brasil ganha uma primeira dama em abril
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Marcela Temer. Fotos Presidência da República |
Mesmo quando bem intencionadas e politicamente corretas as primeiras damas nunca acrescentaram muito ao país. Quem mesmo assim anda sentindo falta de uma primeira dama poderá recuperar esse gostinho dos dias 9 a11 de abril. É que nesse período a presidente Dilma Roussef estará ausente e o país terá Michel Temer como presidente tapa-buraco e Marcela Temer, que sempre faz muito sucesso por sua beleza, como primeira dama. Dilma viaja para os Estados Unidos ao encontro de Barack Obama. A presidente embarca otimista levando na bagagem informações de relatórios diplomáticos que praticamente garantem que Obama será reeleito. Essa também é a opinião pessoal de Dilma. Resta saber se será a opinião dos americanos na urna. (Eli Halfoun)
Brasil revê espetáculos que a ditadura não quis ver
por Eli Halfoun
Remakes não são utilizados apenas pela televisão e pelo cinema. Espetáculos musicais têm sido remontados em todo o mundo e o Brasil não poderia ficar fora dessa. Esse ano o púbico brasileiro poderá rever novas montagens de espetáculos que mesmo perseguidos fizeram sucesso no lamentável período da ditadura. Estão sendo remontadosem São Paulo os musicais “Brasileiro, Profissão Esperança”, que Paulo Pontes criou em 1968 e “Roda Vida”, que Chico Buarque levou ao palco um ano depois. Um dos sucessos do espetáculo é a canção “Dindi” que Dolores Duran (ela morreu há 50 anos) compôs em parceria com Tom Jobim. Os dois espetáculos foram repudiados na época pelo governo militar, mas ainda assim resistiram e (como nós) venceram todas as barbaridades e obstáculos. Vencerão mais umas vez e sempre que for preciso. Exatamente como o povo faz. (Eli Halfoun)
Remakes não são utilizados apenas pela televisão e pelo cinema. Espetáculos musicais têm sido remontados em todo o mundo e o Brasil não poderia ficar fora dessa. Esse ano o púbico brasileiro poderá rever novas montagens de espetáculos que mesmo perseguidos fizeram sucesso no lamentável período da ditadura. Estão sendo remontados
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