(da redação da JJcomunic)
A Sonora Editora lança o livro "1973, o ano que reinventou a MPB". A noite de autógrafos acontecerá na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio, dia 23 de janeiro, às 19h. Trata-se de uma coletânea que reúne textos de 50 jornalistas especializados. Vamos lá. Até porque entre os autores há vários que, como funcionários ou colaboradores, passaram pelas redações da Rua do Russell, na Manchete, Ele Ela, Fatos & Fotos e outras revistas que estão no DNA deste blog. Confira: entre os autores estão feras como Roberto Muggiati, Célio Albuquerque, Antonio Carlos Miguel, Regina Zappa, Vicente Datolli e Silvio Essinger.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Viviane Araújo: começou a temporada da musa do Carnaval. Salve!
por Omelete
É uma tradição. Vira o ano e começa a merecida temporada de reinado de Viviane Araújo. Pois aí está a rainha do Salgueiro, fotografada por Cleomir Tavares. No fim da tarde de ontem, ela participou da gravação do programa Samba de Primeira, de Jorge Perlingeiro. Que o reinado da musa do Carnaval seja eterno enquanto dure. Evoé!.
É uma tradição. Vira o ano e começa a merecida temporada de reinado de Viviane Araújo. Pois aí está a rainha do Salgueiro, fotografada por Cleomir Tavares. No fim da tarde de ontem, ela participou da gravação do programa Samba de Primeira, de Jorge Perlingeiro. Que o reinado da musa do Carnaval seja eterno enquanto dure. Evoé!.
FOTOS CLEOMIR TAVARES / MURAL A AMA/DIVULGAÇÃO
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Não apedrejem o pedreiro!
por Roberto Muggiati
O nome do ano, na mídia, nos palcos e
nas passeatas, foi o de um modesto pedreiro, Amarildo Dias de Souza, torturado e morto por policiais na mesma
favela da Rocinha onde nasceu há 47 anos. O movimento Onde está o Amarildo? teve até repercussão internacional, com o
apoio das Mães de Maio argentinas e do Anistia Internacional.
E o ano fechou na praia de Copacabana
com uma tragédia rodrigueana que teve como pivô outro pedreiro, Adilson Rufino da Silva. Tomado por uma
crise de ciúmes, tentou estrangular a mulher Josilene e, quando a polícia
chegou, tomou a arma de um PM e deu início a um tiroteio que transformou a
Princezinha do Mar num autêntico OK Corrall.
Revendo por acaso o
repertório de outros carnavais, topei com O
pedreiro Valdemar, um clássico de Roberto Martins e Wilson Batista, que fez sucesso em 1949 na voz de
Blecaute, o “General da Banda.” Reparem como a crítica social das marchinhas
carnavalescas, sem nenhuma firula, dizia tudo, direto para o povo:
Você conhece o pedreiro Valdemar?
Não conhece, mas eu vou lhe apresentar.
De madrugada toma o trem da Circular,
Faz tanta casa e não tem casa pra morar (bis).
Leva a marmita embrulhada no jornal.
Se tem almoço, nem sempre tem jantar.
O Valdemar, que é mestre no ofício,
Constrói um edifício e depois não pode entrar.
Passaram-se 64 anos, mas só
uma coisa mudou: não fazem músicas de Carnaval como antigamente...
Ouçam
no YouTube:
Momento de decisão: ex-funcionários do extinto Jornal do Brasil lutam para receber suas indenizações. Mas além de enfrentar o ex-proprietário do jornal brigam contra um gigante: o Citibank. É mole?
(da redação da JJcomunic)
Nelio Horta, ex-diretor de Arte do Jornal do Brasil, envia reprodução de uma nota publicada na coluna do jornalista Lauro Jardim, na Veja on line. O momento é crucial para os ex-funcionários do JB que ainda lutam pelos seus direitos trabalhistas desde que o jornal extinguiu sua edição impressa. Há dinheiro retido na Justiça e os colegas esperam que seja destinado ao pagamento das indenizações. Já o Citibank, credor do empresário que detinha o controle do JB, quer prioridade, o que, se acontecer, prejudicará os ex-funcionários. A questão será julgada amanhã, quinta feira, na Primeira Câmara Cívil do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Mais do que um impasse jurídico, estará em julgamento a possibilidade de quitação das indenizações a quem dedicou anos de trabalho ao JB. Essa sim, uma questão de Justiça.
LEIA NA COLUNA DE LAURO JARDIM, NA VEJA ON LINE. CLIQUE AQUI
Justiça começa 2014 julgando processos antigos
por Eli Halfoun
A partir do próximo dia 3
quando os trabalhos serão oficialmente retomados o Supremo terá para julgar de
saída cerca de 30 processos que foram interrompidos por pedidos de vistas dos
ministros. Entre os 30 processos, que deveriam ter sido julgados no primeiro
trimestre de 2013, estão os que tratam de financiamento de campanha por empresas;
autorização prévia para biografias, validade dos planos econômicos de 1980 e
1990; recursos de condenados no mensalão e distribuição de royalties do
petróleo. Como se vê é a própria justiça que empata o andamento da (e na) Justiça.
(Eli Halfoun)
Polícia Federal não quer entrar em campo durante a Copa?
por Eli Halfoun
Parece haver entre os
brasileiros duas torcidas divididas na Copa do Mundo. Uma quer que a seleção se
dê bem e conquiste o hexa e a outra torce para que a Copa seja um grande
fracasso para o país e, portanto, para a presidente Dilma, como se ela fosse a
única responsável pela realização da Copa no Brasil, que, mesmo que isso desagrade
aos pessimistas, ajudará muito o país e seu povão. Tem torcida organizada
fazendo de tudo para bagunçar a festa: veja só a Polícia Federal estaria exigindo aumento
salarial e ameaçaria fazer greve durante a Copa. Nesse caso o governo precisa
bater bola com velocidade: é que o aumento só pode ser dado até abril já que a
lei proíbe que sejam concedidos aumentos a partir de 180 dias das eleições. A
grande preocupação do governo é evitar que as exigências e ameaças dos agentes
federais contaminem as policias federal e militar nos Estados. Não adianta
torcer contra. O Brasil campeão fará uma
grande Copa. Para o bem de todos e felicidade geral da Nação. (Eli Halfoun)
Aécio quer chamar atenção trocando um por dois marqueteiros
por Eli Halfoun
O presidenciável Aécio Neves
está com inveja da também presidenciável Dilma Roussef até na questão marqueteiro.
Como o trabalho de João Santana tem sido do agrado de toda a equipe, Aécio
resolveu colocar a culpa de seu ainda fracasso eleitoral no marqueteiro e a primeira
medida foi afastar Renato Pereira que poderá ser substituído por Fernando
Barros e Luís Costa Pinto, da Propeg, com quem Aécio está conversando. Já a bola
de João Santana anda tão cheia no PT que o ex-presidente Lula praticamente
exige que Santana também seja o marqueteiro da candidatura do ministro da Saúde
Alexandre Padilha (promete 13 mil médicos no programa Mais Médicos até o final
de março) ao governo de São Paulo. Será bem mais fácil reeleger Dilma do que
emplacar Padilha. (Eli Halfoun)
Bolsas e acessórios de marca fazem o novo tempo de Lady Gaga na publicidade
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| Lady Gaga. Reprodução Facebook |
por Eli Halfoun
Mesmo com o novo álbum Art
Pop não sendo um campeão de vendas em seu recente lançamento, Lady Gaga continua
sendo uma campeã em faturamento. Segundo ranking da revista Forbes, ela faturou
no último ano 80 milhões de dólares e só perdeu para Madonna que continua
liderando o ranking com faturamento de 125 milhões de dólares. Lady Gaga não se
abate e continua trabalhando muito: agora mesmo é também a garota-propaganda da
Versace e protagoniza a nova campanha da marca de bolsas e acessórios. Embora
cercada de bolsas, Gaga fez questão de posar com pouca roupa, ou seja,
praticamente nua, mas com os cabelos logos para prestar homenagem à cantora
Donatella Versace, a comandante da marca. (Eli Halfoun)
50 anos depois... e la nave va: o porta-aviões USS Forrestal, que apoiou o golpe de 1964, vira sucata
2014 marca os 50 do golpe que jogou o Brasil em uma sangrenta ditadura, a partir de 31 de março (ou de 1° de abril, até a data é um engodo) de 1964. Seja qual for, é o dia da vergonha. Nos últimos dias, os jornais repercutem revelação do jornalista Elio Gaspari de um áudio em que, pouco antes de morrer, John Kennedy, então presidente dos Estados Unidos, levanta a possibilidade de uma intervenção armada no Brasil (a intervenção "civil" já estava em curso há muito tempo com maciças verbas, financiamentos de "institutos de pesquisa", cooptação de grande parte da imprensa, de instituições de classe, de lideranças militares, políticas, empresariais e católicas). A possível invasão era fato conhecido, a participação de Kennedy, apesar da imagem "democrática", era óbvia: a novidade é a gravação. Até aqui muitos analistas preferiam atribuir decisão de preparar uma invasão do Brasil, caso Jango resistisse, muito mais ao sucessor de JFK, Lyndon Johnson, que assumiu em novembro de 1963, do que ao marido de Jaqueline. Kennedy morreu mas a frota veio, ficou de plantão no Atlântico Sul, provavelmente acompanhando os acontecimentos e esperando o sinal verde dos generais brasileiros, caso fosse necessário. Este é, aliás, um capítulo igualmente vergonhoso a ser estudado: comandantes das Forças Armadas nacionais prontos para receber de braços abertos uma tropa invasora estrangeira? Não aconteceu, não foi necessária a intervenção militar, e dessa lama extra na história da ditadura o Brasil se livrou. Coincidentemente, os Estados Unidos precisam agora se livrar de um dos símbolos de quase intervenção. O porta-aviões USS Forrestal, que comandava a força invasora e estava pronto para enviar sues aviões para bombardear focos de eventual resistência, vai virar sucata. Por um centavo de dólar, a empresa All Star Metals ganhou o direito de desmontar e vender o navio como ferro-velho. Quando foi enviado ao Brasil, em 64, era o maior porta-aviões americano, o que demonstra que os Estados Unidos vinham preparados para a guerra. A frota da Operação Brother Sam, como foi batizada, incluía ainda seis navios contratorpedeiros, um porta-helicópteros e quatro petroleiros. A operação foi batizada de "Brother Sam". Com um "irmão" como aquele, quem precisaria de inimigo?.
Um novo seriado para mostrar que talento também está na idade
Já imaginou um seriado com
várias histórias de personagens mais velhos? É o que a Globo promete estrear breve.
O seriado dirigido por Fernando Meirelles recebeu o título de “Os
Experientes” e terá um elenco realmente experiente e da melhor qualidade com as
já confirmadas participações de Lima Duarte, Selma Egrei, Joana Fomm, Rolando
Boldrin e Othon Bastos. Com esse time de mestres esse será um seriado que
nenhum jovem ator deve perder para aprender. (Eli
Halfoun)
Beleza do elenco feminino não ajuda muito em “Além do Horizonte”
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| Yanna Lavigne, a Anna Fátima de "Além do Horizonte. Foto Alex Carvalho/Divulgação/TV Globo |
A beleza do elenco pode
até ajudar, mas não é fundamental para garantir o sucesso de qualquer
espetáculo no teatro, no cinema e muito menos na televisão. Se beleza fosse, no
caso da televisão, garantia de audiência a novela “Além do Horizonte” seria um
sucesso e não o fracasso que a coloca como a novela de menor audiência da Globo
na história do horário. A novela é confusa, exagerada e com uma história que em
momento nenhum consegue criar o mínimo de interesse no público, tanto que a
Globo já pensa em diminuir sua duração para livrar-se de um problema e de um
fracasso. Mas “Além do Horizonte” pode orgulhar-se de ter o elenco feminino mais
bonito das atuais novelas. Se beleza fosse garantia de sucesso as atrizes
Marcele Valente (Julia), Cristine Perin (Olívia), Day Mesquita (Fernanda) e
Yanna Lavigne (Ana) colocariam a novela entre as mais vistas do momento. É
verdade que elas aparecem pouco, mas quando o fazem são uma alegria visual para
uma trama que ainda não se encontrou na própria história. (Eli Halfoun)
Um mundo mal dividido na economia e no clima
por Eli Halfoun
Não é apenas socialmente
que o mundo está mal dividido (uns com muito, outros com pouco e muitos com
quase nada). A divisão é cruel também climaticamente, o que fica ainda mais evidente
nesse período em que no Brasil se morre de calor e nos Estados Unidos o perigo
é morrer congelado. Não seria mais justo se houvesse um pouquinho do frio
americano por aqui e um pouquinho de nosso escaldante sol por lá. Esse é um
problema climático e, portanto, da natureza, contra o qual nada podemos, mas
mudar a divisão social está em nossas mãos. Que tal começar a pensar em dividir
o quase nada que ainda temos com aqueles que não tem realmente nada? Esqueça
que isso pode parecer mais uma ação política e lembre que é apenas uma necessária
ação humana. (Eli Halfoun)
Fernanda Machado (a Leila) está com os dias contados em “Amor à Vida"
Leila, a personagem
interpretada por Fernanda Machado em “Amor à Vida” está praticamente com os
dias contados na novela: nos próximos capítulos ele morre vítima do incêndio de
provocado por ela na casa para matar a rival Natacha. A morte de Leila tira
Fernanda da novela (faz um ótimo trabalho como a vilã fria e antipática), mas não
dos planos da revista Playboy que a quer nua em suas páginas, o que estaria
praticamente garantido depois de muitas conversas e acertos financeiros.
A novela “Amor à Vida”
ganhou nos últimos dias muitos comentários nos Twitter depois que o público
achou que a personagem Ciça tinha morrido de uma queda provocada por Aline. A
reação do público à morte que não aconteceu (Ciça ficou em estado grave) foi
porque ela já tinha sobrevivido a queda de um penhasco para morrer em um escorregão
dentro de casa. O público acha um absurdo, mas mesmo que tivesse acontecido não
seria absurdo: são muitos os casos de pessoas que sobrevivem a acidentes graves
e depois morrem em uma simples queda dentro de casa. Poderia contar aqui muitos
casos, mas o fato é que o púbico ainda não acredita que a vida tem acontecimentos
muito mais irreais do que os que acontecem em novelas. A vida real é uma novela
cheia de surpresas diárias. (Eli Halfoun)
Chapéu na mão na hora de pedir bons cargos em Brasília
por Eli Halfoun
Os pedidos de nomeações
correm a toda nesse início de ano eleitoral. Entre os muitos pedidos feitos para
a presidente Dilma Rousseff um dos mais insistentes é o do deputado Henrique
Alves, presidente da Câmara, reforçado pelo apoio do ministro Garibaldi Alves,
da Previdência. A dupla quer que a presidente nomeie o desembargador Luiz
Alberto Gurgel Farias para o Superior Tribunal de Justiça. No pedido argumentam
que a presidente já nomeou dez ministros para o STJ e nenhum do Nordeste, o que,
segundo eles que mostra que é hora de colocar um potiguar no Tribunal. Esse
continua sendo mesmo o país dos pistolões e do jeitinho brasileiro. (Eli Halfoun)
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Para animar o inverno russo, concurso indica a Miss Pernas Longas...
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| Anastasia Strashevskaya, Miss Pernas Longas. Foto: Divulgação |
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| Foto Divulgação |
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| Ana Hickman na capa da Vip. Reprodução |
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| As pernas intermináveis de Ana Hickman. Reprodução |
Enquanto no Brasil o Miss Bumbum é o mais badalado e, nos Estados Unidos, são populares os concursos de "Camiseta Molhada" para indicar seios mais bonitos, a Rússia valoriza as pernas. Nessa época, vale tudo para disfarçar o frio e os eventos in door proliferam. Anastasia Strashevskaya, 18 anos, acaba de ganhar o equivalente a R$ 6. 500,00, por ter sido eleita "Miss Pernas Longas", da terra de Putin. A menina tem 1,79 sendo 106 centímetros só de pernas. Ela estuda advocacia e já avisou que não abandonará o curso mesmo que aceite propostas para trabalhar como modelo.
Omelete lembra que, se o concurso fosse no Brasil, os 106 centímetros de Anastasia não seriam suficientes para garantir o título de "pernalonga": o brasileira Ana Hickmann, com 1,85 de altura, detém intermináveis 120 centímetros só de pernas.
Agora é Clóvis Rossi, da Folha, que suspeita do pessimismo encomendado...
Clóvis Rossi
Quem
deveria ficar "nervosinho"
"Há algo de profundamente errado em um
país, um certo Brasil, em que os ricos choram (e de barriga cheia), ao passo
que os pobres parecem relativamente felizes. Na ponta dos mais ricos, refiro-me
à pesquisa da consultoria Grant Thornton que "Mercado"
publica hoje e
que mostra um absurdo recorde de pessimismo entre os executivos brasileiros.
Na ponta dos pobres, valem as sucessivas
pesquisas que mostram satisfação majoritária com o governo Dilma Rousseff, a
ponto de 11 de cada 10 analistas apostarem, hoje por hoje, na reeleição da
presidente. Como ninguém vota em governo que o faz infeliz, só se pode concluir
que uma fatia majoritária dos brasileiros, especialmente os pobres, está rindo.
Que a economia brasileira tem problemas,
ricos, pobres e remediados estão cansados de saber. Problemas conjunturais (o
crescimento medíocre dos anos Dilma ou a forte queda do saldo comercial, por
exemplo). Problemas estruturais que se arrastam há tantos séculos que nem é
preciso relacioná-los aqui. Daí, no entanto, a um pessimismo recorde vai um
abismo.
Um país em que há pleno emprego e
crescimento da renda não pode ser campeão de pessimismo nem pode ficar em 32º
lugar, entre 45, no campeonato mundial de pessimismo. É grotesco.
Grotesca igualmente é uma das aparentes
razões para o surto de pessimismo que vem grassando desde meados do ano
passado. Seria a diminuição do superavit primário, ou seja, do que sobra de
dinheiro nos cofres públicos depois de descontadas as despesas e tem servido
exclusivamente para o pagamento dos juros da dívida. Foi por isso que o
ministro Guido Mantega apressou-se a divulgar os dados de 2013, para acalmar os
"nervosinhos".
Quem deveria ficar nervoso, mas muito
nervoso, não apenas "nervosinho", é exatamente quem está contente com
o governo.
Basta fazer a comparação: os portadores de
títulos da dívida pública (serão quantos? Um milhão de famílias? Cinco milhões
no máximo?) receberam do governo, no ano passado, R$ 75 bilhões. É exatamente
quatro vezes mais do que os R$ 18,5 bilhões pagos às 14 milhões de famílias (ou
50 milhões de pessoas) que recebem o Bolsa Família.
Quatro vezes mais recursos públicos para
quem tem dinheiro para investir em papéis do governo do que para quem não tem
renda. Seria um escândalo se os pobres tivessem voz. Mas quem a tem são os
rentistas que ficam reclamando da redução do que recebem, como se houvesse de
fato a mais remota hipótese de que o governo deixe de honrar sua dívida. Fazem
um baita ruído com os truques contábeis que permitiram o superavit, mas não
dizem que, com truque ou sem truque, a dívida líquida diminuiu este ano, de
35,16% do PIB em janeiro para 33,9% em novembro, última medição disponível.
Ou, posto de outra forma: o governo,
supostamente irresponsável, gasta menos do que arrecada e ainda pinga 1,3% de
tudo o que o país produz de bens e serviços na conta dos mais ricos e apenas
0,4% na dos pobres entre os pobres. E os ricos ainda choram."
LEIA NA FOLHA, CLIQUE AQUI
Grazi: o marido sumiu... do café da manhã (quando a vida pessoal invade a publicidade)
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| Novo anúncio da Belvita; Grazi sem Cauã. Reprodução VEJA O NOVO COMERCIAL, SEM CAUÃ, CLIQUE AQUI |
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| Na campanha da mesma marca, antes da separação na vida real, o casal preparava o café da manhã Belvita. Reprodução VEJA O VÍDEO QUE SAIU DO AR, AINDA COM O CASAL, CLIQUE AQUI |
Cauã Raymond e Grazi Massafera estrelavam a campanha da Belvita, com comercial então no ar, quando tornou-se pública a separação do casal. No primeiro comercial, eles preparavam juntos um café da manhã apaixonado e com o toque dos produtos Belvita. Apesar do fim do casamento dos atores, a marca optou por continuar a campanha e lançou no último domingo, 5, o filme em que a atriz aparece preparando o mesmo café da manhã, agora sozinha. Embora costume reclamar de "invasão de privacidade", Grazi não se recusou a entrar no clima bem-humorado de "vida pessoal" da peça que a agência Peralta criou. A atriz fecha o comercial com uma fase irônica que faz uma insinuação à ausência do ex-marido. Saca a frase dita pela Grazi: “Suco, frutas, leite e Belvita... E o que mais você precisa para o seu café da manhã ficar completo? Nada, né?”.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Denise Rocha, o furacão que virou musa da CPI, é estrela de clipe "Menina Treinada" de MC Bola. Com direto a Robinho fazendo uma ponta
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| Reprodução |
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| Reprodução |
por Omelete
Lembra da musa da CPI? O furacão Denise Rocha está de volta, agora como atração do clipe "Menina Treinada", de MC Bola. O jogador Robinho faz uma participação mas aparece apenas falando ao telefone com o amigo e funkeiro. Deu azar. Só MC Bola chegou perto da advogada que mais abala tribunais e enlouquece juízes e jurados de todo o Brasil. Data vênia.
VEJA O VÍDEO, CLIQUE AQUI
Paulo Moreira Leite para a IstoÉ: Esforço para transformar Copa em fracasso é lamentável e prejudica o país
por Paulo
Moreira Leite (da IstoÉ)
Acabo de
ler um desses panfletos eletrônicos campanha contra a Copa de 2014.
Procuram
atemorizar o turista dizendo que somos um dos países com maiores índices de
assassinato do mundo.Também temos uma
polícia extremamente violenta. Também temos uma educação ruim, uma saúde
pública péssima, um transporte
urbano idem. São
problemas reais, é óbvio. Mas a atitude é de torcida organizada pelo fracasso.
Não se procura fazer um debate racional
para encontrar soluções e alternativas. O esforço é produzir um fiasco
inesquecível, atitude que só prejudica o
Brasil. O nome
disso é guerra psicológica. Não é um movimento pela razão mas que procura a
política pela emoção. Janio de
Freitas escreveu um artigo de mestre a respeito, na Folha de ontem. Quero
abordar alguns aspectos do mesmo tema. Teremos muita guerra psicológica, em 2014, para que,
justamente no país do futebol, a Copa do Mundo venha a se tornar
um problema político. Josep
Blatter, o presidente da FIFA, será endeusado quando começar a falar mal do governo
federal. Vai passar de demonio a santo em 24 horas. Será por isso que ele já
começou a fazer críticas ao governo
brasileiro? Justo quem.
Olhando a
situação com frieza, o ambiente não deveria ser este. Começando
pelo futebol pois, salvo segundo aviso, é disso que se trata. A verdade é
que, ao contrário do que se anunciou
durante todos estes anos, os estádios – novos e reformados – vão ficar
prontos no prazo necessário para os jogos. São
estádios modernos, seguros, confortáveis. Depois que entrarem em uso regular, a ocorrência
de tragédias como a de Joinville e outras cenas de violência que marcam os
campeonatos tradicionais. Só para dar
um pouco de realidade ao debate. Compare as obras da Copa com o Metrô paulista,
por exemplo. Tudo aquilo
que se diz contra os estádios se demonstra -- até com ajuda da Justiça Suiça -
no metrô paulista. Os atrasos
duram anos. O superfaturamento bate recordes. E então? Cadê a indignação? Quando o
Brasil ganhou o direito de organizar a Copa, o país fez uma festa. Quem não
gostou da ideia ficou em silêncio. Alguém
disputou a eleição de 2010 falando mal da Copa? Não me lembro. Nem candidato a
síndico de prédio se atrevia a tanto. Salvo casos
patológicos de desprezo pelas necessidades da maioria da população, quem não queria a Copa como proposta
esportiva, dizendo que o país teria outras prioridades – esta era minha opinião
na época -- admitia a vantagem keynesiana. Era uma forma de apontar uma perspectiva de
investimentos em larga escala, no país inteiro,
nos anos seguintes. Depois da
crise mundial de 2008, quando o capitalismo entrou em depressão em escala
mundial, a Copa de 2014 se tornou
uma benção em vários lugares. Ajudou a manter o crescimento e o emprego de quem
não teria outra chance de arrumar
trabalho. Na dúvida,
dê uma volta no país e converse com pessoas da vida real. O problema
é a psicologia. A maioria
dos brasileiros concorda -- racionalmente, com base em dados objetivos e também
por experiência própria -- que poucas
vezes e trabalhou com tanto empenho para distribuir a renda e melhorar a vida
dos mais pobres como aconteceu depois da chegada
de Lula no Planalto. Neste
ponto, é um governo de valor histórico. A terapia
emocional de massas quer nos convencer do contrário. Embora tenha chegado ao
Planalto em 2003, procura-se criminalizar o
condomínio Lula-Dilma pela omissão de seus adversários ao longo da história. É por isso
que se fala muito do futebol. E
procura-se esconder o drama do metrô. Aliás: deu para notar que os atrasos do
metrô geram menos protesto do que as críticas
a demora relativa nas obras da Copa? Qual é
mesmo prioridade? O esforço
da terapia é esse: mudar prioridades sociais e transformar a Copa num drama
político. Adversário
de tantas ditaduras do século XX, David Rousset deixou uma frase muito útil
para se enfrentar grandes operações contra as democracias:
-- As
pessoas normais não sabem que tudo é possível.
Comercial da P&G para as Olimpíadas de Inverno em Sochi, na Rússia, mostra que as mães são as primeiras "treinadoras" dos grandes atletas. Duvida? Veja o vídeo...
As Olimpíadas de Inverno acontecem em Sochi, de 7 a 23 de fevereiro. A Procter & Gamble lança um comercial que homenageia as mães dos futuros atletas. Bem lembrado. Não seriam elas as primeiras a constatarem o potencial de muitos fenômenos que subirão ao pódio para pendurar medalhas de ouro no peito?
VEJA O VÍDEO, CLIQUE AQUI
Roberto Muggiati escreve para a Gazeta do Povo: A Volta do Lobo
por Roberto Muggiati (especial para a Gazeta do Povo)
Retratada
brevemente em minisséries e musicais, trajetória artística do produtor musical,
compositor e jornalista Ronaldo Bôscoli é digna de um espetáculo exclusivo
Em 2009, na
minissérie Maysa: Quando Fala o Coração, a figura carismática de Ronaldo
Bôscoli (1928-1994) ressurgiu com força total. O ator que o interpretou, Mateus
Solano, tornou-se estrela da noite para o dia e hoje é um dos maiores ibopes da
tevê, encarnando o vilão Félix da novela Amor à Vida.
Agora, em
Elis, a Musical, Bôscoli também faz sucesso na interpretação esmerada de Felipe
Camargo. Com seu humor cáustico, o Veneno era um personagem que não admitia
meias medidas: ame-o ou odeie-o. E geralmente isso acontecia com o galã de nove
entre dez estrelas da MPB: elas o amavam e depois o odiavam para o resto da
vida. Impiedoso com seus desafetos, trucidava a todos com seus apelidos:
“compota de monstro” (Sérgio Mendes); “eminência parda da MPB” (Antônio Maria).
Nem as namoradas escapavam: Maysa (“La Gorda,” “condessa de araque”), Elis (“a
vesguinha”).
Mateus
Solano encarnou Bôscoli em 2009, na minissérie Maysa: Quando Fala o Coração
Conheci
Ronaldo Bôscoli de raspão: além dos resvalos no Beco das Garrafas nos anos 50,
invadi o seu espaço em 1965, a redação da Manchete na Rua Frei Caneca. Ronaldo
já reinava no Olimpo da bossa nova, mas a poeira da sua lenda ainda pairava na
revista de Adolpho Bloch. Não faltavam anedotas. Um dia, Jaquito, sobrinho do
dono, atende ao telefone: “Mas, minha senhora, o Ronaldo está aqui do meu lado!
Doente!?...” Ronaldo arranca o fone das mãos do Jaquito e dá um esporro na
Velha: “Pô, mãe, vacilou! Essa desculpa era pra amanhã...”
Sobrinho-bisneto
da lendária Chiquinha Gonzaga, sobrinho dos homens de teatro Geysa e Jardel
Bôscoli, primo do ator Jardel Filho e do radialista Héber de Bôscoli, primo em
segundo grau de Bibi Ferreira, se tornou cunhado de Vinicius de Moraes em 1951.
Ronaldo tinha 22 anos e sua irmã, Lila, de dezenove, era obsessivamente
cortejada pelo poeta, que tinha o dobro da idade e era casado. Bôscoli partiu
para dar uma surra em Vinicius, mas se desmanchou ao encontrar o poeta, seu
ídolo. E tudo ficou no melhor dos mundos depois que Vinicius se separou da
mulher e casou com Lila. Foi Bôscoli quem jogou Tom Jobim nos braços de
Vinicius para o início da maior parceria da MPB. Com o palco e a música
correndo nas veias, Ronaldo Fernando Esquerdo e Bôscoli foi, sim, ser gauche na
vida; mas jamais pendeu para a esquerda, ao contrário, ainda jovem ganhou o
apelido de “Véio”, por causa de sua postura ranzinza e reacionária diante de
tudo.
Já no final
dos anos 50, cheio do jornalismo, Ronaldo queria escrever algo menos
descartável. Emplacou um pequeno sucesso, “Fim de Noite”, com Chico Feitosa.
Suas pretensões de letrista o levaram a Tom Jobim, mas Vinicius – apesar de
amigo e cunhado – só admitia outro parceiro para Tom, Newton Mendonça. Foi
quando lhe caiu dos céus o parceiro ideal, Roberto Menescal, nove anos mais
moço. Logo criaram sucessos como “O Barquinho”, “Lobo Bobo”, “Se É Tarde Me
Perdoa”, “Rio”. O sucesso como letrista fez Ronaldo popular entre cantoras e
atrizes.
Tática
Em Ela É
Carioca – Uma Enciclopédia de Ipanema, Ruy Castro traça seu perfil de conquistador:
“Ronaldo fora um dos primeiros psicanalisados do Rio (com a Dra. Iracy Doyle) e
dominava o jargão. Diante de uma mulher por quem estivesse interessado era
capaz de ouvir horas de arenga ‘existencial’. Depois, solidário, falava com
aparente sinceridade dos próprios problemas, um deles a síndrome do pânico que
teve aos 26 anos e o fez trancar-se em casa durante um ano. Isso o tornava tão
diferente dos sólidos machões da época que, ao fim da jornada, a moça estava no
papo. Sua tática era simples: ‘Se me deixar falar, eu como.’ Era um
profissional.”
Caíram nas
garras do Lobo as atrizes Betty Faria, Joana Fomm, Mila Moreira, as cantoras
Nara Leão, Maysa, Sylvinha Telles, Elis Regina, a condessa Mimi de Ouro Preto e
Mônica Silveira. Nara Leão tinha apenas quinze anos quando começou a namorar
Bôscoli, com 28. Em pouco tempo ele se instalou no apartamento da família da
moça, na Avenida Atlântica, que se transformou num ponto de encontro da
nascente bossa nova. Em 1961, Bôscoli acompanha Maysa – então com 24 anos –
numa momentosa excursão a Buenos Aires, onde a conheciam como “La Contessa
Cantante”. Na volta ao Brasil, todos os jornais estampam as declarações
bombásticas da cantora, desmentindo os boatos de que haviam casado, mas
anunciando o casamento na Europa no mês seguinte. Nara cortou Ronaldo de sua
vida para sempre. Surgiu então uma garota do Sul, Elis Regina, que veio fazer o
seu nome no Rio apoiada na dupla Miele e Bôscoli. Entre Ronaldo e Elis nasceu
logo aquela animosidade mútua que é o prenúncio da grande paixão. Depois de uma
briga horrenda, ele disse: “Se ela olhar para mim, eu falo. Se me der bom dia,
eu caso.” Casaram-se em alto estilo, no final de 1967, ele de fraque, ela com
vestido de noiva criado especialmente pelo padrinho, Dener, com dez metros de
cauda. Aos tapas e beijos, foram quatro anos e um filho, João Marcelo, que teve
um difícil começo de vida em meio à guerra conjugal. O Lobo se amansou um pouco
durante o segundo casamento, em meados dos anos 70, com Heloísa de Souza Paiva,
com que teve dois filhos e viveu doze anos. Depois, continuou aprontando.
Fim
Bôscoli
voltou a escrever para a Manchete na virada dos anos 70/80. Como editor da
revista, eu combinava a pauta toda semana com ele. A agressividade dos
primeiros tempos cedera a certa amargura. Sem mais tesão para o jornalismo, ele
voava no piloto automático de suas antigas glórias. Penou os últimos anos com
um câncer de próstata que – não fosse o seu pavor aos médicos – seria
facilmente superado. Recorreu até a poções mágicas, como o chá de cipó do Santo
Daime. Mas seguiu destilando seu veneno, sem poupar nem a si mesmo. Ruy Castro
descreveu: “Muito magro, envelhecido e vencido por um câncer de próstata (que
operou, mas nunca tratou direito), Ronaldo Bôscoli foi visitado no hospital por
seu velho amigo e parceiro Roberto Menescal. Ao entrar no quarto, Menescal
ficou arrasado ao ver Ronaldo no fundo da cama com os braços abertos em cruz —
um deles atado ao frasco de soro e o outro, ao de sangue. Mas a saudação de
Ronaldo, com voz fraca e sumida, o desarmou: ‘Vai de branco ou vai de tinto,
Menescal?’”
Imagino
esse quadro do Lobo Crucificado como o grand finale de um musical ou filme
sobre Ronaldo Bôscoli. Do jeito que vai o festival das “showbios” que assola o
país, logo, logo, chega a vez dele.
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Deu na coluna do Ancelmo Góis no Globo: nos tempos do monoquíni e da Fatos & Fotos
(da redação da JJcomunic)
De Roberto Muggiati, ex-diretor da Manchete e da Fatos & Fotos, o blog recebeu a reprodução acima de nota publicada na coluna de Ancelmo Gois, do Globo. No embalo da recente e fracassada manifestação que pedia a legalização do topless, o monoquíni foi relembrado. A foto da F&F mostra a atriz Maria Pompeu usando a peça polêmica. Apesar de ser motivo de reportagens nas revistas e de causar um certo furor, o monoquíni não saiu da mídia para as ruas. Ou seja, não foi incorporado pelas cariocas. Ficou no factoide. Uma correção apenas na nota, que fala que a foto é dos anos 70. Não. É dos anos 60, provavelmente 1965. Naquele ano, o monoquíni foi tema de música de Roberto e Erasmo Carlos e de um marchinha de sucesso no carnaval cantada por Marlene,
De Roberto Muggiati, ex-diretor da Manchete e da Fatos & Fotos, o blog recebeu a reprodução acima de nota publicada na coluna de Ancelmo Gois, do Globo. No embalo da recente e fracassada manifestação que pedia a legalização do topless, o monoquíni foi relembrado. A foto da F&F mostra a atriz Maria Pompeu usando a peça polêmica. Apesar de ser motivo de reportagens nas revistas e de causar um certo furor, o monoquíni não saiu da mídia para as ruas. Ou seja, não foi incorporado pelas cariocas. Ficou no factoide. Uma correção apenas na nota, que fala que a foto é dos anos 70. Não. É dos anos 60, provavelmente 1965. Naquele ano, o monoquíni foi tema de música de Roberto e Erasmo Carlos e de um marchinha de sucesso no carnaval cantada por Marlene,
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domingo, 5 de janeiro de 2014
Eusébio: uma lenda na história do futebol
por Omelete
A imprensa portuguesa dedica hoje edições especiais e galerias de fotos ao ex-jogador Eusébio, que morreu na madrugada deste domingo, em Lisboa. Um dos maiores craques do mundo, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória, aos 71 anos. Na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, Portugal foi a grande novidade e Eusébio seu grande astro. O Brasil provou isso em campo ao perder dos portugueses por 3x1, com dois gols do atacante (Simões fez o outro e coube a Rildo fazer o gol de honra do Brasil). A seleção portuguesa foi eliminada nas semifinais pela campeã Inglaterra e conquistou o terceiro lugar ao vencer a União Soviética. Mas Eusébio deixou sua marca: foi o artilheiro daquela Copa, com 9 gols. O atual capitão da seleção de Portugal. Cristiano Ronaldo, escreveu agora há pouco na rede social: "Sempre eterno Eusébio, descansa em paz".
A imprensa portuguesa dedica hoje edições especiais e galerias de fotos ao ex-jogador Eusébio, que morreu na madrugada deste domingo, em Lisboa. Um dos maiores craques do mundo, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória, aos 71 anos. Na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, Portugal foi a grande novidade e Eusébio seu grande astro. O Brasil provou isso em campo ao perder dos portugueses por 3x1, com dois gols do atacante (Simões fez o outro e coube a Rildo fazer o gol de honra do Brasil). A seleção portuguesa foi eliminada nas semifinais pela campeã Inglaterra e conquistou o terceiro lugar ao vencer a União Soviética. Mas Eusébio deixou sua marca: foi o artilheiro daquela Copa, com 9 gols. O atual capitão da seleção de Portugal. Cristiano Ronaldo, escreveu agora há pouco na rede social: "Sempre eterno Eusébio, descansa em paz".
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Rali Dakar: quem não tem Lei Rouanet busca patrocínio com atriz pornô russa Anna Polina
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| Payen e Anna Polina. Foto Marc Dorcel/Divulgação |
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| Foto Marc Dorcel/Divulgação |
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| Foto Marc Dorcel Divulgação |
A vida não tá fácil pra ninguém. O piloto francês Hugo Payen deu o azar de morar em um país que não tem o jabaculê da Lei Rouanet e teve que se virar para buscar patrocínio que o permitisse participar com sua moto do Rali Dakar 2014. Com dificuldade para encontrar apoios convencionais, ele tem sido bancado pela bela atriz pornô russa Anna Polina, que tem sua imagem estampada na moto Yamaha modelo 450 WRF. É a segunda vez que a russa nascida em São Petersburgo e que já estrelou mais de 300 filmes financia o piloto. Payen competirá com o número 69. Não por acaso.
Deu na Folha. Cartolas dizem que a Copa no Brasil é prejudicial aos clubes. Há controvérsias: os fatos mostram que quem mais prejudica os clubes no Brasil são os cartolas
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| Reprodução |
Quem lê jornais e revistas já sabe, desde que o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa, que a realização do mais importante torneio de futebol do mundo - que é sempre o recordista disparado em audiência na TV no mundo - é analisada, vista e definida como uma das maiores desgraças políticas e sociais que já se abateu sobre o povo brasileiro. Pesquise. É raro você encontrar publicada uma opinião favorável à Copa com exceção, talvez, de um ou outro cronista esportivo que por dever de ofício reconhece a importância do evento e dos cadernos especiais bancados por patrocinadores que obviamente exaltam o evento. A mídia, em geral, entende a Copa como um "projeto do governo", que deve ser combatido e bombardeado assim como o Bolsa Família, o Mais Médicos, o Minha Casa Minha Vida e outros. Se há denúncias de desvios de verbas em obras públicas, devem ser investigadas e, se for o caso, levadas aos tribunais como qualquer país faz e não tirando o sofá, a Copa, da sala. Há na oposição quem confessadamente torça para que haja um desastre de proporções bíblicas, com a seleção brasileira tão humilhada em campo que vai fazer parecer a derrota na Copa de 50 uma alegre ação entre amigos. Com isso, imaginam, vão poder esquentar o horário eleitoral mostrando multidões rasgando as vestes nos estádios, torcedores se imolando no gramado e levas de brasileiros tentando vagas em aviões rumo à fazenda onde Jim Jones comandou um performance de suicídio coletivo. Enquanto isso não acontece, a Copa é alvo. Todo tipo de crítica já foi escrita. Mas essa aí reproduzida acima é novidade. Dirigentes acreditam que a Copa vai deixar os clubes no miserê. Se fosse verdade, a Fifa deveria acabar com esse torneio mixuruca que só cria problemas.
Ô elementos, os fatos demonstram que quem mais prejudica os clubes do país são vocês... os dirigentes, tá?
Igreja Ltda: anúncio nos classificados oferece sociedade. Alguém se habilita?
O anúncio acima foi publicado hoje. Oferece sociedade em montagem de igreja. Há tempos saiu um classificado de um pastor que "passava o ponto" mediante gordas "luvas" e informava ao interessado o "movimento de caixa". Há seitas que oferecem até franquias com metas de arrecadação. É uma indústria rentável, dispensada de imposto de renda, que não precisa repassar royalties ao fundador já que ele foi embora há milhares de anos e não cobra pelo uso da marca. E, se não entregar o que promete, o dono do empreendimento nem precisa se preocupar com coisas terrenas como código de defesa do consumidor.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Roda-Gigante na Praia de Botafogo? O mafuá do Tivoli Park que infernizou a Lagoa durante anos começou assim...
Copa do Mundo e Olimpíada são as "boas causas" que podem servir de pretexto para privatização enlouquecida de áreas da cidade. Parquinhos, circo, jaula da mulher-gorila, pula-pula, roda-gigante, churrasquinho na hora, barraquinha de vidente.. pelo jeito vai valer tudo. No embalo dos eventos, a galera pode transformar o Rio em um imenso Largo da Carioca. É só deixar. Pode isso, Arnaldo? O que ninguém sabia (deu na coluna Gente Boa, de hoje) é que caladinho um grupo teria já autorizações para plantar uma roda-gigante de 50 metros até 2016 na bela enseada de Botafogo. Impacto no trânsito, poluição visual, obstrução da vista do Pão de Açúcar, e isso importa? Sem falar no precedente, se uns podem porque não outros? Aguardem Montanha Russa no Aterro, Trem Fantasma no Arpoador, Castelo dos Horrores na Praça Paris, Splash Mountain no Posto Nove e Torre do Terror na Lagoa.
Lembra da cascata de fogos do antigo Méridien? Foi proibida por risco de incêndio. Pois veja o que fizeram nos prédios de Dubai na virada para 2014
Durante anos, uma das atrações do Réveillon de Copacabana foi a cascata de fogos do antigo hotel Méridien, no Leme, no Rio. Era o grande final do espetáculo da virada do ano. Acabou vetada pelos bombeiros, que alegaram risco de incêndio. Em 2001, as autoridades argumentaram que uma lei de 1991 proibia queima de fogos no alto dos prédios embora a cascata do hotel do Leme tenha acontecido durante vários anos.
Responda você: os bombeiros de Dubai se garantem ou são irresponsáveis? Porque lá, as cascatas envolveram os prédios mais altos do mundo.
Registre-se que nem no Méridien nem em Dubai houve acidentes.
Responda você: os bombeiros de Dubai se garantem ou são irresponsáveis? Porque lá, as cascatas envolveram os prédios mais altos do mundo.
Registre-se que nem no Méridien nem em Dubai houve acidentes.
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