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quinta-feira, 14 de março de 2013
Hitler agora está pêdavida porque o Google Reader vai acabar
Confiabilidade do Papa Francisco está na cara
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| Papa Francisco deixa a Capela Sistina. Foto: L'Osservatore Romano |
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| O Papa Chico na Basília de São Pedro. Foto: L'Osservatore Romano |
por Eli Halfoun
Não deu outra e nem se poderia esperar que fosse diferente: a escolha de um argentino como Papa criou dezenas de comentários bem humorados (nenhum desrespeitoso) nas redes sociais. O Papa Francisco virou imediatamente Papa Chico na boca dos brasileiros, que já se sentem íntimos do Papa, e entre as muitas piadas uma diz que o Papa Francisco não mais celebrará missas: agora a celebração será de Messi das 8, das 9 horas e de todos os horários de missas. Não importa qual nacionalidade seja a do Papa Francisco. Agora ele é universal e o grande líder do digamos único movimento que pode realmente mudar o mundo para melhor. Nós brasileiros temos o costume de julgar as pessoas pela aparência, pela cara achando que fulano tem cara boa ou que sicrano tem cara de quem não de quem não presta.
Mesmo que nada nunca esteja realmente na cara esse olhar brasileiríssimo tem funcionado muitas vezes. Se o que se espera está realmente na cara e na fisionomia não dá para deixar de perceber que o Papa Francisco tem cara de gente boa, honesta e de boas intenções. É disso que o mundo precisa. Urgentemente. Com ou sem religião. (Eli Halfoun)
A garota da capa
Pela segunda vez, Michelle Obama é capa da Vogue americana, edição de abril. A sra. Obama foi fotografada por Annie Leibovitz. Na história da revista, apenas duas inquilinas da Casa Branca, Michelle e Hillary Clinton, estamparam a capa da Vogue. Jacqueline Kennedy, uma das primeiras-damas mais fotografadas da história, foi tema de reportagens internas, embora perfeitamente "capável", tanto que ilustrou praticamente todas as revistas do mundo. As demais damas de Washington, caras-metade de Bush, Nixon, Johnson, Eisenhower, Roosevelt não reuniam os, digamos, atributos estéticos mínimos para emplacar na Vogue.
00:36 - 14-03-2
37 anos depois, a verdade documentada sobre a morte de Vladimir Herzog
Depois de aguardar por mais de 37 anos, a família Herzog irá receber da Comissão Nacional da Verdade o Atestado de Óbito de Vladimir Herzog retificado, indicando as verdadeiras
causas de sua morte - tortura e violência. O evento será realizando junto com a homenagem a Alexandre Vannuchi que será homenageado na mesma data.
Local:Instituto de Geociências da USP
Data: 15 de março de 2013
Hora:12:00 horas
Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores faz importante apelo à Justiça
O Presidente da Comissão de Ex-Empregados da Bloch Editores (Ceebe) encaminhou a autoridades da 5ª Vara Empresarial a seguinte correspondência:
"Prezados doutores,
A determinação da Presidente do Tribunal de Justiça/RJ de retirar as contas das massas falidas das contas bancárias na forma de Investimentos
e colocá-las em contas Judiciais inviabilizou os pagamentos aos ex-empregados da
Bloch, que vinham sendo feitos na agência do Banco do Brasil, Av. Graça Aranha,
170. Com essa medida, os pagamentos deverão ser feitos na agência que fica
dentro do Forum.
Rogo que me sejam informados os procedimentos daqui por diante para a
realização desses pagamentos. Estou sendo procurado por vários ex-empregados
ansiosos por receber o que lhes é devido.
Os que me procuram, ou procuram o Sindicato dos Jornalistas, são
informados da nova situação e peço a eles que aguardem. Muitos não estão sabendo e, ao
chegar ao Banco do Brasil, têm a desagradável notícia do encerramento dos
pagamentos naquela agência. Fatalmente - na acepção quase literal da palavra -
daqui por diante vão ter que se dirigir ao Cartório. Isso acontece desde a
ultima quinta-feira.
Deixo claro que a doutora Luciana Trindade tem nos apoiado com as
informações cabíveis. Agradeço também à Meritíssima Juiza
Titular da 5a. Vara Empresarial Dra. Maria da Penha Nobre. Estamos torcendo para o reinício dos pagamentos e pela tranquilidades de
todos. A realidade da maioria dos ex-empregados é terrível, passam por diversas
privações: fome , doenças, depressão, etc...
Como sempre contamos com o apoio de todos vocês. Fico no aguardo de informações
e à disposição no que puder fazer para amenizar o sofrimento desses
credores da Massa
Falida de Bloch Editores. Aproveito para deixar o nosso carinho e agradecimento pela atenção
dispensada
ao longo de mais de uma década."
Att.: José Carlos Jesus
Presidente da Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores
Eduardo Campos faz média com prefeitos e vereadores de São Paulo
por Eli Halfoun
O governador Eduardo Campos (Pernambuco)
ainda não admite a possibilidade de candidatar-se à Presidência da República no
ano que vem, mas age como pré-candidato. No dia 5 de abril, por exemplo, estará
em um super evento que reunirá 300 prefeitos. O evento está sendo organizado pela
Associação Paulista de Prefeitos, que pretende reunir também dois mil vereadores.
Eduardo Campos não perderá a oportunidade de capitalizar sua imagem e já mandou
avisar que se deixará fotografar ao lado de qualquer prefeito ou vereador.
Promete-se um super policiamento para o evento. Nada mais adequado. (Eli
Halfoun)
Raí se faz mestre e ensina a gostar de esporte
por Eli Halfoun
Quem quiser aprender a gostar de
esporte tem um bom professor disponível através de um único livro: o ex-jogador
Raí lança mês que vem “Como Gostar de Esporte”, no qual conta sua
história e a de seus irmãos, incluindo Sócrates, todos loucos por futebol.
Segundo Raí só um dos irmãos (Sófocles) não gostava de futebol, mas nem por
isso deixou de ser atleta e praticar tênis, seu esporte favorito. O pai, maior incentivador esportivo
dos filhos deu pra Sófocles uma raquete, uma bolinha e contratou um professor,
como conta Raí no livro. Sófocles pratica tênis até hoje e aos 54 anos de idade
dá suas raquetadas três vezes por semana. Afinal, esporte reúne lazer, saúde e
quase sempre uma competição saudável. (Eli
Halfoun)
Testamento afasta José Sarney do Senado
por Eli Halfoun
“Testamento para Roseane” é o título
do livro que o senador José Sarney está escrevendo e no qual conta detalhes de
seus 65 anos de vida pública. Sarney promete fazer muitas revelações (nenhuma
que o comprometa). O livro está em fase final e de saída oferece uma vantagem:
Sarney está decidido a pedir licença de seu mandato como senador para dedicar-se
a terminar o livro. Bem que podia começar a escrever outro logo depois e continuar
licenciado. (Eli Halfoun)
Mulheres estão tomando conta da administração federal
por Eli Halfoun
Também no Poder Executivo as mulheres
conquistam mais e merecido espaço. Segundo recente levantamento a administração
federal tem 241,6 mil servidoras públicas federais ativas. O levantamento revela
que essa é a maior quantidade de mulheres dos últimos três anos, segundo dados
do Ministério do Planejamento. O número recorde de mulheres em atividade no
governo foi em 2009 com 244,8 mil. Esse número também é o maior nos últimos 16
anos. Se continuar assim as mulheres conseguirão arrumar de vez essa casa chamada
Brasil. (Eli Halfoun)
Ratinho é a verdadeira voz do povo na televisão
por Eli Halfoun
Ratinho sempre foi muito criticado
como apresentador. Cometeram muitas injustiças com seu trabalho popular e
sempre eficiente, mesmo que não fosse do agrado de todos. O tempo garantiu que
Ratinho tivesse, enfim, seu talento e importância no diálogo com o público, reconhecido. Parece que a mídia colocou de lado a implicância que tinha com o
apresentador que garante a vice-liderança de todas as noites para o SBT.
Ratinho não mudou muito desde sua estréia na televisão. O que mudou e continua
mudando é a visão da crítica ao reconhecer a ideal e perfeita identificação de
Ratinho com o público popular que o acompanha. Ratinho fala e esbraveja o que
o telespectador pensa e quer dizer. Seu programa diário pode parecer uma grande
bagunça, mas não é. É apenas a desmistificação de que na televisão tudo
acontece acertadamente e de que os apresentadores sabem de tudo. Ratinho tem
feito em seu programa o que Gene Kelly fez no cinema com “Cantando na Chuva”:
mostrar ao público como é exatamente o mecanismo de produção de um programa
popular.
Não tenho dúvidas de que hoje Ratinho
é a voz (e a imagem) ideal para levar ao grande público qualquer tipo de
mensagem. Com ele não tem sutilezas incompreensíveis e desnecessárias: ele fala
e joga limpo sem nenhuma preocupação em parecer superior a ninguém. Pelo
contrário: Ratinho chega inteiro ao público porque ele é exatamente o homem do
povo fazendo televisão e, portanto, falando português claro. Como fez, por exemplo,
quando tirou a camisa no palco para mostrar como se deve fazer diariamente o
toque na mama para evitar um câncer que se não for descoberto a tempo é fatal.
Tenho certeza que as mulheres (e também os homens que também podem ser vítimas)
passaram a fazer o exame de toque em casa. Ações populares do tipo as que Ratinho faz é
que chegam ao público sinceridade para evitar doenças e para exigir as medidas
administrativas do governo em benefício do povão que precisa. Os discursos de Ratinho
são a verdadeira palavra do povo. (Eli Halfoun)
Os dedinhos que apontam para o descaso com a saúde pública
por Eli Halfoun
É ainda tão grande a corrupção no
país que passamos a acreditar que, nesse aspecto, nada mais nos surpreenderia.
Pura ingenuidade: é sem dúvida surpreendente a ação de alguns médicos
utilizando digitais em silicone para faltarem ao trabalho fingido que estão
presentes e assim recebendo integralmente os seus salários. O que surpreende
não é a utilização de mais um mecanismo criativo para enganar a população: a surpresa
maior está no fato do ato criminoso ter sido praticado por uma classe, a médica,
na qual mesmo desconfiando o povo ainda acredita. Mais grave do que roubar o
dinheiro do povo, que paga os salários públicos, é, em nome de alguns míseros
tostões, deixar de praticar medicina e não atender pacientes que por descaso e
roubalheira podem até ter morrido. É claro que a partir desse vergonhoso
episódio a classe médica de uma maneira geral será vista como um bando de ladrões.
Nesse caso estaremos cometendo uma enorme injustiça com os médicos que honram seus
diplomas e o juramento de salvar vidas. É verdade que especialmente no serviço
público temos muitos médicos que mancham de vergonha seus brancos uniformes,
mas também existem muitos (felizmente a maioria) que se dedica aos pacientes
com amor, competência e seriedade. Os médicos criminosos devem ser realmente
punidos. Nem deveriam mais poder exercer a medicina, mas toda a classe médica
não deve ser massacrada pelos vergonhosos atos de alguns que escolheram a
profissão errada porque não são médicos de verdade. São ladrões de carteirinha
e de dedinhos de falsos, que, aliás, deveriam ser amarrados para sempre. (Eli
Halfoun)
É o fim: televisão perde mais um programa humorístico
por Eli Halfoun
A televisão perdeu na última
segunda-feira mais um programa humorístico. Terminou a segunda edição de
“Mulheres Ricas” que chegou ao fim exatamente como começou: sem nada de
interessante par dizer ou mostrar. Foi um lamentável final de fofocas agravado com
uma cantoria desafinada e sacrificante para qualquer ouvido com um mínimo de
bom gosto. Aileen, a mais jovem riquinha do programa, insistiu durante todos os
episódios em mostrar-se o que definitivamente não é: uma cantora. As supostas
riquinhas que nunca tiveram muito para mostrar continuaram não mostrando nada
além de uma superficialidade banal que convenhamos não enriquece a vida de
ninguém. Para a bonitinha e riquinha cantora ficou uma fundamental lição: se
pretende mesmo seguir carreira como cantora seu dinheiro (aliás, o de seus
pais) seria muito melhor aplicado se fosse utilizado o em aulas de canto,
postura de palco e em música de uma maneira geral. Cantar não é apenas abrir a
boca para emitir sons extremamente desafinados.
Não há ainda confirmação, mas tudo
indica que “Mulheres Ricas” terá mais uma edição (a terceira) em 2014. Não se sabe
se é uma promessa ou mais um castigo para as mulheres verdadeiramente ricas e
para o público de uma maneira geral. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 13 de março de 2013
Gata russa perde aposta e corre de biquini nas ruas
A temperatura abaixo de de 5 graus Celsius abaixo de zero não foi problema. Perdeu, pagou. A russa Alina Borodina dançou em uma aposta e teve que correr de biquini no meio do trânsito engarrafado em Tomsk, cidade que tem alto percentual de estudantes universitários, situada na Sibéria, a quase 3 mil quilômetros de Moscou. A avenida, claro, ficou mais engarrafada ainda. Depois da performance, Alina embarcou em um carro. Mas a polícia identificou a menina através da rede social e multou-a por "infração no trânsito. ".
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Câmara dos Deputados: partiram pro deboche
Agora é pra valer: o pastor da Comissão dos Direitos Humanos e o seu partido, o PSC, partiram pro deboche total. O tal pastor, que já é acusado por estelionato, é também um cabide de funcionários fantasmas. O partido, como se viu após reunião, o apoia plena e integralmente.
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terça-feira, 12 de março de 2013
Uma flor com tudo para desabrochar em sucesso
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| Débora Nascimento, a bela Tais, de Flor do Caribe. Foto: TV Globo/Divulgação |
por Eli Halfoun
É impossível garantir no primeiro capítulo se uma
novela terá carreira de sucesso, mas é fácil prever se a novela terá qualidade:
não é exagero apostar no êxito da recém estreada “Flor do Caribe”. A nova novela
da Globo já mostrou que tem todos os ingredientes para “amarrar” o público. De
saída, é uma novela leve com imagens naturalmente alegres e vivas e que
representam o que de mais belo o país tem: beleza natural, alegria e o quente
sorriso do sol. A direção sempre cinematográfica de Jayme Monjardim é garantia
de um show de imagens e paisagens. O experiente autor Walter Negrão também é
certeza de um texto leve e simples, ou seja, exatamente a linguagem que o
telespectador fala e entende. Ainda por cima tem um elenco de gente bonita e
talentosa (que o diga Débora Nascimento) que pode até não agradar muito
artisticamente, mas encherá o vídeo de uma saudável beleza física. O importante
é que pelo menos até agora é um enorme prazer visual acompanhar “Flor do Caribe”
- uma flor que sem dúvida parece ter tudo para desabrochar em sucesso. (Eli Halfoun)
Produtos eróticos também batem bola na Copa das Confederações
por Eli Halfoun
A Copa das Confederações não será
palco apenas do futebol: no mesmo período a Hot Flowers, rede de produtos
eróticos que abastece sex shops dos países do Mercosul lançará seus novos produtos
e escolheu a paraguaia Larissa Riquelme para passar 20 dias no Brasil como
“garota-propaganda”. Para quem não lembra, Larissa é a modelo que apareceu muito
na Copa de 2010 porque guardava o celular nos seios. Resta saber onde ela os
produtos que divulgará e aconselhará. (Eli Halfoun)
Mano Menezes pode ser o substituto de Dorival Junior no Flamengo
por Eli Halfoun
Anote aí: no próximo campeonato
brasileiro o técnico Mano Menezes poderá estar de volta ao futebol. Calma: não
será na seleção brasileira. É quase certo que Mano será o tão sonhado técnico do
Flamengo substituindo Dorival Júnior, que deve ser dispensado assim que
terminar o campeonato carioca. A contratação de Mano está sendo negociada por
seu agente com quem o clube já fez outros bons negócios. A contratação de Mano
só será bom negócio se o Flamengo mostrar vitórias em campo. Futebol só é
bom com bola na rede. (Eli Halfoun)
Falabella: um talento completo para ser reconhecido pela mídia
por Eli Halfoun
Talvez porque ele não tenha papas na
língua e diz o que pensa, inclusive de certos setores da imprensa, Miguel
Falabella não tem merecido o reconhecimento da mídia, que divulga os seus
trabalhos mas não costuma lhe dar maior espaço para reconhecer nele um dos
mais completos e intensos talentos artísticos do país. Miguel Falabella é hoje
muito mais do que um bom ator: é multimídia, aquele que joga em todas as posições
de qualquer time. Falabella é acima de tudo um empreendedor artístico investindo
alto na montagem de grandes espetáculos que são garantia de empregos; é um
criativo autor de sucesso, diretor bem sucedido. Enfim, é uma digamos ferramenta
completa e fundamental no teatro e na televisão. A televisão, aliás, tem
prestado tantas homenagens aos artistas que está na hora der reconhecer (também
com um prêmio), o incontestável e diversificado talento de Miguel Falabella.
Completos como ele existem poucos no mundo. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 11 de março de 2013
A natureza agradece: máquina automática compra celular usado e paga na hora
Quer vender seu celular usado? Basta ir até um terminal semelhante aos caixas bancários. A máquina é capaz de avaliar o produto, estipular um preço e perguntar se o freguês aceita ou não. É pegar ou largar. Fechando negócio, o usuário já sai com a grana na mão. A máquina foi desenvolvida por uma empresa americana financiada pelo governo, que viu no produto uma forte apelo de sustentabilidade ambiental.
Veja como funciona. Clique AQUI
domingo, 10 de março de 2013
Xuxa acha que deputado pastor dos Direitos Humanos “é um monstro”
por Eli Halfoun
É esperar e torcer para que aconteça
o que todos esperam: a saída do deputado-pastor Marco Feliciano (PSC) da presidência da Comissão de Direitos Humanos
da Câmara Federal. Não acredito que o deputado-pastor tenha a cara-de-pau de
ficar em um cargo para o qual definitivamente não tem o perfil ideal. Mas como
se pode esperar tudo dos caras-de-pau talvez ele até insista em ficar com o
cargo e continue desmentindo ter dito o
que todos sabem que ele disse. O pastor conseguiu a unanimidade de ter todos
contra ele. Até Xuxa, que não é dada a fazer declarações públicas sobre política
usou seu Twitter para protestar. Diz aí Xuxa: “Meu Deus!!! Eu tava lendo agora
sobre esse “pastor”... que Deus nos ajude. Gente!!! Socorro! Vamos fazer alguma
coisa. Esse deputado disse que negros, aidéticos e homossexuais não tem alma.
Existem crianças com Aids. Para esse senhor elas não tem alma? Todo mundo sabe
que eu respeito todas as religiões, mas esse homem não é um religioso, é um
monstro. Em nome de Deus ele não pode ter poder”. Muito menos parta pregar
preconceito e homofobia. (Eli Halfoun)
Morte de Chorão é mais um alerta: drogas não servem para quem quer viver
por Eli Halfoun
“Essa droga (cocaína) ganhou. Eu
tentei tudo, mas infelizmente essa praga mundial que é essa droga que está
acabando com tudo, ganhou. Espero que outras famílias não passem por isso que
estou passando” - a declaração é de Graziela Gonçalves viúva do cantor Chorão.
A morte do artista é mais um alerta para que os jovens que eram seus
admiradores despertem para uma realidade inquestionável que a droga não os
deixa enxergar: droga, qualquer tipo de droga, sempre é fatal. Não tem
adiantado muito nos últimos anos mostrar essa verdade: os usuários continuam
convencidos de que usar droga é um barato, mesmo que seja sempre um barato que
sai caro. Talvez diante de tantas trágicas mortes os dependentes acabem criando
consciência (através do medo de morrer) que droga não faz ninguém mais feliz e
mais produtivo. Droga só tira a vida, principalmente dos que a utilizam para
supostamente viver melhor e mais intensamente. Só intensificação a chegada da morte.
Do fim. (Eli Halfoun)
Planos de saúde X consumidores: guerra sem fim
por Eli Halfoun
Duas coisas são fundamentais agora
para que nos mantenhamos vivos e de pé: fazer pelo menos uma boa (e gostosa)
refeição por dia e ter um plano de saúde. Ambas são muito difíceis (impossíveis
até) para a maioria da população que é obrigada a submeter-se a um único e não
muito farto prato de feijão arroz e farinha por dia e buscar atendimento médico
nos falidos hospitais públicos. Até os que fazem (quase todos) o enorme
sacrifício de tentar manter um plano de saúde pagando prestações extorsivas não
tem a menor garantia de que serão atendidos quando se fizer necessário (em
saúde sempre é). A briga dos sempre prejudicados consumidores com os abusivos
planos de saúde é diária e constante e não há muita esperança de que mesmo com a intervenção das chamadas autoridades acabe ou tenha um atendimento
pelo menos mais satisfatório. Agora os jornais noticiam que as operadoras de
planos de saúde estão obrigadas a fornecer por escrito um documento no explicando
porque a solicitação de um exame, uma consulta ou uma cirurgia foi negada.
Duvido muito que os planos de saúde, que pouco ligam para determinações
superiores, se disponham a dar esse tipo de documento comprometedor, como fazem
quando proíbem qualquer tipo de atendimento: a operadoras dos planos continuarão
deixando os consumidores mais doentes e os empurrando de um lado para o outro,
ou seja, mais um aborrecimento para quem só procura o que lhe é de direito. Os
planos de saúde não têm o menor interesse em fornecer esse tipo de documento que
é uma mortal arma judicial. Os planos continuarão brincando com a saúde daqueles
que os sustentam. A maioria dos planos de saúde (alguns poucos são eficazes) só
atenderá seus associados como promete quando as punições forem realmente
severas. Mais do quer isso: forem realmente cumpridas. De preferência enquanto
o reclamante estiver vivo. (Eli Halfoun)
João Kleber promete um programa popular para as manhãs da Rede TV
por Eli Halfoun
Sempre que se anuncia o lançamento de
novos programas femininos na televisão a "novidade" é velha e vem em forma de
atrações que fazem de receitas culinárias, moda, dicas de beleza e
outras futilidades do repertório, como se as mulheres estivessem apenas interessadas
nessas baboseiras. Em primeiro lugar é preciso saber quem inventou que a audiência
matutina da televisão é determinada somente por mulheres e crianças. O público
que vê televisão na parte da manhã é diversificado e não é de hoje que está em
busca de atrações que saiam da mesmice. É o que o humorista e apresentador João
Kleber promete com o novo “Você na TV” Que ocupará as manhãs da Rede TV a
partir do próximo dia 18. João Kleber é um humorista talentoso e um
apresentador carismático e talvez dê ao público um movimentado programa de variedades
para a programação matutina. Ele promete fazer um programa popular, o que pode
ser muito bom e eficiente se não optar por um programa popularesco, ou seja, de
baixo nível. Kleber está certo de que em
pouco tempo estará brigando pela liderança de audiências das manhãs, como costuma dizer - “eu
tenho a linguagem povo”. Não nega as lições quer aprendeu com Chacrinha: “O
Chacrinha me ensinou: ele disse que eu não poderia ter vergonha de fazer programa
popular”. O problema é o público popular ficar com vergonha do programa. (Eli
Halfoun)
sábado, 9 de março de 2013
Deu na Folha: Ruy Castro cita Moyses Fuks como o jornalista que deu nome à Bossa Nova
Ruy Castro
Quem falou primeiro?
RIO DE JANEIRO - Há tempos, por causa do "gol de placa" inventado por Joelmir Beting, perguntaram-me quem havia criado outras expressões do futebol, como "gol de bicicleta", "dar carrinho" ou "meter entre as canetas". Embatuquei --como foi que nunca procurei levantar isso? Para não perder pontos, perguntei se valia saber que o autor da palavra "robô" era o escritor tcheco Karel Capek; de "cibernética", o matemático americano Norbert Wiener; e de "fluxo da consciência", o filósofo idem William James.
De "surrealismo", o poeta Guillaume Apollinaire; de "contracultura", o historiador Theodore Roszak; de "radical chic", o jornalista Tom Wolfe; de "a era do jazz", o escritor F. Scott Fitzgerald; e de "bebop", o baterista Kenny Clarke.
E a expressão "bossa nova"? Já existia nos anos 50, significando novidade. Mas foi o repórter Moyses Fuks quem a aplicou à nova música que surgia --e só então Tom, Vinicius e João Gilberto foram informados de que haviam criado a "bossa nova".
Quem chamou os filmes de Glauber Rocha e outros de "cinema novo"? O crítico Ely Azeredo. Quem falou primeiro em "filme noir"? Outro crítico, o francês Nino Frank. E em "nouvelle vague"? A jornalista Françoise Giroud. E quem apelidou de "Oscar" o famigerado boneco? O repórter Sidney Skolsky.
Quantos saberão quem batizou o Rio e quando? Foi o navegador florentino Américo Vespúcio, quando passou por aqui, em 1° de janeiro de 1502, a bordo da expedição do português Gonçalo Coelho. Vespúcio viu a baía de Guanabara e sapecou: "Rio de Janeiro". Que adoramos e logo simplificamos para "Rio".
Pergunte-me agora quem criou os famosos "geraldino" (torcedor da geral), "arquibaldo" (da arquibancada), "macário" (carregador de maca) e "onde a coruja dorme" (interseção entre o travessão e a trave). Fácil: o radialista Washington Rodrigues.
Não vale xingar a juíza gata. Olha só quem apita futebol no Sul
por Omelete
Deu no Globo Esporte/Diário do Sul. Fernanda Colombo Uliana, 21 anos, é a musa da arbitragem em Santa Catarina. Apita no Estadual local mas, claro, deve ser promovida urgentemente ao Brasileirão.
Deu no Globo Esporte/Diário do Sul. Fernanda Colombo Uliana, 21 anos, é a musa da arbitragem em Santa Catarina. Apita no Estadual local mas, claro, deve ser promovida urgentemente ao Brasileirão.
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| Foto de Lougana Duarte: Reprodução site Globo Esporte/Diário do Sui |
Leia a matéria completa, de João Lucas Cardoso com fotos de Lougana Duarte, do Diário do Sul . Clique AQUI
Polêmica na capa: revista indica mulher para Papisa...
por Gonça
A Loaded, do The Sun, incendiou a Praça São Pedro. Explica-se: a revista colocou na capa uma modelo vestida com manto papal, cruz pendurada no pescoço, outra na mão. Organizações católicas ficaram enfurecidas. A direção da revista diz que não quis ofender ninguém e a capa não deve ser levada a sério a não ser que os cardeais estejam cogitando votar na modelo Lucy Pinder para Papisa. A chamada de capa, em tradução livre, é Pelo Amor de Deus!
"Barriga" no trilhos: Segundo site, trem na superfície invade Copacabana. Pirou?
por Omelete
O portal IG, agora associado ao jornal O Dia, precisa conhecer melhor o Rio. Ou, pelo menos, o metrô do Rio. Não sei se é porque foram muitas as demissões de jornalistas na sucursal carioca do site e este pode ter passado a ser remotamente editado em São Paulo, o fato é que uma nota sobre a reabertura da Estação Cantagalo, do metrô, em Copacabana é piração total. Diz que a ligação Siqueira Campos-Cantagalo passará a tem um trem na superfície. "Alterações incluem trem na superfície", escreveu o redator que provavelmente desconhece que "metrô na superfície" é o serviço de ônibus que liga algumas estações a bairros vizinhos. Eu, hein?. Quero ir de Maria Fumaça pra Ipanema.
O portal IG, agora associado ao jornal O Dia, precisa conhecer melhor o Rio. Ou, pelo menos, o metrô do Rio. Não sei se é porque foram muitas as demissões de jornalistas na sucursal carioca do site e este pode ter passado a ser remotamente editado em São Paulo, o fato é que uma nota sobre a reabertura da Estação Cantagalo, do metrô, em Copacabana é piração total. Diz que a ligação Siqueira Campos-Cantagalo passará a tem um trem na superfície. "Alterações incluem trem na superfície", escreveu o redator que provavelmente desconhece que "metrô na superfície" é o serviço de ônibus que liga algumas estações a bairros vizinhos. Eu, hein?. Quero ir de Maria Fumaça pra Ipanema.
O “BELO MODELO” DO NOSSO SETOR ELÉTRICO
por Eng. José Antonio Feijó de Melo (do Ilumina)
Os mais antigos, para não dizer os mais velhos, certamente lembram-se do filme "O Belo Antonio", produção de grande sucesso da época de ouro do cinema italiano, na qual o personagem do mesmo nome, magnificamente interpretado pelo então jovem ator Marcelo Mastroianni encantava as mulheres com a sua beleza e aparência, mas que, "na hora do vamos ver", não conseguia cumprir a tarefa. Depois daquele filme, a designação de "O Belo Antonio" ficou valendo para tudo aquilo que "não funcionava".
Pois bem, o belo Modelo Mercantil do setor elétrico brasileiro, implantado a partir de 1995 e consolidado em 2003/2004, se enquadra perfeitamente no perfil daquele personagem.
Na aparência, um grande sucesso cantado em prosa e verso por seus criadores e pelos responsáveis pela sua consolidação, por todos aqueles que dele se beneficiam como, por exemplo, os seus "agentes", quer dizer, os grupos empresariais e seus acionistas que dele têm obtido ganhos inimagináveis em qualquer outro país em atividades de serviço público como a energia elétrica, bem como pelos profissionais dos escalões mais elevados da administração das suas respectivas empresas. No entanto, na prática, nos momentos precisos, este belo Modelo Mercantil tem-se mostrado um completo fracasso, uma decepção, simplesmente não funciona.
Assim, foi o que aconteceu logo após sua implantação, quando se esperava que a entrada da iniciativa privada e a força das leis de mercado viessem a viabilizar os tão necessários investimentos para a expansão do sistema. Todavia, os investimentos não apareceram e o "Belo Modelo" fracassou. O resultado, todos recordam: o terrível racionamento de 20% da carga durante exatos nove meses, de 1º de junho/2001 a 28 de fevereiro/ 2002.
Como um princípio básico explicitado em documentos, o "Belo Modelo" tinha, entre outros, "o estabelecimento de competição nos segmentos de geração e comercialização para consumidores livres, com o objetivo de estimular o aumento da eficiência e redução de preços" (grifo nosso). Porém, o que se viu? Um novo fracasso. Em lugar da eficiência, surgiram os "apagões" em níveis regionais e até nacionais (lembram do raio de Bauru?) e o aumento da freqüência dos "apaguinhos" nas cidades e nos bairros, além do início da escalada dos preços, ou seja, da elevação das tarifas. Entre 1995 e 2002 as tarifas nacionais, em média, cresceram 46,5% em termos reais acima do IPCA. Assim, apesar das aparências, o "Belo Modelo" não conseguia cumprir o que prometia e que dele se esperava, isto é, reduzir os preços.
Constatadas as suas fraquezas, uma tentativa de revitalização em 2003/2004. Um pouco de planejamento, correção de alguns absurdos, declarações de ênfase na modicidade tarifária, mas em lugar de sua substituição, optou-se pela manutenção em cena do "Belo Modelo Mercantil". Para viabilizar os investimentos, o BNDES e a participação minoritária da Eletrobras e de suas subsidiárias seriam a solução.
Então, as novas obras decolam, as aparências afiguram-se positivas, mas "na hora do vamos ver" tudo continua no mesmo. Os apagões e apaguinhos aumentam de intensidade e de freqüência, surgem as explosões de bueiros, a qualidade do serviço cai a olhos vistos e as tarifas... bem, as tarifas continuaram crescendo e muito acima da inflação. Entre 2002 e 2012, em média nacional, as tarifas industriais cresceram 55% reais acima do IPCA. Alcançávamos o patamar das maiores tarifas do mundo, quando há cerca de 15 anos tínhamos uma das menores. Era o "Belo Modelo Mercantil" em sua plenitude.
Mas como não poderia deixar de ser, surgem as reclamações, insatisfações de toda ordem e então medidas heroicas, talvez desesperadas, precisam ser adotadas. Uma redução significativa de tarifas se faz absolutamente necessária. Mas como fazê-la sem ferir a aparência da filosofia de "mercado"? É possível, sacrificando-se para isto o grupo Eletrobras. Então, que seja feito o sacrifício, para isto existem as Medidas Provisórias.
A redução tarifária entra em vigor, em média nacional cerca de 20%. Mas logo se verifica que o "Belo Modelo", embora já meio desfigurado qual um Mastroianni envelhecido, continua vivo. E aqui, acolá, mesmo antes dos consumidores sentirem o gosto da redução, lamentavelmente novas elevações tarifárias já são programadas que ameaçam rapidamente a engolirem.
E o que parece pior, a Natureza, sabe-se lá por quais caprichos, veio evidenciar mais uma das grandes fraquezas do "Belo Modelo", justamente nesta hora inconveniente (para ele, o "Belo Modelo"). Referimo-nos à questão do regime hidrológico desfavorável que atingiu as principais bacias do nosso sistema hidrelétrico a partir do segundo semestre de 2012.
Com efeito, já a partir de setembro as usinas térmicas foram sendo despachadas para preservar os reservatórios. E na medida em que o tempo passava e as chuvas não apareciam na intensidade necessária, mais usinas térmicas foram sendo ligadas. Assim, na virada do ano acendia-se um sinal amarelo. Não anunciando um novo racionamento, mas sim que havia risco de alguma forma de crise de abastecimento, caso o problema hidrológico viesse a se agravar.
Os responsáveis pelo setor logo contestaram, procurando eliminar qualquer preocupação. Desta vez não se repetirá 2001, por que hoje temos térmicas suficientes. É só despachá-las e deixá-las operando o tempo que for necessário. Não haverá problema de espécie alguma, afinal o "Belo Modelo" está aí mesmo para garantir a situação. Ops! Parece que mais uma vez na hora "H" ele vai de novo fracassar?
Isto mesmo, mais uma vez fracassou. Ora, para funcionar as térmicas precisam de combustível: gás, diesel, óleo combustível ou carvão mineral. E isto custa dinheiro, muito dinheiro. A energia de origem térmica é muito mais cara do que a hidrelétrica que sustenta o nosso sistema e baliza o nosso nível tarifário. E alguém tem de pagar por isto. Mas esta é uma situação normal, previsível. As térmicas estão aí para isto mesmo, para operarem sempre que for necessário. Em sendo assim, o mínimo que se poderia esperar do "Belo Modelo" seria que ele fosse capaz de reconhecer e absorver esta situação normalmente dentro de suas próprias regras.
Mas eis aí a surpresa. Não é. Mas uma vez não conseguiu cumprir a sua tarefa e fracassou. Embora no final de contas quem tenha de pagar por esta energia mais cara será sempre os consumidores, pelas regras do Modelo vigente este sobre preço somente será incluído nas tarifas dos consumidores quando do próximo reajuste anual de cada distribuidora. Assim, enquanto a operação de térmicas era pouco significativa, não havia problema, o "Belo Modelo" respondia bem. Mas agora, com a conta subindo à casa dos bilhões de reais, o rei ficou nu.
A verdade é que as distribuidoras, tendo de pagar mensalmente às geradoras térmicas por essa energia mais cara, nas condições atuais não dispõem de caixa com valores suficientes para cobrir os elevados montantes devidos, pois pelas regras do "Belo Modelo" só mais adiante receberão dos consumidores. Em outras palavras, estão na iminência de ficarem inadimplentes. Por isso, estão pedindo socorro ao governo, seja por via de empréstimos do BNDES (ah BNDES), seja do próprio Tesouro Nacional.
Por sua vez, não tendo agora como gerar a energia que seria necessária para suprir os seus contratos, porque os reservatórios estão muito baixos em virtude de terem sido deplecionados no período em que as térmicas ficaram paradas, pelas regras vigentes as empresas geradoras hidrelétricas têm de "comprar" no mercado livre a energia que falta a preços muito mais altos do que vendem, incorrendo assim em "prejuízos" elevados, superiores até aos valores envolvidos com as distribuidoras. E nestas condições, também as geradoras desejam o socorro do governo.
Segundo notícias divulgadas pela imprensa, reconhecendo tacitamente a falha do "Belo Modelo", o governo já teria sinalizado positivamente para alguma forma de atendimento a ambos os pleitos. Em resumo, o que se observa é que uma situação normal e perfeitamente previsível no funcionamento do nosso sistema elétrico não tem como ser tratada regularmente pelas próprias regras do seu "Belo Modelo" que, como sempre, tal qual o personagem do filme "O Belo Antonio", na hora do vamos ver não consegue cumprir a tarefa.
Até quando os responsáveis pelo setor elétrico brasileiro vão apostar neste Modelo Mercantil fracassado? (Eng. José Antonio Feijó de Melo, Recife, 06 de março de 2013)
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