
domingo, 11 de setembro de 2011
Lembra do "Fórum" da EleEla? A Cosmopolitan americana lança livro parecido, só com histórias quentes
por Gonça
Lá pelos anos 70/80, a revista EleEla tinha um quentíssima seção de cartas dos leitores contando "causos" sexuais. Quer dizer: "cartas dos leitores", assim entre aspas, já que o autor da maioria das missivas era o redator Machadinho. Casos de "calientes" noitadas, encontros casuais em ônibus que se transformavam em fantásticas orgias, paixões de professoras e alunos, aeromoças e passageiros, festas de fim de ano de firmas quase impublicáveis e seguia por aí a imaginação do redator. Agora a revista feminina Cosmopolitan lança do Cosmo's Sexiest Stories Ever, só de 'contos safados'. Como os tempos são outros o livrinho estará disponível, por 1 dólar, em iPad, iPhone, Kindle, Nook e demais e-readers.
Lá pelos anos 70/80, a revista EleEla tinha um quentíssima seção de cartas dos leitores contando "causos" sexuais. Quer dizer: "cartas dos leitores", assim entre aspas, já que o autor da maioria das missivas era o redator Machadinho. Casos de "calientes" noitadas, encontros casuais em ônibus que se transformavam em fantásticas orgias, paixões de professoras e alunos, aeromoças e passageiros, festas de fim de ano de firmas quase impublicáveis e seguia por aí a imaginação do redator. Agora a revista feminina Cosmopolitan lança do Cosmo's Sexiest Stories Ever, só de 'contos safados'. Como os tempos são outros o livrinho estará disponível, por 1 dólar, em iPad, iPhone, Kindle, Nook e demais e-readers.
Basquete vai a Londres
por Gonça
Depois de 16 anos de jejum, sem conseguir se classificar para uma Olimpíada, a seleção brasileira de basquete chegou lá. A vitória, ontem, por 83 a 76 sobre a República Dominicana,o no Pré-Olímpido de Mar del Plata, carimbou o passaporte dos rapazes. Marcelinho Machado, com 20 pontos, foi o cestinha da partida. Dois comentários: vice-mundial em 2002 e campeão olímpico em Atenas-2004, dirigindo a seleção de seu país, o técnico argentino Rubén Magnano, treinador do Brasil, cumpriu a promesaa de fazer renascer a nossa seleção; e estão anotadas as ausências no torneio de Nenê e Leandrinho, os brasileiros que jogam nos Estados Unidos e que viraram as costas para a seleção. Teoricamente, esses dois não levam carimbo no passaporte para Londres.
Depois de 16 anos de jejum, sem conseguir se classificar para uma Olimpíada, a seleção brasileira de basquete chegou lá. A vitória, ontem, por 83 a 76 sobre a República Dominicana,o no Pré-Olímpido de Mar del Plata, carimbou o passaporte dos rapazes. Marcelinho Machado, com 20 pontos, foi o cestinha da partida. Dois comentários: vice-mundial em 2002 e campeão olímpico em Atenas-2004, dirigindo a seleção de seu país, o técnico argentino Rubén Magnano, treinador do Brasil, cumpriu a promesaa de fazer renascer a nossa seleção; e estão anotadas as ausências no torneio de Nenê e Leandrinho, os brasileiros que jogam nos Estados Unidos e que viraram as costas para a seleção. Teoricamente, esses dois não levam carimbo no passaporte para Londres.
Isso é que é sair atirando... "essas pessoas me fud#*#%." (o sonoro desabafo da executiva demitida do Yahoo)
por Gonça
Chute na canela. Foi o que fez Carol Bartz ao ser demitida do cargo de presidente-executiva do Yahoo!
- Essas pessoas me f... ! - mandou na lata. A executiva foi mandada embora por telefone. O presidente do conselho do Yahoo, Roy Bostock, leu para ela um texto de demissão. Segundo a revista Fortune, Carol reagiu: "Roy, isso é um roteiro. Por que você não tem colhões para me dizer isso você mesmo? Eu pensava que você tivesse mais classe".
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| Reprodução O Globo |
Chute na canela. Foi o que fez Carol Bartz ao ser demitida do cargo de presidente-executiva do Yahoo!
- Essas pessoas me f... ! - mandou na lata. A executiva foi mandada embora por telefone. O presidente do conselho do Yahoo, Roy Bostock, leu para ela um texto de demissão. Segundo a revista Fortune, Carol reagiu: "Roy, isso é um roteiro. Por que você não tem colhões para me dizer isso você mesmo? Eu pensava que você tivesse mais classe".
Está na hora de devolver a Lagoa para os cariocas
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Um trio da pesada desenha a mais bela e fina estampa de Aguinaldo Silva
por Eli Halfoun
Aguinaldo Silva vive mais um feliz momento como novelista: “Fina Estampa” é um incontestável sucesso (caiu no gosto popular) por conta de uma boa trama, um texto perfeito, personagens bem construídos e um elenco que até agora não deixou a desejar em nenhuma cena. Como em todas as novelas também em “Fina Estampa” o elenco tem destaques. Exemplos: a sempre atuação correta (alguém achava que seria diferente?) da maravilhosa atriz que é Lilia Cabral. Embora Griselda seja a ”dona” da novela não se pode negar que a também excelente Christiane Torloni faz uma Tereza Cristina perfeita perua em sua arrogância (todos os arrogantes são preconceituosos) e preconceito. Promete muito mais quando cometer um crime, assim como promete ser surpreendente a mudança radical de Griselda quando ganhar na loteria esportiva. Entre os bons trabalhos realizados em “Fina Estampa” outro destaque é Marcelo Serrado interpretando o “escravo” da patroa que no fundo ele queria ser. Ao mesmo tempo em que quase sempre permite um bom trabalho interpretar personagem gay também é um perigo se o ator exagerar na dose. Marcelo Serrado encontrou o ponto certo para Clô que não esconde o que é (esconder e disfarçar o que realmente somos é burrice) e embora o personagem seja muito “afetado” não descamba para a galhofa e, portanto, para os sempre perigosos e ridículos exageros. O trio formado por Lília Cabral, Christiane Torloni e Marcelo Serrado é e será até o fim a garantias de um bom espetáculo, sem é claro esquecer o restante do elenco que também está muito bem e desenhando com suas atuações uma realmente fina estampa. (Eli Halfoun)
Aguinaldo Silva vive mais um feliz momento como novelista: “Fina Estampa” é um incontestável sucesso (caiu no gosto popular) por conta de uma boa trama, um texto perfeito, personagens bem construídos e um elenco que até agora não deixou a desejar em nenhuma cena. Como em todas as novelas também em “Fina Estampa” o elenco tem destaques. Exemplos: a sempre atuação correta (alguém achava que seria diferente?) da maravilhosa atriz que é Lilia Cabral. Embora Griselda seja a ”dona” da novela não se pode negar que a também excelente Christiane Torloni faz uma Tereza Cristina perfeita perua em sua arrogância (todos os arrogantes são preconceituosos) e preconceito. Promete muito mais quando cometer um crime, assim como promete ser surpreendente a mudança radical de Griselda quando ganhar na loteria esportiva. Entre os bons trabalhos realizados em “Fina Estampa” outro destaque é Marcelo Serrado interpretando o “escravo” da patroa que no fundo ele queria ser. Ao mesmo tempo em que quase sempre permite um bom trabalho interpretar personagem gay também é um perigo se o ator exagerar na dose. Marcelo Serrado encontrou o ponto certo para Clô que não esconde o que é (esconder e disfarçar o que realmente somos é burrice) e embora o personagem seja muito “afetado” não descamba para a galhofa e, portanto, para os sempre perigosos e ridículos exageros. O trio formado por Lília Cabral, Christiane Torloni e Marcelo Serrado é e será até o fim a garantias de um bom espetáculo, sem é claro esquecer o restante do elenco que também está muito bem e desenhando com suas atuações uma realmente fina estampa. (Eli Halfoun)
Um futuro velho para o Brasil. Vamos pensar nisso
por Eli Halfoun
Não adianta querer fugir da realidade: o Brasil precisa estar preparado para conviver com o seu cada vez maior número de idosos. Estar pronto significa prioritariamente desenvolver programas, especialmente os sociais, que dêem uma fundamental atenção aos nossos velhos que se já são muitos serão muito mais no futuro. Pesquisa realizada agora pela Associação Brasileira de Recursos Humanos mostra que em 2050 a população do país terá 30% de idosos, mostrando claramente a urgente necessidade de estabelecer atendimento especializado para essa população. A pesquisa revela também que 69% dos idosos pretendem voltar ao trabalho (por necessidade ou por prazer), deixando claro também que é um absurdo alijar como se tem feito o velho tão prematuramente do mercado de trabalho. Os idosos sabem que ainda podem ser muito úteis e por isso mesmo 70% dos entrevistados se consideram jovens para a aposentadoria. Dos que estão aposentados 10% voltaram ao mercado de trabalho. A pesquisa foi realizada em grandes empresas nas quais geralmente o idoso se aposenta melhor, ao contrário do que costuma acontecer com o aposentado salário mínimo que precisa voltar ao trabalho para não morrer de fome antes da hora. Quando se fala e pensa em programas para idosos é fundamental que sejam criados e praticados tendo em vista principalmente o idoso que a sociedade quer jogar no lixo como, aliás, é costume no INSS que paga mal, muito mal, para a maioria de seus aposentados. Paga pouco e chora muito. Podia chorar menos e pagar mais. (Eli Halfoun)
Não adianta querer fugir da realidade: o Brasil precisa estar preparado para conviver com o seu cada vez maior número de idosos. Estar pronto significa prioritariamente desenvolver programas, especialmente os sociais, que dêem uma fundamental atenção aos nossos velhos que se já são muitos serão muito mais no futuro. Pesquisa realizada agora pela Associação Brasileira de Recursos Humanos mostra que em 2050 a população do país terá 30% de idosos, mostrando claramente a urgente necessidade de estabelecer atendimento especializado para essa população. A pesquisa revela também que 69% dos idosos pretendem voltar ao trabalho (por necessidade ou por prazer), deixando claro também que é um absurdo alijar como se tem feito o velho tão prematuramente do mercado de trabalho. Os idosos sabem que ainda podem ser muito úteis e por isso mesmo 70% dos entrevistados se consideram jovens para a aposentadoria. Dos que estão aposentados 10% voltaram ao mercado de trabalho. A pesquisa foi realizada em grandes empresas nas quais geralmente o idoso se aposenta melhor, ao contrário do que costuma acontecer com o aposentado salário mínimo que precisa voltar ao trabalho para não morrer de fome antes da hora. Quando se fala e pensa em programas para idosos é fundamental que sejam criados e praticados tendo em vista principalmente o idoso que a sociedade quer jogar no lixo como, aliás, é costume no INSS que paga mal, muito mal, para a maioria de seus aposentados. Paga pouco e chora muito. Podia chorar menos e pagar mais. (Eli Halfoun)
Uma marcha popular proibida para os políticos
por Eli Halfoun
Atenção: você pode (e deve) participar da marcha contra a corrupção que está snedo marcada para o próximo dia 20. Só vá se não estiver pensando tirar proveito político do e no encontro: políticos não são bem-vindos, assim como dirigentes da CUT, UNE e MST que não deram as caras na passeata realizada dia 7 de setembro em Brasília. A mobilização para a marcha nacional contra a corrupção mostra a importância das redes sociais quando utilizadas para o bem. E através das redes sociais que a marcha está sendo organizada. Não é aconselhável nenhum corrupto (e não precisa ser necessariamente político) aparecer no pedaço: corre o sério risco de receber mais do que insultos. (Eli Halfoun)
Atenção: você pode (e deve) participar da marcha contra a corrupção que está snedo marcada para o próximo dia 20. Só vá se não estiver pensando tirar proveito político do e no encontro: políticos não são bem-vindos, assim como dirigentes da CUT, UNE e MST que não deram as caras na passeata realizada dia 7 de setembro em Brasília. A mobilização para a marcha nacional contra a corrupção mostra a importância das redes sociais quando utilizadas para o bem. E através das redes sociais que a marcha está sendo organizada. Não é aconselhável nenhum corrupto (e não precisa ser necessariamente político) aparecer no pedaço: corre o sério risco de receber mais do que insultos. (Eli Halfoun)
sábado, 10 de setembro de 2011
Quer ver como está o prédio da Manchete? Pelado na rua do Russell...
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| Andares já sem janelas. |
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| Atrás da fileira de colunas, ficavam as redações das revistas |
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| Obra acelerada |
Se a moda pega... Não gostou de uma reportagem sobre você ou sua instituição? Não esquente, faça sua própria matéria
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| "Free": instiuição faz revista-clone para responder a reportagem que considerou "mentirosa" publicada pela "New Yorker". Na chamada de capa: "New Yorker: que monte de besteiras" |
As redes sociais demonstram a cada segundo que o jornalista profissional e, por tabela, a velha mídia perderam a exclusividade no tráfego de notícias. Isso está mais do que consolidado pelo leitor que chega antes ao local de um acidente, por exemplo, e imediatamente posta na internet via celular fotos e textos sobre o assunto. Também é cada vez mais comum em situações semelhantes, a velha mídia recorrer a infornações e fotos veiculadas via twitter e facebook que já estão disponíveis antes mesmo da chegada ao local das equipes profissionais que naturalmente aprofundarão a matéria. A novidade agora, embalada pelas facilidades tecnológicas, é a atitude de leitores ou instituições eventualmente revoltados com a publicação de deterinadas reportagens, que respondem na mesma moeda editando uma.. revista. Foi lançada recentemente em Nova York a Free. Trata-se de um publicação feita à imagem e semelhança da New Yorker. Alvo de um reportagem da tradicional revista americana, a Igreja da Cientologia - aquela da qual faz parte o ator Tom Cruise - rodou uma poublicação de 50 páginas da Free e mandou distribuir bem em frente à sede da New Yorker. A chamada de capa? "New Yorker: que monte de besteiras". O detalhe é que a Free clone publicou fotos e nomes de todos os jornalistas envolvidos na matéria considerada "mentirosa". Vingança maligna. Mas mostra que já não é preciso ser proprietário de uma gráfica gigantesca para pôr na rua uma revista. Nem precisa grande tiragem. Distribuida no alvo certo a revista-resposta vai gerar notícia e repercussão. Na verdade: ponto para a autêntica liberdade de imprensa.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Façam o jogo: bingos podem reabrir esse ano
por Eli Halfoun
Os "órfãos" dos bingos, que não são poucos, podem se preparar para voltar a marcar suas cartelas. A reabertura desses "cassinos" modernos é só uma questão de tempo: em março o Congresso votará o projeto de lei que reabre esse tipo de casa de jogo e existe a certeza de aprovação já que o lobby dos donos de bingo é grande, rico e forte. Joga quem quiser ou não tiver controle sobre o vício: os bingos (como o jogo de uma maneira geral) podem significar às vezes grandes perdas financeiras para alguns, mas também é uma fonte de empregos na contração de recepcionistas, garçons, porteiros, manobristas, cozinheiros e outros profissionais que ficaram "sem pai nem mãe" quando os bingos foram fechados. Os bingos são mais ou menos como botequins: as bebidas ficam expostas nas prateleiras e toma um porre diário quem quiser. Nos bingos as cartelas estão sempre à disposição e perde horas marcando os números "cantados" apenas quem tiver vontade de fazer isso. O jogo, incluindo os bingos, é garantia de empregos que, aliás, o Brasil anda precisando cada vez mais. Sempre que se fala em jogo (e a reabertura dos bingos vem sendo "trabalhada" não é de hoje) lembro que eu não tinha ainda nem 20 anos quando, influenciado pela turma da redação que me ensinava muito no ÚIltima Hora, fui parar, pela primeira vez, no Jockey Club e também pela primeira vez apostei nas "patas dos cavalinhos". Tinha recebido o salário e o perdi inteiro nas apostas (voltei a pé para casa, do Jockey para Copacabana). Foi ótimo: nunca mais apostei nos cavalinhos ou em qualquer outro tipo de jogo e o jogo sempre esteve à minha disposição. É isso aí: joga quem quer e a reabertura dos bingos só fará mal aos que não souberem (ou conseguirem) se controlar.
Prêmio Multishow foi uma piada musical para os críticos
por Eli Halfoun
Depois que o Prêmio Multishow de música foi dado ao Restart como melhor banda e ao Exaltasamba como melhor grupo, críticos musicais estão convencidos que a escolha do humorista Bruno Mazzeo para apresentar a premiação não poderia ter sido mais acertada porque a premiação foi acima de tudo uma piada digna de programa humorístico. Ficou realmente difícil entender e muito mais ouvir os premiados cantando. (Eli Halfoun)
Barraco de Griselda garante a melhor audiência de “Fina Estampa” até agora
por Eli Halfoun
Quer fazer uma novela de sucesso faça uma trama repleta de ação (quanto mais confusão melhor). É disso que o público gosta, como ficou provado mais uma vez no capítulo em que Griselda armou o maior barraco no jantar "me engana que eu gosto" do noivado de Antenor e Patrícia. O barraco deu para a novela "Fina Estampa' 41 pontos de audiência, maior número registrado desde a estréia. "Fina Estampa", aliás, está muito bem no que diz respeito à resposta dos telespectadores: tem atingido ótima audiência desde o início e desmente o possível fracasso previsto pela crítica nos primeiros capítulos. Fica provado quer não é conveniente duvidar dos trabalhos de Aguinaldo Silva: ele conhece seu ofício e é sem dúvida o nosso melhor novelista como mostra o retrospecto de sua carreira na televisão. (Eli Halfoun)
HollywoodLeaks ameaça celebridades...
Uma rede pirata captura nos computadores pessoais e divulga informações e fotos íntimas de astros e estrelas americanos. São hackers especializados em celebridades. Em um mês, já foram divulgados o roteiro de um musical de Tom Cruise, fotos da cantora rapper Kreayshawn nua e emails e telefones de atores A notícia está na Folha de hoje.
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Ponto pra Justiça: caça aos corruptores e uma chance de recuperar o dinheiro desviado
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
A velha Kombi virou cult de exportação para inglês ver
O anúncio acima foi publicado em setembro de 1960. O utilitário Kombi começava a ser adotado por milhares de brasileiros. Cinquenta e um anos depois, o Brasil é o último país a fabricar a Kombi de segunda geração, igual a que saía das linhas de produção da Alemanha de 1967 a 1979. O curioso é que agora, em pleno 2011, a Kombi brasileira virou cult e moda na Inglaterra. Mais de mil veículos já foram exportados para uma firma inglesa que adapta a Kombi e a transforma em uma espécie de motor home de luxo destinada a passeios e acampamentos de férias. A velha "perua" tornou-se um caso único de veículo clássico que ainda é possível adquririr zero-quilômetro
Continua acontecendo
Esgotado na editora mas ainda à venda em alguns sites e sebos, o livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou" (Desiderata) continua circulando por aí cumprindo o objetivo principal dos seus autores: revelar e difundir a história e os bastidores de uma das maiores editoras de revistas do país. O "Aconteceu" foi lançado em fins de 2008 mas como se trata de uma obra atemporal e que já está no acervo de várias bibliotecas universitárias é comum ver na internet críticas e comentários recentes tal qual o texto que pode ser lido no link abaixo.
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Revista faz parceria com blogueiros
Livro mostra um JK bem-humorado e pé de valsa
por Eli Halfoun
Lula não é o único ex-presidente que está na mídia: o também ex-presidente Juscelino Kubitschek deve ganhar destaque em jornais e revistas com o lançamento no próximo dia 18 do documentário franco-brasileiro “JK no Exílio” que começa com uma cena do passaporte de JK em que aparece escrito ex-presidente. Juscelino também é tema do livro “Testemunho da História" que Nelson Coelho lançará no ano que vem. O livro reúne histórias engraçadas: uma delas conta que convidado para um baile de carnaval em João Pessoa, Paraíba, JK ficou entusiasmado e, no hotel, mandou passar seu smoking quando foi informado por assessores que os militares da região não compareceriam ao baile porque sabiam que “JK seria aplaudido e eles vaiados”. Juscelino não perdeu o bom humor e fez chegar às mãos dos militares um bilhetinho dizendo: “Infelizmente vocês não terão oportunidade de conhecer pessoalmente o JK pé de valsa”. JK foi e mostrou que era mesmo um pé de valsa. Quem ‘dançou’ foram os carrancudos militares que perderam um espetáculo que em se tratando de JK certamente seria inesquecível para eles. Bem feito. (Eli Halfoun)
Lula não é o único ex-presidente que está na mídia: o também ex-presidente Juscelino Kubitschek deve ganhar destaque em jornais e revistas com o lançamento no próximo dia 18 do documentário franco-brasileiro “JK no Exílio” que começa com uma cena do passaporte de JK em que aparece escrito ex-presidente. Juscelino também é tema do livro “Testemunho da História" que Nelson Coelho lançará no ano que vem. O livro reúne histórias engraçadas: uma delas conta que convidado para um baile de carnaval em João Pessoa, Paraíba, JK ficou entusiasmado e, no hotel, mandou passar seu smoking quando foi informado por assessores que os militares da região não compareceriam ao baile porque sabiam que “JK seria aplaudido e eles vaiados”. Juscelino não perdeu o bom humor e fez chegar às mãos dos militares um bilhetinho dizendo: “Infelizmente vocês não terão oportunidade de conhecer pessoalmente o JK pé de valsa”. JK foi e mostrou que era mesmo um pé de valsa. Quem ‘dançou’ foram os carrancudos militares que perderam um espetáculo que em se tratando de JK certamente seria inesquecível para eles. Bem feito. (Eli Halfoun)
Sem frescura, celebridade convive bem com a fama e a mídia. Mas não é nenhum famoso tupiniquim. É Kate Winslet
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| Episódio vivido por Kate Winslet (incêndio da mansão onde se hospedava, veja na reprodução acima da Hola Brasil)... |
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| serve de lição para o pedantismo de alguns famosos tupiniquins. Reprodução Hola Brasil |
Uma certa sem noção e megalomania dos chamados "famosos" nacionais provoca eventualmente críticas de mão dupla: repórteres e fotógrafos se queixam das "celebridades" e estas reclamam por ter supostamente a "privacidade" invadida" por aqueles. Para começar, nada por aqui é feito fora da lei. O Brasil tem uma das legislações de direito à imagem pessoal mais rigorosas do mundo. No segemento de cobertura de celebridades não há no Brasil nada que sequer se aproxime das condenáveis táticas dos tabloides ingleses, como mostrou o recente escândalo do News Of The World. Artistas fazem sucesso, quando o alcançam, pela vontade do público. Este mesmo público exerce seu direito à curiosidade natural e consome publicações que contam quem é e o que gosta e faz a personalidade em evidência. Pesquisas publicitárias mostram que aqueles que mais rejeitam a mídia e fazem discursos por aí afivelam no rosto também para leitores e público a máscara da antipatia e agressividade. Ou seja, o caminho é a imprensa obedecer aos seus limites; ao "famoso", de preferência, um media training pode ser o caminho para aprender a lidar com um dos aspectos importantes da sua profissão: o contato com o público através da mídia sem turbulências. O episódio vivido pela atriz Kate Winslet é revelador. De folga, ela esteve no centro de um grave incidente: o incêndio da mansão do magnata Richard Benson, no Caribe. A atriz deu uma de heroina, salvou os filhos e carregou no colo Eve Benson, a mãe do seu anfitrião. Pois bem: Kate teve disposição e humor para recriar a cena do salvamento, diante dos destroços da mansão, posando para o fotógrafo da revista de celebridade Hola. E a edição da Hola Brasil, que está nas bancas, publica toda a história. Simples. E o mundo não veio abaixo. É assim que funciona.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Na revista Maxim, Pietra Principe e Luhanna Melloni, apresentadoras do Multishow
Insinuações jamais provam nada contra quem quer que seja
por Eli Halfoun
Não se pode deixar de reconhecer que as ações do Ministério Público têm sido fundamentais na investigação e discussão de várias questões e que por isso mesmo o MP é hoje um dos órgãos mais importantes do país. Esse bom trabalho acaba levando muitas vezes a ações que nem são tão importantes assim, até porque tem muita coisa para ser investigada, discutida e punida no país. Leio que o MP pensa apurar se as Panicats do "Pânico na TV" utilizam o programa como vitrine para a prostituição. O MP estaria entrando nessa a partir de uma declaração da ex-panicat Dani Bolina de que algumas integrantes do programa fazem também outro tipo de programa. Mesmo que seja verdade é perda de tempo do MP: prostituição não é crime (exploração sim) e não existe a menor possibilidade do programa e seus integrantes serem aliciadores de mulheres ou agentes de "garotas de programa" disfarçadas. Modelos, bailarinas, ajudantes de palco e até atrizes e cantoras em início de carreira sempre foram vítimas de disse-me-disse, mas jamais se provou que qualquer um tivesse encontros pagos com clientes. É claro que não é impossível que isso até aconteça e que muitas utilizem a vitrine da televisão para promover-se e faturar mais, bem mais, fora dela, o que não é moralmente correto, mas também não é crime. Não sei confesso o que exatamente o correto MP quer apurar, mas sei que qualquer que seja o rumo das investigações as injustas insinuações em torno de moças bonitas que atuam na televisão (e fora dela) sempre existirão. Afinal, a língua do povo sempre foi maior do que a boca. (Eli Halfoun)
Provável candidatura de Datena pode tirar os políticos do picadeiro
por Eli Halfoun
"É uma esculhambação" – a reação do jornalista Gilberto Dimenstein em comentário na Folha de São Paulo sintetiza com perfeição o que pensam alguns setores paulistas (e nacionais) diante da possibilidade do apresentador José Luiz Datena de vir a ser candidato à vaga de prefeito de São Paulo. O fato de Datena não ser político não significa que ele não reúna condições de comandar o município que tão bem conhece. Além do mais os políticos profissionais tem mostrado tão pouco (nada) que é capaz mesmo de um não político, mas cidadão honesto, bem informado e bem intencionado faça o que nenhum político metido conseguiu ou realmente quis fazer. A impressão é que a reação diante de uma candidatura apenas especulada, mas em nenhum momento confirmada, parece estar mais ligada ao fato de Datena reunir chances de ser eleito com facilidade graças, é claro, a popularidade de seu programa de televisão, exatamente como aconteceu com Wagner Montes na Assembléia Legislativa do Rio. Wagner também vive ameaçando concorrer à Prefeitura.
Até agora a discussão em torno do nome de Datena é um amontoado de palavras que não levam a nada já que sua candidatura não foi (e acredito que nem será) formalizada. O apresentador, que sempre se disse avesso aos cargos políticos, não despreza a possibilidade: "A gente vê tanta palhaçada por aí que às vezes tenho vontade de me candidatar para corrigir as coisas de dentro, já que como jornalista não tem adiantado". Datena confirma que foi sondado por vários partidos, mas desmente que tenha recebido convite formal do atual prefeito paulista Gilberto Kassab, presidente do recém-criado PSB. Kassab também desmente o convite. Como em política nunca vale o que é dito e muito menos o que está escrito, só resta ao eleitor esperar para ver. Nisso tudo tem umas vantagem: se não políticos começarem a ser eleitos (e tem sido) é bem capaz que os políticos profissionais (especialmente os que estão por aí faz tempo) desapareçam de vez do cenário. Talvez assim encontrem um novo caminho nos circos da vida, onde, aliás, parecem atuar todo o tempo. Há muito tempo. (Eli Halfoun)
Daryl Hannah não está nem aí. Já a elite brasileira fica nervosinha quando é algemada...
Deu na revista Quem. A atriiz Daryl Hannah participava em Washingrton de um protesto ambientalista contra a construção de um oleoduto no Alasca quando foi presa e algemada. E olha que a causa é nobre. Já aqui nos trópicos, a chamada elite, mesmo aquela parcela que agrega notórios corruptos, fica nervosinha quando é algemada especialmente duarante as operações da PF. Mobilizam até entidades como a OAB para difundir a suprema indignação ao receber o equipamento de segurança. Aliás, usual em todo o mundo e indicado até para a segurança do próprio preso. Talvez quando mudarem a nomenclatura para algo mais elegante e que diferencie as zelites dos algemados da plebe - pulseiras de segurança, por exemplo - e feitas de material nobre - ouro ou platina - os ilustres senhores da corrupção passem a se sentir mais confortáveis e até orgulhosos ao ostentar as algemas, perdão, os sofisticados braceletes republicanos. .
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Roberto Carlos na Judeia
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| Roberto Carlos na Judeia. Foto: Claudia Schembri/Divulgação |
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| Roberto no deserto. Foto: Claudia Schembri/Divulgação |
RC já visitou o Muro das Lamentações e a Igreja do Santo Sepulcro. As imagens irão ao ar no próximo sábado, 10, depois da novela "Fina Estampa",
A seleção de Mano Menezes ganha uma... de Gana
Filmes, bonequinhos, palmas e sono
por Lenira Alcure
Os bonequinhos de O Globo batem palmas para o filme ‘A Árvore da Vida’, do americano Terrence Malick, o que não chega a ser novidade, porque o filme ganhou a Palma de Ouro de Cannes. Os mesmos bonequinhos dormem durante a sessão de ‘Melancolia’, do dinamarquês Lars von Trier, expulso do mesmo Festival, não por causa do filme, mas por uma declaração pra lá de desastrada, a de simpatizar com Hitler e até mesmo ser um tanto nazista. Brincadeira? Provocação? Confissão?
Difícil responder por ele. Mas autores e suas obras não podem ser misturados quando se faz a avaliação artística de um livro, uma peça, um filme. Não sou uma crítica especializada, mas acho que um filme, como um livro, tem que narrar uma boa história-fictícia ou real. Os dois filmes falam de conflitos familiares, sob uma perspectiva que inclui a própria história do mundo.
O primeiro, num show espetacular de imagens, deixa a narrativa à deriva, em uma viagem que se pretende espiritual, embalada em alguns chavões psicanalíticos e comportamentos estereotipados. Um tédio! Meu bonequinho interno (e também o da minha amiga, de 25 anos, ao meu lado) mal resistiram ao sono. Já ‘Melancolia’ segura a atenção do espectador o tempo todo. Não é mais o passado, mas o futuro que nos espreita. Enquanto ‘A Árvore’ assume o discurso moralista, bíblico até, o segundo é cético, não aponta nenhuma saída, mas nos acena com a solidariedade no caos que se avizinha. Não é uma boa perspectiva, mas nos faz pesar afinal o que vale ou não a pena. Meu bonequinho bateu palmas! É uma belo filme e eu recomendo.
Os bonequinhos de O Globo batem palmas para o filme ‘A Árvore da Vida’, do americano Terrence Malick, o que não chega a ser novidade, porque o filme ganhou a Palma de Ouro de Cannes. Os mesmos bonequinhos dormem durante a sessão de ‘Melancolia’, do dinamarquês Lars von Trier, expulso do mesmo Festival, não por causa do filme, mas por uma declaração pra lá de desastrada, a de simpatizar com Hitler e até mesmo ser um tanto nazista. Brincadeira? Provocação? Confissão?
Difícil responder por ele. Mas autores e suas obras não podem ser misturados quando se faz a avaliação artística de um livro, uma peça, um filme. Não sou uma crítica especializada, mas acho que um filme, como um livro, tem que narrar uma boa história-fictícia ou real. Os dois filmes falam de conflitos familiares, sob uma perspectiva que inclui a própria história do mundo.
O primeiro, num show espetacular de imagens, deixa a narrativa à deriva, em uma viagem que se pretende espiritual, embalada em alguns chavões psicanalíticos e comportamentos estereotipados. Um tédio! Meu bonequinho interno (e também o da minha amiga, de 25 anos, ao meu lado) mal resistiram ao sono. Já ‘Melancolia’ segura a atenção do espectador o tempo todo. Não é mais o passado, mas o futuro que nos espreita. Enquanto ‘A Árvore’ assume o discurso moralista, bíblico até, o segundo é cético, não aponta nenhuma saída, mas nos acena com a solidariedade no caos que se avizinha. Não é uma boa perspectiva, mas nos faz pesar afinal o que vale ou não a pena. Meu bonequinho bateu palmas! É uma belo filme e eu recomendo.
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