sexta-feira, 4 de junho de 2010
Palmeira da orla...
Palmeiras e coqueiros? Tudo bem.. Mas amendoeiras seriam um pouco mais típicas. Trazidas da Índia no século 19, eram as árvores mais comuns nas ruas e praias do Rio. Mas seu plantio hoje é proibido. Dizem que as folhas caídas entopem os bueiros...
Fogo na mata
Começou a temporada de queimadas. Alguns deputados já tentaram aprovar projetos com pesadas multas, desapropriação de fazendas (como está na lei para terras utilizadas para produção de drogas), corte de crédito. São mecanismos possíveis para combater um duplo crime: destruir a floresta e lançar vastas cargas de CO2 na atmosfera. Mas cadê que os políticos ruralistas, essa estranha aglomeração que tem rumo privado e interesses particulares, nem é governo nem é oposição, vai deixar passar? (Foto: Reprodução/Inpe). Veja mais no site do Inpe. Clique AQUI
Análise tpm
A comentarista de economia Miriam Leitão hoje se superou: deu o que chamou inicialmente de boa notícia mas logo arrematou que a coisa parecia boa notícia mas não era bem isso. Como assim? Tá pensando o que, cara pálida? Aprenda que as notícias se dividem em ruins e boas, sendo que as boas, ahãahã, vêm com um lado ruim embutido, captou?
Liz Taylor divulga cartas de amor que recebeu de Richard Burton
por Eli Halfoun
Mais uma prova de que a idade derruba alguns conceitos está sendo dada por Elizabeth Taylor: aos 78 anos de idade a atriz, considerada uma das mais belas da história do cinema, abriu mão da discrição que manteve durante anos e divulgou cartas de amor que recebeu de Richard Burton, com que viveu um romance que durou 20 anos. Trechos das cartas estão na ampla reportagem que a revista “Vanity Fair” publica em sua edição de julho e que pode ser adquirida nas bancas dos EUA já a partir dessa semana. Foi a editora da revista quem escolheu os trechos depois de ouvir Elizabeth Taylor ler todas as cartas. Só para lembrar: o primeiro casamento de Liz e Burton durou de 1964 a 1974, coroando um romance que se iniciou em 1962 durante as filmagens de “Cleópatra”. Durante os 20 anos de romance aconteceram muitas idas e voltas. A reportagem é uma espécie de aperitivo do livro “Forius Love. Elizabeth Taylor, Richard Burton and the Mariage of the Century" sobre a vida da atriz. Liz só não quis ler uma carta: a que recebeu depois da separação e na qual Burton expressou sua vontade de voltar a viver com ela. O livro sobre Liz Taylor será lançado no próximo dia 15 pela editora Harper Collins.
Mais uma prova de que a idade derruba alguns conceitos está sendo dada por Elizabeth Taylor: aos 78 anos de idade a atriz, considerada uma das mais belas da história do cinema, abriu mão da discrição que manteve durante anos e divulgou cartas de amor que recebeu de Richard Burton, com que viveu um romance que durou 20 anos. Trechos das cartas estão na ampla reportagem que a revista “Vanity Fair” publica em sua edição de julho e que pode ser adquirida nas bancas dos EUA já a partir dessa semana. Foi a editora da revista quem escolheu os trechos depois de ouvir Elizabeth Taylor ler todas as cartas. Só para lembrar: o primeiro casamento de Liz e Burton durou de 1964 a 1974, coroando um romance que se iniciou em 1962 durante as filmagens de “Cleópatra”. Durante os 20 anos de romance aconteceram muitas idas e voltas. A reportagem é uma espécie de aperitivo do livro “Forius Love. Elizabeth Taylor, Richard Burton and the Mariage of the Century" sobre a vida da atriz. Liz só não quis ler uma carta: a que recebeu depois da separação e na qual Burton expressou sua vontade de voltar a viver com ela. O livro sobre Liz Taylor será lançado no próximo dia 15 pela editora Harper Collins.
Contra o trabalho escravo
por JJcomunic Já viu essa campanha do Ministério Público? Um alerta contra o trabalho escravo. O que nós temos a ver com isso? Quando você compra produtos de origem incerta, madeira, carne, mercadorias não certificadas, animais silvestres, até mesmo ao adquirir palmito à beira da estrada você está colaborando para a destruição de matas nativas. Ou ajudando a sustentar fazendas e madeireiras ilegais. O boicote econômico é uma arma poderosa. Fique atento. Use-a. Veja o vídeo. Clique AQUI
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Ingleses querem televisões ligadas nas fábricas e escritórios durante a Copa do Mundo
por Eli Halfoun
Aqui já mudaram o horário de funcionamento dos bancos em dias de jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo, as lojas certamente também adotarão horários alternativos, as repartições provavelmente fecharão as portas e mesmo que isso não aconteça “o”jeitinho brasileiro” entrará em ação para permitir que todos vejam os jogos. A Inglaterra também deverá dar seu jeitinho para que ninguém se ausente do trabalho durante a Copa do Mundo: sindicatos britânicos estão pedindo que as empresas permitam que seus funcionários assistam ao Mundial no próprio lugar de trabalho. Os britânicos acreditam que essa medida evitará falsos avisos de doenças para justificar faltas. Se aprovada, deve ser adotada também em escritórios que deverão ter horários flexíveis. É que lá não tem, como aqui, tantos botequins para quebrar o galho e reunir a torcida nas mesas e calçadas.
Aqui já mudaram o horário de funcionamento dos bancos em dias de jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo, as lojas certamente também adotarão horários alternativos, as repartições provavelmente fecharão as portas e mesmo que isso não aconteça “o”jeitinho brasileiro” entrará em ação para permitir que todos vejam os jogos. A Inglaterra também deverá dar seu jeitinho para que ninguém se ausente do trabalho durante a Copa do Mundo: sindicatos britânicos estão pedindo que as empresas permitam que seus funcionários assistam ao Mundial no próprio lugar de trabalho. Os britânicos acreditam que essa medida evitará falsos avisos de doenças para justificar faltas. Se aprovada, deve ser adotada também em escritórios que deverão ter horários flexíveis. É que lá não tem, como aqui, tantos botequins para quebrar o galho e reunir a torcida nas mesas e calçadas.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Madureira chorou!!!!!
por Gonça
O humorista Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta, detona o treinador Dunga em entrevista à revista Quem. Diz ele: “Dunga não passa de um anão. Ele é problemático, complexado e inseguro. Deveria fazer terapia. Não há jogadores de personalidade nesta Seleção. Quem está lá? O Kaká, aquele evangélico carola?”. Na verdade, dá para entender. Madureira está ressentido porque Dunga tenta evitar que a concentração e o treinamento da Seleção não virem a casa-da-mãe-joana em que se transformou em 2006. A CBF, até aqui, tem colocado ordem na zona e organizado coletivas, como deve ser. Piada, como se sabe, tem hora. Chora, Madureira.
O humorista Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta, detona o treinador Dunga em entrevista à revista Quem. Diz ele: “Dunga não passa de um anão. Ele é problemático, complexado e inseguro. Deveria fazer terapia. Não há jogadores de personalidade nesta Seleção. Quem está lá? O Kaká, aquele evangélico carola?”. Na verdade, dá para entender. Madureira está ressentido porque Dunga tenta evitar que a concentração e o treinamento da Seleção não virem a casa-da-mãe-joana em que se transformou em 2006. A CBF, até aqui, tem colocado ordem na zona e organizado coletivas, como deve ser. Piada, como se sabe, tem hora. Chora, Madureira.
Beleza de Maitê Proença sai de cena para apressar as tramas de “Passione”
por Eli Halfoun
Os fãs da novela “Passione” têm sido impedidos de ver as a boa forma física de Maitê Proença em cenas quentíssimas porque a Globo decidiu reeditar os capítulos para que ganhem maior dinâmica e mais audiência. Até o 23º capítulo a nova “Bela da Tarde” (deve ter sido no filme estrelado por Catherine Deneuve que o autor Sylvio de Abreu buscou a personagem) trairia o marido com nove homens. A atriz lamenta os cortes de cenas consideradas artisticamente perfeitas. A decisão de reeditar as cenas é para que as tramas se desenvolvam mais rapidamente e “amarem” o público imediatamente. (Foto: Divulgação/TV Globo)
terça-feira, 1 de junho de 2010
Tá explicado...
por Omelete
Viu a suposta logomarca da Copa 2014 em post logo aí abaixo? É bizarra. Teria sido escolhida por um estranho comitê: RIcardo Teixeira, o secretário-geral da Fifa, Paulo Coelho, Gisele Bundchen e Ivete Sangalo. Só podia dar na imagem brega e nada original que imita a taça. A CBF nào confirma ainda a escolha. Só nos resta torcer para que nào confirme nunca.
Viu a suposta logomarca da Copa 2014 em post logo aí abaixo? É bizarra. Teria sido escolhida por um estranho comitê: RIcardo Teixeira, o secretário-geral da Fifa, Paulo Coelho, Gisele Bundchen e Ivete Sangalo. Só podia dar na imagem brega e nada original que imita a taça. A CBF nào confirma ainda a escolha. Só nos resta torcer para que nào confirme nunca.
Demorô
Parreira cortou um gordo da seleção da Àfrica do Sul. Pena que não teve a mesma coragem na Alemanha, em 2006, com o "nosso" famoso gordo...
Família Mandela "Dungou"
SFF nega habeas-corpus a Diogo Mainardi
Deu no "Consultor Jurídico"
"A prescrição da pretensão punitiva do Estado deve ser calculada também com base no Código Penal. Com esse entendimento, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou liminar em Habeas Corpus ao jornalista Diogo Mainardi. O réu pediu o reconhecimento da prescrição da pena a que foi condenado por injúria e difamação, com base na Lei de Imprensa. Dias Toffoli destacou que a decisão do Superior Tribunal de Justiça nesse sentido não apresenta ilegalidade. De acordo com o advogado Alexandre Fidalgo, do Lourival J. Santos Advogados, que cuida da defesa do jornalista, esse Habeas Corpus foi apresentado por Maurício Ramos Thomaz, pessoa estranha ao caso. Para o advogado, esse tipo de voluntarismo prejudica a defesa e confunde a Justiça.
Colunista da revista Veja e apresentador do programa Manhattan Connection Mainardi, foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a 3 meses de reclusão pela prática de difamação e injúria contra o o apresentador de televisão Paulo Henrique Amorim. A pena privativa de liberdade foi substituída por restritiva de direitos, sendo que o jornalista deverá pagar três salários mínimos a serem revertidos para entidade pública assistencial.
Em 2006, Paulo Henrique Amorim apresentou queixa-crime, alegando que Mainardi atingiu sua honra objetiva e também subjetiva. Amorim pediu que Mainardi fosse condenado com base nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa, que tratam dos crimes de difamação e injúria, respectivamente.
Em primeira instância, a decisão foi favorável a Mainardi. Já o Tribunal de Justiça de São Paulo reverteu a decisão, condenando Mainardi com base nos artigos 139 e 140 do Código Penal, que também dispõem sobre os crimes de difamação e injúria. Na época, a Lei de Imprensa estava suspensa por conta da liminar concedida pelo STF na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 130.
Mainardi recorreu ao STJ. Sustentou que a prescrição para os crimes previstos nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa se concretizam no dobro do prazo da pena imposta. Sua defesa afirmou que esse prazo foi ultrapassado entre a sentença e o acórdão. A 6ª Turma do STJ negou o habeas corpus. (Com informações da Assessoria de Imprensa do STF)."
"A prescrição da pretensão punitiva do Estado deve ser calculada também com base no Código Penal. Com esse entendimento, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou liminar em Habeas Corpus ao jornalista Diogo Mainardi. O réu pediu o reconhecimento da prescrição da pena a que foi condenado por injúria e difamação, com base na Lei de Imprensa. Dias Toffoli destacou que a decisão do Superior Tribunal de Justiça nesse sentido não apresenta ilegalidade. De acordo com o advogado Alexandre Fidalgo, do Lourival J. Santos Advogados, que cuida da defesa do jornalista, esse Habeas Corpus foi apresentado por Maurício Ramos Thomaz, pessoa estranha ao caso. Para o advogado, esse tipo de voluntarismo prejudica a defesa e confunde a Justiça.
Colunista da revista Veja e apresentador do programa Manhattan Connection Mainardi, foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a 3 meses de reclusão pela prática de difamação e injúria contra o o apresentador de televisão Paulo Henrique Amorim. A pena privativa de liberdade foi substituída por restritiva de direitos, sendo que o jornalista deverá pagar três salários mínimos a serem revertidos para entidade pública assistencial.
Em 2006, Paulo Henrique Amorim apresentou queixa-crime, alegando que Mainardi atingiu sua honra objetiva e também subjetiva. Amorim pediu que Mainardi fosse condenado com base nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa, que tratam dos crimes de difamação e injúria, respectivamente.
Em primeira instância, a decisão foi favorável a Mainardi. Já o Tribunal de Justiça de São Paulo reverteu a decisão, condenando Mainardi com base nos artigos 139 e 140 do Código Penal, que também dispõem sobre os crimes de difamação e injúria. Na época, a Lei de Imprensa estava suspensa por conta da liminar concedida pelo STF na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 130.
Mainardi recorreu ao STJ. Sustentou que a prescrição para os crimes previstos nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa se concretizam no dobro do prazo da pena imposta. Sua defesa afirmou que esse prazo foi ultrapassado entre a sentença e o acórdão. A 6ª Turma do STJ negou o habeas corpus. (Com informações da Assessoria de Imprensa do STF)."
Nova revista da Folha
Circula já no próximo domingo a revista São Paulo, com 150 páginas, que substitui a antiga Revista da Folha.
Logomarca da Copa de 2014...
Será? Essa logomarca foi divulgada ontem como sendo o símbolo oficial da Copa do Mundo de 2014. É uma versão estilizada da própria taça. A CBF só fará o anúncio formal no dia 8 de julho, três dias antes do jogo final na África do Sul. Sei não, parece desenho de criança...
Memórias da redação: Aconteceu no... O Cruzeiro
Este mergulho no passado jornalístico quem envia é Dalce Maria, de Brasília. A revista O Cruzeiro, de 3 de outubro de 1964, ano 1 dos anos de chumbo, publicava uma entrevista com o escritor Carlos Heitor Cony. Na época, em sua coluna no Correio da Manhã, Cony desafiava os generais de plantão. Foi preso por combater o golpe (que a revista, que apoiou a ditadura, como quase todas as publicações da época, chamava pomposamente de "Revolução de Abril"). Aqui, alguns trechos. Para ler a matéria completa vá ao site Memória Viva. Clique AQUI
Memórias da redação: aconteceu na... Gazeta do Povo
por Gonça
Há alguém nesta foto que muitos dos frequentadores deste blog conhecem. A turma aí reuninda é a da redação do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, na década de 60. Olha a escalação: de pé, Geraldo Russi, Luiz Armando Correia (Babá), Caco Lacerda, Newton Stadler de Souza, Luzimar Dionysio (Meio Quilo); sentados, Nacim Bacila Neto, Carlos Augusto Albuquerque, Reynaldo Dacheux Pereira, Daquino Borges e Roberto Muggiati. Ex-diretor da Manchete e um dos autores do livro Aconteceu na Manchete - as histórias que ninguém contou (Desiderata), o jovem Muggiati começava sua carreira. Visivelmente, era o caçula da equipe. (Foto do acervo pessoal RM)
Há alguém nesta foto que muitos dos frequentadores deste blog conhecem. A turma aí reuninda é a da redação do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, na década de 60. Olha a escalação: de pé, Geraldo Russi, Luiz Armando Correia (Babá), Caco Lacerda, Newton Stadler de Souza, Luzimar Dionysio (Meio Quilo); sentados, Nacim Bacila Neto, Carlos Augusto Albuquerque, Reynaldo Dacheux Pereira, Daquino Borges e Roberto Muggiati. Ex-diretor da Manchete e um dos autores do livro Aconteceu na Manchete - as histórias que ninguém contou (Desiderata), o jovem Muggiati começava sua carreira. Visivelmente, era o caçula da equipe. (Foto do acervo pessoal RM)
Livro sobre Glória Pires pode virar documentário
por Eli Halfoun
A biografia “40 anos de Glória”, que conta a vida da atriz e fala também das irresponsáveis fofocas familiares nas quais foi envolvida (publicadas por um jornal respeitado e de grande circulação e não por revistas de celebridades, sempre acusadas de fofoqueiras), não ficará restrita ao livro de Eduardo Nassife e Fábio Fabrício Fabretti. Os autores estão pensando em fazer do livro um documentário (Nassife é roteirista de cinema) e só dependem da aprovação da atriz para dar andamento ao projeto. Gloria foi consultada e embora tenha gostado muito do livro (ela leu e aprovou os originais) pediu um tempo para pensar no assunto. Seria sem dúvida mais uma homenagem que essa grande atriz merece.
A biografia “40 anos de Glória”, que conta a vida da atriz e fala também das irresponsáveis fofocas familiares nas quais foi envolvida (publicadas por um jornal respeitado e de grande circulação e não por revistas de celebridades, sempre acusadas de fofoqueiras), não ficará restrita ao livro de Eduardo Nassife e Fábio Fabrício Fabretti. Os autores estão pensando em fazer do livro um documentário (Nassife é roteirista de cinema) e só dependem da aprovação da atriz para dar andamento ao projeto. Gloria foi consultada e embora tenha gostado muito do livro (ela leu e aprovou os originais) pediu um tempo para pensar no assunto. Seria sem dúvida mais uma homenagem que essa grande atriz merece.
Venda de jornais aumenta mesmo com a internet
por Eli Halfoun
Quanto mais se diz que a mídia impressa está perdendo força e, portanto, venda, com o cada vez maior número de acessos à internet, mais os jornais vendem. Dados do IVC (Instituto Verificador de Circulação, confirmam que os jornais a ele filiados tiveram aumento de 1,5% na venda do primeiro quadrimestre do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Nos quatro primeiros meses a média foi de 4.279.482 de exemplares por dia. Para o presidente do IVC o “crescimento constatado é orgânico, pois não houve no período filiação de nenhum grande jornal”.
Acredita-se que esse aumento possa estar ligado ao interesse do leitor pela Copa do Mundo. Faz sentido, se for levada em conta a venda de figurinhas da Copa, com números excepcionais: por dia são produzidas pela editora que detém os direitos no mundo, 20 milhões de figurinhas (quatro milhões de pacotinhos com cinco figurinhas), o que representa 31.250 para cada jogador por dia. Com essa febre de colecionadores, a filial brasileira tem sido obrigada a trabalhar 24 horas por dia para abastecer o Brasil e a América Latina. Este ano, o Brasil deverá superar a Alemanha em número de colecionadores e estima-se que ficará em primeiro: em 2006, ano em que foram vendidos 5 bilhões de figurinhas no mundo, o Brasil ficou em segundo lugar. É mais uma prova de que, apesar das críticas, os brasileiros confiam na seleção de Dunga. Ou seja: a nossa.
Quanto mais se diz que a mídia impressa está perdendo força e, portanto, venda, com o cada vez maior número de acessos à internet, mais os jornais vendem. Dados do IVC (Instituto Verificador de Circulação, confirmam que os jornais a ele filiados tiveram aumento de 1,5% na venda do primeiro quadrimestre do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Nos quatro primeiros meses a média foi de 4.279.482 de exemplares por dia. Para o presidente do IVC o “crescimento constatado é orgânico, pois não houve no período filiação de nenhum grande jornal”.
Acredita-se que esse aumento possa estar ligado ao interesse do leitor pela Copa do Mundo. Faz sentido, se for levada em conta a venda de figurinhas da Copa, com números excepcionais: por dia são produzidas pela editora que detém os direitos no mundo, 20 milhões de figurinhas (quatro milhões de pacotinhos com cinco figurinhas), o que representa 31.250 para cada jogador por dia. Com essa febre de colecionadores, a filial brasileira tem sido obrigada a trabalhar 24 horas por dia para abastecer o Brasil e a América Latina. Este ano, o Brasil deverá superar a Alemanha em número de colecionadores e estima-se que ficará em primeiro: em 2006, ano em que foram vendidos 5 bilhões de figurinhas no mundo, o Brasil ficou em segundo lugar. É mais uma prova de que, apesar das críticas, os brasileiros confiam na seleção de Dunga. Ou seja: a nossa.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Gisele Bundchen dá mais um bom exemplo: o da gratidão
por Eli Halfoun
Não é só pela qualidade do trabalho que Gisele Bundchen faz questão de posar para as lentes do fotógrafo peruano Mario Testino, o único que conseguiu fotografá-la nua. Além de amizade, ela tem uma dívida de gratidão (coisa rara nos dias de hoje) com o fotógrafo que foi quem mais apostou nela no início de sua carreira internacional. A revelação está no jornal ‘Women’s Wear Dayly”, a bíblia da moda. O “Women’s” conta que no início era Testino quem sugeria as fotos de Gisele, que ele fazia, para editorias de moda e ouvia muitos “nãos”: todo mundo via problema em tudo, nos olhos, nos peitos, no corpo. Mesmo assim, Testino insistia e acabava conseguindo. Depois da primeira série de fotos publicadas, Gisele “explodiu” no mundo da moda e todas as revistas a queriam em suas páginas. Ela continua sendo uma sensação: basta lembrar que no ano passado faturou 25 milhões de dólares, incluindo o período de gravidez. Ao contrário do que costuma acontecer com a maioria das pessoas Gisele não esquece o que Testino fez por ela. Está aí mais um bom exemplo da nossa mais famosa modelo de todos os tempos.
Não é só pela qualidade do trabalho que Gisele Bundchen faz questão de posar para as lentes do fotógrafo peruano Mario Testino, o único que conseguiu fotografá-la nua. Além de amizade, ela tem uma dívida de gratidão (coisa rara nos dias de hoje) com o fotógrafo que foi quem mais apostou nela no início de sua carreira internacional. A revelação está no jornal ‘Women’s Wear Dayly”, a bíblia da moda. O “Women’s” conta que no início era Testino quem sugeria as fotos de Gisele, que ele fazia, para editorias de moda e ouvia muitos “nãos”: todo mundo via problema em tudo, nos olhos, nos peitos, no corpo. Mesmo assim, Testino insistia e acabava conseguindo. Depois da primeira série de fotos publicadas, Gisele “explodiu” no mundo da moda e todas as revistas a queriam em suas páginas. Ela continua sendo uma sensação: basta lembrar que no ano passado faturou 25 milhões de dólares, incluindo o período de gravidez. Ao contrário do que costuma acontecer com a maioria das pessoas Gisele não esquece o que Testino fez por ela. Está aí mais um bom exemplo da nossa mais famosa modelo de todos os tempos.
domingo, 30 de maio de 2010
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