"Se fosse feito um ranking dos gestos mais surpreendentes já cometidos por um presidente da República no Palácio do Planalto, a renúncia de Jânio Quadros seria forte candidata a ocupar o primeiro posto. Sob todo e qualquer critério, a renúncia é, até hoje, tema de interesse histórico e jornalístico. Mas…nossa querida imprensa é capaz de barbeiragens monumentais.(Quando digo que o maior inimigo do Jornalismo é o jornalista, não estou cometendo frase de efeito. Estou constatando uma verdade límpida, cristalina, indiscutível – e facilmente demonstrável. Não nasci ontem. Ao longo de anos, anos & anos, fui testemunha ocular e auditiva de uma coleção de absurdos indefensáveis".
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Lewis Hamilton fica a pé
por OmeleteNem começou a temporada e o piloto de F-1 Lewis Hamilton já está a pé. A cantora Nicole Scherzinger, do grupo Pussycat Dolls, namorada do inglês puxou o carro. Que importância tem isso? Nenhuma. Mas naquela hora morna da corrida, quando Barrichelo já pifou, Massa já bateu, Piquet já melou a corrida, você não vai mais poder se distrair vendo a morena (na reprodução, na capa da Maxim) nos boxes dos autódromos.
Mais Fashion Rio
por Heloisa Marra
Viagens a lugares distantes, literatura e arte inspiraram as coleções de inverno que desfilaram no terceiro dia do Fashion Rio no Cais do Porto.
Leia a matéria completa no G1. Clique AQUI
Viagens a lugares distantes, literatura e arte inspiraram as coleções de inverno que desfilaram no terceiro dia do Fashion Rio no Cais do Porto.
Leia a matéria completa no G1. Clique AQUI
Dias Daltônicos
por Roberto Muggiati (especial para a Gazeta do Povo)
Jornalista relembra as noites boêmias de meio século atrás com o Vampiro de Curitiba
Dias de vinho e rosas. Dias de cão. Dias de geada e de neve. Dias de-mentes. Dias sem fim. Em 1957 eu tinha a vida cheia. Cursava o segundo ano de engenharia, trabalhava na Gazeta do Povo, era correspondente da Associated Press, funcionário do Governo Lupion, fazia o serviço militar no CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da Reserva), estudava saxofone, alemão e japonês, já tendo concluído a Cultura Inglesa e a Aliança Francesa. Ainda sobrava tempo para audições de jazz, papos literários até alta madrugada, serenatas, bailes bem comportados com donzelas da sociedade e perversas paixões em inferninhos com damas da noite. LEIA A MATÉRIA COMPLETA NESTE LINK Gazeta do Povo
Jornalista relembra as noites boêmias de meio século atrás com o Vampiro de Curitiba
Dias de vinho e rosas. Dias de cão. Dias de geada e de neve. Dias de-mentes. Dias sem fim. Em 1957 eu tinha a vida cheia. Cursava o segundo ano de engenharia, trabalhava na Gazeta do Povo, era correspondente da Associated Press, funcionário do Governo Lupion, fazia o serviço militar no CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da Reserva), estudava saxofone, alemão e japonês, já tendo concluído a Cultura Inglesa e a Aliança Francesa. Ainda sobrava tempo para audições de jazz, papos literários até alta madrugada, serenatas, bailes bem comportados com donzelas da sociedade e perversas paixões em inferninhos com damas da noite. LEIA A MATÉRIA COMPLETA NESTE LINK Gazeta do Povo
No Pants Day
Há nove anos, um grupo de gozadores instituiu, em Nova York o "No Pants Day", que quer dizer: "O Dia Sem Calças". Nesse dia, mulheres e homens que quiserem participar devem tirar as suas calças e ficar só de cuecas ou de calcinhas, embarcar no metrô e completarem a viagem nesses trajes, sérios, e sem interagir com outros passageiros. Parece que essa prática anual já entrou para o " modus viventi" novaiorquino e o número de adeptos promete aumentar para o próximo ano. Que bom. O carioca poderia entrar nessa, emprestando um estilo próprio criando o "Dia Sem Cuecas e Sem Calcinhas". Os componentes tirariam as suas calçinhas e cuecas nas estações de embarque, obedecendo às mesmas regras de Nova York: não poderão rir e muito menos aceitar paqueras daqueles que não estão no jogo. Essas ações serão repetidas pelos participantes na volta do trabalho para as suas casas, completando assim o ciclo desssa manifestação. Amém!
domingo, 10 de janeiro de 2010
Um belo incentivo para os veteranos
por Eli Halfoun
Uma das grandes preocupações do homem nesses tempos modernos é com a chegada da velhice, o que tem feito com que a maioria procure academias e até salões de beleza para manter-se em forma e não exibir aquela quase sempre inevitável barrriguinha. Mas se depender de Fernanda Lima, os homens podem ficar tranquilos. Aos 32 anos, a apresentadora é o que se pode chamar de um estímulo para os, digamos, veteranos de guerra. Veja só o que diz Fernanda: “Quanto mais velho o homem vai ficando mais bonito ele fica. Quando ganha uma barriguinha não é nada demais. Mulher é diferente: o peito cai, a bunda cai. E fora que o homem mesmo com mais idade não ganha celulite, nem estrias”. Pena que nem todas as mulheres pensam como Fernanda Lima.
Uma das grandes preocupações do homem nesses tempos modernos é com a chegada da velhice, o que tem feito com que a maioria procure academias e até salões de beleza para manter-se em forma e não exibir aquela quase sempre inevitável barrriguinha. Mas se depender de Fernanda Lima, os homens podem ficar tranquilos. Aos 32 anos, a apresentadora é o que se pode chamar de um estímulo para os, digamos, veteranos de guerra. Veja só o que diz Fernanda: “Quanto mais velho o homem vai ficando mais bonito ele fica. Quando ganha uma barriguinha não é nada demais. Mulher é diferente: o peito cai, a bunda cai. E fora que o homem mesmo com mais idade não ganha celulite, nem estrias”. Pena que nem todas as mulheres pensam como Fernanda Lima.
Oscar Schmidt: cestinhas eternas em DVD
por Eli Halfoun
Os fãs de basquete (e o Brasil, mesmo sendo o país do futebol, já tem muitos), terão mais uma atração para ver sentadinhos na poltrona de casa: está em fase final de edição o DVD que conta a vida do jogador Oscar Schmidt, um dos mundialmente mais respeitados ídolos das cestinhas. Oscar, que hoje é palestrante, está entusiasmado com o DVD, mas não gosta do título “Oscar Schmidt, o Mão Santa” e justifica: “Não tem nada a ver essa história de mão santa. Tudo o que consegui foi graças A muito empenho, treino e dedicação”. Que é sem dúvida a única maneira de vencer no esporte e em qualquer outra profissão.
Os fãs de basquete (e o Brasil, mesmo sendo o país do futebol, já tem muitos), terão mais uma atração para ver sentadinhos na poltrona de casa: está em fase final de edição o DVD que conta a vida do jogador Oscar Schmidt, um dos mundialmente mais respeitados ídolos das cestinhas. Oscar, que hoje é palestrante, está entusiasmado com o DVD, mas não gosta do título “Oscar Schmidt, o Mão Santa” e justifica: “Não tem nada a ver essa história de mão santa. Tudo o que consegui foi graças A muito empenho, treino e dedicação”. Que é sem dúvida a única maneira de vencer no esporte e em qualquer outra profissão.
Copa do Mundo de 2010 em 3D
por JJComunicDeu na BBC: a Copa da África do Sul será filmada em tecnologia 3D. A idéia é exibir pelo menos 25 jogos em praças de grandes cidade do mundo, Rio de Janeiro incluido. As partidas serão capturadas em câmeras de terceira dimensão mas para serem vistas as imagens pedem telões ou aparelhos apropriados e óculos 3D. A Sony, que fornecerá as câmeras, prevê quem até março de 2013, 50% de suas vendas de receptores de Tv serão em versão 3D. A empresa planeja lançar no mercado sua linha com a nova tecnologia ainda este ano.
O Vigilante Rodoviário
por Gonça
Com o patrocínio da Nestlê, o diretor Ary Fernandes está restaurando o "O Vigilante Rodoviário". Dos 38 episódios, foram recuperados 35. O resultado está em uma caixa com quatro DVDs. Produção nacional pioneira em uma época em que não havia novelas brasileiras na TV, o seriado foi ao ar em 1961. Dirigido pelo mesmo Ary Fernandes e produzido por Alfredo Palácios, tinha como protagonista o ator Carlos Miranda, hoje com 76 anos. Bom lembrar que o Canal Brasil ainda exibe o seriado às segundas (20h30), terças (15h30) e domingos (11h). (Nas reproduções, Carlos, esse era também o nome do personagem, o cão Lobo e a moto Harley Davidson do patrulheiro, que também usava um carro Simca, a capa revista e o cartaz do filme gerados pelo seriado).
Correção:
Gonça, gostaria de ratificar sua informação: A série foi remasterizada e telecinada após parceria em 2008 entre Ary Fernandes/Procitel e o Canal Brasil/Globosat que juntas trouxemos 35 episódios (dos 38 episódios originais da série), de volta para tv por este canal por assinatura.
3 episódios infelizmente não puderam entrar nesta lista. São eles: O Pagador, Orquídea Glacial e Os Cinco Valentes. Em 2009, nova parceria entre Ary Fernandes/Procitel e Spectra Nova, desta vez trouxemos a série em DVD. Sendo assim, esclareço e corrijo, nossa parceria atual é com estas 2 empresas citadas acima. Não houve envolvimento da Nestlé para restauro e recuperação da nossa obra. Atenciosamente, PROCITEL - Produção Cine Televisão Ltda.
Exposição no Fashion Rio
Veja no G1 matéria de Heloisa Marra sobre projeto fotográfico para a Olimpíada Rio 2016. Clique AQUI
sábado, 9 de janeiro de 2010
É candidata a governadora. Tá sufragada ou não tá?
por Omelete Jessica Jordan, de 24 anos, ex-miss Bolívia de 2007, é candidata ao governo do estado de Beni, no seu país. Jordan foi modelo e apresentadora e estudou engenharia industrial. É aliada do presidente Evo Morales. Sem preconceitos, por favor, a moça pode ser competente, por que não? Que tal o Brasil arrumar uma candidata para concorrer, pelo menos no plano estético, com Dilma, Marina, Kátia Abreu, Heloisa Helena. Porque tá feia a coisa. (Imagem reproduzida do site missology.org)
Novas misturas para combater o calor
por Eli Halfoun
A chegada do verão aumenta, como acontece sempre, a procura de sucos e as “sucomanias” da vida estão criando novas misturas para atrair novos consumidores. As misturas que já estão na “onda” são: pêra com tangerina e água de coco; limonada de lichia (limonada frozen com xarope de lichia); amora com manga; morango com maracujá; abacaxi com cenoura; uvas verdes com melancia, alecrim e suco de laranja, erva cidreira com mel e limão; beterraba, maça, cenoura e clorofila e a grande novidade que é o suco de grumixana (uma fruta típica da Mata Atlântica). São sem dúvida sucos saudáveis, mas mesmo assim fica difícil dispensar um chopinho.
A chegada do verão aumenta, como acontece sempre, a procura de sucos e as “sucomanias” da vida estão criando novas misturas para atrair novos consumidores. As misturas que já estão na “onda” são: pêra com tangerina e água de coco; limonada de lichia (limonada frozen com xarope de lichia); amora com manga; morango com maracujá; abacaxi com cenoura; uvas verdes com melancia, alecrim e suco de laranja, erva cidreira com mel e limão; beterraba, maça, cenoura e clorofila e a grande novidade que é o suco de grumixana (uma fruta típica da Mata Atlântica). São sem dúvida sucos saudáveis, mas mesmo assim fica difícil dispensar um chopinho.
É assim que funciona
por Gonça
São muitos os setores que reclamam de impostos, certo? E têm razão, até porque boa parte desse dinheiro não resulta em investimentos na saúde, educação etc, e vai para salários hipermilionários da máquina pública dos três poderes. Mas veja o que acontece quando o governo elimina alíquotas, como tem feito. Deu na Folha: "Madeira sobe 8,5% e anula efeito da isenção de IPI sobre móveis. Menos de 45 dias depois de o governo zerar o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a indústria moveleira, a medida está ameaçada. A renúncia fiscal estimada em R$ 217 milhões pode se tornar inútil: os fabricantes de painéis para móveis (matéria-prima do setor) driblaram o governo e aproveitaram a redução de imposto para aumentar preços."
Acha que esses descontos vão sempre para o bolso do consumidor? Nada disso. Na maioria das vezes, é assim que funciona. Em São Paulo, há um painel custeado por empresários, o Impostômetro, que registra o quanto municípios, estados e Receita Federal arrecadam de tributos. É preciso fazer um outro painel que demonstre o volume dessas transferências de tributos, seja em isenções (são muitas), créditos fiscais ou diminuição de alíquotas, do setor público para o bolso gordo de alguns privilegiados.
São muitos os setores que reclamam de impostos, certo? E têm razão, até porque boa parte desse dinheiro não resulta em investimentos na saúde, educação etc, e vai para salários hipermilionários da máquina pública dos três poderes. Mas veja o que acontece quando o governo elimina alíquotas, como tem feito. Deu na Folha: "Madeira sobe 8,5% e anula efeito da isenção de IPI sobre móveis. Menos de 45 dias depois de o governo zerar o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a indústria moveleira, a medida está ameaçada. A renúncia fiscal estimada em R$ 217 milhões pode se tornar inútil: os fabricantes de painéis para móveis (matéria-prima do setor) driblaram o governo e aproveitaram a redução de imposto para aumentar preços."
Acha que esses descontos vão sempre para o bolso do consumidor? Nada disso. Na maioria das vezes, é assim que funciona. Em São Paulo, há um painel custeado por empresários, o Impostômetro, que registra o quanto municípios, estados e Receita Federal arrecadam de tributos. É preciso fazer um outro painel que demonstre o volume dessas transferências de tributos, seja em isenções (são muitas), créditos fiscais ou diminuição de alíquotas, do setor público para o bolso gordo de alguns privilegiados.
Quer ver Magaratiba explodindo no filme de Stallone?
Veja o trailer de Os Mercenários, filmado em Mangaratiba. E com Gisele Itiê em cena. (Na reprodução da foto de Jairo Goldflus, de divulgação, Gisele posa para a seção "Mulheres que Amamos", da Playboy)
Clique AQUI
Collor e Vargas também serão do cinema
por Eli Halfoun
Fazer o que? Tudo indica que, depois de Lula, está chegando a vez de ex-presidentes ganharem filme. O primeiro poderá ser Fernando Collor (o filho renegado do Brasil) que deverá emprestar seu nome não exatamente, como é de se supor, para um filme de terror. O que se diz é que o filme será mais uma produção da família Barreto que só agilizará o projeto depois que o diretor Fabio Barreto, que sofreu recentemente um grave acidente, tiver alta. O filme sobre a vida do hoje senador Fernando Collor de Mello terá direção de Bruno Barreto (irmão de Fábio) e o roteiro será baseado no livro “Notícias do Planalto”, do jornalista Mário Sérgio Conti. Ainda há dúvidas em torno do roteiro final: não está decidido se o filme terminará com a saída (que alivio!) de Collor do Planalto ou se irá até a morte de Paulo César Farias, incluindo no roteiro também os ataques a ex-primeira dama Roseane e a fofoca sentimental que envolveu o triângulo Fernando, Pedro (o irmão) e Tereza Collor.
Na tela, os últimos dias de Getúlio Vargas
Outro filme, digamos, presidencial que promete estar nas telas ainda esse ano é o que contará os últimos dias de Getúlio Vargas no Catete. O projeto é do autor Lauro César Muniz, que quer Daniel Filho como diretor. O filme cria polêmica antes mesmo de iniciadas as filmagens: aos quase 90 anos de idade, a ex-vedete Virginia Lane avisa que se o roteiro do filme sobre Getúlio utilizar dados históricos já conhecidos, “os brasileiros serão enganados”. Virginia, que teria vivido um quente romance com Getúlio, garante que, ao contrário do que conta a história, Getúlio não se suicidou: foi assassinado. Virginia revela ainda que estava ao lado do presidente até poucas horas antes de sua morte. Como se vê é preciso reescreverr (e muito) a história do Brasil.
Fazer o que? Tudo indica que, depois de Lula, está chegando a vez de ex-presidentes ganharem filme. O primeiro poderá ser Fernando Collor (o filho renegado do Brasil) que deverá emprestar seu nome não exatamente, como é de se supor, para um filme de terror. O que se diz é que o filme será mais uma produção da família Barreto que só agilizará o projeto depois que o diretor Fabio Barreto, que sofreu recentemente um grave acidente, tiver alta. O filme sobre a vida do hoje senador Fernando Collor de Mello terá direção de Bruno Barreto (irmão de Fábio) e o roteiro será baseado no livro “Notícias do Planalto”, do jornalista Mário Sérgio Conti. Ainda há dúvidas em torno do roteiro final: não está decidido se o filme terminará com a saída (que alivio!) de Collor do Planalto ou se irá até a morte de Paulo César Farias, incluindo no roteiro também os ataques a ex-primeira dama Roseane e a fofoca sentimental que envolveu o triângulo Fernando, Pedro (o irmão) e Tereza Collor.
Na tela, os últimos dias de Getúlio Vargas
Outro filme, digamos, presidencial que promete estar nas telas ainda esse ano é o que contará os últimos dias de Getúlio Vargas no Catete. O projeto é do autor Lauro César Muniz, que quer Daniel Filho como diretor. O filme cria polêmica antes mesmo de iniciadas as filmagens: aos quase 90 anos de idade, a ex-vedete Virginia Lane avisa que se o roteiro do filme sobre Getúlio utilizar dados históricos já conhecidos, “os brasileiros serão enganados”. Virginia, que teria vivido um quente romance com Getúlio, garante que, ao contrário do que conta a história, Getúlio não se suicidou: foi assassinado. Virginia revela ainda que estava ao lado do presidente até poucas horas antes de sua morte. Como se vê é preciso reescreverr (e muito) a história do Brasil.
Caiu tudo
José Simão, da Folha, diz que houve mais um desabamento em Angra. Dessa vez foi em Ana Maria Braga que fez "ensaio sensual" na Ilha de Caras...
Futebol ou telecatch?
por JJcomunic
Você se lembra do telecatch? Eram lutas combinadas, engraçadas mas com enredo de começo, meio, fim. Os golpes pareciam reais, o público se divertia, torcia, o mocinho apanhava por um tempo, mas a platéia já sabia que, no final, o vilão levava porrada e o vencedor era um cara do bem. Tem uma nota na coluna Panorama Esportivo, no Globo de hoje, que é preocupante. Os colunistas Jorge Luiz Rodrigues e Mauricio Fonseca revelam que a empresa Traffic já manda em três clubes brasileiros - o Avaí, o Palmeiras e o Flamengo - e "aumentou sua influência" no Fluminense. O Flamengo, aliás, está nesse momento treinando em pré temporada no centro de treinamento montado pela empresa, o CT Lobo Mau, no interior de São Paulo. Há alguns anos, dirigentes do futebol protestaram porque a Parmalat patrocinava o Palmeiras e o Juventude, ambos na Série A do Brasileirão. Ensaiou-se, na época, um regulamento para impedir que um mesmo grupo influenciasse dois ou mais times em um mesmo torneio. Haveria o risco de que, em determinado momento, o patrocinador ou o empresário controlasse um resultado ou "amolecesse" um jogo dependendo do seu interesse no placar, levando em conta, por exemplo, a vitória da equipe que mais favorecesse seu projeto de marketing ou de exposição da sua marca. A tal tentativa de regulamentar isso não vingou. Suponha que, na reta final de um campeonato, Flamengo, Fluminense, Avaí ou Palmeiras se cruzem ou um desses clubes tenha interesse no resultado do jogo de um dos outros três. De quem será a torcida? Perguntar não ofende. Os colunistas lembram que em qualquer país, o "sinal de alerta já estaria ligado" diante desse tetra... patrocínio.
Você se lembra do telecatch? Eram lutas combinadas, engraçadas mas com enredo de começo, meio, fim. Os golpes pareciam reais, o público se divertia, torcia, o mocinho apanhava por um tempo, mas a platéia já sabia que, no final, o vilão levava porrada e o vencedor era um cara do bem. Tem uma nota na coluna Panorama Esportivo, no Globo de hoje, que é preocupante. Os colunistas Jorge Luiz Rodrigues e Mauricio Fonseca revelam que a empresa Traffic já manda em três clubes brasileiros - o Avaí, o Palmeiras e o Flamengo - e "aumentou sua influência" no Fluminense. O Flamengo, aliás, está nesse momento treinando em pré temporada no centro de treinamento montado pela empresa, o CT Lobo Mau, no interior de São Paulo. Há alguns anos, dirigentes do futebol protestaram porque a Parmalat patrocinava o Palmeiras e o Juventude, ambos na Série A do Brasileirão. Ensaiou-se, na época, um regulamento para impedir que um mesmo grupo influenciasse dois ou mais times em um mesmo torneio. Haveria o risco de que, em determinado momento, o patrocinador ou o empresário controlasse um resultado ou "amolecesse" um jogo dependendo do seu interesse no placar, levando em conta, por exemplo, a vitória da equipe que mais favorecesse seu projeto de marketing ou de exposição da sua marca. A tal tentativa de regulamentar isso não vingou. Suponha que, na reta final de um campeonato, Flamengo, Fluminense, Avaí ou Palmeiras se cruzem ou um desses clubes tenha interesse no resultado do jogo de um dos outros três. De quem será a torcida? Perguntar não ofende. Os colunistas lembram que em qualquer país, o "sinal de alerta já estaria ligado" diante desse tetra... patrocínio.
Rio está na moda
Fashion Business, na Marina da Glória...
...e o Fashion Rio, no Cais do Porto.por JJcomunic
Dois grandes eventos de moda agitam o Rio: o Fashion Rio, no Cais do Porto, e o Fashion Business, na Marina da Glória. (Fotos/Divulgação Fashion Business e Riotur). Para ler e ver a cobertura completa, basta ir ao site da jornalista Heloisa Marra. Clique no link Cobertura Completa
O idioma mais difícil do mundo? Deu Amazônia na cabeça
por JJcomunic Segundo The Economist, em artigo que analisa os idiomas mais complexos do mundo, o primeiro lugar em grau de dificuldade vai para uma das línguas faladas pelo indios da Amazônia: o Tuyuca. Trata-se de um sistema verbal que usa muitas consoantes e poucas vogais. Lembra o turco e há muita aglutinação de palavras, tal qual o alemão. Por exemplo. apenas um vocábulo - "hóabãsiriga" - significa algo como “eu não sei como se escreve isso". Há, segundo The Economist, variações sutis e complicadíssimas. "Diga ape-wi" significa aproximadamente "o menino joga bola (eu sei porque eu vi); Já a expressão "Diga ape-hiyi" quer dizer "o menino joga bola (eu suponho)". Mesmo assim, deve ser mais fácil do que o idioma usado pelos economistas brasileiros. (Imagem Nasa)
Memórias da redação: Aconteceu na... Amiga
por Eli Halfoun
(Três histórias sobre o lado bom de fazer revista entre amigos)
Parecia fácil, mas era complicado fazer da Amiga uma revista semanal vibrante, criativa e atualizada: dependíamos de conseguir os capítulos das novelas para preparar os resumos, da boa vontade dos artistas para entrevistas e fotos e de informantes com credibilidade para contar tudo o que acontecia nos bastidores. Nosso universo era sempre o mesmo e era preciso “fazer ginástica” para não ficar repetitivo e criar novidades interessantes que mobilizassem os leitores. Apesar de todas as dificuldades, também era muito divertido o trabalho na redação, onde era necessário criar todo dia novas brincadeiras que deixassem o ambiente de trabalho descontraído, alegre e feliz. Nunca faltou, justiça seja feita, criatividade no quesito sacanagem. Aqui estão três historinhas que ilustram bem o espírito brincalhão que nos permitia, por mais paradoxal que possa parecer, fazer um trabalho sério.
História I
O Moysés Welltman era um grande sujeito, mas cheio de manias, que não escondia. Vivia dizendo na redação que odiava sol e jaca e que até o cheiro da fruta o fazia passar mal e vomitar. Ficou anotado e perto de seu aniversário, quando pensávamos o que lhe dar de presente, surgiu a idéia brilhante: “Vamos dar uma jaca”. Mas como arranjar uma jaca? O Tostão, que adorava as brincadeiras e era o criador de várias deu a solução. Morava no subúrbio, viajava mais de uma hora de ônibus até a redação: “Eu pego a jaca no quintal do meu vizinho”. Ainda argumentamos que era muito longe e seria difícil trazer a jaca. E ele, já delirando com a brincadeira não titubeou: “Eu me viro e trago a jaca de qualquer maneira”. Na véspera do aniversário do Weltman, a jaca estava na redação e, no dia seguinte, a enviamos cedinho para a casa do Weltman. Não sabemos qual foi sua reação ao receber o embrulho de presente com a jaca, mas do jeito enjoado que ele entrou na redação deu para imaginar. Não passou recibo, mas a turma se entregou: “Parabéns, Weltman, vai ter bolo de jaca hoje”. Aí ele revelou a raiva: ”Só se for para esfregar na cara de vocês”. Ninguém comeu bolo de jaca, mas mesmo assim foi um aniversário muito divertido. Pelo menos para nós.
História II
Pouca gente sabe ou lembra, mas o hoje mundialmente badalado escritor Paulo Coelho foi repórter free-lance da Amiga. Nenhum redator gostava de pegar seus textos porque diziam que “era coisa de maluco”. Um dia, Paulo ligou da portaria, mandou me chamar e disse que tinha uma ótima reportagem para me entregar. Conversei com ele no hall dos elevadores no oitavo andar do prédio do Russell, dei uma lida no texto (era uma entrevista e uma análise com e sobre o Raul Seixas, de quem viria a ser parceiro). Enquanto eu lia, Paulo, fala mansa e boa gente, não parava de falar: “Lê direitinho para depois não dizer que é coisa de maluco e vê se aproveita porque tô precisando muito da grana desse frila”. O texto realmente não era dos melhores, mas como ele precisava da grana decide aproveitar. Paulo acrescentou: ”Se achar que tá ruim demais pode reescrever”. Foi o que fiz. Quando a revista saiu ele ligou para agradecer: “Ficou legal. Que bom que você não mexeu em nada”. Tinha mexido sim E muito.
História III
A época era das saias curtas e as bonitinhas repórteres da Amiga não as dispensavam. Sentadas em suas mesas de trabalho, quase provocavam diariamente um torcicolo no Tostão, que fazia contorcionismo para como ele mesmo dizia “ver o furo de reportagem”. Osmar Tavares, o baixinho Tostão, nem queria ver a calcinha de ninguém. Queria apenas deixar as meninas sem graça e cheias de cuidados na hora de cruzar as pernas. Todo dia era a mesma coisa: enquanto diagramava uma página ia narrando: “Fulana tá de calcinha branca, sicrana de azul claro”. Não via nada, mas inventava as cores (às vezes até acertava) para instigar a redação. Era casado com uma mulher três vezes maior do que ele e, portanto, tinha em casa uma fartura de calcinha, mas gostava de repetir: “Adoro ver calcinhas”. Um dia cheguei perto e dei a notícia: “Na hora do almoço vamos até o Largo do Machado que vou te levar em um lugar especial para você ver calcinhas”. Ficou, é claro, todo animado, contando os minutos. Combinei com parte da turma da redação que me seguisse na hora do almoço. Saí com o Tostão e fomos caminhando pela rua do Catete até o Largo do Machado. Ansioso, ele perguntava: “Falta muito, falta muito?". Enfim chegamos na Galeria do Condor no Largo do Machado. “E agora vamos subir, tem muita mulher lá?" Eu só pedia calma. Andamos até quase o final da galeria, parei em frente a uma loja de lingeries e simplesmente disse: "Divirta - se olha só quantas calcinhas ”. Foi a primeira vez que vi o bem humorado Tostão ficar nervoso. Só não me deu uns cascudos porque eu era o chefe. A turma da redação que nos seguiu morria de rir e até comprou uma calcinha de presente para o Tostão. Não se sabe ser um dia ele a usou.
(Três histórias sobre o lado bom de fazer revista entre amigos)
Parecia fácil, mas era complicado fazer da Amiga uma revista semanal vibrante, criativa e atualizada: dependíamos de conseguir os capítulos das novelas para preparar os resumos, da boa vontade dos artistas para entrevistas e fotos e de informantes com credibilidade para contar tudo o que acontecia nos bastidores. Nosso universo era sempre o mesmo e era preciso “fazer ginástica” para não ficar repetitivo e criar novidades interessantes que mobilizassem os leitores. Apesar de todas as dificuldades, também era muito divertido o trabalho na redação, onde era necessário criar todo dia novas brincadeiras que deixassem o ambiente de trabalho descontraído, alegre e feliz. Nunca faltou, justiça seja feita, criatividade no quesito sacanagem. Aqui estão três historinhas que ilustram bem o espírito brincalhão que nos permitia, por mais paradoxal que possa parecer, fazer um trabalho sério.
História I
O Moysés Welltman era um grande sujeito, mas cheio de manias, que não escondia. Vivia dizendo na redação que odiava sol e jaca e que até o cheiro da fruta o fazia passar mal e vomitar. Ficou anotado e perto de seu aniversário, quando pensávamos o que lhe dar de presente, surgiu a idéia brilhante: “Vamos dar uma jaca”. Mas como arranjar uma jaca? O Tostão, que adorava as brincadeiras e era o criador de várias deu a solução. Morava no subúrbio, viajava mais de uma hora de ônibus até a redação: “Eu pego a jaca no quintal do meu vizinho”. Ainda argumentamos que era muito longe e seria difícil trazer a jaca. E ele, já delirando com a brincadeira não titubeou: “Eu me viro e trago a jaca de qualquer maneira”. Na véspera do aniversário do Weltman, a jaca estava na redação e, no dia seguinte, a enviamos cedinho para a casa do Weltman. Não sabemos qual foi sua reação ao receber o embrulho de presente com a jaca, mas do jeito enjoado que ele entrou na redação deu para imaginar. Não passou recibo, mas a turma se entregou: “Parabéns, Weltman, vai ter bolo de jaca hoje”. Aí ele revelou a raiva: ”Só se for para esfregar na cara de vocês”. Ninguém comeu bolo de jaca, mas mesmo assim foi um aniversário muito divertido. Pelo menos para nós.
História II
Pouca gente sabe ou lembra, mas o hoje mundialmente badalado escritor Paulo Coelho foi repórter free-lance da Amiga. Nenhum redator gostava de pegar seus textos porque diziam que “era coisa de maluco”. Um dia, Paulo ligou da portaria, mandou me chamar e disse que tinha uma ótima reportagem para me entregar. Conversei com ele no hall dos elevadores no oitavo andar do prédio do Russell, dei uma lida no texto (era uma entrevista e uma análise com e sobre o Raul Seixas, de quem viria a ser parceiro). Enquanto eu lia, Paulo, fala mansa e boa gente, não parava de falar: “Lê direitinho para depois não dizer que é coisa de maluco e vê se aproveita porque tô precisando muito da grana desse frila”. O texto realmente não era dos melhores, mas como ele precisava da grana decide aproveitar. Paulo acrescentou: ”Se achar que tá ruim demais pode reescrever”. Foi o que fiz. Quando a revista saiu ele ligou para agradecer: “Ficou legal. Que bom que você não mexeu em nada”. Tinha mexido sim E muito.
História III
A época era das saias curtas e as bonitinhas repórteres da Amiga não as dispensavam. Sentadas em suas mesas de trabalho, quase provocavam diariamente um torcicolo no Tostão, que fazia contorcionismo para como ele mesmo dizia “ver o furo de reportagem”. Osmar Tavares, o baixinho Tostão, nem queria ver a calcinha de ninguém. Queria apenas deixar as meninas sem graça e cheias de cuidados na hora de cruzar as pernas. Todo dia era a mesma coisa: enquanto diagramava uma página ia narrando: “Fulana tá de calcinha branca, sicrana de azul claro”. Não via nada, mas inventava as cores (às vezes até acertava) para instigar a redação. Era casado com uma mulher três vezes maior do que ele e, portanto, tinha em casa uma fartura de calcinha, mas gostava de repetir: “Adoro ver calcinhas”. Um dia cheguei perto e dei a notícia: “Na hora do almoço vamos até o Largo do Machado que vou te levar em um lugar especial para você ver calcinhas”. Ficou, é claro, todo animado, contando os minutos. Combinei com parte da turma da redação que me seguisse na hora do almoço. Saí com o Tostão e fomos caminhando pela rua do Catete até o Largo do Machado. Ansioso, ele perguntava: “Falta muito, falta muito?". Enfim chegamos na Galeria do Condor no Largo do Machado. “E agora vamos subir, tem muita mulher lá?" Eu só pedia calma. Andamos até quase o final da galeria, parei em frente a uma loja de lingeries e simplesmente disse: "Divirta - se olha só quantas calcinhas ”. Foi a primeira vez que vi o bem humorado Tostão ficar nervoso. Só não me deu uns cascudos porque eu era o chefe. A turma da redação que nos seguiu morria de rir e até comprou uma calcinha de presente para o Tostão. Não se sabe ser um dia ele a usou.
Varre, varre, vassourinha
Bóris Casoy ofendeu os lixeiros e agora é alvo de ações para retratação. Há quem reivindique indenizações e há que peça que o apresentador seja condenado a prestar serviços comunitários. Passar um tempo varrendo a rua, por exemplo. Mas não Avenida Paulista, Boris mostraria sua habilidades na periferia de São Paulo.
Depois do côco, o mate em galão
Eduardo Paes tem feito boas correções de rumo nos adereços que enfeitam o "choque de ordem". Depois de revogar a proibição de venda de côco na areia, o prefeito do Rio acertou mais uma vez: liberou a venda de mate em galão na areia, uma tradição carioca. A higiene sai perdendo? Não necessariamente. Em vez de proibir, faz o óbvio: disciplina, organiza e põe os fiscais a colher amostras do produto para verificar a qualidade. Certíssimo. Fui à praia na semana passada e testemunheiro um diálogo entre uma menina e um vendedor:
- Moço, não tem mate em galão?
- Não, minha filha, os homem proibiram na covardia, deixaram os amigos aí sem sustento.
Alô, prefeito (que às vezes é criticado aqui), bola dentro!
- Moço, não tem mate em galão?
- Não, minha filha, os homem proibiram na covardia, deixaram os amigos aí sem sustento.
Alô, prefeito (que às vezes é criticado aqui), bola dentro!
Votar pra quê? No lugar de eleição, licitação
Ainda Angra. Depois da tragédia, descobre-se que a prefeitura licitou e terceirizou o trabalho de ficalização da ocupação de áreas de risco. A política neo-liberal de entregar o que público, geralmente sem ônus apenas com bônus, assola o país desde os anos 90. Não deve estar longe o dia em que um governador, um presidente ou um prefeito eleito informará já no discurso de posse o nome da empresa vencedora da licitação para governar no lugar dele. Pra que intermediário?
Sai de baixo...
Susana Vieira vai ser a mãe de Jesus na recriação da Paixão de Cristo. Legal. Virou comédia? Jesus pode ser o Renato Aragão, Sergio Malandro vai de Pilatos, a ex-BBB Priscila ficaria bem como Maria Madalena, Jô Soares pode ser o José, já gordo e cansado de ser um pai-laranja, os doze apóstolos podem ser a seleção brasileira de 2006 mais o Parreira. É zorra total!
Angelina Jolie pegou o namorado da mamãe
por Eli Halfoun
A intimidade da bela atriz Angelina Jolie, que certamente viaja nos sonhos eróticos de seus fãs, sejam homens ou mulheres, está disponível. Calma, calma: é só em um livro. Em uma biografia não autorizada e com lançamento previsto para os próximos dias, o escritor Andrew Morton invade detalhes da vida íntima da atriz. Conta, por exemplo, que, aos 16 anos, Angelina teria ido para a cama com o namorado de sua mãe. O episódio veio a público através de artigos publicados pelas revistas “Now” e “The Sun” em que o biógrafo conta que, ao tomar conhecimento da “estripulia” de Angelina, sua mãe, Marcheline Bertrand, pôs um ponto final ao romance duplo, o que teria estremecido a relação entre mãe e filha que ficaram anos sem se falar. A mãe de Angelina faleceu em 2007 vítima de câncer e enquanto esteve doente Angelina tentou, dizem que sem sucesso, uma reaproximação. Até agora só quem sabia do envolvimento de Angelina com o então namorado da mãe era seu irmão, James, com quem, revela a biografia, a atriz teria conversado no final do ano passado para contar o motivo da briga com a mãe. Apesar de toda a fofoca (lá é mais chique e chamam de gossip) criada em torno do livro ainda não se sabe se Angelina tentará proibir através da Justiça a circulação da biografia não autorizada. Há quem garanta que ela não está nem aí.
Chitãozinho e Xororó também ganharão minissérie
por Eli Halfoun
O plano existia, mas o sucesso da minissérie “Dalva e Herivelto” (destaque para as atuações de Adriana Esteves e de Fabio Assunção) está fazendo a Globo apressar a realização de um novo seriado musical intitulado “No Rancho Fundo” (título também da música de Ary Barroso e Lamartine Babo) e que terá a vida da dupla Chitãozinho e Xororó como tema. A minissérie está sendo escrita pelo craque Benedito Ruy Barbosa e tem estréia prevista para setembro quando a dupla completa 40 anos de carreira. As minisséries musicais da Globo têm sido importantes também para a divulgação da música brasileira, especialmente entre os entusiasmados fãs da antiga. Basta dizer que logo após a estréia de “Dalva e Herivelto” houve uma corrida às lojas especializadas em busca de gravações (que estavam praticamente no museu) da cantora e do Trio de Ouro, todas em vinil, produto raro no mercado dominado hoje por CDs e DVDs. Há quem garanta que os sebos musicais é que estão se dando bem, até porque triplicaram ou mais o preço dos LPs Com Chitãozinho e Xororó, que sem dúvida deram uma nova dimensão à música sertaneja, tudo promete ser diferente já que quase todo o repertório da dupla pode ser encontrado em CDs. De qualquer maneira as gravadoras pelas quais Chitãozinho e Xororó (José e Durval na certidão de nascimento) passaram (e não foram muitas) já estão digitalizando o que ainda está em vinil. Vinil é agora peça de colecionador e custa caro: a coleção de LPs da extinta boate Help foi vendida em leilão por R$ 9.500,00. E vale
O plano existia, mas o sucesso da minissérie “Dalva e Herivelto” (destaque para as atuações de Adriana Esteves e de Fabio Assunção) está fazendo a Globo apressar a realização de um novo seriado musical intitulado “No Rancho Fundo” (título também da música de Ary Barroso e Lamartine Babo) e que terá a vida da dupla Chitãozinho e Xororó como tema. A minissérie está sendo escrita pelo craque Benedito Ruy Barbosa e tem estréia prevista para setembro quando a dupla completa 40 anos de carreira. As minisséries musicais da Globo têm sido importantes também para a divulgação da música brasileira, especialmente entre os entusiasmados fãs da antiga. Basta dizer que logo após a estréia de “Dalva e Herivelto” houve uma corrida às lojas especializadas em busca de gravações (que estavam praticamente no museu) da cantora e do Trio de Ouro, todas em vinil, produto raro no mercado dominado hoje por CDs e DVDs. Há quem garanta que os sebos musicais é que estão se dando bem, até porque triplicaram ou mais o preço dos LPs Com Chitãozinho e Xororó, que sem dúvida deram uma nova dimensão à música sertaneja, tudo promete ser diferente já que quase todo o repertório da dupla pode ser encontrado em CDs. De qualquer maneira as gravadoras pelas quais Chitãozinho e Xororó (José e Durval na certidão de nascimento) passaram (e não foram muitas) já estão digitalizando o que ainda está em vinil. Vinil é agora peça de colecionador e custa caro: a coleção de LPs da extinta boate Help foi vendida em leilão por R$ 9.500,00. E vale
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