quarta-feira, 12 de junho de 2013

Um superastro chamado Juca de Oliveira

Memória da guerra: Samuel, interpretado por Juca de Oliveira, entra em pânico ao ouvir o barulho dos caças em "Flor do Caribe". Foto: TV Globo/Divulgação
Gueto de Varsóvia: o personagem de Juca de Oliveira vive o drama de uma sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. Foto: Reprodução
por Nelio Barbosa Horta
A interpretação do personagem Samuel Schneider na novela “Flor do Caribe” da TV Globo, é inegavelmente das mais marcantes de uma trajetória repleta de grandes participações, e vem coroar, de maneira vitoriosa a carreira de Juca de Oliveira como dos maiores atores em todos os tempos.
O ator, que já participou de mais de 30 novelas e cerca de 10 filmes, coloca neste personagem  um valor histórico de quase 70 anos, quando chama para si toda a revolta do povo judeu, que sofreu na Europa a mais profunda  das atrocidades cometidas pelo nazistas nos campos de concentração e no Gueto de Varsóvia. É uma atuação primorosa, repleta de emoção, onde Juca chega, em determinados momentos, às lágrimas, num verdadeiro “show” de interpretação, dando o realismo de um autêntico descendente de família que sofreu, no Gueto, as piores violências da Segunda Guerra Mundial.
Após a invasão da Polônia pela Alemanha, em 1º de setembro de 1939, Varsóvia sofreu pesados ataques aéreos e bombardeios de artilharia. As tropas alemãs entraram em Varsóvia em 29 de setembro, logo após sua rendição. Juca teve grandes atuações desde “Gutierritos, o Drama dos Humildes”, na TV Tupi, passando por “O Semideus”, “Fera Ferida”, “A Idade da Loba”, todas na TV Globo. Ele se destacou, também, como Santiago Moreira em “Avenida Brasil”, mais recentemente.
Foram poucas as premiações que o ator recebeu em sua longa trajetória de sucessos: melhor ator coadjuvante por “Buffo & Spalanzani”, no Festival de Gramado, e Troféu Imprensa, como “Nino, o Italianinho”. (Nelio Barbosa Horta,de Saquarema)


Leia o melhor de Fernando Moraes em formato digital. É bom e barato

por Eli Halfoun
Embora manusear o livro ainda seja fundamental para quem gosta de ler muitos escritores estão se rendendo à literatura virtual. É, por exemplo, o caso do Fernando Moraes que assinou contrato par disponibilizar seus livros em inglês, espanhol e francês através do site www.blitzbook.com. Os livros poderão ser adquiridos por 9.99 dólares em formato digital. Entre outros estarão disponíveis “A Ilha”, “Olga”, “Chatô” e o mais recente que é a biografia de Paulo Coelho. Agora só não lê o que é bom quem não quer. (Eli Halfoun)

Rodrigo Faro escreve um novo capítulo para os apresentadores de auditório

por Eli Halfoun
A decisão da Record de fazer de Rodrigo Faro o apresentador substituto de Gugu aos domingos é de inteira justiça. Rodrigo Faro representa a renovação de comportamento e estilo de apresentadores: deixou de ser apenas um ponto de ligação entre atrações e público para ser sempre uma das boas atrações do programa, no caso, ainda, “O Melhor do Brasil”, que conduz (conduzia) há anos com competência na mesma Record. Ator e cantor Faro inovou fazendo imitações, representando no palco e sem dúvida esbanjando carisma, simpatia e credibilidade - qualificações que o recomendam para competir e até ganhar mais audiência nos domingos da televisão. O sucesso de Rodrigo Faro pode ser medido também pelo número de comerciais que tem feio ultimamente. É hoje um dos apresentadores mais requisitados pela publicidade, o que mostra confirma que é sucesso, é bom vendedor e assim pode também atrair publicidade também para seu programa que também sabe “vender” muito bem. Pode-se garantir sem medo de errar que a partir de Rodrigo Faro abre-se um novo caminho e estilo para os apresentadores de programas de auditório. Está acabando a fase do apresentador tipo “vamos apresentar”. Rodrigo Faro escreve um novo capítulo na história dos apresentadores e se fizer aos domingos o sucesso que se espera todos s outros apresentadores, incluindo os mais antigos, terão de entrar nessa nova escola para não ficarem superados, o que, aliás, já estão.    (Eli Halfoun)

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Novo Maracanã precisa e merece o melhor futebol brasileiro. Vamos tomar jeito, times cariocas!

O novo e moderno Maracanã. Foto: J.E.Gonçalves
por Eli Halfoun
Foi um domingo emocionante para o futebol e em conseqüência para a torcida: a reabertura do Maracanã fez uma festa como as muitas que a torcida ajudou a construir na história de nosso mais famoso e tradicional estádio de futebol. O adormecido e agora finalmente bem vestido Maraca voltou a acordar no grito de uma torcida que talvez só tenha tido uma pequena decepção na atuação do nosso novo time de craques. Não tenho dúvidas de que grande parte dos torcedores que foram ao novo Maraca estava muito mais interessada em conhecer o novo estádio do que propriamente em ver o nosso futebol verde e amarelo ainda capenga. O Maracanã em grande forma e reforma foi a estrela da tarde e foi o responsável maior por um momento de profunda emoção para qualquer torcedor que já tenha assistido a um jogo no velho Maraca. O novo Maracanã pode não estar perfeito, ma está bem perto disso. Agora só falta os times cariocas reencontrarem o seu melhor futebol para fazer justiça a uma casa de espetáculos que precisa e merece um futebol espetacular. A seleção ficou devendo, o Maracanã não. (Eli Halfoun)

“A culpa é do sistema”. Essa é a nova desculpa para a incompetência humana

por Eli Halfoun
A era da informática colocou em alta várias palavras (a maioria em inglês) e uma delas é “sistema”. Mais do que uma palavra, passou a ser uma nova desculpa para erros e incompetência das empresas que amontoam todos os dados sobre seus clientes no sistema. Repare só como qualquer erro (e não são poucos) cometido pelas empresas em prejuízo do consumidor (sempre pagando o pato) é “falha do sistema” - falhas que prejudicam muito o consumidor e que não são punidas com rigor. Ou seja: o consumidor fica nas mãos de um sistema mal utilizado e é obrigado a sair em campo e bastante tempo para regularizar uma situação que se não fosse por culpa do sistema estaria normal. Dois exemplos: a NET programou uma mensagem dando prazo de 72 horas para que o cliente regularize sua situação. A afronta é tão grande que mesmo com o pagamento da mensalidade rigorosamente em dia a incompetência da NET não tira o telefone do consumidor do sistema e fica atormentando sua vida como se ele devesse alguma coisa. No caso quem deve é a NET que além de não oferecer bons serviços ainda trata os clientes como maus pagadores e com ameaças que são uma agressão e que sugerem que o consumidor entre na Justiça para processar a NET por abuso, constrangimento e falsa acusação.

Outro recente exemplo é o da Cooperativa Qualicorp, que manipula vários planos de saúde (entre eles Unimed) e que por “falha no sistema” deixa o cliente impossibilitado de realizar exames e consultas, mesmo estando com a mensalidade rigorosamente em dia. A Qualicorp e a Unimed precisam avisar aos sistemas que com saúde não se brinca e não se pode cometer nenhuma irresponsabilidade que prejudique os clientes. Em hipótese alguma os clientes podem continuar nas mãos de um sistema que passou a ser culpado de tudo mesmo que não seja e nada tenha a ver com a incompetência de quem o utiliza inadequadamente. O sistema não faz absolutamente nada que o homem não controle ou determine.  (Eli Halfoun)

Cartão corporativo é a salvação da pátria para qualquer brasileiro

por Eli Halfoun
Sem alguém me perguntar o que gostaria de receber individualmente do Governo Federal responderia sem hesitar: um cartão corporativo desses que são disponibilizados para ministro e outros, digamos, funcionários de confiança. É uma espécie de mapa da mina para efetuar gastos que serão pagos pela população. Recente levantamento apurou que nos primeiros quatro meses do ano as despesas feitas com cartões corporativos do Governo Federal chegaram a R$ 15.2 milhões. Desse total ninguém ficará sabendo onde foram parar R$ 7,3 milhões usados em “despesas sigilosas”. Se sumiu (e sumiu) ninguém sabe, ninguém viu. (Eli Halfoun)

Morte de César agita as muitas especulações de “Amor à Vida”

por Eli Halfoun
O telespectador viciado em novelas tem grande imaginação e costuma fazer muitas especulações em torno do desenvolvimento da novela que está na moda como é agora o caso de “Amor à Vida”. Embora ainda tenha muita coisa pela frente a novela de Walcyr Carrasco não escapa da imaginação do público e até do elenco. O que se diz agora é que o personagem César (Antonio Fagundes) morrerá vítima do coração quando descobrir que está sendo roubado pelo filho Félix (Mateus Solano em grande interpretação). O autor não confirma os boatos e por isso mesmo há quem garanta que mesmo que a morte do personagem venha a acontecer, Antonio Fagundes não deixará a novela: César continuará aparecendo em cenas de flash-back que, aliás, prometem muitas revelações.

O público também terá muito para especular e discutir com a entrada em cena dos personagens Niko e Eron interpretados por Marcelo Anthony e Thiago Fragoso. O casal gay entra em cena discutindo de saída a adoção de um filho já que é um casal sólido e feliz e que, portanto, pode perfeitamente criar um filho adotivo com conforto e segurança. Niko e Eron prometem acelerar uma discussão que faz parte da realidade. De qualquer maneira a emissora pediu ao autor Walcyr Carrasco que não exagere nas cenas de carinho entre os dois e que nem pense em fazer uma cena de beijo gay porque será vetada pela direção da emissora. A Globo não quer comprar briga com a igreja e nem com os evangélicos dos quais se aproxima cada vez mais Vai ficar em cima do muro. Só para não perder o costume. ( Eli Halfoun)

Brasil atrai mais investimentos do que toda a Aliança do Pacífico

por Eli Halfoun
Pelo menos para investidores estrangeiros a situação econômica do Brasil ainda é bastante atraente: recentes dados mostram que foram aplicados no Brasil US$ 65 bilhões, ou seja, mais do que a soma total de investimentos estrangeiros feitos no Chile, México, Peru e Colômbia, que são os quatro países criadores da Aliança do Pacífico. A criação da Aliança foi inspirada no Mercosul que não vai muito bem: continua enfiada em uma série de problemas comerciais que a fazem ficar semiparalisado. Correram com muita sede ao pote e deu em nada. (Eli Halfoun)

São Paulo já tem número recorde de roubos em apenas um mês

por Eli Halfoun
Quem estiver pensando (pensar ninguém pensa, mas às vezes precisa) ir para São Paulo não pode deixar de incluir na bagagem um manual de prevenção (cuidados) contra assaltos. Os dados oficiais da Secretaria de Segurança paulista são assustadores: a cidade Paulo contabilizou em abril 10.391 roubos. Trocando em miúdos são 346 por dia ou 14,5 por hora. Se essa média for mantida São Paulo terá 125 mil roubos por ano. É um número que pode acabar colocando São Paulo no livro mundial de recordes. (Eli Halfoun)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A República Fundamentalista avança...

Sharia (leis religiosas) ameaça o Brasil

Trabalhadoras do Brasil...

A censura e o cafetinismo fundamentalista derrubam campanha contra a Aids. Mais uma vez. Foi Alexandre Padilha, o ministro da falta de Saúde, o aiatolá da censura. Ou o Brasil acorda ou vai chegar o dia em que por pressões religiosas vão proibir vacinas, transfusões de sangue, pesquisa genética, celula tronco, pipoca de micro-ondas, chope gelado, acarajé, croquete e açaí

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Futebol da França está de olho em Ganso

por Eli Halfoun

Primeiro foi Neymar. Agora será vez de seu amigo Paulo Henrique Ganso também ser comercializado para o exterior, o que só não aconteceu antes porque o jogador enfrentou grave contusão. Sabe-se que o Paris Saint-German, que já levou Lucas, do São Paulo, procurou o clube mostrando interesse na contratação imediata do jogador. O São Paulo até toparia com facilidade. Só que agora é o jogador que não quer deixar o Brasil e não quer porque seus assessores acreditam que esse não é o momento. Acham que Ganso precisa recuperar seu melhor futebol completamente a ponto de ser convocado para a Copa de 2014 e só depois, com o passe mais valorizado pensar em deixar o Brasil. Pode ainda não ter futebol, mas já tem lógica. (Eli Halfoun)

Brasil atrai mais investimentos do que toda a Aliança do Pacífico

por Eli Halfoun

Pelo menos para os investidores estrangeiros, a situação econômica do Brasil ainda é bastante atraente: recentes dados mostram que foram aplicados US$ 65 bilhões no Brasil, ou seja, mais do que a soma total de investimentos estrangeiros feitos no Chile, México, Peru e Colômbia, que são os quatro países criadores da Aliança do Pacífico. A criação da Aliança foi inspirada no Mercosul que não vai muito bem: continua enfiada em uma série de problemas comerciais que a fazem ficar semiparalisada. Correram com muita sede ao pote e deu em nada. (Eli Halfoun)

domingo, 2 de junho de 2013

Sol que vai e volta...

Cagarras...


No detalhe da foto maior, confundindo-se com a Ilha Redonda, um dos navios-patrulha da Marinha em treinamento para esquema de segurança durante a Copa das Confederações.

Continua a degola na mídia: tsunami de demissões assola redações desde dezembro de 2012

Foto:Reprodução
O "Financeiro" - esta é sempre a justificativa - comanda demissões em massa nas principais redações. Já são milhares, apenas no eixo Rio-São Paulo e BH, incluindo cortes de prestadores de serviço, os "pessoa jurídica", PJs, que não aparecem nas estatísticas do Ministério do Trabalho.  Na semana passada foi a vez da Trip, que edita as revistas Trip e TPM, anunciar seus cortes (leia no Portal Imprensa, clique AQUI). Nos corredores, as razões do impessoal "Financeiro" variam de empresa para empresa. Algumas têm dívidas em dólar e com a alta da moeda americana as contas foram pro brejo; outras mudam o foco dos negócios minimizando setor de mídia impressa; há quem tenha altas despesas com jatinhos e mansões debitadas na contabilidade da empresa; outros mais não se prepararam e não sabem lidar com a midia digital, que vêm como concorrente e não como futuro; há veículos que recebiam gordas verbas públicas e com os cortes dos orçamentos federal e estadual viram a boa boca secar. Infelizmente, o resultado dessa soma é o fim de milhares de empregos.

Dilma Bolada: Facebook pede desculpas por censura

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Trem do Corcovado: confusão e arrogância

Foto: Reprodução O Globo
Trata-se de uma concessão pública, mas cadê o respeito ao usuário? A prefeitura parece impotente para exigir que o trem do Corcovado atenda os turistas. E a justiça ainda concede liminar para garantir ao eterno dono do pedaço o caos. A arrogância é tamanha que nem explicações à imprensa a empresa se digna a dar. Basta perguntar a quem veio ao Rio no feriadão e teve a péssima ideia de ir ao Redentor. Parece ser um território ao qual o poder público não tem acesso, um bolsão com regras próprias. É a lei do lucro acima de tudo e prejuízo público sem a obrigatória contrapartida do bom serviço. Quem perde é o Rio. Alô Eduardo Paes.

sábado, 1 de junho de 2013

Pegue, leia e devolva... é grátis


Trata-se da primeira biblioteca de rua, gratuita, de Nova York. Foi criada pelos arquitetos venezuelanos Marcelo Ertoteguy e Sara Valente. Você simplesmente entra na cúpula que proteje os livros, pega, leva, lê e devolve. Pode levar pra casa ou, se preferir, ler no local acomodado na fileira de cadeiras à disposição.

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Deu no "Grobo"...

Clique para ampliar. Reproduzido da da coluna "Jornal da ImprenÇa" no Comunique-se

E a capa mais criticada do mês: anorexia na revista T

A revista T, publicação do New York Times, colocou na capa em maio uma estudante de medicina de 20 anos. Cartas para a redação acusaram a T de incentivar a anorexia.




A capa do mês: no Dia das Mães, a New York estampou um casal de lésbicas lendo um cartão

A capa, que recebeu milhares de mensagens de aplausos (e também iradas críticas, a maioria enviadas do conservador Meio-Oeste americano), ainda repercute. Mexeu com os leitores e foi alçada a capa do mês.