segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

FHC mostra em uma resposta o que falta ao PSDB

por Eli Halfoun

Parece que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está vendo com bom humor as dificuldades que seu partido, o PSDB, enfrenta. Há dias ao ser procurado por um repórter na convenção que os tucanos realizaram em São Paulo, FHC respondeu com uma verdade bem-humorada quando o repórter lhe perguntou "o que afinal faltou ao PSB em suas últimas atuações eleitorais". FHC foi rápido e rasteiro: Ué, faltou voto". Falta muito mais. (Eli Halfoun)

Eduardo Paes pode ser surpresa como sucessor de Cabral no governo do Rio

por Eli Halfoun

O jogo político muda todo dia reforçando a tese de que políticos trocam mais de partido do que de camisa. Quando todos davam como certa a candidatura do senador Lindberg Faria como candidato do PT ao governo do estado em 2014 surgem especulações de que ele será candidato sim, mas pelo PSB, inclusive com apoio do governador de Pernambuco Eduardo Campos. Pesquisas em torno do nome de Lindberg preocupam o governador Sergio Cabral que não afasta inclusive a possibilidade de desistir da candidatura de seu vice de Luís Fernando Pezão, que o próprio Cabral sempre anunciou como seu sucessor, e partir firme para a candidatura do prefeito Eduardo Paes que, em princípio, não gosta da idéia porque acabou de ser reeleito e quer levar seu trabalho e promessas até o final do mandato. Assim que for lançado como candidato ao governo terá de abandonar a Prefeitura. E ficar queimado como José Serra ficou em São Paulo. (Eli Halfoun)

Juninho: um pé nos Estados Unidos com o coração no Brasil

por Eli Halfoun

Está na cara que se os americanos do Red Bull quiserem (basta insistir só mais um pouquinho) tirarão Juninho Pernambucano do Vasco e ele sem dúvida passará a ser o novo Reizinho do futebol nos Estados Unidos. Juninho nunca escondeu que é torcedor do Vasco, mas sabe muito bem que não pode misturar o coração com os pés. Ele tem bons motivos, além dos que o fariam financeiramente ainda mais independente, pra experimentar uma temporada em um país que não conhece e que pode proporcionar um novo aprendizado cultural. Além do mais a filha mais velha do jogador estuda na Califórnia e certamente isso pode pesar na decisão já que embora até aceite, nenhum pai gosta de ficar longe dos filhos. A essa altura até o Vasco tem interesse em abrir mão de Juninho, que é uma pedrinha na chuteira da diretoria. Juninho faz cobranças e como aprendeu em campo que o futebol é coletivo suas cobranças também são: quer que o Vasco mantenha os salários de jogadores e funcionários em dia e isso o Vasco não perece ter no momento a menor capacidade de fazer. O Vasco atravessa uma fase assustadora (estou assustadíssimo). Torcedor até sabe que essas fases negativas vão e voltam. A do Vasco está demorando muito para ir. Se for espera-se que não volte. Nunca mais. (Eli Halfoun)

Robinho no Brasil outra vez é um papo que ficou só no sonho

por Eli Halfoun

A torcida do Santos e a brasileira de uma maneira geral podem parar de sonhar com a volta de Robinho ao futebol brasileiro. Bem que o Santos, o time que o lançou tentou, mas acabou descartando definitivamente essa possibilidade diante do que lhe foi proposto financeiramente: Robinho queria mais de um milhão de reais mensais de salário e o Milan, que o tem sob contrato, pede R$27 milhões para liberá-lo. O Santos decidiu que investirá em jogadores que atuam por aqui e buscará em sua base os novos craques. É o que deveriam fazer todos os nossos sempre endividados clubes de futebol. (Eli Halfoun)

sábado, 8 de dezembro de 2012

Mano Menezes é o sonho maior do Flamengo. Sonhar não custa nada, se custasse o Fla estava fora

por Eli Halfoun

A recém-eleita diretoria do Flamengo, que afasta Patrícia Amorim da presidência do clube, não confirma oficialmente, mas nota exclusiva publicada no jornal O Dia, do Rio garante que o clube estaria negociando com o técnico Mano Menezes para assumir mais do que o cargo de técnico. O que o Flamengo quer é que Mano Menezes aceite ser o novo diretor-técnico do clube para enfim organizar as coisas e botar ordem na casa. Mano Menezes também não fala sobre o assunto, mas quem o conhece mais de perto acha que mesmo quando for oficialmente convidado dificilmente aceitará: o plano do ex-técnico da seleção brasileira é dirigir uma seleção do exterior. De preferência uma com a qual não tenha obrigação de ganhar. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Big Bang Theory: nerd se dá bem e casa com uma das mulheres mais bonitas da India... deu no TMZ

Raj, al mare, com a gata indiana. Reprodução TMZ/You Tube
Um video-paparazzo do site TMZ flagrou o ator  Kunal Nayyar, que faz o papel de Rajesh Koothrappali de The Big Bang Theory, em companhia da mulher. Raj, como é chamado pelos colegas do seriado, descolou um monumento indiano. O site descreve a mulher dele como uma "indian beauty queen", vencedora de concursos de beleza no país. Na trama de Big Bang, o personagem de Kunal Nayyar tenta, tenta, mas quase nunca come ninguém. Já na vida real, o moleque nerd mandou bem.
Veja o vídeo. Clique AQUI

13 de janeiro: dia mundial de tirar as calças no metrô

Acontecerá em janeiro a 12ª edição do "No Pants Subway Ride".  É o dia de andar sem calças no metrô. Nova York é a pioneira nesse tipo de evento. Só que para a versão 2013, 59 cidades espalhadas pelo mundo aderiram. O objetivo dos participantes da performance coletiva é, além do conforto, levar um pouco de bom humor à rotina dos passageiros. No ano passado, São Paulo aderiu ao bota-fora das calças.
Veja um vídeo do " 11º No Pants", em NY, em 2012. Clique AQUI 

Fernanda Montenegro: “Internet deixou o homem solto, indomável”


por Eli Halfoun
Nem todos se deixaram picar pelo veneno da obrigatória utilização da informática no mundo moderno. Muita gente ainda resiste às facilidades de convivência através do Facebook e outras ferramentas. Fernanda Montenegro não está entre as mulheres modernas mais entusiasmadas com a informática, embora saiba e reconheça sua importância: “Ainda gosto de escrever à mão. Não me iniciei nesse mundo de Facebook, internet. Acho fantástico. As fronteiras acabaram. É o ser humano solto, indomável” (Eli Halfoun)

Deu no Propmark: tsunami de demissões na mídia brasileira. Passaralho voando baixo em redações de grandes jornais e revistas...



Você deve ter visto, recentemente, em jornais, revistas e TVs, notícias sobre as demissões na empresa aérea Gol, que extinguiu a subsidiária Webjet e mandou embora centenas de funcionários. Já a notícia acima você dificilmente verá publicada em grandes jornais, revistas ou veiculada em telejornais. Assim como nunca viu a mídia noticiar, por exemplo, as muitas greves de jornalistas e gráficos acontecidas já pós-ditadura. As grandes corporações de comunicação silenciam sobre tais eventos internos e praticam forte e explícita auto-censura. Há em curso, no momento, uma verdadeira temporada de caça ao jornalista nos principais veículos. Como em uma guerra, colegas registram listas de baixas no Dia, Folha, Record, no portal IG etc, etc. Mas apenas sites especializados e blogs independentes noticiam essa devastação silenciosa que o passaralho está fazendo nas redações. São tempos de baixo astral e de cruel Natal para muitas famílias.

(O texto abaixo é do Propmark) 
Informações sobre uma série de demissões no Grupo Abril atingem o mercado brasileiro de mídia. As redações, o departamento de marketing e a unidade de negócios das revistas masculinas foram algumas das áreas que sofreram baixas. Entre as publicações, Playboy, Alfa, Guia Quatro Rodas, Viva Mais, Claudia, VIP, Men's Health e Nova Escola tiveram cortes. A Delícias da Calu, revista popular de receitas, foi extinta. Segundo fontes do Propmark, a Abril deve alegar que as movimentações fazem parte do "turnover natural" de um grupo do porte da editora. As demissões chegariam a 180 funcionários. A reestruturação deve ter continuidade até o fim da semana. Há também informações de demissões no portal do jornal O Estado de S.Paulo. Fontes indicam que sete pessoas já foram demitidas, incluindo três editores. Procurados pela reportagem do propmark, até o fechamento desta nota nem o Grupo Estado nem a Editora Abril se posicionaram oficialmente sobre o assunto.
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Pescoço é o homem brasileiro (e mundial) em “Salve Jorge”

Lurdinha (Bruna Marquezine) detesta ser espiada por Pescoço (Nando Cunha). Foto: TV Globo/Divulgação

por Eli Halfoun
Interpretado corretamente pelo ator Nando Cunha, o personagem Pescoço nem tem tanta importância para a trama de “Salve Jorge”, mas de qualquer maneira agrada o público e agrada porque é uma digamos espécie de raios-X do homem brasileiro que, como se diz popularmente, não pode ver mulher. O ator Nando Cunha tem sentido nas ruas nas ruas a repercussão de seu trabalho e sabe o motivo. Ele com a palavra: “O Pescoço não é tarado, é mulherengo. Ele é a personificação de todo homem, pois mesmo o mais certinho, ainda que não traia, pensa e olha para outras mulheres. A diferença é que o Pescoço é descarado”. Nesse mundo felizmente cada vez mais liberal, as mulheres, mesmo que não traiam, não olham apenas para os maridos. Até porque como diz o povão, olhar não tira pedaço. (Eli Halfoun)

A "bruxa" da corrupção que tem tudo a ver com a aparência


por Eli Halfoun
A vida nos ensina que é preciso confiar desconfiando, ou seja, por mais que você confie nas pessoas é chato, mas é necessário, estar atento para que as “pessoas de confiança” não cometam “malfeitos” que geralmente fazem com que se desconfie até da nossa confiança. Mesmo quando delegamos autonomia para o comando de qualquer coisa é fundamental estar atento para que essa autonomia não extrapole a ponto de comprometer todo um trabalho e muitas pessoas. Se o governo tivesse feito nisso, ou seja, confiar desconfiando, essa sra. Rosemary Noronha não teria chegado tão longe em seus desmandos. Confesso que por mais que acompanhe esse novo (certamente não o último escândalo de corrupção) não consigo entender como uma senhora que nem tinha tanto poder assim conseguiu acumular influência suficiente para enrolar tantas pessoas. A senhora Rosemary ainda tem muito a esclarecer: é acusada de praticamente comandar uma quadrilha agindo como uma bruxa malvada. Inclusive fisicamente. (Eli Halfoun)

Rodrigo Lombardi se sente roubado pelos paparazzi. Não é aparecer na mídia o que ele queria?


por Eli Halfoun
“Acho um saco! Uma gente que rouba você, que te esgota, que te incomoda, que te cerca.... mas temos que conviver com eles” - a declaração é de Rodrigo Lombardi (o Theo de “Salve Jorge”) e está na revista "A", de Ana Maria Braga. Lombardi não é o primeiro e nem será o último ator a reclamar da perseguição dos paparazzi, que, aliás, eles, atores, adoram quando buscam a fama, como o próprio Lombardi certamente adorava quando passou dificuldades para atuar (pensou até em desistir da carreira). Qualquer um que se proponha a investir em uma carreira que o possa transformar em uma pessoa pública precisa estar preparado para esse tipo de exposição. Acompanho profissionalmente o meio artístico há 40 anos e sei que protestar contra os fotógrafos perseguidores faz parte do ofício. Os atores ainda não aprenderam a lidar com esse tipo de situação que, às vezes, é mesmo exagerada simplesmente porque se escondem e correm como se tivessem algo de muito grave para esconder. No dia em que perceberem que se deixando fotografar normalmente estarão colocando um fim na perseguição dos paparazzi que, ao contrário do que diz Lombardi, não fazem parte da turma que rouba ninguém. Pelo contrário são profissionais corretos, responsáveis, tentando fazer o que seu o trabalho, tão chato para eles quanto para os artistas. Se o artista se deixa fotografar normalmente acaba com o mistério e, portanto, com o interesse dos fotógrafos. Débora Nascimento e José Loreto deram recentemente um belo exemplo: quando passaram a ser foco de lentes fotográficas indesejadas vieram a público (foram juntos e assumidos ao “Domingão do Faustão”) e colocaram ponto final na graça de fotografá-lo às escondidas. Débora não ficou menos interessante para a mídia. Loreto também não, mas o namoro que atraia curiosidade ficou público e, portanto, interessante apenas para o casal. O mesmo aconteceu com Murilo Benício e Deborah Falabella que ao assumirem o namoro puderam ter uma lua-de-mel tranquila e sem lentes fotográficas como testemunhas. Quem procura fama precisa de saída aprender a conviver com ela porque no dia em que a fama diminuir ou acabar os mesmos artistas que reclamam agora da perseguição dos fotógrafos e que passarão a perseguir as lentes fotográficas. Como, aliás, sempre fazem em início de carreira. (Eli Halfoun)

Morte de Niemeyer repercute no mundo inteiro... mas aqui houve quem o chamasse de idiota









Os principais jornais do mundo, portais de notícias e sites de grandes revistas dedicaram matérias especiais sobre o arquiteto brasileiro. Por aqui, O Globo, Folha de São Paulo, Extra, Estado de Minas, Correio Braziliense e Estado de São Paulo publicaram cadernos especiais. Mas circula no twitter, Facebook e blogs uma onda de indignação: a Veja noticiou a morte do arquiteto com um curto e grosso título, reproduzido abaixo.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Viu isso? Foi em Curitiba...

Veja a cena. Clique AQUI

Tchecas, as vítimas do Pânico na TV...

Reprodução
Nada de censura. O Pânico caiu na "pegadinha" das Tchecas e foi à justiça. Faltou fair play... no c. dos outros...O programa é o rei de fazer "pegadinhas", colocar os outros em situações ridículas e sacanear minorias, quando caiu em uma bem bolada - a das belas modelos da cerveja "Proibida" - apelou. Dizem que a RedeTV, aquela que atrasa salários, ganhou em primeira instância. Sou mais as Tchecas. Viva a liberdade de expressão!

Atualização: a Companhia Brasileira de Bebidas Premium, fabricante da cerveja "Proibida", informou à imprensa que não há ainda decisão da Justiça com relação ao pedido de indenização da ação da RedeTV! contra a CBBP no caso "As Tchecas do Pânico".
  

Niemeyer: uma vida imortal que nem a morte conseguirá apagar

por Eli Halfoun

De tudo o que se disse sobre a morte do genial Oscar Niemeyer, a frase mais bonita foi, sem dúvida, a da presidente Dilna Roussef: "É dia de chorar a morte. É dia de saudar sua vida". A frase sintetiza tudo o que Niemeyer representou para o país e o mundo e é também uma lição para que aprendamos a lidar com a morte de amigos e parentes: em vez de apenas chorar a morte será mais profundo e justo saudar a vida de quem morreu e que sempre nos deixa além de saudade um legado de exemplos e ensinamentos. Oscar Niemeyer deixou muitos. Tive o privilégio de entrevistá-lo uma única e inesquecível vez para a minha longa vida jornalística. Ele me recebeu (eu e outros colegas da "Revista Nacional") no estúdio que mantinha na Avenida Atlântica (Posto 6) e do qual podíamos contemplar através e imensa janela totalmente envidraçada (Niemeyer amava e respeitava a arquitetura da natureza) um iluminado mar suave e  tranqüilo como o próprio Niemeyer, que durante mais de duas horas de entrevista falou de seus planos ( já estava bem idoso) e se mostrou como um menino entusiasmado com novos projetos. Naquela manhã, Niemeyer parecia o doce e sábio avô do grupo (ele foi isso para todos) de jornalistas que o entrevistava. Falava pausadamente (não por cansaço, mas para que todos entendessem). Cada frase e resposta era uma lição de vida que é claro tratei de absorver ao máximo. Confesso que até esqueci que ali estava para exercer a função de repórter e me deixei quase hipnotizar por tudo o que Niemeyer dizia com convicção, sabedoria e verdade. Saí de seu estúdio consciente de que no dia em que ele deixasse essa vida perderíamos mais do que um arquiteto genial. A perda é de homem um admirável. Um construtor de vidas que deveria ser imortal para nos ensinar cada vez mais. (Eli Halfoun)

Quando Oscar Niemeyer aconteceu na Manchete...

por José Esmeraldo Gonçalves 
Em 2008, durante a preparação da coletânea "Aconteceu na  Manchete, as histórias que ninguém contou", lançada pela editora Desiderata, o grupo de autores, todos jornalistas que atuaram na extinta Bloch, considerou indispensável para a abertura do livro um texto de uma personalidade cuja trajetória se cruzava com a editora. Era Oscar Niemeyer, caro amigo de Adolpho Bloch. A Manchete acompanhou cada passo da brilhante carreira do arquiteto que, inúmeras vezes, visitou a redação da revista. A própria construção de Brasília foi documentada, tijolo por tijolo, curva por curva, por repórteres e fotógrafos da Manchete. Coube ao arquiteto projetar a sede da editora, na Rua do Russell. Outra das suas obras no Rio também o aproximaria ainda mais da revista. Manchete transformava o carnaval carioca em um grande acontecimento. E coube a Niemeyer construir seu palco apoteótico, o Sambódromo, cena de memoráveis coberturas jornalisticas da revista e da Rede Manchete.
Foi assim que, convidado por Lenira Alcure, uma das autoras do "Aconteceu", o saudoso Niemeyer escreveu especialmente para o livro um texto afetivo, com um suave traço da poesia que gravava na ousadia das suas criações em concreto. Leia, a seguir.

  

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

É preciso aprender a ser (ou estar) só

por Eli Halfoun

O ser humano tem como uma de suas mais fortes características a necessidade de reclamar de quase tudo, mesmo quando esse quase tudo está muito bom. Uma das reclamações mais constantes é a da solidão: quem está só reclama da solidão, mas quando está acompanhado reclama da chatice de ter mais uma pessoa dividindo o espaço. Conviver com a solidão é só uma questão de aprendizado e de conviver com o próprio eu que às vezes é mais chato do que supomos. Depois que ficou viúva e morando sozinha Fernanda Montenegro aprendeu e ensina a lidar com a solidão, que nem sempre é solidão mesmo. Diz aí Fernanda: "Eu gosto de estar só. Não que goste da solidão. A minha não é vazia". (Eli Halfoun)

Vinho não é bebida proibida. Pelo contrário: é remédio

por Eli Halfoun

Uma cervejinha cai muito bem nesse calor infernal, mas se, por algum motivo, você estiver proibido de beber tem uma boa desculpa para tomar pelo menos uma taça de vinho tinto seco por dia (é pouco, mas é melhor do que nada). Cardiologistas garantem que apenas uma (bem que podia ser mais) taça de vinho diariamente é um santo remédio. Por conter resveratol o vinho (só uma taça diária) ajuda a prevenir a ateroesclerose, a hipertensão, o colesterol alto e o mal de Alzheimer. Está esperando o que? Faça um brinde agora. (Eli Halfoun)

Falta muita gente na cadeia. Também faltam muitas vagas para tantos ladrões

por Eli Halfoun

Ainda falta muita gente atrás das grades, mas o Brasil já tem 514 mil presos para 300 mil vagas. Se todos os que merecem estivessem nas cadeias a falta de vagas seria de pelo menos o dobro. Levantamento do Fundo Penitenciário Nacional revela que já somos a quarta maior população carcerária do mundo. Os países com o maior número de presos são os Estados Unidos com 2,2 milhões; a China com 1,6 milhões e a Rússia com 740 mil. Se quiser (vai precisar) aumentar o número de vagas nos presídios o Brasil terá de investir R$ 4,2 bilhões: o custo médio para criar uma vaga é de R$ 20 mil. Se esse dinheiro tivesse sido aplicado em educação certamente não haveria tantos presidiários. O que desanima é que mesmo os que supostamente tiveram boa formação andam roubando mais e fazendo inveja em qualquer ladrãozinho de esquina. (Eli Halfoun) 

Neymar aproveita o embalo e lança produtos da NJR 11, a sua marca

por Eli Halfoun

Quem acredita que a chuteira é que faz o craque e sonha (só em sonho mesmo) jogar como Neymar pode usar chuteira idêntica a que ele calçou na recente partida (se é que se pode chamar assim) entre as seleções do Brasil e da Argentina. Foi nessa partida que o jovem craque estreou a chuteira da marca NJR 11, que começa a ser comercializada. A chuteira é apenas o primeiro produto que Neymar lançará com sua assinatura. Como aconteceu com a R10 de Ronaldo a nova marca de Neymar também terá várias ofertas (a maioria para esportes) em fase de confecção. A variedade de marcas esportivas personalizadas aumentará no ano que vem quando o também craque Oscar, que anda comendo a bola no inglês Chelsea, lançará sua marca. Por enquanto, são os únicos com a bola cheia para fazer isso e apostar no entusiasmo consumista da torcida. (Eli Halfoun)

Neymar: “Meu objetivo é ser feliz e não o maior jogador do mundo”

por Eli Halfoun

É costume dizer que a vida é a nossa maior e melhor escola. É mesmo, desde que saibamos aprender com ela, a vida. Aos 20 anos, Neymar (o maior craque brasileiro da atualidade) aprendeu com a fama e o futebol o que existe de melhor e mais intenso na vida: a felicidade. Ao contrário de empresários e torcedores, Neymar não está nada preocupado em ser o melhor jogador do mundo (para ele o melhor é Messi) e diz: "Ser o melhor jogador do mundo não é o meu objetivo. Meu objetivo é estar feliz. Para mim felicidade está em primeiro lugar". Só assim é realmente possível ser feliz. (Eli Halfoun)

Contigo! nas bancas, edição de aniversário, recorde histórico de páginas de publicidade

A Contigo! que está nas bancas celebra seus 49 anos. Com Ivete e o marido, Daniel, na capa, a revista bate recorde de anúncios. São 139 páginas pagas, excetuado-se permutas e bonificadas.