sábado, 26 de abril de 2014

Deixa o Felipão faturar! Imagina se ele ganhar a Copa...

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por Eli Halfoun
Não são poucos os torcedores que criticam a decisão do técnico Luis Felipe Scolari em aceitar transformar-se em garoto-propaganda de vários produtos. Torcedores mais exagerados acham que Felipão está se aproveitando do momento para faturar e aparecer de qualquer maneira. Não há nada quer impeça Felipão de exercer outra atividade desde que não prejudique seu trabalho no comando da seleção. Quanto ao faturamento também não é pecado aproveitar as boas oportunidades da ocasião. Vejamos o lado positivo: os anúncios avalizados por Felipão estão ajudando a desfazer a errada imagem de que ele é antipático e rabugento. Já mostrou que não é e isso o é muito bom para aumentar a simpatia e a torcida em torno do nosso grupo que busca o hexa. Além do mais a corrida do mercado publicitário pela presença de Felipão mostra o quanto existe de credibilidade em torno do trabalho desenvolvido. Se não houvesse simpatia e credibilidade por parte da torcida nenhum produto gostaria de ter seu nome vinculado ao do técnico, que já é campeão por antecipação só por ter conseguido animar o otimismo da torcida para ganhar o hexa. Felipão sabe que a torcida é fundamental para ganhar jogos e está jogando com ela para formar um time que passa a ter mais do que    apenas 11 jogadores em campo. (Eli Halfoun)

Torturas e mortes do regime militar não podem ficar impunes. Nem ser esquecidas

por Eli Halfoun
Os monstros nazistas que torturaram e assassinaram milhares de judeus (e não só judeus) nos campos de concentração da Alemanha não ficaram impunes: fugiram, esconderam-se com o rabo entre as pernas, mas acabaram presos, julgados e evidentemente condenados pelas desumanas atrocidades que cometeram. Alguns foram encontrados mortos, o que não significa que se deva fazer justiça pelas próprias mãos, embora muitas vezes ela seja vista apenas uma espécie de troco aos assassinos. A morte do coronel Paulo Manhães (foi encontrado morto por asfixia em sua casa no Rio) não chegou a ser nenhuma surpresa. Depois que ele deixou o país abismado diante da fria confissão das torturas e mortes que cometeu nos tempos de um regime militar que só prejudicou o Brasil era de se esperar uma reação. Não se sabe ainda o que realmente aconteceu (será que saberemos?) e se não podemos concordar com esse tipo de julgamento e condenação também não devemos nos surpreender nem agora e nem no futuro. Há quem diga que o coronel recebeu o que merecia (nem tanto já que ao contrário dos que matou com requintes desumanos de crueldade certamente sofreram o que ele não sofreu e muito menos o que deixou de sofrimento para tantas famílias. Ninguém pode ficar impune diante de tamanhas atrocidades cometidas em nome de um poder que não resistiu muito tempo porque não significava poder. Aliás, não significava nada, a não ser um retrato de quanto o homem pode ser cruel com seu semelhante. Os torturadores nazistas que envergonharam a Alemanha (como os nossos envergonham o Brasil) foram presos e condenados. Ninguém quer matar ninguém por vingança, mas todo o país quer e precisa que os torturadores não fiquem impunes como não ficaram os monstros nazistas. Esses foram condenados. Os monstros brasileiros também não podem viver impunemente e precisam ser presos, julgados e condenados. Se bem que já estão condenados pela sociedade e pela vida, mas ainda é preciso dar uma satisfação ao país, mesmo que jamais esqueçamos as barbaridades cometidas pelo regime militar. Essa é uma vergonhosa e horrorosa memória que não se apaga. (Eli Halfoun)

Bandeirantes pode fazer de Datena o substituto de Luciano do Valle

por Eli Halfoun
A Rede Bandeirantes está perto de poder atender aos insistentes pedidos de José Luiz Datena para deixar de ser apresentador de programa policia, no caso o “Brasil Urgente”. A emissora estuda a possibilidade de fazer de Datena o substituto de Luciano do Valle nas principais narrações esportivas da emissora, inclusive na Copa do Mundo. Datena está entusiasmado com a hipótese e garante que sabe muito sobre futebol. Deve saber mesmo já que durante anos foi repórter esportivo em várias emissoras de rádio. De qualquer maneira, a Band vai testar outros narradores, mesmo sabendo que, embora ninguém seja insubstituível, não encontrará um substituto para Luciano que mais do que um narrador era uma história.  

Datena estão tão empolgado com a possibilidade de ser narrador que ficou até otimista em relação ao Brasil conquistar o hexa e até aposta nisso: garante que se o Brasil não for campeão apresentará o “Brasil Urgente” de cueca verde e amarela. Mais um bom motivo para o Brasil vencer: Datena de cueca na televisão deve ser um atentado ao bom gosto. (Eli Halfoun)

Fernanda Lima não esconde admiração por Dilma Roussef

por Eli Halfoun
A apresentadora Fernanda Lima leva a sério a história de que o voto é secreto. Já foi: agora não dá para se esconder atrás do anonimato nem nas votações do Congresso. Mesmo não declarando oficialmente seu voto para presidente Fernanda não esconde que tem uma enorme admiração por Dilma Roussef que considera uma mulher forte, decidida e vitoriosa. Esse voto a presidente já tem garantido na reeleição. Esse e muitos outros. (Eli Halfoun)

Público esfria a relação de amor entre Clara e Marina na novela “Em Família”

por Eli Halfoun
O público muda de opinião de acordo com a ocasião: os mesmos telespectadores que aceitaram normalmente o envolvimento homoafetivo entre os personagens Felix e Nico em “Amor à Vida” reagiu contra uma possível união mais quente entre as personagens Clara e Marina de “Em Família”. Resultado: a direção da Globo pediu que o autor Manoel Carlos freie o romance entre as duas. A ordem é criar um bom relacionamento de reconciliação entre Clara e o marido Cadu porque os ditos casais normais sempre aumentam a audiência de novelas. Além do mais Giovana Antonelli, a Clara, e Reinaldo Gianechinni, o Cadu, agradam a todos os sexos, mesmo sendo “caretinhas” Na Globo comenta-se ainda que o autor Aguinaldo Silva também recebeu recomendação de pegar leve em relacionamentos homoafetivos em sua próxima novela, que é exatamente a substituta de “Em Família” e se o público quer assim seja. Pelo menos nisso o povo é ouvido e levado a sério (Eli Halfoun)

Faturamento é assunto que deixa Gisele Bundchen irritada

por Eli Halfoun
Mesmo trabalhando muito, a modelo Gisele Bundchen, ainda a preferida do mundo, está sempre de bem com a vida. Só um assunto desagrada a simpática brasileirinha: as notícias que falam dos milhões que ela faturaria anualmente. Gisele diz que exageram muito e por conta de um suposto milionário faturamento já teve problemas com o severo Imposto de Renda americano. O que ela ganha ou deixa de ganhar é assunto do qual Gisele prefere não falar. Quem fala demais acaba pagando o que não deve e nem ganha. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 25 de abril de 2014

No MAM: exposição de Ron Mueck...









Fotos Gonça


No Recife...

O orla recuperada

Recuperação de prédios no Recife Antigo

Arquitetura preservada

Trilhos do bonde ainda aparentes

Torre Malakoff

A nova estação de passageiros do Porto do Recife

Revitalização do porto: área de lazer

Passeio de catamarã

Em Boa Viagem: bairro que cresce em...

...ritmo acelerado. Fotos Gonça

Manifestantes queimam tantos ônibus que estão quase conseguindo a "tarifa zero". Daqui a pouco, todo mundo vai a pé, e de graça, pro trabalho



por Omelete
Sou o que o jornal chama de "usuário de ônibus". No ponto em que embarco para o trampo, todo dia tem boato de que o busão não vai chegar porque foi queimado por manifestantes. Às vezes chega, às vezes virou cinza mesmo, mano. E aí, haja sola de tênis pra ralar. Sei lá, vai ver que os manifestantes têm razão em muita coisa, menos no quebra-quebra e no esculacho das pessoas que vão pro trabalho. As empresas lançam uma campanha pra tentar reverter esse fogaréu. Fala que “Ônibus queimado não leva a lugar nenhum”. Boa. Maior apoio. Pensa bem, político, nego rico, altos funcionários, ninguém anda de ônibus e tá todo mundo se lixando se queima ou não o veículo que leva milhões de trabalhadores. Dizem que os manifestantes querem "tarifa zero". Estão quase conseguindo. É tarifa zero, ônibus zero. Não demora muito, por falta de ônibus, todo muito vai ter que ir a pé pro trabalho. Ou você pensa que as empresas de ônibus são malucas de comprar veículos novos pra substituir os queimados? Nunca. E o povão vai ter que rodar em ônibus velho, os que sobraram, por um tempão. Bom, andar a pé é de graça e faz bem pra saúde. Pelo menos isso.
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Globo espera pelo novo “Fantástico” para voltar a respirar aliviada aos domingos

por Eli Halfoun
A Globo espera poder respirar aliviada a partir do próximo domingo quando entrará no ar a nova fase do “Fantástico”. A emissora espera que com as muitas modificações feitas no programa o “Fantástico” volte a dominar a audiência dominical noturna, que ultimamente tem deixado a desejar. No último domingo, por exemplo, a queda de audiência foi mais do que assustadora: o “Fantástico” teve apenas 13,7 pontos e quase perdeu para o “Domingo Espetacular” da Record que conquistou 10.4 pontos. É quase uma derrota homérica. (Eli Halfoun)

Rihanna lava roupa e emplaca mais uma capa da Vogue-Brasil

Rihanna na Ilha Grande: capa da Vogue Brasil. Foto de Mariano Vivanco/Divulgação
por Eli Halfoun
Pela quarta vez Rihanna emplaca uma capa na Vogue-Brasil: estará nas bancas na edição de maio em fotos de Mariano Vivanco. O ensaio foi feito em uma vila de pescadores na Ilha Grande, no Rio. A cantora posou fazendo topless na praia e em um tanque lavando roupa. Rihanna continua sendo um dos maiores sucessos mundiais: já vendeu 50 milhões de álbuns e 180 milhões de singles. A carreira de cantora ainda é o foco principal, mas Rihanna também abre espaço para atuar como compositora, produtora, dançarina, modelo, autora, atriz e designer de moda. É uma gulosa profissional. (Eli Halfoun)

Atenção jornais e revistas: homem, mais rico do mundo quer investir no mercado editorial brasileiro

por Eli Halfoun
Uma grande injeção de dinheiro pode chegar ao mercado editorial brasileiro. Não se sabe ainda como acontecerá, mas é certo que o mexicano Carlos Slim, considerado o homem mais rico do mundo e, segundo a revista Forbes, dono de uma fortuna de 89 milhões de dólares, está decidido a investir no mercado editorial brasileiro, considerado um dos mais promissores do mundo. Não será a primeira experiência de Slim com jornais e revistas desde 2011 ele mantém boa participação na espanhola Pisa, dona do jornal El País. No Brasil não faltarão empresários dispostos a abrir as portas de suas empresas para um sócio tão poderoso. (Eli Halfoun)

Congressistas só trabalharão duas semanas até setembro

por Eli Halfoun
Nossos congressistas ficarão sem trabalhar, o que não é novidade. Só que dessa vez será praticamente oficial: o Congresso Nacional só funcionará duas semanas entre agosto e setembro, ou seja, faltando dois meses para as eleições. Nas outras seis semanas os empenhados parlamentares estarão participando (e recebendo seus salários normalmente) de campanhas eleitorais. Isso sem contar o período da Copa do Mundo, de 12 de junho a 13 de julho. Êta empreguinho bom. (Eli Halfoun)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Memória da publicidade - Há 70 anos, marcas famosas que "prestaram serviço militar" se preparavam para ganhar mercado no pós-guerra... Veja nos reclames das revistas


por José Esmeraldo Gonçalves
A publicidade conta o cotidiano. É fonte importante de pesquisa dos hábitos de consumo de cada época. Os anúncios - ou "reclames" como eram chamados - reproduzidos abaixo foram publicados ao longo de 1944. Nas décadas seguintes, a publicidade se tornaria obviamente muito mais reveladora do comportamento e das preferências de milhões de brasileiros. Mas há 70 anos as revistas, como vitrines gráficas, mostravam que aqueles produtos em busca de consumidores já contavam alguma história. O Brasil acumulara divisas durante a guerra e estava prontinho para gastar. E os consumidores ávidos por novidades nem precisariam ir a Miami. As "lojas de departamento", os shoppings de então, como Mappin e Mesbla, esta instalada no seu célebre e suntuoso edifício do Passeio, no Rio, inaugurado em 1934, preparavam os estoques. Além disso, muitas marcas americanas estavam abrindo filiais brasileiras.  Ponto de venda não ia faltar. A Sears, por exemplo, chegaria em 1949. 
Um detalhe curioso: a guerra e principalmente o "porvir", como alguns anúncios citavam, estavam presentes na linguagem peculiar que oferecia um futuro consumista retumbante. Os textos prometiam que, quando a paz viesse, máquinas e equipamentos desenvolvidos para uso militar revolucionariam o cotidiano. Nada seria como antes. Financiamento não era problema. O cartão de crédito só chegaria ao Brasil no começo dos anos 50, o povão ainda não tinha inventado o cheque pré-datado, mas havia o carnet-crediário para não deixar ninguém desamparado na frente da vitrine.
Ainda chamado de "Constelação", o avião de transporte militar da Lockheed, se transformaria, após a guerra...

em um luxuoso avião de passageiros. Como "Constelation", foi sucesso até os anos 50, quando os primeiros jatos passaram a dominar os vôos transcontinentais. 
"Depois da guerra", a Smith-Corona portátil, uma inovação em vários modelos.
Melhoral, um grande anunciante no rádio desde os anos 30,  invadia o mercado com a ajuda dos balangandãs de Carmem Miranda. A indústria farmacêutica se engajou na guerra para criar analgésicos de efeito mais rápido, medicamentos que aceleravam a cicatrização, penincilina etc. Com o fim do conflito se aproximando havia um grande mercado civil a conquistar.

A Kodak Medalist acabava de ser criada para uso civil quando estourou a guerra. Toda a produção passou a ser comprada pelas forças armadas. Era eficiente, melhor para operar do que as máquinas do tipo "caixão" e sobretudo prática para uso de amadores. O anúncio da Kodak prometia que a câmera voltaria ao uso civil.
A fábrica dizia que "soldados e marinheiros de todas as frentes de batalha se habituaram a confiar nos Rádios Zenith". A comunicação de massa estava se impondo e certamente muitos dos programas da era de ouro da Rádio Nacional, por exemplo, foram sintonizados nas ondas médias e curtas de um Zenith.   

Coca-Cola era o "convite universal", já queria ser uma espécie de refrigerante da globalização, palavra que não existia mas a ideia era essa.

Novos tempos, nada de sabão de côco para fazer a barba. Para o novo homem brasileiro era hora do Williams. A fábrica já desenvolvia novos produtos embora ainda ocupada em produzir bálsamos para a pele dos soldados em luta nas selvas do Pacífico Sul.
A Indian era uma motocicleta lendária nos Estados Unidos. Tinha adeptos tão fanáticos quanto os admiradores da Harley Davidson. Toda a produção ia para os campos de batalha. Um ano antes da guerra acabar, o anúncio lembrava que logo estariam de volta, ainda mais aperfeiçoadas.

A sofisticação em forma de caneta. A Parker mostrava sua linha.
Bausch & Lomb, que produziu equipamentos óticos para bombardeiros e submarinos, queria mostrar que também podia ser fina e elegante para as mulheres.
Se você reclama dos aviões lotado, atualmente, no Brasil, saiba que o apelo para o "transporte alado" já estava presente nos anúncios de 1944. 

Finalmente, se você não tivesse dinheiro na mão para comprar tantos produtos que estavam chegando, sem problemas... o cartão de crédito não existia ainda no Brasil, mas compra a prestação, carnê e caderneta de anotação de crédito estavam aí mesmo para sustentar o consumismo que despontava. Bastava ser um "rapaz direito" como pregava o anúncio acima, de 1940.

Adenízia, a estrela das quadras...

por Omelete
Ela joga um bolão, não está nas finais, que será disputada entre o Sesi e o Rio de Janeiro, mas é um dos destaques da Superliga 2014. Medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, idolatrada pela torcida da seleção e do seu time, o Osasco, bela e guerreira em quadra, a meio de rede Adenízia, 27, mineira de Ibaí, é a grande musa do vôlei brasileiro. Com 1,87m, olhos verdes, seu foco é o vôlei, mas, claro, é assediada por agências de modelos (no momento, é da L'Equip).
Adenízia em ação. Foto Osasco-Divulgação

Adenizia na revista Man's Health Foto Divulgaçao

Adenizia modelo. Reprodução site L'Equip

Farois de neblina verdes. Arquivo Pessoal

Adenízia. Foto Divulgação

Pernambucana Rebecca da Costa, que se destaca no longa "Profissões de Risco", já fez sete filmes em Hollywood

John Cusack, Rebecca da Costa e Robert de Niro. Foto Divulgação 

(da Redação)
Por aqui,ela é pouco conhecida. Não fez, como Sonia Braga e Rodrigo Santoro, o trajeto Globo-Hollywood, daí a mídia brasileira não lhe dá muita bola. Saiu de Recife direto para o mundo. Rebecca da Costa deixou a capital pernambucana há pouco mais de dez anos em busca de trabalhos como modelo. Sempre de olho nas passarelas e estúdios fotográficos, foi Hollywood quem a  recrutou para o cinema. Ela tem papel importante no filme "Profissão de Risco" ao lado de Robert De Niro e John Cusack, que estreia hoje no Brasil e já fez um total de sete filmes nos Estados Unidos.