segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Comercial exagera na nudez e é retirado do ar
Foi na Inglaterra. O filme, que promove uma marca de presunto da empresa Kerry Foods, mostra uma galera pelada ao ar livre. A nudez incomodou telespectadores mas o verdadeiro motivo do banimento do comercial foi uma suposta propaganda enganosa, por afirmar que era o “único do país com ingredientes 100% naturais”. Na verdade, o tal comercial é meio ruinzinho.
Veja o filme. Clique AQUI
"Preferência real" promove "Celebrate", o livro da popozuda Pippa Middleton
Aplicação de plasma pode livrar Joaquim Barbosa das dores na coluna
Documentário sobre PC Farias gastará mais de R$ 1 milhão
domingo, 28 de outubro de 2012
Angela Merkel pode reforçar torcida da Unidos da Tijuca
Olha aí gente: pode ter primeira-ministra no samba. A Unidos da Tijuca está tentando trazer para o desfile das escolas de samba a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel. A escola da Tijuca desfilará com enredo sobre a Alemanha e como a primeira-ministra é fã de futebol acredita-se que gostará também das escolas de samba. Quem está fazendo a ponte entre a Unidos da Tijuca e a ministra alemã é Jurgen Roters, prefeito de Colonia. Ele esteve no barracão da escola e saiu impressionado com as fantasias e alegorias cridas pelo carnavalesco Paulo Barros. Quer dizer levou boa munição para tentar convencer Merkel, que certamente ficará especialmente entusiasmada com o carro alegórico que reproduzirá a famosa catedral de Colonia. Se Angela Merkel realmente vier será mais uma força extra para a Unidos da Tijuca: ela, que torce pelo Bayern de Munique, é considerada pé quente. Ainda bem: pés frios já têm demais por aqui. (Eli Halfoun)
Táxis pretos de Londres são os melhores do mundo
“Vou de táxi” - só os ingleses podem cantar o refrão da música de Angélica com orgulho: pelo quinto ano consecutivo os táxis pretos que circulam em Londres foram considerados os melhores do mundo (e também os mais caros). A eleição é do guia anual de turismo do site Hotels.com. Na votação, os táxis londrinos tiveram 11% dos votos. O segundo lugar ficou com Nova York (6,4%) e em seguida vieram Tóquio (5,6%), Xangai (4.8%) e Bancoc (4.3%). A eleição foi dividida por categorias e os táxis de Londres venceram nos quesitos simpatia, limpeza, segurança, qualidade e conhecimento dos trajetos. A pesquisa revelou também que os táxis brasileiros não foram citados, mas lembrou que 50% dos visitantes que estiveram no Brasil já dormiram dentro de um de nossos táxis e outros 30% cantaram durante o trajeto. Deve ter sido para não ver o que estava realmente acontecendo nosso caótico trânsito. (Eli Halfoun)
Mayra Cardi, imagem ousada...
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Dois nomes apontados como favoritos para substituir o ministro Ayres Britto no Supremo
Adriane Galisteu apresenta programa com crimes passionais
Falta alguém na ABL. Ziraldo: os 80 anos de um menino nada maluquinho
Supremo capricha na imagem para julgar o mensalão
“Gabriela”: pouca audiência mas com grandes momentos artísticos
Brasil não tem como enfrentar o tráfico de pessoas
“Salve Jorge” chegou para fazer acontecer
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Islândia, exemplo de vontade de um povo
Estão matando os nossos índios
Ex-presidente francês vem ao Brasil sem a bela Carla Bruni
Rafinha Bastos não aceita ser repórter de “A Liga” na Bandeirantes
Os recentes encontros entre Rafinha Bastos e a direção da Bandeirantes não renderam o que a emissora pretendia: o comediante não aceitou convite para voltar a ser repórter do programa "A Liga" no qual realizou um bom trabalho. Embora Rafinha não comente o motivo de sua recusa há quem garanta que ele não aceitou porque voltar para a Bandeirantes só como repórter de "A Liga" seria "andar para trás". Assim ele prefere continuar na Rede TV. Mesmo que o SNL não tenha saído do lugar (Eli Halfoun)
Fofocas cabem em qualquer espaço da mídia que se considera maior
Revistas ditas de celebridades e de televisão (e quais não são, já que esse é assunto obrigatório em toda a mídia?) sempre foram acusadas (e até menosprezadas) de serem fofoqueiras, embora nunca inventem absolutamente nada. As consideradas revistas menores (e nem são menores, mas sim segmentadas) geralmente pagam o pato por todas as fofocas que sempre invadiram também o considerado espaço sério dos chamados grandes jornais. Em sua edição de ontem, por exemplo, a Folha de São Paulo dedica enorme espaço para noticiar que a novela "Avenida Brasil" também foi um furacão de separações. Cita os casos de Murilo Benicio e Andréa Souza, Débora Falabella e Danilo Alvin (Débora e Murilo estariam, lembra a Folha, vivendo um romance ainda não assumido publicamente). Cita também o rompimento de Isis Valverde e Tom Rezende e os de Deborah Nascimento e Artur Rangel, e de José Loreto e Fernanda Pires, além do fim do namoro de Fabiúla Nascimento e George Sauma. Loreto e Deborah agiram com inteligência e foram juntos e assumidos ao Domingão do Faustão, o que sem dúvida acaba de vez com as especulações e com a perseguição dos paparazzi. Os dois jovens e promissores atores deram uma lição: é preciso assumir a verdade para acabar com as mentiras. Já a Folha de São Paulo mostrou uma vez mais que fofoca faz parte da vida e não é coisa da chamada imprensa especializada, que também sofre (sempre sofreu) um preconceito desnecessário e absurdo. (Eli Halfoun)
Se Serra já dá como perdida a eleição, não se sabe. Mas as ideias do candidato parece que chegaram ao fim...
![]() |
| Reprodução do game da campanha de Serra contra Haddad. A Justiça mandou tirar do ar. Reprodução. |
Como se escreve essa palavrinha? É isenção ou i$enção?
Há poucos dias, a revista New Yorker declarou voto aberto a Barack Obama. Em editorial, “The choice” (“A escolha”), a publicação afirmou que o candidato democrata é a melhor opção para o país. Para a revista, Obama governa baseado na "justiça social, tolerância e igualdade". Valores que justificam a declaração de apoio. No caso, a revista faz um acordo honesto não com o candidato mas com seus leitores.
Taí um bom exemplo para a mídia brasileira. Assim como a liberdade de expressão é um conceito democrático, uma conquista social, a propalada "isenção" é figurinha que não existe. Só um sujeito que vive congelado em Saturno, imerso em gás paralisante, pode imaginar que o noticiário está imune às posições ideológicas ou financeiras dos grupos que controlam a mídia. No Brasil, apenas o Estadão e a Carta Capital costumam definir em editoriais suas posições eleitorais. A maioria dos veículos prefere demonstrar a "isenção" impossível, em tese. Na prática, como peças de lego, as notícias são montadas, destacadas e omitidas ao sabor das opções políticas do veículo. Entre disfarçar e assumir, a primeira opção é apenas a mensagem mas a segunda seria bem mais honesta. Por que essa prática - a declaração pública de apoio eleitoral - não pega no Brasil? Um hipótese: como não são poucos os veículos que têm interesse econômicos nas relações com o caixa público seja federal, estadual ou municipal geridos por governos de oposição ou situação, a impressão que fica é a de que simular ao máximo a "isenção" é conveniente, se não para a expressão livre e democrátrica, mas para os negócios, junto a governos. Se, em momento político, o veículo é contrário ao governo federal, por exemplo, portas sempre ficam ficam abertas em estados ou municípios governados pela oposição. Dá-se um jeito, tanto que há veículos "críticos" ao governo federal que mantém bons e pragmáticos negócios em ações com ministérios. Grande parte da mídia nacional ou regional tem um pé nesse cofre "suprapartidário", são parcerias com instituições ou empresas oficiais, que vão da promoção de eventos culturais ou empresariais a convênios, contratos para fornecimento de livros e material escolar, projetos educacionais em conjunto com ministérios, estatais ou secretarias, grandes campanhas etc etc. Claro, essa relação é histórica, não é novidade. Na época da ditadura, a correria das gráficas pertencentes a grandes veículos para imprimir, por exemplo, material do Mobral, era épica. Mais recentemente, quando a declaração de imposto de renda era feita majoritariamente por escrito, havia empresário da mídia que corria mais do que Usain Bolt para pegar uma parte do contrato milionário para imprimir milhões de formulários. Dizem que na véspera da distribuição dessas megaverbas, os hoteis de Brasilia recebiam tanta gente do ramo que mais pareciam sediar um congresso de comunicação. Mas essa é outra história. Ou seria a mesma?
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Rio vai demolir parque aquático e estádio de atletismo. É a Olimpíada, estúpido!
![]() |
| Reprodução |
Jogão!
Apesar da derrota, o Fluminense continua com uma boa vantagem sobre o Atlético-MG e deve usar a mesma tática defensiva nos próximos jogos para garantir o título, que, parece decidido. Na próxima rodada o Atlético-MG recebe o Flamengo. O Flu joga contra o Coritiba no Engenhão.
Já o Flamengo, conseguiu vencer o São Paulo por 1x0, coisa que nenhum torcedor acreditava e se afastar, um pouco, da Segundona. Terá que conseguir mais cinco pontos nas próximas rodadas para ter um Natal em paz e amor. O Wagner Love voltou a ser o grande destaque da equipe rubro-negra. Depois de enfrentar o Atlético-MG, o Flamengo recebe o Figueirense, adversário direto na parte de baixo da tabela. Depois, jogará fora de casa, contra o Náutico, antes de pegar o Palmeiras no Engenhão. Nas duas últimas rodadas, será a vez dos clássicos, contra o Vasco e o Botafogo. (Nelio Barbosa Horta, de Saquarema)










