Jogada de mestre: como não estava conseguindo associar o nome de nenhum produto ao seu novo estádio, que ficou conhecido mesmo como Itaquerão, o departamento de marketing do Corinthians resolveu mudar a tática e registrou o nome Itaquerão e agora o está comercializando com todos as empresas que quiserem associar seus produtos ao Corinthians. Com o nome Itaquerão registrado e devidamente ligado ao Corinthians, o clube entra em campo vendendo a expressão para clientes de todos os tipos que queiram usar ou rotular novos produtos com ou sem o símbolo do Corinthians. Uma justa opção: não é todo mundo que quer seu produtor marcado pela torcida corintiana. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Aposentadoria de ministros pode retardar julgamento do mensalão
O julgamento do mensalão começará com alguns, digamos, problemas técnicos. Um deles é que no dia 3 de setembro, ou seja, um mês após o início do tão esperado julgamento, o ministro Cezar Peluso completa 70 anos e não poderá escapar da aposentadoria: como será, queira ou não queira, substituído Peluso só terá uma alternativa que é votar antecipadamente. Se não declarar seu voto o novo ministro indicado pela presidente Dilma Roussef votará em seu lugar e para isso precisará ler todo o processo de mais de 50 mil páginas para poder dar seu parecer e voto. Como outros ministros também estão na bica da idade de aposentadoria obrigatória o julgamento do mensalão corre o risco de ser prolongado mais do que deveria o que não aconteceria se o julgamento tivesse sido iniciado antes de tanta enrolação. (Eli Halfoun)
O passado passou. Povo só lembra do presente
terça-feira, 12 de junho de 2012
Os salários que humilham o salário mínimo do país
Carminha e Nina: quem é a verdadeira vilã de “Avenida Brasil”?
Em tempo: estou doido para achar um emprego como o da Nina em que eu possa sair e mentir na hora que bem entender, largar o serviço pela metade ficar ouvindo atrás das portas e ainda por cima ser adorado e elogiado pelo patrão. Parece até emprego público. (E. H.)
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Torcedor com mais de 70 anos, que viu jogar Pelé, Garrincha e Maradona, afirma: Messi é melhor!
Aprendi que existem experiências que levamos para o resto de nossas vidas. Entre minhas paixões, o futebol sempre se mostrou em destaque, como prioridade. Quando eu tinha 13 anos, fui jogar no infanto-juvenil do Vasco da Gama, clube pelo qual tenho a maior admiração, embora torça pelo Flamengo. Naquela época, eu estava no ginásio e meu pai, enfrentava grandes dificuldades para custear meus estudos (ele era crupiê em um cassino que tinha sido fechado). Joguei no juvenil do Vasco, que pagou, durante um tempo, os meus estudos, como fazia com todos os jovens que vinham do interior para se aventurar no esporte. Isto significa que eu acompanho o futebol, com grande interesse, há mais de 60 anos! Vi grandes jogadores, craques de todos os estilos e que marcaram a minha vida como que compensando a minha grande frustração de não ter seguido no futebol. Entre os grandes jogadores, em todas as épocas, estava Pelé, que juntamente com Garrincha foram considerados os maiores do mundo. Recentemente, houve uma discussão de quem teria sido melhor: Pelé ou Maradona? Difícil dizer, pois os dois foram grandes, cada um em sua época. Aí é que está a questão: a época, a forma de jogar, a marcação, hoje infinitamente mais dura, à base do preparo físico e do conjunto.
O Barcelona, como se pôde ver no jogo contra o Santos, e a seleção da Argentina, no jogo com o Brasil, não têm atacante fixo, parado lá na frente, esperando a bola chegar até ele. Dominam todas as partes do campo, saem em bloco e voltam todos com a mesma velocidade com que atacam. Aí é que aparece a genialidade do Messi, encontrando espaços para dar os passes precisos e correndo para receber em condições de marcar, como fez contra o Brasil. Na seleção brasileira, sobram ingenuidade e um esquema inteiramente superado: a colocação dos zagueiros pelos lados, em linha, facilita o lançamento em profundidade pelo meio, onde deveria haver um líbero que as equipes européias ainda usam com perfeição. Só quem já jogou futebol conhece a malandragem da Argentina. Eles esperam os nossos garotos correrem feito uns desesperados, ficam observando, tocam a bola e marcam só em contra-ataques, onde a categoria do Messi está sempre presente.
Na época do Pelé e Garrincha, os defensores esperavam, esperavam... e davam tempo de se fazer uma grande jogada ou até de parar com a bola como fez o Garrincha com a defesa da seleção da Rússia, há alguns anos. Por isso acho que, no futebol jogado hoje, é muito mais difícil alguém se destacar como vem fazendo o Messi, verdadeiro gênio, que se preparou desde os 13 anos para mostrar que a sua genialidade é superior à de Pelé, Garrincha e Maradona, que, nas suas épocas foram grandes, mas indiscutivelmente, sem enfrentar os obstáculos e a marcação de hoje. Com relação à seleção brasileira que se prepara para as Olimpíadas, uma advertência: o goleiro Rafael é bom... para o Santos. É preciso um goleiro mais experiente. Temos que modernizar a maneira de jogar. Todos têm que atacar e defender, com um pouco mais de calma, exatamente como fazia a seleção do Brasil quando era dirigida pelo Zagalo. Aquela seleção parecia estar sendo dominada e saia nos contra-ataques, arma mortal no futebol, atualmente. Aí, pode ser que apareça, em destaque, algum jogador como o argentino Messi. Os argentinos, cuja seleção não é das melhores, devem achar que fazem gol contra o Brasil à hora em que quiserem, sem se preocupar com a defesa brasileira, fraca e ingênua. Nos treinos da seleção do Brasil, os garotos exibem grandes dotes circences: jogam a bola sobre a cabeça, dão cambalhotas, uma, duas, três vezes, fazem malabarismos dignos de um artista, mas na hora do jogo, o que se vê é um grupo de maratonistas, sem comando. Nesta jovem seleção, com idade olímpica, salvam-se o Marcelo e o Hulk. O resto da equipe seria derrotada facilmente pelo Rosita Sofia, que os mais velhos devem se lembrar.. (Nelio Barbosa Horta)
domingo, 10 de junho de 2012
Ivan Lessa: mais um nome riscado do caderninho
Envelhecer é inevitável e, portanto, não adianta procurar a tão sonhada fonte da juventude eterna porque ela não existe. Ficar velho, mas não necessariamente ultrapassado traz, como tudo na vida, muitas vantagens e desvantagens. Entre as vantagens a mais importante é, sem dúvida, a experiência que, no caso, é também um sinônimo de sabedoria. Entre as desvantagens, que também são naturais porque, afinal, a vida é feita muito mais de desvantagens do que de vantagens, a mais cruel é a de a cada mês ou menos ter de riscar do caderno de telefones o nome de mais um amigo, conhecido ou profissional sempre admirado. Tive pouco contato com o recém falecido escritor e jornalista Ivan Lessa, um profissional da melhor qualidade e um papo sempre esclarecedor e animado. No texto que a "Folha de São Paulo" publicou o que mais me chamou a atenção foi a lembrança de que Ivan Lessa foi um dos criadores do "Pasquim" ao lado de Millor Fernandes, Paulo Francis, Tarso de Castro e Sergio Cabral. Do grupo só Sergio Cabral está aí firme e forte (tomara que cada vez mais) escrevendo livros, criando espetáculos e pontificando cada vez mais como um ser humano fantástico e um profissional exemplar e apaixonado por seu trabalho. Na verdade, uma missão. Ivan Lessa deixa também, entre muitas outras coisas, esse apaixonado exercício de escrever. Mesmo muito doente fez questão de escrever suas crônicas até o fim. Se pudesse, certamente Ivan Lessa escreveria agora a crônica de sua morte, que não seria, tenho certeza, um texto de despedida. Simplesmente porque Ivan estará definitivamente vivo através de seus textos. Como permanecem vivos seus pais, os escritores Orígenes Lessa e Elsie Lessa. Ivan é apenas mais um nome riscado do caderninho de telefones, mas não da memória, que é o grande arquivo da vida de quem teve e tem competência para chegar até a velhice. (Eli Halfoun)
sábado, 9 de junho de 2012
Impostos podem deixar namorados sem presentes
Com uma canetada, agência de (des) regulamentação causa prejuízo ao governo de 320 milhões de reais
Uma péssima jogada de Luxemburgo no caso Ronaldinho X Fla
Ronaldinho não está sendo rejeitado só pelas torcidas: está perdendo contratos publicitários porque nenhum maqueteiro acha conveniente pelo menos por enquanto associar seu produto a imagem do "dentuço". O próximo problema que o jogador pode enfrentar é com a Coca-Cola, que o tem como contratado até 2014. Ocorre que quando foi apresentado pelo Atlético, Ronaldinho apareceu na entrevista coletiva e, portanto, nos programas de televisão com duas latinhas da Pepsi e a Coca evidentemente não gostou. A primeira rejeição publicitária feita a Ronaldinho foi do banco BMG que embora seja parceiro do Atlético não quis envolver-se na contratação de Ronaldinho. Agora que a conta bancária começará a diminuir talvez Ronaldinho tome jeito. Falta de dinheiro (no caso dele apenas um pouco menos) é sempre um santo remédio para várias situações e com Ronaldinho não será diferente. (Eli Halfoun)
Processo de Silvio Santos contra o “Pânico” é apenas preservação de imagem
Mesmo sendo uma incógnita julgamento do mensalão é passo firme para fim jogo sujo
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Deu na Carta Capital: para bom entendedor...
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Gabriela, Cravo e Canela na Amiga: uma fotonovela... com fotos da novela.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Os santos são os super herois modernos? Artista plástico italiano diz que sim
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| Reprodução |
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| Reprodução |
Apaixonado pela religiosidade, o artista plástico italiano Igor Scalisi Palminteri criou esculturas de santos que vestem roupas de herois dos quadrinhos. A série de obras se chama "Hagiographies’. O artista rejeita qualquer insinuação de blasfêmia e diz que os santos católicos são hoje o conceito moderno que mais se aproxima dos super herois e que, para milhões de pessoas, são modelos a imitar.
Leia mais no site Taxi, clique AQUI
Gabriela nem chegou e Juliana Paes já está faturando uma graninha...
Ray Bradbury contou o que viu, o macartismo nos anos 50, e acertou no que não viu: os nossos anos de chumbo dos anos 70
“Pânico” precisa reagir para não acabar no lixo do mau gosto
Rafinha só emplaca SNL na Rede TV se fizer a tal da ”comédia em pé”
Templos eletrônicos não cabem em uma concessão pública de televisão
por Eli Halfoun
Emissoras de televisão não podem continuar sendo utilizadas como pátio de milagres e muito menos como palanques políticos: os inquilinos de horários evangélicos sempre tem interesse em influenciar a política e os políticos e em eleger algum vereador, deputado ou senador para aumentar a presença da bancada (não seria banco?) evangélica no jogo político que, como as igrejas, também costuma passar a sua "sacolinha". A livre escolha de ser adepto de qualquer religião também faz parte do jogo democrático. Mesmo que discorde da escolha ninguém condena quem quer ser evangélico, cristão, judeu, espírita, seja lá o que for. O que se condena é utilizar importantes horários que deveriam ser utilizados para fornecer lazer, informação e educação para cometer um pecaminoso mercado da fé. Não é preciso pagar para acreditar em Deus e para ter fé, mas pagar e receber para vender a fé é e será sempre um comércio ilegal. Ainda mais quando usa um bem público, ou seja, a concessão de uma emissora de televisão para vender promessas e esperança de curas milagrosas (nunca passam de promessas como da maioria dos políticos que enganam a boa fé em todos os sentidos) de um povo que já foi enganado demais. Ou as emissoras fazem televisão de verdade ou abrem mão de uma concessão que não conseguem gerir com competência e leiloam horários como se estivessem vendendo banana em feira pública. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
"Não tô enteindeindo..."
Marina da Glória vira área privê?
Capa sem foto. É apenas a segunda vez na sua história que a Time usa esse recurso gráfico
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| 2012/1966 |
Adiar julgamento do mensalão é saia justa para Dilma
por Eli Halfoun
90 anos de Bibi são uma lição de arte e da arte de aprender a viver feliz
Vozes femininas sempre encantaram o Brasil musical
por Eli Halfoun
Novo Conselho Nacional de Educação enfrentará muitos “lobbies”
por Eli Halfoun



















