sábado, 6 de fevereiro de 2016

Manchete no Carnaval - Escolas de Samba de São Paulo, primeira noite

Pérola Negra - Foto de Paulo Pinto/LigaSp/Fotos Públicas

Pérola Negra. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Pérola Negra. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Gaviões da Fiel. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas


Gaviões da Fiel. Foto de Marcelo Pereira/LigaSP/Fotos Públicas

Sabrina Sato na Gaviões da Fiel. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Sabrina Sato no detalhe. Gaviões da Fiel. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas
Rosas de Ouro. Foto de Paulo Pinto. LigaSP/Fotos Públicas

Rosas de Ouro. Foto de Paulo Pinto/LigaSp/Fotos Públicas

Rosas de Ouro. Foto de Raphael Neddermeyer/LigaSp/Fotos Públicas

Rosas de Ouro. Foto de Raphael Neddermeyer/LigaSp/Fotos Públicas

Águia de Ouro. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Águia de Ouro. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Águia de Ouro. Foto de Paulo Pinto/Fotos Públicas

Águia de Ouro. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Acadêmicos do Tatuapé homenageou Joãozinho Trinta. Foto de Raphael Neddermeyer/LigaSp/Fotos Públicas

Acadêmicos do Tatuapé. Foto de Raphael Neddermeyer/LigaSp/Fotos Públicas

Acadêmicos do Tatuapé. Foto de Raphael Neddermeyer/LigaSP/Fotos Públicas

Acadêmicos do Tatuapé. Fotos de Marcelo Pereira/LigaSP/Fotos Públicas

Acadêmicos do Tatuapé. Foto de Paulo Pinto/LigaSP/Fotos Públicas

Acadêmicos do Tatuapé. Foto de Paulo Pinto/Fotos Públicas
Nenê da Vila Matilde. Foto de Marcelo Pereira/LigaSp/Fotos Públicas

Nenê da Vila Matilde. Foto de Marcelo Pereira/LigaSp/Fotos Públicas
Claudia Raia foi hemenageada pela Nenê da Vila Matilde. Foto de Rafael Neddermeyer/LigaSP/Fotos Publicas

Unidos da Vila Maria/Foto de Marcelo Pereira/LigaSp/Fotos Públicas

Unidos da Vila Maria. Foto de Paulo Pinto/LigaSp/Fotos Públicas

Manchete no Carnaval - Sambódromo do Rio: primeira noite das escolas da Série A

Acadêmicos da Rocinha. Foto de Fernando Grilli/Riotur

Acadêmico da Rocinha. Foto de Gabriel Santos/Riotur

Acadêmicos da Rocinha. Foto de Raphael David/Riotur


Alegria da Zona Sul. Foto de Raphael David

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Alegria da Zona Sul. Foto de Raphael David/Riotur 

Alegria da Zona Sul. Foto de Fernando Grilli/Riotur

Alegria da Zona Sul. Foto de Raphael David/Riotur

Porto da Pedra. Foto de Fernando Grilli/Riotur

Porto da Pedra. Foto de Fernando Grilli/Riotur

Porto da Pedra. Foto de Fernando Grilli.Riotur

Porto da Pedra. Foto de Gabriel Santos/Riotur

Acadêmicos de Santa Cruz. Foto de Fernando Grilli/Riotur

Acadêmicos de Santa Cruz. Foto de Fernando Grilli/Riotur


Unidos do Viradouro. Foto de Alexandre Macieira/Riotur

Viradouro. Foto de Fernando Grilli

Viradouro. Foto de Fernando Grilli/Riotur
Renascer de Jacarepaguá. Foto de Alexandre Macieira/Riotur

Renascer de Jacarepaguá. Foto de Fernando Grilli/Riotur

Renascer de Jacarepaguá/Foto de Raphael Dias/Riotur

Império da Tijuca. Foto de Gabriel Santos/Riotur

Manchete no Carnaval - Carmelitas e Loucura Suburbana: cariocas em blocos...

Carmelitas, cenário...

...juventude...

...fantasia...

alegria...
e beleza.

e todas as idades no...

Loucura Suburbana

FOTO DE FERNANDO MAIA/RIOTOUR

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Jornalistas cariocas em campanha salarial : patrões insistem em proposta rebaixada. Nova negociação no dia 25


Intransigência à mesa. Mais uma vez, as empresas de jornais e revistas demonstraram desrespeito pela categoria dos jornalistas e na mesa redonda realizada nesta quarta-feira (3/2) na Superintendência Regional de Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro (SRTE), insistiram na proposta rebaixada de R$ 1.660 para o piso salarial. O valor é 30% inferior ao piso estadual de R$ 2.432,72 fixado em lei. Uma nova rodada de negociação na SRTE foi marcada para o próximo dia 25.

O Sindicato recusou a proposta já rejeitada em assembleia pelos jornalistas. Diante disto, os representantes patronais informaram que voltarão à mesa após o assunto ser discutido em assembleia pelos proprietários das empresas. A expectativa é que uma nova proposta seja apresentada no dia 25. Ficou evidenciada durante a reunião na SRTE a estratégia dos patrões de retardar ao máximo as negociações da Campanha Salarial 2015 apostando na manutenção do impasse, visando, com isto, desgastar o Sindicato com a categoria.

Fonte: Sindicato do Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro

ACOMPANHE A CAMPANHA SALARIAL E LEIA MAIS SOBRE O ASSUNTO NO SITE DO SJPMRJ. CLIQUE AQUI

A história reescrita... e o cafezinho que mudou opiniões e mentes

por José Esmeraldo Gonçalves
Quem disse que a história não é uma disciplina dinâmica? Com o tempo, os fatos são reinterpretados, acomodam-se às circunstâncias, adaptam-se às campanhas político-partidárias.
A morte recente de um embaixador que teve alto cargo no Itamaraty no governo Geisel, em plena ditadura, levou parte da mídia a acionar a tecla delete sobre o passado. Sob a motivação da homenagem ao embaixador, o Itamaraty da ditadura chegou a ser exaltado como uma ilha de rara competência e muita democracia.
Não foi bem assim.
Documentos levantados pela Comissão da Verdade e papeis que perderam o selo de top secret no Departamento de Estado, em Washington, provam que o Itamaraty nunca foi uma "ilha de democracia' em meio ao regime ditatorial. Ao contrário, foi um braço de longo alcance do governo militar. Diplomatas foram cassados, outros relegados a postos obscuros e exilados foram vigiados e perseguidos. Na outra ponta, certas carreiras ganharam impulsos extraordinários. Mesmo quando a ditadura fez a coreografia política de deixar o poder mantendo no lugar o alegórico José Sarney, funcionários do Itamaraty, a "ilha de democracia", ainda tiveram respaldo suficiente para destruir documentos comprometedores, assim como fez a maioria dos setores administrativos da ditadura na superfície ou nos porões.
O Itamaraty colaborou com a Operação Condor que funcionou até 1980 e tem marcas de assassinatos políticos nas coronhas que circularam pelas ditaduras do Cone Sul.
Um dos artigos publicados recentemente celebra a atuação do falecido embaixador Luiz Felipe Lampreia quando, no posto de porta-voz do Itamaraty, durante o governo Geisel - o ministro das Relações Exteriores era o notório Azeredo da Silveira -, "abriu" a instituição aos jornalistas credenciados e procurou manter boas relações com a imprensa. Um coisa, digamos, gentil.
Também não foi bem assim.
Em 2008, em depoimento ao Centro de Documentação (CPDOC), da Fundação Getúlio Vargas, o próprio embaixador Lampreia reconhece que aquele relacionamento "amistoso" com a mídia era, na verdade, uma política do governo militar.
Reprodução Estadão
O Brasil tinha naquele momento sérias disputas com a Argentina, incluindo aí a questão de Itaipu e o projeto argentino da hidrelétrica de Corpus, com o qual os militares brasileiros não concordavam. Em meio a esse clima, Buenos Aires enviou para Brasilia um embaixador que, segundo gravações do CPDOC, começou a "trabalhar" a imprensa brasileira, convidando jornalistas para um café quase que diário. Segundo Lampreia, o argentino influenciava os jornalistas. No depoimento, ele usa a expressão "fazia a cabeça das moças", ao destacar que a maioria entre os repórteres era de mulheres. A imprensa brasileira, "influenciada" pelo cafezinho do embaixador argentino, na avaliação do governo militar revelada por Lampreia em áudio, passava a refletir as posições de Buenos Aires. Foi assim, como uma reação estudada do Itamaraty, que Lampreia assumiu o cargo de porta-voz e adotou a precisamente a estratégia argentina de cafezinho e relações-públicas com os jornalistas. Ele instituiu um briefing diário no Itamaraty. Ou seja, a "aproximação" com os jornalistas relembrada nessa semana, após a morte de Lampreia, era uma tática do governo Geisel. É fato que, além da rubiácea com as repórteres, Lampreia procurou os donos dos principais jornais. A estratégia funcionou. O depoimento do embaixador ao CPDOC inclui um trecho revelador: "Aí o Geisel ficou perplexo, e chamou o Silveira e disse: 'O que você fez com o Estado de São Paulo para o Estado de São Paulo mudar completamente de ponto de vista?', conta ele, para exemplificar como o governo operou naquele momento para mudar opiniões e mentes da grande mídia.
E, no caso específico, nem precisou apelar para a grosseira censura.

Médico veterinário é proibido de prestar atendimento gratuito a animais de pessoas carentes

por Flávio Sépia
Corporativismo é uma prática que atenta contra a liberdade das pessoas. Talvez o exemplo mais dramático e que já está ganhando toque de bandidagem é o ataque dos taxistas a motoristas e passageiros do Uber. Combater Airbnb, Neflix e outros aplicativos que derrubam privilégios também é uma outra face do corporativismo. Os corporativistas, assim como os monopolistas e formadores de carteis e trustes defendem o mercado livre mas apenas quando não os atinge.
Além do corporativismo institucional, há o explícito e violento praticado pelas milícias. E há também o que é motivado pelo interesse político. Lembro que quando foi lançado programa Mais Médicos os líderes elitistas da categoria detonaram um campanha violenta contra o programa. Hoje, tiraram a boca do trombone.  Não só o reconhecido sucesso do programa que levou profissionais a municípios remotos mas a adesão dos jovens médicos brasileiros calaram os tais líderes que mais faziam política partidária do que qualquer outra coisa.
Mas o corporativismo pode chegar a atitudes ainda mais cruéis. Os jornais noticiaram recentemente que o médico veterinário Ricardo Camargo foi obrigado a interromper atendimento gratuito a cães e gatos de pessoas carentes em sua clínica, em São Carlos, interior de São Paulo. O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SP) implicou com a ação beneficente que, segundo cartolas da veterinária, contraria o código de ética da profissão e o ameaçou com sanções. Se isso é ética, é melhor mudar o código. Ele foi ameaçado de processo e de cassação do seu registro profissional. A atitude diz mais sobre o corporativismo do que qualquer crítica que poderia ser escrita neste post.
O VÍDEO QUE O MÉDICO VETERINÁRIO POSTOU NA SUA PÁGINA (E QUE EM POUCO TEMPO ATINGIU 6 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES) PODE SER VISTO NO YOU TUBE. CLIQUE AQUI

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O jornal New York Times mostra como transformou o seu "arquivo morto" de fotos em fonte de conteúdo inédito


A propósito de um tema que preocupa fotógrafos e pesquisadores brasileiros e já abordado neste blog - o fato de alguns veículos não mais guardarem as "sobras" de imagens digitais, limitando-se a arquivar apenas o material publicado -, é oportuna uma matéria publicada ontem no Poynter.  
Segundo o site especializado em notícias sobre jornalismo, o New York Times montou um projeto exploratório do seu próprio acervo de fotos. A ideia é garimpar fotos não publicadas e recuperar histórias que o jornal desprezou ou não aproveitou na época por erro de avaliação dos editores ou até mesmo preconceito. 
A matéria cita o caso de uma foto de Martin Lurther King. Em junho de 1963, o NYT publicou um foto cortada, praticamente em close, do líder da campanha pelos direitos civis dos negros. A busca no arquivo mostrou que, no negativo sem corte, King aparece em uma mesa, durante um debate em que foi criticado por militantes negros. A partir daí, o NYT recuperou um contexto histórico inédito e subestimado pelo jornal na ocasião. 
A possibilidade de transformar em valioso conteúdo o que jornais e revistas costumavam chamar de "arquivo morto" é quase infinita. No caso do NYT, são cerca de 5 milhões de ampliações fotográficas arquivadas e 300 mil rolos de negativos.O que o jornal pretende agora é compartilhar com os leitores a rica história que as "sobras" mantiveram escondidas.


A foto acima, da cantora e atriz Lena Horne, em 1964, é um exemplo do aproveitamento criativo de uma imagem desprezada na época. Ela foi fotografada em um apartamento para uma matéria sobre seu novo show. O NYT não usou essa foto nem abordou o contexto em que foi feita. Na época, a cantora tentava alugar um apartamento e foi rejeitada por imobiliárias e síndicos que se recusavam a receber afro-americanos. Lena Horne, indignada, comprou o prédio inteiro. O sorriso, na foto, é da nova proprietária do apartamento de cobertura. Reprodução: Poynter
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO POYNTER, CLIQUE AQUI