sábado, 1 de março de 2014

O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa - 1

por Paulo Moreira Leite para a Istoé - LEIA MAIS, CLIQUE AQUI

O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa -2

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O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa - 3


(do GGN)
Segundo o repórter Felipe Racondo, setorista do Estadão no STF, na época Joaquim Barbosa criticou o relatório do Procurador Geral da República Roberto Gurgel, considerando-o falho e inconsistente, e sem provas contra José Dirceu. E disse temer que, se a pena por formação de quadrilha fosse pequena, ocorreria a prescrição do crime.
Essa foi a razão de não ter desmentido Luís Roberto Barroso, quando este denunciou a manobra, limitando-se a ofendê-lo.
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O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa - 4


(do Diário do Centro do Mundo)
por Paulo Nogueira
As palavras de JB depois da espetacular – e merecida – derrota na questão da quadrilha mostram alguma coisa que está entre dois extremos.
Ou ele foi muito calculista ou sucumbiu a uma explosão patética ao insultar os colegas do Supremo que ousaram não acompanhá-lo em sua louca cavalgada.Ele ofendeu também Dilma, por sugerir que ela colocou Barroso e Teori no SFT para mudar as coisas no julgamento.Um dia os pósteros olharão para o destempero de JB e pensarão: como um presidente do STF pôde descer a tal abismo de infâmia?Se havia sinais de que o grupo de ministros do Supremo é uma orquestra completamente desafinada, agora ficou claro. E isto é uma tragédia para o país.
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Deu no Observatório da Imprensa: "Mancheteiros e Explicadores"



Mancheteiros’ e ‘explicadores’
por Carlos Castilho (do Observatório da Imprensa)
Uma nova migração de grandes nomes do jornalismo norte-americano sinaliza uma tendência inovadora, alimentada pela internet, no mercado da notícia. Trata-se de uma segmentação das prioridades editoriais em duas áreas diferentes: a da noticia dura (números, fatos ou eventos), base de manchetes que atraem o público; e a dos “explicadores”, profissionais experientes que acumularam conhecimentos em temas específicos.
Nos últimos meses, pelo menos doze grandes nomes do jornalismo impresso nos Estados Unidos migraram para projetos nascidos na internet, trocando salários altos e estabilidade por risco e liberdade de criação. A troca de emprego pode ter sido determinada por interesses puramente pessoais, mas ela revela uma mudança mais profunda e que altera o panorama da imprensa tradicional pré-internet.
O fenômeno dos “explicadores” resulta da combinação da crescente complexidade dos fatos noticiados em manchetes e com a frustração de profissionais capazes de explicar o contexto ampliado do que anunciamos nos veículos de comunicação jornalística. Perplexo e desorientado pelo bombardeio diário de notícias, o público começa agora a procurar referências capazes de ajudá-lo a entender o caos informativo da era digital.
Trata-se de um novo nicho de mercado surgindo na área jornalística que, curiosamente, está sendo mais explorado por independentes e por empresas de base tecnológica do que pela imprensa convencional. Os explicadores, em sua quase totalidade, foram formados nas redações de grandes jornais, revistas ou emissoras de televisão.

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Duas mulheres comandam o Jornal Nacional no dia da mulher

por Eli Halfoun
O Jornal Nacional do próximo dia 8 dedicará atenção especial ao Dia Internacional da Mulher e pela primeira vez terá duas apresentadoras e nenhum apresentador na bancada. O JN será apresentado por Patrícia Poeta e Sandra Annenberg. Da mesma forma que a Globo fará justiça à sua melhor apresentadora, é o momento de fazer justiça com muitas outras mulheres competentes e que estão a merecer melhores chances no mercado de trabalho. É verdade que as mulheres já conquistaram um enorme e merecido reconhecimento, mas ainda é pouco para quem tem a maior responsabilidade do mundo: gerar vidas e construir famílias felizes. (Eli Halfoun)

Gabi perde programa e deixa de ser quase proibida

por Eli Halfoun
A programação que o SBT exibirá esse ano não inclui o programa “Gabi Quase Proibida” em que a apresentadora de boas e respeitadas entrevistas conversava quase abertamente com seus convidados sobre sexo. Era um programa com o mesmo formato de todos os que Marilia Gabriela apresenta ou apresentou na televisão, ou seja, ela com competentes perguntas de um lado da mesa e o entrevistado do outro lado e nem sempre competente nas respostas. Não se pode dizer que o programa (Gabi negocia horário em uma emissora por assinatura) foi um grande sucesso, e muito menos inovador. De qualquer forma, abriu o diálogo para que a televisão converse mais e com seriedade sobre sexo. Não houve em nenhum momento a pretensão de ser um programa didático sobre o assunto que ainda é um tabu, mas deixou uma porta entreaberta para que a diversidade sexual entre de cabeça erguida para uma ainda e cada vez mais necessária discussão e aceitação. (Eli Halfoun)

Um festival de mesmice nos finais de noite da televisão

por Eli Halfoun
A partir desse mês de março, a televisão terá três programas idênticos (como se tudo não fosse sempre igual na TV) nos finais de noite: Jô Soares volta com seu esquema na Globo, Danilo Gentili estréia no SBT e Rafinha Bastos passa a comandar o novo “Agora é Tarde” na Bandeirantes. A audiência desse show de mesmice está nas mãos dos digamos entrevistadores que farão a diferença como condutores do esquema que resiste há anos nos Estados Unidos. Não se pode esperar muito de nenhuma das três, digamos, novas atrações. A melhor definição desse esquema simples é a da repórter Isabella Moreira Lima em reportagem na Folha de São Paulo. Fala Isabella: “A banda toca. O apresentador egresso dos palcos de humor saúda a platéia e inicia um discurso cheio de gracinhas. Vai à mesa e chama o convidado. O auditório aplaude. Ele inicia uma conversa amistosa. De novo gracinhas e por saí vai. A descrição é do “Late show with David Latterman”, um dos mais célebres talk shows americanos. Sim também serve para Jô Soares, Danilo Gentili e Rafinha Bastos”. Se encaixa como uma luva. (Eli Halfoun)

“A Grande Família” diz adeus, mas fica eterna na memória do público

por Eli Halfoun
Até o que é bom precisa dar um tempo para não enjoar. É o que acontecerá com o programa “A Grande Família”. Depois de 30 anos como uma das mais bem sucedidas atrações da Globo o programa terá esse ano sua última temporada. Sai do ar fazendo história na televisão. Não duvido nada se daqui a uns dois ou três anos a ótima criação de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa recupere espaço até porque o público jamais esquecerá de “A Grande Família”. O que é bom pode até enjoar um pouquinho, mas é definitivo. (Eli Halfoun) 

2014: um ano que vai começar sem acabar

por Eli Halfoun
Se não estivéssemos em um ano atípico poderíamos dizer que, como sempre, o ano começará efetivamente depois do carnaval. Dessa vez não será assim: depois do carnaval vem Copa do Mundo, em seguida eleições e aí novamente Natal e Ano Novo, de onde se conclui que 2014 só começará mesmo em 2015. Esse aglomerado de feriados é muito bom para o trabalhador (às vezes, não, porque nos faz gastar o que nem temos), mas representa enorme prejuízo para o país que deixa de produzir e perde muito tempo e dinheiro. Aí o azar e é nosso. Como sempre. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Um show de imagens que faz de “Em Família” um belo filme

por Eli Halfoun
Se outras virtudes não tivesse (e tem várias) seria recomendável acompanhar ”Em Família” apenas pelas imagens que o diretor Jayme Monjardim e sua equipe nos oferecem diariamente. Monjardim tem formação de cinema (é ótimo diretor) e sabe utilizar como ninguém os recursos cinematográficos que a televisão também permite e exige, até porque televisão é acima de tudo imagem. As recentes cenas de Giovana Antonelli (Clara) e Tainá Muller (Marina) em Angra dos Reis foram um show de plasticidade e de iluminação, assim como foram as cenas em que a personagem Marina fotografou modelos artisticamente engaioladas. A direção de Monjardim e equipe permite que se assista a novela até sem som: não é preciso ficar atento ao que está sendo dito. Basta olhar as imagens para ter um lindo e verdadeiro espetáculo de televisão. (Eli Halfoun) 

Paulo José mostra que talento dos grandes atores está na cara

por Eli Halfoun
Como é bom ver Paulo José entrar em cena. Sua primeira participação na novela “Em Família” foi um momento de pura emoção e não só para o público: os atores que atuavam na cena estavam evidentemente emocionados com a presença do grande ator. Paulo José é um grande ator (e diretor) que sabe que um bom ator não precisa emitir nenhum som para enriquecer qualquer trabalho: ele sabe bem e ensina melhor (vê-lo atuar é uma aula) que um bom ator fala com a expressão, com os gestos, diz com o olhar e com o sorriso singelo. Em outras palavras: Paulo José sabe que o talento de um grande ator está na cara. Bom diálogo é obrigação de autor. A chegada de Paulo Jose na novela “Em Família” será mais importante do que se pensa: através dele a novela mostrará o que é, como funciona e como deve ser tratado o Parkinson, doença que Paulo José carrega na vida real. Não há dúvida de que Paulo José será o responsável por muitos, bons e importantes momentos de “Em Família”, que tem mostrado até agora características humanas que residem m qualquer família. As famílias da novela não são nem um pouquinho diferentes das famílias da vida real. Humanas e confusas. (Eli Halfoun)

STF não sabe se dança ou não dança quadrilha em pleno carnaval

por Eli Halfoun
É carnaval, mas parece que os ministros do STF resolveram dançar quadrilha com uma nova e inesperada coreografia. O fato é que na discussão diminuíram ou acabaram com penas do mensalão, o que provoca uma nova e dolorida decepção no povo: quando se acreditava que enfim a Justiça estava sendo feita punindo malfeitores de colarinho branco entra na em cena o bloco do “eu não disse”, “eu não ouvi” “eu não falei isso”, “eu absolvo”. No enredo “esqueça o que eu disse: fica o dito pelo não dito” o que se ouve é um samba repetido e desafinado normal no país da impunidade. O que era uma quadrilha virou um bloco (ou seria um bando) que parecia saber desde o início do julgamento que ficaria livre de várias acusações e não demora muito da cadeia. Fica claro uma vez mais que Justiça nesse país só vale para bandido mixuruca que não tem as costas quentes e não usa colarinho branco. Na maioria das vezes desbotado. (Eli Halfoun)

Cara de quem não tem culpa é mais um jeitinho do político brasileiro

por Eli Halfoun
Do jeito que foi preso mostrando altivez e cara de quem não tem culpa no cartório (político quase sempre tem) o ex-deputado Roberto Jefferson devia estar se achando o salvador da pátria. Alguns brasileiros menos informados até acreditam nisso porque entendem que ele denunciou o esquema do mensalão no qual também esteve envolvido como esteve em outros procedimentos com o dinheiro público. Se não estivesse não teria sido preso. Por mais que até por defesa emocional e política, tenha mostrado altivez e até certo orgulho besta, Jefferson deve ter sofrido um enorme baque: jamais esperou ficar atrás das grades, mesmo que só para dormir (se é que consegue colocar a cabeça no travesseiro e dormir em paz.) A pose de Jefferson ao ser preso era como se ele fosse um mártir que se sacrificou pelo povo e pelo país. Não fez e jamais pensou fazer isso. Portanto, se existe mártir nessa vergonhosa história é o povão que é quem sempre paga a conta da roubalheira que políticos sempre garantem ser uma roubalheira feita com honestidade. Dae roubalheira eles entendem bem, já de honestidade... (Eli Halfoun)

Um bife quase indigesto para Roberto Carlos engolir

por Eli Halfoun
Certamente a agência de publicidade responsável pela campanha da Friboi não esperava que contratando Roberto Carlos como garoto propaganda (nem tão garoto assim) o anúncio teria a repercussão que dominou as mídias sociais e provocou maior atenção do público e da mídia de uma forma geral com uma grande propaganda gratuita. Quando surgiu a ideia de utilizar no anúncio um vegetariano famoso comendo carne de qualidade a agência não esperava por um sim de Roberto Carlos que, como se sabe, é cheio de manias. Mania é coisa que a gente tem e não sabe por que, como diz a canção de Flávio Cavalcanti. Pois o público mostrou que a sua nova mania é criticar via internet, a tudo e todos. É direito de qualquer pessoa, mas é preciso tomar muito cuidado para não sair dizendo qualquer coisa. Até agora não entendi qual é o mal que faz Roberto Carlos comer um bifão de vez em quando. Crescemos aprendendo que carne, leite e ovos são os três principais alimentos na formação de uma boa saúde e nada mais lógico que Roberto Carlos se entregue ou finja se entregar ao prazer de mastigar um bom pedaço de maminha, conta-filé, picanha (dispense o filé mignon porque é uma carne sem gosto que parece esponja).

Com o cachê milionário (talvez o maior da história publicitária no Brasil) que Roberto recebeu poderá comer por muito uma grande boiada devidamente fatiada. O anúncio não compromete em absolutamente nada sua conduta e é inteligente ao mostrar que até um rei como RC, que não é muito chegado aos bifes, bifinhos e bifões seja capaz de mudar de gosto e hábito diante de uma boa oferta culinária. E de cachê, o que também não é nenhum pecado.  Afinal é para que possa ganhar bem que trabalha há 50 anos, muitas vezes comendo apenas ralas porções de carne moída (o popular boi ralado) para hoje poder escolher a carne que quiser. Mesmo que seja de mentirinha. (Eli Halfoun)

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

2013 foi ano difícil, mas economia do Brasil cresceu, "surpreendeu o mercado", e, ufa!, estão adiados, pelo menos por enquanto, o caos e o dilúvio anunciados por jornalistas apocalípticos...







(da Redação)
Tem sido uma espécie de regra, nos últimos anos. As previsões dos economistas, agências e colunistas de economia comprometidos com política partidária, infelizmente a maioria, são sempre terríveis, tentam mostrar que o caos já se instalou, que a desgraça econômica é inevitável para o povo brasileiro, que a besta-fera vai varrer o país de norte a sul, que apocalipse está chegando. Um filme de terror econômico. Mas, cuidado, o marketing do pessimismo não é gratuito nem inocente: gera muito dinheiro para especuladores, pressiona o Banco Central a elevar os juros e, imaginam muitos,  impulsiona candidaturas de oposição. Foi divulgado ontem o PIB de 2013. O Brasil cresceu mais do que essas tais fontes fidedignas anunciavam. Tanto que a palavrinha que mais se lê e ouve hoje foi que o número "surpreendeu". O PIB cresceu 2,3%. Não é nenhuma "brastemp" mas é o terceiro índice entre as principais economias, atrás apenas da China (7,7%) e da Coréia do Sul (2,8%). E à frente dos Estados Unidos, Reino Unido e África do Sul (que cresceram 1,9%), Japão (1,6%), México (1,1%), Alemanha (0,4%), França (0,3%) e Bélgica (0,2%). Há uns poucos países que se expandiram em torno de 5% mas são economias de menor peso e, em certos casos, até rudimentares, aquelas em que se um milionário importa seu dinheiro de um conta em paraíso fiscal para dar uma festa ou comprar um jatinho o numerário já altera a balança fiscal. O México, por exemplo, que é o novo "queridinho" dos comentaristas brasileiros, cresceu 1,1%. A julgar pelo que se lia e ouvia aqui, a pujança mexicana era tamanha que o mundo em poucos anos estaria usando sombreros. Países como Itália e Espanha tiveram quedas no PIB. A zona do Euro caiu 0,4%. A crise mundial não passou e muitos países lutam com dificuldades para superá-la. 
Para demonstrar como são precárias e politicamente dirigidas as "previsões", veja isso: o "mercado" esperava crescimento em 2013 perto de zero. Em função disso, 2014 estaria irremediavelmente contaminado e, neste ano, "o Brasil não crescerá mais do que 1%" - é o que diziam até ontem. Hoje, com o número "surpreendente" de 2,3% no ano passado, já acham, sem abandonar o pessimismo, que o país deverá crescer em torno de 2% em 2014. Ou seja: do dia pra noite, a "previsão" simplesmente dobrou, como no passe de mágica, o Brasil, na nova "estimativa" especulativa crescerá 100% a mais. É mole ou quer mais? 
Agências de classificação de riscos, grandes bancos, famosos economistas, muitos analistas financeiros e jornalistas que defendem o "deus mercado" por convicção ou por ordem do patrão foram bastante desmoralizados pela recente crise mundial. Mas aparentemente isso não bastou. Mal algumas economias ensaiam uma recuperação lá estão eles, de novo, descendo a ladeira da credibilidade, lado a lado com o especuladores, pregando os dogmas do neo-liberalismo que concentra renda, rezando e pressionando para que as taxas de juros não parem de subir, pedindo todos os poderes para o "mercado" e torcendo para dar merda, literalmente. 
Em um ano eleitoral, é bom que o eleitor identifique os candidatos alinhados com tais predadores sociais e não vote neles. Não precisa procurar muito: é até bem fácil identificar o presidenciáveis "queridinhos" do "mercado".    

Floripa não é sede da Copa mas vai bater um bolão...

por Omelete
Recentemente, Florianópolis sediou o Congresso Técnico da Fifa e deu um show de organização. Em entrevista ao Diário Catarinense, Donna Bowater, do Daily Telegraph, elogiou: "Foi um congresso organizado e conduzido com muito cuidado (...) É uma pena que a cidade não receberá nenhum jogo. Tomara que as pessoas venham para cá de qualquer modo, pois a cidade é próxima de algumas outras cidades-sede". Com os problemas de Curitiba, há quem lamente que a opção para sede na região não tenha sido Floripa. Mas a cidade está cotada para receber um FanFest, o animado ponto de encontro que a Fifa monta em praças para possibilitar que multidões que não conseguem ingressos participem de alguma forma da festa. Como Recife, que vai receber alguns jogos anunciou que não tem condições nem verbas para montar o evento em parceria com a Fifa, João Pessoa está no páreo para o FanFest da região. E Floripa corre por fora, com grandes chances. Até de herdar o FanFest do Rio já que até agora a prefeitura carioca também não confirmou se acontecerá. Floripa também gerou polêmica, mas essa ficou por conta do moralismo que assola o país, em função do anúncio de uma casa de striptease, durante a visita de muitos estrangeiros à cidade por ocasião do Congresso Técnico da Fifa.  A tal polêmica parece falta de quem não tem o que fazer. Striptease existe em qualquer cidade cosmopolita do mundo, que nem por isso vem abaixo. Existe antes da Copa, existirá na Copa e depois da Copa. O resto é hipocrisia. As energias devem ser guardadas para o combate à prostituição infantil, isso sim, e à violência. O mais a Constituição garante, inclusive a diversão.  A propósito, veja o anúncio que gerou polêmica. Eu, hein?
Reprodução
 
Carol é uma das modelo do Bokarra. Reprodução

Bruna Marquezine: sem Neymar, é hora de prestar atenção em seu talento

Bruna Marquezine na novela Em Família. Foto João Miguel Jr/TV Globo
por Eli Halfoun
Faz um tempo que a atenção da mídia e do público em torno da atriz Bruna Marquezine era em torno do namoro com o jogador Neymar. Tudo bem: dois jovens bem sucedidos e que pareciam viver um conto de fadas bem ao gosto dos românticos que ainda são muitos nesse mundo cada vez com menos espaço para o romantismo. Era Bruna e Neymar pra lá, Neymar e Bruna pra lá. O trabalho de Bruna como atriz ficou em segundo plano, mas não está mais: ela, que começou na televisão ainda menina, tinha mostrado talento em outras novelas e “Em família” chegou para confirmar que ela não é só uma jovem, bonita, simpática e bem sucedida. É uma jovem atriz de enorme talento e na novela de Manoel Carlos está podendo mostrar que não é mais uma jovem atriz com futuro promissor. É uma realidade como atriz e a certeza de que em um futuro não muito distante estará formando no time das melhores atrizes do país. (Eli Halfoun)

Tainá Muller consegue com talento charme e beleza seu espaço em todas as famílias

Tainá Muller em ensaio para a revista Alfa, fotografada por Ivan Abujamra. Reprodução/Divulgação
por Eli Halfoun
Não existe bola de cristal para saber quem terá na televisão uma carreira de sucesso, mas não é muito difícil perceber o futuro que na maioria das vezes está evidente no talento do profissional. Alguém tem dúvidas de que Tainá Muller, a intérprete da charmosa fotógrafa Marina, será um dos maiores sucesso de “Em família.” Não é só por conta de uma personagem forte e que dará muito assunto para discutir, mas sim e principalmente porque tem um incontestável  talento, um charme e uma beleza que sem dúvida ajudam muito e, portanto, terá seu nome escrito como o principal nas próximas novelas. Fez e está fazendo por merecer o reconhecimento.  (Eli Halfoun)
Foto: Ivan Abujamra/Revista Alfa/ReproduçãoDivulgação

Todos sonham com a “Cidade Maravilhosa”, mas o Rio de Janeiro continua sendo um pesadelo

por Eli Halfoun
Se fosse possível ter uma Cidade Maravilhosa vista como um estado independente do Rio de Janeiro seria sem dúvida a cidade dos sonhos de todos os brasileiros. Essa “Cidade Maravilhosa” abençoada pela natureza e por um povo que apesar dos pesares está sempre de bem com a vida nada tem a ver com o Rio de Janeiro real que padece com falta de segurança, hospitais caindo aos pedaços, violência, buracos, trânsito caótico, falta de dinheiro, condução pública e privada totalmente inadequadas e por aí vai.
Esse Rio de Janeiro falido e caído certamente não é a Cidade Maravilhosa dos sonhos de cariocas e brasileiros que gostariam de ter como festa maior um Rio de Janeiro bem cuidado que possa andar abraçado com a Cidade Maravilhosa de tantos encantos.

Vir para o Rio de Janeiro de seria o sonho da maioria dos brasileiros que continuam querendo viajar para cá, mas só se for para a Cidade Maravilhosa que certamente é outra e não o Rio de Janeiro. É urgente fazer com que o Rio reate o amor e a união com a Cidade Maravilhosa. Se continuar como está a Cidade Maravilhosa não conseguirá mais aguentar a barra sozinha. A natureza também tem limites e pode deixar de ser maravilhosa se não tiver aos seus pés um estado que também seja maravilhoso. (Eli Halfoun)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A carne é fraca. Celebridades reclamam privacidade mas "vendem" aspectos da vida pessoal. Nada contra: quem não quer ter o boi na sombra? Só não venham com mimimi...

(da Redação)
É comum as chamadas celebridades reclamarem da mídia que invade suas privacidades. A imprensa brasileira - seja a especializada em "famosos" ou os grandes jornais e revistas que cada vez mais abrem espaço para a cobertura de entretenimento e, por tabela, espaço para a vida pessoal dos artistas que compõem esse segmento - atua normalmente dentro dos limites da lei. Tanto que por aqui são proporcionalmente raros os processos judiciais e, nem de longe, há casos com o da imprensa inglesa que usou táticas de espionagem, gravação de telefonemas e até suborno e invasão de casas para expor a privacidade de determinadas personalidades. Paparazzo nacional fotografa pessoas públicas em lugares públicos. Não é comum aqui, como por exemplo, na França, nos Estados Unidos e na mesma Inglaterra, fotografar celebridades de topless em piscinas privadas usando para isso meios como helicóptero, escadas etc. No Brasil houve um único caso conhecido de um programa de televisão que usou um guindaste para tentar flagrar um determinada atriz através da janela do seu apartamento. Foi uma clara ilegalidade de um desses programas de TV mais agressivo e os responsáveis foram devidamente condenados pelo erro. A legislação brasileira com base na Constituição de 1988 é mais avançada e rígida nesses item do que a de muitos países ocidentais. 
Dito isto, vai um comentários sobre a atual polêmica envolvendo Roberto Carlos, que era vegetariano (na verdade, amigos alegam que ele apenas não comia carne mas não era um vegetariano radical, o que não faz muita diferença) e surpreendeu seu público ao topar um contrato milionário para ajudar a vender... carne. Comunidades vegetarianas estão indignados porque Roberto de certa forma desqualificaria no comercial a prática alimentar. O You Tube está cheio de paródias e gozações sobre o tal anúncio onde é insinuado o fato de o cantor ter sido vegetariano e agora traçar um bifão . É aí que está um dado curioso. As celebridades pedem privacidade mas é comum "venderem" informações de vida pessoal em meio aos roteiros de peças de campanhas publicitárias. O fato de Roberto não comer carne é uma informação "íntima" que ele aceitou difundir em troca de um cachê. Ponto. No filme, o garçom pergunta: "Você voltou a comer carne, Roberto?". Ele responde: "Voltei". Alguns "famosos" aparecem com filhos "vendendo" a perfeita  "família margarina", outros fazem o par marido-mulher, namorado-namorada, pai-filho etc. Circula até uma história - que já teria acontecido mais de uma vez - envolvendo casais famosos que teriam tentando manter em sigilo o fim do relacionamento porque se o amor havia acabado o contrato publicitário com determinada marca estava ainda em vigor. Ou seja, o casal estava separado na vida real mas para efeitos publicitários tentava manter as aparências e se irritou quando uma revista divulgou o fim do romance. Um desses casais teria se separado um mês antes do Dia do Namorados, estava com campanha gravada, e desmentiu qualquer crise até que o cachê batesse na conta bancária e o anúncio fosse ao ar. Houve também anunciante que "comprou" capa e "remunerou" celebridade que acabava de sair da maternidade com a condição de que seu produto aparecesse visível na foto da família feliz com o bebê que sem saber já nasceu faturando. Há também um "causo" de um astro e uma estrela que, segundo rumores, estavam juntos e apaixonados embora jamais tivessem sido fotografados ou vistos juntos. Paparazzi tentavam em vão a a inédita foto que comprovaria o romance badalado. Por coincidência, a estrela em questão estreava no dia tal uma peça teatral. Não deu outra, poucas horas antes da estréia,  foram "plantados" rumores de que o tal astro iria à estréia da peça da amada. Não deu outra: a imprensa especializada estava toda lá. O astro apaixonado foi ao teatro, o casal posou para fotos, ganhou enorme mídia e, unindo o útil ao útil, promoveu de graça o espetáculo em cartaz. Nada contra a estratégia, a divulgação da foto deve ter beneficiado ambos os lados, a mídia e a celebridade. 
Mas fatos como esse podem levar a uma interessante conclusão: não é que a invasão de privacidade incomode tanto a maioria das celebridades, o problema é se essa "invasão" for na base do 0800. Afinal, a vida não tá fácil pra ninguém. E, mesmo que esteja, quem não gosta de ter o boi na sombra?   
VEJA O VÍDEO QUE GEROU A POLÊMICA. CLIQUE AQUI

E os exageros nas possíveis utilidades dos drones

(da Redação)
Recentemente, a Amazon anunciou que usaria drones para entregar seus produtos aos consumidores. A ideia é que ao comprar um livro, por exemplo, você dá o seu endereço ou o número do celular. Com isso, um drone transporta a mercadoria até sua casa ou onde você estivver, de acordo com sua localização no GPS. Os drones certamente oferecem muitas possibilidades de aplicação. Mas normalmente quando surgem novas tecnologias logo aparecem propostas para formas de uso que nem sempre são práticas. Imagine se farmácias, pizzarias, empresas de encomendas em geral adotassem os drones como meio para entregas de mercadorias. Haveria um enxame de aparelhos sobrevoando as cabeças dos pobres mortais. Sem falar como qualquer aparelho drones estão sujeitos da panes. E aí? Vai ter drone caindo sobre a cabeça do povo., além dos bueiros explodindo nas ruas. Drones são comandados por sinais de rádio. Se o celular, que também é rádio, falha pra caramba, imagine o controle remoto dos drones. A Netflix, que fornece filmes, séries e programas de TV on line, deu uma sacaneada no tal sistema de entregas via drones que a Amazon quer implantar (na verdade, o serviço enfrenta problemas e ainda não decolou) e fez um vídeo sobre situações fictícias em que os pequenos aviões perseguem as pessoas no trabalho, em casa, no trânsito ou até nos banheiros.
VEJA O VÍDEO, CLIQUE 
No vídeo da Netflix, a gozação bem-humorada: um drone inconveniente invade um banheiro para entregar uma encomenda a um cliente

O avanço dos drones

Navios drones: transporte marítimo sob controle remoto. Foto Rolls Royce Holding
(da Redação)
Enquanto os drones aéreos ganham espaço e são utilizados em espionagem, missões de ataque, fiscalização de grandes redes elétricas, uso agrícola, repressão a tráfico e contrabando, vigilância de fronteiras e já são comumente utilizados por fotógrafos e câmeras de TV, a Rolls Royce anuncia investimentos em uma área que pode revolucionar os transportes marítimos. A empresa desenvolve drones supercargueiros que não terão tripulação e cruzarão os oceanos operados por comandantes instalados em postos terrestres. 

Violência nos States ou nem tudo é Hollywood

(da Redação)
Alguns mitos se difundem - e o cinema é responsável no caso que cito abaixo - mas vez por outra surgem matérias de fontes confiáveis que desmentem o lugar comum. Por exemplo; há numerosos filmes que mostram que a violência crônica nas cidades mexicanas que fazem fronteira com cidades americanas, como Juarez-El Paso, no Texas, e San Diego-Tijuana, na Califórnia, para citar as maiores, contamina a divisa e torna tais cidades dos Estados Unidos como as mais violentas do país. Pois bem: matéria publicada no Huffington Post mostra que as cidades americanas que registram mais assassinatos estão longe da fronteira. Em Detroit, o número de assassinatos chega a 42,8 por 100 mil habitantes. Baltimore, Memphis, Milwaukee, Filadélfia, Indianápolis, Oklahoma. Washington DC, Houston e Dallas completam a lista das mais violentas. Para você ter um ideia de como é alto o índice de Detroit, superiores aos do Rio e São Paulo, veja o quadro abaixo e comprove que, apesar de exibir índices altos, as taxas de homicídio caíram no Brasil consideravelmente entre 2000 e 2010. Os dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um entidade não-governamental. A melhor distribuição de renda, no período, aliada a programas sociais, é apontada como responsável pela queda das taxas além de investimentos e segurança. Muitos desse homicídios ,no Brasil, estão ligados a tráfico de entorpecentes, seja resultado do combate policial ou de guerra entre quadrilhas ou assaltos praticados para angariar recursos para compra de drogas e armas. Poderiam cair mais, segundo especialistas, com mais investimentos em educação, maior capacitação técnica dos investigadores e peritos da polícia no sentido de apontar os culpados por assassinatos e, principalmente, a queda dos altos índices de impunidade. 
 

Desencanto com a política faz Jarbas Vasconcellos tirar o time de campo

por Eli Halfoun
“Absoluto desencanto com a política" é o que está levando o senador Jarbas Vasconcellos a desistir de disputar a reeleição e não será nem candidato a deputado federal, o que era esperado com entusiasmo porque ele puxaria votos para uma grande coligação em torno da candidatura presidencial de Eduardo Campos. Pelo visto Jarbas Vasconcellos está desencantado com a política e com os políticos. (Eli Halfoun)