quinta-feira, 23 de junho de 2011

Rosie Hutington-Whiteley na GQ fotografada por Simon Emmet

Rosie Hutington-Whiteley. Reprodução da GQ (foto Simon Emmet)
por JJcomunic
A estrela do filme "Transformers 3", que esteve no Rio nessa semana, está na capa da GQ inglesa, O ensaio é assinado por Simon Emmet, um londrino que é especialista em portrait.
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Ronaldo reencontra sua estátua nos Estados Unidos

por Eli Halfoun
Homenagens geralmente são prestadas depois da morte do homenageado que, mortinho da silva, pode acabar ganhando até uma estátua. Portanto não é para qualquer um posar ao lado do próprio busto. Foi o que Ronaldo sempre Fenômeno fez em sua recente visita à sede da Nike em Beaverton, Estados Unidos. A estátua erguida na sede é uma homenagem da empresa pelo muitos anos de parceria com Ronaldo. A Nike patrocina o jogador desde o início de sua careira e não o abandonou nem nos momentos mais difíceis de sua vida. Ronaldo tem aproveitado a aposentadoria para viajar por vários países (esteve também na Áustria) para rever velhos companheiros de bola. Fenômeno também nisso: é dos poucos jogadores que deixou amigos e não apenas companheiros de trabalho em todos os clubes pelos quais atuou. (Eli Halfoun)

Lutar contra a maré é não enxergar a realidade

por Eli Halfoun
O mundo muda, mas tem gente que faz questão de não perceber. É, entre muitos outros, o caso da bancada evangélica da Câmara dos Deputados em Brasília. Alheios às novas determinações legais que reconhecem a união homoafetiva e lutando contra uma realidade que é definitiva, os deputados evangélicos homenagearam o juiz que anulou um casamento gay (decisão derrubada imediatamente). Todo cidadão tem o direito de ser contra o que bem entender desde que isso não seja feito instigando o preconceito e a violência. Os evangélicos estão em seu direito de não concordar com a união entre casais de mesmo, mas devem expor sua opinião sem perseguir os gays até porque se olharem diretinho para as suas fileiras de fiéis perceberão facilmente que há entre eles muitos que assumiram com coragem o direito de praticar uma opção sexual diferente. O fato é que muito da violência cometida contra homossexuais ultimamente é consequência de campanhas absurdas até em outdoors espalhados pelo Rio e, creio, por todo o país. Incitar a violência é tão criminoso quanto exercê-la. A turma evangélica pode sim ser contra uniões homoafetivas, mas deve estar consciente de que luta contra a maré. Ao mesmo tempo em que o juiz anulador de casamento gay era homenageado em Brasília 40 casais gay uniam-se legalmente em cerimônia coletiva (com juiz e tudo) realizada no Rio. Era nítida durante a cerimônia que apenas confirmou legal e publicamente uma união que já existia. Afinal, todo mundo tem direto de buscar a felicidade até que “a morte os separe” seja qual for a sua opção sexual e de vida. (Eli Halfoun)

Mistura explosiva

por Gonça
Um juiz que decide - e admite isso - com base na sua crença religiosa se aproxima dos métodos fundamentalistas de opressão praticados pelos talibãs e aiatolás. Como a democracia ainda prevalece no Brasil, felizmente, instâncias superiores têm feito a devida revisão das sentença absurdas. Em um momento um togado desqualifica por questões de crença a lei Maria da Penha; em outro, o alvo é a união entre pessoas do mesmo sexo. O que fica sempre patente é o risco de se misturar religião e Estado. Bancadas evangélicas e católicas, agressões impunes e frequentes a outras religiões, como as de origem afro, exploração de "ovelhas" incautas, leis que desobrigam a construção de templos a procedimentos legais, como impacto ambiental, isenção desenfreada de impostos para entidades ligadas a igrejas e supostamente beneficentes, pastores que dizem publicamente ressuscitar mortos, "mas só se o cheque tiver fundos" (fato que foi publicado recentemente na mídia) e não são punidos ou investigados por isso, são sinais de que essa promiscuidade entre o poder político e as seitas avança.

Só não lê quem não quer: Google disponibilizará livros da Biblioteca Britânica

por Eli Halfoun
Sem essa de que não tem dinheiro para comprar livros: ler, que é um dos mais saudáveis atos da vida, está ficando cada vez mais fácil e barato. Agora, parte do acervo da Biblioteca Britânica estará disponível na internet via Google. A parceria foi concretizada há dias permitindo a digitalização de 250 mil livros. Inicialmente, serão aproximadamente 40 milhões de páginas de livros históricos, escritos entre 1700 e 1870. Entre as obras selecionadas estão panfletos feministas da rainha Maria Antonieta e um documento sobre o primeiro submarino com motor de combustão. Agora só não lê quem não quer. Ou é preguiçoso. (Eli Halfoun)

Ronaldinho: um problema do qual o Flamengo precisa (e quer) se livrar

por Eli Halfoun
Quando o Flamengo imprimiu uma velocidade de trem bala na corrida pela contratação de Ronaldinho Gaúcho escrevi (e postei) que torcia para que o jogador não fosse contratado pelo rubro-negro. Na época argumentei que, mesmo sendo torcedor do Vasco, não queria que o time mais popular do Brasil contratasse Ronaldinho porque estaria comprando mais um problema. Não deu outra: ninguém nega que o dentuço é (ou será que foi?) um craque, assim como é impossível não enxergar que até agora ele não jogou nada e, portanto, não vale o que foi investido em sua contratação. A verdade é que mesmo sem admitir isso publicamente, o Flamengo procura uma maneira de rescindir o milionário contrato de Ronaldinho que não tem ajudado o time e o clube nem dentro e nem fora de campo. Ronaldinho pode fazer o que bem entender com e da sua vida nas horas de folga desde que seu comportamento não influa (e parece que está influindo bastante) no desempenho de outros atletas. Quando correu atrás de Ronaldinho, o Flamengo quis jogar para a galera. Agora terá de pagar por isso. É a mesma e decepcionada galera que está cobrando os resultados prometidos e esperados. O Flamengo jogou a bola no valão e agora tem de ir buscar. (Eli Halfoun)

Silvio Santos pode vender o SBT, mas quer dois programas semanais

por Eli Halfoun
Mesmo que venha a vender o SBT, como se especula cada vez mais, Silvio Santos não deixará a televisão que é a maior paixão de sua vida profissional. Se como empresário cometeu muitos erros em vários setores, não dá para negar que como comandante de programas de auditório fez escola e continua sendo uma referência. O fato é que com as dívidas se acumulando não parece improvável que Silvio passe sua emissora para frente. Agora teria contratado contratou o banco Itaú para criar uma nova gestão financeira na emissora e, muito mais, para encontrar, como garantem os comentários, um comprador. O que se sabe é que, eventualmente, qualquer que venha a ser o novo dono terá que respeitar uma cláusula contratual de compra e venda: reservar espaço na programação para que Silvio apresente dois programas semanais, um provavelmente nas tardes de domingo, o que não deixa de ser um bom negócio. O Itaú também negociaria a venda da Jequiti Cosméticos, que embora seja um sucesso de vendas não teria conseguido até agora registrar qualquer lucro. O fato é que até obrigado pelas circunstâncias Silvio estaria aposentando-se como empresário, mas como apresentador só fará isso quando quiser: essa seria também é uma das cláusulas do suposto contrato de compra e venda. Como no Brasil contratos nunca são respeitados e cumpridos integralmente sabe-se lá o que acontecerá depois que a venda for concretizada. (Eli Halfoun)

Ganso é a volta do futebol sem chutões, a elegância em campo

por Eli Halfoun
O Brasil tem bons jogadores e jogadoras de futebol (craques nem tanto), mas mesmo assim ultimamente as partidas do Campeonato Brasileiro deixam a desejar em qualidade. Na maioria das vezes, e em todos os times, o que se vê é chutão pra cá, chutão pra lá, bola lançada ao seja o que Deus quiser na área. A torcida sente falta de jogadas bonitas, passes precisos, lançamentos preciosos, elegância no toque de bola que, afinal, futebol bom e bonito não é correria. É possível desenvolver um futebol requintado e é com ele que Paulo Henrique Ganso conquista a admiração de todos os torcedores. Na partida contra o Penãrol, que valeu o merecido titulo da Taça Libertadores, Ganso deu mais uma demonstração de que é fundamental tratar a bola com arte: seus passes foram perfeitos, sua presença marcante e de uma elegância que não lhe dá um futebol empolgado e de correria, mas o transforma naquele que é hoje sem dúvida o nosso melhor “meio-de-campo”. O craque que imprimirá o padrão de jogo que nossa seleção anda precisando e precisará muito mais na Copa América. ( Eli Halfoun)
P.S. - O retrospecto não deixa mentir: o Santos é o time das duplas (felizmente não sertanejas) A história do clube pode ser escrita a partir de duplas que sempre fizeram um futebol maior. Só para lembrar: Pelé e Coutinho, Robinho e Diego e, agora, Ganso e Neymar. Precisa mais? (E. H.)

Santos Tricampeão da Libertadores

A comemoração. Reprodução TV Globo


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Neymar e Ganso

A vibração dos meninos da Vila. Reprodução TV Globo


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Pelé e Muricy



Pelé em campo, com Muricy: 49 anos depois do último título do Santos na Libertadores.


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O heroi Neymar

Reprodução TV Globo


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Nem apelando pra ignorância...o desespero do Penarol revela o velho Uruguai neurótico de sempre...



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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Concurso Fotográfico Olhares Sobre o Patrimônio Fluminense




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Herança maldita


deBarros

Eis a prova que faltava para revelar ao Brasil a verdadeira herança maldita legada pelo governo anterior à nova administração governamental, eleita por maioria do votos populares.
Obedecendo ao habito adquirido no governo passado, o serviço público de correspondência, os Correios e Telégrafos, talvez um dos órgãos públicos mais antigo deste país, para simplificar ou para trabalhar menos, os seus funcionários, os tradicionais Carteiros, não cumprem a sua específica tarefa de entregar nos lares ou no comércio a correspondência a eles destinadas. Simplesmente se dirigem a terrenos baldios e neles põem fogo nas preciosas cartas, nos boletos de cobrança, nos formulários, avisos e o que mais tivesse sido postado e endereçado.
O que está ocorrendo constitue em um dos maiores crimes que se comete contra pessoas, contra a sociedade em que vivemos. Onde fica o governo nesse crime? Se um cidadão presencia esse ato de vandalismo e incompreensível porque o governo ou o partido que administra essa instituição se recusa a ver e sabendo, porque não pode ignorar, não moraliza essa nobre instiruição punindo os seus funcionários corrigindo erros tamanhos.
Talvez falte a essa administração competência ou falta de vontade para trabalhar preferindo gozar das comemorações em churrascadas em granjas famosas se beneficiando dos prazeres proporcionados pelo poder.
E assim se lega à sociedade uma herança que se tornará maldita no decorrer dos anos que se seguirão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Memória da redação: Aconteceu na...

Parada de Lucas
A foto é do começo dos anos 80. Era comum. naquela época, uma espécie de visita guiada dos jornalistas das redações da Rua do Russell a Parada de Lucas, subúrbio onde ficava o Parque Gráfico da Bloch. Geralmente, o próprio Adolpho Bloch era o guia. O pretexto, quase sempre, era a chegada de uma máquina nova ou, simplesmnete, ver a Cerutti, então o que havia de mais moderno, rodar milhares de páginas. Naquele dia, um dia qualquer da "década perdida", os tais anos 80, editores de várias revistas, diretores e redatores da Manchete participaram do tour a Lucas. A foto é do baú do Lincoln Martins que, no último fim de semana, encontrou a raridade e quis compartilhá-la com este blog.


Primeira fila, no alto, da esq. para a dir.: Jiri Biller, da Gráfica, Lincoln Martins, diretor da EleEla e Geográfica, Tereza Jorge, da Pais & Filhos, Alda, da Circulação, e Wilson Cunha, da Manchete. Segunda fila; Justino Martins, diretor da Manchete, Maríla Campos, da Carinho, e Roberto Muggiati, da Manchete. Terceira fila; Adolpho Bloch, Edson Pinto, diretor da Amiga, José Guilherme, redator da Manchete, Carlos Heitor Cony e Murilo Melo Filho; Sentados, à frente, Flávio de Aquino, redator e crítico de Arte da Manchete, e Oscar Bloch.

Chico Buarque vazou na internet: ouça nova música

Vazou na internet, "Querido Diário", uma das músicas do novo CD de Chico Buarque. Foi um dos vídeos mais vistos hoje.
Em um trecho, a letra (leia abaixo) fala em mulher "sem orifícios". Como é que é?
"Hoje topei com alguns conhecidos meus/ me dão bom dia cheios de carinho/ dizem pra eu ter muita luz, ficar com Deus/ eles têm pena de eu viver sozinho. Hoje a cidade acordou toda em contramão/ Homens com raiva, buzinas, sirenes, estardalhaço/ De volta a casa na rua/ Recolhi um cão/ Que de hora em hora me arranca um pedaço/ Hoje pensei em ter religião/ De alguma ovelha, talvez, fazer sacrifício/ Por uma estátua ter adoração/ Amar uma mulher/ Sem orifício/ Hoje afinal conheci o amor/ E era o amor uma obscura trama/ Não bato nela, não bato/ Nem com uma flor/ Mas se ela chora/ Desejo me inflama/ Hoje o inimigo feliz veio me espreitar/ Armou tocaia lá na curva do rio/ Trouxe um porrete e um porreta pode me quebrar/ Mas eu não quebro não/ Por que sou macio, viu?"
Ouça a música. Clique AQUI

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Kate Middleton, primeiros passos

Marketing real. Ninguém duvida de que Kate Middleton está sendo preparada para ser a nova Lady Di, que até agora fazia falta ao setor RP do Palácio de Buckingham. As revistas européias, Paris Match dessa semana à frente, já se ocupam dos primeiros passos da Duquesa de Cambridge agora como uma personagem autônoma que, ao poucos, ganha vida própria e função na ofensiva dos Windsor para atravessar mais um século.