quinta-feira, 7 de maio de 2026

O que estão colocando na água que os brasileiros de classe média ou milionários bebem?

Algo há. Dos jornais nos últimos dois ou três dias: uma mulher dá um tapa na cara de uma jovem atendente de uma lanchonete apenas porque ela errou o pedido; uma jovem tenta esfaquear um cabeleireiro porque ele errou ao  cortar a franja da cliente; um jogador trintão estapeia um colega de time recém promovido da base, após levar um drible que considerou humilhante; uma dondoca arrogante e já  passada tortura e espanca uma empregada de 19 anos, grávida, sob a acusação leviana de "roubo"; no Rio, um músico que se diz expert em vinhos fez lançamento de cadeira em um restaurante depois de um desentendimento e provocar tumulto generalizado em torno de discussão sobre uma taxa de "rolha" não permitida pelo restaurante; Em Belo Horizonte, um carro circula à noite disparando rojões contra pedestres e motociclistas; Em Vitória, vândalos espalham tachinhas em ciclovias com o objetivo de furar pneus de bicicletas a pedal ou elétricas; parte da população brasileira que milita na extrema direita e pratica seita bolsonarista ergue bandeiras curiosas. Depois de atacar as sandálias Havaianas por entender que a marca é ligada ao perigoso comunismo internacional e ameaça a paz da família brasileira, agora defende o detergente Ypê. Explica-se: a Anvisa detectou contaminação do produto por bactérias, mas os bolsonaristas descartam razões técnicas para atribuir a interdição do produto a perseguição a uma empresa que faz doações eleitorais a Bolsonaro vê sua sigla política. Daí, estão nas redes sociais em campanha para defender o Ypê com bactérias e tudo. Bom lembrar que esse mesmos militantes da extrema direita já cantaram.o hino nacional para um pneu como demonstração de "patriotismo". É possível que os personagens das notícias acima sejam dessa facção política. 

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