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| Foto Rafael Ribeiro, CBF |
Carlo Antonelli fez uma aposta arriscada. Optou por um jogador que atuou relativamente pouco nos últimos três anos. No período, Neymar enfrentou maioria de adversários de nível inferior. O treinador da seleção preferiu levar o jogador do Santos em vez de João Paulo, do Chelsea, em plena forma, goleador na Premier League em campeonatos de elite.
O experiente treinador não resistiu às pressões e leva Neymar como sua carta de sorte.
O histórico recente de Neymar é de indisciplina, de jogar quando quer, de rotinas nas quais o futebol parece ter espaço secundário em meio a interesses como o exótico Kings League e o poker.
Na coletiva, Andreotti se referiu a um filtro técnico nas escalações da seleção na Copa do Mundo. É titular quem conquistar a posição nos treinos e jogos. Se ele achou necessário fazer tal advertência é porque prever eventuais resistências. A convocação de Neymar dividiu os jornalistas e a torcida. Há quem defenda o jogador e aponte Neymar como arma a ser usada em momento precisos. Ou seja, para estes, Neymar deve ser poupado e entrar em campo só quando necessário"resolver o jogo". Ele seria uma espécie de ator principal cercado de dublês e figurantes. Bom lembrar que os adversários não o pouparão. Muitos já sabem que Neymar não guenta entradas rígidas e costuma cair em provocações, além de reclamar em excesso de tanto de árbitros quando de companheiros. Outro ponto destacado em resenhas é que Neymar participou de três copas e não "resolveu" qualquer uma delas. Se não mudar de características, Antonelli terá um problemão.
Um último recado. A ironia que envolve João Pedro. O jogador foi um dos participantes da campanha pela convocação de Neymar, que entra exatamente no lugar de... João Pedro.

Neymar anda com o país mais um monte de gente, essa galera vai tumultuar a concentracao, alguém aposta?
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