terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ronaldo diz adeus aos campos, mas não ao futebol

por Eli Halfoun
O sonho acabou: como todo mundo sabe (ele, melhor do que ninguém), Ronaldo não participará da Copa do Mundo na África do Sul  e resolveu pendurar as chuteiras, o que acontecerá no final de 2011, como ele mesmo anunciou. Até lá continuará em campo defendendo o Corinthians (renovou o contrato por mais dois anos). Depois continuará ligado ao futebol (e nem poderia ser diferente) e ao clube como embaixador corintiano no exterior, o que o fará viajar muito, mas não necessariamente deixar de morar no Brasil, coisa que ele nem pensa. Ronaldo sairá de cena em campo, mas jamais sairá de cena como um jogador excepcional que venceu vários obstáculos e fez muito pelo Brasil com gols e alegrias inesquecíveis. Pelo menos agora, ou seja, a partir de 2011 não sofrerá marcação cerrada da imprensa e poderá enfim ter uma vida tranquila, do jeito que melhor entender. E ainda por cima poderá engordar.

Haja argumento de defesa...

Jornal quando quer defender faz ginástica linguística. Vejam essa: Kassab foi denunciado por receber doações ilegais. Ah, bom, diz O Globo, mas isso muitos fazem. Interpretação esquisita. Na mesma linha, por que prender mijões, ladrões, bêbados no trânsito...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Continua linda...

Pensei que o carnaval tivesse acabado...

Praia de Ipanema, 18h.

Copa do Mundo no Brasil? Sei não. Melhor deixar seu passaporte pronto...

por Gonça
Este blog já comentou o andamento, na verdade o não-andamento, das obras previstas para a Copa-2014. A situação se complica a cada dia. Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Adib), informa que o atraso nos investimentos no aumento da capacidade e modernização dos principais aeroportos brasileiros compromete e põe em risco a realização da Copa no Brasil. Ontem, em artigo na Folha, Cesar Maia avaliou que os prazos de construção e reforma dos estádios estão no limite. O ex-prefeito lembra que a Copa das Confederações, que é realizada um ano antes da Copa do Mundo, foi criada para que a Fifa avalie se os contratos foram cumpridos. Críticas à gestão Cesar Maia à parte, é fato que ele esteve à frente da cidade durante a preparação para o Pan-2007, evento de muito menor porte. O ex-prefeito, por experiência própria, aponta dificuldades usuais em processos de licitação, de desapropriação e de captação de investimentos como obstáculos a serem superados e que demandam tempo. O Engenhão - diz Cesar - foi construído em três anos, sendo que seis meses foram gastos para resolver conflitos sobre o uso do terreno.
Por enquanto, nada saiu do papel e, pior, muitos projetos ainda nem estão no papel. A Fifa já está em queda-de-braço com o São Paulo, dono do Morumbi, o único estádio privado na relação dos que sediarão jogos. E em São Paulo não há plano B. O Maracanã, por motivos muito provavelmente eleitorais, só será fechado para obras no segundo semestre. A previsão inicial era que o estádio trancaria  os portões em março e as máquinas entrariam em campo.
Anotem: se o Brasil falhar, Colômbia pode ser uma alternativa. Estados Unidos outra. Em último caso, na emergência, um país europeu. Não está na hora de a mídia perguntar à dona Fifa o que está achando desse atoleiro?

Comercial de cerveja surpreende Paris Hilton

por Eli Halfoun
Até Paris Hilton, que aparece como a devassa garota-propaganda (nem tão garota assim: no último dia 17 completou 29 anos) de um comercial de cerveja, foi surpreendida com a trilha sonora do filme publicitário. A agência Mood, responsável pelo comercial, teve o bom gosto de escolher a música “Frankie Machine”, considerada um, clássico e que o compositor Elmer Bernstein fez para o filme (de 1955) “O Homem do Braço de Ouro”, no qual Frank Sinatra interpretava um baterista drogado. Foi com esse filme, dirigido por Otto Preminger que Sinatra foi indicado a única vez para o Oscar, que, aliás, não ganhou.
(Quer ver o filme publicitário da Paris Hilton? Clique AQUI)

Galisteu

A campeã Unidos da Tijuca

É segredo não conto a ninguém...

A festa da Unidos da Tijuca

Meu coração vai a mil. . .

Unidos do Projac. Oops! Grande Rio

O enredo é questionável mas os carros são perfeitos!

Seria o JK? Parece uma mistura de Collor e Sarney...

O enredo é Brasília mas ela é inocente...

Beija-Flor

Parece que aqui o meu, seu, nosso dinheiro, como diria o Ancelmo, foi bem empregado. Ou não...

Tem teatro no samba

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Tem a energia da nossa Vila Isabel

Vila Isabel: tributo a Noel

O melhor samba enredo de 2010. Do mestre Martinho da Vila

Martinho da Vila...

Autor do melhor samba deste carnaval. "se um dia na orgia me chamassem, com saudades perguntassem por onde anda Noel..."

Vila celebra Noel

No Salgueiro até Emília caiu no samba

Viviane Araújo no Salgueiro

Os livros da academia do samba

Mangueira querida

Na Mangueira...

Uma representante da maioria das mortais. Ou vocês acham que todo mundo tem o corpo escultural?

Campeãs: A verde e rosa desfila para a Unidos da Tijuca

Enquanto isso, no deserto do Atacama



por Omelete
O blog está muito político para um sábado de sol... Aqui vai um refresco. A modelo Daniella Sarahyba andava sumida? Sumida? Nada, posava pela sexta vez para a revista Sports Ilustrated no deserto do Atacama (Chile) para o fotógrafo Rafael Mazzuco. Aí estão as reproduções de duas imagens do ensaio.

A imprensa e as eleições


por Gonça
A Época dessa semana publica capa e entrevista com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, pré-candidata à Presidência da República. A propósito, o diretor de redação da revista, Helio Gorovitz, escreve: "Entrevistas como a desta edição - conduzida pelo chefe da sucursal de Brasília, Eumano Silva, pelo editor executivo Guilherme Evelin e por mim - cumprem um dos papéis primordiais de uma revista num ano eleitoral: apresentar aos leitor as ideias, a personalidade e os atos dos candidatos. Só com informações precisas, contextualizadas e honestas podemos ajudar você a decidir quem merece guiar o Brasil a partir do ano que vem." . Ok, perfeito. Mas a imprensa brasileira deveria, neste ano eleitoral, seguir bons exemplos de grandes jornais e revistas internacionais e declarar em editorial a posição política da publicação. Deixar claro para os leitores quem, entre os canditados apresentados, o grupo editorial apoiará. Para usar a explanação do Gorovitz: se a Época leva ao leitores (para ajudá-los a saber em quem votar)   "informações precisas" sobre cada candidato, deduz-se que de posse das informações que levantou a Época terá totais condições de fazer também a sua escolha. É simples.  Sabemos que "informações precisas", "contextualizadas" e "honestas" são para a grande imprensa conceitos relativizados, sujeitos a chuvas e trovoadas, como vimos em tantas eleições. Honestidade, de fato, é o veículo declarar seu candidato e, a partir daí, tornar mais clara e "precisa" a leitura das suas reportagens. O dicionário diz que isento é aquele "livre, desembaraçado, limpo de culpa, independente, que julga sem parcialidade, sem paixão, imparcial, neutro". Leu? Conhece uma pessoa isenta ou um jornal, uma revista, uma TV, um site? Um vizinho, um poste isento, que seja? Pois é: não existe.    

Governo do Estado investe mais R$ 80 milhões na "nova cara" do Rio

por Eli Halfoun
O governo do Estado não acredita na velha máxima de que o segredo é a alma do negócio. Tanto não acredita que decidiu passar de R$ 100 para R$ 180 milhões sua verba de publicidade, o que aumentará também de quatro para cinco as agências (atualmente as contratadas são (Agência3, Agnelo Pacheco, MPM e Prole) que se responsabilizarão pelas novas campanhas, muitas delas relativas à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. Serão campanhas destinadas principalmente ao mercado internacional com a finalidade de atrair mais e mais turistas, sempre uma excelente fonte de renda. As novas campanhas publicitárias terão a tarefa de resgatar a força do Rio “que vem sendo recuperada nos últimos anos” e mostrar a nova cara do Rio. Com as novas campanhas publicitárias, o governo do Estado espera também atrair, além de turistas, mais negócios. Está decidido que nenhuma das campanhas a serem desenvolvidas poderá consumir mais de 30% da verba publicitária, ou seja, o bolo terá que ser dividido em pedaços iguais entre as cinco agências contratadas.