sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ardência no Regaço















por Jussara Razzé


Este produto estava na prateleira de um supermercado. Cuidado: não se confunda. Não se trata, como o nome parece indicar, de um produto para aliviar eventual desconforto de quem se excedeu no carnaval. É um "coquetel" de pimenta. Deve ser saboroso mas teria o efeito contrário ao alívio esperado por quem extrapolou na folia.

É tempo de festa da televisão colorida no Brasil

por Eli Halfoun
É raro, mas ainda se ouve falar nos aparelhos de TV em preto e branco. Certamente só será possível encontrar um aparelho p/b em algum museu. Nos últimos anos, a televisão colorida, sempre com novas alternativas de em design e qualidade de som e imagem, virou eletrodoméstico de primeira necessidade até em cidadezinhas brasileiras perdidas no mapa. Todo mundo usa, mas pouca gente lembra que na última quinta-feira, dia 18, a televisão colorida completou 38 anos de existência no país. Só para recordar: a pioneira em transmissões coloridas foi a TV Difusora do Rio Grande do Sul que mostrou ao Brasil a anual Festa da Uva do Rio Grande. A transmissão foi difundida para todo o país pela Embratel e durou uma hora fazendo com que milhares de pessoas se aglomerassem nas portas de lojas de para conhecer a novidade. No Rio só existiam 200 aparelhos (importados dos Estados Unidos) capazes de receber a imagem colorida no dia da estréia. No começo, os profissionais de televisão não sabiam como agir e lembro que ao participar do júri do Programa Flávio Cavalcanti recebi expressas recomendações para não usar roupas escuras (preto e marrom nem pensar) porque a imagem poderia ficar borrada. Era uma nova complicação para uma televisão que, trazida por Assis Chateaubriand, já existia no Brasil desde o dia 18 de setembro de 1950. Em 1961, uma pesquisa revelou que o brasileiro era e é telemaníaco: na época o Brasil concentrava 15% dos aparelhos existentes nas Américas: 60% da América do Sul e 80% do Mercosul. O número de aparelhos atingia 95,1% de domicílios, alguns com mais de um aparelho (o que agora é comum), segundo dados do IBGE. Hoje são milhões (perto de 100) de aparelhos espalhados pelo Brasil. Calcula-se que no mínimo mais 5 milhões de aparelhos serão vendidos até a próxima Copa do Mundo. Fica combinado: televisão em preto e branco nesses tempos modernos só pode ser defeito no aparelho.

Façam o jogo: bingos podem reabrir esse ano

por Eli Halfoun
Os “órfãos” dos bingos, que não são poucos, podem se preparar para voltar a marcar suas cartelas. A reabertura desses “cassinos” modernos é só uma questão de tempo: em março o Congresso votará o projeto de lei que reabre esse tipo de casa de jogo e existe a certeza de aprovação já que o lobby dos donos de bingo é grande, rico e forte.
Joga quem quiser ou não tiver controle sobre o vício: os bingos (como o jogo de uma maneira geral) podem significar às vezes grandes perdas financeiras para alguns, mas também é uma fonte de empregos na contração de recepcionistas, garçons, porteiros, manobristas, cozinheiros e outros profissionais que ficaram “sem pai nem mãe” quando os bingos foram fechados. São mais ou menos como botequins: as bebidas ficam expostas nas prateleiras e toma um porre diário quem quiser. Nos bingos, as cartelas estão sempre à disposição e perde horas marcando os números “cantados” apenas quem tiver vontade de fazer isso. O jogo, incluindo os bingos, é garantia de empregos que, aliás, o Brasil anda precisando cada vez mais. Sempre que se fala em jogo (e a reabertura dos bingos vem sendo “trabalhada” não é de hoje) lembro que eu não tinha ainda nem 20 anos quando influenciado pela turma da redação que me ensinava muito no Ultima Hora fui parar pela primeira vez, no Jockey Club e também pela primeira vez apostei nas “patas dos cavalinhos”. Tinha recebido o salário e o perdi inteiro nas apostas (voltei a pé para casa do Jockey para Copacabana). Foi ótimo: nunca mais apostei nos cavalinhos ou em qualquer outro tipo de jogo e o jogo sempre esteve à minha disposição. É isso aí: joga quem quer e a reabertura dos bingos só fará mal aos que não souberem (ou conseguirem) se controlar.

Já ouviu falar em "fazer o Rio"? É a nova tática das "celebridades" paulistas...

por JJcomunic
Sabe-se que celebridades ou candidatos à fama têm necessidade vital de aparecer, tanto quanto seres humanos normais precisam respirar. Muitos reclamam, às vezes, do "assédio" mas tudo não passa de jogo de cena. Se somem da mídia, procuram as colunas, lamentam que não são reconhecidos, anunciam projetos que nunca se realizam, contam que estão "formatando" um programa infantil ou, como já aconteceu, inventam "casos" e "romances" com astros internacionais. São criativos na estratégia para chamar atenção. Neste carnaval, em um camarote da passarela carioca onde não se ouvia sambas-enredo e que parecia estar a milhares de quilômetros dos desfiles das escolas, uma "celebridade" paulista contava que estava "viajando muito", tinha muitos contratos para fazer "presença vip" (aquela modalidade de marketing em que um "famoso" dá pinta em um evento em troca de cachê), chegou a pensar em descansar no carnaval mas acabou se decidindo a "fazer o Rio".
"Fazer o Rio" é a nova tática das "celebridades" paulistas. Já que não dá para caminhar na orla das marginais Pinheiro e Tietê nem ver o por-do sol na 25 de março fingindo que não está nem aí para os paparazzi, o jeito é pegar a ponte-aérea.
Funciona assim: o "famoso" que quer aparecer um pouco mais em colunas, sites ou revistas, se manda para o Rio, pergunta ao seu assessor de imprensa qual é a boa do momento, indaga onde estão os fotógrafos (alguns até contratam um para facilitar a operação-aparecer) e vai à luta. Encara o circuito Leblon, Barra, Praia da Reserva, Bailinho, Letras&Expressões, Dias Ferreira, vai à estréia teatral da vez, o show do momento, curte um ensaio da Grande Rio, passeia no calçadão, descola um convite boca-livre para o Londra, vai ao Fashion Mall... No dia seguinte, bomba nos sites e acaba, depois, em jornais e revistas. Não tem erro.
As chamadas "celebridades globais", que têm a sorte de já precisar circular na cidade, praticam o "fazer o Rio" naturalmente. Mas para apresentadores e elencos do SBT, Record, RedeTV, modelos em fim de carreira que querem descolar um programa, assistentes de palco que lutam para chamar atenção da Playboy ou da Sexy, ex-BBBs, ex-fazendeiros e promotores de eventos, "fazer o Rio" é uma questão de sobrevivência. Quem tem grana banca o "investimento". Quem não está muito abonado arruma uma promoção cinco-vezes-no-cartão na TAM ou na Gol. O importante é "fazer o Rio".

Roberto Carlos e Hebe juntos na avenida. Melhor esperar para ver

por Eli Halfoun
O carnaval não para e todo ano é assim: mal é divulgado o resultado do desfile começam as inevitáveis especulações em torno dos próximos temas de enredo. Geralmente ninguém acerta nada porque os carnavalescos levam meses para decidir estudando várias propostas e idéias que só são desenvolvidos com a aprovação da diretoria da escola. Por conta da especulação, há quem garanta que a Beija Flor deve homenagear os 50 anos de carreira de Roberto Carlos tema, aliás, que certamente está na cabeça de muitos carnavalescos que desconhecem as dificuldades que encontrarão para que RC libere sua imagem. Também na base da especulação, há os que garantam que o cantor Latino e a empresária e apresentadora Lucila Diniz, uma das donas do Grupo Pão de Açúcar, tentam a fazer A Grande Rio desenvolver seu enredo em torno da vida de Hebe Camargo. Até agora é só papo furado. Em relação a Hebe, a única coisa certa é a tentativa do SBT em conseguir autorização da Globo, que mantém há anos contrato de exclusividade com o cantor, permitindo que compareça ao programa especial que marcará a volta de Hebe à televisão no Dia Internacional da Mulher.

Festival de Berlim homenageia sua gente

por Eli Halfoun
Enquanto por aqui ainda se discute o rescaldo do último carnaval, os alemães vivem em ritmo de cinema com a realização da 60ª edição do Festival de Cinema de Berlim, que se estende (começou no último dia 11) até o próximo dia 21. Uma das novas atrações do Festival foi a inauguração da Calçada da Fama alemã que teve como primeira homenageada a atriz Marlene Dietrich, agora imortalizada em sua terra natal. A alemã Marlene era naturalizada americana e foi a diva de Hollywood na década de 30. Cinco membros das instituições cinematográficas alemãs foram os responsáveis pela indicação de Marlene Dietrich como primeira homenageada na calçada que celebrará também, entre outros, os cineastas Fritz Lang, e Billy Wilder, as atrizes Hanna Schyghulla e Romy Schneider e o ator Arnold Swarzenneger.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Ato falho?

O Globo fez tantas matérias sobre banheiros químicos que ficou com o tema na cabeça e mandou na primeira página um "Unidos da Tiju...caganha...

Mole lex, sed lex

Deu no G1: a Justiça do Rio liberou um dos quatro acusados pelo assassinato do menino João Daniel, que foi cruelmente arrastado por 7km durante um assalto. O menor agora solto ao completar a maioridade cumpriu três anos de uma "medida socioeducativa". Parece mais um prêmio. Para a família de João Daniel, a dor não prescreve. As leis não apenas favorecem a impunidade mas fazem a apologia do crime. É a mole lex sed lex.

Unidos da Tijuca: uma vitória incontestável


por Eli Halfoun
A essa altura do campeonato tem muita gente dizendo que tinha certeza da vitória da Unidos da Tijuca no carnaval 2010. A Unidos da Tijuca sempre esteve entre as favoritas, mas em um título que é decidido por décimos é impossível apostar em uma única favorita. Não foi a primeira vez que a Unidos da Tijuca terminou o desfile como favorita: nos últimos anos a escola da Tijuca (a outra é o Salgueiro) tem feito desfiles deslumbrantes, mas só agora público, jornais (incluindo o Estandarte de Ouro de O Globo) tiveram enfim a mesma opinião. A vitória da Unidos da Tijuca é sem dúvida o reconhecimento maior à coragem de propor e experimentar o novo, de ousar e de acreditar no projeto que o renovador carnavalesco Paulo Barros tem mostrado todos os anos. Além de um merecido campeonato, a Unidos da Tijuca deixa para a história do carnaval a magia de sua comissão de frente que surpreendeu o púbico de todo o mundo, críticos e também os carnavalescos. A conquista da Unidos da Tijuca foi tão justa e merecida que ao contrário do que costuma acontecer nenhuma escola reclamou de nada. A Unidos da Tijuca foi aclamada pelo povo e pelo samba. Foi uma vitória incontestável.

Arnaud: a cidade certa até na hora do adeus

por Eli Halfoun
Meu amigo Esmeraldo, sempre atento, foi rápido no gatilho e homenageou Arnaud Rodrigues com um belo texto. Confesso que esperei passar o impacto que tive ao dar de cara com a notícia do adeus de Arnaud Rodrigues. Arnaud era uma pessoa humilde e simples. Jamais falava de si para reconhecer o valor de seu trabalho. Talvez não tivesse consciência de sua grandeza artística. Arnaud era um artista versátil e brilhante em tudo que se propunha fazer. Sua intenção maior era sempre a de criar textos e espetáculos com os quais pudesse ajudar os colegas. Lembro que uma noite em minha casa ele me falou, como sempre com humildade, de muitos planos artísticos, todos com a finalidade maior de agrupar artistas e amigos. Um dia cansou do Rio e mudou-se para Palmas, Tocantins. Até para viver (e morrer) teve o talento de escolher a cidade com o nome certo: Palmas que era como o público reconhecia seu talento. E é o que ele recebeu e mereceu. Continuará recebendo as palmas sempre.

Números mostram que carnaval do Rio foi um sucesso

por Eli Halfoun
A procura de ingressos para o desfile (sábado, 20) das Campeãs (Rio) no Sambódromo é a maior dos últimos quinze anos, segundo a Riotur. Reflexo daquele que também foi um dos maiores, mais animados e tranquilos carnavais dos últimos anos. Alguns dados confirmam isso:
1) a Unidos da Tijuca teve uma vitória incontestável conquistando o título que não ganhava desde 1936;
2) foi o ano da explosão dos blocos e mais de 500 fizeram o carnaval de rua mais carioca e mais alegre dos últimos anos;
3) o tradicional Cordão do Bola Preta contabilizou mais de 1,5 milhões de foliões, ao contrário do que ocorria há dez anos quando apenas 100 mil foliões saíam com o bloco;
4) a ocupação dos hotéis foi de 94% (mais de 730 mil hospedes), dez por cento a mais do que em 2009;
5) a campanha contra os mijões para manter as ruas limpas foi quase bem sucedida: mais de 200 pessoas foram presas em flagrante urinando pelas ruas e só faltou manter mais limpos os banheiros químicos instalados em vários pontos da cidade;
5) Mais de 3 milhões de pessoas participaram do maior carnaval de rua da história do Rio. Esse número ultrapassou muito a previsão da Riotur. Agora é torcer para que os problemas constatados esse ano sejam corrigidos (o que não será difícil) para que 2011 ofereça ao povo uma festa ainda maior.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Depois do carnaval, Mangueira em sexto, Joel Ferreira no sax (Arpoador)

Arnaud Rodrigues fez rir um Brasil triste


por José Esmeraldo Gonçalves
Deu nos jornais: Arnaud Rodrigues morreu ontem, aos 67 anos, em um acidente de barco em Tocantins. Conheci o Arnaud no fim dos anos 70. Depois de se desentender com Chico Anysio, com quem tinha feito o programa Chico City e criado o antológico Baiano e os Novos Caetanos, o comediante buscava outros caminhos. Na época dirigindo a Fatos & Fotos, Zevi Ghivelder o convidou para ser um dos cronistas da revista. Arnaud aceitou e a F&F, onde eu era editor, ganhou um implacável observador do cotidiano. Escrevia como se fosse um caricaturista, no sentido de captar aquele pequeno detalhe que faz o todo. Entrevistado hoje sobre a morte do parceiro, Chico Anysio, com quem Arnaud se reconciliou e voltou a trabalhar anos depois, reconhece: "Era o melhor redator de comédia do Brasil". Toda semana, geralmente às terças-feiras à tarde, Arnaud ia ao Russell entregar seu texto. Passava algumas horas na redação, contava histórias, divertia a turma. Elogiava o Crato (CE), onde nasci, falava da beleza da Chapada do Araripe, mas dizia que Serra Talhada (PE), onde ele e Lampião nasceram, era terra muito mais bonita tanto que antigamente, dizia, era chamada de Vila Bela.
Depois da temporada como cronista da F&F, o pernambucano reencontrou o sucesso na TV. Atuou nas novelas "Roque Santeiro" (1985), "Partido Alto" (1984), "Pão Pão, Beijo Beijo" (1983) e em alguns filmes ("A filha dos Trapalhões" (1984), "Os Trapalhões e o Mágico de Oroz" (1984). Recentemente, esteve no humorístico "A praça é nossa". Eu o reencontrei algumas vezes geralmente nos corredores da TV Globo. Ele fazia questão de agradecer sempre a acolhida que teve na revista. Naquele breve período de, digamos, vacas magras, Arnaud precisava ganhar dinheiro, claro, passou a fazer shows em qualquer cidade que o convocasse e lançou um LP solo no qual levava muita fé. Era o "Arnaud Rodrigues, o Descobrimento". Na capa, em lay-out de Mello Menezes, ilustrador que fez muitos trabalhos para a EleEla, lá estava ele de Pero Vaz de Caminha com um volante da loteria esportiva nas mãos. Enquanto escrevo, vejo este velho LP na estante aqui ao lado entre uma pilha de vinis sobreviventes. Quando lançou o disco, em 1980, ele foi à redação da F&F e me deu um exemplar com uma dedicatória: "Esmeraldo, por tudo que você tem feito por mim. Muito obrigado. E tente curtir este som". Bobagem, não fizemos nada pelo Arnaud. Vá em paz, amigo. Obrigado a você, que levou humor à revista e, mais do que isso, fez rir um Brasil triste naqueles pesados anos da ditadura.

A magia do Carnaval


por José Esmeraldo Gonçalves
A história do Carnaval carioca é rica e fascinante. Do entrudo às Grandes Sociedades, dos Clóvis aos bailes e aos banhos de mar à fantasia, dos blocos às Escolas de Samba, todas as autênticas manifestações de alegria na data ganharam forte cobertura das revistas movidas pelo apelo popular e interesse dos leitores. O Cruzeiro e, especialmente, a Manchete foram insuperáveis nesse quesito. Estava tudo lá: a grandiosidade das Escolas, a alegria dos blocos, a sofisticação dos bailes e a beleza incomum das cariocas. Quem, um dia, quiser ver a completa história visual do Carnaval do Rio de Janeiro nos últimos 58 anos pode ir ao arquivo fotográfico da extinta Bloch Editores. Ninguém cobriu com tanta precisão a evolução e as mudanças da maior festa popular do mundo (Alô, governador Sérgio Cabral, por falar nisso, que tal tentar adquirir em próximo leilão o extraordinário arquivo fotográfico da Bloch para o novo Museu da Imagem e do Som? E ainda leva o acervo do antigo Departamento de Pesquisa das revistas. A cidade agradece. Mas tem que ser logo, antes que cromos e negativos valiosíssimos para a história do Rio e do Brasil sejam corroídos pela umidade. Um alerta: nada contra, mas o acervo corre o risco de ir parar em São Paulo)..
Mas o recado deste post é outro: estão excelentes os dois cadernos especiais publicados ontem e hoje pelo O Globo, com a cobertura dos desfiles das Escolas. Ótimos textos, fotos expressivas, boas sacadas e análises precisas. Até os anos 70 e começo dos 80, coberturas de Carnaval como essas, assim com tanto espaço e mobilização de grandes equipes era coisa de revistas. Os jornais meio que torciam o nariz para a festa e reservavam ao tema uma edição quase formal. Havia até um certo preconceito contra as revistas, que vendiam milhares de exemplares e se esgotavam rapidamente nas bancas mas eram consideradas "apelativas" por "intelectuais" e editores de jornais "sérios". Mas esse tempo passou. Os jornalões há muito deixaram de remar contra a maré do povo e caíram no samba. Reproduzo aqui as duas páginas finais dos cadernos do Globo. Já viu tudo isso em algum lugar? Provavelmente, sim. A Fatos & Fotos era especialista nessas eternas e imbatíveis curvas das cariocas.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Mangueira

A bateria da Mangueira em "cana"

Estas destaques da Mangueira não são o máximo?

Cadeira de boteco

Anjos da Vila

Os Franks

Bonde do boulevard

Vila

Dança de salão

Malandros da Vila

Da terra do Noel

Vila Isabel

Mais Vila

Vila...

Martinho e Martinália

Vila Isabel