por Eli Halfoun
Ronaldo, o Fenômeno, continua sendo alvo de gozações por conta de uma gordura que por mais que se esforce não consegue ficar livre. Quando viu o jogador com o número 100 na camisa do Corinthias, Marcelo Tas, o apresentador do CQC, não fez por menos: “Pensei que 100 na camisa de Ronaldo era marca dele na balança, não as velinhas do bolo do Timão”. Dá no mesmo.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Suposto caso de Luiza Brunet com Lula só existe na internet
por Eli Halfoun
As hoje chamadas revistas de celebridades (já foram chamadas de revistas de fofocas) sempre são acusadas de fazer repercutir e até de criar as grandes fofocas artísticas. Não é bem assim que a banda toca: as grandes fofocas geralmente ganham generosos espaços nas chamadas revistas (e jornais) sérias, como se fazer revista de celebridade fosse uma brincadeira de jornalismo e não é não. Pelo contrário: é muito mais difícil e complicado. Agora mesmo é a respeitada Veja faz repercutir a fofoca de que Luiza Brunet teria um caso com o presidente Lula. Na nova edição de Veja, a própria Luiza fez questão de tocar no assunto em entrevista para a repórter Sandra Brasil. Luiza puxou a conversa para deixar claro que está perplexa com o boato que invadiu a internet. ”Não sei" -fala Luiza - "de onde surgiu isso de dizer que tenho caso com homens poderosos. Nenhuma dessas pessoas me mandou um ramo de flores, nem me convidou para jantar. Ninguém chegou às vias de fato”. Diz mais a modelo: ”Li em sites da internet que tenho um caso com o Lula. Não tenho esse caso. Isso não é real. Só encontrei o presidente em eventos, sem a menor possibilidade de abordagem e Dona Marisa estava sempre com ele. Ela é gentil, adorável, extremamente simpática. Além do mais não é meu tipo de comportamento ter relacionamento com homem casado. Não quero me infiltrar num lar”.
O desmentido de Luiza Brunet é mais uma amostra de que é preciso muito cuidado com o que se veicula e lê na internet. Não se trata de cercear o acesso à internet, ma sim de ensinar que é preciso ter base para divulgar informações.. E acima de tudo respeito.
As hoje chamadas revistas de celebridades (já foram chamadas de revistas de fofocas) sempre são acusadas de fazer repercutir e até de criar as grandes fofocas artísticas. Não é bem assim que a banda toca: as grandes fofocas geralmente ganham generosos espaços nas chamadas revistas (e jornais) sérias, como se fazer revista de celebridade fosse uma brincadeira de jornalismo e não é não. Pelo contrário: é muito mais difícil e complicado. Agora mesmo é a respeitada Veja faz repercutir a fofoca de que Luiza Brunet teria um caso com o presidente Lula. Na nova edição de Veja, a própria Luiza fez questão de tocar no assunto em entrevista para a repórter Sandra Brasil. Luiza puxou a conversa para deixar claro que está perplexa com o boato que invadiu a internet. ”Não sei" -fala Luiza - "de onde surgiu isso de dizer que tenho caso com homens poderosos. Nenhuma dessas pessoas me mandou um ramo de flores, nem me convidou para jantar. Ninguém chegou às vias de fato”. Diz mais a modelo: ”Li em sites da internet que tenho um caso com o Lula. Não tenho esse caso. Isso não é real. Só encontrei o presidente em eventos, sem a menor possibilidade de abordagem e Dona Marisa estava sempre com ele. Ela é gentil, adorável, extremamente simpática. Além do mais não é meu tipo de comportamento ter relacionamento com homem casado. Não quero me infiltrar num lar”.
O desmentido de Luiza Brunet é mais uma amostra de que é preciso muito cuidado com o que se veicula e lê na internet. Não se trata de cercear o acesso à internet, ma sim de ensinar que é preciso ter base para divulgar informações.. E acima de tudo respeito.
“El Bodeguero” está de volta em uma jovem voz feminina
por Eli Halfoun
Quem quiser ouvir novamente o chá-chá-chá “El Bodeguero”, um dos maiores sucessos musicais da década de 50 na inconfundível voz de Nat King Cole, dispõe de uma nova e moderna versão no mercado. Composta em 1955 por Richard Egues, a música faz parte do repertório do primeiro CD da jovem cantora Maria de la Riva, filha de um mineiro com um cubano. Ex-lojista, ex-assessora de imprensa e ex-integrante da banda Alta Fidelidade, Maria tenta carreira solo com um CD no qual revive outros sucessos. Além de “El Bodeguero” ela gravou “Aos pés da Santa Cruz” (Marino Pinto e Zé da Zilda) e “Adeus Maria Fulô” (Sivuca e Humberto Teixeira) e vários sucessos cubanos de uma época em que se fazia mais música e menos barulho.
Quem quiser ouvir novamente o chá-chá-chá “El Bodeguero”, um dos maiores sucessos musicais da década de 50 na inconfundível voz de Nat King Cole, dispõe de uma nova e moderna versão no mercado. Composta em 1955 por Richard Egues, a música faz parte do repertório do primeiro CD da jovem cantora Maria de la Riva, filha de um mineiro com um cubano. Ex-lojista, ex-assessora de imprensa e ex-integrante da banda Alta Fidelidade, Maria tenta carreira solo com um CD no qual revive outros sucessos. Além de “El Bodeguero” ela gravou “Aos pés da Santa Cruz” (Marino Pinto e Zé da Zilda) e “Adeus Maria Fulô” (Sivuca e Humberto Teixeira) e vários sucessos cubanos de uma época em que se fazia mais música e menos barulho.
Bolsa-Lexotan para os tucanos...
por Gonça
Baixou um estresse brabo. Em entrevista via internet, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que Lula virou "chefe de uma facção". E citou até Mussolini. "Faltou quem freasse Mussolini. Alguém tem que parar o Lula". Pegou pesado. FHC não escolheu por acaso a palavra - "facção" - que embora tenha a acepção fração ou grupo de individuos partidários da mesma causa, é popularmente associada a bando ou facção do crime organizado. Além da dose de Lexotan para acalmar e controlar o desespero recomenda-se um pouco de história política: ninguém fez mais campanha em proveito próprio do que FHC, que fez passar a Emenda da reeleição e levou sua "facção" a ganhar mais um mandato. Bem que tentou emplacar um sucessor para o terceiro mandato mas o povo não quis. Lula aproveitou-se da lei e conquistou mais um período na Presidência, sem, infelizmente, patrocinar uma necessária reforma política que eliminasse da Constituição esse nebuloso entulho tucano. O que Lula está fazendo é uma legítima campanha para eleger a sua sucessora e candidata do seu partido. Existem leis que o impedem de usar na atividade partidária os meios que o cargo proporciona. E o TSE está aí para coibir eventuais excessos não apenas do Lula mas do ex-governador de São Paulo, o Serra, cujo partido também controla uma máquina pública. É assim em todas as democracias. Até nos Estados Unidos, na França e na Itália, países pelos quais o citado ex tem acessos dasluvianos de deslumbramento.
Baixou um estresse brabo. Em entrevista via internet, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que Lula virou "chefe de uma facção". E citou até Mussolini. "Faltou quem freasse Mussolini. Alguém tem que parar o Lula". Pegou pesado. FHC não escolheu por acaso a palavra - "facção" - que embora tenha a acepção fração ou grupo de individuos partidários da mesma causa, é popularmente associada a bando ou facção do crime organizado. Além da dose de Lexotan para acalmar e controlar o desespero recomenda-se um pouco de história política: ninguém fez mais campanha em proveito próprio do que FHC, que fez passar a Emenda da reeleição e levou sua "facção" a ganhar mais um mandato. Bem que tentou emplacar um sucessor para o terceiro mandato mas o povo não quis. Lula aproveitou-se da lei e conquistou mais um período na Presidência, sem, infelizmente, patrocinar uma necessária reforma política que eliminasse da Constituição esse nebuloso entulho tucano. O que Lula está fazendo é uma legítima campanha para eleger a sua sucessora e candidata do seu partido. Existem leis que o impedem de usar na atividade partidária os meios que o cargo proporciona. E o TSE está aí para coibir eventuais excessos não apenas do Lula mas do ex-governador de São Paulo, o Serra, cujo partido também controla uma máquina pública. É assim em todas as democracias. Até nos Estados Unidos, na França e na Itália, países pelos quais o citado ex tem acessos dasluvianos de deslumbramento.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Rio, a década de ouro
O Réveillon de Copacabana vai comemorar a boa fase que a cidade certamente viverá nos próximos anos. Década de Ouro é o tema adotado pela prefeitura para a virada do ano, em referência à Copa do Mundo de 2014, os Jogos Mundiais Militares (que trarão à cidade em 2011 o dobro de atletas que párticiparam do Pan 2007), a Copa das Confederações, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 e outros grandes eventos e convenções que a cidade conquistou. A festa deste ano terá os patrocínios da Coca-Cola, Oi, EBX, Bradesco, Petrobras e apoio da Globo Rio, da rádio Beat98 e da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH-RJ). Um acontecimento extra será o lançamento da marca Olímpiadas 2016, que acontecerá às 23h45 do dia 31 de dezembro. Veja os números da festa: 11 balsas, com 1.200 bombas cada, 40 torres de som, 30 torres de policiamento, quatro telões, sete postos médicos, 26 UTIs móveis e 60 maqueiros. No dia 25 de dezembro já começa a festa com um show de Roberto Carlos na areia de Copacabana.
Ficha limpa barrou mais de duzentos candidatos ficha suja
por Eli Halfoun
É pouco, mas é um bom começo: 242 é o número de registros negados com base na Lei da Ficha Limpa. Muitos ficha suja tentam de todas as maneiras reaver seus registros e por isso mesmo esse número pode mudar. Seria ótimo se fosse para mais. São Paulo, a que não pode parar parou diante da lei e teve 39 registros negados, entre os quais o de Paulo Maluf, que é um dos que tenta reverter a situação e acredita que se conseguir poderá ser eleito deputado federal por São Paulo com 500mil votos, mas tudo indica que ele e outros fichas justas ficarão apenas com a pretensão.
É pouco, mas é um bom começo: 242 é o número de registros negados com base na Lei da Ficha Limpa. Muitos ficha suja tentam de todas as maneiras reaver seus registros e por isso mesmo esse número pode mudar. Seria ótimo se fosse para mais. São Paulo, a que não pode parar parou diante da lei e teve 39 registros negados, entre os quais o de Paulo Maluf, que é um dos que tenta reverter a situação e acredita que se conseguir poderá ser eleito deputado federal por São Paulo com 500mil votos, mas tudo indica que ele e outros fichas justas ficarão apenas com a pretensão.
Varig no chão
por JJcomunic
Deu em vários jornais: as dívidas da velha Varig já somam R$18,6 bilhões, segundo relatório em poder da Justiça do Rio. Dobraram, em cinco anos de "recuperação judicial". São milhares de credores da empresa. Ex-funcionários, aposentados do Aerus, o fundo de pensão da companhia, Infraero, BR Distribuidora, empresas de leasing de aeronaves etc. Na verdade, a Varig foi dividida em duas: a marca e as autorizações de pouso e decolagem foram adquiridas, em leilão, pela Gol. A "velha" Varig ficou com essa dívida bilionária. Essa tática "esperta" de dividir uma empresa em dificuldade em "banda boa" e "banda podre" foi implantada na época das privatizações a qualquer custo, nos anos 90. Houve o Banerj "podre", a Rede Ferroviária Federal "podre", e por aí vai. Os "podrões" ficavam com as dívidas, inclusive trabalhistas. No caso das estatais, o pepino sobrou para os contribuintes. É incalculável o prejuízo público. De tão usada nos governos passados, a manobra passou a ser copiada por empresários. O triste é que entre as principais vítimas dessa "engenharia financeira", estão os direitos trabalhistas dos funcionários.
Deu em vários jornais: as dívidas da velha Varig já somam R$18,6 bilhões, segundo relatório em poder da Justiça do Rio. Dobraram, em cinco anos de "recuperação judicial". São milhares de credores da empresa. Ex-funcionários, aposentados do Aerus, o fundo de pensão da companhia, Infraero, BR Distribuidora, empresas de leasing de aeronaves etc. Na verdade, a Varig foi dividida em duas: a marca e as autorizações de pouso e decolagem foram adquiridas, em leilão, pela Gol. A "velha" Varig ficou com essa dívida bilionária. Essa tática "esperta" de dividir uma empresa em dificuldade em "banda boa" e "banda podre" foi implantada na época das privatizações a qualquer custo, nos anos 90. Houve o Banerj "podre", a Rede Ferroviária Federal "podre", e por aí vai. Os "podrões" ficavam com as dívidas, inclusive trabalhistas. No caso das estatais, o pepino sobrou para os contribuintes. É incalculável o prejuízo público. De tão usada nos governos passados, a manobra passou a ser copiada por empresários. O triste é que entre as principais vítimas dessa "engenharia financeira", estão os direitos trabalhistas dos funcionários.
Revistas em debate
por JJcomunic
Durante o 4º Forum Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas), realizado nesta terça-feira, 14, em São Paulo, alguns números divulgados auxiliam as projeções de quem analisa o futuro das revistas. Segundo avaliações do Projeto Inter-Meios do primeiro semestre de 2010, o mercado se expandiu em 30%, enquanto o segmento de revistas cresceu em 23%. Há dez anos, as revistas tinhas 10,5% do total de investimentos em mídia. Hoje, a participação é de 6,8%. São cifras que representam um desafio para os editores de revistas. O detalhe é que, nos últimos meses, 13 novos títulos foram lançados no Brasil. Na contramão do pessimismo, há indícios de que as revistas teriam uma melhor "adaptabilidade" aos novos leitores eletrônicos, com o iPad, o que a curto prazo complementará o seu alcance.
Durante o 4º Forum Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas), realizado nesta terça-feira, 14, em São Paulo, alguns números divulgados auxiliam as projeções de quem analisa o futuro das revistas. Segundo avaliações do Projeto Inter-Meios do primeiro semestre de 2010, o mercado se expandiu em 30%, enquanto o segmento de revistas cresceu em 23%. Há dez anos, as revistas tinhas 10,5% do total de investimentos em mídia. Hoje, a participação é de 6,8%. São cifras que representam um desafio para os editores de revistas. O detalhe é que, nos últimos meses, 13 novos títulos foram lançados no Brasil. Na contramão do pessimismo, há indícios de que as revistas teriam uma melhor "adaptabilidade" aos novos leitores eletrônicos, com o iPad, o que a curto prazo complementará o seu alcance.
A queda da última trincheira
deBarros
Dizia-se antigamente que todas as novidades na moda, nos avanços tecnológicos, no comportamento do homem na sociedade, enfim, que ocorriam na Europa e EUA, levavam 10 anos para chegar aqui no Brasil. E era uma verdade. Apesar dos meios de comunicação e dos transportes terem apresentado uma grande evolução, os grandes acontecimentos custavam a chegar. Hoje, os jornais em manchetes de primeira página noticiam a decisão do governo comunista cubano de demitir 1 milhão de servidores estatais, que serão direcionados para empresas privadas.
Essa guinada na política cubana representa o reconhecimento do fracasso do regime comunista implantado em Cuba pelas forças revolucionárias lideradas pelo seu chefe maior, Fidel Castro. Entende-se, com isso, que Cuba volta a fazer parte dos paises democráticos, com o abandono dos ideais comunistas Marxista-Leninista, que por mais de 50 anos governaram essa pobre Ilha.
Depois de mais de 5o anos, um regime comunista, provavelmente, será instalado neste país, com a eleição do seu novo presidente, que em uma de suas entrevistas, manifestou a sua preferência por um Estado Forte.
Essa novidade, não levou – por ironia – 10 anos para bater nos quintais deste país. Como ficarão – essa é a pergunta, que se repete nos bares e nos lares – as viúvas e viúvos do Fidel Castro?
Como ficarão aqueles que não se cansavam de citar Cuba como modelo de regime político?
Já viu isso? Os sortudos... uma compilação de vídeos só de gente que escapou de morrer por um triz
Tem sempre uma câmera. Veja no Boingboing. Clique AQUIAs melhores capas do ano
A capa vencedora: o rosto de uma jovem, metade saudável e a outra metade afetada pelas drogas. O diretor de arte é Marcos Marques.
Na Atrevida, Lady Gaga. O diretor de arte é Miro Branco.
Superinteressante: para uma matéria sobre relacionamento, a capa foi feita em tiras. Aí aparece a palavra Amor, na sequência, folheando-se as tiras em sobrecapa, surgem as palavras Rotina e Fim. Criação de Adriano Sambugaro e Marco Giovani. por JJcomunic
A Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas) anunciou hoje as três publicações vencedoras do Concurso Melhor Capa do Ano. A revista Época é bicampeã com com uma edição sobre os jovens e as drogas. Em segundo lugar, a Atrevida; em terceiro a SuperInteressante. Mais de sete mil internautas votaram em 16 capas finalistas. No total, 249 capas, de 25 editoras, participaram do concurso.
D.Pedro I não livrava a cara de nenhuma mulher. Mesmo que fosse freira
por Eli Halfoun
“D. Pedro I se referia ao próprio órgão sexual como uma máquina triforme. Nas cartas usava uma linguagem de borracharia”. Quem conta isso e muito mais sobre o Imperador do Brasil é o professor, escritor e jornalista Laurentino Gomes em seu novo livro “1882” (Nova Fronteira). O livro sai com uma tiragem recorde de 600 mil exemplares para livros de História e como aconteceu com "1808", o novo livro também desvenda uma história do Brasil escondida atrás das paredes dos grandes salões do Império. Laurentino descreve o Imperador como protagonista de uma vida sexual das mais animadas: “D.Pedro não perdoava mulher alguma: damas da corte, prostitutas e até freiras. E provavelmente em decorrência dessa animação morreu jovem, de sífilis”. Em entrevista à revista Playboy, o escritor garante que Lula e D. Pedro são muito parecidos na falta de cerimônia e solenidade do cargo e revela que “D. Pedro tocava viola, gostava de namorar, mas não tomava uma taça de vinho”. Não sabe o que perdeu.
“D. Pedro I se referia ao próprio órgão sexual como uma máquina triforme. Nas cartas usava uma linguagem de borracharia”. Quem conta isso e muito mais sobre o Imperador do Brasil é o professor, escritor e jornalista Laurentino Gomes em seu novo livro “1882” (Nova Fronteira). O livro sai com uma tiragem recorde de 600 mil exemplares para livros de História e como aconteceu com "1808", o novo livro também desvenda uma história do Brasil escondida atrás das paredes dos grandes salões do Império. Laurentino descreve o Imperador como protagonista de uma vida sexual das mais animadas: “D.Pedro não perdoava mulher alguma: damas da corte, prostitutas e até freiras. E provavelmente em decorrência dessa animação morreu jovem, de sífilis”. Em entrevista à revista Playboy, o escritor garante que Lula e D. Pedro são muito parecidos na falta de cerimônia e solenidade do cargo e revela que “D. Pedro tocava viola, gostava de namorar, mas não tomava uma taça de vinho”. Não sabe o que perdeu.
Um gole de cultura com o lançamento de “Devotos da Cachaça”
por Eli Halfoun
Mostrar a profunda relação da cachaça com a alma brasileira, exemplificada pela penetração da bebida nacional na música, na literatura, nas artes plásticas e nas festas religiosas populares é a proposta de “Devotos da Cachaça”, documentário (média metragem de 45 minutos) de Dirley Fernandes, que será lançado amanhã (dia 15) com direito a degustação a partir das 19 horas no Cine Botequim, no centro do Rio. Produção independente “Devotos da Cachaça” nasceu da vontade de Lenir Costa, proprietária de uma pequena cachaçaria na Barra Tijuca, Rio, de mostrar um pouco do que é a bebida. A equipe de “Devotos da Cachaça” esteve em Miguel Pereira, Betim, Carangola, Sete Lagoas e Salinas durante quatro meses de pesquisa e foi a primeira a filmar na Fazenda Havana produtora da edição limitadíssima da melhor cachaça do mundo vendida nos grandes centros a mais de R$300 a garrafa. O documentário reproduz o “Baile da Aguardente” com música original. Para o lançamento está sendo usada uma frase do livro “Prelúdio da Cachaça” do antropólogo, historiador e maior folclorista do Brasil Luís da Câmara Cascudo: “Atenda que o brasileiro é um devoto da cachaça, não um cachaceiro”.
Mostrar a profunda relação da cachaça com a alma brasileira, exemplificada pela penetração da bebida nacional na música, na literatura, nas artes plásticas e nas festas religiosas populares é a proposta de “Devotos da Cachaça”, documentário (média metragem de 45 minutos) de Dirley Fernandes, que será lançado amanhã (dia 15) com direito a degustação a partir das 19 horas no Cine Botequim, no centro do Rio. Produção independente “Devotos da Cachaça” nasceu da vontade de Lenir Costa, proprietária de uma pequena cachaçaria na Barra Tijuca, Rio, de mostrar um pouco do que é a bebida. A equipe de “Devotos da Cachaça” esteve em Miguel Pereira, Betim, Carangola, Sete Lagoas e Salinas durante quatro meses de pesquisa e foi a primeira a filmar na Fazenda Havana produtora da edição limitadíssima da melhor cachaça do mundo vendida nos grandes centros a mais de R$300 a garrafa. O documentário reproduz o “Baile da Aguardente” com música original. Para o lançamento está sendo usada uma frase do livro “Prelúdio da Cachaça” do antropólogo, historiador e maior folclorista do Brasil Luís da Câmara Cascudo: “Atenda que o brasileiro é um devoto da cachaça, não um cachaceiro”.
A tese de Jânio de Freitas
A coluna de Jânio de Freitas na Folha de São Paulo de hoje leva o título "Amigos de Dilma". O jornalista analisa a onda de "denúncias" e avisa "ou os adversários de Dilma conseguem afinal comprometê-la com alguma prova, ao menos com algum indício inexplicável, ou Dilma chegará à eleição santificada por uma pureza jamais imaginada entre tantas bandalheiras nacionais". Continua Jânio: "O bombardeio incessante na base do 'filho da sucessora' ou 'filho do braço direito' que 'teria feito' , e da responsabilidade por quebra de sigilo na Receita, e até de alimentar 'atentados à democracia' (como disse José Serra na semana passada), ficam como acusações só por acusar".
Jânio conclui: "A José Serra e os demais adversários ferrendo de Dilma Rousseff só restam três semanas para conseguir que uma de suas novas ofensivas, ao menos uma, não se exponha como apelação nada dignificante para os autores".
Até prova, literalmente, em contrário, o jornalista acerta o alvo.
Jânio conclui: "A José Serra e os demais adversários ferrendo de Dilma Rousseff só restam três semanas para conseguir que uma de suas novas ofensivas, ao menos uma, não se exponha como apelação nada dignificante para os autores".
Até prova, literalmente, em contrário, o jornalista acerta o alvo.
A China avança nas pesquisas com célula-tronco
A explosão econômica da China já é conhecida. O que pouco se conhece são os avanços científicos. Publicações americanas indicam que por não ter interferências de grupos religiosos na elaboração da política científica, a China tem a legislação mais liberal do mundo em matéria de célula-tronco. Uma das poucas restrições é a clonagem de seres humanos.
Divulgada agora: pesquisa CNT/Sensus. E Serra cai ainda mais
Marina Silva aparece em terceiro com 8,9%. Na pesquisa CNT/Sensus anterior, Serra tinha 28,1% e Dilma 46%. A nova pesquisa (aqui reproduzida) acaba de ser divulgada no Uol.
Sara Carbonero: a musa que virou celebridade
Sara Carbonero na campanha da Pantene e...
...na capa da Cosmopolitan espanhola
por Omelete
A jornalista espanhola, 25 , Sara Carbonero, continua em alta na mídia. Ela acaba de ser escolhida pela Pantene para uma campanha publicitária. Além disso, a jornalista esportiva da Telecinco e noiva do jogador Iker Casillas pensa em ampliar sua atuação profissional para a área de atualiades na TV e na mídia impressa. Nessa ofensiva, ela já aceitou colaborar com um canal italiano. O que Sara Carbonero não topou ainda foi posar para a Playboy espanhola, apesar do assédio dos editores. Aqui, do outro lado do Atlântico, a Playboy brasileira, que acaba de botar na capa a outra musa da Copa, a paraguaia Larissa Riquelme, continua torcendo por um acordo.
E por falar em ditadura...
Paulo Bornhausen, do clã que domina Santa Catarina, distribuiu nota ontem na qual classifica Lula como "protótipo de ditador". Eles, os Bornhausen, sabem do que estão falando. A poderosa família foi suporte da Arena (que, ao longo do tempo, travestiu-se em PDS, PFL e DEM). Jorge Bornhausen, pai de Paulo Bornhausen, foi vice-governador do Estado na ditadura e, depois, governador biônico também a serviço dos militares. E foi ministro-chefe da Casa Civil no governo Collor.
Não dá vontade de imitar o Macalé?
Deu no Globo, hoje (Gente Boa, de Joaquim Ferreira dos Santos). A coluna conta que o cantor e compositor Jards Macalé ia pela calçada da Maria Angélica, no Jardim Botânico, quando foi topou com um carro estacionado com as quatro rodas sobre a calçada. Não teve dúvida. Arranhou-o de um lado ao outro. Leia acima sobre a encrenca que deu, e de quem era o carro. E fale a verdade, principalmente se você é pedestre, passeia com o carrinho do seu filho ou anda em cadeira de rodas e se depara com uma arrogância dessas. Claro que a lei manda que as autoridades cuidem disso, mas que não dá vontade de imitar o Macalé? Em tempo: o Globo informa que o caso está na 15ª DP e que Macalé se dispôs a pagar o prejuízo desde que houvesse multa pelo estacionamento na calçada.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Tracking Vox Populi desta segunda-feira... e la nave va
Senna nas telas
por JJcomunic
O primeiro filme sobre a vida de Ayrton Senna estreia no Brasil no 12 dia de novembro. Mas os japoneses verão antes esse documentário sobre a vida do piloto: em Tóquio, o lançamento acontecerá no dia 8 de outubro, um dia antes do GP do Japão. O filme, que leva o título "Senna", tem produção da inglesa Working Title, direção de Asif Kapadia, roteiro de Manish Pandey e produção de James Gay-Rees, Tim Bevan e Eric Fellner. Vem com a história de Ayrton Senna desde a sua estreia na Fórmula 1, entrevistas nunca antes reveladas, muitas imagens inéditas. "Senna" homenageia o aniversário de 50 anos de nascimento do piloto brasileiro. O documentário já tem um site, com o trecho do filme. Clique AQUI
O primeiro filme sobre a vida de Ayrton Senna estreia no Brasil no 12 dia de novembro. Mas os japoneses verão antes esse documentário sobre a vida do piloto: em Tóquio, o lançamento acontecerá no dia 8 de outubro, um dia antes do GP do Japão. O filme, que leva o título "Senna", tem produção da inglesa Working Title, direção de Asif Kapadia, roteiro de Manish Pandey e produção de James Gay-Rees, Tim Bevan e Eric Fellner. Vem com a história de Ayrton Senna desde a sua estreia na Fórmula 1, entrevistas nunca antes reveladas, muitas imagens inéditas. "Senna" homenageia o aniversário de 50 anos de nascimento do piloto brasileiro. O documentário já tem um site, com o trecho do filme. Clique AQUI
Festival de Veneza consagra filmes americanos
por JJcomunic
A 67ª edição da Mostra Internacional de Cinema de Veneza foi praticamente uma celebração do cinem norte-americano. Sofia Coppola ficou com o Leão de Ouro. Somewhere (Algum Lugar), seu filme sobre o show business. O veterano norte-americano Monte Hellman, com Road to Nowhere, ganhou um Leão especial. Essential Killing, filme sem diálogos sobre um homem que se torna um assassino recebeu o Prêmio Especial do Júri. Vincent Gallo, do elenco de Essential Killing ficou com o prêmio de melhor ator. Para direção e roteiro, o espanhol Álex da la Iglesia, com Balada Triste de Trompeta. Melhor atriz para Ariane Labed, do filme grego Attenberg. O prêmio Especial do Júri foi para Essential Killing, de Jerzy Skolimowsky.
A 67ª edição da Mostra Internacional de Cinema de Veneza foi praticamente uma celebração do cinem norte-americano. Sofia Coppola ficou com o Leão de Ouro. Somewhere (Algum Lugar), seu filme sobre o show business. O veterano norte-americano Monte Hellman, com Road to Nowhere, ganhou um Leão especial. Essential Killing, filme sem diálogos sobre um homem que se torna um assassino recebeu o Prêmio Especial do Júri. Vincent Gallo, do elenco de Essential Killing ficou com o prêmio de melhor ator. Para direção e roteiro, o espanhol Álex da la Iglesia, com Balada Triste de Trompeta. Melhor atriz para Ariane Labed, do filme grego Attenberg. O prêmio Especial do Júri foi para Essential Killing, de Jerzy Skolimowsky.
O aditivo de Lewis Hamilton
por Omelete A cantora Nicole Scherzinger é capa da Maxim Brasil. Líder das Pussycat Dolls, ela é a namorada do piloto inglês Lewis Hamilton. No último fim de semana, nas pistas, Hamilton não se deu bem. Depois de um choque roda com roda com a Ferrari de Felipe Massa, ele saiu da pista, na primeira volta, em Monza. Como consolo, pegou um jatinho e foi mais cedo para casa e para perto do monumento aí reproduzido. A Maxim diz, literalmente, que "é por este corpo que Lewis Hamilton corre".
Na hora de faturar, Johnny Depp bota todos os atores no bolso
por Eli Halfoun
A promoção em jornais e revistas ajuda muito, mas não é preciso estar assiduamente na mídia para ser um ator bem pago, caso de Johnny Depp que, segundo a revista Forbes, é o ator mais bem pago de Hollywood, desbancando nomes badalados como os de Brad Pitt e Tom Cruise. A revista revela que Depp faturou US$ 75milhões no ano passado. A Forbes acredita que parte dos lucros do ator americano se deve ao sucesso de bilheteria do filme “Alice no País das Maravilhas", no qual, com direção de Tim Burton, interpretou o Chapeleiro Maluco. O filme arrecadou US$1bilhão. A publicação acredita que outro fator do grande faturamento de Depp é o filme “O Turista” que só será lançado no Brasil em janeiro de 2011 e no qual Depp contracena com Angelina Jolie. Os outros milionários do cinema americano são Ben Stiller (faturamento de US$ 53 milhões), Tom Hanks (US$ 45milhões), Adam Sandler (40 milhões), Leonardo Di Caprio (US$ 28 mihões), Daniel Radclife (US$ 25 milhões), Robert Downey Jr. e Tom Cruise (US$ 22 milhões cada), Brad Pitt (US$ 20 milhões) e George Clooney (US$ 19 milhões). Não é à toa que todo ator brasileiro sonha fazer carreira nos Estados Unidos.
A promoção em jornais e revistas ajuda muito, mas não é preciso estar assiduamente na mídia para ser um ator bem pago, caso de Johnny Depp que, segundo a revista Forbes, é o ator mais bem pago de Hollywood, desbancando nomes badalados como os de Brad Pitt e Tom Cruise. A revista revela que Depp faturou US$ 75milhões no ano passado. A Forbes acredita que parte dos lucros do ator americano se deve ao sucesso de bilheteria do filme “Alice no País das Maravilhas", no qual, com direção de Tim Burton, interpretou o Chapeleiro Maluco. O filme arrecadou US$1bilhão. A publicação acredita que outro fator do grande faturamento de Depp é o filme “O Turista” que só será lançado no Brasil em janeiro de 2011 e no qual Depp contracena com Angelina Jolie. Os outros milionários do cinema americano são Ben Stiller (faturamento de US$ 53 milhões), Tom Hanks (US$ 45milhões), Adam Sandler (40 milhões), Leonardo Di Caprio (US$ 28 mihões), Daniel Radclife (US$ 25 milhões), Robert Downey Jr. e Tom Cruise (US$ 22 milhões cada), Brad Pitt (US$ 20 milhões) e George Clooney (US$ 19 milhões). Não é à toa que todo ator brasileiro sonha fazer carreira nos Estados Unidos.
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