por Eli Halfoun
Não é muito difícil (há vários exemplos disso especialmente no tráfico de drogas) comandar qualquer coisa mesmo estando atrás das grades. O fato de estar preso não diminuiu o poder de Wilson Vieira Alves como presidente da Unidos de Vila Isabel e foi da cadeia que ele deu, através de seu filho Wilsinho, a ordem para manter o cinema como tema do enredo que a Vila mostrará em 2011. Havia dúvidas entre o enredo sobre o cinema ou sobre a história do ouro, mas o presidente deu a palavra final. O enredo sobre cinema não afastará a princesa Stephanie de Mônaco do desfile: ela sairá como Cleópatra homenageando Elizabeth Taylor que viveu a personagem em um dos mais famosos filmes der sua carreira
domingo, 16 de maio de 2010
Brasil faz mais espuma no Festival de Cannes
por Eli Halfoun
Não se pode dizer ao certo se é pretensão ou ousadia, mas nove vinícolas brasileiras que integram o projeto “Wines of Brazil” resolveram divulgar nossos já bastante elogiados espumantes justamente na França que produz o único e melhor champanhe do mundo. As vinícolas marcarão presença no Festival de Cannes e está decidido que no estande “Cinema do Brasil” só será servido o espumante brasileiro que terá sua qualidade reforçada com a exibição das 52 medalhas (pelo menos servem como decoração) conquistadas em concursos mundiais nos últimos 12 anos. Vai ter francês espumando de ódio.
Não se pode dizer ao certo se é pretensão ou ousadia, mas nove vinícolas brasileiras que integram o projeto “Wines of Brazil” resolveram divulgar nossos já bastante elogiados espumantes justamente na França que produz o único e melhor champanhe do mundo. As vinícolas marcarão presença no Festival de Cannes e está decidido que no estande “Cinema do Brasil” só será servido o espumante brasileiro que terá sua qualidade reforçada com a exibição das 52 medalhas (pelo menos servem como decoração) conquistadas em concursos mundiais nos últimos 12 anos. Vai ter francês espumando de ódio.
Parece piada...
A Folha descobre uma nova maneira de criticar benefícios sociais e distribuição de renda básica. "Prejudica atividade rural". É pra rir? Conheço isso, "Atividade rural" no Nordeste é semi-escravidão ou escravidão plena. Qualquer atividade que paga menos de 134 reais mensais (o valor do Bolsa Família que, segundo o jornal, é o culpado) não é "atividade", é banditismo. Paguem salário decente que o trabalhador aparece, como tem acontecido em outros setores com milhões de empregos gerados nos últimos anos. Valeu pelo humor, Folha.
Autorama
F-1 virou uma monótona procissão. Autódromos sem pontos de ultrapassagem, traçados burocráticos, regras demais... Alguns pilotos, como o Alonso, pela ousadia, tiram o espectador da letargia. E só. Comovente e até engraçado é ouvir o Galvão e Reginaldo tentando extrair alguma emoção do autorama. Opção melhor é caminhar no parque aqui ao lado, dia de sol, não muito frio, com a bela Serra do Japi, nos limites de Jundiaí, ao fundo. Fui.
sábado, 15 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Não se mistura alhos com bugalhos
deBarros
O poder é uma força estranha que mexe muito com a cabeça daqueles que não estão preparados para excercer esse mesmo poder. Esse despreparo acaba levando à insanidade criaturas que, por erro do destino, são levados a uma situação de força e poder que jamais pensavam em chegar. E aí começa a insanidade a se fazer notar.
Não basta apenas chegar e tomar conta do lugar. É preciso trazer na bagagem estrutura cultural para enfrentar todos os problemas e situações inerentes do poder.
Ora, fazer comparações no plano político e existencial com pessoas como Mandela, um homem que enfrentou a "comunidade inglesa" e venceu arrancando de suas garras, o seu país, a África do Sul, da tirânica opressão sofrida e fazer desse país um Estado livre e respeitado nesse universo de nações é uma tarefa de gigante e herói, verdadeiro herói, e pessoas aqui no Brasil sem nenhum histórico que dê fundamentos para essa comparação, é caso de insanidade chegada à loucura em último grau. O que está ocorrendo é muito sério e é preciso que se preste atenção desdobrada nessas citações e comparações, porque a tendência é se agravar.
"Os sopradores ..."
deBarros
Alguma coisa de muito estranho está acontecendo no jornalismo esportivo. Comentaristas esportivos, basicamente de futebol, inconformados com os nomes dos jogadores convocados para integrarem a equipe que vai jogar a Copa do Mundo, agora em junho na África do Sul, partiram para o ataque direto ao técnico da seleção, Dunga, ex-jogador de futebol, tetra- campeão do Mundo em 94, chamando-o até de "Tosco". Incompetente não podem chamá-lo, porque como técnico da seleção, ganhou duas Copas; a das Américas e a das Confederações, além de classificar o Brasil com três rodadas de antecedência.
Os jogadores convocados estão sendo apelidados por um desses comentaristas de "sopradores de vuvuzelas". Ora, se odeiam tanto o Dunga porque então não indicam o nome de um outro profissional de futebol, para ser o técnico da seleção? Isso eles não vão fazer porque a sua covardia não vai permitir tanta ousadia. Sim, porque eles indicando um nome serão os responsáveis pelo sucesso ou insucesso da Seleção na Copa do Mundo.
Quando Dunga foi nomeado, aconteceram alguns movimentos meios estranhos de um outro profissional de futebol, que era o técnico da seleção da África do Sul.
Ele se demitiu da seleção africana e indicou o Joel Santana para o seu lugar. Logo depois veio a Copa das Confederações. A África do Sul perdeu e o Brasil se tornou o campeão. Esse mesmo técnico, antes dessa Copa, veio dirigir o time do Fluminense. Como fracassou, voltou a ser técnico de futebol da África do Sul e o Joel Santana voltou para o Brasil amargando a derrota na Copa das Confederações. Debaixo desse angu tem muita coisa. Todos esses apostaram no fracasso do Dunga à frente da seleção brasileira. Se deram mal. Perderam a aposta e hoje partiram para a guerra total. Desconfio que vão perder mais uma vez.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Passe dois dias em New Orleans sem sair do Brasil
por Eli Halfoun
Pelo menos esse mês não será preciso viajar até New Orleans para ver alguns dos músicos que fazem a diária trilha sonora daquela que é sem dúvida a cidade mais musical do mundo. Nos dias 28 e 30 desse mês basta ir somente até Paraty, Rio, para vibrar com o Bourbon Festival Paraty, que está sendo realizado pelo segundo ano e é uma cópia dos festivais de jazz que acontecem anualmente no Rio e em São Paulo. O Festival de Paraty terá onze atrações e promete noitadas de grande talento musical com as confirmadas presenças de, entre outros, John Pizzarelli, Stanley Jordan, Caviar Blues Band, Big Time Orchestra. Paulo Meyer,, Victor Brooks. Julie McKnight e Wayne Vaughn, além do brasileiro Leo Gandelman. Será uma bela viagem musical entre o jazz tradicional e moderno.
Pelo menos esse mês não será preciso viajar até New Orleans para ver alguns dos músicos que fazem a diária trilha sonora daquela que é sem dúvida a cidade mais musical do mundo. Nos dias 28 e 30 desse mês basta ir somente até Paraty, Rio, para vibrar com o Bourbon Festival Paraty, que está sendo realizado pelo segundo ano e é uma cópia dos festivais de jazz que acontecem anualmente no Rio e em São Paulo. O Festival de Paraty terá onze atrações e promete noitadas de grande talento musical com as confirmadas presenças de, entre outros, John Pizzarelli, Stanley Jordan, Caviar Blues Band, Big Time Orchestra. Paulo Meyer,, Victor Brooks. Julie McKnight e Wayne Vaughn, além do brasileiro Leo Gandelman. Será uma bela viagem musical entre o jazz tradicional e moderno.
Convocação aumenta cachês publicitários dos meninos de Dunga
por Eli Halfoun
A importância da convocação de um jogador para a seleção brasileira de futebol não significa apenas o reconhecimento do talento e do trabalho dos atletas. É também garantia um novo e bom faturamento comercial. Exemplo: Kaká e Robinho podem faturar cada um até R$ 5milhões em nova campanha publicitária nacional de uma grande marca. Para ter uma idéia da valorização com a convocação basta dizer que no começo do ano Robinho cobrava R$ 800 mil e Julio César R$ 300 mil. Anúncios com atuais e ex-jogadores se multiplicarão no mundo inteiro: Pelé, Maradona e Zidane aparecem juntos jogando pebolim no anúncio de lançamento das novas malas da marca Louis Vuitton (essas mesmo que depois serão encontradas muito bem falsificadas em qualquer camelô); Robinho, Neymar e Ganso dançam “Single Ladies” ao som de Beyoncé no anúncio da Seara e Dunga entrou em cena para vender cerveja Brahma enquanto Luiz Fabiano venderá o novo guaraná açaí da Antarctica
A realização da Copa do Mundo reforça também a criação de empresas especializadas em marketing esportivo. A Globo já montou a sua e agora será a vez da Record fazer sua agência em sociedade com o apresentador Gugu Liberato. Enquanto isso a Nike, uma sempre presente marca na Copa anunciando seu material esportivo, vibra com as convocações de Robinho, Daniel Alves, Maicon e Luís Fabiano que são “garotos propaganda” da marca. Por conta de sua não convocação Adriano corre o sério risco de perder o patrocínio da Olympikus. Futebol é um bom negócio dentro, fora de campo e por baixo do tapete, onde, aliás, acontece muita coisa.
A importância da convocação de um jogador para a seleção brasileira de futebol não significa apenas o reconhecimento do talento e do trabalho dos atletas. É também garantia um novo e bom faturamento comercial. Exemplo: Kaká e Robinho podem faturar cada um até R$ 5milhões em nova campanha publicitária nacional de uma grande marca. Para ter uma idéia da valorização com a convocação basta dizer que no começo do ano Robinho cobrava R$ 800 mil e Julio César R$ 300 mil. Anúncios com atuais e ex-jogadores se multiplicarão no mundo inteiro: Pelé, Maradona e Zidane aparecem juntos jogando pebolim no anúncio de lançamento das novas malas da marca Louis Vuitton (essas mesmo que depois serão encontradas muito bem falsificadas em qualquer camelô); Robinho, Neymar e Ganso dançam “Single Ladies” ao som de Beyoncé no anúncio da Seara e Dunga entrou em cena para vender cerveja Brahma enquanto Luiz Fabiano venderá o novo guaraná açaí da Antarctica
Marketing esportivo na ordem do dia
A realização da Copa do Mundo reforça também a criação de empresas especializadas em marketing esportivo. A Globo já montou a sua e agora será a vez da Record fazer sua agência em sociedade com o apresentador Gugu Liberato. Enquanto isso a Nike, uma sempre presente marca na Copa anunciando seu material esportivo, vibra com as convocações de Robinho, Daniel Alves, Maicon e Luís Fabiano que são “garotos propaganda” da marca. Por conta de sua não convocação Adriano corre o sério risco de perder o patrocínio da Olympikus. Futebol é um bom negócio dentro, fora de campo e por baixo do tapete, onde, aliás, acontece muita coisa.
Pra que essas profissões?
deBarros
Na minha pobre opinião, algumas profissões deveriam ser extintas no Brasil, como por exemplo a de "dubladores" de artistas de cinema estrangeiros. Como por exemplo, dublar as vozes de Al Pacino, Robert de Niro e a inconfundível voz anasalada de Marlon Brandon? Já imaginaram "Dom Corleone"sendo dublado por artista brasileiro nordestino?
Quem dublaria a voz de Liz Taylor. E a de Sharon Stone? A de Michael Douglas? São artistas, cujas vozes fazem parte das suas interpretações. Qualquer dublagem desfigura o trabalho do artista em foco, destruindo o personagem construido por ele.
Outra profissão que deveria ser extinta seria a de comentarista de futebol. Ora, por que? - perguntam;. Primeiro porque o comentarista não conseguiu ser jogador de futebol e muito menos técnico de futebol e como j0rnalista esportista é um profissional frustrado. Segundo é que sob essa frustração não consegue transmitir nas suas resenhas críticas positivas, passando na verdade mau humor, desesperança, transformando as suas críticas em desalento para os atletas e entidades futebolísticas no caso.
Já leu, por acaso, algum comentarista elogiando um jogador de futebol ou um clube? Confesso que nunca li.
A outra profissão, no meu entender, que tambem deveria ser extinta seria a de presidente de um país. Acho que não preciso dar nenhum exemplo diante do que temos no Brasil. É um exemplo vivo e presente durante 24 horas de nossas vidas. Pra que?
Vaciladas do photoshop
No cartaz do filme, as figurantes à direita não têm pernas... e Michelle Obama tem o braço esquerdo visivalmente anoréxico e extended. Estas e outras vaciladas de diretor de arte estão no Photoshop Disaters
Parceria Estadão-MSN Brasil
por Gonça
Notícias de economia, política, cultura, esportes no portal MSN Brasil, a partir de julho. É o resultado de um acordo operacional entre o jornal Estado de São Paulo e a Microsoft. É a primeira parceria efetiva, no Brasil, entre um empresa de tecnologia e um grupo de mídia.
Notícias de economia, política, cultura, esportes no portal MSN Brasil, a partir de julho. É o resultado de um acordo operacional entre o jornal Estado de São Paulo e a Microsoft. É a primeira parceria efetiva, no Brasil, entre um empresa de tecnologia e um grupo de mídia.
Menos um
por Gonça
O Jornal da Tarde, que inovou em conteudo e diagramação ao ser criado por Mino Carta em 1966, deixa de circular do interior de São Paulo. Torna-se um jornal metropolitano. Não é um bom sinal. Capas excepcionais, com uso e abuso da fotografia, eram características do JT. Esta, aí reproduzida, é de 3 de outubro de 1974. Mostra Pelé deixando o gramado, chorando, após sua última partida com a camisa do Santos, na Vila Belmiro. O Santos ganhou por 2 a 0. Pelé ficou 23 minutos em campo e saiu levando de lembrança a camisa e a bola do jogo.
O Jornal da Tarde, que inovou em conteudo e diagramação ao ser criado por Mino Carta em 1966, deixa de circular do interior de São Paulo. Torna-se um jornal metropolitano. Não é um bom sinal. Capas excepcionais, com uso e abuso da fotografia, eram características do JT. Esta, aí reproduzida, é de 3 de outubro de 1974. Mostra Pelé deixando o gramado, chorando, após sua última partida com a camisa do Santos, na Vila Belmiro. O Santos ganhou por 2 a 0. Pelé ficou 23 minutos em campo e saiu levando de lembrança a camisa e a bola do jogo.
Um novo time de futebol nas mãos (e não nos pés) de um empresário
por Eli Halfoun
Deve ter sido de tanto ouvir falar que time de futebol precisa ser dirigido como uma empresa que o bem sucedido empresário Eike Batista começou a pensar em ter seu próprio clube de futebol. Se o projeto for concretizado, Eike não quer competir com os grandes clubes do Rio, o que leva a crer que deverá ir para outro estado ou até outro país. O fato é que o empresário já buscou a assessoria de dois ex-craques da seleção brasileira para começar a formar seu time que já tem até nome: XFC. FC é futebol clube e o X da questão é certamente dos problemas que terá de enfrentar para entrar em campo.
Deve ter sido de tanto ouvir falar que time de futebol precisa ser dirigido como uma empresa que o bem sucedido empresário Eike Batista começou a pensar em ter seu próprio clube de futebol. Se o projeto for concretizado, Eike não quer competir com os grandes clubes do Rio, o que leva a crer que deverá ir para outro estado ou até outro país. O fato é que o empresário já buscou a assessoria de dois ex-craques da seleção brasileira para começar a formar seu time que já tem até nome: XFC. FC é futebol clube e o X da questão é certamente dos problemas que terá de enfrentar para entrar em campo.
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