terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Sétimo Céu, 1959: o dia em que Roberto Carlos foi galã de fotonovela...


Roberto Carlos e Mary Fontes na capa da Sétimo Céu. Reprodução

"Assim Quis o Destino". fotonovela da revista Sétimo Céu

Roberto em cena. Reprodução
por José Esmeraldo Gonçalves 
Um mergulho no baú de um dos maiores fenômenos de comunicação no Brasil, a fotonovela, revela um fato curioso: em 1959, quando, já no Rio, tentava abrir caminho na música, Roberto Carlos ganhou alguns trocados como galã de um drama em imagens da revista Sétimo Céu, da extinta Bloch Editores. A fotonovela de RC chamava-se "Assim Quis o Destino". O argumento era de Mary Lee, direção de fotos de Victor Gomes, fotografia de Alberto Jacob. RC fazia o papel de "Ricardo" e contracenava com Mary Fontes (Rosinha). L. Loureiro (Júlio), Ilka Monteiro (Liana) e José Fulgêncio (Mordomo). Na época, Roberto era datilógrafo do Ministério da Fazenda e tocava em festinhas particulares. Essa fotonovela da Sétimo Céu teria sido seu primeiro trabalho artístico. Ele participou ainda de mais quatro histórias. Um delas, bem mais tarde, sobre sua própria vida.



Barbosa faria bonito na eleição presidencial


por Eli Halfoun
Ninguém pode duvidar que o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, é hoje o homem mais respeitado e admirado do Brasil e tem todas as condições para concorrer a um cargo político, o que ele realmente não quer. Se quisesse, como insistem muito partidos que o convidam insistentemente, candidatar-se à Presidência da República, Barbosa faria bonito. A jornalista Mônica Bergamo, da “Folha de São Paulo”, é quem informa que pesquisa realizada na Ipespe, em São Paulo, revelou que 24% dos entrevistados “votariam com certeza em Barbosa enquanto 26% admitiram que poderiam votar. O Brasil está mesmo precisando de gente honesta e competente. (Eli Halfoun)

Americana Delta pode decolar na Gol


por Eli Halfoun
Boa notícia para os funcionários que foram arbitrariamente demitidos da Webjet: os 3% que a Delta possui oficialmente na administração da Gol (ocupa uma cadeira no Conselho de Administração) podem ser turbinados. Pela lei, estrangeiro não pode ter mais do que 30% de companhia aérea brasileira, mas a americana Delta estaria aumentando sua participação na empresa aérea brasileira que, como fartamente noticiado, atravessa um turbulento vôo financeiro. Ninguém confirma oficialmente a negociação, mas sabe-se quer como diria o Barão de Itararé há no ar muito mais do que apenas aviões de carreira. (Eli Halfoun)

Swarzenegger vem fazer força no Brasil para levantar dinheiro


por Eli Halfoun
O Brasil acaba de confirmar a primeira visita de celebridade internacional para abril de 2013. Quem vem aí é o ator Arnold Swarzenegger e felizmente não para atuar em filme: desembarca por aqui como representante do Arnold Sports Festival que pela primeira vez fará no Brasil uma edição de seu festival de fisiculturismo. O evento atende pelo nome do ator, que como se sabe, é bom nos “ferros”. Swarzenegger calcula que a versão brasileira do festival custará em torno de seis milhões de reais, mas renderá no mínimo dez vezes mais, já que a previsão é reunir pelo menos 35 mil visitantes no Centro de Convenções Sul America, no Rio. Carregar esse peso nos braços e nas costas é sem dúvida um esporte muito salutar para qualquer conta bancária. (Eli Halfoun)

domingo, 16 de dezembro de 2012

Corinthians faz o Brasil ser novamente campeão do mundo

por Eli Halfoun
Antes do início da partida que definiria (definiu) o Campeão Mundial de Clubes conversei com muitos torcedores de vários times do Rio e de São Paulo e me impressionou como alguns torcedores brasileiros torciam pela derrota do Corinthians e, em consequência, por mais um fracasso do futebol brasileiro. O Corinthians tem uma torcida inflamada, muitas vezes exagerada e agressiva e, no fundo, é isso que faz com que torcedores de outros clubes, tanto no Rio quanto em São Paulo, tenham uma espécie de desprezo por aquele que é sem dúvida um dos times mais populares do país e talvez (agora principalmente) do mundo. No fundo, os torcedores não corintianos não gostam mesmo é da torcida do Corinthians, invejam seu entusiasmo e odeiam os muitos exageros que cometem quando torcem sem medidas. Na partida contra o inglês Chelsea isso nem deveria importar muito. O Corinthians que estava em campo era um time brasileiro e me parece meio sem sentido torcer contra o Brasil em qualquer situação. A vitória do Corinthians fez uma vez mais o Brasil campeão do mundo. É isso o que realmente vale e interessa. (Eli Halfoun)

Para o jornal inglês, The Sun, título do Corinthians foi o "fim do mundo"


Corinthians é bicampeão mundial...

Gol do Guerrero - Reprodução TV Globo
A comemoração do Corinthians
Em campo, os jogadores responderam a quem não acreditava no time. A vitória do Corinthians é um injeção de otimismo no futebol brasileiro desgastado pela Era Mano Menezes e pelo pessimismo da mídia. Nos últimos anos, o complexo de inferioridade sempre entrava em campo junto com a Seleção. Que o título do Corinthians e de Tite marque a virada.

Deu na Folha...

Reprodução Folha de São Paulo
Reproduções Folha de São Paulo

sábado, 15 de dezembro de 2012

Volta de aquecimento...

A prova era de snow mobile em dia de Grand Prix considerado a F-1 da neve. Mas quem fez sucesso foi a modelo alemã Micaela Shaeffer, que resolveu dar uma voltinha de carona com um dos competidores. O frio na Áustria, em Saalbach, estava abaizo de zero grau mas a visão do aerofólio traseiro fez a neve derreter.
Veja o vídeo. Clique AQUI

Selinho premiado: virgem na Playboy

Reprodução Facebook
A catarinense Catarina Migliorini, 20, que leiloou sua virgindade na internet, estará na Playboy brasileira de janeiro. A revista anunciou pelo Facebook que a menina a capa da revista. O cachê não revelado virá se somar ao R$ 1,5 milhão que um japa pagou para o fuque-fuque e ao contrato para uma campanha de lingerie. Conclusão: o selo era premiado.

Mancada em tempo real...

por JJcomunic
Logo que foi divulgada a notícia do massacre de Newton, sites de várias TVs e publicações, como Fox News e CNN, colocaram no ar uma suposta página do Facebook do suspeito "Ryan Lanza". Fotos reproduzidas da página correram o mundo até que ‘amigos’ de Facebook de Lanza mostraram que aquele não poderia ser o verdadeiro assassino, até porque continuava postando mensagens, enquanto o Lanza verdadeira estava morto. "Fuck you CNN, nao fui eu.Cale a boca, todo mundo, nao fui eu”.“Eu estou no ônibus indo para casa agora, nao fui eu. NAO FUI EU , EU ESTAVA NO TRABALHO” – teve que escrever o Lanza vítima do erro da mídia apressada. Só depois do "mico", foi noticiado que o assassino era Adam Lanza, irmao de Ryan.

Tá decretado: se o sujeito é " calmo" e "solitário" pode ser um serial killer...

Alguém já disse que jornalista é o cara que tira conclusões mais rápido. E gosta de rotular também. Esse título hoje, da Folha, é típico. "Calmo" e "solitário vira indício de monstro. Se você é "calmo" e solitário", cuidado, seus vizinhos agora vão olhar atravessado. Vai que essas "terríveis" características escondam um sujeito que guarda um arsenal em casa e está só esperando a hora de disparar rajadas por aí? E se o assassino for gordo? Se for careca? Se sofrer de incontinência urinária? Se for "agitado" e "sociável"? Se for republicano? Se for democrata? Se for imigrante? Se for preto? Branco? Se for ateu? Se for carola? Se for jornalista? /o que ten a ver? Te manca, editor! Crítica ao comércio livre de armas nem pensar, né?

Nota fiscal incomoda muita gente, transparência incomoda muito mais...

Você já ouviu muitas vezes que o Brasil tem impostos altos. Existe até um painel badalado em São Paulo que faz essa conta. Faltam, claro, por um questão de honestidade, mais dois painéis: um que deveria somar as taxas privadas que os brasileiros pagam, do pedágio passando pelas taxas bancárias e de administração e muitas outras impostas por hospitais, escolas, planos de saúde etc. O outro contabilizaria isenções e renúncias fiscais. Mas quando o governo cria uma norma transparente - listar nas notas fiscais os impostos e taxas recolhidos pelos comerciantes - há resistência. Um deles chegou a dizer que seria impossível, que não há computador que resolva isso, que o consumidor ia sair das lojas com notas fiscais de mais de um metro de comprimento. No dia seguinte a essa estranha declaração, um técnico informou que um programa simples resolve esse "problema".
Não é que imposto no Brasil seja alto, em muitos casos é mesmo, o pior é que é injusto. Assalariados são descontados na fonte, a população paga os impostos na boca do caixa. Indústrias e comércio cobram a conta dos zé-manés mas dispõem de mil recursos para não transferir todo o arrecadado. Isensões, incentivos, prazos para repassar o dinheiro que, enquanto isso, rende em aplicações, labirinto de pessoas jurídicas, paraísos fiscais etc. E se, depois disso tudo ainda ficar devendo, tem o refis ( o refinanciamento secular do pendura).  Por isso, a CPMF, aquela taxa cobrada nos cheques e transações financeiras, e que era justamente proporcional, foi tão combatida e e devidamente torpedeada. Lembra? O governo foi derrotado de goleada. O que incomodava na CPMF não era o percentual, até baixo, é que o mecanismo de desconto servia para monitorar grandes transferências. Ou seja, era um obstáculo a mais nas 'lavanderias" de dinheiro ilegal. Por isso, o fim da CPMF é comemorado até hoje com champanhe e caviar. Tanto na Avenida Paulista quanto nos mafuás e doleiros e redutos de traficantes que têm a incômoda tarefa de "lavar" milhões de dólares sujos.
Um adendo, só pra relaxar: sabia que em Portugal lavagem de dinheiro atende pelo nome de "branqueamento de capitais"?

Onde estão os legisladores?



deBarros
A Proposta de Emenda à Constituição – a       PEC 37 – que tira do MP o poder de investigar não é apenas uma Emenda da Câmara. Não é tão simples como parece ser. Por trás dela vemos intenções que se tornam óbvias quando se juntam outras intenções – como por exemplo –  de regulamentar a imprensa brasileira atrelando-a a um cabresto controlador  de governo. Ao mesmo tempo que limita o MP de usar as suas atribuições investigatórias na busca de elucidações de crimes cometidos contra o patrimônio público impede a esse MP de junto com a Polícia Civil chegar ao êxito desejado de enquadramento dos possíveis criminosos descobertos em suas ações criminosas tanto na área civil como pública.
O Projeto não vem atender especificamente a este governo, no meu entender, ele visa atender a governos não só atuais como a futuros se estendendo, como não poderia deixar de ser, a governos municipais e estaduais.
O legislador, talvez levado por injunções políticas, na sua febre compulsiva de legislar acaba criando leis que vem a se tornar obstáculos  administrativos a qualquer governo que se pretenda ser governo.
Ao mesmo tempo que o Legislador procura tirar do MP uma de suas e inerentes funções, que é o poder investigatório, procura também dividir  com os Estados produtores de petróleo os “royatyes” – no caso o Estado do Rio e o Espírito Santo – que lhe são devidos pela pesquisa e retirada de suas costas oceânicas o precioso hidrocarbureto, a maior fonte de energia que move o mundo moderno.
Com a descoberta de novas e ricas jazidas de petróleo encontradas nas camadas do Pré Sal” a profundidades jamais pesquisadas em todo o mundo, até os dias de hoje, em águas oceânicas nas costas desses mesmos Estados, entenderam os legisladores que esses “royatyes” deveriam ser partilhados a partir de então com todos os Estados da República.
Seria justo essa partilha? Fica a pergunta que não será respondida em termos lógicos porque diante de projeto aprovado pela Câmara que divide por todos os Estados esses “royaties” e encaminhado ao governo para a sua assinatura pela Presidenta que veta exatamente  a cláusula de partilha criou-se  mais um impasse com emendas e projetos que por sua natureza intrínseca e polêmicas tornam-se eles discutíveis à luz de, no meu entender, de direitos adquiridos nos seus longos anos.
Como tirar do MP os seus direitos investigatórios de procurar desvendar crimes de natureza pública ou privada durante todos os anos que sob o Estado de Direito vem atuando e também reduzir violentamente os “royatyes” que de direito, durante todos os anos os estados do Rio e do Espírito Santo vem recebendo pela pesquisa e extração de petróleo de mares que banham as suas costas?
Onde ficam os direito adquiridos expressos na Carta Maior que regem qualquer outra lei que venha a ser criada que não pode ser superposta  a lei substantiva?
O que está acontecendo com os legisladores brasileiros?

Praia privada: no Rio sem dono, o Verão do crachá

O precedente é assustador. Embora a lei determine que praia no Brasil é terreno público, uma empresa conseguiu, em acordo com o Forte de Copacabana, ocupar uma área na orla, que será transformada em beach club para endinheirados. Moradores da região protestam mas a data de inauguração já está marcada. Se vale para um, vale pra todos. Não será surpresa se, em futuro próximo, cercadinhos vips invadirem Ipanema, Copacabana, Barra etc. Praia só pagando e com crachá.

Massacre de Newtown: sangue respinga nos defensores do self service e do delivery de pistolas e fuzis

por JJcomunic
O sangue derramado na escola primária de Newtown, pequena cidade em Connecticut, respinga nos políticos americanos - especialmente os ferrenhos defensores da liberação das armas para todos -, e em parte da opinião pública que é a favor dessa política da morte. O massacre que agora deixou 26 mortos é o quinto só este ano. O total de vítimas já ultrapassa o cifra 50. Ou  ponto 50, como eles gostam. A tragédia deve servir de alerta ao Brasil que por pressão da opinião pública adotou controle de venda de armas. Mas vale prestar atenção: há no nosso Congresso suspeitos projetos que amolocem esse controle. O Brasil paga seu preço pela liberaçaõ de venda de armas nos Estados Unidos: boa parte das pistolas e fuzis que abastecem bandidos por aqui vem de lá em fluxo continuo. Os jornais noticiam que a mãe do assassino de Newtown, também morta na chacina, foi quem comprou uma das pistolas utilizadas, além de um fuzil poderoso. Simples assim; escolheu, botou as armas no carrinho de compras, providenciou bastante munição e abasteceu o arsenal que vitimaria crianças e adultos. O lobby das armas é tão forte nos Estados Unidos que o país, após o 11 de setembro, criou ínúmeras formas de controles dos cidadãos na guerra contra o terrorismo mas não foi capaz de impôr obstáculos à venda aberta de armas leves e até de grande calibre. Obama, que se emocionou ao comentar a tragédia na TV, insinuou que é hora de mudar esse quadro. Na última campanha, ele pouco tocou no assunto. Fabricantes de armas são grandes financiadores de políticos de todos os estados. Apertar o cerco implica em perda de votos.  Mercadores de armas tamém por força do poderio financeiro recebem apoio de boa parte da mídia, com destaque para jornais regionais. É um nó difícil de desfazer. Custará muitos massacres e muitas vidas ainda.

"Salve Jorge": mais uma novela marcada até o fim pelo erros do começo



por Eli Halfoun
Quando uma pessoa comete um deslize, ou se preferirem um malfeito (expressão que a presidente Dilma fez virar moda) ela fica definitivamente marcada por seu erro que é sempre citado até quando o autor do deslize não cometa mais nenhum. É exatamente o que acontecerá com a novela “Salve Jorge” e em conseqüência com a boa autora Glória Perez: mesmo que a novela sofra uma grande reviravolta,o que já está acontecendo, será marcada até o final pelo fracasso inicial. “Salve Jorge” estreou debaixo de uma saraivada de críticas, que fizeram e fazem o público não “ligar-se” muito na novela. Agora está difícil retomar o público que se não mostrou grande interesse no início não acumulou entusiasmo que o faça retomar com atenção o acompanhamento dos capítulos (alguns muito chatos e repetitivos) diários.          “Salve Jorge” promete uma nova trama para ser discutida: o contrabando de órgãos vendidos clandestinamente para pacientes mundiais, como se fosse carne exposta no açougue. Glória Perez está tentando dar a volta por cima. Começa a conseguir, mas nem assim terá o público que esperava. “Salve Jorge” pagará até o fim até pelos erros do começo. (Eli Halfoun)

É hora (sempre é) de mostrar que a verdade está acima de tudo



por Eli Halfoun
Evidente que o assunto político-policial (quase todos são) mais comentado do momento é o que fala das acusações que Marcos Valério fez envolvendo o ex-presidente Lula no mensalão. Apesar da enorme repercussão, é grande também a desconfiança em torno do que Marcos Valério diz agora e estranhamente não disse antes de ser condenado. Sem provas contundentes será impossível acusar Lula frontalmente, mas de qualquer maneira fica claro que de uma forma ou de outra ele sabia da existência do mensalão e não estava tão cego quanto quis fazer a população acreditar, mas a população jamais acreditou. O fato é que Lula ainda é a maior liderança política do país e tudo se fará para que ele não saia sequer chamuscado dessa nova fogueira de lixo político.  Não é preciso ser analista político para saber que Lula sairá menos forte, mesmo que venha a provar que as acusações de Marcos Valério são apenas com interesse de reduzir sua pena. Não dá para sair condenando Lula sem provas, mas assim como a população que sempre acreditou no ex-presidente, próprio Lula precisa exigir que seja feita uma detalhada apuração em torno das novas declarações de Valério. Do contrario, apesar do esforço do STF, esse continuará sendo o país das mentiras e da corrupção, que precisa ser punida em todos os setores e sem livrara a cara de ninguém.  (Eli Halfoun)

Mensalão: todos juntos na cadeia de uma só vez



por Eli Halfoun
Advogados dos réus do mensalão têm sido tão surpreendidos com as decisões do STF que bem poderiam formar o bloco dos assustados já que, a cada dia, ficam mais limitados de tentar novas manobras jurídicas para pelo menos aliviar a pena de seus clientes. O novo susto está agora por conta dos comentários de que o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, poderia ser o único responsável por mandar executar as penas imediatamente. O que se diz é que o ministro quer que todos os condenados sejam enviados juntos para uma mesma cadeia, mas em celas separadas, e bem longe de Brasília. Nesse caso o STF terá de alugar um caminhão tipo pau-de-arara para que os condenados caibam juntos na mesma caçamba. (Eli Halfoun)