quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Lei de Defesa do Consumidor precisa funcionar para defender o povo de mais abusos
por Eli Halfoun
Mesmo com a criação de vários órgãos
de Defesa do Consumidor, as empresas, instituições financeiras e o comércio de
uma forma geral continuam fazendo o que bem entendem com o consumidor: são
ações que vão dede o prazo de entrega dos produtos passando pelas instalações, quebra de garantias previstas por lei e cobranças indevidas. O consumidor está nas mãos
dos empresários que no caso são os poderosos que sempre acham que podem fazer
(e fazem) o que bem entendem. A verdade é que os órgãos de Defesa do Consumidor
ainda são insuficientes para atender a tantas reclamações e abusos. Geralmente
funcionam muito mal simplesmente porque não têm poder policial para colocar na
cadeia os empresários inescrupulosos. Se metade fosse para a cadeia certamente
a outra metade entraria nos eixos e não mais cometeria tanto desrespeito com o
comprador que é em síntese quem garante o funcionamento de seus negócios.
Em defesa do consumidor, Celso Russomano
tem prestado um bom serviço através da “Patrulha do Consumidor”, exibida no Programa
da Tarde da Record. É verdade que sozinho Russomano não tem como resolver todos
s problemas que se apresentam, mas na medida do possível tem solucionado várias
questões e é uma garantia para os consumidores que procuram pela “Patrulha”.
Fica claro que se todas as emissoras de televisão se empenhassem em defender o
consumidor, ou seja, seus telespectadores, o povo não seria tão desrespeitado e
prejudicado. A mídia não se interessa por esse tipo de defesa (nesse aspecto a
internet pode ajudar muito) por motivos comerciais (anúncios) e aí o consumidor
que se dane. Portanto que venham outros celsos russomanos não para peitar
ninguém, mas simplesmente para fazer valer a Lei de Defesa do Consumidor. Que
não parece, mas existe sim e que como tantas outras leis do país, não funciona.
(Eli Halfoun)
Sofrimentos da vida real ganham maior dimensão nas novelas
por Eli Halfoun
São mais de 40 anos de jornalismo
(ainda a minha maior paixão profissional) muitos dos quais dedicados a
acompanhar o desenvolvimento e a programação da nossa hoje mundialmente
respeitada televisão, mas confesso que até agora não entendo o motivo que faz
com que todas as novelas tenham mais (e muitos) personagens desprovidos de moral
e de caráter do os que respeitam o semelhante e, portanto, a vida. É o exemplo
maior que a televisão pode (e deve) passar através das novelas campeãs de audiência.
Sabemos que a vida real está cheia de pessoas que não demonstram nenhum traço
de bom caráter e estão sempre querendo levar vantagem em tudo e com todos, mas
se a coisa infelizmente funciona assim na vida real será que a ficção também
tem de nos mostrar que estamos construindo (e cada vez mais) uma humanidade
absurda, pobre de caráter e pobre de espírito, o que é muito pior? Repare que
em nenhuma novela o personagem que se deu bem na vida tem sempre um passado pouco
respeitável. Repare também que os chamados núcleos pobres das novelas só entram
em cena para sofrer e apanha da vida e dos mais bem sucedidos. Parece também
que as novelas ainda não descobriram o que é amor: ninguém em nenhuma novela é
feliz afetivamente se não passar antes por uma série de problemas emocionais.
Reconheço que na vida real na maioria das vezes também é assim, mas se a
realidade afetiva e social já nos afeta tanto na vida real não seria o caso das
novelas nos darem um refresco nesse aspecto. A história dos folhetins foi
escrita com o desamor e o sofrimento, dos personagens, mas convenhamos que está
mais do que na hora de escrever uma nova história para os folhetins e não
permitir que o telespectador que já sofre tanto com a vida real tenha de sofrer
também com os temas da ficção. A vida real tem aspectos muito felizes e se as novelas
querem estar próximas da realidade precisam descobrir urgentemente o lado bom
das coisas e que a vida não é feita só de tragédias. Aposto que com novelas mais
felizes a audiência aumentaria e o público também seria muito mais feliz. (Eli
Halfoun)
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Kate Moss será a estrela da comemoração dos 60 anos da Playboy americana. Em janeiro de 2014. A edição especial da revista vai relembrar Marilyn Monroe, a primeira capa...
Mas o editor preferiu não ousar demais. Para a capa escolheu uma foto de MM acenando. Já no poster interior mostrou toda a beleza da atriz.
Vanity Fair, 100 anos: livro de fotos traça um retrato do século...
Fundada em 1913, a revista Vanity Fair comemora 100 anos. Um livro especial mostra um século de comportamento, arte, cultura, poder, personalidades, crises e política. O livro, que já está à venda, é uma verdadeira cápsula do tempo.
Visite o site especial da Vanity Fair, clique
AQUI
Da ficção para a realidade, uma polêmica: o gene que apaga memória...
por JJcomunic
Você deve ter visto um dos filmes da franquia "Homens de Preto". Lembra do aparelhinho que provocava um apagão na memória das testemunhas e eliminava qualquer lembrança dos episódios que os agentes consideravam secretos? Era ficção mas vai virar realidade. Pois é, cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachussetts acabam de identificar um gene chamado Tet1 que pode tornar possível um processo para apagar memórias indesejadas. Um dos objetivos da pesquisa é chegar a medicamentos que, por exemplo, façam um soldado esquecer acontecimentos de guerra extremamente traumáticos e que afetam sua saúde mental. Pessoas que sofreram grandes violências e, desde então, não conseguiram mais levar vida normal seriam beneficiadas com o avanço da pesquisa. Mas a possibilidade de existir um mecanismo para apagar memórias é polêmica e deve abrir grandes discussões. Um governo poderá, por exemplo, eliminar a memória de testemunhas de acontecimentos secretos ou ações ilegais; uma empresa envolvida em subornos facilmente apagará a memória do seu funcionário responsável pela operação e ficará o dito pelo não dito. Ou seja, o perigo mora bem ao lado dos supostos benefícios da nova descoberta.
Você deve ter visto um dos filmes da franquia "Homens de Preto". Lembra do aparelhinho que provocava um apagão na memória das testemunhas e eliminava qualquer lembrança dos episódios que os agentes consideravam secretos? Era ficção mas vai virar realidade. Pois é, cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachussetts acabam de identificar um gene chamado Tet1 que pode tornar possível um processo para apagar memórias indesejadas. Um dos objetivos da pesquisa é chegar a medicamentos que, por exemplo, façam um soldado esquecer acontecimentos de guerra extremamente traumáticos e que afetam sua saúde mental. Pessoas que sofreram grandes violências e, desde então, não conseguiram mais levar vida normal seriam beneficiadas com o avanço da pesquisa. Mas a possibilidade de existir um mecanismo para apagar memórias é polêmica e deve abrir grandes discussões. Um governo poderá, por exemplo, eliminar a memória de testemunhas de acontecimentos secretos ou ações ilegais; uma empresa envolvida em subornos facilmente apagará a memória do seu funcionário responsável pela operação e ficará o dito pelo não dito. Ou seja, o perigo mora bem ao lado dos supostos benefícios da nova descoberta.
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Queda nas vendas das revistas. Deu no New York Times. As publicações femininas são as mais atingidas
por JJcomunic
Com os consumidores evitando compras por impulso, a indústria de revistas está acusando o golpe. O fenômeno é mundial e mais forte nos Estados Unidos. Em geral, no último ano, os números apontam para quedas de dois dígitos. Publicações de prestígio, como a Vanity Fair e a New Yorker caíram entre 17 e 19 por cento. As revistas de celebridades são igualmente atingidas já que os leitores podem facilmente obter as mesmas informações on line. A Star Magazine caiu, por exemplo, quase 15 por cento. Para o consultor John Harrington, o segmento revistas vem lutando há vários anos para se manter mas os números mais recentes são os piores que ele já viu. Com os efeitos da recessão mundial, os consumidores se tornaram mais cautelosos. Com o alívio da crise, alguns setores, como supermercados, começam a recuperar vendas mas o mesmo não vem acontecendo com o momvimento nas newsstand. Na outra ponta, revistas de casa, comida, arquitetura e consumo experimentam curiosa e pequena reação.
Com os consumidores evitando compras por impulso, a indústria de revistas está acusando o golpe. O fenômeno é mundial e mais forte nos Estados Unidos. Em geral, no último ano, os números apontam para quedas de dois dígitos. Publicações de prestígio, como a Vanity Fair e a New Yorker caíram entre 17 e 19 por cento. As revistas de celebridades são igualmente atingidas já que os leitores podem facilmente obter as mesmas informações on line. A Star Magazine caiu, por exemplo, quase 15 por cento. Para o consultor John Harrington, o segmento revistas vem lutando há vários anos para se manter mas os números mais recentes são os piores que ele já viu. Com os efeitos da recessão mundial, os consumidores se tornaram mais cautelosos. Com o alívio da crise, alguns setores, como supermercados, começam a recuperar vendas mas o mesmo não vem acontecendo com o momvimento nas newsstand. Na outra ponta, revistas de casa, comida, arquitetura e consumo experimentam curiosa e pequena reação.
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Prefeitos não resistiam à musa Luciane Hoppers, acusada de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Veja os vídeos e entenda...
por JJcomunic
A modelo Luciane Hoppers, 33 anos, 1,75 metro de altura, é acusada pela Polícia federal de participar de esquema de lavagem de dinheiro. Ela seria um chamariz para atrair prefeitos e outros políticos a um golpe que movimentou mais de 300 milhões de reais. Os alvos da quadrilha desbaratada pela PF eram políticos dos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina. O crime consistia em levar os prefeitos a investir nas arapucas dinheiro dos fundos de pensão dos municípios. Segundo O Globo de hoje, a modelo confirmou em depoimento que oferecia propina a prefeitos para que eles investissem em "titulos podres" que davam prejuízo às prefeituras e altos lucros para a quadrilha. Em um dos telefones interceptados, dá-se o seguinte diálogo:
- "Alô, prefeito Junior. Tudo bem? Aqui quem fala é a Luciane, da Invista. Tá lembrado?"
- "Tô lembrado. Difícil esquecer."
e AQUI
Ecos do tempo...
por Alberto Carvalho
Foram os 34 anos trabalhando em Bloch Editores, onde tive o
privilégio e o prazer de conviver diariamente com grandes escritores e
jornalistas desse país: Carlos Heitor Cony, Roberto Muggiati, Ruy Castro e muitos outros. Eram pessoas que, além da
competência, passavam humor e brincadeiras, das quais eu lembro até hoje.
Eco 1
Cony, por exemplo, aprontou uma que foi genial! "Numa
segunda-feira, pela manhã, entrou na redação da Manchete pedindo o jornal para
conferir um jogo da loteca. Antes de chegar na redação, havia passado na casa lotérica onde fizera um jogo com os mesmos números sorteados da semana anterior. Simulando
conferir o bilhete, aos gritos, bradou que havia sido premiado. Todos correram
para conferir o bilhete. Os números batiam, é claro. Mas ninguém teve a ideia
de atentar para a data da aposta. O prêmio estava acumulado em 20 milhões de
reais e havia um só ganhador. A notícia se espalhou pela empresa e os telefonemas
não paravam! ...E o Cony na dele. Quando a farsa foi descoberta, a galera caiu
na gargalhada e outros ficaram p... da vida, inclusive o "seu" Adolpho Bloch que
já estava a fim de descolar um
empréstimo.
Cony foi o responsável pelo título do nosso blog, este Panis Cum Ovum. A cada fechamento das edições das revistas Manchete
e Fatos e Fotos, que se prolongavam pela madrugada, o pedido ao restaurante,
para que a rapaziada fizessem um boquinha, era o tradicional pão com ovo. Cony ligava e pedia pra
caprichar na manteiga, dizendo que era uma exigência do Geraldo Matheus. O
popular sanduba vinha carregado na manteiga, que escorria pela boca,
inevitavelmente caindo sobre a mesa e as laudas. Os computadores não haviam
chegados às redações. O pão com ovo ficou fazendo parte dos fechamentos de
todas as revistas da Bloch. Mas com manteiga, só Manchete e Fatos e Fotos.
Eco 2
A união do Muggiati com a nossa querida colega Lena começou
com uma brincadeira da minha parte. Lena era secretária do Arnaldo Niskier,
diretor de Jornalismo. Muggiati e Lena, até então, só se falavam sobre trabalho. Não tinham a
menor intimidade um com o outro. Certo dia, eu disse para a Lena que o Muggiati
não tirava os olhos dela. E disse o mesmo para o Muggiati. A partir daí os dois
passaram a olhar um para outro com bastante frequência. Não demorou muito e o
amor começou a tomar forma. Conclusão: casaram-se e tiveram dois filhos lindos -
Roberto e Natasha. Natasha adorava futebol e era vidrada no Corinthians. Até
hoje ninguém conseguiu entender o porque da paixão da Natasha pelo Corinthians,
uma vez que ela sempre morou no Rio. Muggiati, para satisfazer os desejos da
menina, comprou bola, camisa do Corinthians, calção, meias, chuteiras e todo o
final de semana, ambos uniformizados, se dirigiam ao Aterro do Flamengo para baterem
uma bola. Muggiati ficava no gol e a Natasha ia batendo pênaltis. Muggiati
dizia que quando jovem jogava de goleiro nos filhotes, (juvenis) do Coritiba.
Será?
Eco 3
Ruy Castro até hoje, quando me vê, exclama: "Lá vem o
último dos cariocas!" O seu bom humor se reflete sempre nos papos que
mantêm com os amigos. Flamenguista doente, piadista e contador de histórias hilariantes, Ruy Castro
vivia pregando peças nos colegas de
trabalho. Alegria e o humor eram a tônica da nossa convivência.
Eco 4
Outro gozador era o João Luiz de Albuquerque. Ele foi nosso
correspondente em Nova York e depois chefe de Reportagem da Manchete, no Rio.
Nunca chegava na hora para o trabalho. Jaquito esbravejava: - "Ele se
chafurda nos lençóis!" João Luiz
foi demitido varias vezes pelo Jaquito
e Adolpho Bloch o readmitia. Ele tinha um bugre conversível, vermelho,
sujo,, caindo aos pedaços. De vez em
quando o seu Adolpho, quando saia da empresa, dispensava a Mercedes Benz, e
pegava uma carona no bugre do João. Contando, ninguém acredita! Os dois se
davam muito bem.
Eco 5
Se ninguém conhecesse o Narceu de Almeida, acharia que ele
era mudo. Raramente abria a boca para falar alguma coisa. Ele tinha um Fusquinha
que estacionava todos os dias em frente ao Hotel Novo Mundo, quando vinha para a
empresa. Na saída, passava no bar do hotel, tomava vários gorós e saia
cambaleando para pegar o fusca e voltar para casa. O guarda de trânsito, que
ficava na porta do hotel e que já era
nosso conhecido, impedia sempre que o Narceu dirigisse o carro naquele estado.
Narceu prometia que no dia seguinte não iria beber e levar o carro para casa.
No dia seguinte, a mesma coisa: Narceu bebia e o guarda não deixava ele levar o
carro. Isso se repetiu durante um mês. E o Fusquinha, ali estacionado, parecia
móvel e utensílio do hotel. Até que um dia um colega resolveu levar o Fusca com
o Narceu, ainda de pileque, no banco do carona.
Imagens de um pendrive de viagem: flagras à francesa...
por José Esmeraldo Gonçalves
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É fim de verão. Na margem direita do Senna, bouquinistas fechados |
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Rue de Rivoli, à altura da St.Paul, turistas flanando na chuva |
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Em frente à Sorbonne, um mendigo intelectual imerso na leitura mas sem esquecer de pedir uma moeda aos passantes |
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Sob a proteção de um plástico azul, sem-teto improvisa moradia às margens do rio Ill em Estrasburgo |
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O motoqueiro levanta a moto depois de uma queda... |
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na pista meio molhada das margens do Senna |
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Torre de Montparnasse: contraste |
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Jardim de Luxemburgo, ensolarado |
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Na mala do carro, a noiva se prepara para posar para o tradicional álbum. O noivo aguarda. O detalhe é que começava a chover. |
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Dupla de brasileiros joga capoeira em frente à Madeleine |
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Fim de noite na Mouffetard. Na Era Romana, a rua era parte do caminho de Paris a Roma. Hoje é point de mercados e bares |
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Este blog, o Panis, "homenageado" em Paris |
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Pausa na caminhada: turistas descansam na escadaria do Opéra de Paris Garnier |
Imagens de um pendrive de viagem: Estrasburgo
por José Esmeraldo Gonçalves
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Estrasburgo: canal do rio Ill |
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Barco de turistas em uma das eclusas dos canais |
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Ponte Coberta: torres medievais construídas em 1.200 guardavam o rio |
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A Barragem Vauban, de 1681, era acionada para fechar o rio e inundar parte do acesso à cidade impedindo invasões. |
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A Catedral de Notre Dame. A obra iniciada em 1277, quando a nave e o coro ficaram prontos, só foi concluida (fachada e portais) em 1439 |
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O Relógio Astronômico da Notre Dame de Estrasburgo. Sempre às 12h31 figuras mecânicas de apóstolos desfilam diante de Cristo. |
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Foi montado em 1352. São três andares em formato de um grande altar. Mostra a posição da lua, do sol, um calendário e um mapa de eclipses e as datas das festas móveis cristãs. |
domingo, 22 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
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