segunda-feira, 18 de junho de 2012
Informações desencontradas da meteorologia confundem até o sol e a chuva
Luana Piovanni: a verdade em poucas palavras no Twitter
domingo, 17 de junho de 2012
Brasil campeão do mundo de 1962: 50 anos, hoje
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| Mauro ergue a Jules Rimet. Reprodução O Cruzeiro |
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| Messi não encara isso. Vavá, a caminho do gol, cercado por oito mexicanos. Reprodução O Cruzeiro |
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| O presidente João Goulart recebe os bicampeões. Repropdução O Cruzeiro |
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| O capitão Mauro na capa da edição especial do Cruzeiro |
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| Garrincha, o gênio da Copa de 62, na capa |
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| O cartaz oficial da Copa do Mundo de 1962 |
Não importa, Garrincha e seus companheiros estão na memória dos torcedores que testemunharam ou conheceram suas lendas.
Publicidade na internet avança e ameaça impressos
Lei Rouanet cai na folia... olha o Ministério da Cultura aí, gente!!!!
Ex-ministro dos Esportes é absolvido, mas mídia não toma conhecimento
por Eli Halfoun
Julgamento do mensalão pode demorar mais do que o povo espera
Com a aproximação do início (até que enfim) do julgamento do mensalão, o que os muitos acusados mais andam fazendo é contar (dessa vez não é dinheiro) o tempo que terão para escaparem de uma esperada condenação. Os acusados estão menos nervosos do que deveriam porque têm sido tranquilizados por seus advogados de que se a sentença for cadeia demorará muito. Vejam só os cálculos feitos por advogados: se todos forem condenados por todos os crimes as penas mínimas superariam 800 anos e as máximas 3.700 anos. Mais números: as sessões de julgamento terão cinco horas (mais do que isso prejudicaria os ministros que seriam vencidos pelo cansaço); o procurador geral da República, Roberto Gurgel, terá cinco hortas para fazer a acusação. Em caso de condenação as penas começariam a ser cumpridas em outubro (antes das eleições) se o julgamento terminar em setembro. O julgamento pode estender-se já que em caso de condenação cabem recursos para que os réus respondam em liberdade. Esses são os judicialmente chamados embargos de declaração que não tem prazo para serem julgados pelo Superior Tribunal Federal. Pelo visto será mais uma grande perda de tempo no país da pizza política. (Eli Halfoun)
Novela promete mudar o rumo de Nina em “Avenida Brasil” que tem Carminha como destaque
Gisele Bundchen é novamente a modelo de maior faturamento mundial
Apesar de, no mercado publicitário, muitos profissionais acharem que Gisele Bundchen não tem mais tantas força assim para garantir principalmente a venda de moda e cosméticos, ela continua sendo a modelo financeiramente mais bem sucedida do mundo, segundo recente levantamento da respeitada revista Forbes. Pela sexta vez consecutiva, Gisele lidera a relação das mais bem pagas modelos do mundo. A Forbes revela que entre maio de 2011 e maio de 2012 Gisele faturou US$ 45 milhões (90 milhões de reais) com contratos publicitários de grifes e cosméticos. Gisele deixa bem para trás a segunda colocada: a modelo britânica Kate Moss aparece com faturamento de US$ 9,2 milhões (18,4 milhões de reais). Alista inclui mais duas modelos brasileiras (Adriana Lima e Alessandra Ambrosio) entre as dez de maior faturamento. Juntas as dez modelos mais bem pagas do mundo acumularam US$ 100 milhões (200 milhões de reais). É por isso que em todo mundo muitas jovens querem ser modelos. Agora inclusive as gordinhas. (Eli Halfoun)
sábado, 16 de junho de 2012
Eco-92: foi ontem, mas não parece...
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| Capa do livro. Reprodução |
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| Página de rosto do livro "Rio 92". Reprodução |
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| Livro "Rio 92", página dupla de abertura. Reprodução |
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| Lima Barreto |
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| "Rio 92" - Reprodução |
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| Corcovado com o Pão de Açúcar em perspectiva. "Rio 92". Reprodução |
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| Placa em alto-relevo de Bruno Segalla. Reprodução do livro "Rio 92" |
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| O expediente do livro "Rio 92" |
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| O crachá e a credencial da Eco-92 |
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| A repórter Maria Alice Maria cobriu a Eco-92 para a Manchete |
Em 1992, o Rio foi capital do planeta.Milhares de visitantes, 116 chefes de estado circulando pela cidade - quem não lembra das sirenes estridentes de centenas de batedores fechando cruzamentos e abrindo caminho para comitivas -, ecologistas acampados no Aterro, tanques e blindados do Exército nas ruas. Eam dez mil soldados, além de outros milhares de policiais nas esquinas. Fazia sentido. A cidade vivia sob o domínio do tráfico, em conflitos abertos, com direito a show de balas traçantes das facções criminosas que ocupavam os morros das Zonas Sul, Norte e subúrbio. Em junho daquele ano, o Brasil tentava chutar o presidente Fernando Collor, em meio a um amplo esquema de corrupção (iria botá-lo para correr apenas em setembro). Três anos antes, apoiado e empurrado pela mídia como o "caçador de marajás", Collor havia havia derrotado Lula, que, a propósito, esteve na Eco-92, em meio ao povão, no Aterro (nas voltas que o mundo dá, coube a Lula, no seu governo, levar à ONU a idéia de fazer a Rio+20 e tentar obter acordos que não foram possíveis na Eco-92).
Apesar da crise "collorida", o Brasil estava otimista quanto ao resultado daquela Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento. A festa foi boa, pá. Mas os resultados... Das reuniões de 1992, sobraram a Agenda 21 e as convenções de controle da desertificação, da diversidade biológica e o estudo de medidas para combater a deterioração do clima. Pouco, e pouco menos foi posto em prática. Vinte anos depois, com a resistência muitos países desenvolvidos ou em desenvolvimento - posições que se repetem neste histórico encontro Rio+20 - o mundo segue destruindo o planeta. Se a consciência ambientalista das populações, especialmente das novas gerações, se acentua, a cabeça dos líderes e grandes empresas permanece poluída.
O planeta corre contra o relógio. Por falar em relógio, que tal atrasá-lo e voltar à rua do Russell, redação da Manchete, 1992? Das janelas envidraçadas do bunker que abrigava as revistas de Adolpho Bloch dava para ver a movimentação no Aterro - que, aliás, era o point mais festivo da Rio-92. Enquanto os chefes de Estado se reuniam no Riocentro, na Barra, milhares de jovens ecologistas de todo o mundo, Ongs, índios, músicos e artesãos transformavam o Parque do Flamengo em uma aldeia global. Participavam da Cúpula dos Povos, uma espécie de Eco-92 do B, que provocou ameaça de boicote da China por trazer o líder religioso Dalai Lama.
Agitação lá fora, agitação dentro da redação. Além da intensa cobertura da Rio-92, que mobilizou várias equipes, foram lançadas edições especiais. Semanas antes, ainda no "esquenta" da Conferência, Manchete publicou uma revista exclusiva sobre a Amazônia. À medida em que os líderes desembarcavam no Galeão, a vida dos repórteres e fotógrafos se complicava. Mas ninguém deu mais trabalho à turma do que um par de inimigos históricos: George Bush, o pai, então presidente, e Fidel Castro. A segurança dos dois estava especialmente estressada. Maurice Strong, o canadense que comandava a Eco-92 (já está no Rio para participar da Rio+20), fazia o contraponto:era acessível e simpático. E, certamente, ajudou muitos repórteres ilhados nos cordões de isolamento a conseguir alguma notícia para fechar páginas de jornais ou preencher segundos na TV. O que não ajudava era a tecnologia. Mas isso, os jornalistas da época pouco imaginavam. Não é possível sentir falta do que não se conhece, certo? Anote aí, garoto: não havia celular, nem google, muito menos portais ou sites oficiais, câmeras digitais, transmissão de matérias e fotos on line. Nada de notebooks ou tablets. O kit de sobrevivência era bloquinho, caneta, gravador analógico, aquele de fita cassete que você não conhece, e olha lá. Os press-releases eram distribuidos por fax e, a maioria, entregue pelas assessorias de imprensa nos locais das coberturas. Mas apesar disso, as revistas especiais chegavam às bancas em velocidade admirável. Nisso, a velha Bloch era imbatível. Suas equipes, incluindo aí gráficos, redações, fotografia, diagramadores, arte-finalistas, produtores, revisores, laboratoristas etc, faziam as edições regulares, as extras e ainda viabilizavam projetos surgidos de última hora, saidos direto da cabeça insondável do próprio Adolpho Bloch. Como o ideia de fazer em poucos dias um livro de 200 páginas, em cores, capa dura, papel couchê, dedicado à Eco-92. Em um fim de tarde, ao sair da sala do Adolpho, Carlos Heitor Cony, que criou e editou o livro comemorativo da Conferência, montou uma equipe de 18 desavisados e passou-lhes a tarefa pra-ontem de entregar o projeto "Rio 92"" à gráfica em pouco mais de uma semana.
Como diz o Capitão Nascimento, de "Tropa de Elite", "missão dada, missão cumprida".
Foi há vinte anos.
“Cheias de Charme”: uma bem sucedida aposta em novos talentos
São muitos os motivos que, quando unidos, garantem o bom caminho de qualquer novela. Não tenho dúvidas que a aceitação de "Cheias de Charme" está no fato de ser de certa forma uma novela musical. São poucas as coisas que mobilizam tanto o brasileiro quanto a música. Somos um país extremamente musical e o fato de a novela ter um segmento (o principal) musical é sem dúvida uma poderosa "arma" para a conquista de audiência. Se a Globo estiver atenta (sempre está) perceberá que reside no ritmo musical um novo caminho a ser percorrido pelas novelas chamadas água-com-açúcar. Musicais costumam ser leves e, portanto, de fácil digestão: tem sido essa a garantia do sucesso dos grandes musicais que percorrem o mundo (agora tem também no teatro brasileiro um porto seguro). Além do mais "Cheias de Charme" alimenta o sonho de muitos brasileiros de ser artista famoso e renova essa esperança ao transformar três empregadas domésticas (fundamentais no nosso cotidiano) em um sucesso pessoal e profissional que nasceu praticamente do acaso. O Brasil é um país cheio de charme que mesmo enfrentando dificuldades tem um povo quer gosta (e como gosta) de compor e de cantar. Afinal, a música é o mais completo alimento da esperança. (Eli Halfoun)
Aulas de dança ajudaram Anderson Silva a imitar Michael Jackson
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Faculdades brasileiras são as melhores da América Latina
Financial Times alerta a economia dos países emergentes
“Avenida Brasil” reflete o comportamento da atual sociedade”. Quem diz é um psicanalista
"O samba é nosso"
A crônica de hoje do escritor Carlos Heitor Cony no jornal “Folha de São Paulo, na última página do caderno “Ilustrada”, falando sobre um musical na Broadway, “Porgy and Bess”, além de lembrar o nome de Gershwin como seu autor e como um dos seu preferidos, faz referencia a outros músicos compositores como Nacio Herb Brown, Cole Porter, Jerome Kern e Irving Berlin. Está magistral. E veio reafirmar a minha opinião sobre a música norte-americana. Por que estou trazendo a opinião de um escritor brasileiro sobre a música dos EUA? Há alguns anos tive uma enorme discussão com um jornalista “progressista” porque ele comentava, enraivecido, contra músicos americanos, que, na sua opinião vinham ao Brasil visitar as Escolas de Samba para "roubarem" as nossas músicas. Na verdade, ele queria dizer que roubavam o nosso samba. “Os progressistas” criavam assim um novo “slogan” patriótico com a frase: “O Samba é Nosso". A idéia desse jornalista me pareceu tão ridícula e tão sem estrutura lógica que parti para cima dele – não com socos e ponta-pés – mas com tal virulência verbal que depois de ficar mais calmo me arrependi de tanta agressividade. Até porque ele não teve nenhuma reação agressiva. Abaixou a cabeça e em silêncio permaneceu. Não sei se por me dar razão ou por achar que não deveria dar continuidade a esse atrito de opinião e resolveu não polemizar. Anos depois, Carlos Heitor Cony, na sua crônica, veio dar razão à minha opinião sobre a música americana, que considero realmente muito boa. Diante de compositores da qualidade dos citados pelo escritor porque os americanos viriam ao Brasil roubar o samba que é tão identificado com nosso país? Diante da atitude desse jornalista ”progressista” entendi que esse pode ser o pensamento políticos deles, mas que chega ao absurdo e algum momento ele deve ser contestado. Será que “Moonlight Serenade” foi roubado de algum samba ou mesmo “Rapsody in Blue”? Sem precisar lembrar “Night and Day”? Será que roubaram “Aquarela do Brasil”?
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Palmas que ele merece: sucesso de Tiago Abravanel não usou o prestígio do vovô Silvio Santos
Sandy é a mulher mais desejada pelos brasileiros
Brasil recebe a mulher quer venceu na vida vencendo a morte
Dá-lhe Brasil: São Paulo pode ser a sede da Expo 2020
SBT empolgado já pensa em mais um “Carrossel”
Presidente do Banco Central está em alta no Planalto
Pesquisadores brasileiros ligam ônibus na tomada
Já é uma pizza
Um desembargador proferiu nulidade das escutas e ilegais todas as provas do caso Carlinho Cachoeiras. Seguindo essa linha jurídica, se o TFR anular aa gravações, a Operação Monte Carlos acaba. Em razão disso, Carlinhos Cachoeira e os demais presos seriam soltos e, em consequência, tudo que envolve a operação Monte Carlo – ação penal contra o grupo, inquérito contra o senador Demóstenes Torres e a CPI - seria considerada nulo. Esse desembargador, então juiz, se não me falha a memória, foi quem anulou as provas recolhidas em um escritório do marido da filha do senador Sarney, Roseana Sarney, onde fora encontrado – em dinheiro vivo – mais de 1 milhão de reais. Ainda hoje, no jornal a Folha de São Paulo, o ex-ministro da Justiça no governo do ex-presidente Lula da Silva, Marcio Thomaz Bastos, no momento advogado do senhor Carlinho Cachoeiras, escreve um laudatório artigo na defesa de seu cliente, com o título da matéria: “Serei eu o juiz do meu cliente"? Pelo marchar do caso Carlinho Cachoeiras e a operação Monte Carlo, vamos chegar a conclusão de que, na verdade, os grandes culpados – não diria criminosos – seriam o povo brasileiro ou aqueles que ousaram levantar provas e acusar pessoas envolvidas em atos criminosos contra a sociedade. Isso quer dizer, que no Brasil de hoje, o Brasil do PT e seus militantes e líderes, os contraventores, agentes corruptores, estelionatários e demais foras-da-lei não serão mais considerados criminosos e como tal podem continuar a exercer essas funções – antes consideradas ilegais – porque estarão protegidos por aqueles que tomaram a lei em suas mãos. Não afirmam que o “mensalão” não existe, ou que não existiu? E que o instrumento ilegal contábil, reconhecido como “Caixa 2”, é uma praxe no processo político brasileiro? E transportar mais de 1 milhão e quinhentos mil reais em bolsas a tiracolo pelas ruas de São Paulo para comprar um falso dossiê contra um político da oposição seria válido dentro desse processo político petista que está sendo implantado no país? Ás favas a legalidade, a honestidade, o cumprimento do dever porque um valor mais alto se levanta: os interesses e a política desonesta e infame do partido que governa o Brasil se impõe.
Advogado de Cachoeira não muda de beca para não perder a sorte
Considerado o mais bem pago advogado do país, Márcio Thomaz Bastos, que hoje tem a difícil tarefa de defender Carlinhos Cachoeira, tem suas manias, como revelou em recente entrevista para a revista Poder. Aos 56 anos, o ex-ministro da Justiça jamais pronuncia a palavra azar e no tribunal usa há 30 anos a mesma beca porque acredita que ela lhe dá sorte. O advogado tem outra beca de plantão, mas está esquecida no armário: "Comprei uma em Paris, mas nunca usei. A antiga sempre me dá muita sorte". Vai precisar mesmo. Agora mais do que nunca. (Eli Halfoun)
Corinthians registra o nome Itaquerão para não perder dinheiro
Jogada de mestre: como não estava conseguindo associar o nome de nenhum produto ao seu novo estádio, que ficou conhecido mesmo como Itaquerão, o departamento de marketing do Corinthians resolveu mudar a tática e registrou o nome Itaquerão e agora o está comercializando com todos as empresas que quiserem associar seus produtos ao Corinthians. Com o nome Itaquerão registrado e devidamente ligado ao Corinthians, o clube entra em campo vendendo a expressão para clientes de todos os tipos que queiram usar ou rotular novos produtos com ou sem o símbolo do Corinthians. Uma justa opção: não é todo mundo que quer seu produtor marcado pela torcida corintiana. (Eli Halfoun)
Aposentadoria de ministros pode retardar julgamento do mensalão
O julgamento do mensalão começará com alguns, digamos, problemas técnicos. Um deles é que no dia 3 de setembro, ou seja, um mês após o início do tão esperado julgamento, o ministro Cezar Peluso completa 70 anos e não poderá escapar da aposentadoria: como será, queira ou não queira, substituído Peluso só terá uma alternativa que é votar antecipadamente. Se não declarar seu voto o novo ministro indicado pela presidente Dilma Roussef votará em seu lugar e para isso precisará ler todo o processo de mais de 50 mil páginas para poder dar seu parecer e voto. Como outros ministros também estão na bica da idade de aposentadoria obrigatória o julgamento do mensalão corre o risco de ser prolongado mais do que deveria o que não aconteceria se o julgamento tivesse sido iniciado antes de tanta enrolação. (Eli Halfoun)





















