por Eli Halfoun
1-A proibição de vender bebidas no dia da eleição sempre foi só para constar. Nunca houve nenhum restaurante, bar sofisticado ou boteco pé sujo que não servisse cerveja ou uma cachacinha, o que sempre foi feito disfarçadamente. Além do mais ninguém podia nos impedir de beber em casa e depois sair para votar. Portanto a proibição da venda de bebidas sempre foi uma hipocrisia. Agora a mentirinha acabou: pelo menos no Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia a venda de bebidas não será proibida, o que significa dizer que ninguém precisará mais esconder a cerveja em uma garrafa de guaraná e a cachaça em uma de água mineral. Duvido que no domingo, dia da eleição, as pessoas saiam pelas ruas bêbadas e fazendo baderna. Brigas em dia de eleição geralmente acontecem por conta de militantes mais entusiasmados e conscientes de que o candidato para o qual trabalham (muitas vezes nem acreditam nele ou em suas propostas) está previamente derrotado.
2 - Nessa eleição, praticamente definida nas pesquisas com ou sem bebida não será diferente: se houver confusão (estou certo de que não haverá) será por causa da revolta dos derrotados. Tucanos e verdes bem que tentam deixar no eleitorado a dúvida sobre a realização de segundo turno. Talvez até aconteça, mas é difícil, muito difícil. Todas as pesquisas mostram claramente que a corrida presidencial está definida. Não se pode dizer que a virtualmente eleita Dilma Roussef fará um bom governo. É hora de torcer (até quem não votar nela precisa entrar nessa torcida) para que isso aconteça. Pelo menos até Lula voltar dentro de quatro anos.
3- Vale tudo nesse finalzinho de campanha: na Praça Saens Pena, Tijuca, que é (foi) uma espécie de concentração para farta e inútil distribuição de propaganda, todos os cartazes foram colocados agora lado a lado nas esquinas da Rua Conde de Bonfim com Rua General Roca. Estão lá posicionados formando um verdadeiro picadeiro. Será que isso quer dizer que o circo está armado?
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Um voo que perdeu o rumo...
Ainda em trânsito. Agora, em Brasília. O voo Webjet que originalmente era Rio-BH-Natal virou Rio-BH-Rio-BH-Brasilia-Fortaleza-Natal.
A estratégia da apelação...
...é a favor do aborto, não é a favor do aborto, usaram o nome de Jesus em vão, não usaram o nome de Jesus. Em busca do voto, o baixo nível virou marketing.
Maratona aérea... Em solo
...tempo fechado na escala Belo Horizonte. Depois de sobrevoar a cidade sem poder pousar, vôo de volta para o... Rio. Como diz a canção, começar de novo.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
“Mensageiro” garante a continuação do filme “Nosso Lar”
por Eli Halfoun
Cinema sempre foi assim: quando uma fórmula dá certo, os filmes ganham continuações que geralmente também são bem sucedidas financeiramente, casos de entre muitos outros “Harry Potter” e “Rambo”. A fórmula americana de capitalizar sucesso chegou ao Brasil: depois de “Tropa de Elite”, que já ganhou sua segunda versão e provavelmente terá uma terceira, será a vez de “Nosso Lar”, o longa que já levou aos cinemas 3 milhões de espectadores, o que o coloca fácil na liderança dos mais vistos. Animado com o inegável sucesso o diretor Wagner de Assis está trabalhando na produção de uma sequência do filme que se chamará “O Mensageiro” e também será baseado em uma psicografia Chico Xavier. O novo filme tem lançamento previsto para 2012 e será uma continuação da jornada de um médico após a sua morte.
DVDS baseados em livros são o novo mapa da mima dos escritores: a versão do livro “O Segredo” vendeu só no primeiro mês 2 milhões de cópia nos Estados Unidos e animou escritora Rhonda Byrne a fazer uma nova experiência: o livro “The Power” também ganhará DVD com o tema que fala em como o amor pode provocar a lei da atração e a realização dos desejos. A edição brasileira do livro “O Poder” estará disponível para o Natal.
Cinema sempre foi assim: quando uma fórmula dá certo, os filmes ganham continuações que geralmente também são bem sucedidas financeiramente, casos de entre muitos outros “Harry Potter” e “Rambo”. A fórmula americana de capitalizar sucesso chegou ao Brasil: depois de “Tropa de Elite”, que já ganhou sua segunda versão e provavelmente terá uma terceira, será a vez de “Nosso Lar”, o longa que já levou aos cinemas 3 milhões de espectadores, o que o coloca fácil na liderança dos mais vistos. Animado com o inegável sucesso o diretor Wagner de Assis está trabalhando na produção de uma sequência do filme que se chamará “O Mensageiro” e também será baseado em uma psicografia Chico Xavier. O novo filme tem lançamento previsto para 2012 e será uma continuação da jornada de um médico após a sua morte.
DVDS baseados em livros são o novo mapa da mima dos escritores: a versão do livro “O Segredo” vendeu só no primeiro mês 2 milhões de cópia nos Estados Unidos e animou escritora Rhonda Byrne a fazer uma nova experiência: o livro “The Power” também ganhará DVD com o tema que fala em como o amor pode provocar a lei da atração e a realização dos desejos. A edição brasileira do livro “O Poder” estará disponível para o Natal.
O discurso tatibitati
deBarros
Gente, acabei de ouvir a candidata do governo falando num comício, de um palanque, e levei um susto. Essa candidata não sabe falar. Nào sabe fazer um discurso. Ela se enrola e não passa para o público o que está pensando, o que está tentando dizer. As suas idéias se embaralham em frases mal construidas e se perdem. No meio da frase, para como se estivesse perdida. E está perdida.
Olha gente. É um desastre total. O problema é quando for presidente e tiver, em algum momento, de fazer um discurso de improviso e se enrolar toda, vai ser uma vergonha para ela e para o país. Vai ter de ter um bom redator para fazer os seus discursos porque dessa garganta não vai sair nada que se aproveite.
Que coisa triste, gente!
A democratização da informação é coisa séria e não mera peça de propaganda eleitoral
Leia o documento do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
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"A Fazenda" estreia batendo a Globo. Ponto para Lisi Benitz
por Omelete
A terceira edição de “A Fazenda” estreou, ontem, batendo a Globo no ibope. O reality show da Record obteve média de 20 pontos em São Paulo, alcançando um pico de 22. A Globo, que normalmente fica em primeiro lugar no horário, caiu para segundo, com 17 pontos. O SBT ficou em terceiro com 7 pontos. Entre os confinados em uma fazenda em Itu (SP) estão Ana Carolina Dias, Andressa Soares, Carlos Carrasco, Daniel Bueno, Eduardo Pelizzari, Geisy Arruda, Janaina Jacobina, Lisi Benitz (Piu Piu), Monique Evans, Luiza Gottschalk, Nany People, Sergio Abreu, Sergio Mallandro, Tico Santa Cruz e Viola. O programa ficará três meses no ar. A bancada ruralista do Omelete já está na torcida da "fazendeira" Lisi Benitz (Foto:Divulgação).
Mais uma pesquisa saindo do forno: Sensus/CNT confirma que Dilma ganharia no primeiro turno se a eleição fosse hoje
Segundo a Agência Brasil, os números do Instituto Sensus/CNT divulgados nesta quarta-feira: Dilma Rousseff, 47,5%; Serra, 25,6%; Marina, 11,6%.
Considerando os votos válidos, Dilma tem 54,7% do total e seria eleita no primeiro turno.
Pesquisa mais recente: CNI/Ibope
Deu no Terra: Dilma permanece na liderança, com 50% (alcançou os mesmos 50% na pesquisa anterior). Serra, 27%, caiu um ponto (no último levantamento tinha 28%). Marina, 13% (tinha 12%). Nas respostas espontâneas (quando não são apresentados nomes ao eleitor e o pesquisador apenas pergunta em quem este vai votar), Dilma tem 44%, Serra, 21% e Marina 10%. O Ibope apurou ainda que 47% do eleitorado pretende votar em um candidato apoiado pelo presidente Lula. Em um eventual segundo turno, se a eleições fossem hoje, Dilma venceria Serra por 55% a 32%. Caso Marina seja a adversária de Dilma no segundo turno, a ex-ministra apoiada por Lula venceria por 56% a 29%. Se o segundo turno for entre Serra e Marina, o tucano venceria por 43% contra 35%.
Para saber mais, clique AQUI
"Cidade aTravessa: poesia dos lugares". Encontro de escritores, entre os quais Roberto Muggiati, para leitura de textos
A Confraria do Vento, a Casa das Rosas e o Projeto OX convidam para a sétima edição do "Cidade aTravessa". Para quem ainda não conhece o evento, trata-se de um encontro de autores para leituras de textos e entrevistas. Dia 1º de outubro, sexta-feira, a partir das 17:30, na livraria da Travessa do Ouvidor, 17, Centro. No time de participantes, Geraldo Carneiro, Roberto Muggiati, Simone Magno, Felipe Pena, Angela Dutra de Menezes, Fausto Fawcett, Felipe Carrancho e Victor Paes.
Apenas um colar para vestir a nova moda de Raquel Zimmerman
por Eli Halfoun
Considerada a modelo número um no atual ranking mundial, a brasileira Raquel Zimmerman, que apareceu recentemente em fotos da Vogue espanhola correndo sem a parte debaixo da roupa, aproveitou o embalo e posou coberta apenas por um colar para a revista Purple Fashion (na reprodução). Agora, nossa Raquel também está no time das modelos (Lara Stone, Heidi Klum, Kate Moss, Kelly Le Brook e Alessandra Ambrósio, entre outras) que também exibiram em revistas mais do que costumam mostrar nas passarelas.
Considerada a modelo número um no atual ranking mundial, a brasileira Raquel Zimmerman, que apareceu recentemente em fotos da Vogue espanhola correndo sem a parte debaixo da roupa, aproveitou o embalo e posou coberta apenas por um colar para a revista Purple Fashion (na reprodução). Agora, nossa Raquel também está no time das modelos (Lara Stone, Heidi Klum, Kate Moss, Kelly Le Brook e Alessandra Ambrósio, entre outras) que também exibiram em revistas mais do que costumam mostrar nas passarelas.
Fim de campanha: é hora de limpar a casa
por Eli Halfoun
Faltam apenas dois dias para nos livrarmos da maldição que costumam ser as campanhas eleitorais que enchem as ruas de “pedintes de votos” (esmolam na maior cara de pau), de sujeira com folhetos e ”santinhos” que ninguém quer e joga no chão, de cartazes que acabam sendo transformados em “moradias” de mendigos e de tantas outras inutilidades nessa infernal corrida em busca de um bom emprego público que ainda por cima pagaremos com nossos impostos. É hora de aprender algumas lições e de fazer exigências: de saída, o eleitor precisa exigir que os “pedintes de votos” limpem as ruas que deixam imundas e que evitem fazer a freqüente sujeira maior que costumam praticar, essa por debaixo dos panos, depois de eleitos. Alguns candidatos mais abusadinhos precisam, aprender que esse negócio de ficar telefonando (olha aí o telemarketing político) para a casa do eleitor sem ser convidado para pedir voto não funciona, além de ser uma invasão de privacidade que também deveria ser proibida por lei. Nem seria necessária uma punição legal se os “pedintes de votos” tivessem bom senso para perceber que o eleitor simplesmente desliga o telefone (e até com raiva) antes mesmo de ouvir qualquer besteira que será dita na mensagem. Fica claro que esse tipo de apelo é contraproducente e só serve mesmo para tirar votos (pelo menos o meu). Na teta final de campanha vale tudo que não vale nada como, por exemplo, os debates na televisão: o debate realizado pela Rede Record no último domingo parece não ter atraído a curiosidade nem dos familiares dos presidenciáveis: ficou em quarto lugar na disputa de audiência perdendo feio para a programação normal da Globo (“Fantástico”), da Rede TV (“Pânico na TV” que, aliás, deveria ser o nome do debate) e SBT (“Programa Silvio Santos, onde como na política é tudo por dinheiro). Felizmente está no fim e resta, além do alívio geral, o consolo de que somente dentro de quatro anos essa corrida por um bom emprego público voltará a nos encher a paciência com promessas desacreditadas, discursos inconsequentes e presenças absolutamente dispensáveis. E indesejáveis.
Faltam apenas dois dias para nos livrarmos da maldição que costumam ser as campanhas eleitorais que enchem as ruas de “pedintes de votos” (esmolam na maior cara de pau), de sujeira com folhetos e ”santinhos” que ninguém quer e joga no chão, de cartazes que acabam sendo transformados em “moradias” de mendigos e de tantas outras inutilidades nessa infernal corrida em busca de um bom emprego público que ainda por cima pagaremos com nossos impostos. É hora de aprender algumas lições e de fazer exigências: de saída, o eleitor precisa exigir que os “pedintes de votos” limpem as ruas que deixam imundas e que evitem fazer a freqüente sujeira maior que costumam praticar, essa por debaixo dos panos, depois de eleitos. Alguns candidatos mais abusadinhos precisam, aprender que esse negócio de ficar telefonando (olha aí o telemarketing político) para a casa do eleitor sem ser convidado para pedir voto não funciona, além de ser uma invasão de privacidade que também deveria ser proibida por lei. Nem seria necessária uma punição legal se os “pedintes de votos” tivessem bom senso para perceber que o eleitor simplesmente desliga o telefone (e até com raiva) antes mesmo de ouvir qualquer besteira que será dita na mensagem. Fica claro que esse tipo de apelo é contraproducente e só serve mesmo para tirar votos (pelo menos o meu). Na teta final de campanha vale tudo que não vale nada como, por exemplo, os debates na televisão: o debate realizado pela Rede Record no último domingo parece não ter atraído a curiosidade nem dos familiares dos presidenciáveis: ficou em quarto lugar na disputa de audiência perdendo feio para a programação normal da Globo (“Fantástico”), da Rede TV (“Pânico na TV” que, aliás, deveria ser o nome do debate) e SBT (“Programa Silvio Santos, onde como na política é tudo por dinheiro). Felizmente está no fim e resta, além do alívio geral, o consolo de que somente dentro de quatro anos essa corrida por um bom emprego público voltará a nos encher a paciência com promessas desacreditadas, discursos inconsequentes e presenças absolutamente dispensáveis. E indesejáveis.
Um show de exigências de quem tem um show de voz
por Eli Halfoun
Não é para quem quer. Só para quem pode: para voltar a apresentar-se, depois de 16 anos, no Brasil a cantora Jessye Norman, considerada a diva do canto lírico fez uma série de exigências, todas aceitas: claustrofóbica, pediu que em Salvador, onde fará uma de suas muitas apresentações, fique em uma suíte que tenha uma grande janela voltada para o mar. No Rio, onde deverá fazer duas apresentações, ficará hospedada em uma suíte de 110 metros quadrados no Copacabana Palace. Exigiu silêncio absoluto no andar enquanto estiver por lá. Exigiu mais: em qualquer palco que pisar não pode haver nada (nadinha mesmo) de poeira: ela é alérgica.
Não é para quem quer. Só para quem pode: para voltar a apresentar-se, depois de 16 anos, no Brasil a cantora Jessye Norman, considerada a diva do canto lírico fez uma série de exigências, todas aceitas: claustrofóbica, pediu que em Salvador, onde fará uma de suas muitas apresentações, fique em uma suíte que tenha uma grande janela voltada para o mar. No Rio, onde deverá fazer duas apresentações, ficará hospedada em uma suíte de 110 metros quadrados no Copacabana Palace. Exigiu silêncio absoluto no andar enquanto estiver por lá. Exigiu mais: em qualquer palco que pisar não pode haver nada (nadinha mesmo) de poeira: ela é alérgica.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
PSDB censura imprensa. Deu no "Toda Mídia", de Nelson de Sá
"Censura concreta"
(de Mauro Paulino, sob o intertítulo "Paraná")
"Enquanto o PT vociferava contra os excessos da imprensa, o PSDB opunha-se concretamente ao direito constitucional de livre acesso à informação, censurando divulgações de pesquisas. A pedido do tucano Beto Richa, os juízes do TRE local proibiram os institutos de divulgar seus resultados. A decisão transforma o Paraná em um sombrio laboratório da classe política em seu anseio de reservar essas informações apenas para consumo próprio. Aos eleitores, cobaias da desinformação, oferecem a boataria das porcentagens."
(de Mauro Paulino, sob o intertítulo "Paraná")
"Enquanto o PT vociferava contra os excessos da imprensa, o PSDB opunha-se concretamente ao direito constitucional de livre acesso à informação, censurando divulgações de pesquisas. A pedido do tucano Beto Richa, os juízes do TRE local proibiram os institutos de divulgar seus resultados. A decisão transforma o Paraná em um sombrio laboratório da classe política em seu anseio de reservar essas informações apenas para consumo próprio. Aos eleitores, cobaias da desinformação, oferecem a boataria das porcentagens."
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A guerra Governo X Imprensa. Leia entrevista do jornalista Ricardo Kotscho no portal BBC Brasil
Do BBC Brasil:
"Na entrevista à BBC Brasil, Kotscho critica duramente o papel da imprensa, diz acreditar que as empresas jornalísticas do país rejeitam uma possível vitória de Dilma e afirma que a mídia está se sentindo "derrotada" no atual processo eleitoral. Mas o jornalista reserva também uma crítica ao presidente Lula, dizendo que ele está errado em sair a público para criticar o trabalho dos veículos de comunicação."
"Na entrevista à BBC Brasil, Kotscho critica duramente o papel da imprensa, diz acreditar que as empresas jornalísticas do país rejeitam uma possível vitória de Dilma e afirma que a mídia está se sentindo "derrotada" no atual processo eleitoral. Mas o jornalista reserva também uma crítica ao presidente Lula, dizendo que ele está errado em sair a público para criticar o trabalho dos veículos de comunicação."
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Fazenda 3: Lisi Benitez na capa da revista Maxim.

por OmeleteLisi Benitez, a ex-Piu-Piu do Pânico na TV, é a capa da Maxim Brasil, edição de outubro, fotografada por Wel Calandria. Estudante de jornalismo, ela já tem convite para participar de um filme e vai comandar um programa sobre esportes, moda e beleza. Mas tudo isso após ser uma das estrelas do reality show Fazenda 3, da Record, que estreia hoje, às 23h. Lisi vai disputar o prêmio de R$2 milhões com, entre outros, Geisy Arruda, Monique Evans e Sérgio Mallandro. (Fotos/Reproduções/Wel Calandria)
Claudia Raia e Irene Ravache juntas não é sonhar (e nem pedir) demais
por Eli Halfoun
É uma questão de absoluta justiça reconhecer que Claudia Raia é uma das mais fortes (e não só fisicamente) presenças do nosso cenário artístico. Além do enorme e versátil talento que só as grandes estrelas têm, a presença de Claudia em musicais, novelas e filmes é sempre uma necessária dose de otimismo, de alegria, de prazer e principalmente de amor por uma carreira que ela exerce há anos. É com essa extraordinária força que Claudia Raia se impõe como a presença maior da nova versão da novela “Ti Ti Ti”. Aliás, o remake escrito por Maria Adelaide Amaral tem proporcionado bons momentos de diversão e a oportunidade de bons trabalhos como é, por exemplo, o de Alexandre Borges, engraçado e impecável como o afetado costureiro Jacques Leclair. Mas todos os capítulos são de Claudia Raia. Se em “Ti Ti Ti" é Claudia Raia quem rouba a cena, também na novela “Passione” o domínio é de Irene Ravache que faz da personagem Clo a maior atração e o mais perfeito trabalho da novela de Silvio de Abreu. Sou um sonhador e fico imaginando como seria maravilhoso ter Claudia Raia e Irene Ravache juntas em uma mesma peça, novela ou filme. De preferência comédia. Talvez um dia aconteça. Sonhar é permitido até porque muitas vezes todo sonho se transforma em realidade.
É uma questão de absoluta justiça reconhecer que Claudia Raia é uma das mais fortes (e não só fisicamente) presenças do nosso cenário artístico. Além do enorme e versátil talento que só as grandes estrelas têm, a presença de Claudia em musicais, novelas e filmes é sempre uma necessária dose de otimismo, de alegria, de prazer e principalmente de amor por uma carreira que ela exerce há anos. É com essa extraordinária força que Claudia Raia se impõe como a presença maior da nova versão da novela “Ti Ti Ti”. Aliás, o remake escrito por Maria Adelaide Amaral tem proporcionado bons momentos de diversão e a oportunidade de bons trabalhos como é, por exemplo, o de Alexandre Borges, engraçado e impecável como o afetado costureiro Jacques Leclair. Mas todos os capítulos são de Claudia Raia. Se em “Ti Ti Ti" é Claudia Raia quem rouba a cena, também na novela “Passione” o domínio é de Irene Ravache que faz da personagem Clo a maior atração e o mais perfeito trabalho da novela de Silvio de Abreu. Sou um sonhador e fico imaginando como seria maravilhoso ter Claudia Raia e Irene Ravache juntas em uma mesma peça, novela ou filme. De preferência comédia. Talvez um dia aconteça. Sonhar é permitido até porque muitas vezes todo sonho se transforma em realidade.
Alívio para os ouvidos com música brasileira na JB FM
por Eli Halfoun
A reclamação de grande parte de ouvintes, de compositores e de intérpretes, é antiga: as emissoras de rádio não inclu em em suas programações pelo menos um razoável número de canções do vasto e ótimo repertório da Música Popular Brasileira e assim não cumprem a determinação legal de ter uma grande porcentagem de músicas brasileiras em toda a sua programação. O grande público que mesmo com a força da internet, inclusive para baixar músicas, e da televisão, não diminuiu a importância e o valor do rádio. O Rádio continua sendo o veículo de maior e mais rápida penetração no mundo e sua influência, inclusive musical, é importantíssima. Nem assim a nossa música ganha o espaço que precisa e merece. Felizmente há exceções e uma delas é a JB FM, no Rio, que tem uma quase total programação musical autenticamente brasileira que enche qualquer um de orgulho e prazer. Sem massacrar e ferir a audição de ninguém.
A reclamação de grande parte de ouvintes, de compositores e de intérpretes, é antiga: as emissoras de rádio não inclu em em suas programações pelo menos um razoável número de canções do vasto e ótimo repertório da Música Popular Brasileira e assim não cumprem a determinação legal de ter uma grande porcentagem de músicas brasileiras em toda a sua programação. O grande público que mesmo com a força da internet, inclusive para baixar músicas, e da televisão, não diminuiu a importância e o valor do rádio. O Rádio continua sendo o veículo de maior e mais rápida penetração no mundo e sua influência, inclusive musical, é importantíssima. Nem assim a nossa música ganha o espaço que precisa e merece. Felizmente há exceções e uma delas é a JB FM, no Rio, que tem uma quase total programação musical autenticamente brasileira que enche qualquer um de orgulho e prazer. Sem massacrar e ferir a audição de ninguém.
Segundo turno com Dilma e Marina?
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| Deu no Folha.com: no Datafolha, Marina 14%, Serra 28%, Dilma 46%. |
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| O IG registra o Vox Populi: Dilma 49%, Serra 24% e Marina 13%. |
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