por Eli Halfoun
Por mais que tentem desestabilizar o
governo e agora, muito mais, a candidatura de Dilma Rousseff, a presidente continua
liderando as pesquisas de intenções de voto e mostrando que será eleita com
facilidade no primeiro turno. Todo mundo sabe que pesquisa não é urna e,
portanto, não é eleição, mas exerce uma forte influência no voto do eleitor
indeciso, que acaba entrando no time de quem vai ganhar que é, segundo as
pesquisas, o caso de Dilma: a primeira pesquisa do Ibope em 2014 (publicada pelo
jornal O Dia) mostra a presidente com 43% das intenções de voto confirmando o
mesmo índice obtido na última pesquisa de 2013, embora de lá para cá muita
coisa tenha acontecido. A nova pesquisa registra aumento de 1% para Aécio Neves
que subiu de 14% para 15%, enquanto Eduardo Campos teve os mesmo 7%. Embora a
pesquisa sinalize pra uma fácil vitória de Dilma no primeiro turno, o Ibope
simulou um segundo turno e a presidente foi novamente a campeã de votos: em
um pouco provável segundo turno Dilma teria 47% e Aécio 20% dos votos. Contra
Eduardo Campos a vitória seria de 47% contra 16 % dos votos. O dado mais importante
da pesquisa é o que mostra que qualquer que seja o novo presidente o eleitor
espera que mude muita coisa. São mudanças que também
favorecem Dilma que, para realizá-las, pode tomar como base os erros cometidos em sua
atual gestão. Por enquanto são números hipotéticos já que nenhum nome é de
candidato oficial, o que só acontecerá a partir de junho quando os partidos
terão de realizar convenções para definir e confirmar os nomes. Total perda de
tempo já que os nomes anunciados e pesquisados até agora já são oficiais mesmo
sem estarem oficializados. Não á mais tempo para nenhuma mudança significativa.
(Eli Halfoun)




































