domingo, 16 de fevereiro de 2014

Só photoshop salvou irmãs Kardashian em novo ensaio sensual


Ressalte-se que Kim Kardashian, com as irmãos são pródigas em curvas. Como mostra matéria do Mail, Kim, a mais velha, tem uma bunda de proporções planetárias. 
por Eli Halfoun
O excesso de photoshop (a turma anda mesmo exagerando) nas fotos do ensaio que fizeram para a nova edição da revista “Notebook" tem feito as irmãs Kardashian (Kourtney, Khloe e Kim e a caçula Kendall) alvos comentários considerados ácidos. As colunas de celebridades estranham que o milagre da informática tenha deixado as quatro irmãs com a mesma altura, com pescoços alongados, mais enxutas, com braços mais finos e com quilos a menos. De onde se conclui que sem photoshop elas só posariam para revistas de terror. (Eli Halfoun)
VEJA O VIDEO QUE MOSTRA KHLOE, UMA DAS IRMÃOS, SENDO REDESENHADA PELO PHOTOSHOP, CLIQUE 


Reprises em excesso são falta de respeito e queimam bons profissionais

por Eli Halfoun
Talvez com exceção só do dinheiro e assim mesmo nem sempre tudo que é demais enjoa e perde a graça. Por falta de programas, a Rede TV está cometendo um grave erro em sua programação feita de uma reprise atrás da outra. Convenhamos que o digamos método “queima” todos os programas da emissora, mesmo que na maioria das vezes sejam atrações apenas razoáveis.
É o que acontece com o “Morning Show” que se nunca chegou a ser (nem tinha essa pretensão) um programa imperdível, mas desde o início mostrou que poderia perfeitamente cair o gosto do público e conquistar razoável audiência. De saída a direção da Rede TV (que reconheço deve enfrentar muitas dificuldades com a necessidade de preencher os horários de qualquer maneira) mostrou que não sabe o que é morning (em inglês manhã) e passou a reprisar o programa durante a tarde, noite e se bobear madrugada. Uma pena: está provocando uma overdose que acabará matando um programa que não é muito diferente de nada o quer já se fez no gênero exploração de celebridades.
 De qualquer maneira, a mesa de conversas comandada por Zé Luís tem momentos interessantes, mas que perdem o interesse diante de tão exagerada repetição que, aliás, também acontece com o “Mega Senha”, o “Som Medida” e todas as outras porcarias que a emissora devia se envergonhar der ter e não se orgulhar de reprisá-las como se quisesse conquistar o público no muque.

O “Morning Show” não é um programa de produção cara e sua fórmula talvez seja a ideal para produzir outros encontros e conversas (política, futebol, polícia etc. etc.) que poderiam preencher de forma interessante todos os horários sem precisar encher a paciência do telespectador e muito menos desgastar a criatividade, o talento e a imagem de bons profissionais, como está fazendo. (Eli Halfoun) 

Monique Evans acha que não faria feio desfilando nua no carnaval

Monique (centro)  na capa da Manchete, em 1987. 

Reprodução Manchete

Reprodução Manchete
por Eli Halfoun
“Se cismasse de exibir hoje os seios, eles não fariam feio, não” - quem garante é Monique Evans que aos 57 anos desfilará vestida no abre alas da Mocidade, no Rio. Só para lembrar: Monique é uma das pioneiras em implante feminino de silicone e também foi a primeira modelo a desfilar com o busto totalmente nu, em 1985. Não é pretensão: ela realmente ainda tem condições de deixar a platéia de pé no Sambódromo.  (Eli Halfoun)

Chega de hipocrisia: culpado não é suspeito. É culpado mesmo

por Eli Halfoun
Sei muito bem que em jornalismo é preciso muito cuidado com as palavras para não cometer injustiças assim com sei o quanto é difícil usar a língua portuguesa que permite várias interpretações e sentidos para uma palavra. Ainda assim não entendo o motivo que leva a imprensa de uma maneira geral as se referir-se aos dois violentos manifestantes que usaram o foguete mortal contra o cinegrafista Santiago Andrade como suspeitos. Foram suspeitos no começo, Não são mais: a polícia concluiu o inquérito e os considerou culpados; eles confessaram ter explodido o artefato mortal, além de terem feito outras importantes revelações. Continuar tratando-os como suspeitos é hipocrisia jornalística. Suspeito que confessa é culpado ainda que a Justiça não os tenha sentenciado. Até parece que nós, os que querem manifestações, é que somos os suspeitos e culpados de tamanha e desnecessária violência. (Eli Halfoun)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Imprensa Que Eu Gamo abre o carnaval 2014 dos blocos cariocas

Amanhã não tem jornal, nem revista, nem site atualizado... só samba. Foto Gonça

Água no chope para controlar o calor. Foto Gonça

Tem disso. Jornalista trabalhando no bloco. O entrevistado é o Nelson Rodrigues Filho, do bloco Barbas, prestigiando a rapaziada. Foto Gonça

O Largo do Machado dominado. Foto Gonça

Tem mais jornalista do que gente. Foto Gonça

E esse aí a galera da Manchete conhece. É o ritmista Nilton Rechtman na bateria do Imprensa. Foto Gonça
Ninguém é de ferro. Coleguinhas na área, assédio liberado... Foto Gonça

por Gonça
Vale reproduzir a letra do samba do Imprensa. É só no ritmo da notícia.
 "Não autorizei a biografia / Fui espionado, tô Putin com a Cia / Essa tal cura nem com médico cubano / Não me representa o Feliciano / Enterro de anão ainda é lenda / É que nem o Amarildo, ninguém viu / Teve implante na cabeça do Calheiros / Ai que loucura, ai que badalo, Eike faliu"

"Prepara, que agora / É hora do show da bateria / Gatinha assanhada, nem pensa / Me dá um beijo que hoje é dia de Imprensa"

"Papa argentino habló, JMJ bombou /
 Baseado no Uruguai tá liberado / Aqui não pode topless e mascarado / E lá vem o trensalão / Transportando uma cambada de ladrão / Não sei se vai ter Copa / Mas do copo eu não abro mão"

"Rolezinho, carnaval / Cadê a Perimetral / Black bloc, isoporzinho / Pozinho dos Perrella / Só explica essa zorra / O tradutor do Mandela"

Precisa dizer mais alguma coisa? Leiam nos jornais de amanhã. Ou não.

Racismo: fácil de praticar, difícil de punir

(da redação da JJcomunic)
Os crimes de racismo no futebol são recorrentes. As ofensas ao volante Tinga, do Cruzeiro, foram apenas mais um desses episódios no futebol mundial. A FIFA tem, pelo menos publicamente, tentado combater o preconceito. São previstas punições, de multa a exclusão da competição. Mas a própria entidade pega leve e recomenda que as confederações adotem um "escala progressiva", ou seja, se os racistas forem primários, basta passar a mão na cabeça e pedir que não façam mais isso. A julgar pela escalada do racismo no futebol, relativizar os crimes não está funcionando. Ao contrário, as agressões estão sendo incentivadas. A CBF está pedindo que a Conmebol exclua o Real Garcilaso, da Libertadores. Não se sabe se a entidade sul-americana, que não é lá grandes coisas, tomará tal atitude. É preciso que a FIFA intervenha até em respeito à Copa do Mundo que será realizada em um país cuja formação étnica e cultural tem a importante contribuição do sangue afro. A presidente Dilma Roussef já se manifestou pedindo providências. Mas, na verdade, o Brasil não pune os crimes de racismo nem futebol, nem fora dele. É comum delegados aliviarem o registro de preconceitos já na hora do B.O. Como racismo é aqui crime inafiançável, muitos preferem enquadrar esse tipo de denúncia como ofensa moral, menos grave. Mesmo assim, não há um só brasileiro preso por racismo. Assim como manifestações racistas de torcidas de clubes brasileiros não deram em nada, foram esquecidas, nenhum clube foi excluído por isso de qualquer competição. Nem de uma pelada no fim de semana regada a churrasco e cerveja. O Real Garcilaso vem aí jogar no Brasil. Se não for punido, sua torcida se sentirá no direito de desembarcar aqui já imitando macacos e distribuindo bananas a caminho do estádio.

Foi rápido. Passado o choque da morte do cinegrafista, começa a campanha para transformar acusados em coitadinhos

(da redação da JJcomunic)
Tentativa de anulação do inquérito, divulgação de versões orientadas, depoimentos que mudem em velocidade alucinante, uma hora um acusado fala em rojão outra hora em sinalizador, certamente instruído, que pensou que era um sinalizador, um acusa o outro de ter acendido o rojão. Curiosamente, os dois têm o mesmo advogado. Não demora e surgirá a versão de que o estopim teve combustão espontânea.
Em entrevista emocionante, ontem, no Jornal Nacional, Vanessa Andrade, jornalista e filha do repórter cinematográfico Santiago Andrade, declarou que a morte do seu pai não vai ser em vão. E que lutará para ver punidos os responsáveis. Vanessa terá que lutar muito para ver os culpados na cadeia. E cabe à sociedade apoiá-la. Mas vai ser difícil. Tumultuar a fase de inquérito é velha arma de quem confundir a apuração e plantar desde já elementos que dificultarão a condenação. Já há quem defenda na rede e até em artigos nos jornais que foi um "acidente", que os acusados não tiveram a intenção de matar, que o rojão não tem mira, que cada um daqueles rapazes é um flor de pessoa. Que máscaras não devem ser proibidas. Que foi uma fatalidade que não deve culpar dois meninos que lá estavam para lutar pelo futuro do Brasil. Uma outra linha diz que aqueles que pedem punição para os assassinos de Santiago Andrade estão agindo da mesma forma que os garotões justiceiros do Flamengo que amarraram um ladão a um poste. Cada uma dessas opiniões tem ajudado a acender estopins e vai ajudar a acender muitos outros nos próximos meses.
Se os acusados pela morte de Santiago não forem julgados nem condenados, não será novidade. Não há um só manifestante condenado por saques, roubos, destruição de patrimônio, espancamento ou de outras ações criminosas como atear fogo em um carro com um família dentro, desde que começaram os protesto em junho do ano passado. Se, por acaso, forem julgados, quem garante que a acusação de homicídio não será desqualificada e a pena transformada em alguma punição levíssima, como geralmente ocorre, com prestar serviço comunitário, por exemplo, lavando a calçada manchada pelo sangue de Santiago ou de futuras vítimas?
O governo pretende mandar um projeto de lei para tipificar tais crimes. Alguns juristas acham que é píada. Esses crimes já estão previstos no Código Penal. Se pela lei antiga ninguém foi condenado porque alguém o será pela lei "nova" que corre inclusive o risco de "não pegar"? Vanessa disse que grupos assassinos não podem ser apoiados. Manifestação legítima é outra coisa. "Meu pai foi mais uma vítima da violência desse grupo que já vem quebrando banco, que já vem quebrando a rua, que já vem destruindo tudo”, disse. “Quem está lá diz ‘poxa, é legal, pelo menos eles estão fazendo barulho". Não, não é, porque quem paga sou eu, quem paga é quem está lá.”, afirmou Vanessa ao JN.
O que a sociedade espera é que as ruas permaneçam abertas para os manifestantes. E que a justiça cuide das milícias financiadas, segundo denúncias, que passaram a dominar os protestos. E que crimes como o que vitimou o cinegrafista sejam punidos, sejam os responsáveis mercenários ou não. A propósito, não foi muito noticiado, mas no mesmo dia em que Santiago morreu, um senhor idoso que estavam em um ônibus assustou-se com o quebra-quebra, tentou fugir, desceu do coletivo e foi atropelado. Os black blocs e seus incentivadores devem ter contabilizado nos seus diários mas essa importante "conquista".  

Paris Hilton faz festa no Brasil para comemorar 33 anos


por 
Eli Halfoun
Qualquer pessoa comum (ou no caso seria normal?) se contentaria com apenas uma festa para comemorar seu aniversário. Paris Hilton quer muito mais para festejar seus badalados e bem vividos 33 anos no próximo dia 17. Tem promovido (e certamente patrocinado) muitas badalações e uma acontecerá no Brasil: será no próximo dia 28 em Florianópolis no Push Cliub no Jurerê Internacional. A festa regada a champanhe (espumante não chega nem perto) recebeu o nome de “Save the Cake”. Paris estar animadíssima e promete até atuar como DJ. Para mostrar que apesar de mais velha está em plena forma Paris postou no Instagram duas novas fotos: em uma aparece vestida de coelhinha e na outra em um conjunto preto que deixa a barriga inteiramente descoberta. É o mesmo vestido que usou no recente New York Fashion Week. Deve se a primeira vez que repete uma roupa. (Eli Halfoun)


Por essa Walt Disney não esperava

por Eli Halfoun
A ativista Elisa Quadros, que deu as caras na mídia defendendo os manifestantes fogueteiros, já teve os seus quinze minutos de fama e anunciou no Facebook que vai tirar o time de campo. Não adiantou muito. Por causa de seu apelido (Sininho), ela tem sido alvo de brincadeiras nas redes sociais e há quem acredite que Walt Disney deve estar se revirando no túmulo já que Sininho é personagem criada por ele como uma pequena fada com asas, amiga de Peter Pan. A Sininho moderna que não é fada e nem tem asas, é alvo de muitas críticas, mas não se pode negar-lhe o direito de atuar como ativista desde que não promova e nem financie a e violência. (Eli Halfoun)

No Brasil, black blocs não estão com nada como movimento organizado de protesto

por Eli Halfoun
Os black blocs atrapalham, fazem muito barulho, cometem atos absurdos de violência mas nem assim estão com essa bola toda na avaliação da imprensa internacional e de historiadores: um grande número de historiadores acredita que embora estejam organizados e sejam ”pouco mais do que uns gatos pingados, os black blocs tupiniquins ”estão muito distantes dos grupos que surgiram na Alemanha na década de 80 e foram protagonistas de episódios importantes e internacionais (contra o Pentágono em 1988), na Primeira Guerra do Golfo em 1991, em Seattle, e em Praga em 1999. Os black blocs brasileiros são apenas arruaceiros e estão longe de reivindicar: só querem fazer tumulto. Os historiadores e a imprensa internacional lembram ainda que “os fanáticos organizados usam roupas pretas e máscaras pretas - e não camisetas e lenços amarrados, “lembrando os bandidos dos filmes de cowboy”. São o coco dos cavalos dos bandidos. (Eli Halfoun)

Íris Abravanel não tem moleza e escreve mais novelas para o SBT

por Eli Halfoun
Se existe uma novelista que garantiu lugar no SBT é Íris Abravanel e não só por ser a mulher de Silvio Santos. É uma conquista de talento: tanto “Carrossel” quanto “Chiquititas”, que escreveu para a emissora, estão entre os maiores sucessos do SBT nos últimos anos. Resultado: Íris será a responsável pela substituta de “Chiquititas” que permanecerá no ar até o começo do ano que vem. Não é só: mesmo sendo mulher do patrão não terá moleza e está decidido na emissora que escreverá também uma nova temporada de “Patrulha Salvadora”, seriado criado por ela. Com Silvio Santos não tem moleza: a família bota a mão na massa para aprender a valorizar o dinheiro e o trabalho (Eli Halfoun)

Mais recursos para Força Nacional de Segurança atuar na Copa do Mundo

por Eli Halfoun
O governo está se preparando em para enfrentar manifestações violentas que venham a ocorrer em qualquer grande evento. Chega de moleza para os vândalos: pensando principalmente na segurança da Copa do Mundo, o Ministério da Justiça abriu licitação para a compra de bastões, caneleiras com joelheiras, capacetes anti-tumulto e máscaras contra gases com filtro. É material necessário paras atender ao aumento do número de agentes da Força Nacional que atuará em momentos de maior tensão e gravidade. Quer dizer: atuará todo o tempo. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Passagem de tempo faz “Em Família” avançar também na audiência

por Eli Halfoun
A passagem de tempo não mudou só o desenvolvimento da trama da novela “Em Família": também fez aumentar a audiência que já era vista como uma preocupação na Globo.  O roteiro do autor Manoel Carlos previa essa passagem de tempo, só que seria uma mudança mais devagar. Antes que ficasse mais devagar e quase parando a direção da Globo decidiu editar os capítulos e fazer acontecer imediatamente a entrada dos atores que permanecerão até o final da trama. Deu certo: “Em Família” já registra índices de audiência acima dos 38.0, embora para muita gente a novela tenha ficado incompreensível e sem sentido. Grande novidade: todas são.  (Eli Halfoun) 

Deu no G1: mulher a perigo promove quebra-quebra. Isso não lembra as manifestações?.

por Omelete
Viu isso? Ah, bom, tá explicado porque os black blocs vão vandalizar as ruas. Sempre achei meio esquisito aqueles caras com correntinhas, pulseiras de couro, colete de tachas... Tão na abstinência?

Lorena Molinos: a beleza sincronizada da atleta da seleção brasileira

Lorena Molinos ao sol. Foto de Fausto Roim-Divulgação

A loura Lorena em foto de Fausto Roim-Divulgação

Foto de Fausto Roim-Divulgação

Foto de Fausto Roim-Divulgação
por Omelete
Lorena Molinos, 23, atleta de nado sincronizado da seleção brasileira, posou para ensaio fotográfico assinado pelo fotógrafo Fausto Roim. Ela diz que não pensa em seguir carreira de modelo, mas de qualquer forma entra no time das belas atletas que se destacam não apenas pelos seus méritos esportivos. Ela treina no Rio. Estará com 25 anos na Olimpíada de 2016, mas tem chances. E o público também, de vê-la nas piscinas dos Jogos.

Greve de jogadores pode atrasar o Campeonato Brasileiro

por Eli Halfoun
O Campeonato Brasileiro corre o risco de não começar na data prevista: os jogadores que integram o movimento Bom Senso estão decididos a fazer greve e não entrar em campo enquanto a CBF não aceitar (ou pelo menos negociar decentemente) as justas reivindicações dos atletas, que querem, entre outras coisas, menos jogos, ou seja, uma tabela menos preocupada apenas em faturar, salários em dia e pagamento de direitos de imagem. A CBF ofereceu algumas alternativas que como sempre atendem apenas aos interesses da entidade. Os jogadores não pretendem facilitar o jogo: ou recebem o que pedem ou não haverá campeonato brasileiro.
A outra briga envolvendo o futebol é sobre a liberação da venda de cerveja nos estádios nos jogos da Copa do Mundo. Tudo indica que a Bahia será o primeiro estado a liberar o consumo da loura gelada, mas só trinta minutos antes e trinta minutos depois do jogo. Nos próximos dias o projeto baiano deverá ser sancionado pelo governador Jacques Wagner e abrir caminho para que o mesmo aconteça em outros estados. Pernambuco, Ceará e Minas Gerais devem acompanhar a decisão e o projeto d Bahia. Afinal, cerveja sempre fez parte de qualquer partida de futebol, desde que consumida com responsabilidade pela torcida.  

Ainda Copa do Mundo: o cantor Rick Martin estará no Brasil em março para gravar a música “Vida” escolhida pela Fifa e a Sony Music para a festa de abertura. “Vida” é uma salsa e tem letra sugestiva que diz em um trecho: “Finalmente a hora chegou/Vamos dançar sob o sol/Agarrar alguém / E deixar o amor nos fazer um só”. Os gays estão entusiasmados porque acham que essa é uma sugestão do também assumido gay Rick Martin. Pode até ser, mas nem precisava.... (Eli Halfoun)

Presidente quer resolver o Brasil no grito

por Eli Halfoun
São famosas as broncas que a presidente Dilma Roussef costuma dar em sua equipe, incluindo ministros e estado. Dilma não é do bloco do fala baixo se não eu grito e pelo contrário é da turma do eu grito e não economizo palavras nem palavrões. O comportamento verbal da presidente virou até motivo de balanço no Planalto. O levantamento interno mostrou que a presidente grita (e bem alto) duas vezes por dia. Significa que não reclama de tudo o que está errado. Se reclamasse ia passar o dia aos  berros. (Eli Halfoun)

Vamos tirar do caminho os financiadores da violência em manifestações

por Eli Halfoun
Ainda há muito para apurar e punir na prisão dos dois fogueteiros irresponsáveis que tiraram a vida do cinegrafista Santiago Andrade, mas uma coisa está muito clara: é preciso investigar, encontrar e punir com rigor os chefões desse grupo de vândalos que se intitula black blocs. É grave a denúncia de que os mais violentos participantes de manifestações são aliciados pelo grupo e recebem R$ 150,00 por manifestação para agirem como bandidos.
Sempre se soube, embora sem provas, que os vândalos mascarados não estavam nas ruas para protestar contra nada apenas para reivindicar as diárias que recebem por dia para massacrar a população que quer e precisa manifestar-se pacificamente. Aliciamento de qualquer tipo e para qualquer coisa é crime, o que faz mais urgente que se apure quem são esses assassinos que se escondem atrás das máscaras dos jovens que aliciam para cometer os crimes e em nome de quem lhes paga. São tão covardes que não tem coragem de dar a cara a tapa. E usam os vândalos e que se vendem por qualquer preço como se fossem as mais baixas prostitutas do mercado da violência. Há quem acredite que o financiamento venha de políticos individualmente ou de partido.
Sempre foi muito estranho o surgimento de um bando de advogados (são pagos por quem?) que aparece para defender crimes sem defesa como os cada vez mais cometidos pelos vândalos black blocs.

Se ficar constatado que o financiamento é realmente político, a política brasileira estará muito mais desacreditada a do que é. Não será apenas um monte de batedores de carteira, mas sim de assassinos irresponsáveis que não merecem viver em uma democracia. Na qual, aliás, parecem não acreditar e vivem querendo derrubar. (Eli Halfoun)

Serra volta a atacar e quer ser deputado federal por São Paulo

por Eli Halfoun
Com alta médica da cirurgia de próstata (tumor benigno) a que se submeteu recentemente José Serra volta a agir em busca de seu futuro político: não fala mais em Presidência da República, mas quer participar da próxima eleição. Políticos paulistas experientes acreditam que Serra será candidato a deputado federal por São Paulo. Acha que se eleito for (tem certeza que será) pode começar a preparar sua próxima investida que só para não perder o costume, será sonhar em ser o presidente do país. Sonho que o não tem. (Eli Halfoun)

Hotel secreto para encontros amorosos secretos do presidente Hollande não era tão secreto assim

por Eli Halfoun
A imprensa francesa não tem dúvida de que o presidente François Hollande não foi muito criativo e discreto na hora de escolher o hotel para os encontros com a atriz Julie Gayet. O casal botava para quebrar em um hotel na Rue du Cirque, utilizado também para outros encontros secretos, mas nem tanto. Quem fez a revelação no livro “A Saga dos Amantes” foi o historiador Jean des Cars que conta ainda no livro que era nesse mesmo hotel que Napoleão, que seria o imperador Napoleão III, fazia tudo em 1848 com sua amante, a milionária inglesa Miss Howard. A revelação de digamos aventuras sexuais de famosos transformou o livro em um sucesso que já está na quarta edição. Falou em sexo falou de uma forma u de outra em dinheiro. (Eli Halfoun)   

Por essa ninguém esperava: Tiririca está entre os 25 melhores deputados do país

por Eli Halfoun
Quem achava que a eleição de Tiririca com esmagadora soma de votos transformaria a Câmara dos Deputados numa palhaçada ainda maior do que sempre foi, está tendo de abrir mão da descrença pelo menos em relação ao deputado Tiririca, que tem desempenhado seu trabalho com esforço seriedade e competência, o que costuma ser raro, muito raro, na casa. Segundo jornal oficial “Congresso em Foco”, Tiririca está entre os 25 melhores parlamentares do país. Para chegar aos melhores o “Congresso em Foco” pesquisou o trabalho e a presença dos 533 integrantes da Câmara. Tiririca está desmentido a velha máxima segundo a qual de quem não se espera nada não vem nada mesmo. No caso de Tiririca de quem não se esperava nada é que está vindo tudo. 

Só para lembrar a candidatura de Tiririca pelo PL São Paulo foi lançada por seu então presidente e deputado Waldemar Costa Neto com a finalidade de puxar votos para o partido. Tiririca puxou, mas Waldemar está se encarregando de tirar votos e filiados. No momento ele aguarda a sentença final do julgamento do mensalão e ao que tudo indica dessa vez não terá mãos para puxar nada já que ao que tudo indica estarão algemadas. (Eli Halfoun)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Fotomemória: a EleEla nos anos 80...

Lincoln Martins, que dirigiu a revista EleEla, envia para o blog a foto acima. Mostra parte da redação da revista nos anos 80. Da esq. para a dir., Alexandre Raposo, Leo Borges Ramos (o Barão), Rosana Pereira, Lincoln Martins, mestre Gualter Mathias Neto, diretor de arte Nicolas López e Jorge (Joca) Carvalho. Registro afetivo de uma época. Foto: Arquivo Pessoal.

Fogos de artifício são armas e não podem ser vendidos para qualquer um. Muito menos para black blocs

por Eli Halfoun
A morte do cinegrafista Santiago Andrade, assassinado enquanto cumpria sua missão profissional, levantou muitas questões, especialmente sobre a participação criminosa dos black blocs nas manifestações e colocou novamente em pauta uma antiga discussão que é a venda de fogos de artifício fabricados para alegrar e iluminar festas e não para matar como tem feito muitas vezes. Existem regras para adquirir qualquer tipo de artefato fabricado com pólvora, mas ainda assim é muito fácil comprar em qualquer estabelecimento especializado caixas e mais caixas de rojões. É como comprar legalmente e literalmente armas de fogo.
É preciso mais rigor na venda de fogo de artifício. Existem regras para que qualquer consumidor possa adquirir esse tipo de “brinquedo” mortal em uma loja, mas são regras nunca cumpridas: sabemos que em qualquer estabelecimento dito especializado é possível comprar qualquer tipo de fogos de artifício (busca-pé, bombinhas, estrelinhas, “cabeça de nego”, foguetes) sem nenhuma dificuldade - até porque existem muitas fabriquetas de fundo de quintal que produzem fogos de artifício e explodem levando pelos ares casas vizinhas e vidas inocentes.
A venda quase liberada de fogos de artifício já provocou muitos danos e não faz muito tempo deixou presos torcedores que mataram um menino. Médicos que fazem plantões de hospitais em festas juninas estão cansados de atender jovens que perdem dedos, a mão e outros órgãos do corpo brincando com fogos de artifício que está provado, matam mais do que divertem: não são brinquedinhos explosivos. São como se viu muitas vezes armas mortais.
É verdade que a população não sai por aí comprando rojões e mirando contra outras pessoas como fizeram e fazem os black blocs assassinos. Como é proibido proibir ninguém quer ou espera que a venda de fogos de artifício seja definitivamente proibida, mas nada impede que sejam feitas regras mais duras sejam feitas para que qualquer tipo de bombinha possa ser vendida para qualquer um. Esse qualquer um pode ser um black bloc e, portanto, um assassino que quer brincar de matar. (Eli Halfoun)

P. S. - Vale a pena ler e guardar essa frase que retirei de um artigo da jornalista Eliane Catanhede, na Folha de São Paulo. Diz aí Eliane: “Jogar um rojão em pessoas, sejam jornalistas, transeuntes, policiais contrapõe o legítimo e saudável direito de manifestação e doentia ação de vândalos” 

Overdose de rejeição faz Renan e Collor desistirem de apoio em Alagoas

por Eli Halfoun
Os eleitores alagoanos não correm mais o risco de ver os senadores Renan Calheiros e Fernando Collor juntos no mesmo palanque. A dupla sinistra pretendia unir-se em apoio a um candidato. O próprio Renan sugeriu deixar a idéia de lado argumentando que sua rejeição unida à de Collor derrubaria qualquer candidato: seria uma overdose de rejeição. Pesquisas mostram e que Renan não transferiria votos nem para o filho, que deve estar aliviado sem o apoio do pai. (Eli Halfoun) 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Sindicato convoca todos os jornalistas do Rio para reunião de emergência hoje, às 20h

O Sindicato convoca todos os jornalistas do Rio de Janeiro para uma reunião de emergência hoje, às 20h, para discutir uma reação da categoria à escalada da violência contra os profissionais de imprensa em manifestações na cidade, que resultou na morte do repórter cinematográfico Santiago Andrade.
O sindicato repudia veementemente qualquer violência praticada contra jornalistas em pleno exercício da profissão, independentemente da origem, e espera que os autores destas ações sejam devidamente responsabilizados, como neste caso que ocorreu na manifestação da última semana. 
A plenária dos jornalistas acontece hoje, às 20h, para discutir as condições de trabalho e ações para cobrar a responsabilidade de manifestantes, das empresas jornalísticas e do Estado na violência sofrida pelos jornalistas durante a cobertura de manifestações.m mártir.