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domingo, 11 de janeiro de 2026

"Napoleão" de fralda descartável

 


por José Esmeraldo Gonçalves 

The Week retrata a desvairada ambição geopolítica do oligarca Donald Trump demonstrada em fatos e não em especulações. A revista compara o psicopata da Casa Branca a Napoleão Bonaparte. O domínio do imperador francês custou milhões de vidas.

Trump já entra na categoria do líderes serial killers. Sim, apenas no último ano o magnata, foi o causador direto de milhares de mortes. As até aqui 100 vítimas fatais no ataque à Venezuela somam-se aos mortos nos bombardeios do Iêmen, Irã, Iraque, Nigéria e Somália e os supostos barcos de traficantes no Caribe e no Pacífico. Na guerra da Ucrânia, a participação de Trump é através de bilhões de dólares em equipamentos (tanques, drones, mísseis, defesa antiaérea, caças F-16 repassados por aliados) rastreamento por satélites, espionagem, instrutores militares e agentes descaracterizados. A Ucrânia também emprega parte das verbas recebidas em contratação  de mercenários, inclusive brasileiros. Na guerra de Israel contra a Palestina o apoio sempre decisivo para a defesa de Israel é em forma de mesadas bilionárias, aviões, defesa aérea (o domo de ferro desenvolvido em parceria com o Estados Unidos depende de componentes do importados). No campo interno a ICE, a "gestapo" que caça imigrantes ou cidadãos americanos que os defendem, abre sua lista de assassinatos. 

Embora não tenha a capacidade estratégica nem a experiência em campo de batalha de Napoleão, Trump é um burocrata sentado sobre uma poderosa máquina de guerra. E ele parece achar divertido usá-la.

Napoleão não tinha graves problemas de saúde até  morrer no exílio aos 51 anos vitima de um câncer gástrico. A doença pode ter sido causada pelo uso exagerado de água de colônia. Ele usava o conteúdo de dois a três frascos por dia. Um tipo de óleo na química do produto teria causado o tumor maligno. 

Trump está com 79 anos. Há pouca transparência sobre seu verdadeiro estado de saúde. A mídia interpreta alguns sinais e aponta eventualmente inconfidências sobre deficiência cognitiva. Sofreria também  de problemas circulatórios sendo acompanhado por angiologistas. Há alguns anos um dos seus assistentes, chamado Noel Castler,  revelou que ele usava fraldas para previnir escapes de "número 2". Em cerimônias públicas ou até em encontros reservados no Salão Oval, convidados que se aproximam muito do magnata contam ter captado odores característicos. De qualquer forma fraldas ou qualquer outro incômodo não afetam a capacidade de Donald Trump de provocar crises planetárias muito além de limites imaginários.  Ele parece ter uma agenda volumosa onde estão escritos os próximos passos da bagunça.

- Melania, me lembra de invadir a Groelândia.

+ Melania, preciso intervir na Colômbia. Deixa um lembrete na Alexa.

- Provocar a China e a Rússia. Fazer reunião sobre isso.

- Avisar á USAF que amanhã é dia de bombardear a Síria ou o Líbano, não lembro mais qual dos dois 

- E esse tal de Lula? Precisa ser enquadrado e não pode ser reeleito. Ver o que a CIA pode fazer durante a campanha eleitoral do Brasil. Urgente.