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| Edição especial de 2 de março de 1996 |
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| Partes dos destroços do avião dos Mamonas ... |
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| ...foram para na redação da antiga Manchete. |
Deu em O Globo: as famílias dos cinco integrantes da banda Mamonas Assassinas mortos há cinco anos em desastre aéreo na Serra da Cantareira (SP) fizeram um acordo para exumar os corpos dos músicos e cremá-los, usando as cinzas como adubo para cinco arvores que serão plantadas no BioParque Cemitérios de Guarulhos, cidade onde eles moravam. A mamona é a planta Ricinus communis L., conhecida popularmente como mamona, pédemamona, mamoneira, carrapateira, carrapato e rícino, é uma planta da família das euforbiáceas, originária da Ásia Meridional, e sua semente é conhecida como mamona ou carrapato.
Os Mamonas tinham se tornado um dos grupos mais requisitados para shows no país e, naquele sábado fatídico – 2 de março de 1996 – um descuido na manutenção do jatinho provocou a queda nas imediações do pico do Jaraguá. As equipes de salvamento tiveram dificuldades para chegar ao local e, mais ainda, as equipes de reportagem. A redação de Manchete no Rio – a postos para o fechamento antecipado da revista – recebeu, recebeu as primeiras fotos de São Paulo no início da noite. No que então se chamava “um inaudito esforço de reportagem”, o chefe dos fotógrafos, Vic Parisi, resgatou um pedaço do avião: uma pequena peça amarela de metal exalando forte cheiro de querosene. A relíquia macabra foi devidamente fotografada e tombada no arquivo fotográfico da Manchete. Como tudo neste mundo, teve o destino do título do álbum solo de George Harrison, All Things Must Pass...
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