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| Imagem: Banco Central Divulgação |
Pedro Álvares Cabral engambelou os índios com bugigangas e quinquilharias. Hoje os nativos de Pindorama são ludibriados pelos penduricalhos. Não se trata daqueles adornos antigamente pendurados no corpo ou nas vestes das pessoas, a palavra já é bem explicada por seu sentido real na internet:
“Penduricalhos”, no contexto jurídico brasileiro, referem-se a verbas indenizatórias, gratificações, auxílios e adicionais pagos a servidores públicos, que se somam ao salário-base, frequentemente elevando a remuneração total. São valores que, por serem considerados indenizatórios, muitas vezes não sofrem incidência de imposto de renda ou contribuição previdenciária, agindo como forma de aumentar a renda líquida. Figuram entre os mais comuns: auxílio-moradia, auxílio-transporte, licença compensatória (venda de dias de folga), acúmulo de funções, gratificações por encargos de curso ou concurso, e auxílio-livro. Não pensem que é galhofa (e passem a farofa), existem, sim, o “auxílio-peru”, o “auxílio panetone” e a “ajuda-paletó”.
Uma vez mais, no quesito safadeza, o Brasil deixa no chinelo as demais nações do mundo. Roberto Muggiati
PS • O blog está pensando em criar para seus funcionários o “auxílio pão-com-ovo”. E sugere a troca do nome do Jornal Nacional para Me engana que eu gosto!

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