Vampeta, Dunga e Galvão Bueno, Renato Gaúcho, Romário e Vanderlei Luxemburgo são os novos comentaristas com DNA de parcas do Neymar. O alvo deles é obviamente Carlos Ancelotti. Falta pouco para a Copa.Na resenha que vi só escapava o Casa Grande Em outras, o Mauro Cesar e o Juca Kfouri ( este diz que Neymar envenenará o ambiente, eu diria que já está envenenando). Os parças da imprensa parecem dispostos a infernizar Ancelotti até no avião rumo à Copa.
O tema de uma das resenhas era meio ridículo a essa altura com com a bola quase rolando. Queriam um treinador tupiniquim para trazer de volta a " identidade do futebol brasileiro", seja lá o que isso signifique para o futebol moderno. Há muito tempo essa "identidade" ganha e vive no euro. E mesmo ganhando em euro, muitos jogadores sofrem pressão dos treinadores para manter suas características individuais, ou, no mínimo, torná-las mais efetivas para o jogo coletivo. Não só isso, o futebol evoluiu. Os treinadores europeus levam vantagem porque estão na beira do campo e das novidades táticas. Os daqui estão a milhares de quilômetros. Até um Romário, que alugava um airbnb na grande área quando jogou na Europa, deveria, hoje, mostrar mais mobilidade. É o que os jovens brasileiros aprendem ao chegar na Espanha e Inglaterra aos 18 ou 19 anos. Aconteceu com Vini Jr, com Rodrygo, está acontecendo com Hendricks e Estêvão. Por isso, treinadores brasileiros não emplacaram na Europa, não deixaram marcas. O próximo a ir deverá ser o Felipe Luís. A ver.
Vanderlei Luxemburgo passou rapidamente pelo Real Madrid;Felipão pelo Chelsea; Ricardo Gomes pelo PSG, Bordeaux e Monaco; Leonardo pelo Milan e Inter de Milão, Zico no Fenerbahçe, CSKA e Olympiacos; Parreira pelo Valencia e por aí vai. Nenhum deles esquentou cadeira.
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