Após a exibição de um power point criminoso e mentiroso, com objetivos eleitorais, o programa Estúdio I, de Andréia Sadi, provocou um passaralho seletivo na Globo News. Dois a cinco funcionários teriam sido demitidos como responsáveis por falsificar informações para confecção da cartolina da vergonha exibida no canal.
Talvez essas demissões no andar de baixo representem mais uma mentira.
A Globo teria a intenção de "preservar" a Sadi a qualquer custo. Agora circula a versão de que ela só viu o power point vagabundo quando este foi ao ar. Sadi concordou com tudo que estava exposto na cartolina, descreveu a mentira, não criticou em qualquer momento as alegações falsas, outros comentaristas presentes também validaram "notícia" Coube a ela verbalizar todo o conteúdo da falsificação. Deu seu aval ao power point da vergonha com conhecimento de causa.
A Globo News deveria ser criminalmente responsabilizada. Embora a audiência dos canais por assinatura em geral não seja proporcionalmente expressiva em comparação com as TVs abertas, deve-se levar em conta a repercussão proposital na mídia corporativa, além do compartilhamento nos canais do YouTube e nas redes sociais de extrema direita. Não foi um simples "erro" como o canal alega candidamente. Não punir a fake news é sinal de que a mentira vai correr solta como peça de propaganda eleitoral da direita radical. Importante ressaltar: Sadi não é criticada aqui por ser mulher. É sim por ajudar a propagar uma mentira e, em seguida, por fazer um perdido de desculpas tão insuficiente e mal intencionado quanto a fake news original. A única verdade nisso tudo: a Globo News ainda não desligou a mentira do complô do power point.

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