sábado, 13 de outubro de 2012

Livro: "Maneira de Ser" de Marina Lima

por Eli Halfoun
“Maneira de Ser”, nome da primeira música composta pela cantora e compositora Marina Lima, é também o título de seu novo livro, uma coletânea de artigos, entrevistas, partituras, letras de músicas e fotos. Tem também um CD com duas músicas. Quem quiser relembrar da canção “Maneira de Ser” pode conferir a primeira gravação está no do LP “Simples como Fogo”, que Marina gravou em 1979. Ainda não li, mas acredito que o livro tenha muitas revelações e verdades: Marina não é de esconder o jogo e suas entrevistas sempre foram muito mais do que uma coleção de frases feitas ou uma maneira de divulgar seus discos. Marina é uma das cantoras que me deu mais prazer de entrevistar: justamente porque em uma época em que as cantoras ainda faziam questão de esconder o jogo, ela assumiu com coragem e franqueza sua opção sexual. Sorte das mulheres. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Embrulhando peixe...

Reprodução
O povão não diz que jornal de ontem é útil para... embrulhar peixe? A expressão popular ganhou imagem na novela Avenida Brasil. O jornalista Mauricio Stycer registrou em seu twitter. Clique AQUI

Outra opinião 6: pra não ficar só no "pensamento único"

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O melhor programa humorístico da TV, ontem, foi o jogo Brasil x Iraque

Comemorando gol ou rindo da piada? Foto CBF/Divulgação
...e parte da mídia levou a sério, discutiu atuação de Kaká, elogiou o "quadrado mágico". Só se for de magia negra. Não é ético mas entende-se que para agradar patrocinadores, em alguns casos os mesmos da seleção, telejornais exaltem até encontro de peladeiros. Mas a torcida nos bares, ontem, diante da TV, achou que a "escolinha do professor raimundo" ganhou versão esportiva piorada. Mano Menezes agora vai assistir o jogo da França contra o poderoso Japão para não se deixar surprender por mais uma 'galinha morta' no seu caminho até o desastre de 2014.

Outra opinião 5: pra não ficar só no "pensamento único"

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No filme "Hitchcock", Scarlett Johansson refaz cena de Janet Leigh

Scarlett Johansson recria no filme "Hitchcock", que estreia no Brassil em março de 2013, cenas do filme Psicose.
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Outra opinião 4: pra não ficar só no "pensamento único"

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Outra opinião 3: pra não ficar só no "pensamento único"

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Outra opinião 2: para não ficar só no "pensamento único"

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Outra opinião 1: para não ficar só no "pensamento único"


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Mila Kunis em três tempos...

Mila Kunis na antiga série de TV.
CCom Justin Timberlake (Foto:Divulgação) no filme "Amizade Colorida" e...
...na Esquire de outubro
Atriz de "Amizade Colorida" e namorada de Ashton Kutcher, Mila Kunis, 29, está na capa da "Esquire". Entre 1998 e 2006, ele atuou com Kutcher no seriado "That '70s Show". No filme "Amizade Colorida" ela contraccena com Justin Tinmberlake.
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É revista mas o anúncio vem em vídeo

A edição de outubro da Playboy holandesa inova: vem com página de anúncio com vídeo integrado. Ou seja, você poderá ver no celular a versão do comercial em som, imagem e movimento. 

Nanda Costa: uma nova Juliana Paes na TV

Nanda Costa em Istambul (Foto:TV Globo/Divulgação), onde gravou "Salve Jorge" e...
por Eli Halfoun
Não dá para dizer que o tempo de Juliana Paes passou: ao contrário, ela se impõe cada vez mais como uma atriz de talento e mesmo os poucos que a criticaram em “Gabriela” não podem deixar de reconhecer seu talento assim como não dá para não concordar com a opinião geral de que ela é uma das mais belas, brasileiras e sensuais (além de boa gente) atrizes do país. Se o tempo de Juliana Paz ainda não passou, um novo tempo se apresenta para uma nova “Juliana”: podem apostar (sem medo de errar) no sucesso que a também bela Nanda Costa fará a partir da estréia de “Salve Jorge”, a nova novela de Glória Perez que substituirá “Avenida Brasil”. Nanda Costa será em tudo uma nova Juliana e não tivesse potencial e beleza para assim ser a Globo certamente não apostaria suas fichas nela como protagonista de uma novela do mais importante horário (comercial e de audiência). Portanto, vamos nos preparar para receber com entusiasmo o talento e a beleza de Nanda Costa. (Eli Halfoun)

...na capa da Trip, quando fazia a novela "Viver a Vida".

Jackie Kennedy e Grace Kelly: vidas que chegam ao cinema

por Eli Halfoun
Finalmente duas mulheres que encantaram o mundo terão suas biografias contadas no cinema e interpretadas por duas atrizes que também encantam o mundo: Natalie Portman será Jaqueline Kennedy no filme que se chamará apenas Jackie. Nicole Kidman terá a responsabilidade de reviver na tela a beleza e o charme de Grace Kelly, a atriz que foi também a inesquecível princesa de Mônaco. Hollywood está em fase de preparativos das duas novas produções. É dinheiro em caixa. (Eli Halfoun)


Ronaldo quer driblar dieta

por Eli Halfoun
“A Dieta do Dr. Atkins” e “A Dieta de South Beach” são as novas “bíblias que Ronaldo Fenômeno Nazário deixa em sua mesinha de cabeceira para ler todas as noites. A escolha dos dois livros tem um motivo especial: em nenhum dos dois é proibida a ingestão de carne vermelha, a preferida de Ronaldo, e que o preparador físico Márcio Atalla, que faz o acompanhamento de Ronaldo, eliminou da nova e balanceada dieta do ex-jogador. Agora o Fenômeno quer ter argumentos para tentar convencer Atalla a ser menos rígido em relação ao consumo de carne vermelha. Ta certo sim: a chamada carne branca o pode até ser melhor para a saúde, mas é bem menos apetitosa do que a vermelha. (Eli Halfoun)

Slogans na calcinha: frases de (muito) efeito...

por Eli Halfoun
“Obrigada. Volte sempre”, “Enjoy”, ”Entre sem bater”, “Olá! Prazer em revê-lo”, “Que bom que você veio” - essas e muitas outras frases poderiam estar em pára-choques de caminhões, mas agora desfilam em outras estradas e curvas: são frases que enfeitam (insinuam?) as lingeries da moda e estão estampadas na frente e atrás de calcinhas criadas por jovens estilistas. Chato é que pra lê-las primeiro é preciso convencer suas usuárias a abrirem o sinal vermelho. (Eli Halfoun)
Reproduções

Vera Fischer não quer saber dos homens maduros

por Eli Halfoun
“Homem da minha idade é casado ou galinha. Então, prefiro ficar sozinha. Não quero, dá trabalho, atrapalha, a gente tem que dar muita explicação” - a declaração é de Vera Fisher e deixa claro que se ela seguir pensando assim continuará sozinha por longo tempo, embora ainda seja uma mulher muito bonita. Se não quer “homens problemas”, Vera aceita o desafio de enfrentar o quase sempre cansativo e problemático trabalho na televisão: está no elenco de “Salve Jorge” para interpretar uma cafetina, vilã, ligada ao tráfico de mulheres. Com uma personagem assim tem tudo para mostrar que ainda está também em plena forma artística. (Eli Halfoun)

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

E la nave va...

A teoria da conspiração


por deBarros
Com o julgamento do “Mensalão” a “teoria da conspiração” contra o governo petista volta a renascer fortemente. Onde está essa  conspiração se esse governo nunca teve oposição? Onde está essa conspiração contra o governo se toda administração pública está aparelhada pelo partido governista? Todos os cargos dos escalões administrativos foram preenchidos por sindicalistas, parentes de políticos e militantes partidários, sem mencionar que 8 ministros do STF foram nomeados pelo governo petista. Onde está essa conspiração contra o PT, partido todo poderoso, que com o governo da dona Dilma Rousself completa 10 anos no poder? Agora, de repente, depois de poderosos políticos militantes deste partido terem sido  condenados pelos ministros do STF por Corrupção Ativa, protagonistas do escândalo do governo passado, esses mesmos protagonistas vem a público gritar por reformas no Poder Judiciário e pela regulação da mídia no Brasil?
Mas o Partido teve oito anos para executar as reformas que poderiam mudar os rumos do país no sentido de seu crescimento e atualização no mundo moderno que estamos vivendo, mas não o fez e agora, casuisticamente, quer  proceder essas reformas?
Reformar o Poder Judiciário porque os ministros – estranhamente nomeados ministros pelo governo petista – do STF condenaram por corrupção ativa seus melhores lideres? A regulação da mídia é um desejo antigo dos políticos do Partido, porque entendem que com a regulação poderão controlar  e censurar a imprensa no Brasil  o que seria a ressuscitação do antigo DIP da ditadura Vargas.
Com a imprensa censurada, garroteada nas mãos do Partido, o crime do Mensalão seria o menor ato de corrupção que poderia ocorrer. As portas estariam abertas para a prática de escândalos sem que a sociedade brasileira viesse a tomar conhecimento.
Um dos jornais do país entrevistou alguns cidadãos perguntando a sua opinião sobre o julgamento do mensalão e um deles declarou que se achava sob um “ato institucional” e que hoje “se sente ameaçado pela jurisprudência do disse me disse” além de declarar que: “Hoje não tenho as garantias individuais da presunção da inocência até que se prove o contrário”. Ora, está muito claro que esse cidadão não ouviu a aula de Direito Penal que o decano do STF deu ao proferir o seu voto ao condenar os réus do Mensalão seguindo o voto do Relator. É uma pena que não tenha ouvido pois tenho certeza que não teria feito essas declarações se tivesse acompanhado o voto de tão eminente jurídico e ministro do STF.

Estamos soltando a voz com talento e dignidade. Canta Brasil

por Eli Halfoun
O rádio com seus programas de calouros foi responsável pela descoberta e lançamento de muitos cantores (Ângela Maria, Cauby Peixoto e Aguinaldo Timóteo, entre tantos outros). Programas radiofônicos de calouros ("A Hora do Pato", de Jorge Cury ou o Congo do Ary Barroso, na Nacional) abriram portas para novos artistas e para nos mostrar que somos realmente um país que gosta, sabe e precisa cantar. Foi também no rádio que a televisão buscou o esquema de programas de calouros, assim como tantos outros programas. No início os quadros de calouros se prestavam apenas para fazer desfilar em uma televisão sem muitas atrações um punhado de personagens que só tinha mesmo vocação para o ridículo.

Hoje e felizmente os programas de calouros aprenderam a respeitar o artista que se submete as críticas de todo o tipo de jurados apenas para conseguir a oportunidade de mostrar ao público que sabe fazer bem aquilo a que se propõe, ou seja, cantar e cantar afinado e bem, ao contrário do que acontece com muitos profissionais de sucesso. Raul Gil, por exemplo, tem feito desfilar em seu programa artistas da melhor qualidade. Agora é o "The Voice" (porque não o chamaram de "A Voz"?) que tem mostrado aos domingos na Globo um verdadeiro festival de talentosas vozes brasileiras. A impressão que fica é a de que todos os brasileiros sem exceção são musicalmente perfeitos e assim como sabem sobreviver a tudo sabem soltar a voz cantando com uma qualidade de fazer inveja ao mundo. Somos sem dúvida um país de artistas. Pena que não haja espaço para que todos façam o sucesso que merecem. (Eli Halfoun)

E agora? Passada a "euforia" a exceção vai virar regra?

 
 
Um pensata sem maiores pretensões para esta manhã de quinta-feira. Passada a "euforia", anote: o custo institucional do julgamento seletivo da corrupção, com foco dirigido para apenas um dos chamados mensalões, pode resultar alto. Juristas avaliam que foram muitas as exceções oportunamente abertas pelo STF rumo ao veredito anunciado. Há quem tema - tímidas opiniões que o Globo de hoje registra -, que juízes de primeira instância passem a condenar cidadãos com base apenas em indícios. Há quem espere que o STF adote os mesmos procedimentos - cancelar férias de funcionários, impôr agenda e rituais inéditos, suspender demais processos para se concentrar em um julgamento em precisa coincidência com campanha eleitoral etc - para acelerar processos como o do pioneiro mensalão tucano, o mineiro, ou o escândalo de igual porte do DEM, de Brasília, ou, ainda, quando for a hora, o Caso Cachoeira, aquele com as digitais do PSDB, entre outros partidos. Haverá frustração nacional se tal não ocorrer, se não for aplicada nos futuros casos as mesmas jusrisprudências que estrearam na atual temporada. Ficará a impressão de que houve casuísmo. Mas prara provar isso, o STF nem precisa correr. O tribunal, como diria Shakespeare, é honrado, tudo fará a seu tempo e hora e, por exemplo, poderá julgar o mensalão tucano às vésperas das eleições presidenciais de 2014. 
Há quem avalie que a condenação foi baseada mais em indícios do que em provas concretas. Apenas como exemplo: se tal entendimento estivesse em vigor anteriormente alguns notórios e poderosos empresários envolvidos por indícios em recentes e ruidosos escândalos não teriam conseguido do mesmo STF tantos e repetidos habeas corpus já que suas culpas estariam devidamente... indiciadas. Resumindo: fique esperto. E se algum juiz dos grotões condenar um cidadão não exatamente por cometer um crime mas também por "parecer" que o sujeito o cometeu? É a impressão que fica para nós, leigos, que vivemos por aqui na planície e longe dos ares do planalto, cansados da corrupção histórica que assola o país e que não aguentam mais ouvir falar em compra de votos para emenda de reeleição, privataria, banestado, cachoeira etc etc. Mas há uma esperança: o  juiz Joaquim Barbosa assumiu a presidência do STF. O país pode ganhar com essa coincidência. Certamente Barbosa será rigoroso e marcará encontro com outros mensaleiros ou assemelhados, assim como montará esquema especial para reabrir casos que estão em vias de prescrição, sem levar em conta sigla partidária, claro. A mídia que com seu jornalismo investigativo sabe de todos esses casos certamente o apoiará com matérias diárias e coberturas especiais. É apenas uma pensata. Mas há indícios, ou esperança, de que isso ocorra. Não custa pensar.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

“Programa da Tarde” da Record está em todas as emissoras

por Eli Halfoun

Chacrinha costumava dizer com muita certeza que "na televisão nada se cria, tudo se copia". Não era (como não é) uma frase só de efeito: significava e significa a experiente visão que o criativo Velho Guerreiro tinha da televisão. Não estava errado. Até hoje a digamos fórmula criativa é a mesma: se um esquema dá certo todos os canais passam a utilizá-lo e adaptá-lo como bem entendem. É o recente caso do "Programa da Tarde" na Record. É bom que a Record tenha enfim entendido que a audiência vespertina pode ser conquistada e que para isso precisa mais do que reprises de filmes ruins. Só que o "Programa da Tarde" tem sido até agora só uma colcha de retalhos de tudo o que se faz em programas do gênero e nos de auditório de uma maneira geral: a transformação da empregada doméstica de um artista é cópia descarada do "Um Dia de Princesa" que Netinho de Paula apresentou em seu programa na própria Record. O mesmo acontece com o quadro em que o programa homenageia um artista: o esquema é idêntico ao "Arquivo Confidencial" que o "Domingão do Faustão" também apresenta há anos. Que dizer de novo o programa só tem mesmo o nome e o horário. Pode até ser que funcione, mas o público das tardes merece sem dúvida muito mais. (Eli Halfoun)

Eleições melhoram a credibilidade dos institutos de pesquisa

por Eli Halfoun

Por mais que acertem e sejam importantes as pesquisas serão sempre desacreditadas simplesmente porque podem ser dirigidas e até manipuladas sem que se perceba. Mesmo com todo o descrédito, os institutos de pesquisas foram vencedores na recente eleição. Todos os números divulgados antes da eleição e até na fatal boca de urna se confirmaram quando o resultado oficial foi anunciado pelo TSE. Não é a primeira vez que as pesquisas acertam em cheio na política o que sem dúvida melhora a credibilidade dos institutos em qualquer tipo de pesquisa. Tudo indica que os institutos não aceitam mais participar de jogadas complicadas e muito menos de manipular os números. Pelo menos nas eleições não dá mais para fazer isso: qualquer manipulação é categoricamente (e vergonhosamente) desmentida pelos imediatos resultados oficiais e aí sim os institutos ficariam completamente desmoralizados nos números e com a população. Nesse aspecto pesquisa é igual ao jogo do bicho: se perder a credibilidade o jogo acaba. (Eli Halfoun)

Quer um técnico para seu time? Procure o Tufão. De galho em galho

por Eli Halfoun

Até o próximo dia18, quando será exibido o ultimo capítulo de "Avenida Brasil", serão muitos os finais que surgirão na mídia e nos papos (hoje quase obrigatórios em qualquer reunião até de botequim) sobre o final de cada personagem da trama de João Emanuel Carneiro. Se valer o que se diz nos bastidores as duas únicas coisas certas para o último capítulo são:
1) Tufão ficará com Monalisa e será técnico de futebol, que tem sido na vida real o destino de muitos jogadores quando não viram comentaristas ou empresários esportivos;
2) Jorginho e Nina irão morar na Argentina (como se lá também não existissem lixões) que acreditam ser a única maneira de deixar o passado para trás.

Para os outros personagens, o final deverá ser mesmo o que todos supõe, mas ninguém se arrisca a apontar final reservado para Carminha. Há quem acredite que ela será internada em um sanatório para doentes mentais e há os que acham que ela voltará a viver no lixão, o que me parece pouco provável: uma vilã esperta como Carminha jamais se permitiria ficar novamente no lixo porque isso seria humilhar sua capacidade de fazer maldades e de dar a volta por cima. Ou por baixo como ela sempre fez com seu corpinho. (Eli Halfoun)

Paes promete não jogar fora as boas idéias dos concorrentes

por Eli Halfoun

Quando a propaganda eleitoral ainda corria solta na televisão e nos enchia de promessas e também enchia a outra coisa postei aqui (lembra?) que não entendia o motivo dos bons projetos apresentados pelos candidatos que viessem a ser derrotados não fossem utilizados pelo prefeito eleito em benefício da população Parece que se não for só conversa jogada fora, o prefeito Eduardo Paes finalmente fará isso. Em entrevista ao jornal O Globo, o vascaíno (bom gosto) Paes diz que pretende conversar com Aspásia Camargo (a candidata derrotada do PV) para tênar viabilizar as boas propostas que ela tem sobre sustentabilidade. Fará o mesmo com o também derrotado Otávio Leite (PSDB) em relação as propostas que facilitarão a vida dos deficientes físicos. Não dá para garantir que haverá entendimento entre o eleito e os derrotados, mas dá para garantir que Eduardo Paes iniciará seu novo mandato bem e felizmente não só de olho nas Olimpíadas e na Copa do Mundo. Se em todas as eleições tivesse sido assim certamente as cidades e municípios estariam bem melhores em todo o país. (Eli Halfoun)