A crônica de Carlos Heitor Cony, hoje, na página 2 da Folha, fala sobre as previsões anuais que a Manchete publicava na última edição do ano. "Não levando a sério o jornalismo e a literatura, mas praticando os dois ofícios por sobrevivência pessoal, durante alguns anos fazia as previsões na revista Manchete, atribuindo-as a um tal de Allan Richard Way, que morava nos subúrbios de Londres, numa casa estilo Tudor, tinha a honra de ser o único vidente cego da história. Enchia seis páginas (com fotos dos personagens citados) e entre os palpites que dava, sempre acertava alguns. Previ a eleição do cardeal Albino Luciani, patriarca de Veneza, na sucessão de Paulo 6º", escreve Cony na Folha.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Cony na Folha: relembrando as previsões anuais da revista Manchete e revelando que o famoso "bruxo" Allan Richard Way nunca existiu
A crônica de Carlos Heitor Cony, hoje, na página 2 da Folha, fala sobre as previsões anuais que a Manchete publicava na última edição do ano. "Não levando a sério o jornalismo e a literatura, mas praticando os dois ofícios por sobrevivência pessoal, durante alguns anos fazia as previsões na revista Manchete, atribuindo-as a um tal de Allan Richard Way, que morava nos subúrbios de Londres, numa casa estilo Tudor, tinha a honra de ser o único vidente cego da história. Enchia seis páginas (com fotos dos personagens citados) e entre os palpites que dava, sempre acertava alguns. Previ a eleição do cardeal Albino Luciani, patriarca de Veneza, na sucessão de Paulo 6º", escreve Cony na Folha.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Televisão paga quer 35 milhões de assinantes, mas para isso precisa melhorar e parar de enganar o público
Não há dúvidas de que a parte tecnológica é fundamental, assim como não existem dúvidas para a necessidade da TV paga oferecer ao público mais e melhor conteúdo.
O que se tem visto até agora podemos chamar sem exagero de um engodo: as emissoras de televisão por assinatura cobram caro (muito caro) e não oferecem qualidade de serviços e muito menos de programação: serviços deixam sempre a desejar e a programação se repete limitando-se na maioria das vezes a reprisar filmes que o público não aguenta mais. Isso sem falar nos constantes aborrecimentos com cobranças indevidas, ou seja, não acordadas no contrato de prestação de serviços. Pode-se até dizer que diante do atual número de assinantes a televisão paga brasileira é um grande fracasso, já que a previsão inicial era de que conquistasse rapidamente o dobro de assinantes que conseguiu até agora. Portanto, fica claro que é fundamental que a desejada e prometida expansão só acontecerá se as emissoras oferecerem melhor conteúdo de programação, de serviços jornalísticos (especialmente os relacionados a saúde e educação) e mais, muito mais jornalismo informativo e de opinião. Além de maior disponibilidade de acesso via internet. Se isso não acontecer a televisão paga brasileira será bem menos tentadora do que a televisão convencional que é ruim na maioria das vezes, mas pelo menos é de graça e não engana ninguém como costuma fazer a televisão paga. (Eli Halfoun)



