segunda-feira, 10 de outubro de 2011

De um pendrive de viagem: sustentabilidade na Capadócia



 

Os hititas, que habitaram a região, não imaginariam. São Jorge, que por lá andou trotando no seu cavalo branco, nem sonharia... mas a sua (deles) velha Capadócia, na Turquia, tem hoje um toque de modernidade sustentável: na maioria das casas, aquecedor solar é equipamento padrão.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Basta abrir os olhos e...

deBarros
Segurança pública é função do Estado. É o próprio Estado em ação. Privatizá-la, por concessão ou por contrato de terceirização, não tem como justificar-se. Ou até onde pretendem também os petistas levar a liquidação do Estado brasileiro”.
Este é o paragrafo final do texto da sua coluna no jornal “Folha de São Paulo” do jornalista Janio de Freitas, com o título: “Ah, como é difícil”.
Os sinais do que está acontecendo neste país estão sendo dados. Vamos prestar atenção a eles e vermos, enfim, a verdade.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O que restou do hipódromo bizantino

O Obelisco Egípcio é um dos sinais visíveis do que foi o gigantesco Hipódromo de Constantinopla construido no século 3. Mas o obelisco que o imperador Constantino trouxe do Egito e instalou no meio da pista onde aconteciam corridas de bigas e embates de gladiadores é de 1500 a.C. O estádio tinha capacidade para 100 mil pessoas.
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A imponente Mesquita Azul

Foi erguida entre 1609 e 1616. Apenas quatro pilares grossos (vê-se dois ao fundo) sustentam a imensa estrutura de cúpulas e semi-cúpulas

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Cachorro de rua...


em Istambul é controlado pela prefeitura: reparem no chip vermelho fixado na orelha.
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Educação, crimes e crianças

deBarros
Há alguma coisa de podre que vem ocorrendo nesse país chamado Brasil. De uns anos para cá, em escolas primárias, começaram a surgir meninos, ainda em idade escolar, cometendo crimes contra vida de terceiros e contra a sua própria vida. Esses casos deixaram de ser casos isolados para se tornarem repetitivos, o que já era motivo mais do que suficiente para se abrir ampla investigação do que vem se repetindo da parte do governo, através do seu Ministério de Educação ou do órgão investigativo Federal.
Alguma coisa tem que ser feita. Não se pode ignorar essas tragédias e ficar por isso mesmo. A qualquer momento casos semelhantes poderão vir a ocorrer e mais uma vez crianças de 10, 12, 14 anos irão aparecer no noticiário cometendo crimes contra vidas humanas sem haver uma explicação maior. Esses atos não surgem espontaneamente. Algum fato novo induz essas crianças a levarem armas escondidas – armas essas roubadas das gavetas onde seus pais as escondiam – para suas salas de aulas e nelas cometerem atos de agressão e violência atirando contra seus colegas e professores e contra si mesmos.
No primeiro momento, acredito que essas investigações deveriam ser efetuadas pelo MEC e se não chegar a uma explicação que satisfaça a opinião pública, que a Polícia Federal entre em cena e faça a sua parte como órgão investigativo que é e chegue a uma conclusão. O que não pode é o país achar que o que vem ocorrendo são casos isolados e absorvidos pela sociedade e nada mais. Não, sabemos que não é bem assim. Esses atos criminosos que vem sendo cometido por crianças nessa tenra idade são apenas efeitos que tem origem em causas muito mais sérias e complexas que se pode imaginar.
Ruy Castro, na sua coluna de hoje na Folha, faz uma alerta sobre esses atos anormais que vêm ocorrendo nas escolas citando os casos que se sucedem.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Lembra da Cicciolina? É candidata a vereadora...


No auge do sucesso, a mais famosa pornstar da Ítália visitou o Brasil, foi recebida com direito a tapete vermelho na Manchete e foi capa da EleEla. Anos depois, foi eleita deputada. Hoje, aos 60 anos, está de volta ä política: é candidata a vereadora em Monza. É notícia nos jornais da Bota.
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Via del Babuino vista da janela de casa...



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O arco da Ponte Rotto


Rotto (quebrada) é o nome popular. Originalmente era Pons Aemilius. É o que restou da construçào datada do ano 2 a.c
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O Tibre...



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A luta continua



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País onde a imprensa não pratica o pensamento único é outra coisa, certo?



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Fim de tarde...



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Compro ouro e empresto dinheiro rápido sem avalista. É rua da Alfândega? Não, é a crise em Roma



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sábado, 24 de setembro de 2011

por Gonça
Quem frequenta este blog já leu sobre a remota mas viável possibilidade de a Fifa transferir a Copa de 2014 para outro país. Depende só do Brasil. Espanha, Inglaterra e Colombia estão citados como regra três. E nem se trata de um exercício de adivinhação. A história da Fifa mostra que a mudança de sede nem seria novidade: já aconteceu por duas vezes. Hoje, em O Globo, a coluna Ancelmo Gois noticia um suposto comentário de Joseph Blat, presidente da entidade, sobre a hipótese de descredenciar o Brasil. O motivo seria a Lei Geral da Copa que o governo acaba de enviar para o Congresso. A legislação especial faz parte do acordo de todos os países que recebem o evento da Fifa e, no projeto apresentado por Dilma Rousseff, estaria caracterizado o rompimento do contrato assinado pelo governo brasileiro, em 2007, ao se candidatar a sediar a Copa. A Fifa estaria insatisfeita com cláusulas da lei referentes aos seus patrocinadores oficiais, ingressos, credenciamento, combate ao marketing pirata (que é quase questão de honra para a entidade que vende suas cotas de patrocínio legítimo por bilhões), gratuidades e até transmissão de TV. Tais itens - como relata hoje a coluna Panorama Esportivo, de Jorge Luiz Rodrigues e Maurício Fonseca, no mesmo jornal, não obedeceriam ao que foi acertado já este ano em reunião da Fifa com o governo. E no acordo oficial existe uma cláusula (a 7.7 do Host Agreement) que estabelece o dia 1° de junho de 2012 como prazo final para a Fifa romper o contrato caso os regulamentos previstos não tenham sido implantados pelo país sede.
Além das dificuldades para a realização de obras (estádios e infraestrutura) e das dsiputas políticas que incluem as estocadas com foco eleitoral da oposição ao governo, fica claro que há problemas institucionais, pra variar e dizer o mínimo, no comitê organizador. Goste-se ou não de Ricardo Teixeira, presidente da CBF, e Blatter o chefão da Fifa, é com eles que as autoridades brasileiras terão que trabalhar. Aparentemente, a julgar pelos últimos eventos, Dilma aliou-se ao Pelé e deu um chega pra lá na CBF ( e aqui não vai qualquer defesa da dupla Teixeira-Blatter ou crítica à função de Pelé com Embaixador), estratégia que não vai ajudar em nada, ao contrário. Que fique claro que táticas provincianas e conchavos do tipo que o governo aplica nas suas disputas e acertos com o PMDB ou a tal "base aliada" não vão funcionar no caso. Não por acaso, Copa do Mundo é evento ambicionado por todos os países. Para o Brasil, arroubos patrióticos à parte, é pegar ou largar.
A Copa não subiu ainda no telhado. Mas a escada 7.7, número da cláusula sinistra, já está encostadinha na parede...