- Neymar já escolheu o novo técnico do Santos?
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
E a eleição na ex-colônia inglesa?
A briga é boa nas eleições do Brasil mas tem um "ultimate fighting" rolando no terreiro de Obama. Que o Partido Republicano é de direita estamos carecas de saber, o que não aparecia muito até agora era a direita-da-direita do PR, que está ganhando espaço na atual campanha para o Congresso americano e assusta até os velhos "falcões" do partido que pariu os Bushs pai e filho. A ultradireita tem duas estrelas na pista: Sarah Palin, a candidata derrotada a vice-presidente, apoia Christine O'Donnel, candidata ao senado. A dupla lidera o Tea Party, movimento que surgiu para combater as reformas propostas por Obama e cujo nome é inspirado no Tea Party de Boston, de 1773, um protesto de colonos contra os impostos cobrados pela Inglaterra.
A serpente está no ovo. Não dá para fazer piada. Mesmo assim, enquanto o refluxo direitista não chega ao Capitólio, a dupla Palin-O'Donnel, que é contra camisinha, é a favor de sexo só depois do casamento - e olhe lá, para procriar -, diz que Aids é castigo divino, defende o lobby dos fabricantes de armas e prega que quem promove pesquisas com células-tronco tem que ir para... o tronco, tem feito a festa dos humoristas. (Nas reproduções, a página onde O'Donnel pede grana para a campanha e uma montagem de Sarah Palin feita pelo site Sexypopculture)
A serpente está no ovo. Não dá para fazer piada. Mesmo assim, enquanto o refluxo direitista não chega ao Capitólio, a dupla Palin-O'Donnel, que é contra camisinha, é a favor de sexo só depois do casamento - e olhe lá, para procriar -, diz que Aids é castigo divino, defende o lobby dos fabricantes de armas e prega que quem promove pesquisas com células-tronco tem que ir para... o tronco, tem feito a festa dos humoristas. (Nas reproduções, a página onde O'Donnel pede grana para a campanha e uma montagem de Sarah Palin feita pelo site Sexypopculture)
Neymar fora da seleção
Depois da lambança de Neymar e da diretoria do Santos, Mano Menezes convocou agora há pouco para os amistosos da seleção em outubro sete jogadores que atuam em clubes brasileiros. Da Vila, o treinador chamou apenas Wesley e André. Neymar dançou. E não foi a coreografia para comemorar gol.
Eleição em Minas também estaria com a fatura liquidada
por Eli Halfoun
Parece que a fatura da eleição está resolvida em vários estados: no Rio é praticamente certa a reeleição de Sergio Cabral para o governo do Estado e de Lindenberg Farias e Marcelo Crivella para o Senado. Para Carlos Augusto Montenegro, o experiente dono do Ibope, a fatura também está liquidada em Minas Gerais com a garantida eleição Antonio Anastásia para o governo e de Aécio Neves e Itamar Franco para o Senado. É muito provável também que a virtualmente eleita Dilma Roussef faça seu comício de encerramento de campanha em Minas e não em São Paulo como estava previsto inicialmente. Acompanhar o resultado das urnas agora é só para confirmar o que está praticamente decidido.
Parece que a fatura da eleição está resolvida em vários estados: no Rio é praticamente certa a reeleição de Sergio Cabral para o governo do Estado e de Lindenberg Farias e Marcelo Crivella para o Senado. Para Carlos Augusto Montenegro, o experiente dono do Ibope, a fatura também está liquidada em Minas Gerais com a garantida eleição Antonio Anastásia para o governo e de Aécio Neves e Itamar Franco para o Senado. É muito provável também que a virtualmente eleita Dilma Roussef faça seu comício de encerramento de campanha em Minas e não em São Paulo como estava previsto inicialmente. Acompanhar o resultado das urnas agora é só para confirmar o que está praticamente decidido.
Sexo pode fazer a nova guerra de Irene Ravache e Francisco Cuoco
por Eli Halfoun
Participações especiais não são fundamentais, mas sem dúvida enriquecem uma novela. O diretor Jorge Fernando decidiu fazer de “Ti Ti-Ti” um, digamos, centro de atrações especiais: depois de Luiza Brunet, ele quer que Preta Gil, Ana Maria Braga e Xuxa participem da novela. Ainda de novelas: se a Globo decidir mesmo fazer o remaker de “Guerra dos Sexos” é muito provável, como se comenta nos bastidores, que os personagens interpretados na versão original por Fernanda Montenegro e Paulo Autran caiam agora nas mãos de Irene Ravache e Francisco Cuoco. O autor Silvio de Abreu pretende manter no remaker que escreverá para sua própria obra a dupla que criou (e tem sido um sucesso) para “Passione”.
Participações especiais não são fundamentais, mas sem dúvida enriquecem uma novela. O diretor Jorge Fernando decidiu fazer de “Ti Ti-Ti” um, digamos, centro de atrações especiais: depois de Luiza Brunet, ele quer que Preta Gil, Ana Maria Braga e Xuxa participem da novela. Ainda de novelas: se a Globo decidir mesmo fazer o remaker de “Guerra dos Sexos” é muito provável, como se comenta nos bastidores, que os personagens interpretados na versão original por Fernanda Montenegro e Paulo Autran caiam agora nas mãos de Irene Ravache e Francisco Cuoco. O autor Silvio de Abreu pretende manter no remaker que escreverá para sua própria obra a dupla que criou (e tem sido um sucesso) para “Passione”.
Tropa coloca Wagner Moura na elite dos mais bem pagos do cinema
por Eli Halfoun
Ninguém está torcendo mais para o sucesso do filme “Tropa de Elite 2” do que o ator Wagner Moura que ganhou agora a patente de comandante, o que lhe valeu também um aumento de cachê para R$ 500 mil. A torcida de Moura se justifica: o ex-capitão Nascimento, agora comandante, teria participação na bilheteria de “Tropa de Elite 2” que estréia em outubro e pode não ser último filme da série.
Ninguém está torcendo mais para o sucesso do filme “Tropa de Elite 2” do que o ator Wagner Moura que ganhou agora a patente de comandante, o que lhe valeu também um aumento de cachê para R$ 500 mil. A torcida de Moura se justifica: o ex-capitão Nascimento, agora comandante, teria participação na bilheteria de “Tropa de Elite 2” que estréia em outubro e pode não ser último filme da série.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Investigação abaixo de qualquer suspeita...
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| "Eu marquei quatro craques em seis horas": a repórter Lauren Veveers fingiu que era acompanhante de luxo. |
60 anos da TV brasileira
Anúncio publicado no dia 20/9: sem Regina Duarte e...
...republicado hoje, dia 22/9, com o reforço da atriz na mesa de convidados.
Hoje, no Oi Casa Grande, às 19h, O Globo promove um debate sobre "quem ajudou a construir a história da TV". Entre os convidados estavam inicialmente Pedro Bial, Luciano Huck e Glória Perez. O amigo e especialista Eli Halfoun poderá observar melhor, mas há ausências representativas na mesa na turma do "quem ajudou a construir": Boni, por exemplo, Daniel Filho (este, autor do excelente livro "O Circo Eletrônico - Fazendo TV no Brasil"), Chico Anysio, Jô Soares, Hebe Camargo... Os organizadores, provavelmente, perceberam a falha e providenciaram um reforço: Regina Duarte. Veja os dois anúncios aí reproduzidos. Um sem e outro com a "namoradinha do Brasil" entre os "convidados".
O Dia D da Ficha Limpa
A Lei da Ficha Limpa tem o apoio de 85% dos eleitores, segundo pesquisa da Associação dos Magistrados Brasileiros. Mesmo assim, pode ser anulada ou só passar a valer a partir das eleições de 2012. A decisão depende do STF, que julga hoje recurso do candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz contra a decisão do TSE, que barrou sua candidatura com base na Lei da Ficha Limpa, que resultou de um projeto de iniciativa popular aprovado na Câmara e no Senado. Se o recurso de Roriz for acatado, a decisão valerá para todos os casos semelhantes.
Livro: Memória de Repórter
por Gonça
Durante a abertura do Centro de Cultura e Memória do Jornalismo, no auditório João Saldanha, no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, às 19h (Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar – Cinelândia), será lançado o livro "Memória de Repórter: Lembranças, casos e outras histórias de jornalistas brasileiros – décadas de 1950 a 1980". Na mesma ocasião, será inaugurada a Sala Joel Silveira, onde estão abrigados documentos valiosos e o acervo de livros e objetos doados pela família do escritor e jornalista. Uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas, com patrocínio da Petrobras, o CCMJ vai funcionar provisoriamente em um grupo de salas no sétimo andar do prédio da Evaristo da Veiga, 16. O livro "Memória de Repórter" (136 páginas com dezenas de fotos e ilustrações) reúne relatos de jornalistas, entre os quais alguns nomes com marcante atuação na Manchete como Murilo Melo Filho, Alberto Dines, Cícero Sandroni, Luis Edgar de Andrade, José Louzeiro, Maria Ignêz Duque Estrada e Marcos de Castro. O homenageado Joel Silveira também trabalhou na Manchete, onde publicou memoráveis reportagens. O livro traz 60 depoimentos de importantes profissionais como Arthur Poerner, Audálio Dantas, Carlos Alberto Caó, Caco Barcellos, Carlos Lemos, Dácio Malta, Evandro Teixeira, Ferreira Gullar, Jorge de Miranda Jordão, José Hamilton Ribeiro, Janio de Freitas, Lan, Luiz Mendes, Mário Morel, Maurício Azêdo, Milton Coelho da Graça, Ricardo Kotscho e Zuenir Ventura.
"Memória de Repórter" é uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Editora: Verso Brasil.
Fonte: SJPMRJ
Durante a abertura do Centro de Cultura e Memória do Jornalismo, no auditório João Saldanha, no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, às 19h (Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar – Cinelândia), será lançado o livro "Memória de Repórter: Lembranças, casos e outras histórias de jornalistas brasileiros – décadas de 1950 a 1980". Na mesma ocasião, será inaugurada a Sala Joel Silveira, onde estão abrigados documentos valiosos e o acervo de livros e objetos doados pela família do escritor e jornalista. Uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas, com patrocínio da Petrobras, o CCMJ vai funcionar provisoriamente em um grupo de salas no sétimo andar do prédio da Evaristo da Veiga, 16. O livro "Memória de Repórter" (136 páginas com dezenas de fotos e ilustrações) reúne relatos de jornalistas, entre os quais alguns nomes com marcante atuação na Manchete como Murilo Melo Filho, Alberto Dines, Cícero Sandroni, Luis Edgar de Andrade, José Louzeiro, Maria Ignêz Duque Estrada e Marcos de Castro. O homenageado Joel Silveira também trabalhou na Manchete, onde publicou memoráveis reportagens. O livro traz 60 depoimentos de importantes profissionais como Arthur Poerner, Audálio Dantas, Carlos Alberto Caó, Caco Barcellos, Carlos Lemos, Dácio Malta, Evandro Teixeira, Ferreira Gullar, Jorge de Miranda Jordão, José Hamilton Ribeiro, Janio de Freitas, Lan, Luiz Mendes, Mário Morel, Maurício Azêdo, Milton Coelho da Graça, Ricardo Kotscho e Zuenir Ventura.
"Memória de Repórter" é uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Editora: Verso Brasil.
Fonte: SJPMRJ
Mundial de basquete: a adversária das meninas do Brasil...
Lauren Jackson/Sports Illustrated/Reprodução
por Omelete
A seleção brasileira de basquete estreia amanhã no Mundial feminino, na Arena Vodova, em Brno, República Tcheca. Boa sorte para as meninas do Brasil. Mas elas vão ter que enfrentar a habilidade de uma das maiores jogadoras do mundo (já foi eleita três vezes a melhor da WNBA - joga no Seattle) e a beleza (belo rosto, belo corpo em intermináveis 1,95m) da pivô da seleção da Austrália Lauren Jackson. (Nas reproduções, Lauren Jackson na Sports Illustrated)
Veja Lauren Jackson em ação na quadra. Clique AQUI
Veja Lauren Jackson em ação na quadra. Clique AQUI
Patrocinadores podem melar show de Beyoncé para o Corinthians
por Eli Halfoun
Um impasse comercial pode jogar pra córner a idéia do Corinthians de fazer um show com Beyoncé como parte da comemoração dos 100 anos do clube. A cantora está até a fim de vir novamente ao Brasil mas quer incluir em seu contrato uma cláusula para não permitir que seja fotografada (nem de longe) com produtos ou cartazes em que apareçam os patrocinadores do clube que bancarão o espetáculo. Se, mesmo assim, o Corinthias conseguir contornar o problema (e acha que conseguirá) o show de Beyoncé (aberto para todas as torcidas) terá como palco a Avenida Paulista e Ronaldo Fenômeno será o apresentador. Sem a participação dos patrocinadores, será difícil para o Corinthians pagar os R$ 4 milhões de cachê da cantora. Tudo bem que Beyoncé é uma grande atração, mas no caso de um clube popular como o Corinthians não seria o caso de fazer um show com artistas brasileiros?
Um impasse comercial pode jogar pra córner a idéia do Corinthians de fazer um show com Beyoncé como parte da comemoração dos 100 anos do clube. A cantora está até a fim de vir novamente ao Brasil mas quer incluir em seu contrato uma cláusula para não permitir que seja fotografada (nem de longe) com produtos ou cartazes em que apareçam os patrocinadores do clube que bancarão o espetáculo. Se, mesmo assim, o Corinthias conseguir contornar o problema (e acha que conseguirá) o show de Beyoncé (aberto para todas as torcidas) terá como palco a Avenida Paulista e Ronaldo Fenômeno será o apresentador. Sem a participação dos patrocinadores, será difícil para o Corinthians pagar os R$ 4 milhões de cachê da cantora. Tudo bem que Beyoncé é uma grande atração, mas no caso de um clube popular como o Corinthians não seria o caso de fazer um show com artistas brasileiros?
Depois de Che, Benício del Toro pode ser Chávez no cinema
por Eli Halfoun
Se algum dia o coronel Hugo Chávez, o comandante da Venezuela, virar tema de filme já se sabe quem será o ator que viverá o personagem: o porto-riquenho Benício del Toro, que já interpretou o argentino (e não cubano como muita gente ainda pensa) Che Guevara. Não se fala agora na possibilidade de um filme sobre Chávez, mas no jantar realizado há dias na casa do produtor Luiz Carlos Barreto, o de ”Lula, o filho do Brasil”, Del Toro revelou que gostaria de viver Chávez e teve apoio do embaixador venezuelano: ”Um dia certamente você viverá Chávez no cinema”. Del Toro tem outros planos cinematográficos: um filme sobre o MST e interpretar Maradona, o que pode acontecer já no ano que vem.
Se algum dia o coronel Hugo Chávez, o comandante da Venezuela, virar tema de filme já se sabe quem será o ator que viverá o personagem: o porto-riquenho Benício del Toro, que já interpretou o argentino (e não cubano como muita gente ainda pensa) Che Guevara. Não se fala agora na possibilidade de um filme sobre Chávez, mas no jantar realizado há dias na casa do produtor Luiz Carlos Barreto, o de ”Lula, o filho do Brasil”, Del Toro revelou que gostaria de viver Chávez e teve apoio do embaixador venezuelano: ”Um dia certamente você viverá Chávez no cinema”. Del Toro tem outros planos cinematográficos: um filme sobre o MST e interpretar Maradona, o que pode acontecer já no ano que vem.
Indisciplina premiada
por Gonça
Neymar venceu, Dorival Júnior dançou. Em seis meses, o treinador teve quase 70% de aproveitamento e ganhou dois títulos. Mas para a diretoria do Santos não foi o bastante. Melhor valorizar a indisciplina. O mais surprendente é que há colunistas esportivos que não concordaram com o afastamento de Neymar do time. Devem ter gostado do espetáculo que o jogador protagonizou ao agredir verbalmente os companheiros e o treinador após o jogo contra o Atlético-GO. Para não perder o controle do grupo, Dorival deixou Neymar fora do jogo contra o Guarani e, ontem, anunciou que ele não jogaria contra o Corinthians. Foi o bastante para a diretoria optar por passar a mão na cabeça do jogador. O Flamengo andou fazendo isso recentemente, lembram? Não acabou bem. A bola está agora com o STJD que, na sexta-feira, julgará Neymar por outra confusão, do jogo contra o Ceará, quando depois de reclamar de marcação pisou em um adversário. O jogador poderá ser suspenso por até nove jogos.
Neymar venceu, Dorival Júnior dançou. Em seis meses, o treinador teve quase 70% de aproveitamento e ganhou dois títulos. Mas para a diretoria do Santos não foi o bastante. Melhor valorizar a indisciplina. O mais surprendente é que há colunistas esportivos que não concordaram com o afastamento de Neymar do time. Devem ter gostado do espetáculo que o jogador protagonizou ao agredir verbalmente os companheiros e o treinador após o jogo contra o Atlético-GO. Para não perder o controle do grupo, Dorival deixou Neymar fora do jogo contra o Guarani e, ontem, anunciou que ele não jogaria contra o Corinthians. Foi o bastante para a diretoria optar por passar a mão na cabeça do jogador. O Flamengo andou fazendo isso recentemente, lembram? Não acabou bem. A bola está agora com o STJD que, na sexta-feira, julgará Neymar por outra confusão, do jogo contra o Ceará, quando depois de reclamar de marcação pisou em um adversário. O jogador poderá ser suspenso por até nove jogos.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
População é maior mas venda de jornais no Brasil é menor
por Eli Halfoun
Não se pode deixar de reconhecer que mesmo não sendo ainda a ideal, a imprensa brasileira melhorou muito nos últimos anos, o que não significa que aumentou o número de leitores. Pelo contrário: segundo analistas da história dos jornais no Brasil, a circulação sofreu uma grande queda, isso sem falar nos jornais que saíram de circulação. Dados mostram que, nos anos 50, a tiragem dos jornais alcançou cinco milhões de exemplares por dia para uma população estimada em menos de 70 milhões de brasileiros. A situação mudou muito e, hoje, segundo dados do IVC, circulam em todo o país (população de 190 milhões) 4,25 milhões de exemplares por dia, ou seja, uma grande queda diante de uma população que teve um grande aumento. Os jornais brasileiros estão longe de chegar perto de qualquer jornal japonês: só o Asahi Shimbum teu uma circulação diária de 13 milhões de exemplares. Dados revelam ainda que circulam hoje no país 32 revistas voltadas para as celebridades e 110 que fazem do conteúdo pornográfico seu segmento editorial.
Não se pode deixar de reconhecer que mesmo não sendo ainda a ideal, a imprensa brasileira melhorou muito nos últimos anos, o que não significa que aumentou o número de leitores. Pelo contrário: segundo analistas da história dos jornais no Brasil, a circulação sofreu uma grande queda, isso sem falar nos jornais que saíram de circulação. Dados mostram que, nos anos 50, a tiragem dos jornais alcançou cinco milhões de exemplares por dia para uma população estimada em menos de 70 milhões de brasileiros. A situação mudou muito e, hoje, segundo dados do IVC, circulam em todo o país (população de 190 milhões) 4,25 milhões de exemplares por dia, ou seja, uma grande queda diante de uma população que teve um grande aumento. Os jornais brasileiros estão longe de chegar perto de qualquer jornal japonês: só o Asahi Shimbum teu uma circulação diária de 13 milhões de exemplares. Dados revelam ainda que circulam hoje no país 32 revistas voltadas para as celebridades e 110 que fazem do conteúdo pornográfico seu segmento editorial.
Leandra Leal é do cinema com travestis sexagenários
por Eli Halfoun
Ter uma maior participação artística é o sonho de muitas jovens atrizes. Sonho que Leandra Leal, a Agostina da novela “Passione”, está realizando no cinema: a atriz começa rodando um documentário sobre travestis sexagenários. A idéia nasceu com o sucesso do show ”Divinas Damas”, que reúne pioneiros no mundo de espetáculos como Jane Di Castro e Eloína, fazem no Teatro Riva, casa de espetáculos dirigida pela mãe de Leandra, a atriz Angela Leal. Leandra também tem tido uma ativa participação política nessa eleição fazendo campanha para Alê Youssef, seu namorado, que é candidato a deputado federal pelo Partido Verde, em São Paulo.
Ter uma maior participação artística é o sonho de muitas jovens atrizes. Sonho que Leandra Leal, a Agostina da novela “Passione”, está realizando no cinema: a atriz começa rodando um documentário sobre travestis sexagenários. A idéia nasceu com o sucesso do show ”Divinas Damas”, que reúne pioneiros no mundo de espetáculos como Jane Di Castro e Eloína, fazem no Teatro Riva, casa de espetáculos dirigida pela mãe de Leandra, a atriz Angela Leal. Leandra também tem tido uma ativa participação política nessa eleição fazendo campanha para Alê Youssef, seu namorado, que é candidato a deputado federal pelo Partido Verde, em São Paulo.
Obama lança livro infantil para reconquistar a família americana
por Eli Halfoun
O presidente americano Barak Obama está diversificando na tentativa de reconquistar popularidade com as famílias americanas. Segundo a imprensa internacional, a aceitação de Obama diminuiu muito desde que ele assumiu a Presidência dos EUA. A nova arma de conquista do primeiro presidente negro da história americana é o livro infantil “Of Thee I Sing: a Leiter to My Daughters (Eu Canto sobre Você: uma carta para as minhas filhas). Obama escreveu o livro inspirado nas filhas Malia e Sasha, de 12 e 9 anos. O livro é uma homenagem a 13 americanos influentes, entre os quais a artista Georgia O’Keefee, o jogador Jackie Robinson, primeiro negro da Primeira Liga de Beisebol e o ex-presidente George Washington pelos ideais que implantaram nos Estados Unidos. O livro foi escrito em 2009 e o lançamento está confirmado para o próximo dia 16 de novembro.
O presidente americano Barak Obama está diversificando na tentativa de reconquistar popularidade com as famílias americanas. Segundo a imprensa internacional, a aceitação de Obama diminuiu muito desde que ele assumiu a Presidência dos EUA. A nova arma de conquista do primeiro presidente negro da história americana é o livro infantil “Of Thee I Sing: a Leiter to My Daughters (Eu Canto sobre Você: uma carta para as minhas filhas). Obama escreveu o livro inspirado nas filhas Malia e Sasha, de 12 e 9 anos. O livro é uma homenagem a 13 americanos influentes, entre os quais a artista Georgia O’Keefee, o jogador Jackie Robinson, primeiro negro da Primeira Liga de Beisebol e o ex-presidente George Washington pelos ideais que implantaram nos Estados Unidos. O livro foi escrito em 2009 e o lançamento está confirmado para o próximo dia 16 de novembro.
Lula X Mídia
por Gonça
A mídia brasileira é parte da sociedade e, obviamente, reflete suas desigualdades e fatias de poder. E sempre foi partidária. Pertence ao segmento mais alto da pirâmide. Qual a novidade? Historicamente, grupos que detém os meios de comunicação atuaram em movimentos políticos, deram respaldo a quarteladas. Isso também não é novidade. Golpe de 64, a tentativa de manipulação da apuração de votos em 1982 na eleição de Brizola), o boicote à campanha para eleições diretas (só ganhou espaço quando o povo tomou conta das ruas nas grandes capitais) e a avassaladora operação de apoio a Collor (quando ficou claro que o “inimigo” a destruir era o Lula) são alguns fatos históricos que contaram com esse engajamento. Desde a redemocratização, a imprensa está livre para fazer circular fatos, opiniões e idéias. Os pesquisadores de comunicação ainda devem um estudo científico, amplo, estatístico, sobre as duas últimas eleições vencidas pelo presidente Lula, apesar de enfrentar uma inegável oposição dos principais jornais e redes de televisão. Na época, discutiu-se o “pensamento único” e mais nada. A imprensa é livre, mas é de fato democrática? Todas as correntes de opinião têm acesso aos meios? O teor dos editoriais ninguém discute, é a visão do controlador, mas e o noticiário? É contaminado pela ideologia? As análises de fatos políticos, econômicos, sociais são isentas? O recente discurso de Lula em Campinas trouxe essa discussão de volta. O presidente contrapõe uma nova “opinião pública”, a das ruas, das organizações sociais, das comunidades (na verdade, com relativa influência, já que não dispõem de meios para difundi-la em massa) à “opinião privada”. Um exemplo pode ser o contraste entre o forte apoio e a avaliação positiva que o governo passado teve da mídia, até o fim, e o índice de desaprovação aferido pelas pesquisas em outubro de 2002: 52% dos entrevistados disseram ao Datafolha que não votariam de jeito nenhum em um candidato que representasse a continuidade do governo anterior. E, bom lembrar, Lula não estava no poder para influenciar os “analfabetos manipuláveis” como tem sido definida com desprezo e preconceito a maioria dos brasileiros. As reações à fala do presidente, como previsível, são furiosas. Mais uma vez, nada de novo no horizonte. Gostem ou não do Lula, é preciso reconhecer que ele, nos seus dois mandatos, não fez de imprensa o alvo, foi ele a mosca de tiro. Mesmo assim, nessa reta final de campanha eleitoral, é chamado de “golpista”. Os mais exaltados já fazem até uma convocação gastando o latim: “si vis pacem, para bellum” (“se queres a paz, prepara-te pra a guerra”).
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Censura ameaça Bienal de São Paulo
por Gonça
Por estar aparentemente sem pautas - como acabou de falar o Ricardo Boechat na Band - a OAB de São Paulo resolveu tentar censurar a 29ª Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera. Este ano, a mostra aborda a relação entre arte e política. E já estão instalados no pavilhão os autoretratos de Gil Vicente, o motivo da falsa polêmica. Em grandes desenhos, de uma série intitulada "Inimigos", o artista plástico pernambucano "degola" Lula, aponta um revólver para a cabeça de Fernando Henrique Cardoso, "mata" George Bush, o Papa Bento 16, entre outras personalidades. Incomodada, a seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil quer banir os autoretratos da Bienal alegando "apologia ao crime". O detalhe é que essas mesmas obras já foram expostas em Porto Alegre, Recife e Natal. A melhor reação foi a de Agnaldo Farias, um dos curadores da Bienal, que declarou ao repórter Augusto Gomes, do portal IG: "Dizer que se trata de uma apologia à violência é o mesmo que dizer que Édipo Rei incentiva o parricídio e o incesto". A Bienal será aberta no sábado, 25. Deixe a OAB-SP pra lá e vá ver a maior mostra de artes do Brasil. O público que decida se o trabalho de Gil Vicente merece ser visto, se é de bom gosto, se é de mau gosto, se tem qualidade e se passa a mensagem que o artista pretende, de crítica aos poderosos. A Bienal diz que não vai retirar as obras e a OAB-SP acionou o Minsitério Público. (Fotos: Divulgação)
Por estar aparentemente sem pautas - como acabou de falar o Ricardo Boechat na Band - a OAB de São Paulo resolveu tentar censurar a 29ª Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera. Este ano, a mostra aborda a relação entre arte e política. E já estão instalados no pavilhão os autoretratos de Gil Vicente, o motivo da falsa polêmica. Em grandes desenhos, de uma série intitulada "Inimigos", o artista plástico pernambucano "degola" Lula, aponta um revólver para a cabeça de Fernando Henrique Cardoso, "mata" George Bush, o Papa Bento 16, entre outras personalidades. Incomodada, a seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil quer banir os autoretratos da Bienal alegando "apologia ao crime". O detalhe é que essas mesmas obras já foram expostas em Porto Alegre, Recife e Natal. A melhor reação foi a de Agnaldo Farias, um dos curadores da Bienal, que declarou ao repórter Augusto Gomes, do portal IG: "Dizer que se trata de uma apologia à violência é o mesmo que dizer que Édipo Rei incentiva o parricídio e o incesto". A Bienal será aberta no sábado, 25. Deixe a OAB-SP pra lá e vá ver a maior mostra de artes do Brasil. O público que decida se o trabalho de Gil Vicente merece ser visto, se é de bom gosto, se é de mau gosto, se tem qualidade e se passa a mensagem que o artista pretende, de crítica aos poderosos. A Bienal diz que não vai retirar as obras e a OAB-SP acionou o Minsitério Público. (Fotos: Divulgação)
Mila Jovovich, Resident Evil 5
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