The Wall Street Journal publica hoje matéria extensa sobre o avanço de organizações criminosas brasileiras na Europa e nos Estados Unidos (acima, reprodução da chamada na primeira página). Isso é música para os ouvidos de Trump. O oligarca americano já ameaçou classificar tais gangues como terroristas. No momento, ele está distraído com a guerra contra o Irã. Provavelmente retomará depois a ameaça. Bolsonaristas condenados pelo 8 de janeiro e atualmente abrigados nos EUA tentam incentivar Washington a enviar tropas para combater o tráfico. O presidenciável Flávio Bolsonaro seria um dos entusiastas da ideia.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
A cavalaria americana vem aí? Brasil é o próximo alvo de Trump
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Os conservas da extrema direita têm saúde frágil. Principalmente quando são presos. Vorcaro já está pedindo soro
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| Vorcaro: da orgia para a enfermaria. A delação já era? |
Saúde é fator importante. Não quer dizer que os conservas achem isso fundamental para a saúde pública. Flávio Bolsonaro, por exemplo, pela ideologia que adota, sonha em leiloar o SUS.O pai não precisa. Apesar do pouco tempo que ficou do exército, usufrui da saúde 0800 dos ex-fardados. Preocupação em pagar por saúde não deve ser o tema do jantar da família.
Mídia - Só faltou um novo power point...
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| No estilo pp verbal, Sadi dá voz e poder a uma fonte de extrema direita: o neto do ditador Figueiredo. O ano eleitoral promete na Globo.Reprodução |
Andréia Sadi foi promovida pela Globo e será comentarista no Jornal Hoje reformulado. Continuará como âncora do mesmo jornal aos sábados e à frente do Estúdio I.
A julgar pelo tratamento recente que ela deu a uma fonte da extrema direita, o "estilo" power point tem tudo para reaparecer ao longo do ano eleitoral.
Vejamos: Paulo Figueiredo, neto do ditador de podre memória é uma das suas fontes. Em princípio, normal. Jornalista tem mesmo que eventualmente falar com desclassificados. Ocorre que a Sadi em nenhum momento informou ao público a ficha pregressa da figura. Essa é a armadilha oferecida aos incautos. A jornalista que não considera alertar sobre o intestino que o interlocutor carrega no cérebro e de certa forma legitima o extremista e engana o seu público leitor e ouvinte. Algo como informar que sua fonte foi denunciada pela PGR por associação a organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e coação; é acusado de articular militares para aderir a golpe e de coagir autoridades.
Talvez a omissão do perfil da fonte explique porque esse "lapso" guarde semelhanças com o powerpoint. Terão o mesmo DNA? (Da Redação).
O origem e a evolução das 7 pragas lançadas sobre o Rio de Janeiro
A nova edição da Carta Capital analisa a catástrofre política do Rio de Janeiro. Por mais que se ame o Rio não há como negar.
Observação: o ranking abaixo é um mero exercício elaborado pelo blog, sem relação com a revista Carta Capital. São muitos os marcos desastrados que ao longo de décadas sitiaram o Rio de Janeiro.
por Flávio Sépia
1 - A mudança da capital para Brasília (1960). Historiacamente. a antiga Manchete sempre exaltou a iniciativa de JK. O tempo mostrou que o mineiro concebeu um desastre para o Rio. Pior: a história provou que Brasília - e não falo do povo trabalhador, mas de um contexto institucional -, construiu duas vocações: uma tendência sazonal de golpear a democracia; e um apego à corrupção endêmica. Com uma canetada, o Rio perdeu relevância, sedes de instituições e de estatais e verbas. É impossível calcular o custo da transferência incluindo as mordomias cuja prática surgiu com Brasília. O pagamento de viagens aéreas Rio-Brasília-Rio para deputados, ministros , senadores e tribunais. A prática predatória de oferecer apartamentos a custo público para políticos e milhares de servidores surgiu com a nova capital; Ali criou-se a cultura de transferir para os cofres públicos despesas pessoais dos privilegiados. Ao longo do tempo o custo dessa orgia tornou-se pornográfico.
2- A fusão do Estado da Guanabara com o Estado do Rio de Janeiro foi obra da ditadura (1975). O general-ditador Ernesto Geisel comandou esse crime contra o Rio, além de outras violências do seu . prontuário. Motivos políticos, ideológicos e de favorecimentos à margem da lei a grotões de clientelismo comandados por aliados e centuriões do regime alimentaram a praga autoritária. O objetivo era reduzir a força oposicionista que a cidade manteve após o golpe de 1964. Em consequência, o Rio perdeu relevância e o antigo Estado do Rio impôs ao novo estado rateado por "coronéis" os corruptos a serviço da ditadura. O Rio paga até hoje o preço de um brutal desgaste econômico fruto da militarização que se transformou em plataforma de tutores despreparados e desonestos.
3- A garfada nos royalties do petróleo do pré-sal e de campos anteriores na Bacia de Campos. Além disso, com a privatização da exploração, a responsabilidade de contabilizar os royalties é das concessionárias que foram beneficiadas com a privatização. A ANP (Agência Nacional do Petróleo) não tem estrutura para fazer a fiscalização correta dessa contabilidade. Então a raposa cuida do galinheiro.
Além disso, o Rio perde cerca de R$ 90 bilhões por ano em favor de outros estados na tributação do petróleo, segundo estimativa da Firjan.
4) A praga mais atual? É a brutal a queda de qualidade do voto popular no Rio de Janeiro pós-fusão. O nível dos eleitos era melhor quando a cidade era Distrito Federal e Estado da Guanabara. Lembra disso? Com a fusão, essa consciência despencou graças ao clientelismo disseminado. O golpe seguinte foi o peso do voto religioso com as igrejas se transformando em palanques políticos à margem da lei e em desafio ao Estado laico. O controle do voto popular mudou para pior as instituições democráticas que representam os cidadãos. É o que a história escrita no dia a dia tem mostrado fartamente. O poço sem fundo parou de afundar? Nada disso. O caos acima descrito pariu o bolsonarismo. O Rio entrou em um atoleiro surreal difícil de atravessar.
5) As perdas administrativas e econômicas impactaram a origem urbana. As favelas cresceram e se transformaram em fortalezas que abrigam organizações criminosas e oprimem os trabalhadores e suas famílias que ali residem. Atualmente, tais organizações conquistaram enorme força eleitoral. Daí, como a mídia registra frequência, a promiscuidade do crime com a política desonesta, longe dos interesses reais da população.
7) As pragas acima formaram o caldo de cultura para a corrupção desenfreada no Rio de Janeiro. onde governadores fazem rodízio para ver que é mais corrupto. A verdade é que no Rio rouba-se e furta- se tudo, independentemente da classe social.No alto da pirâmide, a corrupção macro que desvia bilhões de recursos públicos; nas faixas intermediárias as infinitas formas de estelionato impulsionadas pela internet. No segmento barra pesada, assaltos a mão armada a qualquer momento e lugar. Existe ainda a folclórica mas nem por isso menos danosa corrupção popular. São os roubos de cabos elétricos de cobre, estátuas e peças de bronze e alumínio, tampas de bueiro, portas de ferro e alumínio dos condomínios. O Rio é uma cidade impedida de ter e manter equipamento urbano. Núcleos de recreação infantil e de lazer instalados em praças duram pouco, desde que tenham peças de valor para os ferro- velhos ilegais que proliferam na capital. Talvez a culpa, além dos quesitos conhecidos, seja do governante que construiu a sede do Congresso e, depois, a sede a Assembléia Legislativa do RJ no lugar onde existiu a Cadeia Velha. A julgar pelos últimos acontecimentos, os fantasmas contra-atacam. Quero dizer, os da velha cadeia.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Casa Bloco debate Olhares da Fotografia no Carnaval - Dia 29 de abril, de 14h às 16h - Museu da Imagem e do Som - Av. Atlântica - Rio de Janeiro
𝑶𝒍𝒉𝒂𝒓𝒆𝒔 𝒅𝒂 𝒇𝒐𝒕𝒐𝒈𝒓𝒂𝒇𝒊𝒂 𝒏𝒐 𝑪𝒂𝒓𝒏𝒂𝒗𝒂𝒍
O debate vai reunir experientes fotógrafos do carnaval do Rio de Janeiro. Blocos de rua, desfiles das escolas de samba no Sambódromo e Intendente Magalhães, múltiplas expressões carnavalescas com registros plurais. Os profissionais que capturam a alma da maior festa popular do planeta e divulgam a folia carioca pelo Brasil e mundo afora.
🗓️ 29/04, quinta-feira
⏰ 14h às 16h
📍 MIS-RJ, Copacabana
🔸 Alex Ferro
🔹 Moskow
🔸 Publius Vergilius
🔹 Luciola Villela
💬 Mediação: Marcela Esteves (Jornalista, escritora e roteirista)
Gratuito com retirada de ingresso via Shotgun gratuitos mas limitados - linktr.ee/casablocooficial
O Fórum "CasaBloco em Debate" faz parte da programação do Festival CasaBloco, realizado desde 2018. O Festival CasaBloco tem o patrocínio oficial da Petrobras.
Patrocínio: @setur_rj @turisrio.oficial @govrj
Apoio: @mis.rio @sececrj
Realização: Tess Ideias e Comunicação
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Muito antes das canetas de emagrecimento, a máquina que "sumia" com quilos extras. Veja nesta publimemória da Manchete
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| Terapia para emagrecer estilo anos 50. Reprodução Revista Manchete.Clique na imagem para ampliar. |
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| Caneta emagrecedora, a onda do momento. Foto Anvisa. |
Este pequeno anúncio foi publicado na Manchete em 1953. A modesta peça publicitária - a revista tinha pouco mais de um ano de existência e ainda não captava patrocínios de prestígio - mostra que a preocupação com excesso de peso é antiga, mas os instrumentos para eliminar quilos a mais mudam com o tempo. Agora só se fala nas canetas emagrecedoras. Inclusive nas seções de polícia da mídias polícias. Com a procura, surgiu o contrabando e a falsificação do medicamento e aumentou a ocorrência de assaltos a farmácia. As autoridades alertam para os riscos de consumo das tais canetas fora da prescrição médica e da compra com receitas em estabelecimentos legais.
O aparelho que a Manchete anunciava como de uso em Paris e Hollywood seria, na época, um " método moderno". Chamava-se Nemectron, prometia ginástica passiva e atacava gorduras, celulite e rugas. A "cabine americana" proporcionava banhos sulfurosos e de espuma de parafina. A usuária deveria ser paciente, pois ficava entalada por horas na geringonça. O equipamento era elétrico, um problema extra para o Rio dos anos 50 onde faltar energia era rotina.
terça-feira, 14 de abril de 2026
Trump é um ditador. Falta um Chaplin para caricaturar o oligarca da Casa Branca
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| O post que Trump fez para provocar o papa. O debochado posa de "Jesus". Ele postou a piada na sua rede, a Ruth. |
por Ed Sá
O papa fez críticas à politica destrambelhada de Trump em exercício nos Estados Unidos. Leão XIV condena o neocolonialismo e, principalmente, o assassinato de milhares de pessoas em guerras fabricadas pelo parceiro de orgias de Jeffreey Epsrtein.
Foi o que bastou para o sociopata da Casa Branca abrir fogo contra o papa. Chamou-o de "fraco". Fez postagens ofensivas dirigidas ao pontífice. Está chamado o papa para a briga de rua.
O Vaticano não tem exército, apenas a Guarda Suíça que usa uniformes nada bélicos.
Dficil saber o que passa na cabeça doente de Trump. Ele se diz um cristão que não segue qualquer denominação. Na prática, foi criado no presbiterianismo. Não se sabe o que os religiosos acham da sua performance sem orgias documentadas.
Quais serão as táticas de Trump contra o Vaticano? Ele será capaz de retaliar com taxas cada Pai Nosso e Ave Maria rezados pelos católicos estadunidenses? Vai criar impostos sobre hóstias, mandar o ICE perseguir padres e freiras? Pode bloquear a Praça de São Pedro, mandar pintar um MAGA sobre a pintura de Michelangelo no teto da Capela Sistina.
Pode tudo. Ao mundo, até aqui, cabe assistir.
Trump é uma caricatura de ditador. O mundo já conheceu uma triste figura semelhante retratada por Charles Chaplin. Hoje nem Chaplin temos para alertar os desavisados.
Fotografia - Encontro marcado com Lee Miller em Paris - A fotógrafa que posou nua na banheira de Hitler
| Lee Miller fotografada por George Hoyningen em 1932. Reprodução Pinterest |
sábado, 11 de abril de 2026
Na capa da revista Fórum, os devotos Vorcaristas e a procissão dos milhões de reais (o que o power point da GloboNews "esqueceu" de mostrar)
Comentário do blog - A revista Fórum mostra tudo o que os barbantes do suspeito power point do programa Estúdio I, de Andréia Sadi, esconderam. Cada um dos devotos de Daniel Vorcaro e do banco Master afirma ter prestado "consultoria" em troca de milhões de reais. Cifras que, em muitos casos, ultrapassaram valores de mercado para consultorias formais. Vorcaro era generoso com os seus fiéis. O evento do Grupo Globo em Nova York mostrou o quanto o banqueiro era adorado pelos seus apóstolos. Foi saudado no palco quase como o líder de uma seita. Os envolvidos se defendem. Apenas davam consultorias ou vendiam publicidade. O termo "consultoria" já concorre a palavra do ano de tão usado ultimamente. O risco é que passe a ser usado por meliantes para justificar rachadinhas, emendas parlamentares picaretas, lavagem de dinheiro, gastos com orgias corporativas, desvios de dízimos, apropriação de verbas públicas, golpes contra investidores etc (José Esmeraldo Gonçalves)
quinta-feira, 9 de abril de 2026
E se Vorcaro dedurar sua tropa de algoritmos?
O "benemérito" Daniel Vorcaro chefiou um sistema de distribuição de altos valores. Aparentemente, um tsunami de dinheiro sob rótulos de consultorias, eventos corporativos, publicidade, apoio de influenciadores e até pagamento por transmissão de jogos do campeonato Brasileirão Série D.
Curiosamente, o montante pago por tais serviços, foi sempre acima das tabelas de mercado usuais para os setores mencionados.
Depois de um período de quase silêncio em relação ao papel de jornais tradicionais, portais e colunistas ao abrigo direto ou indireto do guarda-chuva do Banco Master, o tema voltou ao palco dos horrores.
Nos últimos dias o Estadão publicou matérias sobre os "bolsistas" do Master. Trata-se de um tema sensível para a press. Já foi divulgado que influenciadores assinavam contratos de "publicidade" como fachada para atacar o Banco Central e o STF.
O portal Metrópole admite que recebeu mais de 20 milhões de Vorcaro. Oficialmente, afirma que o valor pagou transmissão de jogos da Série D do Brasileirão. Um canal de fofocas foi premiado com mais de 30 milhões e alega que, em troca, veiculou propaganda do Nu Bank. Houve casos de outros canais caracterizados como de fofocas que de repente começaram a falar de economia e criticar o BC. O Grupo Globo tinha fortes relações comerciais com o fraudador. Os alvos preferências da mídia corporativa pareciam tão ao gosto de Vorcaro que poderiam ter sido selecionados por ele. Com certeza, o fraudador, além da ligação pública com o principal suspeito de vazar informações para jornalistas, talvez até fizesse um power point mais sofisticado. Por uns tempos felizes pra ele, Vorcaro foi um comprador de algoritmos contra o BC e o STF. Se virar delator tem muito a entregar.
Atacar o BC era coincidentemente uma das estratégias de comunicação do Vorcaro para politizar o caso do Master e, quem sabe, criar um ambiente para reverter a liquidação do banco, desqualificar a investigação, tornar politicamente aceitável o salvamento do Master pelo BRB.
Só não está claro porque ele precisaria pagar influenciadores para encurralar o BC e o STF. A mídia corporativa já estava fazendo isso supostamente de graça ou em troca de contratos publicitários de fato existentes mas não formalmente vinculados aos objetivos do liquidado Master. Resta saber se a delação premiada do Vorcaro esclarecerá esta e outras pontas soltas de um caso de estelionato de proporções gigantescas.
terça-feira, 7 de abril de 2026
GloboNews: depois do terremoto os abalos internos. Como um zumbi, o power point se recusa a morrer
A equipe do Estúdio I ainda não se recuperou do "erro" do power point. Ontem o elenco parecia ter sobrevivido a uma batida contra uma carreta sem placa. Já vimos velórios muito mais animados.
A crise nos bastidores não está contida. Isso ficou visível no ritmo do programa. Para usar uma expressão popularizada pela situação também crítica de Neymar, os jornalistas estão fazendo "controle de carga", pesando cada palavra, evitando distender um músculo, machucar os meniscos já abalados por terem ficado de joelhos nos últimos dias.
Daí, achei exagerados os segundos de silêncio entre uma fala e outra dos participantes. Malu Gaspar e Otávio Guedes eram os mais atuantes, mas evitaram choques de opinião como vinha acontecendo antes do desastre da cartolina da vergonha. O decano Merval era ouvido com atenção pelos restantes. Ninguém ousa interromper Merval. Arthur Dapieve, como sempre, dava opinião elaborada e parecia detestar discussões, é do tipo que não concede apartes. diz o que pensa e desliga o ponto. Andréia estava assustada. Normal, ela foi o alvo maior que da crise Conferia sempre o telão talvez para verificar se o power point não reaparecia como um zumbi que se recusa a morrer.
domingo, 5 de abril de 2026
Hello, Nasa, we have a problem. Chamem um desentupidor de privada aí, urgente!. Nave Ártemis leva à Lua quatro astronautas e um vaso sanitário em pane
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| O vilão do voo à Lua. Foto Nasa. |
por Ed Sá
Azar é você treinar para ser astronauta, embarcar em uma nave rumo à Lua e, durante a jornada que deveria ser heróica, gastar horas tentando fazer funcionar a privada. Enquanto isso, já que bexigas e intestinos permaneceram em ação, a tripulação passou a usar saquinhos. A privada foi temporariamente consertada mas o gatilho não deu certo e o problema voltou a cheirar mal.
Há 57 anos, a Apollo 11 foi à lua em condições bem mais favoráveis. Houve uma única critica quanto ao trato de resíduos humanos: Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin largaram seus respectivos cocôs no até então romântico satélite da terra. A NASA alegou que era muito peso para trazer de volta.
Dessa vez, a nave que partiu para um voo orbital na lua levou quatro astronautas que gerarão mais resíduos. Talvez tenha a ver com a ausência de gravidade. Os astronautas não comem feijoada mas comida desidratada supostamente mais leve. Como então entupiram o vaso? Se fossem cosmonautas russos até daria pra entender, eles adoram uma dieta à base de batatas. Comem, por exemplo, draniki, prato de batata ralada com ovo, farinha frita em oleo e creme azedo. É do tipo bateu saiu. A duração do voo, 10 dias, agrava as consequências da pane na privada. Em princípio eles terão os saquinhos de volta. Uma ideia seria presentear Trump com o conteúdo.
A Ártemis, nave assim batizada em homenagem às mulheres por ser uma deusa gêmea de Apollo, também deu outro problema simplório. Os dois programas Microsoft Outlook a bordo pararam de funcionar. Os astronautas pediram à terra novas cópias do programa. A tripulação é formada por Reid Wiseman, o piloto Victor Glover, e os especialistas de missão Christina Koch e Jeremy Hansen
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| A revista oferecia um disco compacto com os diálogos dos astronautas. |
Em julho de 1969, a Fatos & Fotos lançou uma edição especial sobre o pouso da Apollo 11 na lua com direito a um disco compacto com gravações dos diálogos dos astronautas. A propósito, a revista foi patrocinada pela IBM. Tudo funcionou embora os computadores de bordo tivessem então menos memória e capacidade operacional do que um celular atual, de última geração. A Fatos Fotos & Fotos não precisou lidar com cocô espacial.
Dessa vez, pelo menos, a Ártemis não deixará cocô na lua. A nave não pousará, apenas vai girar na órbita lunar. Em breve, outros vôos, inclusive de chineses, tentarão pousar na Lua. Espera-se que recolham e tragam para a terra os dejetos humanos que a Apollo 11 deixou na superfície lunar. Até hoje a NASA não informou se o trio Armstrong, Collins e Aldrin enterrou o pacote ou apenas largou lá.
Lembrem-se disso quando contemplarem a lua cheia.
Globo News tem vaga de diarista para faxinar a imagem. Dados para o novo power point
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| Dia de faxina. Reprodução Instagram |
sábado, 4 de abril de 2026
Nos anos 1980, Brasília já saboreava o cardápio da corrupção que Vorcaro "industrializou" décadas depois
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| A corte de Brasília já sonhou com os jantares de Luiz 14. Imagem Pinterest Reprodução |
por José Esmeraldo Gonçalves
Parece original, mas não é. No esquema de corrupção e do roubo de dinheiro público montado por Daniel Vorcaro há um padrão muito comum em Brasília: os jantares e festas que aproximam autoridades, políticos e corruptos que se preparam para dar algum golpe financeiro nos cofres públicos
Nos anos 1980, havia mais de um anfitrião bem frequentado. Seus rega-bofes saíam em colunas sociais. Políticos e empresários só faltavam implorar por um convite. Anos depois um conviva vazou que por trás do cardápio dos eventos brasilienses havia business. Coincidência ou não, os tais jantares aproximavam empresários com interesses em projetos na Câmara com o político certo que tinha poderes para fazer a coisa andar. Isso não quer dizer que os anfitriões levavam alguma vantagem, talvez ganhassem apenas prestígio e acesso a informações preciosas para a mídia. Não era convidado para frequentar resorts, nem viajava em jatinho amigo. OK, descolava um tráfico de influência light regado a uísque, acepipes e convidados certos.
Décadas depois, Vorcaro apenas industrializou esse método de dar match entre pessoas com interesses mútuos. Funciona até hoje.
Isso em Brasília é mais velho do que a profecia de Anchieta sobre a lenda da cruz que marcava a futura capital do Brasil.
Já a realidade, todo mundo em Brasília conhece.
P.S - Luiz 14 era um glutão que governava à mesa. É atribuída a ele a frase L'État c'est moi, pronunciada diante do parlamento. Pensando bem, durante um bom período Daniel Vorcaro incorporou essa sentença.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Neymar e seus impulsionamentos podem desestabilizar a seleção?
Sexo, verdades e prints no escurinho da Casa Branca.
por José Esmeraldo Gonçalves
Figuras ligadas à Casa Branca historicamente surpreendem quando o assunto é sexo ou assemelhados. Dessa vez, segundo revela o Daily Mail, foram vazadas fotos de Bryan Noem, marido de ex-secretária para segurança interna dos Estados Unidos, Kristy Noem - uma das mais importantes assessoras de Donald Trump - em poses do tipo cross-dressing.
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| Kristy Noem não tá nem aí. Foto Instagram |
O escândalo é duplo porque Kristy seria amante de Corey Lewandovski, outro importante assessor de Trump.
Como a direita brasileira gosta de imitar a direita americana, é de se supor que a corrida eleitoral, aqui, pode trazer revelações do tipo. No mínimo, a esperada liberação sem censura dos vídeos da festas de arromba promovidas por Daniel Varcaro. Aguardemos.
Por equanto, vale constatar que direta ou indiretamente corredores, porões e suítes da Casa Branca já testemunharam travessuras sexuais as mais variadas. Muitas talvez nem tenham vindo a público em antigas épocas sem mídias insaciáveis. Pelo menos dois escândalos chegaram a vazar durante o governo de Andrew Jackson (1829-31). O secretário de guerra de Jackson, John Eaton, manteve um romance clandestino com Margaret Peggy, mulher de John Timberlake, comissário da marinha. O escândalo perdeu força porque Timberkale morreu e apenas nove meses depois Eaton e Peggy se casaram. A fofoca se espalhou na Casa Branca, mas Andrew Jackson apoiou seu secretário de guerra. O próprio presidente Jackson tinha um segredo: ele também viveu um caso com Rachel Jackson, com quem casou, após a esposa se divorciar do primeiro marido.
Em assuntos de cama, ninguém bate John Kennedy. Casado desde 1953 com Jackie Kennedy, ele retratava o típico chefe de família americana. JK encontrava tempo para uma extensa agenda sexual com atrizes, secretárias, estagiária, prostitutas e ex-esposas de mafiosos e até mulher de um agente da CIA. As amantes mais conhecidas foram Marilyn Monroe e Anitta Ekberg, mas Kennedy buscava parceiras e não exatamente celebridades. Em dez anos de casamento, ele contou com a discrição dos agentes do serviço secreto para receber na Casa Branca dezenas de visitas, outros encontros aconteciam em viagens regionais e internacionais.
Bill Clinton, coitado, aparentemente teve apenas episódios de sexo oral com uma estagiária. Parece ter sido algo sempre às pressas, entre uma audiência e outra. As escapadas interrompidas acabaram em escândalo político e em um processo de impeachment no qual foi absolvido. O senado considerou, na prática, que as performances precárias de Clinton não afetaram a segurança da democracia americana. De geração muito posterior a Kennedy, faltou a Clinton aprender algumas lições com o mestre dos mestres.
Os escandalosos sexuais, e atuais da Casa Branca já não se preocupam com discrição. Vivem a era dos vídeos e das fotos compartilhadas nas redes sociais. O caso Epstein talvez tenha gerado mais dados do que a guerra civil americanas. São milhares de prints, depoimentos, testemunhos de garotas de programa, arquivos de áudio e de imagem. O ponto de contato com a Casa Branca é um ativo participante das festas organizadas pelo empresário:ninguém menos do que Donald Trump. Atualmente ele aparenta não ter mais disposição para atender Melania, quanto mais viver experiências exóticas. De qualquer forma, além das surubas by Epstein, Trump se envolveu há alguns anos em um caso com uma modelo a quem tentou comprar o silêncio. Não deu certo, a modelo não ficou calada e até revelou detalhes anatômicos de Trump nada relevantes. O presidente é tido como alguém de autoestima e ego inflados. mas o mesmo não acontece com o desempenho presidencial na cama que, segundo a jovem, era inoperante na maioria das vezes.
Está explicado porque Trump acha mais excitantes fazer guerras.
Na capa da Carta Capital - Flávio de tal, o pré-candidato travestido
terça-feira, 31 de março de 2026
A escritora e jornalista Leneide Duarte-Plon lança, em Paris a edição francesa do livro “La torture comme arme de guerre-De l’Algérie au Brésil” (Éditions L’Harmattan). O livro contém relatórios secretos que demonstram a origem francesa das técnicas de tortura aplicadas pela ditadura brasileira
A jornalista escritora brasileira Leneide Duarte-Plon lançou em 2016 "A tortura como arma de guerra - Da Argélia ao Brasil" (Civilização Brasileira). Foi o primeiro livro publicado no Brasil sobre técnicas brutais de interrogatórios reunindo a chamada "doutrina francesa" que foi implantada nas ditaduras latino-americanas. O general francês Paul Aussaresses comandou setores de informação e repressão durante a guerra da Argélia. Seus metódos incluiam sequestros, assassinatos, tortura, lançamento opositores do alto de prédios e desaparecimentos dos corpos dos inimigos mortos. Com o fim do conflito e a independência da Argélia, Aussaresses encontrou quem se interessasse pelos seus métodos. Nos anos 1970, ele atuou no Brasil como adido militar da França e teve papel importante como uma espécie de coach de técnicas de tortura para a ditadura brasileira (1964-1965)..
Em 2025, o livro de Leneide foi publicado na Argélia, e, neste 2 de abril de 2026, é lançada a edição francesa. Segundo a autora, as edições em árabe e francês, "fecham, de certa forma, a história triangular do livro envolvendo três países: França, Argélia e Brasil.
Você pode ler no link abaixo matéria de Leneide Duarte-Plon publicada no Forum 21 - Portal das Esquerdas. Em um trecho, é citada a atuação dos franceses na Operação Condor, a participação pessoal de Figueiredo na tortura de uma mulher, acusada de ser agente da KGB, enviada ao Brasil para matar Aussaresses e o envio pelo Brasil (por Orlando Geisel) de aviões e armas para o golpe chileno de 1973.
Aussaresses conta, também, a atuação dos franceses na Operação Condor. "Ele detalha a participação pessoal de João Figueiredo na tortura de uma mulher, acusada de ser agente do KGB enviada para matar Aussaresses. O general confirma o controle total dos exilados brasileiros (e depois chilenos e argentinos) pela polícia francesa, em colaboração com as ditaduras e afirma que os franceses pagavam comissões aos militares brasileiros na venda de armas. Além disso, informa o envio pelo Brasil (por Orlando Geisel) de aviões e armas para o golpe chileno em 1973".
No link abaixo você pode acessar a matéria de Leneide Duarte-Plon publicada no Fórum 21- Portal das Esquerdas.
Mídia - Globo News nunca desliga... a mentira?
Após a exibição de um power point criminoso e mentiroso, com objetivos eleitorais, o programa Estúdio I, de Andréia Sadi, provocou um passaralho seletivo na Globo News. Dois a cinco funcionários teriam sido demitidos como responsáveis por falsificar informações para confecção da cartolina da vergonha exibida no canal.





























