segunda-feira, 3 de março de 2014

Sambódromo: as cores e o brilho das escolas no domingo...

BEIJA-FLOR





GRANDE RIO




IMPÉRIO DA TIJUCA



MANGUEIRA







SALGUEIRO






SÃO CLEMENTE


SAMBÓDROMO, DOMINGO, 2 DE FEVEREIRO, 2014 - FOTOS DE JUSSARA RAZZÉ

O tradicional Camorote Rio Samba e Carnaval virou Estúdio B para homenagear Boni

Lima Duarte, Boni e Carlos Alberto da Nóbrega. Foto de Fernando Azevedo SRC/Divulgação

Passistas festejam Boni. Foto Fernando Azevedo SRC/Divulgação


Dedé e Didi. Foto de Fernando Azevedo SRC/Divulgação
(da redação do JJComunic)
O camarote Rio Samba e Carnaval podia ser chamado, na noite de domingo, de Rio, Boni e Carnaval. O ex-diretor da Rede Globo, responsável pelo "padrão" Globo que fez da emissora o que é hoje, recebeu lá seus numerosos amigos, entre os quais nomes que fizeram a história da TV na sua era. José Bonifácio de Oliveira Sobrinho foi o enredo da Beija Flor. Antes do desfile, recebeu seus antigos companheiros da Globo no Estúdio B. Alguns encontros com personagens marcantes dos anos 70/80 configuraram uma nostálgica viagem no tempo.
Durante o desfile da Beija-Flor, os atores e atrizes amigos do Boni lotaram essa carro.  Foto Jussara Razzé

Devassa: a noite é de Grazi no sambódromo carioca

Grazi, a garota Devassa 2014. Foto Cleomir Tavares/Divulgação

No camarote Devassa, com Zico. Foto: Cleomir Tavares/Divulgação

Romário, que está na nova campanha publicitária da Devassa, curte o samba no Devassa. Foto de Cleomir Tavares/Divulgação

Grazi. Foto de Cleomir Tavares/Divulgação

Sorriso Devassa. Foto de Cleomir Tavares/Divulgação

Grazi Massafera amarra sua sensualidade com barbante. E só


Grazi em ensaio para a VIP. Foto: Reprodução Instagram
por Eli Halfoun
Quem não teve oportunidade de ver Grazy Massafera desfilando sua beleza no camarote da cerveja Devassa no Sambódromo do Rio pode matar a curiosidade com a revista Vip para a qual posou usando um vestido de barbante sem nada por baixo. As fotos são acompanhadas por um texto do jornalista e escritor Xico Sá que a elegeu um “baile nos cinco sentidos”. E sem dúvida mais alguns. (Eli Halfoun)

Sambistas evitaram encontro de Boni com a Grande Rio

por Eli Halfoun
Em pleno carnaval ainda rolava nos bastidores das chamadas grandes escolas uma fofoca envolvendo os nomes de Boni, o homenageado no enredo da Beija Flor, e Jaider Soares, presidente de honra da Grande Rio. A preocupação era evitar que os dois se encontrassem já que o clima não é dos melhores: Jaider ficou chateado com Boni porque há anos queria fazê-lo enredo da Grande Rio e ele não aceitou como fez agora com a Beija Flor. Parece até briguinha de candidata a miss. (Eli Halfoun)

São Paulo já faz samba pronto para desfilar no grupo especial do Rio

por Eli Halfoun
Durante muitos anos, o Brasil não deu a menor bola para o desfile das escolas de samba de São Paulo (talvez porque os paulistas sejam os maiores responsáveis por esse lamentável pagode que se mostra repetitivo nas emissoras de rádio. De uns tempos pra cá todas as escolas conquistaram mais atenção e respeito com uma fantástica evolução e um aplaudido trabalho. Os desfiles de sexta-feira e sábado mostraram o quanto as escolas paulistas aprenderam - aprenderam muito colocando na passarela dos desfiles espetáculos grandiosos e que merecem fazer sucesso em qualquer país em nome de um Brasil que é o mestre do maior do espetáculo popular da terra.  (Eli Halfoun)

Aécio um herdeiro sem muita chance de ficar com a herança prometida

por Eli Halfoun
Não é exatamente uma questão de herança conquistar votos em eleição, mesmo que seja apenas para síndico do prédio, O PSDB acredita em voto herdado e decidiu que durante toda a campanha presidencial Aécio Neves será apresentado como herdeiro de Fernando Henrique Cardoso, o que prova que finalmente os tucanos se convenceram que a grande (e única) figura nacional do partido é FHC, que foi deixado de lado nas campanhas de 2002, 2006 e 2010. Aécio, que busca muitos outros apoios também acha que é o máximo ser herdeiro de FHC. Nenhum dos dois merecia. (Eli Halfoun)

Especulação: estão usando Joaquim Barbosa para não permitir que Dilma seja reeleita no primeiro turno

por Eli Halfoun
O carnaval não foi suficiente para acabar com as especulações políticas em torno do nome do ministro Joaquim Barbosa que, como presidente do STF, é hoje o nome mais comentado politicamente no país. Há quem o considere a única salvação para o país da corrupção, mas há também os que acreditam que Barbosa age com rigor para fazer o jogo da oposição na medida em que de uma forma ou de outra coloca ilustres petistas no topo da lista de julgamentos de malfeitos no país e o PT é o partido da presidente e, portanto, quanto mais desacreditado melhor.
Para vários analistas políticos toda a cena montada em torno de Joaquim Barbosa tem como única finalidade fazê-lo candidatar-se à Presidência da República, única forma de não permitir que Dilma seja reeleita no primeiro turbo.
Em artigo publicado no jornal “Folha de São Paulo” André Singer, que foi porta-voz da presidência no governo Lula diz: “Joaquim Barbosa acusou o golpe. Afirmou se sentir “autorizado a alertar a nação brasileira de que este é apenas o primeiro passo”. Imediatamente o relator convocou a população as se mobilizar contra os pares que deram alimento moral aos prisioneiros do Partido dos Trabalhadores. Difícil saber quanto há de impulso e de cálculo na reação daquele que liderou o processo”.

André Singer diz também: ‘Impossível prever quais serão os próximos passos do ator. Mas não espantaria que no domingo, 5 de outubro, o nome dele aparecesse na urna eletrônica com o objetivo de impedir a vitória em primeiro turno de Dilma Rousseff. O discurso já está pronto. Ao criar a tal “maioria de circunstância” que absolveu os quadros do PT, Dilma teria jogado no lixo a possibilidade de regenerar os costumes brasileiros. O ministro tem até abril para se desincompatibilizar do cargo se quiser de candidatar.  Serão dias interessantes". O que fica claro é que candidatando-se a qualquer cargo político Barbosa pode livrar-se das especulações, mas não ficará livre da política que já o enroscou e prendeu em suas teias que na maioria das vezes não medem conseqüências. (Eli Halfoun)

Brasil exporta qualidade para fazer a fama de famosas marcas de roupa

por Eli Halfoun
Quando comprar roupa no exterior acreditando que está levando vantagem com um produto estrangeiro, o brasileiro estará pagando mais caro pelo material que é produzido no país. Exemplo: a empresa nacional Vicunha Têxtil, que é a maior produtora de índigos e brins do mundo (pertence a família Steinbruch), fechou contrato de venda com diversas e famosas marcas mundiais para fornecer tecidos denim e sarjas. Entre os compradores estão Benetton, Cavalli, Diesel, Liu Jon, Trussardi e Dior Homem. Como sempre pagaremos bem mais caro pelo que é nosso. (Eli Halfoun)

domingo, 2 de março de 2014

Nas ruas de Botafogo o bloco Barbas ironiza a campanha das "celebridades" contra as biografias não-autorizadas

(da redação da JJcomunic)
O Bloco Barbas desfilou ontem, em Botafogo, comemorando seus 30 anos.  Como o Simpatia Quase Amor, o Barbas, idealizado por Nelson Rodrigues Filho e por jornalistas e intelectuais que frequentavam o saudoso "Barbas", um boteco que marcou história no bairro, sempre teve na irreverência e na alegria sua fórmula carioca de fazer carnaval.  Este ano, o tema do Barbas foi a polêmica das biografias não-autorizadas (a tentativa ainda em curso de censurar a história, ofensiva promovida por um grupo de celebridades). Mais de 20 mil pessoas percorreram as ruas Arnaldo Quintela, Monteiro e da Passagem ironizando a tal campanha dos "famosos" contra a liberdade de expressão. Contra a censura, o desprezo da gozação. Na bateria, para variar, ele, o ritmista Nilton Rechtman (de óculos, na foto), ex-Manchete, que pretende bater o recorde de participação em baterias de blocos nas ruas do Rio de Janeiro.

Na novela "Em Família", momento de dor e saudade

“Em Família”: a morte sem dor como deveriam ser todas as mortes

por Eli Halfoun
Ainda repercute a cena da morte do personagem Itamar (Nelson Baskerville) na novela “Em Família”. A bem feita cena serviu para mostrar que a morte pode ser dolorida e bela. O personagem Itamar morreu como deveríamos morrer todos: tranqüilo, feliz em um feliz momento com o filho sem dor. A dor da morte é que mais nos persegue: é a mais intensa e última sem permitir a chance de continuar lutando em vida, o que também é uma mentira: se reparamos bem perceberemos e com facilidade que o homem não luta para viver: sua briga é para não morrer, ou seja, muitas vezes permanece vivo, mas não vive. Estar vivo e viver pode parecer a mesma coisa, mas é diferente são, principalmente quando em vez de viver ficamos apenas a esperas da morte. A cena de “Em Família” teve a dose certa de dramaticidade, de dor e de saudade em um belo trabalho de direção e dos atores especialmente de Ana Beatriz Nogueira (Selma) despedindo-se do marido inerte na cama.  Morrer não é tão ruim assim se na morte não estiver envolvida a dor física intensa. Deveríamos morrer felizes e sem nenhuma espécie de dor como uma forma de premiar o tempo em que estivemos vivos. Vencendo a morte. (Eli Halfoun)

Rio: Na segunda divisão da samba, uma competição de primeira

O toque "impressionista" das baianas da Alegria da Zona Sul. Foto de Jussara Razzé

O Sambódromo: 30 anos esta noite. Foto de Jussara Razzé

A bateria da Tradição. Foto de Jussara Razzé

Tradição. Foto de Jussara Razzé

Tradição. Foto de Jussara Razzé

por Eli Halfoun
Cabe sempre uma comparação entre o futebol e as escolas de samba: a preparação é a mesma, o entusiasmo dos torcedores é só um pouco menor e a condução técnica e administrativa das escolas é tão séria e cansativa quanto a de um clube de futebol. Nesse aspecto podemos dizer tranquilamente que o chamado grupo A, o que desfilou na sexta-feira e no sábado, no Rio, é a segunda divisão das escolas de samba, o que significa dizer que também é uma competição que reúne bons times e garante ótimo espetáculo. Esse é o ponto: o desfile das escolas do grupo A não é menos animado e nem menos luxuoso do que o desfile do grupo especial, como se todas as escolas não fossem especiais para o samba e a platéia. Quem acompanhou as duas noites de desfile do grupo A aplaudiu um bom espetáculo - um espetáculo rico, colorido, repleto de gente bonita e, o que é mais importante, com o samba no pé e no coração.

Como no futebol também na segunda divisão do samba a muitas vezes a competição é mais emocionante até porque reúne alguns “times” que já fizeram a alegria de torcedores de times da hoje primeira (como nas escolas) para a qual sempre querem voltar Aí é um sobe e desce dos mesmos times chamados grandes, que caem um ano e no ano seguinte sobem. É só uma questão de competência. (Eli Halfoun)

Feriado bom é feriado em casa sem a tortura dos engarrafamentos

por Eli Halfoun
Depois de ver pela televisão a tortura dos engarrafamentos nas estradas (no Rio, São Paulo e certamente em todo o Brasil) só existe uma e inevitável conclusão: o melhor lugar para ficar no carnaval é em casa, onde estamos livres do desconforto de passar horas e mais horas dentro de um carro apertado e depois de horas quando chegamos às supostas cidades do prazer de descansar quatro dias o feriadão já terá indo para o espaço e a tortura será passar o resto dos dias pensando nos sacrifícios do retorno. Sempre foi uma dificuldade sair, por exemplo, do Rio para a região dos Lagos ou Serrana no carnaval, mas ultimamente virou um desafio quase intransponível.

 É claro que essa saída em massa está diretamente ligada a um melhor poder aquisitivo e ao aumento do número de carros (hoje só não tem carro e telefone celular quem não quer). Ficar em casa é aí sim descansar e passear sem maiores dificuldades: basta sair das áreas reservadas para a festa que estaremos em paz: restaurantes vazios, calçadas facilmente transitáveis que é a paz que procuramos quando viajamos para curtir o feriado em chamadas cidades de veraneio (e exploração). Para mim está decidido: feriadão bom é o que podemos passar em casa longe dos engarrafamentos monstruosos e de uma tortura irracional. Sabemos que será assim (e sabemos faz muito tempo). Então, o que nos leva a querer cometer esse sacrifício e enfrentar a tortura? (Eli Halfoun) 

sábado, 1 de março de 2014

Após os Jogos de Inverno, a atleta Jackie Chamoun enfrenta investigação ministerial no Líbano. Motivo: fotos que vazaram durante as competições em Sochi

Jackie Chamoun, atleta libanesa desafiou moralismo. Foto Reprodução Facebook

Essa foto, considerada mais ousada, resultou em investigação ministerial no Líbano. Foto Reprodução Facebook

Jackie Chamoun ao sol. Foto Reprodução Facebook
(da redação da JJcomunic)
A esquiadora libanesa Jackie Chamoun, 22 anos, não ganhou medalhas mas protagonizou uma das maiores  polêmicas nos recentes Jogos de Inverno de Sochi. É que durante as competições vazaram na internet fotos que a bela atleta fez para um calendário posando nas montanhas nevadas do seu país. Durante a Olimpíada, dirigentes chegaram a proibir que Jackie falasse com a imprensa em função da repercussão das fotos. Na época, ela pediu desculpas e avisou que estava focada na competição. De volta ao Líbano, fala-se que a atleta ainda é alvo de uma investigação ministerial. Embora seja um dos país mais liberais da região, o Líbano sofre a "patrulha" do conservadorismo religioso árabe. Jackie Chamoun tem recebeu apoio de fãs de todo o mundo.  

Leva esse Friboi pra lá... O diretor Fernando Meireles entrega: Roberto Carlos não tocou no bifão, continua vegetariano... Deu no Blue Bus

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Dica do Omelete: Sharon Stone, aos 56 e Kate Moss aos 40... capa não tem idade

Quase sessentinha, a atriz Sharon Stone é capa da Shape, um revista de boa forma. 
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Kate Moss fotografada por Terry Richardson para a Lui
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Dica do Omelete: Leticia Santiago, do BBB14, no Paparazzo

Letícia, do BBB14, no Paparazzo fotografada por Marcos Serra Lima
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O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa - 1

por Paulo Moreira Leite para a Istoé - LEIA MAIS, CLIQUE AQUI

O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa -2

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O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa - 3


(do GGN)
Segundo o repórter Felipe Racondo, setorista do Estadão no STF, na época Joaquim Barbosa criticou o relatório do Procurador Geral da República Roberto Gurgel, considerando-o falho e inconsistente, e sem provas contra José Dirceu. E disse temer que, se a pena por formação de quadrilha fosse pequena, ocorreria a prescrição do crime.
Essa foi a razão de não ter desmentido Luís Roberto Barroso, quando este denunciou a manobra, limitando-se a ofendê-lo.
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O outro lado - Para entender Joaquim Barbosa - 4


(do Diário do Centro do Mundo)
por Paulo Nogueira
As palavras de JB depois da espetacular – e merecida – derrota na questão da quadrilha mostram alguma coisa que está entre dois extremos.
Ou ele foi muito calculista ou sucumbiu a uma explosão patética ao insultar os colegas do Supremo que ousaram não acompanhá-lo em sua louca cavalgada.Ele ofendeu também Dilma, por sugerir que ela colocou Barroso e Teori no SFT para mudar as coisas no julgamento.Um dia os pósteros olharão para o destempero de JB e pensarão: como um presidente do STF pôde descer a tal abismo de infâmia?Se havia sinais de que o grupo de ministros do Supremo é uma orquestra completamente desafinada, agora ficou claro. E isto é uma tragédia para o país.
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Deu no Observatório da Imprensa: "Mancheteiros e Explicadores"



Mancheteiros’ e ‘explicadores’
por Carlos Castilho (do Observatório da Imprensa)
Uma nova migração de grandes nomes do jornalismo norte-americano sinaliza uma tendência inovadora, alimentada pela internet, no mercado da notícia. Trata-se de uma segmentação das prioridades editoriais em duas áreas diferentes: a da noticia dura (números, fatos ou eventos), base de manchetes que atraem o público; e a dos “explicadores”, profissionais experientes que acumularam conhecimentos em temas específicos.
Nos últimos meses, pelo menos doze grandes nomes do jornalismo impresso nos Estados Unidos migraram para projetos nascidos na internet, trocando salários altos e estabilidade por risco e liberdade de criação. A troca de emprego pode ter sido determinada por interesses puramente pessoais, mas ela revela uma mudança mais profunda e que altera o panorama da imprensa tradicional pré-internet.
O fenômeno dos “explicadores” resulta da combinação da crescente complexidade dos fatos noticiados em manchetes e com a frustração de profissionais capazes de explicar o contexto ampliado do que anunciamos nos veículos de comunicação jornalística. Perplexo e desorientado pelo bombardeio diário de notícias, o público começa agora a procurar referências capazes de ajudá-lo a entender o caos informativo da era digital.
Trata-se de um novo nicho de mercado surgindo na área jornalística que, curiosamente, está sendo mais explorado por independentes e por empresas de base tecnológica do que pela imprensa convencional. Os explicadores, em sua quase totalidade, foram formados nas redações de grandes jornais, revistas ou emissoras de televisão.

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Duas mulheres comandam o Jornal Nacional no dia da mulher

por Eli Halfoun
O Jornal Nacional do próximo dia 8 dedicará atenção especial ao Dia Internacional da Mulher e pela primeira vez terá duas apresentadoras e nenhum apresentador na bancada. O JN será apresentado por Patrícia Poeta e Sandra Annenberg. Da mesma forma que a Globo fará justiça à sua melhor apresentadora, é o momento de fazer justiça com muitas outras mulheres competentes e que estão a merecer melhores chances no mercado de trabalho. É verdade que as mulheres já conquistaram um enorme e merecido reconhecimento, mas ainda é pouco para quem tem a maior responsabilidade do mundo: gerar vidas e construir famílias felizes. (Eli Halfoun)

Gabi perde programa e deixa de ser quase proibida

por Eli Halfoun
A programação que o SBT exibirá esse ano não inclui o programa “Gabi Quase Proibida” em que a apresentadora de boas e respeitadas entrevistas conversava quase abertamente com seus convidados sobre sexo. Era um programa com o mesmo formato de todos os que Marilia Gabriela apresenta ou apresentou na televisão, ou seja, ela com competentes perguntas de um lado da mesa e o entrevistado do outro lado e nem sempre competente nas respostas. Não se pode dizer que o programa (Gabi negocia horário em uma emissora por assinatura) foi um grande sucesso, e muito menos inovador. De qualquer forma, abriu o diálogo para que a televisão converse mais e com seriedade sobre sexo. Não houve em nenhum momento a pretensão de ser um programa didático sobre o assunto que ainda é um tabu, mas deixou uma porta entreaberta para que a diversidade sexual entre de cabeça erguida para uma ainda e cada vez mais necessária discussão e aceitação. (Eli Halfoun)

Um festival de mesmice nos finais de noite da televisão

por Eli Halfoun
A partir desse mês de março, a televisão terá três programas idênticos (como se tudo não fosse sempre igual na TV) nos finais de noite: Jô Soares volta com seu esquema na Globo, Danilo Gentili estréia no SBT e Rafinha Bastos passa a comandar o novo “Agora é Tarde” na Bandeirantes. A audiência desse show de mesmice está nas mãos dos digamos entrevistadores que farão a diferença como condutores do esquema que resiste há anos nos Estados Unidos. Não se pode esperar muito de nenhuma das três, digamos, novas atrações. A melhor definição desse esquema simples é a da repórter Isabella Moreira Lima em reportagem na Folha de São Paulo. Fala Isabella: “A banda toca. O apresentador egresso dos palcos de humor saúda a platéia e inicia um discurso cheio de gracinhas. Vai à mesa e chama o convidado. O auditório aplaude. Ele inicia uma conversa amistosa. De novo gracinhas e por saí vai. A descrição é do “Late show with David Latterman”, um dos mais célebres talk shows americanos. Sim também serve para Jô Soares, Danilo Gentili e Rafinha Bastos”. Se encaixa como uma luva. (Eli Halfoun)

“A Grande Família” diz adeus, mas fica eterna na memória do público

por Eli Halfoun
Até o que é bom precisa dar um tempo para não enjoar. É o que acontecerá com o programa “A Grande Família”. Depois de 30 anos como uma das mais bem sucedidas atrações da Globo o programa terá esse ano sua última temporada. Sai do ar fazendo história na televisão. Não duvido nada se daqui a uns dois ou três anos a ótima criação de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa recupere espaço até porque o público jamais esquecerá de “A Grande Família”. O que é bom pode até enjoar um pouquinho, mas é definitivo. (Eli Halfoun) 

2014: um ano que vai começar sem acabar

por Eli Halfoun
Se não estivéssemos em um ano atípico poderíamos dizer que, como sempre, o ano começará efetivamente depois do carnaval. Dessa vez não será assim: depois do carnaval vem Copa do Mundo, em seguida eleições e aí novamente Natal e Ano Novo, de onde se conclui que 2014 só começará mesmo em 2015. Esse aglomerado de feriados é muito bom para o trabalhador (às vezes, não, porque nos faz gastar o que nem temos), mas representa enorme prejuízo para o país que deixa de produzir e perde muito tempo e dinheiro. Aí o azar e é nosso. Como sempre. (Eli Halfoun)