terça-feira, 27 de novembro de 2012
Nova lista de bilionários mundiais tem seis brasileiros
“Salve Jorge” pode passar por uma grande reviravolta. Imediatamente
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Isis Valverde, mulherão do ano...
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| Foto: JR Duran para a GQ. Reprodução |
Assembléia dos ex-funcionários da Bloch Editores: na sexta-feira, 30/11/2012.
2 - Ex-funcionários que tiveram suas ações julgadas recentemente, e que já estão com autorização da Juíza para recebimento de seus créditos trabalhistas (valor principal). Aproximadamente 80 ex-funcionários.
Jose Carlos Jesus - Nilton Rechtman
domingo, 25 de novembro de 2012
Lê revistas em consultórios? Cuidado: você está folheando vírus e bactérias...
Pesquisadores divulgaram recentemente que aquela barra de ferro onde você pone as mãos para empurrar carrinho de supermercado é poluída de bactérias e vírus. Botão de elevador, também. A alça que você segura no teto do metrô, idem. Maçaneta de táxi, corrimão de escadas públicas, botão de descarga de banheiros de bares e restaurantes, etc, também são focos de doenças. Matéria no site do Telegraph acaba de acrescentar à lista um hábito perigoso: ler revistas em consultórios médicos. Folhar páginas manuseadas por doentes é alto risco, segundo o NHS, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido. Após um semana de uso, as páginas viram criadouro de organismos contaminados.
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O entregador trapalhão. Já viu esse vídeo?
sábado, 24 de novembro de 2012
Deu no portal Uol... Isto também é uma vergonha?
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| Gari ofendido ganha processo. Leia a matéria. Clique AQUI |
Volta, Dunga. Será que não está na hora de repensar uma injustiça?
Seleção: dois anos e meio de preparação cenográfica
A queda de Mano Menezes não tem a menor importância. O tempo que o Brasil perdeu para preparar sua seleção, sim. Vamos ao replay: depois do fiasco de 2006, quando a concentração brasileira na Alemanha parecia o terreiro do samba frequentado por pagodeiros, humoristas, estrelas globais e jornalistas privilegiados, que lá jantavam em noites de queijos e vinhos com a comissão técnica, a CBF quis botar ordem na suruba. Chamou Dunga, aquele que, para a torcida, ganhou no braço e na moral a Copa de 1994. Dunga era o símbolo para vencer a crise. Fez um bom trabalho. Ganhou a Copa América, a Copa das Confederações, venceu amistosos contra equipes fortes, e classificou o time, bem, com folga, nas Eliminatórias para África do Sul 2010. Fez quase tudo certo. Mas, por temperamento, deixou azedar seu relacionamento com a mídia. Foi isso que decretou seu fim. A crise Seleção x Mídia incomodou patrocinadores fortes. Mais do que isso, tirou a tranquilidade dos jogadores em plena Copa- conta quem lá esteve que houve até caso de jornalista "importante" que fez "barraco" no hotel onde a seleção se hospedava, por querer entrevistar jogadores nas suites a qualquer custo. A campanha da mídia contra Dunga chegou então à beira do fanatismo talibã. Apesar do clima pesado, a seleção evoluiu na Copa até a falha fatal do goleiro Júlio Cesar no jogo contra a Holanda. Pior para o Dunga que viu todo o trabalho ruir em um segundo. De resto, coisas da magia e da tragédia do futebol, que o diga Barbosa, o goleirão da Copa de 50.
Com Dunga demitido e com a Copa seguinte em casa, a CBF resolveu convocar Mano Menezes. Apostou menos no treinador e mais no "relações-públicas", no profissional bem articulado capaz de desarmar tensões no contato com a elite de jornalistas e apresentadores. Na primeira etapa da preparação, a CBF programou amistosos com times fortes. Vexames sucessivos em campo. A torcida já pedia a cabeça do escolhido. A Copa América foi pro espaço. E a CBF mudou a estratégia: para evitar derrotas humilhantes baixou o nível dos adversários. O Brasil passou a jogar contra "galinhas-mortas". Algumas partidas eram quase cenográficas, algo como os embates do Divino, o time do Tufão, da novela "Avenida Brasil. Mano sobreviveu até ontem. Nos últimos meses, talvez animada por patrocinadores, difundiu-se a impressão de que Mano encontrara o segredo da vitória e a Seleção estava, finalmente, no caminho certo para o Hexa. Isso apesar de continuar enfrentando peladeiros nos piores gramados do mundo. Um jornalista escreve hoje que a demissão de Mano foi "surpresa" por ele ter acabado de ganhar um "título". Fala sério. Título? Essa piada da Bombonera conta para alguma coisa? Outro teme que no lugar do Mano venha um sujeito de "maus bofes". Bom, nós, simples torcedores, esperamos que venha alguém mais preocupado em montar um time com padrão de jogo, que saiba variar o jogo, que mude o ritmo de um partida não apenas com substituições mas com mudanças de estratégias, que saiba botar o técnico adversário no "bolso", criar "armadilhas" letais. Esse é o papel de quem está "pensando" o jogo fora de campo, o o resto os craques fazem. Cuidar de imagem, administrar egos, "fazer sala" para jornalistas-celebridades, ser anfitrião de jantares, isso não cabe ao treinador. Se o cargo necessitasse apenas de um cara "educado" e de "boas maneiras", seria melhor chamar a Danuza Leão, que escreveu um livro sobre etiqueta social.
Ou, na falta do João Saldanha, convocar o Felipão.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
"Assassinato religioso"
Empresário venezuelano quer o SBT a Rede TV ou a Bandeirantes. Uma de cada vez
por Eli Halfoun
Silvio Santos terá de resistir muito para recusar mais uma proposta e não vender o SBT. Dessa vez seria uma oferta bilionária feita pelo bilionário venezuelano Gustavo Cisneros, que pretende colocar em prática no Brasil o plano de investir em comunicação. Se Silvio não topar vender parte do comando do SBT, Cisneros já teria um plano B: faria uma também bilionária proposta para comprar a Rede TV. O ricaço venezuelano acredita que seu projeto pode emplacar por aqui e para isso tem como base sua experiência na Univision dos Estados Unidos e na Direct TV em toda a América Latina, além de ser também produtor e grande distribuidor de programas em espanhol e português. Cisneros quer mesmo fincar o pé no Brasil: decidiu que se não tiver sucesso nas negociações com o SBT ou com a Rede TV a alternativa será investir alto em uma proposta para comprar a Rede Bandeirantes. Dinheiro no falta: o grupo Cisneros faturou em 2010 US$ 1 bilhão. E agora está apostando alto, ao lado de um grande banco chinês que pretende investir de US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão no Brasil em projetos de matéria prima. É só para começar. Falar é fácil. Difícil mesmo é dar o ponta pé inicial. (Eli Halfoun)





























