terça-feira, 27 de novembro de 2012

Violência paulista faz com que o Rio seja um paraíso


por Eli Halfoun
Orgulho carioca em uma rápida historinha: não faz muito tempo sempre que convidava minha nora, meu filho e o meu neto para virem ao Rio, havia uma forte resistência dela (meu filho é carioca) por conta do medo da violência que por aqui habitava com freqüência. Não lhe tirava a razão, embora argumentasse que a violência era bem menor e menos frequente do que se propagava. Agora espero que não me convidem para passear por São Paulo: a violência por lá anda bem maior do que a que acontecia no Rio (ainda tem casos de violência, como em todo o Brasil, mas com menos freqüência e não tão brutal como a que acontece em São Paulo, onde se cometem muitos e diários assassinatos). São Paulo precisa reagir (está reagindo) e não vestir a camisa da violência como o Rio erradamente sempre fez e durante muito tempo espantou os visitantes. Aliás, nenhum estado deve vestir a camisa da violência que ganha cores mais trágicas do que tudo o que se vê na televisão e se lê nos jornais. Em relação a São Paulo de hoje, o Rio está pacificado e ainda por cima tem sol e praia. Portanto, venham me (nos) visitar sem medo porque estarão correndo menos perigo do que em São Paulo. (Eli Halfoun)

Até o mensalão STF só tinha condenado seis políticos. Nenhum foi para a cadeia


por Eli Halfoun
Em termos de condenação de políticos pelo Supremo Tribunal Federal estamos animados, mas não temos tantos motivos assim para tamanha animação. Até o mensalão o número de políticos condenados pelo STF não passava de meia dúzia e nenhum cumpriu pena na prisão. Em dois casos houve prescrição. Agora com a condenação de três deputados federais e sete congressistas envolvidos no mensalão o total de condenados considerados culpados pelo STF será de apenas 16. Nem é preciso ser bom em matemática para saber que ainda há muita gente para somar nessa diminuta conta. O julgamento do mensalão não terá nenhum sentido se os condenados não forem para a cadeia. É preciso ficar atento para as penas não prescreverem. (Eli Halfoun)

Nova lista de bilionários mundiais tem seis brasileiros


por Eli Halfoun
Agora não é mais só a respeitada revista Forbes que faz ranking para apontar os bilionários do mundo. A revista “Bloomberg Markets” que circulará nos próximos dias também apresenta seu primeiro ranking de bilionários mundiais, que nunca apareceram em outras publicações. Na relação estão seis brasileiros: nossos, digamos, representantes são Dirceu Navarro de Camargo (Camargo Correa) que aparece em 64º lugar com US$ 13,4 bilhões. Também estão na lista os poderosos das Organizações Globo: Roberto Irineu Marinho emplacou o 167º lugar com US$ 6,9 bilhões. João Roberto Marinho e José Roberto Marinho também estão na lista que tem ainda Maria Helena Scripilliti, Ermírio Pereira de Moraes (Votorantim) e Walter Faria (Cervejaria Petrópolis). Já estão bilionários e ainda querem sempre mais. (Eli Halfoun)

“Salve Jorge” pode passar por uma grande reviravolta. Imediatamente


por Eli Halfoun
Oficialmente, e até por uma questão de respeito profissional, a Globo não se manifesta, mas sabe-se que é grande na direção da emissora a preocupação com os baixos índices de audiência da novela “Salve Jorge” que, em nenhum momento, conseguiu repetir a boa aceitação da antecessora “Avenida Brasil”. O resultado é que a novelista Glória Perez tem sido aconselhada a fazer em pouquíssimo tempo uma reviravolta na novela para ver se enfim mobiliza a curiosidade do público que, aliás, tem achado a novela uma chatura só. Embora a lenda garanta que as novelas só “pegam” mesmo da metade em diante a Globo não está disposta a esperar tanto até porque reconhece a capacidade de Glória Perez de virar o jogo no momento que bem entender.
 A autora bota fé no seu taco, não fala do assunto, acredita que está tudo bem e prefere não comentar o que prepara caso decida fazer já a tão solicitada reviravolta. A tal reviravolta não incluiu, ao contrário do que se especula, o enfraquecimento da personagem Morena (Nanda Costa) que tem feito um bom trabalho e, portanto, não é responsável por absolutamente nenhum fracasso. Na verdade o público é que demora muito a entrar “na onda”. Demora, mas entra. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Isis Valverde, mulherão do ano...

Foto: JR Duran para a GQ. Reprodução

A atriz Isis Valverde, a periguete Suelen, de Avenida Brasil, recebe na quinta-feira, 29, no Copacabana Palace, o título de Mulher do Ano. A homenagem é da revista GQ, que publica ensaio do fotógrafo J.R.Duran. A informação é a coluna da colunista Monica Bergamo, da Folha de São Paulo
Foto J.R Duran/GQ/Reprodução/Divulgação
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Já viu? Fifa divulga os 12 cartazes oficiais das sedes da Copa do Mundo 2014...


Assembléia dos ex-funcionários da Bloch Editores: na sexta-feira, 30/11/2012.


Na próxima sexta-feira, 30/11/2012, às 11 horas, será realizada a última assembleia deste ano, reunindo os ex-funcionários da extinta Bloch Editores. Durante o encontro no auditório João Saldanha, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, serão transmitidas aos colegas notícias sobre reunião da direção da Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores - Ceebe - com a Dra. Luciana Trindade, Síndica da Massa Falida, e o Dr. Alkmin, contador da mesma instituição jurídica, realizada no dia 23/11. . 
Na assembleia serão divulgadas duas relações de credores trabalhistas:
1 - Contemplados para quitação de parte da Correção Monetária para aqueles que receberam seus direitos trabalhistas após 30/04/12. Ou seja, para aqueles que não foram incluídos no rateio anterior (julho/2012), um total de, aproximadamente, 50 ex-funcionários. Será divulgada a data provável de inicio destes pagamentos.
2 - Ex-funcionários que tiveram suas ações julgadas recentemente, e que já estão com autorização da Juíza para recebimento de seus créditos trabalhistas (valor principal). Aproximadamente 80  ex-funcionários.
Jose Carlos Jesus - Nilton Rechtman
Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores
 

domingo, 25 de novembro de 2012

Lê revistas em consultórios? Cuidado: você está folheando vírus e bactérias...

por JJcomunic
Pesquisadores divulgaram recentemente que aquela barra de ferro onde você pone as mãos para empurrar carrinho de supermercado é poluída de bactérias e vírus. Botão de elevador, também. A alça que você segura no teto do metrô, idem. Maçaneta de táxi, corrimão de escadas públicas, botão de descarga de banheiros de bares e restaurantes, etc, também são focos de doenças. Matéria no site do Telegraph acaba de acrescentar à lista um hábito perigoso: ler revistas em consultórios médicos. Folhar páginas manuseadas por doentes é alto risco, segundo o NHS, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido. Após um semana de uso, as páginas viram criadouro de organismos contaminados.
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O entregador trapalhão. Já viu esse vídeo?

O cara bate o carro, derruba uma TV... Veja a cena. Clique AQUI

sábado, 24 de novembro de 2012

Deu no portal Uol... Isto também é uma vergonha?

Gari ofendido ganha processo. Leia a matéria. Clique AQUI
 

Deu no Portal Imprensa: Record condenada




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Manchete no Globo de hoje: Arnaldo Bloch escreve sobre a Frei Caneca


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Manchete na Folha de hoje: Leia matéria sobre o livro de Arnaldo Niskier



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Volta, Dunga. Será que não está na hora de repensar uma injustiça?


por Eli Halfoun
A demissão de Mano Menezes não surpreendeu mas colocou em evidência uma das maiores injustiças esportivas cometidas no Brasil: o apressado e grosseiro afastamento de Dunga. O retrospecto mostra que ele esteve bem no comando do selecionado tanto em campo quanto fora dele, onde partiu para o ataque e acabou com os privilégios concedidos para alguns jornalistas que sempre deitaram e rolaram nas coberturas da seleção e sempre com o apoio da CBF, que tinha um presidente que, por motivos alheios ao futebol, precisava ficar bem na fita com a imprensa.  O texto aqui publicado pelo Gonça mostra bem como foi injusto o comportamento dos dirigentes do nosso futebol (e da torcida) com o trabalho de Dunga que convenhamos fez muita falta para essa seleção que Mano Menezes não conseguiu montar. Dunga não ganhou, como se cobrava a Copa do Mundo, mas durante toda a trajetória de sua bem sucedida carreira jamais perdeu a vergonha na cara. Como, aliás, costuma acontecer frequentemente na CBF.  (Eli Halfoun)

Seleção: dois anos e meio de preparação cenográfica

por Gonça
A queda de Mano Menezes não tem a menor importância. O tempo que o Brasil perdeu para preparar sua seleção, sim. Vamos ao replay: depois do fiasco de 2006, quando a concentração brasileira na Alemanha parecia  o terreiro do samba frequentado por pagodeiros, humoristas, estrelas globais e jornalistas privilegiados, que lá jantavam em noites de queijos e vinhos com a comissão técnica, a CBF quis botar ordem na suruba. Chamou Dunga, aquele que, para a torcida, ganhou no braço e na moral a Copa de 1994. Dunga era o símbolo para  vencer a crise. Fez um bom trabalho. Ganhou a Copa América, a Copa das Confederações, venceu amistosos contra equipes fortes, e classificou o time, bem, com folga, nas Eliminatórias para África do Sul 2010. Fez quase tudo certo. Mas, por temperamento, deixou azedar seu relacionamento com a mídia. Foi isso que decretou seu fim. A crise Seleção x Mídia incomodou patrocinadores fortes. Mais do que isso, tirou a tranquilidade dos jogadores em plena Copa- conta quem lá esteve que houve até caso de jornalista "importante" que fez "barraco" no hotel onde a seleção se hospedava, por querer entrevistar jogadores nas suites a qualquer custo. A campanha da mídia contra Dunga chegou então à beira do fanatismo talibã. Apesar do clima pesado, a seleção evoluiu na Copa até a falha fatal do goleiro Júlio Cesar no jogo contra a Holanda. Pior para o Dunga que viu todo o trabalho ruir em um segundo. De resto, coisas da magia e da tragédia do futebol, que o diga Barbosa, o goleirão da Copa de 50.
Com Dunga demitido e com a Copa seguinte em casa, a CBF resolveu convocar Mano Menezes. Apostou menos no treinador e mais no "relações-públicas", no profissional bem articulado capaz de desarmar tensões no contato com a elite de jornalistas e apresentadores. Na primeira etapa da preparação, a CBF programou amistosos com times fortes. Vexames sucessivos em campo. A torcida já pedia a cabeça do escolhido. A Copa América foi pro espaço. E a CBF mudou a estratégia: para evitar derrotas humilhantes baixou o nível dos adversários. O Brasil passou a jogar contra "galinhas-mortas". Algumas partidas eram quase cenográficas, algo como os embates do Divino, o time do Tufão, da novela "Avenida Brasil. Mano sobreviveu até ontem. Nos últimos meses, talvez animada por patrocinadores, difundiu-se a impressão de que Mano encontrara o segredo da vitória e a Seleção estava, finalmente, no caminho certo para o Hexa. Isso apesar de continuar enfrentando peladeiros nos piores gramados do mundo. Um jornalista escreve hoje que a demissão de Mano foi "surpresa" por ele ter acabado de ganhar um "título". Fala sério. Título? Essa piada da Bombonera conta para alguma coisa? Outro teme que no lugar do Mano venha um sujeito de "maus bofes". Bom, nós, simples torcedores, esperamos que venha alguém mais preocupado em montar um time com padrão de jogo, que saiba variar o jogo, que mude o ritmo de um partida não apenas com substituições mas com mudanças de estratégias, que saiba botar o técnico adversário no "bolso", criar "armadilhas" letais. Esse é o papel de quem está "pensando" o jogo fora de campo, o o resto os craques fazem. Cuidar de imagem, administrar egos, "fazer sala" para jornalistas-celebridades, ser anfitrião de jantares, isso não cabe ao treinador. Se o cargo necessitasse apenas de um cara "educado" e de "boas maneiras", seria melhor chamar a Danuza Leão, que escreveu um livro sobre etiqueta social.
Ou, na falta do João Saldanha, convocar o Felipão.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

"Assassinato religioso"

Existe o "assassinato cultural", existe o "assassinato religioso". A irracionalidade de fanáticos, que se recusaram a fazer um aborto e salvar a vida de uma mulher, na Irlanda, fez uma vítima fatal.
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Empresário venezuelano quer o SBT a Rede TV ou a Bandeirantes. Uma de cada vez

por Eli Halfoun

Silvio Santos terá de resistir muito para recusar mais uma proposta e não vender o SBT. Dessa vez seria uma oferta bilionária feita pelo bilionário venezuelano Gustavo Cisneros, que pretende colocar em prática no Brasil o plano de investir em comunicação. Se Silvio não topar vender parte do comando do SBT, Cisneros já teria um plano B: faria uma também bilionária proposta para comprar a Rede TV. O ricaço venezuelano acredita que seu projeto pode emplacar por aqui e para isso tem como base sua experiência na Univision dos Estados Unidos e na Direct TV em toda a América Latina, além de ser também produtor e grande distribuidor de programas em espanhol e português. Cisneros quer mesmo fincar o pé no Brasil: decidiu que se não tiver sucesso nas negociações com o SBT ou com a Rede TV a alternativa será investir alto em uma proposta para comprar a Rede Bandeirantes. Dinheiro no falta: o grupo Cisneros faturou em 2010 US$ 1 bilhão. E agora está apostando alto, ao lado de um grande banco chinês que pretende investir de US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão no Brasil em projetos de matéria prima. É só para começar. Falar é fácil.  Difícil mesmo é dar o ponta pé inicial. (Eli Halfoun)

Deu no Comunique-se... Barraco no STF

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Torcida respira aliviada: Mano está fora da seleção. Scolari vem aí... !

por Eli Halfoun
Não deu outra: a torcida conseguiu o que queria e esperou mais tempo do que previa. Mano Menezes não é mais o técnico da seleção brasileira em decisão tomada nessa tarde de sexta-feira (dia 22), segundo informação do canal Sportv e do jornal O Globo. Pelas repetidas declarações de José Maria Marin, presidente da CBF, todo mundo (inclusive o técnico) sempre soube que Mano estava apenas esquentado o lugar para alguém provavelmente Luís Felipe Scolari, o que ficou mais evidente, apesar dos desmentidos, quando Felipão desligou-se do Palmeiras. Oficialmente a CBF não anunciou quem será o substituto de Mano (na verdade Mano sempre foi o substituto de alguém) e só fala que tem três nomes preferidos; Scolari (atualmente sem compromisso com qualquer clube Muricy Ramalho (que já dispensou o cargo uma vez) e Tite (hoje mais voltado para a conquista do campeonato mundial de clubes com o Corinthians). É evidente que a CBF está fazendo jogo de cena porque já tem um nome escolhido e acertado. Do contrário não anunciaria a dispensa de Mano. O novo técnico encarará um grande desafio que é o tempo para preparar um novo e bom selecionado. Mano teve muito tempo para trabalhar, mas em nenhum momento nos deixou esperançosos em relação a seleção. Scolari já tem na própria seleção uma experiência de entrar com a partida em andamento e motivar os jogadores até a vitória. Tomara que a história se repita. O destino de Mano Menezes é incerto, mas tudo indica que ele tirará um bom e longo período de féria para recuperar-se do desgaste profissional e psicológico que sem dúvida sofreu comandando a seleção "amarelinha" que amarelou muitas vezes. (Eli Halfoun) 

Kate Middleton grávida


Mano Menezes é demitido

por Gonça
Mano Menezes deixa o cargo de treinador da seleção brasileira. O presidente da CBF, José Maria Marin, o vice Marco Polo del Nero, e o diretor de Seleções, Andrés Sanches anunciaram o bilhete azul. Embora com amplo apoio da mídia esportiva, Mano teve passagem improdutiva pelo escrete. Na prática, o Brasil perdeu mais de dois anos de preparação para o Mundial de 2014. Durante esse período, a CBF ainda tentou preservar o técnico marcando amistosos irrelevantes. E a mídia, que bancou Mano depois da campanha para derrubar Dunga, ainda tentou segurar o treinador exaltando seu trabalho nos últimos meses. Vários jornalistas e colunistas valorizaram amistosos sem importância e viram uma evolução no time. Aparentemente, só este enxergaram o "avanço". A CBF preferiu partir pra outra. Muricy Ramalho (Santos), Tite (Corinthians) e Luiz Felipe Scolari estão entre os favoritos para a assumir em janeiro. 


Preferência mundial na Sexy de dezembro...