quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Adriano toca futebol por pagode. Inclusive profissionalmente

por Eli Halfoun

Tudo leva a crer que embora prometa voltar a jogar no ano que vem Adriano deve mesmo é mudar de carreira e trocará os campos, o que, aliás, já fez há muito tempo, pelos palcos de pagode. O jogador (ou já seria ex?) decidiu que agora se dedicará a ser empresário de grupos de pagode e assim não precisará submeter-se ao tratamento para livrar-se do alcoolismo.  (Eli Halfoun)

Juízes brasileiros são os mais bem pagos do mundo

por Eli Halfoun

O Brasil pensa grande, mas também gasta grande. Recente levantamento revela que os juízes brasileiros estão entre os mais bem pagos do mundo com um salário inicial de careira de R$ 21.766,16. Com a soma do 13º salário o salário inicial de um juiz brasileiro em início de carreira equivale a 100 mil euros anuais. É mais do que o dobro do que ganham os juizes na França, onde o salário anual é de 40,6 mil euros e na Alemanha que paga aos juízes um salário inicial de 41.1mil euros por ano. Mesmo ganhando bem nossos juizes não estão entre os brasileiros que mais faturam por ano e que não julgam nada. Pelo contrário: são julgados.  (Eli Halfoun)

Livro “Canções - Tom Jobim” chega para colocar a história do compositor no lugar certo

por Eli Halfoun

O livro "Canções - Tom Jobim" com lançamento marcado para o dia 4 de dezembro pretende acabar com algumas lendas em torno de composições de Tom. Os autores Wagner Homem e Luiz Roberto Oliveira contam entre muitas outras coisas que a músicas "Garota de Ipanema" foi composta na verdade para um musical de Vinicius de Moraes, que se chamaria "Blimp". O livro conta também que para compor "Corcovado" Tom inspirou-se olhando pela janela de seu apartamento que tinha a bela vista para o Cristo Redentor, símbolo do Rio. A primeira viagem de Tom aos Estados Unidos aconteceu com um convite pessoal de Frank Sinatra que telefonou para o bar Veloso (Tom preferia chama-lo de Tom Bar) e convidou nosso Brasileiro de Almeida Jobim para iniciar uma carreira musical nos EUA. Sinatra não tinha só uma bela voz. Tinha um ouvido musical privilegiado (Eli Halfoun)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Turma do Casseta está com prazo de validade vencido na Globo

por Eli Halfoun

Tudo indica que está chegando ao fim o reinado do "Casseta e Planeta" na Rede Globo. Estaria acertado que o programa não será incluído na programação de 2013, o que não significa que seus integrantes deixarão a emissora: serão aproveitados como redatores e produtores. Até o destino de Maria Melilo e Mia Melo está traçado: elas serão aproveitadas no elenco do "Zorra Total". O fim do programa dos "planetas" não eliminaria a possibilidade de mais tarde a turma voltar a ter um novo programa desde que não seja tão repetitivo quanto tem sido até agora. Mudanças também estão previstas na programação da Record: o "Programa da Tarde, apresentado por Ana Hickman e Britto Júnior estaria com os dias contados e deve sair do ar antes do final do ano. Os telespectadores agradecem. (Eli Halfoun)

Copa do Mundo faz Ronaldo voltar a ser carioca

por Eli Halfoun

A Copa do Mundo está trazendo o carioca Ronaldo Fenômeno Nazário de volta ao Rio: ele decidiu que durante o período da Copa ficará morando com a família em um apartamento que possui no Leblon e que está passando por uma luxuosa reforma. A única dúvida de Ronaldo no momento é em relação ao convite para ser vice-presidente honorário da Fifa durante a Copa. Para aceitar o convite Ronaldo teria que deixar de integrar o Conselho Organizador da Copa, cargo quer lhe rende o pagamento simbólico de R$ 70 mil mensais. Pelo visto pagamento simbólico e muito melhor do que o pagamento real de quase todos os brasileiros. (Eli Halfoun)

Banho turco está na moda. Não se anime: não é recomendado para todos

por Eli Halfoun

Como acontece com todas as novelas "Salve Jorge" também começa a exercer influência no público, que já está correndo atrás de passagens para a Turquia e também passando a frequentar com mais assiduidade os nossos banhos turcos, que não são exatamente como os verdadeiros, por exemplo, de Istambul. Por aqui os banhos turcos são saunas finlandesas a vapor (diferente da sauna seca). No brasileiro banho turco o frequentador se molha (ou mergulha em uma banheira) com água quente ou fria. Historiadores contam que apesar de ser conhecido como turco o banho que é hoje uma das atrações turísticas da Turquia já existia na Grécia antiga e também era apreciado pelos lusitanos e pelos romanos. Com o tempo os banhos turcos foram adotados pelos árabes, turcos e outros povos islâmicos. Engana-se quem acredita, ao contrário do que se propaga, que o banho turco só traz benefícios. Pelo contrário: não é recomendado para quem tem pressão alta, doença cardíaca ou distúrbios da circulação. Portanto, nada de ficar muito animadinho com esse ou outros tipos de saunas. (Eli Halfoun)

O outro lado... (Nota oficial do PT sobre a Ação Penal 470)

O PT E O JULGAMENTO DA AÇÃO PENAL 470
O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.
1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa
O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.
A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.
Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do "mensalão do PSDB" de Minas Gerais.
Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.
Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.
Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.
2. O STF deu valor de prova a indícios
Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma "pouco ortodoxa" (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.
À falta de elementos objetivos na denúncia, deducões, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.
Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.
3. O domínio funcional do fato não dispensa provas
O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação.
Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu "tinha como não saber"...
Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito.
Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.
4. O risco da insegurança jurídica
As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.
Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.
Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais.
Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.
Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.
5. O STF fez um julgamento político
Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.
Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.
Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.
Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.
No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).

Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela "compra de votos" para, desta forma, tentar criminalizar o PT.
Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.
Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do
Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.
A luta pela Justiça continua
O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.
Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres.
A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.
Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6a.economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.
Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.
Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.
É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.
Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.

São Paulo, 14 de novembro de 2012.

Comissão Executiva Nacional do PT.

Calvin Klein pode comemorar seus 70 anos no Rio. Cercado de brasileiros

por Eli Halfoun

As boas relações que mantém no Brasil e o demonstrado entusiasmo que tem por nossas badaladas boates gays podem fazer com que o estilista Calvin Klein venha comemorar no próximo dia 19 seus 70 anos no Rio. Além da idade CK comemora também os 30 anos de sucesso de sua linha esportiva masculina. A linha underwear foi lançada em 1982 e inicialmente chamou atenção com um outdoor exibido em Times Square (Nova York), com um modelo só de cueca. O modelo era o brasileiro Tomás Valdemar, na época atleta de pólo. Valdemar virou Tom Mintnaus e mora até hoje nos Estados Unidos. CK sempre chamou atenção com publicidade: para lançar sua linha feminina espalhou ousados outdoor da modelo Kate Moss em vários pontos de Nova York. Curiosamente ele tem predileção por brasileiros (visita o Rio pelo menos duas vezes por ano) e escolheu como diretor de sua linha feminina o brasileiro Francisco Costa.  (Eli Halfoun)

Militares de Deodoro não perdem um capítulo de ”Salve Jorge”. E Nanda Costa deixa?

Nanda Costa em "Salve jorge". Foto: TV globo/Divulgação
por Eli Halfoun
Pelo menos entre os militares que servem em Deodoro a novela "Salve Jorge", que ainda não está bem em audiência (a média é de 29.0, mas a tendência é subir da metade em diante) tem público garantido. A maioria dos militares faz questão de acompanhar a novela porque existe sempre a possibilidade de aparecerem em cena. É que muitos capítulos são gravados em Deodoro e alguns militares são convocados para entrar em cena, às vezes até com imagens em destaque. Também por conta da novela o ator Rodrigo Lombardi (Teo) parece estar encantado com o digamos amor suburbano que seu personagem vive com Morena (Nanda Costa, que, aliás, até agora não deixou a desejar com sua atuação). Agora Lombardi está convencido que existe diferença entre o amor no subúrbio e na Zona Sul: "Mulher como a Morena da novela parece que é movida a testosterona, derruba paredes e vai atrás do que quer. Já o amor da Zona Sul é aquele que lê revista de moda". Lombardi está precisando conhecer melhor a Zona Sul e suas gatinhas. (Eli Halfoun)

Sentenças o STF no mensalão só valem mesmo depois da publicação dos acórdãos

por Eli Halfoun

Ainda levará um tempo para que os condenados no julgamento do mensalão cumpram pelo menos uma parte de suas penas em regime fechado, ou seja, na cadeia, como determina o Código Penal. As sentenças só podem ser cumpridas após a publicação dos acórdãos com o detalhamento das penas. Esse é um processo demorado como mostram com clareza os números: o Supremo Tribunal Federal tem hoje exatas 2.632 ações sem acórdão publicado.  Em compensação, sem a publicação dos acórdãos os advogados dos mensaleiros condenados (mesmo condenados os punidos continuarão em liberdade e sem pagar as multas) não podem recorrer das sentenças.  Os acórdãos podem levar um bom tempo para ficar prontos e dar validade para as sentenças. Bota tempo nisso: existem no STF acórdãos engavetados há dois anos e meio e esperando na fila. Parece que nesse caso a fila também não anda. (Eli Halfoun) 

Agora, julgamento no STF dos mensalões tucano e demo e Caso Cachoeira. Será? Será?

A frase é do deputado Chico Alencar no Globo de hoje. Reprodução

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aconteceu em Punta del Este...

Moyses Fuks, ex-militante da Manchete, Fatos & Fotos, entrevistado por Amaury Jr. Confira. Clique AQUI

Rihanna na capa...

Tudo isso na GQ de dezembro.

Memórias da redação: aconteceu na...


por Nelio Barbosa Horta
Ainda na Frei Caneca, no prédio que foi implodido sábado passado,  aí está a redação da Enciclopédia
Bloch, quando começou. Ficava no sexto andar, numa saleta ao lado da redação da Manchete.
Foi uma revista inspirada inicialmente na famosa ”National Geographic”, mas que acabou  tendo
personalidade própria, com matérias exclusivas e uma tiragem bastante considerável. Era disputada
por estudantes. Em uma de suas edições, publicamos, na capa, uma embalagem com a terra santa
de Israel, especialmente importada com esta finalidade. Na redação, além do José-Itamar de Freitas,
editor, tinha o Moacir Japiassu, redator-chefe, eu, Nelio Horta (sentado), editor de arte. Estamos na foto em no tempo em que nós tínhamos cabelo... Havia também a Célia Maria Ladeira, a Maria Eduarda Alves
de Souza e o Flávio de Aquino. Mais tarde, formaram também na equipe o Luiz Roberto Porto, o Robertão, o José Inácio Werneck e o João Máximo.  Quanta saudade... (Nelio Barbosa Horta, de Saquarema)




Ladrão rouba câmera enquanto repórter falava ao vivo...


A repórter Anne Makovek participava de um transmissão ao vivo na emissora norte-americana "KPIX" quando saiu do ar subitamente. Um ladrão roubou a câmera do cinegrafista avaliada em mais de 10 mil reais. Se é aqui, hein? A ousadia dos bandidos mostra que a terra do Obama está precisando de... UPP.
Veja o vídeo, clique AQUI

Matéria sobre o desaparecido arquivo de fotos da Manchete reproduzida em blogs

Alguns sites repercutem matérias aqui publicadas, o que só amplia o alcance dos fatos e opiniões veiculadas no blog que virou manchete. Este blog não deixa de repetir indignação com o desaparecimento do arquivo fotográfico que pertenceu à extinta Bloch. E também não deixa de se surpreender com o extremo descaso de instituições públicas como A Biblioteca Nacional, o Ministério da Cultura, Museu da Imagem e do Som, Arquivo Nacional com o destino de mais de 10 milhões de fotos que retratam personalidades e acontecimentos marcantes para a história do Brasil e do jornalismo.
Veja um dos blogs que reproduzem matéria do paniscumovum sobre o tema. Visite o Balaio de Fatos. Clique AQUI 





Estrelas de Hollywood pagam micos em comerciais bizarros... mas bem longe de casa...

por JJcomunic
Viajando pelo Brasil, é comum você se deparar com outdoors que mostram algumas atrizes ou atores globais anunciando produtos extremamente, digamos, populares. De catuaba em pó a unguento contra calos. Claro, em rede nacional os empresários das tais celebridades selecionam com maior rigor os produtos a associar aos seus contratados. Mas no interiorzão não custa nada ganhar uns trocados com cartazes e pequenas campanhas locais que serão vistas por segmento mais reduzido. Não pagam mico nacional e não se desvalorizam por ter a imagem associada a produtos menos nobres já que os grandes centros não verão tais campanhas. Curiosamente, a mesma estratégia é adotada por astros e estrelas hollywoodianos. Só que, no caso, o liberou geral para pagar micaços e ganhar bons ienes acontece no Japão. O consumidor americano é poupado de ver seus ídolos em total vexame.
Vá ao site Mashable e veja alguns desse bizarros comerciais. Clique AQUI

Imprensa livre, sempre


por Eli Halfoun
Se depender da presidente Dilma Roussef a tentativa de alguns partidos em cercear a liberdade democrática de imprensa, nunca dará em nada. A presidente é taxativa sobre o assunto: “É preferível o ruído da imprensa livre ao silêncio da ditadura”. Até porque sem liberdade de imprensa não existe democracia. (Eli Halfoun)

Justiça precisa correr para ter o parecer dos juizes


por Eli Halfoun
É tão grande o número de processos na Justiça que é quase impossível para os juízes julgar todos com a agilidade que se espera. Dados da revista “Justiça em Número”, publicada pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que cada juiz de São Paulo deu em média no ano passado 1.779 pareceres enquanto no Rio o número de pareceres chega aos 2.913. Em Minas e em Goiás os pareceres não passam de mil, mas é no Ceará e no Piauí que está o menor número com 451 e 396 respectivamente. Se quiser dar total conta do recado qualquer juiz tem de passar o dia e a noite lendo processos. Alguns muito divertidos. (Eli Halfoun)

Brasil é mesmo o país dos “noveleiros”


por Eli Halfoun
As novelas continuam sendo as atrações mais vistas da nossa televisão e também o programa que exerce maior influência no consumo e comportamento do público. O que todo mundo sabia foi confirmado uma vez mais em pesquisa realizada pela Sophia Mind. A pesquisa concluiu que 87% dos brasileiros assistem novela enquanto 64% são fiéis telespectadores. A pesquisa revela também que 76% dos telespectadores adiantam os afazeres e 30% alteram horários só para poder ver a novela. Em alguns aspectos as novelas são grande força de venda e de mudança de hábitos. Exemplos: 76% dos “noveleiros” passam a usar as roupas de personagens e 59% copiam os cabelos. Ainda bem que ninguém copia os absurdos. (Eli Halfoun) 

Ministro Ayres Britto fica em Brasília e pode ser senador


por Eli Halfoun
A aposentadoria no Supremo não tirará o ministro Ayres Britto de Brasília. Ele continuará morando na capital e existe uma grande possibilidade de entrar para a política. O PSD de Gilberto Kassab tem sondado o ex-presidente do STF para que se candidate a senador pelo partido e por Brasília. Acredita-se que o ministro Ayres Britto será eleito com facilidade para ser o representante de Brasília no Senado. Que com sua presença será sem dúvida enriquecido de cultura e justiça. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Marcos Paulo, vida, sucesso, capas e imagens

A revista Amiga registrou como poucas a longa carreira de Marcos Paulo. Depois de vencer um câncer, o ator e diretor faleceu, ontem, no Rio, vítima de uma embolia pulmonar. Fez história na TV e sua trajetória foi registrada em muitas capas. Reveja algumas.

Ser negro não é referência. É apenas uma simples questão de raça

por Eli Halfoun

Toda vez que se lê uma notícia envolvendo os nomes de Joaquim Barbosa ou de Barak Obama a informação vem acompanhada da referência do "é o primeiro negro do STF ou é (pela segunda vez) o primeiro negro a governar os Estados Unidos". Não entendo porque não se fala em Barbosa ou em Obama da forma natural como se fala de qualquer outro ministro ou presidente. Essa necessidade de dizer que eles são negros parece mostrar quanto ainda convivemos com o racismo (é inconsciente), mesmo que lutemos muito para eliminar contra esse terrível absurdo. Tudo bem que a constante referência pode ser também uma forma de mostrar o quanto os negros são capazes e como estão conquistando com méritos lugar de destaque na sociedade mundial. Não me lembro de ter lido uma única vez a citação de que Pelé é o primeiro negro a ser considerado o atleta do século, assim como não se repete com a mesma insistência que se faz com os negros que Dilma Roussef é a primeira mulher a governar o país. Essa é agora apenas uma referência histórica, assim como Barbosa é o competente ministro e Obama o presidente de uma das maiores potências do mundo. Na importa se são negros, brancos ou amarelos. Importa é que são capazes e competentes e pelo que se saiba nem capacidade e nem competência têm cor. No começo o fato de ambos serem negros poderia ser apenas uma notícia porque se tratava da primeira vez. Eles realmente abriram um importante espaço para que outras negras conquistas aconteçam, mas até quando citaremos o fato de ser a primeira, a segunda ou a terceira vez que isso acontece? Não é preciso citar: basta olhar para ver, o que não muda nada na admiração e respeito que temos por eles e suas eficientes presenças profissionais e humanas. Ou será que para agir corretamente teremos de dizer que fulano é o décimo branco a ser isso ou aquilo. (Eli Halfoun) 

Estados Unidos fecham 203 jornais em quatro anos

por Eli Halfoun

Fechamento de jornais não é um fenômeno que ocorre só no Brasil, que já viu deixarem de circular entre outros, o Jornal do Brasil e mais recentemente o Jornal da Tarde e o esportivo Marca. Jornais têm saído de circulação também nos Estados Unidos onde desde 2008 foram fechados 203 veículos. Não é como pensam muitos um massacre da mídia eletrônica, mas sim um massacre econômico, especialmente nos EUA que como se sabe enfrentou e enfrenta uma grave crise. Por aqui o grupo do Jornal da Tarde não confirma que o fechamento do jornal tenha sido uma imposição da mídia eletrônica. O que se diz é que foi uma decisão determinada por problemas econômicos, de concorrência em bancas e de adequação na empresa. O Grupo "Estadão" decidiu investir mais no carro-chefe que é o jornal "O Estado de São Paulo". A mídia eletrônica incomoda, mas ainda levará muito tempo para massacrar (se conseguir) toda a mídia impressa. (Eli Halfoun) 

Paul Anka no Brasil em 2013 para vários shows

por Eli Halfoun

Quem vem ao Brasil para várias apresentações no ano que vem é o cantor Paul Anka que aos 73 anos continua atraindo um bom público para seus espetáculos. A viagem de Anka está sendo bancada pelo amigo e empresário e amigo Naji Nahas. Os dois estiveram juntos em recente festa que Nahas promoveu no Cassino Conrad de Punta Del Este. Aliás, Naji Nahas estaria comprando parte do controle do Conrad. É o primeiro dos muitos investimentos que planeja fazer em países sul americanos, onde os investimentos costumam ter bom retorno, mesmo que pouca gente acredite nisso. (Eli Halfoun)